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sábado, 9 de outubro de 2021

Como o Fight'N Rage pode ser considerado um dos melhores jogos de briga de rua até então

outubro 09, 2021

Está pensando em jogar algo como os velhos jogos dos saudosos anos 90? E se eu te disser que existe um jogo tão bom (e bem mais barato) que o Street of Rage 4 e que tem uma jogabilidade tão boa quanto da clássica franquia da Sega?  


Fight'N Rage é um jogo de briga de rua nos mesmos moldes dos arcades dos anos 90. Para começar, sua tela já lembra uma cabine de fliperama e apresenta inovações que muitos jogos consagrados não tiveram. A começar pela sua jogabilidade, na qual, é fluída e faz os jogadores terem que elaborar estratégias em vez de só socar alguns caras e passar para o próximo ponto. Existem três botões ao todo, o primeiro para agredir, o segundo para pular e um terceiro para mandar um ataque especial.

Sobre esses ataques especiais, são similares aos jogos do gênero. Mas ele tem uma certa inspiração em Street of Rage 3 do Mega Drive, na qual, você pode carregar o ataque especial e usá-lo sem gastar parte de sua vida. Além disso, o ataque especial pode ser usado no ar, para frente ou parado (mas essas variações dependem do personagem que estiver usando). Temos um genial sistema de combos que permitem fazer combinações até com os caras que nosso amigo estão agredindo.


Outra grande inovação que encontrei aqui, foi o fato de ter "fogo amigo" apenas para os inimigos. Pessoal que joga esse tipo de jogo, sabe que é meio chato ao tentar agredir um adversário, acertar seu aliado. Isso não existe nesse jogo! O que permite que até três jogadores possam socar um único infeliz ao mesmo tempo, sem temer em um acertar "sem querer", o outro; Algo que pode ser um pouco irritante é quando a tela se enche de inimigos e você não se encontra, mas de quebra, não achei outro defeito.


Temos três personagens e cada um deles possuem habilidades diferentes (com ataques especiais únicos). E como de costume, uns são mais lentos e causam mais dano, enquanto outros são mais rápidos e causam menos dano. O esquema do jogo também segue uma história onde os jogadores podem escolher o caminho (parecido com o Golden Axe 3 do Mega Drive) e dependendo do desempenho da campanha, o jogador poderá destravar os 56 FINAIS da história (o jogo após ser fechado pela primeira vez, conta com uma tabela de finais preenchidos para você saber quantos faltam para terminar).


E quem pensa que é só socar alguns caras e mudar de sala, se engana. Pois dependendo da suas escolhas, podemos ter uma fase com veículos (estilo Cadillacs and Dinosaurs) ou outra que parece ser inspirada numa fase do jogo de arcade do Tartaguras Ninja (onde os personagens ficam sob uma prancha ao mar).


Os inimigos são inspirações de vários jogos e cultura pop, a começar pelo mestre final. Que é claramente inspirado no Mister X de Street of Rage! Mas temos também personagens que usam ataque de choque (em menção ao Blanka de Street Fighter), ataques especiais em homenagem ao Ryu (também de SF), e até macacos com vestidos de Bruce Lee naquele filme O jogo da Morte. (inclusive, acertam uma voadora igualzinho o grande mestre das artes marciais).


Além das referências, do sistema de combos, de encontrar caminhos novos e um ambiente que lembra muito a velha jogabilidade de títulos do gênero nos anos 90, Fight 'N Rage oferece bastante conteúdo para ser desbloqueado (e você faz isso ganhando moedas do jogo na medida que vai jogando, aumentando ainda mais o fator replay). Você pode destravar novas skins de personagens e novos modos de jogo - inclusive, podendo jogar a campanha com aliados controlados pela CPU (o que não tinha visto em outro jogo até agora!)


Se não tem ninguém para jogar com você, coloque um ou dois do CPU e detone! O jogo suporta muito bem joystick e funciona muito bem com placas de vídeo mais modestas (a minha é bem humilde e rodou que foi uma maravilha). Mas eu vou te dizer uma coisa, esse jogo foi um dos melhores do gênero que já joguei e me diverti demais - tanto que zerei duas vezes logo de cara assim que comprei o mesmo na GOG (na qual, é a versão que eu faço essa análise) - mas acredito que seja o mesmo conteúdo em outras plataformas.

A minha maior surpresa foi ver que o game foi feito por uma única pessoa, que desenhou e programou tudo. Deixou apenas as músicas sob os créditos de outro (que é mencionado assim que o jogo abre). Se você está procurando um game pra jogar com os amigos e o Street of Rage 4 está muito caro para o seu bolso, compre Fight'N Rage - que é mais barato e acredito que dará mais horas de diversão que o famoso game da Sega.


Esse jogo é bom, e eu recomendo demais!

Você pode comprar o jogo na Gog (R$27,00) pelo link abaixo:


https://www.gog.com/game/fightn_rage

Análise sincera sobre Zuma's Revenge

outubro 09, 2021

Confesso que não pensei que demoraria tanto para escrever a resenha de um jogo tão simples como Zuma's Revenge. Como parte da nossa política aqui no blog, só postamos alguma resenha sobre um jogo se pelo menos a gente zerar ele. Em alguns casos, isso não é possível. Seja como for, esse joguinho me fez perder muitas horas neste desafio.

Primeiramente conheci Zuma's Revenge como parte do catálogo de jogos no Zeebo, antigo videogame brasileiro que minha mãe comprou pra gente em 2011. Embora tivesse o console na época, eu nunca cheguei de fato a jogar o game. Depois de alguns anos, decidi comprá-lo na Steam e, por conta disso, estou preparando uma análise sobre ele aqui. 

Zuma's Revenge é um jogo da empresa PopCap Games (a mesma de Plants x Zombies). Assim como o jogo de Zumbis, você usa inteiramente o mouse aqui. Basicamente é um jogo de puzzle, onde você precisa fazer combinações de bolas de gude coloridas antes que elas empilhem e caiam numa caçapa. O jogo existe diversos modos, mas vou me atender apenas ao Módulo Adventure, que é o jogo. Na história do jogo, parece que você controla um sapinho e deve resgatar sua namorada em uma ilha cheia de feiticeiros ou xamãs, ou seja lá o que for.


O jogo é muito bom para desenvolver raciocínio rápido, principalmente crianças ou até mesmo pessoas que não manjam muito de videogames ou coisa do tipo. Basicamente, o jogo se resume a fazer combinação de bolas de gude de uma mesma cor. No Módulo Adventure (que é o jogo padrão) você precisa passar por 6 zonas (cada uma com 10 fases e um chefe). Ao passar por cada zona, uma parte da ilha onde você está aparece, revelando fases cada vez mais difíceis. Para ajudar no puzzle, você também consegue alguns power-ups que podem ser muito úteis. Ao chegar no nível 5 de cada zona, o jogo salva automaticamente seu progresso e você também não perde vidas quando começa no nível 5 de cada zona.

Demorei MUITAS horas para zerar o game. As cinco últimas fases são de doer! Demorei MUITAS HORAS para, na tentativa e erro, finalmente conseguir zerar o jogo. Foi um dos jogos mais difíceis que eu tive para zerar. Eu até recomendo para que você possa comprar esse jogo para seus filhos, ou mesmo encare o desafio de zerar o game. Zuma's Revenge está na Steam por R$9,90 ou até com preços menores na promoção. Compre agora ou guarde na sua lista de desejos!

Zuma's Revenge (R$9,90)

Resenha sobre o RPGMaker VX (Steam)

outubro 09, 2021

Em nossa postagem sobre o RPG Maker 2000, falamos um pouco sobre a primeira versão do famoso software para a criação de jogos em estilo RPG. Mas não parou por aí, pois na medida em que foram lançando vários programas novos, conseguimos na época testar todos eles (2003, VX, VX Ace, XP...) e agora aqui temos uma resenha honesta da versão original do programa.


Entenda que o preço pode parecer bem salgado, mas é porque se trata de um software de criação de jogos. Tanto, que com a versão original, você está até autorizado a vender seus jogos - mesmos que tenham desenhos e músicas feito por terceiros. Mas, para aqueles que se divertiam na infância ou adolescência ao criar seus próprios mundos através desses programas, é mais que uma honra adquirir o produto original - uma vez que naquela época (anos 2000) muitos acreditavam que os programas eram gratuitos (devido a sua facilidade em encontrá-los).



Você pode encontrar todas as suas versões a venda na Steam (como o RPG Maker 2000, 2003 e outros). Mas a minha história com o VX é bem especial!


De todos os programas "clássicos" (digo isso em referência aos softwares lançados antes do lançamento do RPG Maker MV) o VX foi o que passei mais tempo. Ele foi lançado em 2008, trazendo uma evolução até o bem mais popular entre o pessoal que participava de fóruns sobre o assunto (XP) chamado de RGSS2 - que utilizava uma linguagem de programação de script baseada na linguagem Ruby. Que permitia aos usuários inserirem scripts de programação em seus jogos, modificando-os como nunca fora visto até então.


O RPG Maker XP foi o pioneiro disso, tendo grande sucesso entre o pessoal dos fóruns e muito material bom foi produzido pelos fãs. Mas, a sua nova versão parece não ter sido a preferida dentre todas elas! Para começar, o RPG Maker VX veio com melhorias na jogabilidade e em sua interface. Agora era mais fácil de se criar os mapas, além da opção de montar sua própria masmorra. Também não precisamos mais criar eventos para colocar nossos baús de tesouro no jogo, tudo era feito com uma opção que aparecia com o simples clique do lado direito do mouse.


Para voltar as origens, o RPG Maker VX tentou se assemelhar ao 2000, tendo um sistema de combate parecido (nada de ver as imagens dos heróis como na versão XP) ao mesmo tempo, que se encerrou os cenários (agora é um fundo borrado que temos, o que pra mim é o máximo!). Ele vem com um novo estilo gráfico e tudo o que se precisa para se criar seu jogo de aventura. Com a opção de por scripts, você poderá turbinar o seu game com diversas coisas - mas nem todos são compatíveis uns com os outros.


A versão Steam vem em inglês e com ela você terá acesso a tudo o que ele pode proporcionar. Temos uma lista interessante com imagens de monstros e algumas músicas (aqui eu vou ser franco com você: elas são bem poucas e a maioria bem simples!) Talvez um defeito para novos usuários com a versão da Steam seja que para traduzir as falas do seu jogo, você precisa acessar a página de scripts! (Não precisa ir só na aba 'Terms' do inventário).


De quebra, é um bom programa mas que diferente da sua versão seguinte (o VX Ace - que é 100% compatível com este programa) não existem dlcs para se comprar na Steam. Mas é um dos RPG Maker que eu mais gosto (e também aquele que eu mais usei e ainda uso!) Você pode comprar a versão original por R$73,00 ou marcar na lista de desejos para aproveitar promoções. 

Compre no link abaixo!


https://store.steampowered.com/app/521880/RPG_Maker_VX/

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Minha análise sobre The King of Fighters XIV Galaxy Edition (Gog)

outubro 05, 2021

Quem conhece nosso blog sabe muito bem que ele se restringe a jogos eletrônicos, RPGs, jogos em gerais, etc não se prendendo a nenhuma plataforma. Gostaria de fazer aqui uma análise sincera sobre The King of Fighters 14 - Galaxy Edition, que é uma versão disponibilizada na plataforma de games Gog, com a qual, também gosto bastante e tenho vários jogos por lá. Sem delongas, vamos lá!

Sobre o KOF14, ele mantém os aspectos dos personagens em The King of Fighters 13, com algumas mudanças nos comandos dos golpes. Por exemplo, descobri que o especial de "espancar" do Joe Higashi se usa aqui o chute, bem diferente de outros KOFs lançados, que eram usados o botão de soco. A mecânica do jogo me agradou bastante, e até a execução de chains e demais combos melhoraram o que já haviam feito no KOF anterior. Para quem joga KOF desde o começo, executar combos exigia bem pouco tempo, fazendo que o jogador fosse "meio cirúrgico" na aplicação de combos. KOF 13 chegou a consertar isso, mas trouxe como algo ruim: os combos muito longo e demorados, que deixou o jogo chato. Em KOF 14, deu para perceber que o tempo de combos é bem mais "fluído" até mesmo que o Kof13, podendo você executar combos sem ser tão preciso assim. Gostei muito. Parece que os combos longos e demorados também saíram aqui deste jogo. Parece que usaram apenas as coisas que funcionaram do KOF13.


As mecânicas de magias e outros golpes queimando a barra de especial de KOF13 (uma cópia clara de Street Fighter 4) não existem mais aqui. Ou pelo menos, ainda existem, mas desde que você usa esteja com a barra estourada. Outro ponto interessante que descobri é que você pode fazer combos apertando apenas um único botão de soco fraco repetidamente + frente. O jogo também oferece DESAFIOS, TUTORIAIS e também uma galeria para ser desbloqueada, assim como diversas conquistas.




Vou te falar uma coisa: AMEI KOF14. Eu sei que é um pouco tarde para escrever uma resenha como esta, mas agora que tive condições de ter esse jogo na minha coleção. Você também não precisa ter um PC-GAMER-TOP para rodar esse jogo, bastando ter boa uma placa de vídeo. Meu PC atualmente tem 4GB de RAM e rodou bem o game. Por fim, acho que não é segredo para ninguém, que o chefe do jogo é uma VERDADEIRA BOSTA numa história sem sentido algum. É com toda certeza, o pior chefe da história dos KOFs.

The King of Fighters XIV Galaxy Edition custa R$124,99 mas pode abaixar muito com as promoções na Gog. Compre agora, ou deixe na sua lista de desejos para, quando o preço baixar, aproveitar a promoção.

The King of Fighters XIV Galaxy Edition (R$124,99)

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Como criar MOVIMENTAÇÃO de Personagens no GameMaker Studio 2

setembro 27, 2021
Vamos aprender, na linguagem GML (do GameMaker Studio 2) como movimentar um Personagem para CIMA, BAIXO, ESQUERDA e DIREITA, apertando os controles do teclado. Além disso, quando ele se movimentar para cima, ele muda a sprite, quando anda para baixo, também muda a sprite e também quando fica parado, muda a sprite.

1º Passo: tenha as Sprites...

Sprites são basicamente os desenhos dos Objetos que você usará no seu jogo. Objetos são basicamente eventos que vão acontecer no seu jogo. Inicialmente, vamos construir um Objeto que será controlado pelo jogador. Para isso, precisamos dos desenhos nas quatro direções...


Acima foram quatro sprites que separei...

Essas sprites serão o desenho do personagem do nosso modelo de jogo aqui. No total, serão quatro sprites (uma ele indo pra cima, outro para baixo, e para esquerda e direita). Caso ele não se mexa, ficará olhando para o player (usando a sprite ele indo para baixo).

Para criar uma Sprite, você precisa ir em Sprites > Create > Sprite, conforme o print abaixo.



Ao fazer isso, você terá DUAS OPÇÕES:

1) Importar a Sprite de algum lugar do seu PC.
2) Desenhar a sua própria Sprite.

Neste exemplo, usarei o desenho do gatinho mostrado acima. Portanto, criarei quatro sprites diferentes. Usando o mesmo método.

Cuidado com a transparência...

Ao usar imagens importadas, elas podem vir com um fundo. Para isso, precisamos retirar o fundo da imagem para que ela fique transparente.



Para retirar o fundo de uma imagem no GameMaker, precisamos usar a Magic wand tool, ou apertar W, para usar a ferramenta de retirar fundos.

Imagem sem fundo fica assim...

Quando retirar o fundo, e colocar as sprites parado e para as direções, deve ficar desse jeito:



IMPORTANTE: É sempre importante separar por categorias tudo que você faz no GameMaker. Como podem ver, as sprites tem spr antes do seu nome, que significa Sprite. Isso não é regra, mas será muito mais fácil na hora de criar seus projetos no GameMaker.

2º Passo - Criar o Objeto do Jogador

Você já tem as sprites que vai usar no objeto, agora terá que criar um Objeto para colocar essas sprites. Neste caso, vamos criar um Objeto para a criação do personagem que o jogador usará no seu game. Neste exemplo, usaremos as sprites desse gatinho bonitinho.

Para criar um Objeto, você precisa ir em Objetcs > Create > Objetc.


Lembra que falamos sobre Catalogar as coisas no Game Maker?!

Se usamos spr_ para nomear as sprites, vamos usar obj_ para nomear os objetos. Sendo assim, nosso objeto player (que será controlado pelo jogador) será obj_player.

Cada Objeto tem uma lista de EVENTOS que você usa para programar ele no jogo. No entanto, não vamos explicar toda a lista de Eventos aqui neste post, apenas os EVENTOS que você vai precisar para a criação desse jogo: Create e Step.

Create é um evento que indica o que acontece quando um objeto é criado na tela. Geralmente são usadas variáveis para definir algumas coisas do Objeto, como um valor de vida, velocidade, etc.

Step é um evento que é checado o tempo todo no GameMaker. Ao criar seu objeto Player, utilize esses dois eventos (Create e Step). 

Eu defini uma Sprite inicial também.



Feito isso, vamos para o terceiro e último passo.

3º Passo: Criação da Movimentação Via Código

Vamos definir então, no CREATE, uma variável. As "variáveis" são condições que guardam valores. No Create do objeto do player vamos criar uma variável chamada velocidade, e definir que esse valor será de 4.

velocidade = 4;

Agora, no Step do Objeto do Player, vamos escrever algumas variáveis, assim como criamos as sprites para cada lado que o boneco vai. Sobre variáveis, existem três tipos:

Variáveis Comuns: a que guardam valores importantes, como a vida e velocidade.
Variáveis Temporárias: que são usadas em momentos específicos, por assim dizer.
Variáveis Globais: que usam no jogo todo.

A variável velocidade é uma variável comum, pois guarda uma informação importante, que é a velocidade do jogador na tela. No entanto, como a movimentação é algo bem dinâmico, vamos usar variáveis temporárias para a movimentação do player. Para usar uma variável temporária, você precisa escrever um var antes das variáveis.

var esquerda, direita, baixo, cima, parado

esquerda = keyboard_check(vk_left);
direita = keyboard_check(vk_right);
cima = keyboard_check(vk_up)
baixo = keyboard_check(vk_down)
parado = keyboard_check(vk_nokey)

keyboard_check é um código que é usado checar se uma tecla é apertada. Neste caso, a variável é ativada quando uma tecla é apertada. Ou seja, se ele ir para cima, a variável cima é ativada. Caso você queira usar uma tecla comum do teclado, precisa escrever (ord("LETRA DO TECLADO EM MAIÚSCULA"). 

Por exemplo, digamos que eu queira as teclas A, S, D, W ao invés de UP, DOWN, LEFT, RIGHT?


var esquerda, direita, baixo, cima, parado
esquerda = keyboard_check(ord("A"));
direita = keyboard_check(ord("D"));
cima = keyboard_check(ord("W"))
baixo = keyboard_check(ord("S"))
parado = keyboard_check(vk_nokey)


Obs: repare que deixei uma variável chamada parado. Essa variável indica quando nenhuma tecla direcional é apertada. Qualquer tecla especial do teclado (que não seja números e letras) precisa ter um vk_nomedatecla. Vk quer dizer virtual keyboard.

MOVIMENTAÇÃO:

Agora coloque dessa forma:

x+= (direita - esquerda) * velocidade;
y+= (baixo - cima) * velocidade;

Repare que é usado o valor de velocidade, a mesma variável que é usada no Create. Seja como for, se você quiser que ele se movimente mais rápido, aumente o valor na variável velocidade. Se quiser que ele se movimente mais lentamente, diminua seu valor.

Mudando as Sprites quando se troca a tecla

No Game Maker uma das coisas que você mai usa é a questão do If (E se...). Ao usar o comando de If, sempre tente colocar em { }. No nosso exemplo, vamos usar o código sprite_index, que troca a sprite de um objeto.

Sendo assim, toda vez que uma variável temporária será acessada, a sprite vai mudar. Veja como eu fiz:

        
if (esquerda)
{
sprite_index = spr_player_esquerda;
}
if (direita)
{
sprite_index = spr_player_direita;
}
if (baixo)
{
sprite_index = spr_player_abaixo
}
if (cima)
{
sprite_index = spr_player_acima
}
if (parado)
{
sprite_index = spr_player_parado
}
Veja no GameMaker:



Por fim, para ver se tudo deu certo, você precisa ir em Room, que são as telas do seu jogo, e arrastar o objeto do player para dentro dela. 



Para testar o jogo, você só precisa apertar F5.

Quaisquer dúvidas, deixe nos comentários abaixo.

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Crie Games 2D com Game Maker Studio 2

setembro 23, 2021

Você deseja criar jogos para videogames, computador e celular?!

Então conheça o Game Maker Studio 2, um software poderoso de criação de games. Através de uma linguagem conhecida como GML (GameMaker Language), você tem TOTAL LIBERDADE para criar seus próprios jogos. Embora você consiga criar games sem programação (como o RPG Maker) o conhecimento da linguagem GML é altamente recomendado.

Conheço o GameMaker desde a versão 5.0. Só sei que a versão mais recente (Studio 2) pode ser adquirida na Steam ou no site da YoyoGames por preços acessíveis. A versão grátis que você pode adquirir você pode usar todos os recursos do programa. No entanto, não será possível publicar games sem comprar a licença do programa. Há também cursos e tutoriais na internet que explica como criar um jogo no GameMaker (no Youtube há MUITOS tutoriais dele).

Aqui no blog já publiquei meu primeiro jogo feito com o GameMaker Studio 2, com a qual tem o download grátis. Para quem quiser conhecer o programa, acesse os links abaixo. Ou compre a versão da Steam (licença para criação de jogos apenas para PCs).

DETALHE IMPORTANTE: o programa está em português BR.

Comprar pelo Site da YoyoGames (R$20,69 por mês e permite criar jogos pra celular ou de graça, mas não dá para publicar jogos)

Steam (R$169,99 PERMANENTE para criação de jogos de PC ou de graça, mas não dá para publicar jogos)

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Resenha sobre RPGMaker 2000 VALUE+ (Steam)

setembro 15, 2021

O RPGMaker 2000 foi um dos primeiros programas de criação de games que conheci na minha vida. A primeira vez que eu conheci o RPGMaker foi quando era adolescente, em 2000 ou 2001. Estava na casa da minha tia onde eu vi uma revista que falava a respeito dele. 

Alguns anos depois, com meu primeiro computador, chegamos a aprender a mexer no programa apenas fuxicando. Seja como for, conseguimos aprender boa parte do seu funcionamento, além de começar a criar diversos projetos. Esse projetos me levaram até aparecer na MultiRio (Canal educativo de TV do Rio de Janeiro), além de citação numa revista escolar na época, junto com meu irmão Rodrigo.

Depois de muitos anos, meu irmão me presenteou com uma versão do programa que está na Steam (e estava na minha lista de desejos!). Junto a isso, comprei um curso sobre RPGMaker 2000 para aprender coisas do programa que eu não conheça (embora já conheça pelo menos 80% dos recursos dele).

Houveram MUDANÇAS em relação ao original que eu usava e a versão Steam?!

Sim! Embora o programa seja o MESMO que usava quando adolescente, o programa continua a mesma coisa, com alguns recursos novos de debug interessantes. Agora você não precisa ficar importando os arquivos para a criação do seu jogo. Quando você cria o jogo, você pode ter a opção de IMPORTAR todos os arquivos para a criação do mesmo.

Além disso, os códigos agora ficam coloridos (como no GameMaker e outros programas), para facilitar a programação dos eventos. Vale lembrar que o programa foi repaginado em 2015, o que quer dizer que os jogos produzidos nele possam funcionar sem problemas em qualquer computador. Outra coisa também que notei é que no novo RPGMaker 2000 você agora pode usar acentos e ç nas mensagens dos jogos.

RPGMaker 2000 custa cerca de R$45,99 na Steam, mas o preço pode BAIXAR MUITO com as promoções recorrentes que acontecem por lá. É um clássico e que continuarei usando. Vamos ver se consigo fazer jogos melhores como adulto como aqueles que fazia quando criança. Diferente de outros softwares de criação de jogos, no RPGMaker você pode criá-lo sem problemas e de forma divertida. Você não vai ficar tendo dor de cabeça para corrigir bugs e coisas do tipo.

RPGMaker2000 na Steam por R$45,99 ou preço menor nas promoções

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Tradução PT-BR Wolfenstein: The New Order (SEM PROPAGANDA!)

setembro 13, 2021


Para quem tem uma cópia de Wolfenstein: The New Order, pode baixar a tradução do jogo abaixo, sem nenhuma propaganda. 

Após ter seu jogo no computador (de preferência uma compra na Steam), baixe a tradução no link abaixo. Essa tradução tem um instalador próprio, onde você precisa encontrar no jogo a pasta e o arquivo executável de onde o jogo está. Fazendo isso, o jogo ficará totalmente em português.


O ótimo (e difícil) Wolfenstein: The Old Blood

setembro 13, 2021
Referências, Referências....

Acabei de terminar Wolfenstein: The Old Blood e gostaria de fazer uma breve análise do que joguei por pelo menos quase 15 horas.

Antes de tudo, sou super fã dos jogos da Id Software. A franquia Wolfenstein foi basicamente o pai de todos os FPS (jogos de tiro em primeira pessoa) que existem no mundo dos games. Aqui no blog já tinha resenhado o clássico Wolfenstein 3D (onde tudo começou), a sua expansão Spear of Destiny e a versão do game de 2001, intitulada Return of Castle Wolfenstein.

Wolfenstein: The Old Blood foi a primeira versão "mais recente" do game que tive em minhas mãos. Foi um jogo lançado em 2015 para diversas plataformas (a versão que eu tenho é da Steam). Sua história passa em 1946 e, como nas versões anteriores, você controla o épico B.J. Blazkowicz. Até por estar fora de muito tempo da franquia Wolfenstein, jogar The Old Blood pareceu para mim como remake do clássico Wolfenstein 3D: você acaba entrando no castelo nazista, acaba preso e consegue escapar e, a partir daí, você precisa matar os nazistas. Embora o conceito original seja dessa maneira, aqui B.J precisa recuperar um arquivo secreto, passando por muitos apuros.

Wolfenstein: The Old Blood vem depois de Wolfenstein: The New Order, que vou jogar em breve (ainda não joguei quando escrevo isto). O sistema de jogo é bem suave, com ação frenética. O jogo é um pouco difícil, onde tem horas que quase desisti de jogar e xinguei muito Jhon Carmack (hahah). Você pode matar os nazistas enquanto os mesmos estão distraídos, mas quando eles encontram o corpo, eles chamam o alarme (de forma semelhante ao Return of Castle Wolfenstein) - a diferença aqui é que você precisa enfrentar todos eles, e não perde o jogo como na versão de 2001.

Terá partes especiais que tu volta a jogar o Wolf3D com a engine atual...

O arsenal de armas é gigantesco, e muitas delas você pode optar por usar uma arma em cada mão ou apenas uma arma. Além disso, você pode matar os inimigos com cano ou com faca (armas marciais) ou as armas do jogo. Pelo que eu vi, a engine do jogo é a mesma de Doom 2016, recentemente resenhada aqui no blog pelo meu irmão. O jogo também conta com passagens secretas, onde você pode colecionar alguns itens (como Ouro) e também existe um modo especial que você joga as versões antigas do Wolfenstein 3D, como se fosse um sonho nostálgico. Os gráficos do jogo são lindo demais, e ele conseguiu rodar sem problemas no meu PC. Alguns inimigos clássicos do jogo estão aqui, como os cachorros (aqui eles usam armaduras) e também os nazistas zumbis (aqui eles são vítimas de algum ritual de bruxaria).Existem outros novos, como armaduras gigantes, drones (igual do Quake 2) cachorro robôs, etc.

Aquela referência básica ao Doom, filho do Wolfenstein

Também gostei bastante da história, embora o jogo seja bastante envolvido no atirar-matar. Tem uma hora que você dá até uma de garçom! Outras horas você precisa agir rápido e sua melhor opção será fugir do que querer matar todos os inimigos. Teve uma hora no jogo que preferi avançar na fase correndo do que querer matar todos os inimigos.

Para finalizar: esse jogo é DIFÍCIL. Apenas pros gamers raiz!

No fim do jogo, você pode acessar uma opção onde vê todo o seu progresso (quantas vezes morreu, quantos inimigos matou, etc) e até um ranking global de seu desempenho. Também abre uma nova Dificuldade e um novo novo de atirar nos inimigos.

Se eu recomendo o jogo?!

CLARO QUE SIM! Só aviso que o mesmo é bem difícil (morri mais de 130 vezes se não estou enganado) mas com paciência e vontade tu chega lá. Fora isso, o jogo é sensacional.

Wolfenstein: The Old Blood está na Steam por R$49,90

domingo, 12 de setembro de 2021

Doom 2016: O "reboot" que deu certo (análise)

setembro 12, 2021

A franquia Doom é tão presente na minha vida cujo passei boa parte dela matando demônios e enfrentando seus diversos desafios ao longo dos jogos. Tanto que tenho todos os games da franquia clássica e já resenhei todos aqui no blog: desde o primeiro Doom, aquele lançado em 1993 - até o mais recente Doom 64, além de falar sobre o programa onde podemos construir nossos próprios mapas, ou até mesmo, o Oblige, que é um gerador de mapas/campanhas para os jogos clássicos.


Para mim, todos os jogos são bons - incluindo o Doom 3. Cujo em 2004 apresentou o primeiro reboot da série mudando um pouco o seu foco (trazendo mais para o lado do horror - parecido com a franquia Alien). O que apesar de ser legal, não agradou a fan base, cujo muitos reclamaram dos locais apertados e da escuridão que o jogo era (fora o fato de ter que segurar lanterna em vez de colocá-la junto com a arma). 


Como fã da série, não vejo problema algum e sou apaixonado pelo jogo mesmo ele sendo bem diferente dos games anteriores. Só que remover o que era mais legal no jogo para implementar algo novo, realmente não foi muito bem aceito e mesmo com um filme no cinema lançado no mesmo tempo, a única coisa que tivemos de novidade para ele foi uma expansão, na qual, também já resenhei aqui no blog.


A graça da luta contra os demônios em Doom era simplesmente o "atire em tudo o que se mover" - o que foi trocado em Doom 3. Pra começar, você está num local sozinho e leva mais sustos do que os combates em estilo arcade do anterior. A grande sacada do jogo feito por Jonh Romero e companhia, era simplesmente ser trolado pelo mapa ao encontrar um poderoso item sem nenhuma supervisão e ao pegá-lo, abrir as paredes a sua volta com um enxame demoníaco pronto para levá-lo a morte. Doom sempre foi assim! Pegue as armas, entre no inferno chutando a porta e colocando todos nos chão (algo simples e que fez muito sucesso!) Mas o primeiro reboot da franquia sacrificou optou por cortar a parte mais divertida para apenas oferecer pânico aos jogadores. (Pânico afinal, que seria muito melhor se houvesse multiplayer cooperativo...)


Ainda bem que podemos desfrutar do melhor do Doom 3 cooperativo graças as ferramentes desenvolvidas por fã. Não sabe como? Leia minha postagem a respeito e não se preocupe, você não precisa ter que abrir porta de servidores... o negócio é bem simples de manejar!


Após a única expansão de Doom 3, os fãs ficaram atônitos pelo Doom 4 (e me inclua nisso!). Muitas vezes procurava na internet alguma coisa que pudesse revelar sobre a continuação do jogo, mas a única coisa que eu fui saber foi um comentário de Jonh Carmack que avisou que o "jogo estava sendo produzido mas que não poderia mostrar as imagens" - o que se passou vários anos e nada. 


Acredito que o pessoal da ID ao idealizar um novo reboot, levaram muito tempo para modernizar o jogo raiz e fazê-lo uma continuação do último game (Final Doom, cujo também já resenhei no blog). Mas como foi isso? Eu não sei ao certo, só sei que antes dessa decisão - há um projeto anterior que colocava ainda mais história no jogo que Doom 3 e os produtores jogaram tudo fora por não se parecer nada com Doom (chegaram a chamar de Call of Doom). Sobre isso, recomendo o vídeo feito pelo canal Carpenedo - que explica melhor sobre esse primeiro "doom 4" e porque foi cancelado. Veja abaixo se quiser e depois continue lendo a postagem.

Eu ainda não comprei o jogo porque meu computador não tem uma placa de vídeo que o suporte. Mas para a minha alegria, meu irmão comprou e me emprestou compartilhando sua biblioteca Steam além de seu pc! (devo comprar também o jogo quando tiver um pc que rode, porque quero ter todos originais!). Então, minha análise será de minha experiência no computador que não é o meu! E como veterano de Doom a décadas, posso dizer sem medo de errar que os caras modernizaram o game antigo! 


Doom 2016 segue com êxito o mesmo jogo de 1993, com uma jogabilidade rápida e com cenários um pouco mais abertos (estilo Doom 2) - permitindo que possamos nos esquivar e até escapar dos monstros. Uma versão moderna do clássico, cujo apresenta até uma versão atual do antigo mapa que a gente se guiava ao apertar TAB (que para mim, não foi nada útil uma vez que o jogo já mostra na tela onde devo ir).

Temos a maioria dos monstros de Final Doom aqui com algumas adições, criaturas novas que trouxeram o mesmo peso dos monstros clássicos. E numa salada contra vários demônios querendo arrancar a sua pele, aonde você deve ser rápido e NUNCA FICAR PARADO para destruir todas as ameaças. Esqueça coisas de jogos de FPS como recarregar ou quantidade de munição, aqui você tem aos montes! O jogo segue uma mecânica bem simples e apresenta um sistema de evolução baseado em sua própria exploração! (Você não melhora "seu personagem" matando monstros e sim, achando os upgrades no cenário), podendo escolher o que vai aumentar quando encontra tais upgrades, como escolher se vai melhorar sua quantidade de munição máxima, armadura máxima ou vida máxima. Além disso, há runas que você equipa no doomguy e que oferecem diferentes habilidades (como uma execução gloriosa mais perto (vou explicar adiante), ou fazer o monstro oferecer mais munição ao ser morto, por exemplo).


As runas são encontradas no cenário e para ganhá-las, você precisa cumprir certos desafios (sendo teleportados a um mapa e daí você precisa matar demônios em tal tempo ou chegar ao tal ponto e em tal tempo, etc.). Ao passar alguns testes e ganhar algumas runas, você aumenta o número de slots para as mesmas, podendo até se equipar com 3 ao mesmo tempo! 


Você tem total liberdade para explorar o mapa e suas áreas secretas, sendo recompensado com itens e easter eggs. Mas, a parte principal são as execuções gloriosas (uma ideia vinda do "Call of Doom", a primeira tentativa de Doom 4 como você pode ver no vídeo do Carpenedo que compartilhei na postagem!) que foi muito bem vinda... ao deixar o demônio muito ferido, ele ficará tonto e piscará com uma cor amarela, basta chegar perto dele apertando F (que é um ataque desarmado) que você executa o demônio com um ataque mortal, como quebrar seu pescoço, arrancar sua mandíbula, etc. o que concede um cura e munição (já que você tomará dando a todo momento e precisará se curar quase que a cada segundo!) Mas se você oferecer dano demais ao demônio de forma que ele morra, não se preocupe - você é sempre recompensado quando matar um deles.


E como não poderia faltar na franquia, temos a icônica serra elétrica. Mas aqui funciona de forma diferente! Você possui cargas (que seria a munição da mesma), mas por ser uma "arma bem letal", usá-la já é uma execução gloriosa (mas que oferece apenas munição e em abundância - o suficiente para encher todas as armas que você está carregando!) O que é uma grande escolha para monstros mais poderosos, mas tenha cuidado... muitos possuem uma armadura e devem ser pego pelas costas (como o Mancubus) ou num local onde a armadura não os protege.


Além desse sistema de runas, ainda podemos melhorar nossas armas para que as mesmas ganhem tiros secundários, sendo que o jogador que escolhe. E são dois para cara arma, sendo que podem ser trocados no meio do jogo apertando R e melhorado com pontos que você encontra durante as fases. Não falarei a respeito deles, mas ao concluir as fases e cumprir certos desafios (ou encontrar "soldados humanos mortos" você ganha "pontos" que lhe permitem melhorar os tiros secundários, aumentando as possibilidades de matança dos demônios). Fora que as runas que você tem equipadas são melhoradas quando você vai matando um certo número de demônios (ou seja, só as runas evoluem com xp por matar demônios!)

O jogo consiste em não só ser uma versão moderna do Doom clássico, como também, consiste em ser uma união de todos os jogos da franquia até hoje (incluindo Doom 3). Vemos isso em algumas trilhas sonoras, sendo que uma é claramente a trilha tocada na abertura de Doom 3 com modificações leves e o monstro Hell Knigth (que seguiu o mesmo design do terceiro jogo da franquia em vez de ter uma aparência mais demoníaca) e como não pode deixar de ser, temos uma boa trilha sonora a base de um ritmo pesado como é de costume. Os monstros realmente vem para cima de doomguy mas não trocam farpas entre si como os antigos (afinal, acho que nem é preciso uma vez que a munição é facilmente obtida ao derrubar os monstros).


Assim como você tem a serra elétrica e que há "cargas", temos uma BFG que segue o mesmo padrão. Sendo uma arma tão apelona como dos games clássicos! Na verdade, é de encher os olhos como a mesma trucida os que estão a sua volta e você a acessa apertando T... mas como possui "cargas", use-a com sabedoria.


Os demônios possuem diversas habilidades que parece um pouco com Serious Sam (cujo primeiro jogo da franquia já resenhei aqui no blog!), exigindo do jogador que execute alguns grupos de monstros antes de outros! Mas vou te falar, foi aqui que eu tive um dos melhores combates em toda a franquia doom. A noiva do meu irmão foi até querer ver como era o jogo após ouvir junto com meu gêmeo os meus gritos de tensão enquanto eu jogava... já que a adrenalina sobe nos níveis mais altos e para quem gosta de jogos de ação e violência, irá encontrá-los com abundância.



Quem é fã de Doom e amou os clássicos, ele é uma continuação direta de Final Doom. Muito mais em conta comprá-lo agora do que começar pelo Doom Eternal (jogo que foi publicado em 2020). Além disso, você pode criar suas próprias fases, baixar de outros jogadores e até jogar algumas com amigos (mas não dá pra jogar a campanha com seus camaradas, aqui o desafio deve ser feito sozinho!).


E por um jogo lançado em 2016, ele custa um preço acessível (um pouco mais de 60 conto!) e recomendo bastante!


Sua nostalgia será levada as alturas e para alguém que joga esse game a décadas e tem todos os originais lançados para pc, eu lhe digo: COMPRE E DESAFIE O INFERNO!

Alguns pontos que esse jogo tem de bom:

  • Uma lista poderosa de armas que tem upgrades em dois tiros secundários.
  • Game totalmente dublado em português
  • Uma campanha que ultrapassa fácil 12 horas e ainda tem muito conteúdo extra
  • Você pode criar suas próprias fases e até jogar as mesmas com até quatro amigos!

Ponto negativo do jogo:
  • O multiplayer é aquele mata-mata que tem parecido no Doom 3... por mais que tenha opção de customizar seu doomguy, é sem graça.


Compre o jogo por R$61,50 na Steam pelo link abaixo:


https://store.steampowered.com/app/379720/DOOM/

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