sexta-feira, 17 de abril de 2026

Análise de Final Fantasy VIII clássico

abril 17, 2026

Essa e uma análise da versão clássica do jogo e não da "remasterizada". Se eu comprar e zerar essa versão no futuro, eu escreverei uma postagem explicando as mudanças e colocarei o link aqui.


Eu já joguei alguns games da franquia Final Fantasy no passado, mas nunca tinha investido tempo (no caso, jogar sério) seus games. Cheguei a jogar uma versão do 1 e do 2 remasterizado que saiu para Playstation 1 a muitos anos atrás (acho que décadas). Logo, nesse mesmo tempo cheguei a jogar no playstation uma versão pirata e traduzida do FF8 e mais para frente, novamente a mesma versão (só que por emuladores).


Final Fantasy 8 é especial para mim porque foi o primeiro que eu conheci a fundo seus personagens, mas não através de uma gameplay ou alguém que me apresentou o jogo. Nos anos 2000, compramos uma revista chamada Dragão Brasil Games e lá tinha uma matéria sobre os personagens e o jogo - aquilo me chamou tanta atenção que foi o estopim para que pudesse jogar futuramente. Felizmente, comprei a alguns anos o game na Steam e me orgulho que este seja o primeiro da franquia a terminá-lo.

Final Fantasy 8 é um jogo de RPG que possui uma mecânica a similar a jogos do seu gênero. Porém, para tripulantes de primeira viagem, merece certa atenção. Apesar do game ser um RPG de turno, a organização das ações do que você pode fazer são decididas por fora e o que era algo fácil encontrado em outros jogos, aqui se torna meio que complicado. Entenda, em RPGs de turno geralmente temos uma opção para Ataque, Itens, Magias ou Habilidades e até permitir que fique ne defesa (o que é o padrão dos games feitos nas engines do RPG Maker, inclusive).


Porém, em Final Fantasy 8, não!

Dentre as opções padrões, você dificilmente terá um personagem que possa usar itens e magias. Já que o jogador escolhe de acordo com as GFs equipadas (já vou explicar o que são GFs). O game apresenta quatro opções para cada jogador em seu turno, sendo que uma (Atacar) é fixa. Assim o jogador precisa decidir as 3 opções de cada personagem em seu turno que pode ser: usar Item, usar magias, draw (uma mecânica nova e que você precisa dela e que irei explicar também) e GF (outra mecânica indispensável, já que ela é a invocação de um Guardian Force, monstros poderosos que o jogador invoca).


Draw é uma habilidade que você capta magias para um personagem. Então, ela meio que ficará fixa em todos os membros da sua equipe, enquanto GF é essencial invocar os Guardian Forces, já que eles são fortes, dão muito dano e quando são invocados, seus pontos de vida protegem ao do jogador. Então, meio que no começo você deve decidir se o personagem usará itens ou magias - a não ser que ele não queira usar um GF (o que eu acho difícil).

Em Final Fantasy 8 não existe mana. Assim, você precisa captar magias dos monstros a todo momento e a cada turno. Não é uma mecânica ruim, é até o que torna único - mas para pessoas que estão acostumadas a usar mana em seus jogos, é algo que serão obrigados a se acostumarem. As magias também são importantes para serem equipadas no personagem através dos GFs. Para resumir como funciona os GFs, o jogador vai encontrando esses monstros e equipando-os em seus personagens. As opções de ataque, magia e magias que equipam no personagem aumentando seus atributos são todos atrelados a um ou mais GFs. Existe até uma mecânica de quando for trocar os personagens na equipe, pegar os GFs do personagem para o outro, já que um personagem sem GF não tem magias equipadas e não pode fazer nada, a não ser atacar.


Sim, o jogo é todo focado nos GFs.  Então se entrar outro personagem no grupo e você esquecer de equipar os GFs, ele ficará fraco e isso pode ser um problema! Final Fantasy 8 possui níveis de personagem como se espera, e os GFs também possuem níveis e habilidades cujo são aprendidas com um xp especial para eles conhecidos como AP. Por mais que seja um RPG na qual eu sou apaixonado, podendo dizer que é o meu Final Fantasy, eu tenho que informá-lo que ele é extremamente difícil por causa desse "tira GF, põe GF". 

Cada personagem tem suas próprias magias, cujo são capturadas usando Draw nos monstros ou em encontros que se encontram Draws próprios em pontos específicos. Porém, eles precisam estar com um GF equipados e com a habilidade de usar Draw utilizada, do contrário, nem extrair as magias conseguirão. Na verdade, até para usar as magias você precisa estar com um GF equipado no personagem em questão. Isso a longo prazo e dedicação o torna um jogo único e até louvável, já que o jogador se acostuma e vê as possibilidades que isso pode oferecer.


Porém, não é só os GFs que deixam o jogo difícil. Coisas simples não são mostrada de forma simples! A começar pelas magias. Você não tem nenhuma descrição do que elas fazem e eu tive que em mais de trinta horas jogando (na verdade, rejogando, porque fiquei mais de um mês sem jogar e decidi recomeçar do zero por causa da experiência que tive no game), só lá perto de zerar o jogo que eu descobri que ao selecionar a magia e você dar pause, que aparece a descrição. Agora, por que?

Eu fui dar pause no meio do combate e descobri dessa maneira. Sendo que já era tarde demais, pois eu tive que aprender na marra o que faz cada uma. Além disso, certas animações tampam a sua visão do menu, atrapalhando se você está escolhendo o personagem certo pela aquela magia e as vezes, tem que esperara a animação do golpe de um GF, por exemplo, para poder ter certeza que o benefício de uma magia ou item seja dada ao personagem certo, do contrário, você pode curar sem querer um monstro.


Certas coisas também deixam o game mais dificil. Por exemplo, a magia Shell oferece proteção mágica. Mas ela também protege o beneficiário de magias de cura? Isso sem falart em reflect, que se você usar  a magia Curaga em alguém com isso, o personagem não recebe a cura e ela é refletida ao monstro? Há muitas outras coisas que poderia falar, mas são esses pequenos detalhes que deixam o jogo mais hardcore. Mas isso não o deixa de ser um bom jogo e com uma boa trama.

Falando sobre a trama em si, ela fala de um personagem que eu até me identifiquei bastante. Squall e Rinoa é um ótimo casal e sua história de amor foi muito bem escrita. Ele (Squall) custou a ter sentimentos por ela, mas os acontecimentos da jornada o fizeram ficar nos braços dela. Há até uma música romântica tema do casal usada no jogo - e isso foi um dos motivos que eu me interessei pelo game a décadas atrás - o romance.


Todos os personagens do jogo são legais aqui. Cada um com sua trama e personalidade. Até Seifer, o rival de Squall, se tornou um bom antagonista. A história de final fantasy 8 tem tudo o que eu gosto: cenários futuristas, romance, viagem no tempo e muita ficção científica. Por mais que outros jogos não tenham uma mecânica de junção com GFs e que sejam teóricamente mais fáceis, o Final Fantasy VIII é de longe o meu favorito... e é um game que zerarei muito mais vezes, já que é impossível desfrutar de tudo o que ele oferece.


Eu recomendo.


A versão dessa análise é da clássica na Steam, eu no momento em que escrevi essa análise - eu não tenho a versão Remasterizada. Ainda está a venda na Steam por R$60,00.

sábado, 11 de abril de 2026

Como acessar o Mundo Chocobo em Final Fantasy clássico da Steam

abril 11, 2026

Após capturar um Chocobo em Final Fantasy VIII, você precisará enviá-lo ao mundo Chocobo. Ele é um mini-game cujo permite pegar itens exclusivos para a equipe. O processo é fácil! Vá em Salvar e em vez de salvar o jogo, você selecione o slot do mundo chocobo. Lá estará o chocobo que você capturou e você precisa apenas selecionar Mundo e ele irá para o mundo Chocobo.




Após isso, dê Alt+Tab e acesse o cliente do Final Fantasy VIII (sim, você precisa tá com o teu jogo aberto enquanto acessa o mundo chocobo) e selecione a opção Chocobo Wolrd. Logo, aparecerá uma tela de instruções de como o jogo funciona (está em inglês, mas dá pra entender). E é só clicar em Play que vai aparecer uma outra janela com o minigame. Após ser fechada essa janela, tudo o que você coletou irá para o seu jogo do final fantasy VIII (que deve estar ligado enquanto você acessa esse "aplicativo" extra).

Depois de pegar itens, é só fechar o mundo chocobo e usar a opção Casa que ele voltará com os itens que você pegou.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Sacrifício Cósmico, o jogo de RPG que estou construindo e que tem temas cristãos

abril 02, 2026


No início do ano, elaborei um projeto que consiste num RPG de exploração espacial e que teria temas cristãos. Assim, após pensar muitos dias e criar o projeto no programa RPG Maker VX Ace, comecei a esboçar um universo cujo personagens principais são baseados em mim mesmo, em minha namorada e em meu irmão gêmeo Thiago (o outro homem por trás desse blog).

Então, trabalhando em tempo integral esse jogo - finalmente, após um mês eu pude criar uma versão demo e estou planejando vender na Steam e no site Itch.io. No site da Itch..io (cujo possuem mais informações do game, seus personagens e universo), você pode baixar agora gratuitamente a nossa demo do jogo que possui em média de 2 horas e meia até 3, dependendo do desempenho de cada jogador.  


Desejo e muito criar uma campanha épica que vale a pena seu dinheiro, tentando trazer uma qualidade até surreal em comparação a outros designer de RPG Maker. Como usuário desses programas desde o início do anos 2000, e até finalizar um jogo baseado em meu mangá no RPG Maker VX (cujo eu fiz uma análise deixei um link para download do jogo), este aqui eu usei algumas IA's para fazer imagens e até vídeos - mas gostaria de ter mais recursos pra implementar melhor essas tecnologias...


É um projeto com muito carinho e sério também.


Resumidamente, o jogo fala de um cientista chamado Rodrigo e que furtou uma pena de anjo do governo conhecida como o Milagre Quântico. Assim, ele está sendo perseguido pelas autoridades enquanto acredita que se encontrar outras duas dessas penas, poderá salvar o universo. Na página da Itch.io eu falo mais a respeito do jogo e peço seu apoio, divulgando o game para seus amigos.


Baixe o jogo agora e deixe sua sincera opinião nos comentários.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Análise de Momodora: Reverie Under the Moonlight

janeiro 26, 2026

Momoroda 4, ou Momodora: Reverie Under the Moonlight é um jogo muito mais ambicioso e aprimorado do seu antecessor. Eu comprei esse jogo na Gog a alguns anos e ainda custei a jogar ele de verdade para fazer uma resenha honesta, mas felizmente, estou aqui para dar a minha opinião sobre o game. A minha análise vai ser em comparação com o Momodora 3, cujo eu já analisei aqui no blog.


A primeira grande novidade notável nesse novo jogo se diz em conta as sprites dos personagens. Eles não são mais pequenos, o que mostra que o jogo agora não será tão simples assim. Em Momodora 3, eu terminei em menos de duas horas... enquanto este, levei um pouco do dobro de seu tempo (lembrando que eu fiquei muitas horas e em muitas outras tentativas, o que pode ter encurtado um pouco). Diferente do seu antecessor, agora você não escolhe duas personagens - mas joga com apenas uma chamada Kaho.

Não entrarei em detalhes sobre a história, mas digamos que a sua personagem (uma sacerdotisa) está na aventura para salvar o reino. Durante o jogo, você conhece alguns personagens e dependendo das suas decisões, pode mudar a história para o final ruim ou bom. (Eu infelizmente, fui de final ruim mesmo). De quebra, o jogo apesar de ser curto (em comparação a outros Metroidvania) tem suas qualidades.


Enquanto Momo ou Dora só atacavam a curta distância, aqui foi dado a Kaho um arco e flecha, que pode ser carregado para atirar mais delas (semelhante a Mega Man X). Ela também pode rolar pra esquivar-se de ataques e dar pulo duplo. Por ser um jogo mais ambicioso do que o anterior, não há mais corações de vida - mas sim, uma barra de vida. Que é aumentada quando o jogador encontra corações escondidos pelo mundo (muitos inclusive, em áreas secretas).

Kaho recebe um item que pode se transformar numa gatinha

Kaho pode usar dois equipamentos (que lhe darão habilidades passivas) e encontrar itens que podem curar sua vida, aumentar seu dano por um tempo, iluminar o cenário, etc.


A diferença entre esse e o antecessor é surreal. Sendo Momodora: Reverie Under the Moonlight, um jogo muito maior, mais bonito e uma evolução de tudo o que vimos em Momodora 3. Felizmente, esse jogo está naturalmente traduzido para o português do Brasil.

A minha análise foi feita baseada na versão da Gog, você pode comprar pelo link abaixo: (R$20,00)


Momodora: Reverie Under the Moonlight on GOG.com

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Drakesang Online na Steam, qual suas diferenças para a versão original?

janeiro 23, 2026


Drakesang Online é um RPG online no estilo diablo que é baseado em um RPG de mesa chamado Dark Eye. Na minha análise sobre esse jogo, eu explico mais sobre isso. 

Eu passei algumas horas na versão steam do jogo e apesar de termos o mesmo jogo e mesmo servidores (onde você pode jogar com amigos que jogam o game fora da Steam), existem alguns pró e contras que eu gostaria de compartilhar.

Os prós são basicamente a facilidade de jogar o game sem a necessidade de criar uma conta. Você já loga com sua conta steam e tá tudo certo. Outra facilidade também nessa versão é a compra dos itens dentro do jogo (no caso, gastando dinheiro real). Que nos oferece a possibilidade de comprar itens usando o saldo da sua steam.

Agora vem a parte negativa: o idioma.

Na versão do jogo fora da Steam, ele já está marcado como em português. Na Steam não, sempre em inglês e tendo que trocar sempre antes de jogar. Eu iria jogar com um amigo que fez um personagem em um servidor diferente, e mesmo trocando para o português - o jogo entrava em inglês. O que me fez negativar o jogo na Steam e preferir a original. (Eu desinstalei o jogo e no outro dia, eu instalei e tentei entrar nesse servidor pra ver se dava pra criar meu personagem e não ter esse bug de estar em inglês mesmo colocando em português, e também, o que me fez escrever essa curta resenha).

Será que eles não poderiam salvar o idioma escolhido? Sim, ele tá em português de Portugal, mas deveria salvar pro idioma escolhido. (Podem ser que eles mudem).

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Conheça Pequenos Guerreiros, meu primeiro jogo 3D

janeiro 16, 2026

Pessoal, acabei de lançar meu primeiro jogo 3D.

Trata-se de Pequenos Guerreiros, um jogo feito na engine Smile Game Builder. 



Para aprender a mexer na ferramenta, criei esse jogo simples. Você pode encontrá-lo para DOWNLOAD GRATUITO na itch.io, clicando no link abaixo.


Se baixaram por aqui, deixe nos comentários o que acharam do jogo. Ele é totalmente gratuito.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

A tradução de diablo 2 loD recebeu uma grande atualização!

janeiro 05, 2026

Para quem curte diablo 2 e sua expansão, uma novidade!


O autor da famosa tradução do jogo disponibilizou gratuitamente uma atualização de sua tradução. Ela está melhorada e apresenta coisas que a antiga tradução não disponibilizava, como o nome dos lugares e a tradução do menu.


No site GunRoad (onde o autor postou sua tradução), ele explica as principais diferenças entre essa nova versão e a antiga que é bastante difundida. Para você baixá-la, precisará criar uma conta no site (que é facilmente criada com o sua conta google ou facebook). Por ser um produto não-comercial, você pode "comprar a tradução" digitando 0 mesmo no valor do preço (mas se quiser, pode doar um valor simbólico ao autor - algo que ele mesmo menciona os motivos no site).


Por fim, eu testei e realmente agora dá pra dizer que temos diablo 2 Lord of Destruction completo em portugues.


Baixe a tradução agora: Tradução Revisada de Diablo 2 e Lord of Destruction para Português Brasileiro

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Minas de Diamante - o primeiro suplemento gratuito para O Reino Mágico dos Pinguins, RPG de Inclusão

dezembro 11, 2025
Algum tempo atrás escrevi um RPG de Inclusão chamado O Reino Mágico dos Pinguins, que você pode baixar aqui.

Neste jogo, você controla os Pinguins de Niko: pinguins que vivem no deserto! O mundo onde eles vivem é chamado de Terras da Areia Escarlate. Os Pinguins de Niko são pinguins que vivem no deserto, e são criticados pelos demais povos. Os Pinguins de Niko sobrevivem as críticas e mostram que podem fazer qualquer coisa.

Estou aqui para mostrar o primeiro suplemento gratuito para O Reino Mágico dos Pinguins, chamado de Minas de Diamante.




Esse livro apresenta uma aventura pronta, especialmente usada para Mestres jogarem com seus amigos, para ensinar conceitos de inclusão e combate ao capacitismo. Ele também apresenta a história das Minas de Diamante, trazendo os Snafs: diamantes falantes e um item mágico novo, chamado de Armadura de Diamante.


sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Reino Mágico dos Pinguins - Um RPG sobre Inclusão

novembro 14, 2025


Olá amigos, eu me chamo Thiago Gomes, e trabalho escrevendo jogos de RPG. Além disso, escrevo alguma coisa por aqui, neste blog.

Seja como for, criei um RPG sobre Inclusão, chamado O Reino Mágico dos Pinguins. Inclusive, ele é totalmente gratuito, e pode ser distribuído livremente em qualquer lugar, desde que sua venda seja proibida.

Neste jogo, os Personagens jogarão como Pinguins, de um reino no deserto, chamado Niko. Esse reino não fazia parte das Terras da Areia Escarlate, mas uma mudança climática fez a região dominada pelos pinguins secarem. Alguns fugiram, mas outros decidiram encarar a situação de peito aberto. Nesse caso, o reino de Pinguins Niko foi construído no deserto, sendo o reino mais próspero.

Os Jogadores serão Pinguins de Niko, e podem ser Guerreiros, Cientistas ou Médicos. Eles são Heróis, que fazem missões e lidam com críticas de monstros e de outros povos vizinhos.

Esse jogo tem um sistema próprio, muito simples. Você precisará apenas de 1d20 (dado de vinte lados). Além disso, temos mecânicas bem interessantes, como a Força Pinguim (que soma dois atributos em um teste) e os poderes adquiridos na campanha: em vez de gastar pontos, todo "20" natural no d20 o Personagem ganha uma Habilidade única da classe.


Importante: gostaria de Feedback. Se gostou do jogo, deixe um comentário abaixo ou então mande um e-mail ou mensagem, ok.

sábado, 1 de novembro de 2025

Unreal Gold não funciona em placas de vídeo mais modernas? veja como resolver

novembro 01, 2025


Se você quer jogar sua versão da steam ou outra plataforma de Unreal Gold, há um patch feito por fãs que atualiza o game que permite utilizar placas de vídeo mais modernas. 

Acesse esse site: https://unrealarchive.org/unreal/patches-updates/patches/patch-227i/index.html e clique em unreal.ut-files.com e assim, baixará o patch. Já o arquivo de instalação só pede para você mostrar qual pasta em que o seu jogo estará instalado e após a conclusão, você poderá desfrutar do seu jogo.

Leiam minha resenha sobre o jogo: Unreal Gold: o FPS quase desconhecido da Epic Games! - Rei dos Games!


sábado, 11 de outubro de 2025

Slain back from Hell é um jogo muito difícil e nada animador

outubro 11, 2025

Eu gosto de jogar jogos difíceis. 


É minha praia e aqui no blog, eu ja resenhei vários. Mas o jogo de hoje, não é só difícil, ele é absurdamente traumatizante e que não recompensa o jogador que se esforçou para vencer os desafios. Na primeira vez que comecei a jogar o game, fui até um pouco longe, mas chegou em um ponto em que você precisa ser o "mago do Slaim back from Hell" pra passar. Mas por que?


Porque o nível de dificuldade do jogo apresenta uma enxurrada de inimigos que você tem que aprender a entender seus padrões para poder passar. Até aí, tudo bem. Porém, o número de mobs colocados contra o jogador é absurdo, o prendendo em tal parte do jogo. Na primeira jogatina, é comum você após passar um grande desafio com pouca vida, estar pensando: "pronto, passei dessa parte", até se deparar que o jogo te colocar mini-bosses pra te bater e te frustar. Ou seja, você precisa primeiro: aprender a sequência dos monstros da fase, para depois, lutar racionando recursos (vida) para enfrentar os últimos de uma possível horda.

Isso sem falar nas pegadinhas e armadilhas. Bom, falando das coisas boas do jogo - está nos seus gráficos em pixel art bem bonitos. O jogo é um pouco curto em questão de fases, mas os desafios o deixam um pouco mais longo. Aqui, você controla um personagem que foi revivido e precisa se não me engano, salvar seis reinos. Não me dei conta com a história porque o jogo é em inglês e não há tradução.


Não existe upgrades, apenas áreas secretas. O personagem continuará com a mesma vida do começo e o progresso é salvo automaticamente quando se chega em um dos checkpoints ou passe de fase. Falando dos checkpoints, eles são muito longos e o jogador deve passar um bom pedaço enfrentando Deus e o mundo e se conseguir sobreviver, ter seu jogo salvo - do contrário, vai ter que sofrer para passar tudo de novo. 


Para lutar contra os monstros, o personagem pode atacar com sua espada, usar um "dash para trás" (que se torna realmente útil no final do jogo e contra os chefes dele), usar um disparo mágico (que gasta mana e o jogador pode segurar o botão para gastar mais e dar mais dano) e pode canalizar o poder de sua arma e em seguida, causar um poderoso golpe (mas que precisa segurar até o limite e depois soltar o botão e ir para frente?)


Aqui vai uma "grande inovação do jogo": o personagem tem 3 armas: uma espada de prata (acho que é de prata, eu não sei inglês), uma espada de fogo e uma espécie de espada-machado de gelo. Que na prática, muda apenas o gráfico dos ataques com a espada e a cor da magia disparada. O problema é que, cada arma, oferece um dano a mais nos inimigos e você precisa descobrir testando qual arma dá mais dano em quem, ja que você não tem acesso a uma barra de vida dos mobs.

Quando comprei esse jogo e cheguei longe, após passar por uma parte impossível - fui trolado com dois mini chefes que deveria enfrentar sem magia e vida. Assim, deixei o jogo na geladeira da Gog por 4 anos e daí, tive vontade de jogar do zero e conseguir zerar. É como eu falei, o desafio é extremo e você NÃO TEM NENHUMA RECOMPENSA. Não ganha magias novas, não aumenta a energia, não ganha novas habilidades e quem parece pior são os chefes. É claro que cada fase é única e tem suas mecânicas e os combates com os chefes por mais que difíceis, não são complicados.


Eu não sei se recomendo esse jogo - acho que fico no meio termo. A pessoa precisa jogar e ter sua própria opinião. Eu jogaria de novo (afinal, eu comprei o jogo) mas não sei se, ele é pra todo mundo. Possui um ambiente heavy metal bem legal para quem gosta do tema, mas a sua dificuldade chega a pleno ridículo, enchendo com hordas de monstros que te obrigam a morrer pra decorar qual será os últimos da horda e você jogar racionando recursos.

Há uma mecânica de parry, que se você apertar o botão de defesa na hora certa que vai levar um golpe, pode aplicar um contra-golpe poderoso que recuperará um pouco de sua mana. É bem útil, mas... é um recurso muito básico pela dificuldade que o jogo apresenta.


Minha análise é da versão Gog (R$26,00), compre agora pelo link abaixo:


Slain: Back From Hell on GOG.com

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Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


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