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segunda-feira, 24 de junho de 2024

Como Elder Scrolls IV: Oblivion vai além de ser apenas um RPG para computador

junho 24, 2024

Aqui no blog temos várias resenhas não só, de RPGs eletrônicos, como também, de vários RPGs de mesa - uma vez que não só amamos games, mas como os jogos de interpretação. E dentre vários títulos no mercado de games, é bem comum encontrar um jogo ou outro que tenta simular o máximo que consegue naquela modalidade que só temos ao se reunir com amigos e rolar dados. A imersão e liberdade oferecida pelo RPG de mesa é algo que muitas empresas tentam simular em seus jogos, já que isso é fruto da liberdade que os jogos de interpretação oferecem.


Elder Scroll IV: Oblivion realmente me surpreendeu por utilizar uma fórmula parecida com jogos de mesa. Ele é linear. Não há nada como em Diablo, por exemplo, onde a exploração é mudada a cada partida para passar um jogo novo. Aqui tanto as masmorras quanto tudo a sua volta sempre será do mesmo jeito... porém, são tantas missões disponíveis e tantas histórias para se criar e coisas para fazer, que precisa ser um louco para tentar fazer todas as missões que aparecem.

As tais missões são apresentadas aqui em um formato diferente do que eu vi em um RPG eletrônico. Elas são apresentadas como uma aventura de RPG de mesa! Com um jogo ambientado em um mundo aberto, o jogador controla seu personagem em primeira pessoa e explora masmorras, invade as dimensões de Oblivion (que dá nome ao título - que se trata de portais que levam a um mundo cheio de demônios), conversa com NPCs, podendo desenvolver oratória para fazer amizade com as pessoas e ganhar confiança delas, etc.


Você pode também alternar seu personagem para terceira pessoa, sendo que o jogo funciona MUITO MELHOR em primeira. A criação de personagens é complexa como um RPG de mesa, apresentando diversas possibilidades de builds, oferecendo ao jogador diversas classes e raças além de outras peculiaridades que farão você passar dezenas de horas explorando o mundo não só como um personagem, mas com vários. 


Focado em primeira pessoa, você se aventura em masmorras de uma maneira nunca vista em outro jogo (como se fosse você mesmo). Além de nos permitir criar as características visuais de nosso personagem, como cor de pele, cabelo, formato do nariz, etc. Realmente, ele presume a apresentar uma experiência "quase RPG de mesa no seu joguinho de PC" e duvido, que você vai jogar uma campanha com apenas um personagem.


Além de explorar masmorras em primeira pessoa, haverão oportunidades que você irá junto com outros personagens e o legal é que, as vezes, alguns NPCs irão morrer. O jogo funciona como qualquer RPG de mesa medieval padrão, você tem níveis de personagem que são avançados quando você ganha experiência. O legal aqui é que você não ganha xp matando monstros e sim, de acordo com as coisas que você aprende. Quando mais você ataca com a espada, mais pontos você ganha nisso... quanto mais você conversa com as pessoas, você ganha oratória e assim por diante. Ao atingir pontos o suficiente para avançar de nível, basta pagar uma estadia numa estalagem e ao dormir, você escolhe qual atributo você aumentará. (Raças influenciam atributos, como todo bom RPG de mesa!)


O jogador pode aprender magias e há tantas (parecendo que está jogando D&D), além de possíveis habilidades diárias. Além disso, armas e armaduras possuem um sistema de durabilidade, sendo que podem ser partidas - por isso, vá sempre ao ferreiro quando puder. O game está em inglês, mas há tradução do jogo e todas as sua dlcs que podem ser encontradas facilmente na internet. Ele apresenta uma experiência fora de série, com uma interface e atalhos que parecem ser esquisitos no início, mas logo o jogador se acostuma.

Esse é o melhor RPG ou um dos melhores que eu já joguei. Realmente viciante! E claro que recomendamos...


A nossa análise é de acordo com a versão da Gog (R$43,00). Compre abaixo pelo link:

https://www.gog.com/en/game/elder_scrolls_iv_oblivion_game_of_the_year_edition_deluxe_the

quarta-feira, 8 de junho de 2022

A antiga revista RPG Magazine...

junho 08, 2022

Aqui no blog já falamos sobre as primeiras revistas de RPG do Brasil. Hoje gostaríamos de falar em especial sobre a revista RPG Magazine, que foi uma aposta da Editora Daemon em 2007. A revista teve apenas uma única edição impressa, custando R$4,99 na época. Ela foi publicada em formato de livro de RPG (aproximadamente 21 x 29), e totalmente em preto e branco. A edição contava com apenas 30 páginas.

Alguns detalhes da revista

O fracasso comercial dessa revista já começa pelo preço. Enquanto haviam revistas (com muito mais páginas), coloridas e de renome com um preço variando entre R$7,00 à R$9,00 na época, eles quiseram te vender uma revista de 30 páginas, com diagramação horrível e toda em preto e branco por R$4,99 na época. Eu cheguei a conhecer o autor dessa revista (ou editor-chefe), chamado Luiz Karlos "Thor", enquanto participava de um evento da RedeRPG em uma rede de lanchonetes aqui. Cheguei até mesmo a ganhar a revista em sorteio, porque o mesmo (bolado comigo) não quis me dar um livro de RPG que tinha ganho em sorteio. Vai entender... E olha que eu ainda tinha comprado uma revista dessa pois esperava que seria reconhecido e até poderia entender que trabalharia com eles em RPG futuramente...

No entanto, muito tempo depois descobri que a maioria dos autores de RPG (no Brasil) não vivem exclusivamente de RPG. A equipe que produziu a primeira edição (que tinha como capa o filme 300, sucesso de 2007) teve Luiz Karlos "Thor" (como editor), Alex dos Santos (como editor assistente), Tzimisce, que já tinha feito alguns artigos na antiga revista Dragão Brasil (como diagramador), e alguns colaboradores: Augusto "Shaftiel", que já produziu alguns livros e contos para Editora Daemon; Cláudio Muniz (provável autor do antigo RPG Era do Caos), Lord-TRex "Shannon", Marcelo Del Debbio (falaremos mais a frente), Marcello Rodrigues, Marcello Telles, Nilton Rocha (autor de alguns RPGs), Orc Bruto e Santiago Tcharão.




Publicidade na revista

A publicidade é a marca registrada para qualquer negócio que lida com público. Na primeira edição, tivemos três propagandas: um sobre um evento de RPG, uma sobre um RPG que Luiz "Thor" nunca chegou a publicar, chamado Aventuras Bíblicas. Aliás, por até entender que o livro seria mais um "D&D Bíblico" do que um jogo baseado no cenário bíblico, que chegamos a desenvolver RPG Bíblico, que tem sido um sucesso de vendas. A outra propaganda seria de um site chamado Cultura Lúdica, que acho que realmente nunca foi também lançado. Há também divulgação do site RedeRPG. O engraçado é, como uma revista da Editora Daemon, não tem propaganda para os livros da mesma?!

Conteúdo da revista

A revista inicia-se com um editorial fazendo uma espécie de comparação com o filme 300, intitulado "Força e Honra". O livro então segue com um texto de Luiz "Thor" sobre o que seria o RPG. Depois, ela continua falando sobre o fim da Dragon Magazine americana, que agora não seria mais impressa. Depois disso, vem a adaptação de 300 para Dungeons & Dragons 3.5, trazendo alguns talentos e coisas do tipo. Na página seguinte, regras para COMBATE EM MASSA (D&D 3.5).

Depois da adaptação, há uma resenha sobre Tagmar 2, que era uma segunda edição do primeiro RPG brasileiro de fantasia medieval. Aliás, o próprio Tagmar 2 também depois ganharia uma versão para o próprio Sistema Daemon futuramente. Depois disso, há mais duas páginas falando sobre guerras medievais.

Mas tu pensa que a RPG Magazine seria só para d20?! Claro que não! Ela também traz conteúdo para o "sistema da casa". Uma adaptação de X-Men para Sistema Daemon.

Mas peraí, o livro de Super Heróis da Daemon é o SUPERS RPG, e nas páginas100-107 JÁ EXISTE uma adaptação (com fichas) dos X-Men para Daemon. Então, quem tem o livro de Supers da Editora, essa adaptação NÃO SERVE PRA ABSOLUTAMENTE NADA.

E, voltando ao d20 (os caras só usaram d20 aqui), ainda colocaram na página seguinte uma classe de prestígio chamada Havoc. 

Sobre Marcelo Del Debbio, há uma entrevista com ele, onde o mesmo fala um monte de baboseira a cerca de Jesus Cristo, querendo colocar seu sofisma próprio como verdade absoluta. Na época, me lembro que até o Luiz Thor queria largar de escrever RPG para se tornar Pastor Evangélico, e parece que o teor das perguntas foi por conta disso, ou sei lá...

Mano, imagina você que compra a revista e tá saturado de d20, e depois disso, MAIS UMA MATÉRIA de d20, chamada "Dicas de Classe - Guerreiro", que é uma matéria que foi publicada na RedeRPG e foi REAPROVEITADA na revista! Ou seja, aquele típico "Control C + Control V". Depois disso, o anúncio de um sistema chamado HERÓI 20, que nunca saiu do papel. E Traços e Defeitos, para (imagina o sistema...) D20! No fim, um conto e uma ficha de um monstro para GURPS.

No livro também há o anúncio de um concurso de contos, onde o ganhador ganharia o livro Vampiro: A Idade das Trevas, mas isso de fato nunca aconteceu, já que a RPG Magazine (pelo menos a versão impressa) morreu na primeira edição.

Minhas considerações finais...

Cheguei até jogar RPG com Marcelo Telles e Luiz "Thor", e não me lembro se conheci outros. Agora, o conteúdo da revista é RUIM. Até por conta disso, ela faliu na primeira edição. Por quê não fizeram a adaptação de 300 para Daemon e GURPS também? Mas encheram a revista com conteúdo que é para apenas um sistema.

A RPG Magazine, embora tenha apenas uma edição impressa, chegou a ter outros doze ou onze números em formato digital. Para quem quiser acompanhar, pode ver por aqui:


Conheceu a revista?! Deixe seus comentários abaixo.

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sexta-feira, 27 de maio de 2022

Análise de Portal, um jogo incrível e inovador

maio 27, 2022


Portal é um jogo de puzzle, publicado pela Valve (a mesma empresa dona da Steam) em 2007. Nesse jogo, você controla uma moça que tenta sair de algum laboratório futurista, usando uma arma que dispara portais e também pode segurar coisas. Basicamente o jogo se resume a usar portais para resolver diversos puzzles para avançar de área. Também temos alguns inimigos (robôs que atiram) e alguns obstáculos que podem te matar por esmagamento.

Cheguei a zerar o jogo nas minhas lives na Twitch, com a qual deixarei alguns vídeos abaixo.


Portal é um ótimo jogo. Ele é bonito, suas fases são bem desenvolvidas. Ao que parece, há um total de 19 níveis, mas que vão fazer você rachar a cuca para descobrir como passar. No começo do jogo, fiquei com alguns "bug no cérebro" até conseguir entender o conceito dele. No começo as coisas parecem meio estranha, mas no final das contas, você consegue jogar ele de boas. Esse jogo me deu a impressão de ser muito parecido com Half Life, tanto nos sons, ambientação e até o motor gráfico usado para a produção do jogo. Quem já jogou Half Life, verá como Portal é muito parecido com ele.

Basicamente você usa a arma para criar portais, e aperta a tecla E para segurar coisas, que podem ser usadas para ativar portas, usar como plataformas, destruir robôs inimigos, etc. Uma coisa que reparei nesse jogo é que você não leva dano por quedas.

A única coisa que tenho que reclamar dele, por assim dizer, é o último chefe. Você tem cerca de cinco minutos aproximados para destruir o chefe, e chorei para zerar (confira abaixo o chefe final). Só acho que era pra tirar esse tempo de destruir o chefe.


No mais, Portal é um jogo muito legal. Ele está na Steam custando R$20,69 mas pode baixar em promoções recorrentes. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos!

Portal (R$20,69)

sábado, 5 de março de 2022

Download Cat Mario (ou Syobon Action) grátis, sem propaganda

março 05, 2022
Foto: Reprodução

Syobon Action, conhecido globalmente como Cat Mario, é um jogo indie feito nos mesmos moldes de I Wanna be te guy, onde a dificuldade anda ao lado da trollagem. O jogo fez relativo sucesso há quase dez anos atrás no Youtube, mas ainda é muito difundido atualmente.

Inicialmente publicado em 2007, o jogo pode ser encontrado facilmente na internet. Aqui no blog você poderá baixar o jogo gratuitamente, sem links ou propagandas. Basta clicar abaixo.


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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Akinator, o jogo que ADIVINHA EM QUEM VOCÊ ESTÁ PENSANDO...

janeiro 28, 2022

Cara, eu acho que foi antes de 2010 que eu conheci o Akinator na casa do nosso amigo Julio "Kobold". E, mesmo depois de tantos anos, esse jogo continua no ar...

Para quem não conhece, Akinator é um jogo online gratuito, onde você não precisa baixar absolutamente nada para jogar. O jogo foi desenvolvido em 2007 pelo estúdio Elokence e continua até mesmo nos dias atuais. Akinator é basicamente um gênio que fará perguntas sobre quem você está pensando. Primeiro o jogador precisa escolher um personagem (de qualquer coisa: cinema, quadrinhos, pessoas reais ou famosos, etc) e responder perguntas do próprio Akinator sobre esse Personagem que você escolheu.

No fim, quando ele achar necessário, Akinator vai revelar quem é a pessoa. O pior de tudo é que ele vence pelo menos na maioria das vezes (pelo menos creio que 80%). A mágica do jogo aqui não é fazer o Akinator adivinhar quem está você está pensando, mas fazer ele errar, pensando em nomes cada vez mais difíceis. É de estranhar como ele adivinha quanto tudo é personagem.

Para jogar, basta acessar o link abaixo e começar a jogar.

https://pt.akinator.com/

Não é necessário baixar nada no seu computador para jogar. O jogo também funciona como aplicativo para celular (em inglês). Vale muito a pena jogar isso!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Team Fortress 2 é grátis e continua muito bom!

dezembro 07, 2020

Na minha análise de Team Fortress Classic, disse que conheci a franquia a partir do Team Fortress 2, que diferente do primeiro é gratuito e você pode se divertir sem gastar nada. No lugar de skins, como vemos em jogos como Counter Strike Global Offense, por exemplo, encontramos armas e acessórios para fazer "seu estilo" e você pode ganhar jogando o game ou trocar na comunidade da Steam assim como no CS e no Dota 2.


O legal de Team Fortress é que ele é mais parecido com Quake do que Counter Strike - pois cada um tem uma função e armas próprias e você não espera muito para voltar a arena e exterminar o oponente. Não há créditos ou compra de armas aqui - você pertence a uma classe que lhe oferece armas e habilidades únicas, incluindo resistência a dano e velocidade.

O segundo jogo como já mencionado, é gratuito (mas vale a pena você conhecer o Classic). Aqui as mesmas classes voltam com melhorias e diferente do primeiro jogo, suas armas não estão divididas em slots por números distantes - ou seja, você não vai encontrar uma arma apertando 5 e outra apertando 2 como em Team Fortress Classic (que era dessa maneira por usar a engine de Half Life), mas sim, três armas com teclas numerais de 1 a 3 - o que ficou bem mais fácil.O médico pode curar a uma certa distância e faz isso em movimento - o que não acontecia no primeiro jogo. 

 

O game usa a engine de Half Life 2 e apresenta gráficos cartunizados bem bonitos.Muitos dos cenários são melhorias do TF Classic e agora há o sistema de Assistência: se você ferir o alvo com muito dano e outro cara do seu time matá-lo, você ganha os mesmos pontos se tivesse feito o trabalho sujo. Ao apertar Tab, você encontra quantos pontos cada um do seu time fez e mais abaixo, quantas assistências, número de mortes, etc. 

Diferente do primeiro game, você leva um pouco mais de tempo (15 segundos) para voltar para a arena, o que lhe dá a chance de ao apertar ",", permitindo que você troque a sua classe - essa escolha não reduz seus pontos, o que acontecia em Team Fortress 1. Você também pode criar servidores pagando um serviço de Host ou usar aqueles feitos pela comunidade, seu acesso é semelhante aos do Counter Strike, da mesma forma que no primeiro jogo.

 

O game também capricha pela sua trilha sonora e por inserir coisas como zoar o adversário, fazer dancinha, etc. Vale a pena conhecer! Se você quer jogar algo online e de graça com a rapaziada, Team Fortress 2 está aí!

 

Tente conhecer o primeiro também, ele é tão divertido como esse daqui. 


OBS: ele está 100% em português e você pode realizar partidas com BOTS!


Baixe agora:

 

https://store.steampowered.com/app/440/Team_Fortress_2/

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Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


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