sexta-feira, 16 de abril de 2021

Resident Evil - Revelations 2 é um dos MELHORES jogos da franquia já lançados

abril 16, 2021

Algum tempo atrás fiz a análise de Resident Evil - Revelations, que inicialmente, começou como um jogo da franquia RE para Nintendo DS, que teve tanto sucesso que praticamente obrigou a Capcom criar um port para outros consoles e para PC. Alguns anos depois, no entanto, a empresa publicou no mercado Resident Evil Revelations 2, que não apenas era uma continuação original dessa história bem como melhora MUITO a jogabilidade do jogo anterior. Leia para entender.

Um jogo baseado em Capítulos...

Assim como no seu antecessor, Resident Evil - R2 é mostrado a todos nós como uma série de TV, com capítulos. Inclusive, sempre quando você joga o game faz um breve sinopse de tudo que você passou até aquele momento, como uma série mesmo de TV. Enquanto em RER1 tínhamos cerca de 13 capítulos, neste nós temos apenas quatro capítulos. Mas não pense que só porque tem quatro capítulos o jogo é pequeno... Nada disso! Demorei cerca de 14h para fechar o game...

Esse foi o único RE dividido em DLCs. Isso quer dizer que, quando você compra o jogo, você só tem o Capítulo 1 disponível (acho que dá pelo menos umas 3h de jogos) e o Modo de Raide. Quando você termina um episódio da campanha, o sistema dá uma sinopse do próximo episódio e o jogo termina até você ter essa DLC. Em promoções na Steam, as DLCs podem ficar super baratas. Quanto a isso não se preocupe. Acho que em promoção, o Capítulo 1 custa R$1 e pouco.




Essa análise faz um compilado dos quatro capítulos juntos (jogo completo). As duas DLCs (capítulos extras) vamos falar em separado aqui no blog.

Essa cena foi épica demais!



Diferenças entre ambas versões!

Existem diferenças significativas por aqui. Acho que o pessoal da Capcom revisou todo o jogo e trouxe um produto bem melhorado na segunda versão. Infelizmente (sem o Modo de Raide), o jogo só está disponível para um jogador. Mesmo assim, você controla dois personagens (Clarie e Moira e Barry e Natalia) - apertando TAB você alterna entre eles!

Em RER1 você só trocava de Personagens no fim do jogo, quando Chris e Jill estão juntos. Aqui você pode trocar a todo momento, e em muitos momentos você precisa trocar de personagens para acessar algumas áreas ou usar as habilidades especiais dos personagens. Agora o NPC que está contigo não é mais inútil e te ajuda nas lutas. Eles tiraram aquela máquina que escaneia as coisas (em RER1) e substituíram esse sistema pela lanterna de Moira e pelos poderes sobrenaturais de Natalia, que podem ser usados para encontrar itens valiosos.

Os NPCs que estão com você pode atacar e te curar também. Além disso, caso eles sejam atingidos por um inimigo, você não precisa gastar ervas para poder curá-los, já que eles são curados automaticamente. E mais: os monstros costumam atacar mais quem você está controlando. Essas diferenças melhoraram MUITO a gameplay.

Outra coisa interessante importante a citar aqui é você SEMPRE avança no jogo. Enquanto na versão anterior, você cansava de se perder no Queen Zenobia, em RER2 você passa por áreas que não pode voltar mais, avançando o jogo e sem se perder. Dificilmente você se perde nesse game. Vai jogando liso até o final. E mesmo que se perca, você está numa área muito pequena e não volta mais para a área anterior, avançando assim no jogo.

Os monstros sempre tem um ponto fraco, como o Wesker em RE5

Seria este o melhor Resident Evil de todos?!

Pode até não ser, mas está quase lá... É com certeza um dos melhores!

Engraçado que citei na postagem de RER1 como muitas pessoas se referiam a ele como o melhor Resident Evil de todos. Mero engano. Acho que as pessoas estavam pensando neste game. Gente: o jogo é super detalhado, a história é uma das melhores que já vi. Enquanto no 1 existe uma reviravolta no fim da história, aqui a parada é suprema... Voltou a me surpreender!

Vou te falar: por mais que o jogo seja focado na divisão de DLCs por capítulos, ele vale cada centavo! Os puzzles são bem construídos. O único defeito que encontrei (além da falta de um cooperativo na campanha) são os monstros bem repetitivos (não existe muita variação deles) bem como os chefes são MUITO fáceis de passar. Sofri muito no chefe do Resident Evil Revelation 1 e este foi mamão com açúcar. No entanto, depois que zera, existem modos de dificuldade maiores.

Outra coisa: cada DLC é como se fosse um jogo próprio, onde você pode pegar medalhas (como em Resident Evil 5) que aqui podem ser medalhas da torre, ou desenhos pintados pela Natalia. Vou te dizer: se você está aqui porque quer uma resenha honesta sobre esse jogo, digo sem medo de errar: é um jogaço! Pode comprar sem medo!

Resident Evil - Revelations 2 está na Steam por R$12,99 (ou R$1,68 na promoção)

DLC - Capítulo 2

DLC - Capítulo 3

DLC - Capítulo 4

DLC com as expansões: vamos postar uma matéria especial sobre elas aqui no blog.

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Como inserir tradução e dublagem em Tomb Raider The Angel of Darkness

abril 15, 2021

 

O sexto jogo da franquia Tomb Raider, apresentou gráficos melhorados e tentou inovar colocando Lara em um ambiente mais urbano. Para mais detalhes sobre o jogo, leia nossa análise quando estiver pronta.

 

Existe um site de fãs brasileiros que disponibilizou não só a tradução do jogo, como também, a dublagem. Acesse https://laracroft.com.br/jogos/tomb-raider/tomb-raider-the-angel-of-darkness/traducao-pt-br 

 

Lá você encontrará instruções de como por a dublagem e traduzir o jogo em português ou apenas a tradução sem dublagem. Mas caso você tenha uma internet mais fraca, os arquivos de dublagem são mais de 1GB! 

 

A versão do meu jogo é da Gog e funcionou perfeitamente!

 

Agradeço ao pessoal do site Lara Croft BR pelo conteúdo!

segunda-feira, 12 de abril de 2021

O livro básico de Dragon Age RPG

abril 12, 2021

Meu primeiro interesse em relação a série Dragon Age não foi pelos jogos de computador, mas sim, pelo RPG de mesa baseado no game de sucesso da EA games. Por isso, me propus a comprar não só o primeiro jogo da franquia (cujo aceita de boas minha humilde placa de vídeo), como também, o livro básico do RPG. Então, se você nunca jogou Dragon Age e queira comprar o livro, preste atenção no que eu vou dizer.

 

Não tenho nada do que reclamar do livro. O papel de excelente qualidade, além de uma diagramação impecável contando com diversas ilustrações do jogo que são de encher os olhos. O livro oferece realmente tudo o que um mestre precisa saber para contar suas histórias! Chegando a ser muito detalhado de forma a ensinar os iniciantes ao RPG de mesa, apresentando o conceito do jogo de uma forma que eu nunca tinha visto em outro livro de RPG.

 

Deu pra entender que eles queriam migrar o povo que joga o jogo eletrônico para o de mesa, apresentando inclusive, um sistema similar ao usado no game para computador (com pequenas modificações). Ele não força os jogadores a realizarem combates com miniaturas como vemos em Dungeons & Dragons 5ªedição e Reinos de Ferro, por exemplo (na qual, já analisamos os mesmos aqui no blog também). Em vez disso, eles ensinam as diferenças de um combate com miniaturas ou pelo 'teatro da mente' (como alguns gostam de chamar). Mas, sinceramente, não gosto de usar miniaturas.

 

Só comecei a usá-las apenas para jogar o Reinos de Ferro RPG porque ele tem um sistema baseado em Wargames - mas parte dos meus pensamentos estavam descritos no livro de Dragon Age - que nos apresenta um sistema parecido com o que conhecemos, mas visando interpretação, conceito criativo de narrativas e trazendo a escolha do grupo sobre que tipo de jogo preferem (no tabuleiro ou não!). Aqui eu devo dar meus parabéns, pois citaram coisas como os advogados de regras atrapalham a mesa e até ensina como o mestre deve fazer para evitá-los. Coloca a história acima das regras e reforça que o mestre tem o controle e poder absoluto na mesa de jogo (o que infelizmente, tem gente que está distorcendo as coisas)

 

O sistema do jogo é similar ao do game de pc, como já mencionado. É bem parecido com Dungeons & Dragons, mas usa apenas dados de seis faces. Assim, um deles deverá ser de cor diferente (geralmente vermelho, na qual, chamaremos de dado do dragão). Caso numa rolagem o jogador tenha tirado dois números iguais, o valor que está no dado do dragão será convertido em pontos de façanha, habilidades extras que devem ser gastos imediatamente e que podem mudar o rumo do combate. Não vou falar muito do sistema de jogo em si, mas, se você deseja se aventurar no mundo de Dragon Age em RPG de mesa, vá em frente.

O livro apresenta muitas magias... praticamente todas aquelas que eu vi em Dragon Age Origin (cujo escrevi uma análise recentemente sobre o jogo) estão lá. O legal é que me ajudou muito a entender as magias do jogo pelo livro, e o sistema é de fácil atendimento e em um livro só, você tem regras, magias, itens, runas e tudo aquilo que você conhece nos jogos, convertidos para o RPG de mesa; Diferente de D&D, você não escolhe uma raça ou classe, mas sim, um histórico. O Histórico vai te permitir você assumir "uma classe" e isso é devido a raça que o jogador que jogar. Temos aqui quatro raças: humano, elfo, anão e qunari.

 

E um RPG medieval com magias, descrição do cenário (contando com cada país detalhadamente, incluindo um mapa e a história geral do mundo), temos que ter monstros. E aqui temos monstros para uma campanha inteira! Mas, diferente de jogos com Dungeons & Dragons, achei meio desorganizado. Isso inclui a parte sobre os históricos - mas isso é porque nunca tinha jogado Dragon Age antes.

 

O livro apresenta detalhes de cada país, como também muita história. E é daí que levei um duro golpe quando comprei o livro. Tudo porque ele foi escrito para fãs da franquia! Por mais que tenhamos capítulos inteiros ensinando a mestrar, a falar sobre os tipos de jogadores e como conduzir uma mesa - que foram os melhores ensinamentos da coisa que eu já li num livro de RPG. O mesmo foi escrito para fãs do jogo e como eu nunca tinha jogado, muita coisa eu boiei porque não era assim tão explicado o que era isso, o que era aquilo. Eram diversas descrições sobre personagens e da história sendo que eu não conhecia nada. Depois que eu comecei a jogar o Dragon Age Origins, começou a fazer sentido.

 

O livro serviu como um guia para entender o jogo. Principalmente as magias! Como todos sabem, o game apresenta apenas três classes: guerreiro, ladino e mago. Mas são os históricos que definem o que cada um será e daí que temos a personalização de cada personagem. O jogo apresenta 20 níveis de personagem e como já mencionei, estão em ótima qualidade de impressão e é um livro que valeu muito a pena comprar. Porém, o que me deixou um pouco chateado é que eles poderiam trazer um mapa para acompanhar o jogo, assim como tinha na primeira caixa lançada pela própria Jambô Editora.

 

Se você pretende compra-la, vai em frente. Mas antes de mais nada, saiba que a versão nacional cortou as aventuras prontas no livro para relança-lo em outro. Então, se você faz questão disso - sinta-se avisado. Eu particularmente curti muito!

sábado, 10 de abril de 2021

Como jogar Brutal Doom no The Ultimate Doom ou Doom 2 da Steam

abril 10, 2021

 

Como vocês sabem (ou não), eu sou muito apaixonado pela franquia criada por John Carmack, Jonh Romero e companhia. Tanto, que tenho todos os jogos clássicos da série (incluindo o Doom 3 BFG Edition) - cujo já resenhei todos aqui no blog. Além disso, sei criar mapas e já apresentei aqui os programas Doom Builder (Criador de mapas) e o Oblige (que é um criador instantâneo de mapas, na qual, permite criar níveis complexos em wads em poucos minutos) - Clique nos nomes em negrito para saber mais a respeito.

 

Se está aqui, com certeza você tem a versão original vendida na Steam e gostaria de jogar Doom usando mods, como Brutal Doom. 

 

Desde que houve a grande atualização do dia 6 de Outubro de 2020, Doom e Doom 2 agora estão em HD e com add-ons que são novas campanhas para serem jogadas gratuitamente. Porém, o game original não pode rodar mods livremente como vemos em programas como Zadronum. Para fazer isso, baixe a versão do Zadronum 3.0 e o instale dentro da pasta Base que fica na pasta do jogo na Steam (não importa qual versão de Doom você esteja usando!) 

Após fazer, isso, renomeie o aplicativo do DosBox para qualquer outro nome e renomeie o aplicativo Zadronum como DosBox. Assim, toda vez que você entrar no jogo via Dos, a Steam vai abrir o Zadronum em vez do DosBox. Em seguida, pegue o BrutalDoom e outros mods compatíveis a ele e ponha na pasta Skin. Não precisa por os WADs originais porque o Zadronum reconhece os originais que você tem. Basta ligar e pronto!

Você pode jogar a vontade e tirar prints a vontade para a sua conta Steam. Caso queira jogar o game original, é só colocar pra jogar e ele vai rodar normalmente. Para usar o Zadronum, você deve por Launch Dos Version.

Usando Oblige, você terá desafios praticamente infinitos. Leia minha postagem a respeito!

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Análise de Primal Dungeon

abril 09, 2021

Primal Dungeon é um jogo de plataforma indie 2D lançado em 2021 pela distribuidora Enjoy the Tale. No jogo, você controla uma espécie de xamã que deve procurar pedras do espírito do lobo para poder avançar nas fases. As fases são ao todo de quatro mapas, onde você precisa procurar as quatro tábuas do lobo para poder avançar no jogo.

O ruim disso é que serás atacado com monstros e armadilhas que não param de vir, a fim de impedir teu progresso. Encostar em espinhos é morte certa. No entanto, você tem três pontos de vida para suportar até a morte e também uma série de tiros e manobras diferentes que pode usar. Os comandos são: pular, direcionais, e três tipos de ataques: o tiro com osso (que não gasta carga), o lançamento de pedra e o ataque mágico com espada (ambos gastam carga). Alguns inimigos derrotados, bem como as buscas no jogo, lhe dão esferas de luz amarela que podem ser convertidos em upgrades, para aumentar o poder dos seus ataques.



O jogo é simples e pouco desafiador. Depois que conseguir passar as quatro fases, elas se repetem (ao que parece) de modo mais difícil, mas serve para conseguir conquistas. O jogo não tem chefes. Terminei as quatro fases pela primeira vez (e sem terminar os upgrades) em 1,7 horas aproximados. Graficamente, o jogo não deixa a desejar: dá para perceber que houve um capricho na elaboração gráfica 2D. Prime Dungeon está disponível por um preço bem camarada na Steam, mas pode ser mais baixo ainda se o jogo estiver na promoção. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

Ah sim: o jogo está 100% em português!

Primal Dungeon (Steam) (R$4,49)

Conheça Timespinner, o "clone" de Castlevania: Symphony of the Night

abril 09, 2021

Castlevania: Symphony of the Night é, na minha visão, o melhor jogo da franquia Castlevania de todos os tempos. Estou citando ele neste post para falar sobre Timespinner, que é praticamente um jogo idêntico, repleto de referências, mas com seu próprio charme.

Timespinner foi, a princípio, um projeto criado pelo estúdio indie Lunar Games, financiado coletivamente pelo Kickstarter em 2014, arrecadando mais de 176 mil dólares nesse projeto. O game acabou sendo publicado em 2018 em diversas plataformas (uso aqui a versão Steam). Como todo metroidvania, você precisa ganhar novos poderes para acessar as diversas áreas. Os poderes aqui podem vir através das Orbes (as armas e magias), ou através de Equipamento ou mesmo de Relíquias.


Com seu próprio charme...

Enquanto em Symphony of the Night se passa inteiramente no castelo do Drácula, em Timespinner você tem todo um mundo aberto para explorar, com cavernas, masmorras e castelos. A personagem principal do game, Luna (esta que você controla o tempo todo) consegue algumas manobras temporais, como viajar entre os teleportes (a partir de certa parte do jogo), bem como viajar no passado e presente do mesmo mundo (diferença de 1 mil anos se não estou enganado). Em algumas partes do jogo, você pode parar o tempo no mundo de jogo, o que vai gastar Areia, o que é bem útil para passar de algumas salas ou também para usar os inimigos como degraus para lugares mais altos.

Como todo metroidvania que se preze, a exploração te recompensará com itens que aumentam seu valor de vida, seu valor de aura (espécie de PM) e seu valor de Areia. Existem também paredes falsas que revelam salas secretas. Como um RPG, você tem seu nível de Personagem e ganha pontos de experiência para cada monstro derrotado. Além disso, os pontos de experiência recebidos não valem apenas para os Personagens, mas também para as Orbes e para os Familiares que acompanharam Luna na sua jornada.

Diferente de Simphony of the Night, em Timespinner você tem como armas as chamadas Orbes, gemas mágicas com propriedades próprias. A medida que as mesmas avançam de nível, podem aumentar seu alcance e dano. Outra herança do Castlevania aqui são os familiares, que são espécie de bichos que te acompanham e avançam de nível conforme os monstros que você mata. Acho que fora isso o que já citei, tudo permanece igual ao sistema clássico de Simphony of the Night!



Minhas impressões sobre o jogo...

É um jogo divertido, um jogo muito bem feito e desenhado. Feito caprichosamente por sua equipe. Mas posso dar meus pitacos após quase 9 horas de jogo que levei para chegar ao fim desse belezura. Primeiro, senti falta de uma lista maior de equipamentos. Você ganha alguns dos monstros, mas a lista de equipamentos é MUITO PEQUENA e quase você não mexerá neles.

Outra coisa é o excesso de check-points no jogo. Os check-points salvam o seu progresso automaticamente, recuperando todos os PVs, Aura e Areia perdidos. Até por conta disso, dificilmente você usará poções ou comida para recuperar do dano sofrido, apenas nas lutas mais críticas contra os chefes do jogo. E por falar nos mestres do jogo: todos eles são MUITO FÁCEIS de passar. Não morri nenhuma vez em nenhum deles. E por falar em vidas, em TimeSpiner você nem morre. Só morri uma vez no jogo inteiro por falta de atenção. Na primeira vez que joguei, só morri uma vez. Mas vale lembrar que, após zerar o game, existem modos mais difíceis (que não joguei ainda enquanto escrevo isto).                            

A única coisa que me travou no jogo foi para achar o cartão de Acesso B & cristal de plasma, com a qual postei aqui no blog. Conforme já falei aqui e reitero, assim que você zera o jogo, aparecem outros modos de dificuldade, o que é um fator replay para o jogo. Sobre os controles, eles se encaixam muito bem e você não precisa usar o controle padrão da Steam. No meu caso, usando a minha USB para Playstation, funcionou muito bem. Na opção do jogo, você pode escolher o controle que usa, de modo a mostrar os botões certos do seu controle na tela.

O jogo é bom. Não é enjoativo. Recomendo. A única parte mais chata são as quests que você precisa fazer no jogo, mas é de boas. Timespinner está disponível na Steam por R$36,99 mas pode ser comprado por um preço mais justo nas promoções da Steam. Compre agora ou guarde na sua lista de desejos!

Timespinner na Steam por R$36,99

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Timespinner: como encontrar o MALDITO Cristal de Plasma?!

abril 08, 2021
Para poder avançar no jogo, você precisará encontrar para Rameda um maldito Cristal de Plasma. Muitos jogadores (como eu) devem ter ficado parados no game porque não se sabe onde acha esse maldito item. No entanto, descobrimos aqui e mostraremos para vocês como encontrar o Cristal de Plasma para continuar sua jogatina no game. Siga os passos abaixo:

Nesta parte do Game (nas cavernas sanguinárias), você encontrará o Cartão de Acesso B num corpo de um esqueleto (vide foto).


É neste esqueleto que está o Cartão Acesso B


Parte do Mapa onde está o Esqueleto


Depois disso, volte para esta parte do Mapa usando o Teletransporte (escrever), para acessar as Areas B que não acessou, até descer num elevador para as cavernas. Chegando no fim dessas cavernas, você encontrará a Máscara Aquática, que lhe dá o poder de mergulho.

Desça na área marrom do mapa, que está disponível com o cartão B. Lá você encontrará o poder de mergulho

Com o poder de mergulho, você ganhará as habilidades de poder entrar em lugares cheios de água, o que vão abrir novos caminhos. Durante a sua jornada, você chegará até aqui (veja no mapa) para encontrar um cristal vermelho, que é o maldito cristal de plasma.

No ponto branco é onde você precisa estar para encontrar o Cristal de Plasma

Esse é o local. O Cristal de Plasma fica aqui mas peguei antes do print

Depois é só voltar para onde está Rameda, que você completa a quest.

domingo, 4 de abril de 2021

Como a remoção dos BOTS piorou o sistema competitivo do CS GO

abril 04, 2021

Essa postagem aqui é mais como um desabafo, pois há tempo surgiu uma atualização no jogo que ao meu ver, o piorou completamente. Eu gostaria de saber o nome do imbecil que teve a grande ideia, de remover os BOTs do jogo (a palhaçada ainda é maior, quando você põe pra praticar com bots pra jogar com amigos e se tiver outro jogador na sala, todos eles são apagados). Ou seja, nada de Bots em partidas multiplayer agora e isso mexeu muito no sistema e no jogo para pior.

 

Eu mesmo quase não tinha caído de patente, mas agora, venho desabado e perdendo toda a vontade de jogar devido a essa atualização. Antigamente, se uma pessoa saía do jogo, um bot a substituía, e quem estivesse morto, poderia assumir o comando daquele bot e assim, ter uma chance a mais. Mas agora, nada disso, meu amigo! Quem sai, fica sem um personagem e com isso, as chances de derrota são bem maiores. A Valve implantou um sistema de oferecer +1000 créditos extras a quem tiver com um jogador a menos, o que não AJUDA EM NADA em questão de competitivo, pois só dá pra comprar um colete e mesmo assim, é necessário jogar com menos um durante dois rounds para ganhar o benefício.

 

A atualização é tão escrota, que se tiver nego xitado no time - o adversário não vai bani-lo (afinal, quem vai querer ficar com menos um?) e as pessoas que gostam de ficar away ou trolar, vão ter que continuar dessa forma para ver se há chance de vencer ou entregar a derrota. O que nos mostra que esse sistema novo privilegia o xiter.

Onde que 1000 de créditos a mais mudam alguma coisa? Se fossem 2000, talvez (podendo ser uma ajuda pra comprar teco teco e awp) mas esse sistema que está aí alguns meses, não privilegiou ninguém. Eu mesmo só tenho caído de patente desde que foi implementado, afinal, parece que se render para evitar um desastre maior parece que faz você perder mais pontos ainda.
 

Fiquei sabendo que criaram esse sistema por causa dos iniciantes, que antigamente, os jogadores tinham mania de quitar jogadores ruins para poder usar seus bots para ter alguma chance. Legal, mas tirando os bots, ferraram o jogo de todo mundo! O iniciante tem o casual pra aprender a jogar. 

 

Estou aqui como desabafo mesmo... na boa, a gente gasta dinheiro com jogo, com skin e tudo mais pra chegar e ver esse tipo de regra - que só penaliza em vez de ajudar. E pra piorar, se vagabundo sair ou cair a net, a gente tem que esperar uma vez por jogo, 2 minutos pra ver se o sujeito volta (mesmo se ele tenha saído de sacanagem) sendo que tal tempo é duas vezes maior que se for criar votação.

Por que Moster Boy consegue superar os demais jogos da franquia?

abril 04, 2021

Sou fã da franquia desde que a conheci pela primeira vez a partir do port feito para o Master System, que em vez de trazer o enredo original, nos presenteou com um incrível jogo Mônica no Castelo do Dragão, cujo eu já falei a respeito aqui no blog, contando inclusive sua origem e até trazendo vídeo da versão original em arcade. Também falamos sobre o remake do jogo Wonder Boy the dragons trap, na qual, trouxe o mesmo game de Master System, incluindo novos gráficos.

 

A fórmula de sucesso trazida pela produtora, que apresentou uma direção de arte impecável e por animações muito bem trabalhadas do que um modelo 3D, lhe deu carta branca para que pudessem criar um jogo totalmente novo para a velha franquia. Uma vez que a Sega não teria planos para continuações de Wonder Boy, deixá-los nas mãos de uma equipe que se mostrou tão competente, foi uma grande decisão. Não sei ao certo e nem pesquisei na internet como foi o acordo, só sei que quando comprei minha versão na Gog, acreditava que o game seria do mesmo tamanho do anterior.

O templo apresenta uma referência com cada herói da franquia Wonder Boy

Eu passei muito tempo jogando Mônica no Castelo do Dragão e Turma da Mônica em O Resgate, tanto como suas versões originais. Um jogo que leva o conceito de castlevânia parecido com mundo aberto, com a possibilidade de melhorar suas armas que nem um RPG e onde não há níveis de experiência, cujo você mata para sobreviver como nos melhores jogos plataforma.

 

Seria impossível as pessoas não gostarem de um jogo assim! 

E a mecânica apresentada em Wonder Boy 3, onde o protagonista se tornava diferentes monstros, foi aprimorada nesta continuação, que recebeu o nome de Monster Boy: The Cursed Kingdom.

 

Não vou entrar em detalhes da história, pois quando você comprar a sua cópia - vai recebê-la 100% traduzida para o português. Aqui você controla Jim, um personagem novo que devido a problemas criados por seu tio, se transformou em um porco. Mas não foi apenas o nosso herói que foi acometido de tal maldição, mas sim, a cidade inteira recebeu tal "dádiva". Cabendo a você aproveitar suas habilidades "suínas" para tentar fazer todo mundo voltar ao normal. 

Imaginava que fecharia este jogo em seis ou sete horas - mas para a minha surpresa, já passei das vinte dele!

 

O game é gigantesco e vale muito a pena. Assim como nos jogos da franquia, você só vai acessar certas áreas se tiver a transformação certa. Aqui o personagem possui seis formas: porco, cobra, sapo, leão, dragão e humana. E a diferença para o game anterior, é que os desafios mesclam suas transformações. O que significa que toda hora você vai ter que mudar de forma para passar alguma situação. 

 

Os criadores foram tão geniais aqui, que nos apresentaram um jogo de fácil entendimento e que não se torna repetitivo em nenhum momento. Só o que eu não gostei, foi o fato de que se eu estiver morrendo muito em um chefe, aparecerá meu irmão menor trazendo corações para apelar e me ajudar a vencer o desafio.

Também houveram algumas partes que eu fiquei confuso, mas não é pelo desafio em si - mas por falta de atenção mesmo. Me lembro que na parte do vulcão, eu fiquei a tarde toda de domingo para passar e mesmo assim, não passei tudo - só fui concluir no dia seguinte. O jogo apresenta a mesma jogabilidade já conhecida, mas com alguns comandos trocados se você está experiente em Wonder Boy the dragons trap. Com o Z, você salta e ataca com o X! O A e o D servem para você selecionar as magias enquanto o D as dispara! 

 

Assim como nos jogos da série, você equipa vários tipos de armas e armaduras, cujo as encontra em lojas que estão ao redor do mundo. Porém, não há muita diferença entre elas e as mesmas na grande parte das vezes vão oferecer habilidades extras, como andar na lava, ou congelar a água para não afundar, etc. O mesmo inclui as armas, podendo congelar a água para criar plataformas e coisas do tipo. Cada transformação tem sua vantagem e seu poder próprio, mas não vou falar em detalhes sobre elas porque isso estragará sua diversão - você irá descobrindo na maneira como joga.

A aventura é lhe proposta de um jeito, mas o desenrolar das coisas vai mudar tudo. Você pensa que a missão é curtinha e quando se dá conta, vai ver que tem já quase 30 horas de jogo em sua campanha. Isso sem falar se você for realmente ir atrás de todo o conteúdo para fazer 100%. Creio que vai ficar muito tempo jogando. O game nos apresenta um mapa, algo inédito na franquia até então e através dele, você sabe os locais que passou e onde deverá ir. Alguns puzzles vão exigir que você pense um pouco, mas realmente são divertidos! O jogo sempre coloca algo novo, o que nos deixa com vontade de jogar mais.
 

As transformações do porco e da cobra não usam armaduras e nem armas... no lugar delas, o porco pode usar seu olfato, seu peso e as magias (sim, só a forma de porco usa as magias!) E todas elas são compradas nas lojas cujo cada uma tem um limite. Você aumenta esse limite quando encontra Trufas especiais que estão escondidas ao redor do mundo. Além disso, existem gemas especiais que você encontra explorando o reino e com elas, na loja do ferreiro, pode oferecer habilidades especiais a suas botas, anéis mágicos, armas ou armaduras!

Os gráficos do jogo são bem mais caprichados que o anterior e temos uma jogabilidade em estilo plataforma que vive mudando constantemente na medida em que exploramos uma masmorra nova. E como um bom fã da franquia, recomendo demais este jogo - que está em nosso idioma e que vai proporcionar dezenas de horas de diversão e uma aventura surpreendente.

 

Há desafios extras, mas não vou explicar aqui - quero que você conheça jogando-o.

A versão que eu fiz minha análise é na Gog, cujo está custando R$65,00! (Ele vem com conquistas!)

 

https://www.gog.com/game/monster_boy_and_the_cursed_kingdom

sábado, 3 de abril de 2021

Análise honesta sobre Depth Of Consciousness

abril 03, 2021


Depth Of Consciousness é um jogo de plataforma indie construído pela Garage Games em 2019. O jogo é um game simples feito no Unity, onde você controla um personagem quadrado e que precisa atravesar obstáculos de uma sala escura.

O jogo tem um total de 18 níveis, e tem uma dificuldade até aceitável. No entanto, ele é curto demais. Acho que foi o jogo que comprei na Steam que zerei em menos tempo. Para ter noção da coisa, demorei cerca de 20 minutos para zerar o jogo inteiro. Sim, isto mesmo que você leu! 20 simples minutos. Originalmente o jogo estava com preço de R$12,39 (o que realmente NÃO VALE isso), mas agora está sendo vendido por R$1,23.

É um jogo divertido? Sim. Só acho que deveriam atualizar e colocar mais níveis. O jogo também não oferece cartas ou mesmo conquistas na Steam, o que é bem ruim. Quem quiser comprar, Depth Of Consciousness está a venda por R$12,39 ou R$1,23.

Detalhe: os controles no teclado são horríveis, mas no controle de PC deu tudo certo. A jogabilidade é muito melhor usando apenas o controle de PC USB. Dica importante!

Depth Of Consciousness na Steam (R$12,39 ou R$1,23)

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Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


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