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quinta-feira, 9 de julho de 2026

Experimentei o primeiro Devil May Cry e gostei

julho 09, 2026


Na minha análise de DMC, eu expliquei como conhecia a franquia e fiz algumas reclamações das poucas lembranças que tive ao jogar o Devil May Cry 3. O game, que apresentava uma nova roupagem de Dante, como seu universo - se tornou tão querido para mim que me fez gostar da franquia. E toda aquela reclamação que eu tive pela primeira vez que joguei o terceiro jogo da franquia (sendo dificil demais ao meu ver), foi mudada.


Eu sempre gostei de jogos difíceis. Mas quando jovem ao experimentar um Dante que fazia várias peripécias nas cenas e na gameplay ser muito difícil executar, me fizeram deixar de lado a franquia. Porém, como DMC se tornou um dos meus games preferidos e cujo jogo nas dificuldades mais altas, resolvi experimentar os demais games e além da coletânia dos três primeiros games (Devil May Cry HD Collection), além do próprio Devil May Cry 4.


Devil May Cry 1 é um game que eu após ter zerado o 3 ainda no PS2, tentei conhecer. Mas tive pouco tempo para experimentar. O jogo, apesar de ser bem simples em relação aos demais - apresenta muito de suas bases. Uma coisa que eu estranhei foi segurar RB e X para atirar (R1 + quadrado) e Dante não faz muitos combos ou não tem tantas coisas mirabolantes como esperamos em um jogo desse tipo. Mas aqui vale elogiar uma fase que você joga com o personagem em primeira pessoa (fase de água). 


Apesar de que nessa fase eu tenha ficado um pouco perdido, é impressionante para a época. Trazendo ao jogador uma imersão incrível. Com a tradução em português disponível por fãs, podemos entender de fato a história e um pouco do universo desse personagem meio demônio. A jogabilidade é bem atrás de qualquer um dos jogos, bem travada, mas... sua história, personagens e aventura explicam o porque ele é um game tão querido pelos fãs da série.


Essa é uma análise baseada na coletância Devil May Cry HD Collection da Steam.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

O lendário jogo brasileiro Outlive, que não deve ser esquecido...

fevereiro 03, 2022
Foto: Reprodução

Existem jogos lendários que não podem ser esquecidos pelo público! Um desses casos é Outlive, um dos primeiros jogos brasileiros a serem produzidos por aqui. O jogo foi idealizado em 1997, por Rafael Dolzan, Daniel Dolzan, Henry Baggio, Alexandre Vrubel e Rodrigo Dal'Asta, que recentemente tinham concluído o curso de Ciências da Computação da Universidade Federal do Paraná.

Juntos, amigos que estavam juntos desde a faculdade, criaram a Continuum Entertainment, talvez a primeira empresa brasileira para criação de jogos de computador. Em 2001, eles criaram uma obra-prima conhecida como Outlive, que é um jogo de estratégia futurista (como Starcraft), com uma qualidade tão grande que seria até MELHOR que muitos jogos lá fora. Outlive é um jogo de estratégia futurista, com idéias próprias. Nem sei porque o jogo não é vendido pela Steam.

Continuum Entertainment, a primeira empresa brasileira de jogos de PC


Jogo é bom, mas faltou melhor sorte...

Por mais que o jogo seja bom (e é mesmo!, joguei ele muito aqui em casa, pelo menos a versão demo), ele foi um fracasso de vendas nos EUA e Europa, onde o jogo brasileiro tentava seu espaço. Foram um total de 40 mil cópias vendidas, sem uma nova tiragem.

Acho que o problema todo foi "competir" com Starcfrat, da gigante Blizzard. Mesmo assim, a Continuum Entertainment continuou criando outros jogos, até encerrar suas atividades no dia 10/09/2009. Eles ainda tem um site oficial, que não é atualizado desde 2011. Ao que parece, depois do pioneirismo de tentar criar jogos brasileiros de qualidade, o pessoal da equipe da empresa trabalha com outras coisas.



Existe uma DEMO para jogar na internet...

Como é para PCs 32Bits, eu não consegui rodar essa demo. Na internet existem diversos sites que disponibilizam uma demo do jogo para jogar. Acho que não joguei o jogo original (só a Demo), mas gastei MUITAS HORAS me divertindo com esse jogo, que é uma guerra entre humanos x robôs (Matrix?!).

Infelizmente não vou dar maiores detalhes sobre esse jogo, porque não consegui rodar a demo dele aqui no PC, mas existem muitos vídeos. Como jogador posso lhe garantir que o jogo é MUITO BOM. Meu grande apelo aqui é que o pessoal que trabalhou na Continuum Entertainment possa refazer uma versão para PCs novos, e lançar o jogo na Steam ou na GOG.

Acho que é um clássico que não deve ser esquecido...

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terça-feira, 10 de agosto de 2021

Serious Sam: The First Encounter é frénetico, divertido e permite coop com tela dividida

agosto 10, 2021

Há muitos bons jogos cujo eu só pude conhecer quando mais velho, através de plataformas como a Steam e a Gog. E Serious Sam foi um deles! Lia muito sobre o mesmo em revistas, mas não tinha um "pc poderoso" para rodá-lo - o que não é problemas nos dias de hoje! 


O jogo é um FPS estilo Doom, Quake, entre outros. Mas com diferencial na ação! 


A todo momento você ficará sem fôlego, tendo que se preocupar com hordas e mais hordas de inimigos com diferentes habilidades - optando qual você aniquila primeiro enquanto desvia dos ataques dos demais. O game nos proporciona campos bem abertos feitos justamente para que os jogadores tenham liberdade para se mover e evitar ser atingido pelas dezenas de inimigos.


Enquanto Doom, Quake, Dukenuken e jogos do mercado possuíam mapas complexos cuja novas salas eram acessadas através de alavancas ou chaves - aqui temos um desafio bem simples de matar ou morrer! Não espere encontrar chaves ou puzzles para acessar algum local, tudo se resume a escapar dos inimigos esquivando-se de seus golpes e mandando-os pro inferno com um vasto arsenal de armas. Matando todos os canalhas a sua vista abrem o caminho para uma nova sala ou área e o legal é que quando você a acessa, o jogo não permite que você volte. 

Não há muita exploração, há chacina! Por isso, nunca deixe de usufruir do f6 (que é o quick save), na qual, o jogo já carrega assim que você morre (o que vai acontecer milhares de vezes) - mas nunca se esqueça de salvar o seu progresso, ok? Existe a opção para você dividir a diversão com um ou mais amigos, seja em em rede ou online (não sei se funciona ao certo, porque não testei) - mas, caso tenha alguém na sua casa, pode jogar com ele através da tela dividida (desde que alguém use um controle ou vocês conectem um segundo mouse).


Para multiplayer ou mesmo jogar em terceira pessoa, você não precisa jogar com Sam. Há diversos personagens (alguns bizarros) que você pode desfrutar sua aventura! O que é um prato cheio para campanhas multi-jogador.


Sobre os monstros, há de diversos tamanhos e alguns bem cômicos e originais. Como um cara sem cabeça que vem correndo segurando duas bombas (e vem gritando ainda por cima! Mas como faz isso sem cabeça?) O jogo apresenta um menu que mostra os detalhes de todas as armas e histórico dos monstros. Algumas vezes, você será encurralado no melhor estilo Doom e terá que se virar em alguns ambientes apertados - fazendo o jogo bem difícil, o que o torna bastante interessante.

É um jogo que carrega a mesma essência de games mestres como Doom, Quake, Duke Nuken 3D e outros e aplica numa jogabilidade totalmente nova. Aqui você deverá se especializar em derrotar hordas de monstros e são muitos mesmo! 


Assim como Quake, Unreal e jogos que vieram no fim de 99 e início dos anos 2000, você não tem um mapa para se guiar - o que não é problema! Pois os estágios são grandes, simples e divididos em partes. Você precisará passar por alguma tarefa (que é exterminar todos os monstros na maioria das vezes) para passar. Não há puzzles complexos, no máximo, juntar X itens no cenário e você estará pronto para a próxima sala.

O game também apresenta a opção de jogá-lo em terceira pessoa (para isso, aperte o H), mas acho bem interessante o modo tela dividida para jogar com um amigo. Sobre os gráficos, eles são bem legais para a época e você tem a opção de usar gráficos mais simples (caso não tenha placa de vídeo). Enquanto em Daikatana (cujo já analisamos no blog), Jonh Romero queria um game complexo com viagens no tempo e uma variação sem igual de monstros e armas, aqui em Serious Sam eles se preocuparam apenas em criar um jogo divertido.


E Serious Sam é... apelão demais as vezes... mas é!


Mais frenético ainda jogando multiplayer, acredito.


Compre agora pelo link abaixo na Gog (R$12,00)


https://www.gog.com/game/serious_sam_the_first_encounter


sexta-feira, 2 de abril de 2021

Dungeons & Dragons - Manual de Conversão (Skip Willians)

abril 02, 2021

Finalmente tenho essa raridade em minhas mãos e gostaria de falar um pouco sobre ela aqui no blog! O D&D - Manual de Conversão, era um manual que era dado de brinde a quem comprava os três livros básicos de D&D 3ª Edição.

Talvez você não saiba, mas até o ano 2000 a marca Dungeons & Dragons era conhecida como AD&D - Advanced Dungeons & Dragons, com seus títulos sendo produzidos ainda pela empresa fundada por Gary Gygax, a TSR. Com problemas financeiros, a empresa faliu e foi comprada pela Wizard of the Coast, empresa que cresceu muito através do jogo de cartas Magic: the Gathering.

Quando a WotC assumiu a TSR, ainda em 1999, criou uma nova edição de AD&D, conhecida agora como Dungeons & Dragons 3ª Edição, ou D&D 3.0. Como AD&D na época ainda era soberano como maior RPG do mundo, os jogadores enfrentariam muitos problemas com a atualização de regras. Por conta disso, o Manual de Conversão, escrito por Skip Willians (um dos designs da 3ª edição), viria como um manual capaz de atualizar as fichas de AD&D para as novas regras.



E sobre o Manual de Conversão

Quem conhece D&D há algum tempo, sabe que as regras da 3ª Edição são MUITO diferentes das regras encontradas em AD&D. O Manual serviria então para conhecer as novas regras. Ele é um livreto (aqui no Brasil, em preto e branco) de apenas 22 páginas, mostrando todas as mudanças de regras, e como migrar os Personagens de AD&D para a 3ª Edição das regras.

A diagramação dos livros segue o padrão da 3ª Edição. O livro mostra claramente como CONVERTER QUALQUER PERSONAGEM de AD&D para D&D 3ª Edição, além de mostrar muitas mudanças nas regras. Joguei pouco AD&D até o momento que escrevi isto, e muita coisa eu nem sabia sobre o jogo. Por exemplo, na página 16 do tomo mostra que existia magias arcanas de cura em AD&D, que foram excluídas do sistema na 3ª edição. Além disso, existem algumas magias que foram totalmente excluídas do D&D, como Detectar Tendência. Há MUITAS MUDANÇAS também nos termos do jogo e também no nome das magias. Isso é interessante até para descobrir um pouco sobre a história e mudança no desenvolvimento do D&D. Diversas revelações tive nesse livro (como estas) que nem sabia. O livro também tem umas fichas de AD&D Karameikos adaptadas (segundo o Manual) as novas regras.



D&D Manual de Conversão nunca foi vendido em lojas, sendo distribuído para jogadores que compravam os livros básicos em 2001 e 2002. É uma raridade. No entanto, seu pdf pode ser disponível na internet para consulta. Felizmente, consegui essa preciosidade aqui em casa.

Um pouco da história do desenvolvimento de D&D nas minhas mãos.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Soul Reaver 2 vale a pena?

dezembro 04, 2020

Aqui no blog eu já escrevi uma postagem explicando (com vídeos) de forma resumida toda a saga do vampiro Raziel, que é retratada nos jogos Legacy of Kain: Soul Reaver, Soul Reaver 2 e Legacy of Kain: Defiance. Também fiz questão de mostrar o conteúdo que fora removido e as tais mudanças que levaram a concluir a história dessa maneira. Leia a postagem A história completa de Soul Reaver, para mais detalhes!

 

Na minha análise de Soul Reaver, disse que o final do jogo na verdade seria o prólogo para sua continuação. Raziel vai atrás de Kain que voltou no tempo, mas ao passar pelo portal, não apareceu no mesmo lugar que ele e sim, encontrou com Moebius - o guardião do tempo. O jogo continua a história no mesmo ponto em que parou, mas nos apresenta uma apresentação em vídeo mostrando o final do primeiro jogo que é de encher os olhos. Na postagem sobre a história de Soul Reaver eu apresentei a introdução do jogo legendada em português, mas agora, apresento o mesmo vídeo só que com uma montagem com as falas da versão dublada do final do primeiro jogo (já que contém os mesmos diálogos), veja:


Não é só o vídeo de introdução que é de encher os olhos, mas sim os gráficos.Há uma diferença enorme entre o primeiro jogo e o segundo, e inicialmente, o 2 o supera de longe. Há muita história a ser contada,e o jogador deverá escutar tudo atentamente (já que não dá pra cortar). Raziel manteve os mesmos poderes do jogo anterior e continua a sua procura por Kain.

 

Em Soul Reaver 2, não temos mais as magias (já que elas não serviam pra muita coisa) e diferente do primeiro jogo, não temos um ambiente para explorar. Na verdade temos, mas é de outra forma. Aqui começamos as viagens no tempo, na qual, o jogador irá tanto para o passado, quanto para o futuro e é o jogo que visa revelar o passado de Raziel. Quem jogou o game anterior vai lembrar da parte que ele descobre ao ver seu próprio túmulo que é da Ordem de Sarafan - aqui teremos o conhecimento de quem realmente foi o protagonista quando humano.

 


A jogabilidade foi toda trocada, já que agora você pode usar o mouse! Infelizmente, na versão que eu comprei na Steam, não aceita tradução do jogo. Ou seja, para eu ter conhecimento da história,tinha que ver vídeos de pessoas que legendaram as cenas. Outra coisa a reclamar é que agora não posso salvar e qualquer lugar - para isso, deveria chegar em altares específicos. (Acredito que se não tivesse isso, o jogo seria ainda mais curto). Temos um reencontro com o deus ancião (aquele que reviveu Raziel no primeiro jogo) e na qual, tenta manipula-lo novamente.

 

Os puzzles não são mais com caixas e até são interessantes. Resumindo a história do jogo em poucas palavras: Raziel procura Kain, sabe sobre seu passado e forja a Soul Reaver espectral em elementos de Fogo, Luz, Trevas e Vento - na qual, cada um está em uma forja específica e o protagonista deverá encontrá-las, viajando para o passado e para o futuro. Ele tem os mesmos poderes, mas diferente do primeiro jogo, não há exploração para buscar os pedaços de espiral para aumentar sua energia - ela aumenta toda vez que você forja a Soul Reaver com um elemento.

 


O engraçado é que na versão pirata do jogo, os desenvolvedores colocaram um truque que impedia engraçadinhos de ficarem com o primeiro elemento da Soul Reaver. Eles entraram na ruína, faziam a quest, ficaram com a espada forjada e na saída, descobrem que não poderiam sair dali. Ouvi dizer que "tinham errado" na programação do jogo para PS2, mas na verdade, era isso quando pesquisei a respeito na internet.

 

O game apresenta gráficos bem bonitos para a época mas possui seus defeitos. O mais famoso deles é que o mesmo cracha as vezes. Algumas partes, eu tive que aprender como não crachar o jogo matando monstros um por um ou saindo correndo para não lutar com ninguém - e isso foi um sofrimento até descobrir como resolver. Após zerar o jogo pela primeira vez, as outras não me trouxeram problemas porque sabia que estava lidando. Esse é um defeito que felizmente, não aparece em Legacy of Kain: Defiance.

 

O final do jogo é um prólogo para o Legacy of Kain:Defiance.

 


Quer experimentar, compre o jogo na Steam por R$13,00

 

https://store.steampowered.com/app/224940/Legacy_of_Kain_Soul_Reaver_2/

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Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


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