terça-feira, 20 de julho de 2021

Tradução de Sea Dogs: Caribbean Tales (sem propaganda)

julho 20, 2021



Para instalar a tradução, basta apenas baixar o instalador abaixo e instalá-lo. O mesmo reconhece o game em seu pc e funcionou perfeitamente (minha versão é a da Gog), mas acredito que funcione também na Steam. Mesmo que se pc disser que "não foi instalado corretamente", a tradução funciona e você poderá jogar até multiplayer com tudo traduzido.

 

Em breve escreveremos uma análise deste jogo aqui no blog.

 

Baixar a tradução de Sea Dogs: Caribbean Tales

Análise de Colorful Colore, o joguinho colorido

julho 20, 2021

Colorful Colore é um jogo indie brasileiro no formato de puzzle, até bem parecido com a proposta de Hepta Beats: você precisa chegar de um ponto ao outro para passar de fase. O diferencial de Colorful Colore é que você só pode bater em paredes que tenham a mesma cor do seu personagem. No decorrer da partida, você vai mudando de cores, e precisa escolher com sabedoria seu caminho.

Ao passar das fases, elas vão ficando mais complexas. O jogo não é muito difícil (é bem divertido) e vai fazer você queimar alguns neurônios, mas nada que lhe obrigue a usar os 10% do cérebro que você não usa. Em algumas fases há adicionais como tele-transportes e chaves, que você precisa pegar para abrir novos locais nas fases, abrindo caminhos.

O jogo tem cerca de 70 níveis (demorei quase 3h para finalizá-los) bem engenhosos por sinal. A maioria deles você vai morrer várias vezes até descobrir o que tem para fazer. A música do jogo, embora seja uma única música, é bem agradável e combina bem com o ambiente do game. Além disso, o jogo é sumariamente caprichado, com efeitos e tudo. Além de tudo, o jogo é bem baratinho. Ele está na Steam por R$3,49 e pode abaixar de preço mais ainda com as promoções.

Compre Colorful Colore na Steam

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Como pedir estorno de um jogo pela Gog

julho 19, 2021

Aqui nesse blog temos muitos jogos resenhados e bem recomendados pelo site da Gog, plataforma que uso tanto como a Steam. Porém, ela vem crescendo e melhorando o seu sistema com o passar dos anos e o que antigamente era bastante complicado (no que diz respeito a devolução do valor gasto em games), agora eles criaram um sistema de créditos que é bastante parecido com o da Steam e usado em casos de devolução.

 

Como pedir o estorno de um jogo?

 

Antigamente, a Gog não dava estorno de seus jogos. Com um pouco de esforço, eles só devolviam o dinheiro se o game não funcionasse em seu pc. Mas, as coisas foram mudando e depois de alguns anos, mudaram suas regras e começaram a fazer devolução, que seguia abrindo um ticket no suporte e por através do seu email, você resolvia tudo (era um pouco complicado, mas foi assim que consegui meu dinheiro de volta quando comprei o The King of Fighters 2000 e Fatal Fury e pedi estorno... leia minha análise desses jogos que você vai entender bem a história). 



Só que ao entrar no site deles hoje (no dia em que essa postagem foi escrita), me deparei com um jogo em estilo RPG que estava menos de dois reais. Como imaginei que ele seria multiplayer cooperativo online ou rede, comprei para mim e paguei um pouco mais caro para o meu irmão (pensando já em jogar coop) só que para minha surpresa, o jogo era coop local e não fiquei muito empolgado com ele. Por isso, ao tentar devolvê-lo, percebi que eles mudaram novamente o sistema de devolução e por isso, estou colocando aqui para guiá-los.
 

Agora para devolver um jogo, você precisa acessar o site e no nome da sua conta, ir em Orders & Settings,assim, você verá suas últimas compras e ao apertar o botão abaixo do jogo (Ask fo Return), abrirá outra página perguntando o motivo da devolução e se quer que ele retorne em créditos do site. Esses créditos servem para comprar jogos da mesma maneira que da Steam. Depois de escolher um motivo, não tem mistério. Você receberá um e-mail confirmando que o dinheiro foi devolvido e ele aparecerá na sua carteira, veja foto:



domingo, 18 de julho de 2021

Porque Trine 3 é expetacular e ao mesmo tempo, inferior aos demais

julho 18, 2021

Trine é uma franquia de jogos cujo minha primeira experiência foi com o segundo jogo, cujo já resenhamos aqui no blog. Porém, a continuação do game chegou e surpreendeu os fãs com belos gráficos e uma nova proposta: uma ambientação 100% em 3D.


Quem jogou os anteriores, sabe que o game é feito em 2.5D, onde tudo é em 3D seguindo um gameplay em estilo plataforma em 2D. A grande sacada dele é que você assume o papel de 3 personagens, cada um com um estilo de jogo próprio e que juntos, devem usar seus poderes únicos para resolver puzzles. Trine 3, assim como o anterior, permite que você jogue online com amigos ou desconhecidos e toda a mecânica e interface continuam a mesma.

 

Temos uma continuação direta do Trine 2, apresentando os personagens mais velhos e bem mais trabalhados. A versão da Gog (aquela que estou fazendo esta análise) não está só 100% traduzida, como também, dublada para nosso idioma. O que é um ponto bastante positivo, afinal, a dublagem do nosso país é excelente e as vozes combinaram muito bem com os personagens (tirando Amadeus, o mago - pois eu achei que era a voz de um garoto em vez de um arcano com seus cabelos brancos).

O game apresenta desafios agora que saem do 2.5D e nos apresenta diferentes tipos de puzzles num ambiente todo 3D - o que nos oferece alguns problemas. O primeiro é o fato de por ser dessa forma, você cair no abismo por não acertar a plataforma. No início, você fica maravilhado com o desafio e os gráficos - mas vai passando o tempo, o jogo vai lhe castigando. Pois um desafio dessa forma não chega a ser tão atrativo como o jogo anterior, cujo se você estiver jogando online ou com amigos no mesmo pc - poderia debater e achar uma solução (o que era muito legal).

 

Porém em Trine 3, os puzzles são muito rasos e da forma 3D que as fases são construídas, você simplesmente passa para o próximo estágio e pronto. Outro erro de ter colocado os ambientes dessa forma é que a árvore de habilidade teve que ser alterada - quer dizer, excluída! Assim, os personagens ficam limitados aos seus poderes iniciais e não podem ter evolução (como tinham nos jogos que vieram antes dele). Nada de criar 2 ou 3 caixas para Amadeus ou fazer a Zoya usar flecha de fogo ou de gelo - ou usar o Martelo de Pontius para quebrar uma parede... aqui temos as mesmas habilidades do início ao fim do jogo.

A única coisa que tem que é parecido com o Trine 2 e a coleta de uns triângulos laranjas (que se posicionam como o xp dos jogos anteriores) cuja função aqui é apenas para destravar novas fases - só isso. Enquanto você passava um estágio e ia para o seguinte, em Trine 3 temos um mapa em estilo Super Mario World cujo para acessar as fases precisamos ter um número desses triangulo. Assim, caso a gente não consiga completá-los para acessar uma fase, podemos ir em estágios menores no mapa que são puzzles simples e que nos oferecem "xp". 

 

Removeram uma das coisas mais legais do Trine, que era a evolução. E eu nem sabia disso! 

 

Anos atrás, um amigo meu trouxe o ps4 dele justamente para jogarmos Trine em companhia de mais um amigo (cada um com um personagem) e ao adquirir os três jogos, ele quis que a gente jogasse o terceiro (eu já tinha conhecimento de como era e mesmo tendo jogado o segundo) - exigi que jogássemos o Trine 2, ainda bem. Hoje que eu tenho o jogo original em mãos, pude perceber o quão eu estava certo aquele dia.

Vou te falar a verdade: Trine 3 é um jogo bonito. A história dos personagens continua a partir do jogo interior, mas ele não consegue ser atrativo porque o game não combina com 3D. A magia dos games anteriores foi totalmente perdida e acredito que não tenha a mesma emoção ao jogar com amigos (minha análise é feita de minha experiência jogando solo, mas tanto o 2 quanto o primeiro, é baseada tanto jogando sozinho, quanto cooperativo!).
 

Por isso que minha recomendação é que se quer comprar o game, tente ser por uma promoção. Afinal, mesmo dublado e traduzido para nosso idioma, o game é mais curto que o anterior e não há dlcs. Compre o jogo pela gog abaixo:

 

https://www.gog.com/game/trine_3_the_artifacts_of_power

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Tradução de Dragon Age Origins e suas DLCs (sem propaganda)

julho 15, 2021

 


Aqui no blog já escrevemos uma resenha sobre o primeiro jogo da franquia Dragon Age, como também, sobre o livro básico de RPG de mesa publicado aqui no Brasil pela Editora Jambô. Porém, agora estamos disponibilizando a tradução do jogo. As instruções estão no arquivo zipado e resumindo, você precisa apenas substituir alguns arquivos (as instruções vem junto com a tradução!). Cada dlc tem sua tradução, então, veja a pasta da dlc que queira traduzir e se divirta. 


 Clique aqui para baixar a tradução!

sábado, 10 de julho de 2021

Tutorial - Como MOSTRAR seu FPS no jogo CS: GO

julho 10, 2021
Veja como fica abaixo a tela mostrando FPS

Existe um recurso bem interessante que você pode fazer para saber seu FPS (Frames Por Segundo) nas suas partidas de Counter Strike: Global Offensive. É bem simples de fazer e vamos mostrar abaixo sem delongas.

1) Ative o Modo Desenvolvedor: Vá em CONFIGURAÇÕES > JOGO > E marque em SIM em Ativar Console de Desenvolvedor.



2) Entre no Modo Desenvolvedor: Com o Modo Desenvolvedor ligado, aperte a tecla ' do Teclado. Essa tecla fica antes do 1 e em cima do TAB. Veja abaixo no teclado.


3) Ativando o Modo de mostrar o FPS: Ao apertar ' (como visto acima), vai aparecer uma tela para colocar códigos. Ali, escreva: NET_GRAPH 1 e depois aperte enter. Ao fazer isso, vai aparecer seu FPS em abaixo no jogo.


Pronto, agora só curtir. Espero que tenhamos ajudado. Qualquer coisa, curta a nossa página no Facebook para dar aquela moral. Em caso de alguma dúvida, deixe nos comentários abaixo.

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Resident Evil 7 é o MELHOR jogo da franquia que já joguei na minha vida!

julho 05, 2021


Não sei se você conhece nosso blog, mas aqui nossas análises acontecem geralmente quando terminamos um jogo, ou jogamos pelo menos 90% dele. Desculpe minha empolgação no título no post, mas ele resume bem toda a análise que você verá aqui. Por mais que Resident Evil 5 tenha sido meu jogo preferido até aqui, é inegável não considerar o Resident 7 como o melhor que já joguei na minha vida.

Originalmente construído como um Survival Horror, Resident Evil trouxe a tona um novo gênero no mundo dos games. A versão de RE7 foi a tentativa (bem sucedida) da Capcom voltar as origens. Assim como em Resident Evil 1, o jogo inteiro se passa dentro de uma casa (o navio fica perto da casa), onde você precisa encontrar chaves e itens para poder avançar no game. Embora tenha sido uma experiência única e nova, Resident Evil 7 trouxe elementos de praticamente de QUASE todas as versões anteriores de Resident Evil.

Controles: os controles do jogo são agradáveis, usando a MESMA configuração de Resident Evil Revelations 2: para quem não sabe, você usa os gatilhos do controle de Xbox (ou L2 ou R2) para mirar e atirar, RB (R1) para curar, etc. Enquanto você usa o analógico para se mover, usa o direcional para trocar de arma. Pela primeira vez esse sistema foi usado na franquia original, e deu muito certo.

Referência clássica ao Resident Evil 4

Referências: o jogo é repleto de referências a outros jogos da franquia. Existe uma porta onde você precisa pegar três peças de cachorro, referência clara ao Resident Evil 4, onde tem uma parte que você precisa encontrar peças de uma imagem para poder passar. No fim do jogo também tem uma parte onde você precisa encontrar dois cartões, baseado em Resident Evil 0.

Acho que tem mais referências, mas no momento não consigo me lembrar de outras no momento que escrevo isto aqui.

Armas, Monstros & Combate




Uma coisa que reparei aqui também é que este é o primeiro jogo da franquia (pelo menos, dos quais já joguei e resenhei aqui no blog) que NÃO tem Rifle. O arsenal de armas disponíveis aqui é pouco, sendo 2 pistolas (uma normal e outra Magnum), uma metralhadora, uma escopeta, um lança-granadas, um lança-chamas e uma bomba remoto.

Não existe mais sistema de evoluir as armas, e elas devem ser encontradas durante a partida. No entanto, no caso da Magnum, você precisa comprar com moedas. Durante todo o jogo, você pode encontrar moedas que podem ser trocadas por pequenos upgrades, como aumentar a vida, aumentar a velocidade de recarga, e também comprar a magnum.

Embora o jogo tenha um ambiente voltado ao horror, existe uns combates realmente épicos aqui. A luta com todos os chefes é muito legal. No caso dos monstros, a variedade é pouca: temos os Mofados, criaturas criadas pelo chefe do jogo, membros da família Barker, e insetos. Nada mais que isso. Mesmo assim, isso não é um problema porque o jogo é totalmente competente na medida que os monstros aparecem.

Uma história SENSACIONALMENTE ÉPICA!

O grande diferencial de Resident Evil 7 é a sua história.

Ethan. Você também jogará com a Mia durante a campanha!

No começo do jogo você parte em busca da sua mulher, Mia, que todos acreditavam que a mesma estava morta. No entanto, uma mensagem em vídeo por e-mail gravada pela mesma mostra que ela estaria dentro de uma casa abandonada. No papel de seu marido, Ethan, você parte para essa casa abandonada, repleto de Mofados e pela família Barker, que foram vítimas de um mal inteiramente maior, chamado Eveline.

Cara, acho que nem preciso explicar nada sobre história aqui (muitos vídeos falam sobre ela no Youtube) mas a medida que a história se desenrola no enredo da sua campanha é de aplaudir. Quando finalizei o jogo, meu "orgasmo nerd" me obrigou a bater palmas por um tempo, agradecendo pela honra de jogar um game tão bom como este. 

Nem vou comentar sobre os SUSTOS que levei em diversas partes do jogo. A princípio, Resident Evil 7 resgata um pouco da magia (?) de alguns filmes de horror clássico. Você está em uma casa abandonada com pessoas que querem te matar, com a qual você vai matando essas pessoas, uma a uma, pela sua própria sobrevivência, até o épico final. 

Ação & Horror completam a obra

RE7 foi o primeiro jogo da franquia em primeira pessoa. Os ambientes do jogo são nefastos, repleto de detalhes. Embora em alguns casos você seja obrigado a correr, o jogo tem diversas cenas de ação que dão um charme a mais. Não pense que RE7 é apenas um jogo de terrorzinho não, onde você tem que correr para não morrer. Ethan não é bobo e enfrenta, de peito aberto, as maiores aberrações que um homem já poderia enfrentar na vida.

Como já falei aqui, MUITOS SUSTOS levei durante o jogo. Acho que todo o ambiente criado aqui também colaboram para isso: em muitas vezes você se encontra em aperto com pouca munição e precisa tomar decisões rápidas. Acho que nem preciso falar mais nada. Diante de tudo que vi nesse game, digo sem medo de errar que esse foi o MELHOR jogo da franquia que já joguei na minha vida. Vale realmente cada centavo.

Quando finaliza o game, você tem um novo capítulo desbloqueado, chamado Not A Hero, onde você controla o próprio Chris Redfield. E vou te falar, esse Chris tá MUITO NADA A VER. Nem acreditei que era ele mesmo que salvou Ethan no fim do game. O jogo também conta com algumas expansões, com a qual falaremos também aqui no blog.

No fim, demorei cerca de 17 horas para chegar no fim do jogo. Nada mal para um jogo em primeira pessoa, com a qual não perde muito tempo trancado no jogo. Parabéns Capcom!

Compre Resident Evil 7 na Steam por R$69,99

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Kingdom New Lands é uma evolução do clássico

junho 30, 2021

Kingdom foi um  jogo apresentado por um amigo (que me emprestou na Steam) para que eu pudesse conhecê-lo melhor, na qual, passei muitas horas jogando até que consegui o jogo de graça na Steam (leia minha análise cujo eu deixo o link da página da loja para você pegar de graça também). Ao ver o trailer deste segundo jogo, não entendia muita coisa - para mim era apenas um monarca andando de um lado para o outro jogando moedas a novos súditos... só quer era mais do que isso!

 

Enquanto jogava o Kingdom Classic, muitas vezes dizia: "esse jogo é só isso, mas é tão divertido!" E realmente se trata de algo viciante que ao mesmo tempo, é simples. Você apenas precisa administrar seu império recrutando pessoas e dando-lhe funções ao comprar ferramentas para elas. Na medida que você vai explorando, vai construindo muros de forma que seu império irá se expandido com o tempo. Enquanto no primeiro jogo você tinha apenas um mapa... em New Lands eles evoluíram as coisas.

 

Para começar, o jogo não acaba assim que você consegue sobreviver - mas sim, oferece um objetivo novo: a conquista de novas terras. Há um navio destroçado, na qual, seu objetivo é juntar recursos para reconstruí-lo e assim, poder sair da ilha protegendo sua coroa. Apresentando um game mais intuitivo e fácil para novos jogadores. Temos as velhas mecânicas com adições muito bem vindas, que deixam a campanha muito maior que o game anterior. Quando seu personagem consegue escapar de uma ilha, recomeça em outra maior com parte dos recrutas que tinha anteriormente (incluindo cavaleiros). Assim, você quase que "reinicia" o jogo em outra área - com a vantagem de ter mais pessoas do seu lado.

 

O sistema de jogo continua o mesmo, mas algumas coisas estão diferentes. Os agricultores agora custam 4 moedas em vez de cinco e existe agora, um mercador que ao custo de uma moeda, volta no dia seguinte com os resultados de seu trabalho (por isso que é importante, não abrir as árvores onde fica a casa deste súdito - caso contrário, ele deixará seu reino). Temos adição de personagens novos e de montarias que não são apenas cavalos (acredito que deve jogar para conhecê-las). Tornando o que era bom, em algo muito mais satisfatório. Com certeza, quem curtiu o primeiro jogo da franquia irá preferir o segundo - graças ao seu fator replay altíssimo.)
 
 
O jogo também apresenta clima de neve (representando o inverno) cujo é você deverá racionar seus recursos. Além disso, em períodos de Natal, ele apresenta temas natalinos (eu pude comprovar enquanto jogava), 


Agradeço e muito o Guia escrito pelo Gi na Steam (link abaixo) cujo ele apresenta todos os detalhes do game, incluindo os inimigos, personagens, construções, etc. Eu recomendo que você leia! Pois o mesmo me ajudou a entender sobre os eremitas (que são os personagens novos desse jogo!). Eu cheguei a encontrá-lo e até recrutá-lo, porém, ele ficava na minha montaria e não fazia nada. Na primeira vez que eu o recrutei, foi no game seguinte: Kingdom Two Crows: Dead Lands (que é o melhor de todos sem sombra de dúvida). Estava jogando com meu primo em tela dividida e quando recrutei, os monstros levaram o mesmo embora e não pude descobrir o que ele usaria.
 
 
 

Mas foi graças ao Guia postado na Steam, que pude entender que este jogo o força a algum momento você construir torres. O que era bem inconveniente no Kingdom Classic devido que os arqueiros ficavam num ponto fixo e caso morresse, outro deveria tomar seu lugar - deixando muitas vezes aquele que estava ajudando atrás do muro para repor um local que nem estava sendo ameaçado. Foi quando eu deixei de construir torres que zerei o jogo clássico, mas parece que aqui eles deram um jeito de deixar as torres mais empolgantes.
 
Você turbina a torre até o nível máximo que após a contratação de um eremita, este transformará a torre de arqueiros em outra coisa, que darão benefícios interessantes (leia o guia da Steam para saber com detalhes quais são!). Acho que a única coisa que eu acho ruim neste jogo, é quando terminamos de construir nossa embarcação e devemos esperar que a mesma chegue no fim da ilha (tarefa que pode durar até mais de quatro dias dependendo do mapa). 
 
Porém, apresentou melhorias que o faz ser muito melhor que o game anterior, o que me faz recomendá-lo. Cada mapa é construído aleatoriamente, tornando o replay deste jogo mais do que obrigatório. (Bom para relaxar e jogar sozinho sem preocupações).
 
 
O jogo custa 28 reais na Epic, mas tem também em outras plataformas pelo mesmo preço. Compre pelo link abaixo: 
 
 

Vale a pena comprar Quake 3 e Quake 3 Team Arena?!

junho 30, 2021
Tela do Quake 3 Arena 

Como bem sabem, aqui no blog já fizemos as resenhas de Quake 1 (e suas expansões), Quake 2 e Quake 4, que fechou a franquia em grande estilo. Embora não seja segredo de ninguém, o motivo dessa postagem é avisar pessoas que querem comprar (na Steam) as versões de Quake 3 (Quake 3 e Quake 3 Team Arena) para jogar. Será que vale a pena?!

Vale lembrar que, quando Quake 3 foi lançado (em 1999), trouxe um novo marco na história dos videogames, explorando jogos multiplayer, que começavam a nascer. Diferente de seus antecessores, em Quake 3 (e sua expansão, Team Arena) não existem histórias, enredos ou fases para completar. O jogo, como é totalmente focado na experiência multiplayer, apresenta mapas (pequenos) com armas e itens espalhados, esperando pela conexão dos próprios jogadores. Também não há monstros.

Sobre as diferenças entre Quake 3 e Quake 2 (que resenhei no blog), dá para perceber não apenas as melhorias gráficas, mas também uma bela mudança na movimentação do Personagem. O jogo parece MUITO com a série Unreal Tournament. Nesse quesito, acho que tanto o design das fases como conjunto da obra tão grande vantagem do FPS da Epic em comparação ao Quake 3.

Mas vale a pena comprar Quake 3/Team Arena?!

A resposta é NÃO!!!!!!!!!!!!!!

Ambos custam elevadíssimos R$56,99 e, mesmo com a promoção da Steam, o preço baixa para R$17,09! O que também não vale a pena. Mesmo sendo um clássico, não há outra coisa a se fazer em Quake 3 (e em Team Arena) do que jogar partidas multiplayer. E é isso o grande defeito nesse jogo, em pleno ano de 2021 (ou para cima): NÃO EXISTEM PESSOAS PARA JOGAR!

Como estamos atualmente numa era repleta de jogos competitivos online (uma era iniciada pelo próprio Quake) as pessoas jogam mais esses jogos do que o público de Quake. Então, em ambas as expansões você NÃO ENCONTRARÁ NINGUÉM nas salas da Steam. Dá até para jogar SinglePlayer, mas treinando com Bots (da mesma maneira que Counter Strike - Global Offensive), o que não tem graça nenhuma.

Existem diferenças entre Quake 3 e sua expansão Quake 3 - Team Arena?!

Sim, existe. 

Em Quake 3 só temos o módulo de DeathMath, onde os jogadores vão apenas se enfrentar. Na expansão de Quake 3 Arena, existe mais módulos (total de pelo menos 4), como de capturar a bandeira, etc. Nada mais que isso.

Se você viu na Steam, peço que NÃO COMPRE! Quake 3/Team Arena é um jogo multijogador e, como não tem ninguém ativo nos servidores, seu investimento será usado apenas para praticar com Bots. O jogo não tem nada demais conforme já citamos aqui sobre ele.

terça-feira, 29 de junho de 2021

Gunman Clive é um jogo simples, bonito e divertido

junho 29, 2021
A luta contra um dos chefes (1º chefe).

Está com pouca grana e gostaria de conhecer jogos legais? Pois bem, gostaria de apresentar Gunman Clive, um jogo de plataforma de tiro estilo faroeste muito bem feito.

Em Gunman Clive você entra no papel de um atirador que parte em busca de salvar sua princesa (no estilo velho oeste), enfrentando cowboys, morcegos, robôs a vapor, patos (?) e coelhos (?). Você tem uma barra de vida vermelha que fica na lateral esquerda da tela e, a medida que leva dano, ela vai diminuindo de tamanho. Quando a barra esvazia, você morre. Os chefes também possuem uma barra de vida igual, só que no canto direito da tela.

Basicamente você deve pular plataformas, matar inimigos com tiro (que vem de todos os lados possíveis) até o final da fase, até encontrar um chefe no fim de cada uma. Gunman Clive é um jogo bem simples, e com VIDAS INFINITAS! Sempre que você morre (quando a barra esvazia, cai num buraco ou encosta num espinho (?)) você sempre volta de onde parou. O jogo também não conta com uma pontuação, e sim uma barra de tempo.

Mecânicas de Gunman Clive

É como um Metal Slug: atire em tudo que puder e tudo pode ter matar!

O visual e as músicas neste game são únicas.

No entanto, em Gunman Clive você NÃO PODE atirar nem para cima e nem para baixo. Você pode pegar uma variedade de armas dos inimigos mas, caso LEVE DANO, você perde o upgrade da arma. Existe um bolo que você pode pegar que recupera vida. Nada mais que isso.

Algumas fases são desafiadoras, mas nada tão dramático, passando depois de (no máximo) cinco ou seis vidas perdidas. Esse é aquele tipo de jogo que você pode jogar ou mostrar para alguém casual em games. O jogo demora cerca de 50-1h para chegar ao seu final. O chefe final achei MUITO fácil, um dos mais fáceis de todos os games que já joguei na vida.

Algumas fases possuem mecânicas interessantes...

Assim que você termina o jogo, pode jogar com a princesa (agora para salvar o cowboy) e também com um pato. O jogo está disponível na Steam por um preço baixo. Há também uma sequência do jogo, que poderemos fazer uma resenha sobre ela algum dia.

Gunman Clive ESTÁ DISPONÍVEL na Steam por R$4,29

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Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


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