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domingo, 30 de junho de 2024

Como Assassin's Creed Chronicles: Russia é DIFÍCIL

junho 30, 2024

Este é o último jogo de uma trilogia que envolve uma caixa em que o mestre assassino Ézio deu de presente a protagonista do primeiro game (Assassin's Creed: Chronicles: China). Sendo que a mesma de alguma forma foi parar na Índia (Assassin's Creed: Chronicles: India) e agora, por fim, na Rússia. Jogos interligados em que vemos em cada um deles, melhoria na jogabilidade e também... na dificuldade. 


Se o ACC:India eu disse que a dificuldade tinha aumentado bastante, aqui superou-se ainda mais. Na verdade, de todos os games dessa trilogia, este é o que tem mais foco no stealth. Já que temos uma barra de vida menor e o jogo não apresenta nenhum tutorial mostrando como se defender. Na verdade, toda a história e o design das fases resume-se em ser o mais furtivo possível. E parte da sua dificuldade está nisso, já que vários elementos presentes nas fases não são intuitivos e você perde a cabeça para tentar entender o que tem que fazer.

O sistema é o mesmo dos outros jogos, mas com gráficos bem melhores e adições interessantes. A primeira a se notar é que o jogo se passa no ano de 1918 em plena Guerra Civil Russa, após a Revolução Russa e com isso, é até o momento o Assassin's Creed cujo controlamos assassinos em tempos "mais modernos". Podemos fazer ligações falsas para que nossos inimigos atendam esses telefonemas e nos dê a chance de executá-los ou realizar outras tarefas. Podemos atirar neles com o nosso rifle (sim, temos um rifle aqui).


Lembra quando eu falei sobre o protagonista Arbaaz utilizar em um rifle e mudar o jogo para primeira pessoa na análise de ACC:India? Pois bem, aqui faremos isso várias vezes com o protagonista Nicolai, que é um assassino quase aposentado que no início do jogo, está apto a uma missão final. Mas diferente dos demais jogos, Nicolai não é o único personagem controlado pelo jogador - sendo trocado várias vezes com Anastasia, uma garota que ele encontra e parece despertar "poderes estranhos" vindos da caixa dada por Ézio no passado.

Assim, temos uma história mesclada com os dois personagens - cujo tem várias reviravoltas e que me agradaram demais. Principalmente por ser em um ambiente mais moderno. Nicolai possui além do rifle, as bombas de fumaça e um gancho com corda que permite dar curto em sistemas elétricos e/ou para puxar certas estruturas. Como nos demais jogos, existe também a barra hélix, mas só Anastasia que a utiliza. Porém, ela não possui outras armas e nem tem poder de combate, sabendo apenas matar os inimigos furtivamente ou usar os poderes da barra hélix (que neste jogo, está sendo melhor utilizada).


Mas para mim, o grande problema desse jogo é sobre certas coisas não serem intuitivas e atrapalhavam muito. Fora ter que jogar isso no teclado, cujo comandos tive que alterar algumas vezes. De todos os três jogos da série Chronicles, este foi de fato, o melhor em jogabilidade e gráficos - porém, é bem mais difícil. Eu recomendo, mas, de preferência, jogue os outros games anteriores primeiro, do contrário, você não irá longe.


A versão desta análise é aquela vendida ne Epic Games (R$30,00), você pode comprar utilizando o link abaixo:


https://store.epicgames.com/pt-BR/p/assassins-creed-chronicles-russia


OBS: mesmo comprando na Epic, você terá que ter conta na Ubisoft Connect também.

domingo, 21 de abril de 2024

Vale a pena comprar o primeiro Assassin's Creed? (análise honesta)

abril 21, 2024

A franquia dos assassinos da Ubisoft está entre as minhas preferidas. A prova estão em várias análises dos seus jogos aqui no blog. Na verdade, comecei a abraçar este universo não pelos jogos, mas sim, pelos livros. 


Na minha análise de Assassin's Creed 2, cheguei a falar das diferenças e inovações que o segundo jogo da franquia trouxe, sendo bastante superior em questões de gráficos e jogabilidade. Mesmo assim, não tirou o charme que só primeiro AC tem, e nesta postagem, gostaria de falar sinceramente se vale a pena ou não adquirir o jogo na sua biblioteca.


Se você gosta da franquia e zerou outros jogos e acha que está bom para começar pelo primeiro, vá em frente, mas vamos ter alguns pequenos avisos:


  • O jogo não possui uma tradução e não há nem legendas em inglês.
  • Ele por ser o primeiro, tem as mecânicas mais simples.
  • Seu mapa e mecânicas, são bem básicas em comparação ao AC2 e os demais.

Talvez seja por isso, que tem gente que pede por um remake desse jogo. Sua história, é surreal. Altair, é um grande personagem e sua saga é realmente surpreendente. Lembro-me de ter zerado o jogo pela primeira vez a partir de um dvd original que ganhei de presente - mas que infelizmente, não o encontrei mais e me fizeram comprar o jogo na Epic Games para poder relembrar tal sensação. Para alguém que ultimamente tem jogado Black Flag, Unity e Syndicate - pude notar uma grande diferença nos gráficos. 


Resumidamente, a história fala do Mestre Altair Ibn La' Ahad. Cujo cometeu um grande erro e por causa disso, em vez de pagar com a própria vida, optou em se redimir com a Ordem dos Assassinos a matar nove alvos. Porém, em vez de ter todas as informações sobre suas vítimas. Nosso querido personagem teria que fazer todo o trabalho investigativo também, como convém assassinos de classes mais baixas.

Altair era o melhor, mas foi rebaixado ao primeiro posto e sua saga de redenção, o fizeram dar a volta por cima. Na época quando zerei o jogo pela primeira vez, lembro-me de ter ficado extasiado com a reviravolta na história. O que aumentou ainda mais ao ler o livro Assassin's Creed: A Cruzada Secreta, cujo, eu fiz uma resenha aqui no blog. Este livro, além do mais, contém muito mais informações do que temos no game, inclusive, coisas que aconteceram após o jogo.


A história se passa durante a Terceira Cruzada, e como sabemos, é o início da saga de Desmond e sobre a busca pelo fruto do Éden. Um rapaz que foi capturado por uma empresa chamada Abstergo e que foi induzido a deitar-se em uma máquina conhecida como Animus, na qual, revive as memórias de algum antepassado da pessoa em específico. 

Altair é um ancestral de Desmond, que deverá reviver suas memórias em uma espécie de "jogo virtual" a fim de descobrir a localização do tal fruto do Éden. E acredito que essa originalidade, que fez a franquia ter sucesso. Já que temos períodos históricos mesclados a tecnologia e ao futuro.

AC 1 é perfeito para mostrar como são os assassinos e como funciona a sua ordem. Também, é o único do que eu joguei, em que você deverá investigar pela cidade sobre o seu alvo até receber a Ordem de eliminá-lo. De quebra, funciona como a maioria dos jogos da franquia, como combate e upgrade (que é adicionado automaticamente na medida em que o jogador realiza missões extras). O mapa, é bem estranho para quem joga AC - mas com o tempo, o jogador se acostuma. Além disso, o seu clima e trilha sonora são muito além dos outros jogos na minha opinião. Ele passa um clima totalmente especial, além de ser o único jogo, em que você pode se disfarçar entre os monges para poder se infiltrar em certos locais.


Para os que não tem conhecimentos em inglês, há vídeos na internet explicando a história. Que para mim, está entre as melhores de todos os jogos. AC é especial para mim, não só por ser o primeiro jogo que zerei, como também, contém o meu assassino favorito. A versão desse jogo é da Epic Games, cujo você poderá comprar o jogo pelo link abaixo:


OBS: requer conta do Ubisoft Connect.

sábado, 13 de abril de 2024

Vale a pena Assassin's Creed Chronicles India? (Análise)

abril 13, 2024

Eu gosto demais da franquia Assassin's Creed e não é atoa. Aqui no blog há várias análises de seus jogos, incluindo livros, como A Cruzada Secreta. Recentemente, fiz uma análise de Assassin's Creed Chronicles: China, que é uma série de jogos em estilo 2D.5 desse universo - e game que antecede este que estamos falando. 


Como o game segue o mesmo sistema do game anterior. Vou apenas nesta análise, contar o que esta produção tem de novo. Para começar, antes de mais nada, devo apenas advertir que mesmo que seja um game completo envolvendo outro personagem e em outra Terra, ele ainda é ligado a história de ACC:China. Na verdade, os três jogos que fazem parte da linha Chronicles - são interligados. E um dos motivos que me fizeram comprar os games seguintes, foram porque queria ver como seria o fim da trama.

Na análise do primeiro jogo, relatei sobre o pouco tempo que os jogadores teriam com todas as habilidades aprendidas durante a campanha. Já que com várias possibilidades, era necessário fases mais avançadas, o que não ocorreu. Pelo menos, ACC:India, cumpre o que ficou em falta. Já que o jogador inicia com todas as habilidades aprendidas por Shao Jun. Além de uma melhoria no sistema de combate! Posso até dizer que este jogo é o pedaço de um jogo vendido em partes, já que o design de suas fases, passam isso. (Não há nem mesmo, Tutoriais! A não ser um exclusivo pro sistema de combate, que mudou).


Agora o jogador pode saquear corpos caídos ou mesmo, utilizar técnicas de arrombamento para abrir portas ou desarmar armadilhas. Como também, roubar inimigos distraídos!


As fases desse game são bem mais complexas devido já a adição das habilidades do anterior. Tendo elementos e inimigos novos! Há mesmo, até um momento em que Arbaaz utiliza de um rifle (e mudando a visão para primeira pessoa) para aniquilar seus alvos. Mas achei o mesmo muito mais dificil que o anterior, já que algumas missões, exigiam que o jogador já dominasse o seu sistema de jogo. Temos até inimigos que se espreitam no escuro (que nem os assassinos) para te pegarem de surpresa.

Por se tratar na Índia, todo o conceito de arte visa esse estilo e combina muito bem. Na verdade, cheguei até acreditar que os gráficos desse jogo fossem superior ao antecessor por causa disso. Nós recomendamos, mas alertamos desde já - que ele é bem mais difícil! 


Vamos ver o que me espera no próximo, já que também comprei o ACC: Russia, na Epic Games. Que afinal, foi a vez que comprei lá - já que os jogos aqui, geralmente, compramos em outras plataformas. Mas comprando lá ou não, você terá que ter conta no UbisoftConnect, então, esteja avisado.


Compre agora mesmo na Epic Games (R$30,00) pelo link abaixo:


https://store.epicgames.com/pt-BR/p/assassins-creed-chronicles-india

quinta-feira, 28 de março de 2024

O New Game+ em Assassin's Creed Unity

março 28, 2024

Assassin's Creed Unity não possui um meio normal para que os jogadores pudessem criar um novo jogo. Após zerar a campanha, tudo o que resta é apenas missões extras, coletáveis e afins que estarão espalhados pelo mapa. Sei que muita gente não sabe, mas você pode "re-jogar" a campanha acessando O Registro de Progresso. Lá, selecione a memória da campanha e o jogo irá reprisar o capítulo selecionado.


Não é uma forma de iniciar o jogo do zero, mas, permite ao jogador desfrutar a história novamente através as missões da campanha. 


sábado, 23 de março de 2024

Asssasin's Creed Syndicate é melhor que o Unity? (Opinião sincera)

março 23, 2024

Sou fã de Assassin's Creed de longa data. Tanto, que além de adquirir os jogos, faço resenha dos mesmos aqui no blog. Assim como fiz na resenha de Assassin's Creed Unity, na qual, comparei com o Assasin's Creed 2, farei o mesmo aqui. Syndicate foi lançado 11 meses depois do Unity, mantendo suas mecânicas e apresentando uma história que se passa em Londres de 1868, em plena Revolução Industrial. Diferente do costumeiro, aqui controlamos dois assassinos: os Gêmeos Frye. Cada um, possui características próprias que os diferenciam um do outro e por se da Ordem dos Asssasinos, possuem habilidades similares.


Jacob, é mais voltado para a ação. Tanto que em sua árvore da habilidades, há algumas exclusivas voltadas apenas para o combate; Enquanto Evie, é mais voltada para agir nas sombras, tendo habilidades que melhoram sua furtividade e afins. Cada um possui uma personalidade própria, mais evidente por serem de sexos opostos. Eu pessoalmente, tenho um irmão gêmeo e afirmo que geralmente, é assim mesmo a relação que irmãos deste jeito são. Geralmente, o irmão mais velho é o que toma a liderança, o que fez entender (segundo a visão de um gêmeo de verdade), é que a Evie, seria a mais velha.

Falando sobre cada um separadamente, a começar por Evie, ela toma a liderança e age como o falecido pai deles. (Até Jacob menciona isso no jogo!) As vezes ela é séria demais e parece tratar seu irmão como se ele fosse bem mais novo. O problema dela, ao meu ver, é que não é carismática como Jacob; Na minha gameplay, eu alternava com os dois, mas Jacob, é um personagem que é puro carisma. Ele vai a Londres com o sonho de criar sua própria gangue; Evie é linda, mas não tem uma personalidade agradável. Enquanto Jacob, agradou-me demais - principalmente, as suas missões.


Como os gêmeos Frye tem objetivos diferentes, haverão missões exclusivas para cada um deles. Além de outras que incluem personagens históricos famosos, como Charles Darwin, Alexander Graham Bell e o ativista político Karl Marx (este último para falar a verdade, só joguei uma missão e achei dispensável. Já que eu tive que lutar contra a polícia). De quebra, o jogo é bastante divertido e segue o que esperamos de Assassin's Creed. 

Porém, para mim, o Unity é bem melhor. E vou explicar o por que.


Syndicate utiliza as mesmas mecânicas do game anterior, porém, ele possui bem menos coisas. Os baús não tem níveis, e são facilmente coletados. Tirando alguns que precisam de comprar a habilidade para destrancá-los. A primeira coisa que notei na campanha foi a escassez de baús e eventos de multidão, que aconteciam com abundância em Unity. E por essa "capada" nas coisas também se resumiu em remover e muito, a possibilidade de entrar nas casas. Você ainda entra, mas não como no jogo anterior.


Há coletáveis e objetivos pelos mapa, mas comparando com o Unity, ele tem BEM MENOS COISAS. Outra novidade aqui é que seu personagem tem um nível, e realizando missões, você ganha pontos de experiência que a cada 1000, lhe concedem 1 ponto de habilidade. Ao comprar vantagens em uma árvore de habilidades para Evie e Jacob, ambos avançam de nível. Parecido com jogos de RPG mesmo! Não é só você que tem nível, todos os seus inimigos e aliados também, ficando muito mais fácil ou difícil dependendo do nível.


Aqui também foi implementado o sistema de craft, já que você recebe materiais como couro ou ferro e que junto com seu dinheiro, poderão usá-los para melhorar sua gangue ou mesmo, criar novos itens. A partir desse sistema de criação, você também pode melhorar a sua bolsa de remédios, bolsa de facas e afins. Mas também pode recebê-los gratuitamente realizando certas missões. Ainda comparando com o Unity, percebi que jogo tem menos modelos de armas e de cores. Não há como personalizar tanto como no game anterior. Cujo aparenta também, ter um mapa menor e menos coisas para se fazer... se comparar com o Unity, é claro!

O jogo também nos apresentou carroças. Se tornando uma espécie de "GTA da Revolução Industrial", já que você pode roubar qualquer veículo que encontrar pelo caminho. Há também missões que envolvam isso, como roubar mantimento dos inimigos e levá-los a um lugar no mapa. Se você tem um objetivo a fazer e acessar uma carroça, o jogo impõe uma linha no chão mostrando o melhor trajeto que você precisa fazer para chegar mais rápido no local (assim como é no jogo Far Cry 4, cujo também tem resenha no blog).


No game, você administra uma gangue chamada os Rooks e usa seus recursos para dominar território. Para isso, você precisa realizar diferentes missões para NPCs aliados que com sucesso, você remove a influência de uma gangue rival no território. Caso você consiga liquidar toda a influência da gangue responsável pela região, pode fazer uma guerra de gangue, onde ambas se encontram e caem na pancadaria, levando ao fim, uma luta um a um entre o jogador e o dono da gangue rival. Vencendo-o, você fica com todo o território e pega as pessoas que penitenciam a tal gangue, para participarem da sua.


Você tem um trem que anda pela cidade toda, e lá é onde você colhe seus recursos no cofre (o que é comum na franquia) e pode treinar os homens de sua gangue, etc. Há outras coisas interessantes nesse jogo, como crianças aliadas ao personagem que podem lhe dar itens e membros da sua gangue que estão no cenário e podem ser recrutados para brigar com alguém para você ou apenas impedi-lo que alguém te faça algum mal. Para encerrar sobre as novidades do jogo, aqui temos Grappe Gun, que é uma arma que dispara um gancho com corda que permite ao assassino subir rapidamente uma construção ou, criar uma tirolesa dependendo do trajeto. Isso ajudou muito, principalmente, pelo parkour ser bem inferior (na minha opinião) em comparação aos jogos anteriores.

Por fim, o jogo apresenta uma boa história. Com destaque a um vilão interessante cujo tem até cenas próprias entre certas missões. Realmente, Syndicate é um ótimo jogo e é claro que recomendamos. Porém, ao MEU VER, o Unity ainda oferece mais conteúdo e até missões multiplayer, o que não há aqui. Mas temos uma história interessante, muita novidade e um jogo bem divertido (e dublado em português!).


Essa análise foi feita a partir da versão da Ubisoft Connect, compre agora pelo link abaixo(R$90,00):

https://store.ubisoft.com/ofertas/assassins-creed-syndicate/56c4947988a7e300458b45c6.html?lang=pt_BR&_gl=1*1e8qkl*_ga*MTU2MDAxNDU5Mi4xNzEwNjg2OTEx*_ga_C4N5020N2R*MTcxMTIxNDE1OC41LjEuMTcxMTIxNDE1OC42MC4wLjA.

segunda-feira, 18 de março de 2024

Assassin's Creed Chronicles: China trás uma experiência agradável e uma nova maneira de jogar AC

março 18, 2024

A famosa franquia da Ubisoft é uma das minhas favoritas. 


Na minha análise de AC 2, eu falei como conheci a franquia e os motivos que me fizeram gostar tanto dela. Pois não é apenas a jogabilidade que me fascina, mas sim, toda a mitologia envolvida acerca da guerra que envolvem assassinos e templários. Como todos sabemos, todo jogo da franquia se passa em um ambiente histórico, que inclui pessoas famosas que viveram naquele tempo, como Napoleão em Assassin's Creed Unity (que já fiz resenha aqui no blog), Leonardo da Vinci (Em AC2), dentre muitos outros.


Os jogos geralmente são de mundo aberto. Permitindo ao jogador explorar cidades enquanto faz diferentes atividades, que vão de cada jogo. Porém, a franquia Assassin's Creed Chronicles, trás jogos mais curtos (em comparação aos demais games) e com uma jogabilidade 2.5D, lembrou muito o AC2 de Nintendo DS - só que bem mais moderno. 


Assassin's Creed Chronicles: China, conta com uma assassina chamada Shao Jun que está em busca de vingança. Não vou entrar em detalhes sobre a história, mas tem haver com uma caixa que Ézio deu lhe de presente. A assassina foi capturada no início e sua primeira missão, é escapar da prisão de seus algozes.

O jogo por ser em jogabilidade 2D, sabe usar muito bem este recurso, mas em alguns pontos, são utilizados alguns elementos em 3D. O game é curto em comparação a um jogo da franquia (eu mesmo, zerei em um final de semana - mas até que joguei bastante). Acho que pelas mecânicas implantadas, eles poderiam deixar o jogo um pouco mais longo... já que no final, você está experiente com ele e anseia por mais desafios.


Shao Jun vai aprendendo as habilidades na medida que vai passando as fases. Diferente de um jogo da franquia, não há um mapa inteiro para explorar ou formas de ganhar itens mais fortes para expandir seu personagem. Tudo dependerá da pontuação que você realizou ao terminar a fase... as pontuações maiores são quanto mais você foi stealth. Mesmo sendo em 2D, o jogador precisará elaborar estratégias utilizando itens ou aproveitando o que o mapa tem para ceifar seus inimigos. Geralmente, as fases tem um objetivo obrigatório e um secundário - e ir atrás do mesmo, torna tudo mais divertido.

Até se infiltrar na multidão, esse jogo tem

Os upgrades são automáticos, modificados assim que chega a uma nova fase. Shao Jun diferente dos assassinos que jogamos, não usa uma lâmina oculta em seu braço, mas sim, nos pés. Sua arma principal é uma espada e pelo jogo se passar na China, há todo um clima oriental bem interessante. O game não se resume a passar a próxima área e matar inimigos, ele possuem alguns puzzles, que não chegam a ser difíceis, mas acredito que se houvessem mais fases, poderiam deixá-los mais complexos.


Como fã de Assassin's Creed, é claro que eu recomendo. Está 100% em português (menos dublagem) e até pode ser uma boa para pessoas que nunca jogaram outro AC. 


O jogo analisado é da Ubisoft Connect, você pode comprar por R30,00 no link abaixo:

https://store.ubisoft.com/ofertas/assassins-creed-chronicles--china/575ffd8fa3be1633568b4cf0.html?lang=pt_BR


quinta-feira, 17 de agosto de 2023

Assasin's Creed Unity é fabuloso (Análise)

agosto 17, 2023

Na minha análise sobre Assassin's Creed 2, eu falei como comecei a ter interesse na franquia. Apesar de achar o segundo game dos assassinos muito mais dinâmico do que o primeiro, esta análise vai de em conta com o próprio AC 2, o que eu joguei mais recentemente. 


Assassin's Creed Unity é um dos games que eu sempre quis jogar no lançamento. Me lembro como se fosse ontem, vendo no youtube vários canais jogando o jogo (que apesar de oferecer a Ubisoft certa zoeira por parte dos bugs), ao meu ver (e jogando anos depois), posso considerar um jogo maravilhoso; Totalmente dublado em português, seguimos a história de Arno em beira época da revolução francesa. Conhecemos até Napoleão aqui!


O jogo visa a atrair os jogadores da velha guarda com coisas nunca vistas até então na franquia, como por exemplo, a cidade compor o lado de dentro das casas. Sim! O Arno entra e sai das casas em tempo real, sem o auxílio de carregamentos extras, sem falar que no absurdo número de npcs nas ruas - o que é impressionante (ainda mais para a época!). 

Com a cidade de Paris para explorar, temos uma gigantesca metrópole recheada de artefatos, diferentes tipos de baús e emblemas, que são os colecionáveis aqui. Alguns baús necessitam de gazuas e de habilidades de destrancar cadeados, que vão do nível 1 ao 3. Assim, na medida que você explora esses itens, pode receber armas ou equipamentos novos e mais opções de colorização para seus trajes, sem falar no dinheiro.


Assim como em Assassin's Creed 2, você necessita de dinheiro para comprar equipamentos e armas. Funciona de modo parecido (inclusive, podendo ser vistas no seu personagem). Além de espadas, o personagem pode comprar armas mais pesadas, como alabardas; O jogo também resumiu o sistema de lojas, aonde você compra tudo no mesmo lugar. O problema é achar os lojistas na cidade, que além de serem muitos, se perdem nas diversas multidões da cidade de Paris. 

Como se a gigantesca cidade não fosse o bastante, ainda temos locais subterrâneos! Por ter uma cidade lotada de pessoas, é lógico que coisas acontecem... de hora ou outra, aparecerão missões menores pelo cenário, que seja matar um bandido que está causando pânico em um morador até mesmo, correr atrás de um ladrão que fez um furto (que nem tinha no AC2, só que aqui é bem mais fácil!)


O sistema de mapas é o mesmo do Assasin's 2, mas diferente do mesmo, por ser uma cidade gigantesca (a maior da franquia até aquele momento!) ela foi dividida em distritos. Cada distrito possui um certo número de baús, artefatos, missões e afins - e você pode conferir tudo isso acessando o mapa. Cada distrito também possui um lugar alto o suficiente para você sincronizar, que após isso, se torna um local a ser teleportado no mapa. O que eu achei uma mão na roda! Principalmente porque você teleporta para onde quiser (nos locais sincronizados) apenas acessando o mapinha. Isso permite que você ande bem menos do que atravessar a gigantesca cidade!


Outra grande inovação foi a das missões cooperativas! Se você tem um amigo que também tem o jogo, pode participar de missões exclusivas que vão de 2 a 4 jogadores; Nunca tinha visto isso em um Assassins Creed! (talvez seja parecido com o modo coop do 2, mas este eu nunca joguei e nem sei como é!). Que como se não fosse o bastante, os jogadores podem criar clãs e fazer tais missões para sua guilda!

Enquanto em Assassin's Creed 2 tínhamos que administrar uma vila, aqui temos um Café. Um estabelecimento onde podemos acessar nossas conquistas, fazer missões exclusivas e assim como no próprio AC2, retirar o dinheiro recebido de um baú. Apesar de ter o mesmo sistema de reforma, há alguns outros estabelecimentos pela cidade que ao ser reformados, aumentam seus ganhos - mas que diferente do que eu esperava, o baú tem um limite máximo. Obrigando ao jogador que assim que seu baú chegasse no limite, fosse ao seu estabelecimento para retirar o dinheiro para continuar recebendo.


O jogo também trouxe um tipo de missão nova, que são as missões de investigações. O jogador vai até o local do crime e analisa as evidências e conversas com testemunhas. Acredito que isso é uma das novidades de AC Unity! E se você acusar a pessoa errada, além de levar uma bronca dela, a recompensa será menor! 


Podemos personalizar a roupa do nosso personagem, incluindo o formato e a cor. Desde que pegamos vários colecionáveis no cenário para aumentar nossas opções. Se eu achei muito legal essa opção no AC2, aqui no Unity o negócio foi muito bem explorado. Alguns equipamentos ou armas só são liberados em certos pontos do jogo e temos a liberdade de comprar e equipar o tipo de equipamento que nos parece ser mais agradável. O jogador recebe uma "moeda" para destravar ou melhorar as habilidades, sendo que algumas só podem ser liberadas em certas partes do jogo. Coisas básicas de outros AC, como sentar em um banco com dois NPCs aleatórios, também se tornou uma habilidade a ser comprada.

O combate eu estranhei a princípio, pois e bem fácil de morrer (e foi isso que aconteceu por muitas vezes). O contra-ataque só funciona quando você aperta E no momento que receber um golpe, mas armas de maior porte (como machados, por exemplos), não podem ser bloqueados com espada. Você pode usar o espaço para rolar para um lado, assim, evitando receber tiros de armas de fogo. O nível de energia, armadura e afins funciona como no AC2, só que com muito mais opções.


Assassin's Creed Unity é um jogo surpreendente. Com uma das melhores mecânicas de parkour e de combate na franquia que eu experimentei até então. Recomendo demais! Mas, um detalhe: compre pela versão da Ubisoft conect uma vez que se você comprar na Steam, vai ter que ter conta na loja da Ubisoft, fazendo que você tenha que abrir os aplicativos da plataforma. Para mim não é problema, porque tenho conta lá, mas pode ser para quem só gosta de usar Steam.


Compre agora na loja da Ubisoft (R$60,00)

https://store.ubisoft.com/ofertas/game?lang=pt_BR&pid=56c4947a88a7e300458b45d6&dwvar_56c4947a88a7e300458b45d6_Platform=pcdl&edition=Standard%20Edition&source=detail

domingo, 14 de maio de 2023

Assassin's Creed 2 superou e muito seu antecessor

maio 14, 2023

Me tornei fã da franquia graças a influência de um youtuber que em vários vídeos, explicava sobre a trama e o universo que o envolve. Na época, não tinha um computador bom o suficiente que rodasse alguns de seus jogos, mas nem por isso, deixei de acompanhar. Minha primeira aquisição em relação ao mundo dos assassinos foi o livro Assassin's Creed: Irmandade, o que me fez comprar outros e assim, iniciar uma coleção.


Na minha análise do livro Assassin's Creed: Cruzada Secreta, eu falei sobre a série chegar em seu ponto alto e iniciar a venda de livros baseados em seu universo. Não sei se a ideia de vender tal material começou nesta franquia, só o que eu sei, é que deu muito certo. E como fã dos livros, eles acrescentam muito material ao jogo, expandindo muito a sua trama. Por exemplo, eu tenho o livro Assassin's Creed: Bandeira Negra, que nos apresenta a saga do quarto jogo. O mesmo apresenta coisas antes da história do jogo (se não me engano, na página 100 do livro que começa a descrever o início do game) e ainda além de resumir todo o game, tem bastante conteúdo explicando o que acontece depois.

Mas falando agora sobre os jogos, tive a oportunidade de zerar o Assassin's Creed 1 graças a iniciativa de um amigo que me presenteou com uma cópia original em DVD. Que apesar de estar em inglês, acompanhei os diálogos traduzidos no youtube e usei como base o livro que tinha. E apesar de não saber aonde está a minha cópia original (que se perdeu dentro de casa), vou fazer minha análise baseado com minha experiência com AC 1 de anos atrás.


No primeiro jogo da franquia controlávamos Altair, que era um grande mestre assassino que por um erro causado pelo próprio, ficou com o cargo mais baixo da Ordem e deveria matar nove pessoas para ser perdoado. Com mecânicas inovadoras, o game me surpreendeu do início ao fim! Além disso, contava com uma história paralela, com o protagonista Desmond (em nosso mundo).Mas, o que eu não esperava é que Assassin's Creed 2 fosse tão revolucionário e que trouxesse tanto conteúdo que faz ocultar tudo aquilo que vemos no primeiro jogo.


Para começar, temos agora dinheiro. E o usamos para muitas coisas! Desde comprar novos equipamentos, até uma nova roupa (sim! podemos agora escolher a cor das roupas de nosso personagem). Como se não fosse o bastante, em AC2 temos uma variedade muito grande de itens e armas, que são compradas com dinheiro e isso, já acrescentou coisas demais ao game em relação ao primeiro. O dinheiro também pode ser usado para contratar mulheres para distrair os guardas ou mercenários que estão prontos para arrumar uma confusão para você. E na falta de pessoas competentes, você ainda pode jogar no chão para o povão perder a vergonha e sair catando tudo.

O game melhorou muito o que tinha no jogo anterior em questões de se esconder dos inimigos e/ou fugir deles. Aqui, podemos ficar junto ou andar com um grupo de pessoas e isso, nos garante maior chances de nos "misturar com a multidão". Temos também um sistema que porcentagem que indica o quão somos procurados, que podem ser reduzidos tirando cartazes do Ézio nas paredes ou mesmo, subornando palestrantes com dinheiro. Sobre as fugas, se tornou muito mais fácil! Quem jogou AC1 sabe muito bem que era bem complicado (ainda mais no início do jogo) escapar... o que não se tornou um bicho de sete cabeças aqui.


Além das questões do dinheiro, cada peça de armadura que você compra, podemos ver nitidamente a diferença em Ézio. O que é um detalhe bem legal! Temos também agora, uma variedade de itens, como facas, bombas de fumaça e até arma de fogo. Além de frascos médicos, cujo podemos comprar bolsas disso e de outros itens (como para levar mais facas) ao longo da campanha. E quem pensa que as melhorias acabaram por aí, é porque não viram que o jogo ainda oferece a possibilidade de ir atrás da tal armadura de Altair (para isso, tendo que acessar seis masmorras especiais conhecidas como a tumba dos assassinos) e podem ir atrás das 100 penas e de 30 códices, que são documentos que você encontra e pode levar para o Leonardo da Vinci descodificá-los para você.

Sim, Leonardo da Vinci é amigo do Ézio e sua participação como uma figura história aqui trás um charme todo especial da trama. Mas não pense que o jogo se resume a ir atrás de um alvo a outro como foi no primeiro! Aqui temos eventos únicos e que eu não esperava encontrar, como por exemplo, Ézio e Leonardo fugindo de inimigos em uma perseguição de carruagem. Ou quando nosso protagonista pegou uma "máquina voadora" de Leonardo para chegar a um local.


Realmente, é um jogo que conta com uma história muito satisfatória e que vai render horas e mais horas de gameplay. Principalmente, para aqueles que curtem chegar ao 100%. Uma vez que ele apresenta muitas missões secundárias, como enviar mensagens, "espancar um alvo" e até novos contratos de assassinato. E como se não fosse bastante, você ainda administra uma Vila, pagando por melhorias e recebendo dinheiro na medida em que a mesma prospera. Ou seja, é com certeza, um dos melhores jogos que eu já tive o prazer de jogar.

Acho que apesar de ter tantas qualidades, um ponto negativo são os símbolos utilizados nos botões do jogo. Em vez do game mostrar o nome dos botões utilizados em nossas configurações ou mesmo, se estiver controle, estiver escrito B, A, etc. Aqui temos apenas desenhos que confundem a todo momento. Mesmo com dezenas de horas de jogo, você uma hora se confunde. O que dá um grande problema quando Ézio recebe sua lâmina oculta, cujo parece que o jogou crachou... mas devemos apertar o botão certo através de um desenho que o indica, que diferente de informar o que apertar, causa essa confusão.


Como fã de Assassins Creed, este eu terminaria na postagem em que essa postagem foi escrita em 100%. Tomei coragem e consegui tudo para fechar com chave de ouro e estava perto do final, mas infelizmente, o game crachou e quando fui abrir na pressa, acabei apagando todo o meu processo. Jogando todo o meu trabalho fora... pelo menos, valeu pela diversão e na próxima vez, terei mais cuidado. (Estava com 90% de jogo concluído... é uma pena!!!)

O game pode ser traduzido com a tradução disponível pelo site Game Vício, o que não é problema nenhum. Recomendamos bastante! 


Compre agora no site de Ubisoft Connect (R$60,00) pelo link:


https://store.ubisoft.com/ofertas/game?lang=pt_BR&pid=56c4947f88a7e300458b4690&dwvar_56c4947f88a7e300458b4690_Platform=pcdl&edition=Standard%20Edition&source=detail

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

O que se trata o livro Assassins Creed: A Cruzada Secreta

outubro 15, 2020

Há alguns anos atrás, a franquia Assassins Creed tinha chegado em seu ponto alto, recebendo várias mídias e inclusive, um filme nos cinemas. E dentre as hqs, jogos e tudo o mais lançado sobre o asssassinos inimigos dos templários, a Ubisoft resolveu presentear os fãs com livros. Nesta época não era tão comum livros sobre os jogos e por isso que acredito que foi a partir do AC que as empresas poderiam lucrar um pouco mais detalhando seus jogos. (Digo no caso, em criar romances baseados nos games - descrevendo que há na tela pros livros, ok?)

 

Quem jogou o primeiro Assassins Creed conheceu Altair Ibn-La' Ahad, um mestre assassino que por causa de sua ganancia, foi rebaixado ao posto mais baixo da Ordem e com a promessa de que voltaria ao seu posto original, se matasse 9 alvos. Mas diferente do que estava acostumado, teria que localizá-los e fazer todo o trabalho sozinho. Esta trama é dividida no jogo entre Desmond e o próprio Altair, que é gerado a partir das memórias do jovem a partir do Animus, uma máquina que reproduz um mundo virtual com base nas lembranças de um antepassado de quem esteja sendo o objeto de operação.

 


Como a franquia tem os assassinos como o tema principal, acharam louvável lançar livros que contem mais sobre eles. Aqui não tem Desmond ou qualquer menção de futuro e coisas que aparecem nos jogos que levem seu nome, são trocados por algo mais lógico (porque não há sentido em ouvir o nome de alguém do futuro cujo não faz parte da trama). Eles aumentam muito a compreensão da história do assassino para o jogador, não só descrevendo os eventos que você viu na tela enquanto jogava, como adiciona eventos antes e depois do jogo. Se você gostaria de mais detalhes sobre a história de Altair, compre este livro!

 

Eu comprei minha cópia em 2014 e tenho ela comigo até hoje. Procurei na internet para ver se ainda vendiam e sim: você ainda pode comprar exemplares novos! Mas seja esperto e procure sites que ofereçam descontos, como no Amazon. 

 

Assassins Creed: A Cruzada secreta foi o segundo livro lançado, sendo o primeiro, baseado em Assassins Creed 2. Aqui, você tem os detalhes da vida do assassino Altair desde sua infância, até sua terceira idade (quando ele já tem seus netos e por uma certa ocasião, conseguir matar saqueadores mesmo sendo tão velho). Conta também sua paixão pela sua futura esposa e o que ele fez para conquista-la, além de coisas que não puderam ser vistas no game.


Sobre os nove alvos, o livro os descreve com detalhes, mas esta história (a do jogo) acaba já na metade. Temos então fatos inéditos e uma continuação da história que vai até a velhice do personagem. Se você tem o jogo, é uma boa ideia ler o livro. Eu o curti muito, principalmente, porque Altair é o meu assassino favorito!

 

O livro é capa comum e possui 336 páginas. Sai por quase R$50,00 mais pode estar mais barato em promoções ou em outros locais. Se for assinante da Amazon ou gastar 100 reais em livros, o frete é grátis.

Você pode comprar na Amazon pelo link abaixo:

 

https://www.amazon.com.br/gp/product/8501098345?pf_rd_r=1SCNCSFNY7Q2CDAGSB9Q&pf_rd_p=72a7651a-a7d8-4551-b248-c61480b6ce6e

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