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domingo, 5 de janeiro de 2025

Análise sincera de Outlast: Whistleblower

janeiro 05, 2025


Aqui no blog já fizemos uma análise completa sobre Outlast, um jogo de horror bem pesado.

Whistleblower é a única DLC para Outlast, publicado em Maio de 2014. Demorei cerca de 3h ou 4h aproximadas para chegar no final. A DLC tem uma campanha bem razoável, não dá muitos sustos ou medo como Outlast original, mas até que é bem feita.

Como Miles Upshur morreu no fim de Outlast, você controla outro Personagem, chamado Waylon Park, que trabalhava para a Corporação Murkoff. No entanto, alguns eventos obrigaram ele a sair dali, e ele enfrentará perigos e ameaças macabras para sair em segurança daquele hospício-laboratório.




O jogo mantém a mesma estrutura do Outlast original, onde Waylon Park pega a câmera de Miles Upshur. A câmera pode ser usada como lanterna. Há momentos (poucos aliás), que ele deve se esconder. Além disso, em alguns momentos devem pegar chaves para abrir um local ou desligar um campo de energia elétrica.

O jogo, diferente do Outlast original, não provoca muitos sustos, mas dá para jogar de boas.

Outlast: Whistleblower está na Steam por R$29,99. Requer o jogo original Outlast. Compre agora, ou coloque na lista de desejos

Outlast: Whistleblower (na Steam, por R$29,99)

sábado, 4 de maio de 2024

Gauntlet Slayer Edition lhe trás uma experiência promissora (análise)

maio 04, 2024

Nunca tinha experimentado outro jogo da franquia até então, apesar de ser bem famosa. Aí, outro dia fuçando jogos na Gog, aproveitei de uma promoção e vendo do que se tratava o jogo, comprei uma cópia e uma adicional para meu irmão. Basicamente, o jogo consiste em cada jogador (no máximo 4) assumir o papel de um herói e explorar uma masmorra cheia de monstros, tesouros e armadilhas (pessoas que amam D&D, vão adorar).


Se você adora a série ou mesmo quer uma experiência em um jogo Dungeon Crawler com amigos, Gauntlet Slayer Edition é o jogo para você. Com gráficos bonitos e dublagem em português do Brasil, você poderá explorar masmorras utilizando um herói como já dito, que pode ser até quatro jogadores no mesmo pc (que não será em tela dividida) ou online - caso os seus amigos tenham o jogo na mesma plataforma. Se o seu desejo é jogar online, compre o jogo na mesma loja que a dos seus amigos que tenham o game. 

Cada herói possui habilidades e vantagens próprias. O guerreiro suporta mais dano; o elfo é mais rápido, mas pode atacar mais rápido e a longa distância, etc. Além disso, o jogador com o ouro coletado, pode comprar "skins" para o seu herói ou outras habilidades, ou até mesmo, evoluir uma skill já adquirida. Por ser um dungeon crawler, espere por hordas de monstros com diferentes habilidades para aniquilar os jogadores. 


Na medida em que os mobs são eliminados, uma barra de "moeda de vida" é aumentada, se completa, ela oferece uma moeda que permite a um jogador morto, ser ressuscitado. E esta é a grande sacada do Gauntlet, você luta muita das vezes, para ganhar vidas extras - já que é praticamente impossível, alguém passar dos estádios sem perder uma vida pelo menos.


Os heróis coletam ouro e comida, que restaura sua vida. O engraçado é que você pode destruir sua comida através de um ataque ou habilidade. Acho que o único lado ruim do jogo, seja a câmera. Já que todos dividem a mesma visão e por conta disso, se um jogador se afastar muito do outro, o mesmo não poderá ter acesso a um certo local, já que a visão é geral e é gerada pelo posicionamento dos jogadores - isso inclui nas partidas online, assim, pode gerar alguns problemas, como você confundir onde está o seu herói naquele mar de gente, tendo que se concentrar muito para saber quem é você além disso tudo.


Mesmo assim, o jogo é divertidíssimo. Principalmente ao jogar com amigos, já que ele foi feito pensando no cooperativo. Ao pesquisar sobre as versões mais antigas do jogo, como uma versão do Nintendo 64 e até do Nintendinho, percebi que Gauntlet Slayer Edition segue o mesmo padrão da franquia, cuja campanha é desafiadora, mas contém um modo de masmorra infinita, que as masmorras são geradas aleatoriamente - caso, você e seus camaradas desejem um jogo sem fim.


Compre agora na Gog através do link abaixo (R$37,00):

https://www.gog.com/en/game/gauntlet_slayer_edition

quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Como Far Cry 4 aprimorou (e MUITO) a experiência de seu antecessor

novembro 23, 2023

Na análise de Far Cry 3 revelei que nunca tinha jogado outro jogo da franquia, até então. Game que possui uma história envolvente e com um vilão fora de série; Far Cry 3 está no meu coração! Experiência única, mas... como seria seu próximo título? Será mesmo que traria um vilão tão bom ou melhor que o Vaas? Sinceramente - fui surpreendido não só com esse novo vilão, mas pelo salto de qualidade que o jogo teve em comparação com seu antecessor.


Far Cry 4 já era um game de outra geração e vemos isso já no início do game. Os cenários bonitos do FC3 nem se comparam com a beleza deste game. Que além disso, fez questão de fazer melhorias ao sistema do jogo, como organizar a tela de criação ser na mesma dos mapas. Criar seringas também ficou mais fácil e algumas habilidades que antigamente eram compradas, já são parte do gameplay do jogo. Uma implementação que vale citar é que no jogo é que há uma ferramenta para consertar veículos. Isso existia no Far Cry 3 também, mas você deveria levá-lo em um slot de armas, fazendo o jogador preferir achar outro carro na estrada em vez de concertá-lo. Aqui você já tem (e sempre leva) o item que concerta os carros.

Por se tratar de um jogo de uma nova geração, é claro que o mundo apresentado é bem maior. Podendo inclusive, ser jogado com um amigo (o que FC3 não podia). E vemos isso com o tamanho de coisas para explorar e todo o tipo de missões e coletáveis pelo caminho. Uma novidades aqui, é que existem Fortalezas, que podem ser dominadas ao lado de seu amigo ou usando capangas que você recruta para lutar ao seu lado. A ação é tão boa quanto no título anterior, só que aqui temos mais inimigos, mais veículos e novas missões.


Assim como o Assassin's Creed Unity, um evento pode acontecer perto de você e o jogador decidirá se vai ajudar ou não. São tantas opções! Desde salvar reféns das garras de soldados de Pagan Min (o vilão), até sequestrar um caminhão em movimento para destruí-lo ou levá-lo para o Caminho Dourado (que é o grupo revolucionário que você faz parte). A trama inicia quando seu personagem vai a região de Kyrat, lugar dominado por um ditador que "o sequestra" no início do jogo. Seu objetivo é levar as cinzas da sua mãe e como Pagan Min a conhecia, o levou para jantar para em seguida, cumprir o seu desejo.


Enquanto estava na mesa de jantar, o vilão tem que fazer alguma coisa e pede para esperá-lo. E daí começa o jogo, você sai do castelo e encontra membros do Caminho Dourado. Assim, como em Far Cry 3, você começa um desenvolvimento - caçando animais, comprando armas, etc. A parte legal desse jogo, é que o mesmo lhe oferece uma liberdade muito maior. Há várias missões de diferentes NPCs que fazem a sua história. Um deles, que eu mais gostei é o pastor traficante de armas - que fala versículos bíblicos enquanto te manda em missões para perseguir terroristas, para depois matá-lo.

Além do que já conhecemos em FC3, aqui há o nível de Karma. Que são ganho com pontos em certas missões que o personagem faz pro Caminho Dourado. Aumentar o nível oferece capangas melhores ao recrutá-los para lutar ao seu lado. Ao Matar civis ou elefantes, o jogador perde pontos de experiência para níveis de Karma. Além disso, o sistema monetário do jogo foi totalmente aprimorado - é fácil ganhar dinheiro e vender itens, mas ao andar da campanha - você deverá cuidar bem das suas finanças. Lembro que no fim da minha primeira campanha de Far Cry 3, eu não tinha dinheiro direito para comprar seringas de cura.


Você também tem a casa do seu pai, que poderá melhorá-la pagando certo custo. Parecido com Assassin's Creed Unity, mas essa reforma só oferece itens pro jogador, como colete grátis ou ervas. Já os animais daqui são perigosos e vem em maior número! Vi como é ruim enfrentar um rinoceronte, e como é gostoso detonar inimigos montado em um elefante (que uma das habilidades que o jogador pode adquirir em campanha).

Paga Min tem três governadores - onde cada um será eliminado antes do próprio ditador. Ao fazer parte do Caminho Dourado, você ouve as ideias de dois líderes Amita e Sabal e ao longo das missões, decidirá quem você irá apoiar até que se torne, de fato, o líder. O game como já dito, lhe oferece liberdade, inclusive, se vai matar ou não certos opositores. O que para mim, se tornou um jogo bem melhor que Far Cry 3 - apesar de que este ainda continua sendo muito bom.


Far Cry 4 apresenta uma jogabilidade melhorada de seu antecessor, com um vilão envolvente e com um mundo gigantesco para explorar. Com missões de todos os tipos e o melhor: é dublado em português. Recomendamos!

quinta-feira, 17 de agosto de 2023

Assasin's Creed Unity é fabuloso (Análise)

agosto 17, 2023

Na minha análise sobre Assassin's Creed 2, eu falei como comecei a ter interesse na franquia. Apesar de achar o segundo game dos assassinos muito mais dinâmico do que o primeiro, esta análise vai de em conta com o próprio AC 2, o que eu joguei mais recentemente. 


Assassin's Creed Unity é um dos games que eu sempre quis jogar no lançamento. Me lembro como se fosse ontem, vendo no youtube vários canais jogando o jogo (que apesar de oferecer a Ubisoft certa zoeira por parte dos bugs), ao meu ver (e jogando anos depois), posso considerar um jogo maravilhoso; Totalmente dublado em português, seguimos a história de Arno em beira época da revolução francesa. Conhecemos até Napoleão aqui!


O jogo visa a atrair os jogadores da velha guarda com coisas nunca vistas até então na franquia, como por exemplo, a cidade compor o lado de dentro das casas. Sim! O Arno entra e sai das casas em tempo real, sem o auxílio de carregamentos extras, sem falar que no absurdo número de npcs nas ruas - o que é impressionante (ainda mais para a época!). 

Com a cidade de Paris para explorar, temos uma gigantesca metrópole recheada de artefatos, diferentes tipos de baús e emblemas, que são os colecionáveis aqui. Alguns baús necessitam de gazuas e de habilidades de destrancar cadeados, que vão do nível 1 ao 3. Assim, na medida que você explora esses itens, pode receber armas ou equipamentos novos e mais opções de colorização para seus trajes, sem falar no dinheiro.


Assim como em Assassin's Creed 2, você necessita de dinheiro para comprar equipamentos e armas. Funciona de modo parecido (inclusive, podendo ser vistas no seu personagem). Além de espadas, o personagem pode comprar armas mais pesadas, como alabardas; O jogo também resumiu o sistema de lojas, aonde você compra tudo no mesmo lugar. O problema é achar os lojistas na cidade, que além de serem muitos, se perdem nas diversas multidões da cidade de Paris. 

Como se a gigantesca cidade não fosse o bastante, ainda temos locais subterrâneos! Por ter uma cidade lotada de pessoas, é lógico que coisas acontecem... de hora ou outra, aparecerão missões menores pelo cenário, que seja matar um bandido que está causando pânico em um morador até mesmo, correr atrás de um ladrão que fez um furto (que nem tinha no AC2, só que aqui é bem mais fácil!)


O sistema de mapas é o mesmo do Assasin's 2, mas diferente do mesmo, por ser uma cidade gigantesca (a maior da franquia até aquele momento!) ela foi dividida em distritos. Cada distrito possui um certo número de baús, artefatos, missões e afins - e você pode conferir tudo isso acessando o mapa. Cada distrito também possui um lugar alto o suficiente para você sincronizar, que após isso, se torna um local a ser teleportado no mapa. O que eu achei uma mão na roda! Principalmente porque você teleporta para onde quiser (nos locais sincronizados) apenas acessando o mapinha. Isso permite que você ande bem menos do que atravessar a gigantesca cidade!


Outra grande inovação foi a das missões cooperativas! Se você tem um amigo que também tem o jogo, pode participar de missões exclusivas que vão de 2 a 4 jogadores; Nunca tinha visto isso em um Assassins Creed! (talvez seja parecido com o modo coop do 2, mas este eu nunca joguei e nem sei como é!). Que como se não fosse o bastante, os jogadores podem criar clãs e fazer tais missões para sua guilda!

Enquanto em Assassin's Creed 2 tínhamos que administrar uma vila, aqui temos um Café. Um estabelecimento onde podemos acessar nossas conquistas, fazer missões exclusivas e assim como no próprio AC2, retirar o dinheiro recebido de um baú. Apesar de ter o mesmo sistema de reforma, há alguns outros estabelecimentos pela cidade que ao ser reformados, aumentam seus ganhos - mas que diferente do que eu esperava, o baú tem um limite máximo. Obrigando ao jogador que assim que seu baú chegasse no limite, fosse ao seu estabelecimento para retirar o dinheiro para continuar recebendo.


O jogo também trouxe um tipo de missão nova, que são as missões de investigações. O jogador vai até o local do crime e analisa as evidências e conversas com testemunhas. Acredito que isso é uma das novidades de AC Unity! E se você acusar a pessoa errada, além de levar uma bronca dela, a recompensa será menor! 


Podemos personalizar a roupa do nosso personagem, incluindo o formato e a cor. Desde que pegamos vários colecionáveis no cenário para aumentar nossas opções. Se eu achei muito legal essa opção no AC2, aqui no Unity o negócio foi muito bem explorado. Alguns equipamentos ou armas só são liberados em certos pontos do jogo e temos a liberdade de comprar e equipar o tipo de equipamento que nos parece ser mais agradável. O jogador recebe uma "moeda" para destravar ou melhorar as habilidades, sendo que algumas só podem ser liberadas em certas partes do jogo. Coisas básicas de outros AC, como sentar em um banco com dois NPCs aleatórios, também se tornou uma habilidade a ser comprada.

O combate eu estranhei a princípio, pois e bem fácil de morrer (e foi isso que aconteceu por muitas vezes). O contra-ataque só funciona quando você aperta E no momento que receber um golpe, mas armas de maior porte (como machados, por exemplos), não podem ser bloqueados com espada. Você pode usar o espaço para rolar para um lado, assim, evitando receber tiros de armas de fogo. O nível de energia, armadura e afins funciona como no AC2, só que com muito mais opções.


Assassin's Creed Unity é um jogo surpreendente. Com uma das melhores mecânicas de parkour e de combate na franquia que eu experimentei até então. Recomendo demais! Mas, um detalhe: compre pela versão da Ubisoft conect uma vez que se você comprar na Steam, vai ter que ter conta na loja da Ubisoft, fazendo que você tenha que abrir os aplicativos da plataforma. Para mim não é problema, porque tenho conta lá, mas pode ser para quem só gosta de usar Steam.


Compre agora na loja da Ubisoft (R$60,00)

https://store.ubisoft.com/ofertas/game?lang=pt_BR&pid=56c4947a88a7e300458b45d6&dwvar_56c4947a88a7e300458b45d6_Platform=pcdl&edition=Standard%20Edition&source=detail

sábado, 22 de julho de 2023

Análise de Wolfenstein: The New Order

julho 22, 2023


Algum tempo atrás (cerca de quase dois anos) fiz uma análise sobre Wolfenstein: The Old Blood, um jogo que veio depois de Wolfenstein: The New Order, com a qual estou resenhando aqui. Segundo informações que peguei na internet, Wolfenstein: The New Order seria uma sequência do jogo Wolfenstein (2009), embora essa versão de Wolfenstein não é disponível para venda (pelo menos eu não achei).

O jogo usa o mesmo motor gráfico de The Old Blood e também de Doom (2016), mas em gameplay ele é bem mais fácil do que ambos os jogos. No começo do game, B.J. Blazkowicz recebe um golpe muito forte que o deixa em coma, acordando apenas nos anos 60. Diferente de outros jogos, seus inimigos não foram derrotados, e ainda por cima, venceram a II Guerra Mundial. Com isso, criaram um governo único mundial, com sede até na Lua.

Depois que recobra a conciência, B.J. Blazkowicz  praticamente não envelhece e estará prontinho para derrubar os nazistas. Para isso, ele acaba se aliando a um grupo de resistência, que tem alguns dos seus antigos companheiros de batalha, em uma sede escondida do próprio governo global. Assim como em Blood Old, os seus inimigos contam com um arsenal robótico super tecnológico. As fases são muito bem construídas, e em alguns momentos será necessário você terá que evitar combates desnecessários ao matar seus inimigos quando os mesmos estão distraídos. Além disso, em diversos momentos você passará por diversos lugares diferentes. Algo legal que achei nesse game (o que é muito bem feito, por sinal) são os vídeos do jogo. Aqui no blog temos uma tradução grátis para o Português BR, já que o jogo está em inglês originalmente.


Enquanto em Old Blood você usava um cano para quebrar caixas e subir paredes, aqui você usa uma arma de raios, que pode ser usada tanto para atacar quando para queimar faixas de arame ou metal. No fim do jogo você também ganha algumas armas que também usam munição de bateria. É um jogo divertido, com uma inteligência artificial muito bem construída: os inimigos vão tentar se esconder ou criar emboscadas propositalmente para te pegar. 


O jogo também é longo. Demorei cerca de 20h para zerar o game. No entanto, em comparação ao Old Blood, achei The New Order um pouco mais fácil, embora algumas fases possam fazer você rejogar algumas vezes. No mais, o jogo é muito bom. Recomendado. 

A minha versão é da Steam, onde você pode comprar em

Wolfenstein: The New Order (R$49,90)

sexta-feira, 26 de maio de 2023

É bom o Castlevania: Lords of Shadow - Mirror of Fate HD?

maio 26, 2023

Apesar de experimentar muitos jogos de franquias diferentes, Castlevania foi uma das franquias famosas cujo eu menos "pus a mão" para jogar. Cheguei a jogar alguns games da fase 8 bit e o que mais tinha jogado até então, era os de Mega Drive (que são dois títulos do mesmo game). Além de ter experimentado e gostado do Castlevania 64, mas não jogado ao ponto de poder escrever uma resenha.


Comprei esse jogo a partir de uma promoção na Steam e daí, quis torná-lo o primeiro que zerei da franquia. Que, apesar de ser um ignorante em relação ao enredo, conheço muitos personagens e o que é a história que os envolve. Para a minha surpresa, esse game é uma continuação de uma série de Castlevania chamada Lords of Shadow, sendo o terceiro jogo dessa trama. (Com certeza, irei atrás dos outros para entendê-la melhor). Apesar de não saber o que se rolou antes da história desse jogo, a gente entende muito bem o que se passa.


Diferente do que eu esperava, esse Castlevania não seguia o estilo hack 'n slash como eu achava que seria, mas sim, tende a emular os jogos mais antigos (mas com ambientes em 3D). O personagem se move em cenários e locais com ambientação 2.5D e interage com objetos e plataformas da mesma forma que os jogos mais antigos, o que é legal para caramba. Não irei entrar em detalhes mais profundos sobre os personagens ou o enredo em si, mas a jogabilidade segue o mesmo padrão dos jogos antigos - com a adição de que você precisa explorar para aumentar suas capacidades.


O jogador ao matar os monstros em seu caminho, ganha pontos de experiência e pode avançar de nível. Mas isso, diferente do que se espera, só adiciona novos combos. Para aumentar seu HP ou sua MAGIA/ENERGIA, você precisa explorar o castelo e assim como todo metroidvania que se preza, deverá voltar em certos locais que só são acessados com poderes novos. Apesar de você jogar com três personagens durante a trama, o que você conquistou com um - vai para o outro (incluindo seus pontos de vida, energia e habilidades). Mas, algumas habilidades são diferentes para cada personagem. Assim como em um castlevania antigo, você pode arrumar itens que lhe auxiliam e o número máximo dos mesmos também é aumentado ao encontrar upgrades no castelo.

Para quem achava que seria só um 2.5D o game, se engana. Nele, além de aparecer mecânicas interessantíssimas e puzzles muito bem elaborados (tirando o Medalhões da Sombra na fase do Trevor Belmont, cujo fiz uma análise no blog explicando como se passa). O jogo ainda apresenta situações que mudam o estilo de jogo e tornam as coisas mais cinematográficas, com direito a quick time events e tudo. Além disso, o game costuma ser justo ao ver que você quase venceu o chefe em questão e lhe faz retornar com ele com metade da vida (mas você também ficará com metade) - assim, evitando que você inicie uma nova batalha longa novamente.


É um Castlevania muito divertido e viciante. Porém, assumo que não sou expert na franquia e não posso dizer se ele é bom em comparação com os demais lançados. Mas, como um jogo solo, ELE É BOM PARA CARAMBA! Recomendamos demais! 

Compre na Steam(R$28,00) agora pelo link abaixo:


https://store.steampowered.com/app/282530/Castlevania_Lords_of_Shadow__Mirror_of_Fate_HD/

sábado, 13 de maio de 2023

Monopoly Plus da Ubisoft é um bom jogo para família

maio 13, 2023

Para quem jogou nos anos 90 (ou até antes) ou mesmo a partir de outros jogos que o tomaram como inspiração (como o Banco Imobiliário, da Estrela). Monopoly Plus é um jogo de pc vendido na loja da Ubisoft (https://ubisoftconnect.com/pt-BR/) e que pode ser a porta de entrada para novos jogadores. Por se tratar de uma versão que simula o famoso jogo de tabuleiro, aqui temos um rico ambiente em 3D do cenário e do jogo em si com uma agradável trilha sonora e com dublagem em português do Brasil.


O jogo que conta com partidas online via servidores da Ubisoft, funciona muito bem offline. Que como qualquer jogo de tabuleiro, reúne os amigos em volta da TV/monitor onde cada um deverá esperar a sua vez de jogar. Caso você queira jogar sozinho, também é possível, adicionando bots e escolhendo sua dificuldade. A interface é agradável e o jogo funciona muito bem em sua proposta: um jogo de tabuleiro. Role os dados, avance casas, compre terrenos, pague aluguel... tudo isso é divertido, ainda mais ao jogar com os amigos.


Por ser totalmente em 3D, temos efeitos que colocam um clima mais na partida. Até mesmo comprar uma nova propriedade se torna dinâmico: onde você vê um pequeno grupo de pessoas comemorando sua nova aquisição. Como está dublado, é comum ouvir coisas como "pague esse jogador", "é a sua vez de jogar, etc." e repito, isso com amigos se torna uma experiência bem única. Ainda mais com uma trilha agradável que combina bem com a proposta!

Para você que nunca jogou Monopoly ou outros jogos que o levaram como inspiração, vale aqui um resumo: Cada jogador recebe uma quantia em dinheiro e deve ao rolar os dados, acessar casas, nas quais, são vendidas as propriedades. Se um jogador adversário cai na casa que é de outro jogador, ele deverá pagar aluguel ao mesmo. 


Assim, vence aquele que falir todos os demais jogadores! Mas é claro que não existe só isso... há situações onde você precisa pagar dinheiro ao banco ou ir para a cadeia, mas de quebra, é um jogo onde você precisa saber administrar sua grana. Principalmente, porque haverão situações onde você precisará hipotecar alguma casa ou até mesmo vender para outros jogadores.


O legal é que se você cai numa casa que está a venda e você não tem dinheiro, é organizado um leilão com todos os jogadores da mesa. E ele foi feito para ser um tabuleiro virtual, para ser jogado com amigos e até com bots junto, mas, você pode marcar com aquele seu camarada que tem o jogo e que não mora perto da sua casa. Além dos cenários e efeitos 3D, você pode optar em jogar com o tabuleiro padrão - sem tantas animações ou efeitos, o que é divertido de igual forma.

Assim como no Monopoly de tabuleiro, você negocia com outros jogadores e melhora sua propriedades. Colocando casas nelas e até hotéis, deixando o aluguel mais caro e colocando poderosas dívidas naqueles que caírem em seus domínios. 


Este é o grande objetivo do jogo: endividar todo mundo e forçá-los à falência. 


Analisando o jogo original, cada jogador possui notas de diferentes cédulas e cartões simbolizando suas propriedades. Já no jogo da Ubisoft, você tem já o valor total de quanto você tem. Mesmo que durante uma negociação possamos ver algumas notas do jogo enquanto estipulamos um valor. E a melhor parte é que a partida é salva toda rodada, caso vocês precisem continuar outro dia.


É um jogo muito bom e recomendamos. Ele está sendo vendido na Ubisoft Conect por R$44,00 a partir do link abaixo:


https://store.ubisoft.com/ofertas/game?lang=pt_BR&pid=59ae6c7088a7e38f76eabdfd&dwvar_59ae6c7088a7e38f76eabdfd_Platform=pcdl&edition=Standard%20Edition&source=detail

sábado, 8 de abril de 2023

O fantástico (e gratuito!) Hearthstone, jogo de cartas estratégico da Blizzard

abril 08, 2023
Foto: Divulgação Blizzard

Aqui no blog sempre estamos fazendo resenhas de diversos tipos de jogos para dar uma análise sincera, além de muitos outros conteúdos que você encontra por aqui. Gostaria de falar um pouco sobre Heartstone, um jogo de cartas colecionáveis, publicado pela Blizzard (a mesma da franquia Diablo e Warcraft, como outros jogos de sucesso).

Hearthstone é um jogo colecionáveis de cartas, muito similar ao criador deste tipo de jogo (obviamente falo de Magic - The Gathering). Esse jogo (como demais títulos da Blizzard) está totalmente em português, e também DUBLADO em nosso idioma. Assim como demais jogos da Blizzard (todos muito caprichados, diga-se por sinal), aqui temos um vídeo inicial de boas vindas, e o tutorial é muito simples e temático, sendo que você já aprende os conceitos do jogo logo nos primeiros minutos, e até mesmo na primeira partida.

Um pouco sobre Hearthstone

Heartstone é um jogo de cartas ambientado no mundo de Warcraft.

Nesse jogo, você controla diversos Personagens (Mago, Guerreiro, Paladino, etc) desse cenário de campanha em duelos. Cada Personagem pode ser desbloqueado ao lutar com outras pessoas online, ou então fazendo missões e jogos contra a máquina. Além disso, você não é obrigado a jogar com outras pessoas (embora isso seja essencial), e tem muito a se fazer. O jogo te premia com novos Personagens, que são os tipos de deck que você pode usar nas partidas. Você também, ao receber um deck, pode personalizá-lo (e deve fazer isso) assim que receber mais cartas.

O jogo oferece diversos prêmios (inclusive até prêmios para World of Warcraf, jogo online deles) ao se cumprir missões, além de cartas, versos de cartas e muitos novos decks (Personagens). O sistema de rankeado é um dos melhores que já vi, onde você vai ENCONTRAR PERFEITAMENTE UMA PESSOA DO SEU NÍVEL DE JOGO.

O jogo tem versões para celular e também para computadores. Ele, inclusive, foi o primeiro jogo mobile lançado pela Blizzard.



Como funciona o sistema de combate de Hearthstone

Como dito antes, ele é muito parecido com Magic - The Gathering.

Cada Personagem tem (basicamente) cartas de monstro e cartas de feitiço. Para conjurar um monstro ou feitiço, é preciso gastar cristais de mana. Diferente do Magic, em Hearthstone, você ganha +1 de cristal de mana por turno, não podendo ultrapassar 10 de Mana. 

O jogo também tem algumas diferenças, sendo a mais clara é que monstros PODEM atacar o herói (Personagem Jogador) diretamente, a não ser que exista algum monstro no campo com uma habilidade chamada Provocar. Os monstros falam, as cartas são muito bonitas e em grande parte delas são animadas. O objetivo do jogo é zerar os Pontos de Vida do oponente. Cada deck é composto de 30 cartas, e caso você use essas cartas no jogo, você é penalizado perdendo pontos de vida por turno.

Quais são as minhas impressões sobre Hearthstone?!

As melhores possíveis. É um jogo que estratégico que você pode se dedicar tranquilamente para subir no rankeado, conseguindo as melhores cartas. Mesmo sendo um jogo com uma complexidade grande, ele é simples demais para ser jogado por qualquer um.




E vale lembrar que ele está de graça na Blizzard, e sempre estará assim. Para jogar, é preciso ter uma conta grátis Batlltenet. Saiba mais em:

Hearthstone (de graça, na Battlenet)

terça-feira, 13 de setembro de 2022

Conheçam o incrível e envolvente The Room

setembro 13, 2022

The Room é um jogo de puzzle/lógica/point and click onde você deve abrir um cofre misterioso e mágico para descobrir seus segredos. Acabei comprando esse jogo na Steam na promoção e, depois de muito tempo, comecei a jogar o mesmo para trazer o que achei aqui no nosso blog.

A proposta do jogo é pura e simplesmente abrir um cofre, onde você deverá queimar os neurônios para conseguir destrancar as partes do mesmo. Você usa o mouse para arrastar e empurrar objetos (com o lado esquerdo, e voltando com o lado direito). Embora o jogo tenha apenas cinco níveis, eles farão você perder algumas horas para conseguir destravar esses desafios: são vários tipos de mecânicas, como colocar chaves, mecânicas visuais (ver um desenho), caixa de música, etc.

Da mesma forma que Decay - The Mare, você consegue coletar alguns itens para usar na aventura, como chaves, etc. O jogo tem uma história meio sombria e misteriosa. O jogo também lhe dá algumas dicas de como passar de algumas partes se você ficar muito tempo perdida nelas. Mas vou te falando: The Room é para jogadores que vão UNICAMENTE RACHAR A CABEÇA PARA PENSAR. O jogo é inteiramente, mas inteiramente focado na percepção e resolver enigmas. Demorei cerca de 4h para finalizar esse jogo.

Sinceramente, eu gostei muito desse jogo. Os desafios, embora sejam difíceis, são muito bem construídos. Esse jogo foi lançado em 2014, pela Fileproof Games. Ele está na Steam por R$10,49 mas pode ficar muito mais barato com promoções recorrentes. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

The Room (na Steam por R$10,49)

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Análise da expansão 'Reaper of Souls' - de Diablo 3

agosto 29, 2022
Aqui no blog já fizemos uma matéria completa sobre Diablo III, jogo de RPG online da Blizzard, que continuou com a franquia Diablo. Esse jogo originalmente foi lançado em 2012, e em 2014, foi lançada a expansão a expansão "Reaper of Souls" (Ceifador das Almas).

O que essa expansão pode oferecer para quem tem apenas a versão comum de Diablo III?!

Se a pessoa comprar o Diablo III original na Blizzard, isto é, sem a expansão do jogo, basicamente seus Personagens vão até o nível 60. Em Reaper of Souls, os personagens podem avançar até o nível 70. Em termos de mecânica, personagens com níveis mais altos podem pegar equipamentos mais fortes (nível 61 ao nível 70), o que dá para aproveitar mais o jogo. 

Além disso, o jogo conta com uma nova campanha (Ato 5), que mostra a continuação do jogo. Na história, o anjo da morte Maltael captura a pedra das almas em seu plano de exterminar a raça humana. Assim sendo, seu Personagem precisa impedir isso, atravessando alguns lugares novos, até o fim da batalha em Pandemonium.


Há também dois novos modos, como o Modo Aventura e o Modo de Fendas, algo que já aparece em Diablo Immortal. No Modo Aventura você precisará cumprir missões durante todo o mundo de Santuário, podendo viajar entre os mapas em qualquer ordem, algo que não dava para fazer em modo campanha. Além disso, você também ganha uma nova loja, novos itens e novos inimigos, como diversos tipos novos de goblin do tesouro.

O mais legal disso é que o modo aventura oferece itens únicos por TEMPORADA, sendo itens comuns ou itens cosméticos (de visualização) como de novos mascotes, etc. Outra coisa interessante em Reaper of Souls é que você ganha + 2 espaços para personagens, +1 espaço para itens do baú (aba) e também a nova classe, Cruzado, que é um Paladino(a) que tem poderes de cura, buff e alto poder de combate.

Por fim, há uma nova missão, onde você conseguirá o Cubo de Kanai, uma versão mais poderosa do Cubo Horádrico de Diablo II.

Caso você tenha a versão gratuita de Diablo III, ao comprar a versão com a expansão (Battle Chess) você já tem a Reaper of Souls e o Diablo 3 juntos num só pacote.

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Já experimentou Brawlhalla? Um divertido game gratuito e estilo Super Smash Bross

junho 01, 2022

Vou te falar a verdade: nunca fiquei empolgado com o Super Smash Bros da Nintendo, que deu as caras pela primeira vez no saudoso Nintendo 64 e que hoje, dispensa apresentações. Nos concedendo uma nova maneira de se jogar games de luta, com os personagens da Big-N se enfrentando em arenas de até quatro jogadores e  indo na contramão dos jogos do gênero na época, que exigiam comandos complexos e o aprendizado de combos para vencer.


Dentre muitos jogos que vieram usando a fórmula criada pela empresa japonesa, conheci Brawhalla lá pelos idos de 2016 - que foi um dos meus primeiros games da Steam. Ainda era novo na plataforma e apelando para os jogos grátis, o quis conhecer justamente por ser um "clone de Smash" - também na certeza que me agradaria em dar uma chance ao gênero. Foi ali também que adicionei meu primeiro amigo na Steam e foi onde passei algumas horas até conhecer outros jogos legais e em fim, me tornar cliente.


Nessa época, a Ubisoft ainda não tinha adquirido os direitos do jogo. Na qual, mudou muito após sua aquisição - o que me fez quase cinco anos depois, ver como o jogo estava. (Uau! Muitos personagens novos e muitos licenciados de outros jogos, como personagens do Street Fighter!) Para quem não sabe, Brawhalla apesar de ser um jogo gratuito, possui uma comunidade bem ativa. Você nem vai precisar esperar muito para combater alguém nos seus diferentes modos de jogo (que pode ser combate 1 vs 1, ou por equipes e até um "deathmatcht"!). Contando com partidas casuais e rankeadas que funcionam como os demais jogos - além disso, você pode destravar novos personagens com dinheiro ganho no próprio game, ou utilizar a loja com dinheiro real para destravá-los, além de outros itens e skins!

Se você está começando agora, não se preocupe. Há personagens gratuitos que vivem sendo trocados com o tempo para serem "testados" (como acontecer no Lol, por exemplo). Cada personagem possui duas armas e o controle dos comandos que você faz com elas na hora da batalha que fará toda a diferença! Esqueça combos complexos e mecânicas avançadas de outros jogos de luta, aqui você precisa apenas ficar de olho no seu inimigo e usar a melhor estratégia com as arma que está em mãos, ou usar o cenário a seu favor.


Todos os personagens vão levando dano até que quando ficam com a energia em vermelho, basta acertá-lo com um só golpe que ele será chutado da arena. (Mas você pode fazê-lo cair do cenário também!). Além disso, assim como no lolzinho, cada personagem possui uma espécie de "maestria" - que você o recebe assim que encerra a partida - que aqui é chamado de nível (que serve para destravar novas cores para o personagem também). Além disso, o jogo pode ser jogado tanto online quanto offline com seus amigos se tiver joysticks a disposição, e por falar neles, que diferença! (além de ter modo pratique e um tutorial para você aprender a jogar!)


Ah! Mas se eu tô com meu irmão(a), amigo(a), namorada(o), etc e quero jogar online? Sem problemas, você pode jogar junto com um amigo contra os demais jogadores com apenas uma conta na Steam, basta ter um joystick e deixar o teclado para o outro - a menos que tenha mais de um controle.

Quando jogava, usava muito o teclado - usando o botão Z para esquivar, enquanto o X e o C representavam o ataque forte e fraco, além do D, que servia para arremessar minha arma no oponente ou algum 'objeto' deixado pelo cenário ou armadilha a ser usada contra os outros jogadores. Mas ao escrever essa postagem, resolvi testá-lo num controle de Xbox 360 e daí percebi que ele foi feito para se jogar em controles! Comandos muito mais fáceis e intuitivos - bem gostoso de jogar! Por isso, recomendo que use controles para jogar sozinho ou com seus amigos, é muito mais divertido!


Principalmente porque com apenas algumas partidas você já entende como funciona a coisa toda, talvez exigindo um pouco mais de tempo para entender os simples comandos dos inúmeros personagens deste jogo, que evoluiu muito desde 2016, quando o joguei pela primeira vez.

O que está esperando? Baixe ele na Steam agora... é DE GRAÇA, PARCEIRO!


https://store.steampowered.com/app/291550/Brawlhalla/

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Conheça Elsword, que continua bom e está 100% em português

fevereiro 02, 2022

Sou da época que jogava o fabuloso Grand Chase nas lan-houses. E após fazer missões para mudar de classe dos personagens, ganhar muito xp e reunir itens, gemas, etc. Tivemos a triste notícia de que o querido jogo (que era um dos mais jogados do Brasil) seria encerrado. Na época, ouvi dizer que a própria LevelUp! queria assumir o jogo e se responsabilizaria por ele - mas o resultado todos nós já sabemos. Grande Chase morreu e um substituto foi colocado em seu lugar.


Não posso afirmar que a intenção da empresa foi migrar todos os jogadores de um game para o outro, que apesar de ser uma continuação - nunca pude ter em mãos ou jogá-lo (devido que ele era pesado demais para os pcs das lan-houses que eu ia jogar!). Talvez seja por isso que deixei a curiosidade de lado e segui jogando outros jogos. Porém, quando a própria empresa do game decidiu lançar novamente o Grand Chase - agora em um servidor Global pela própria Steam, me ascendeu a curiosidade de experimentar sua continuação, afinal, eu tinha um pc simples - mas o suficiente para rodá-lo.


Se você quer experimentar Elsword, já começo lhe avisando: ele se baseia no mesmo mundo que o Grand Chase, mas não é Grand Chase. Na verdade, é um jogo muito maior - com mais conteúdo e com jogabilidade refinada e original. Algumas coisas são parecidas com o jogo anterior, mas outras o tornam mais como um MMO do que um jogo de ação 2D. Devemos andar de cidade em cidade ou usar o sistema de teleporte (gastando um pouco de ED, que são a moeda do jogo). Fazendo quests, falando com NPCs, etc.

Talvez a primeira grande diferença entre Grand Chase e Elsword seria seu modo história. A cada missão, temos um enorme diálogo dos personagens, que a princípio, podem estranhar os jogadores de GC. Mas não precisa se esquentar mediante a isso, afinal, você pode corta-lo e jogar seu jogo sem acompanhar a história! (Há até mesmo uma opção que impede de abrir o vídeo desses diálogos, que para a nossa alegria, estão todos traduzidos!)


Infelizmente, não temos dublagem em nosso idioma. Optando em Inglês (que é horrível) ou Coreano. Tais diálogos são até que interessantes, pois através deles, podemos conhecer melhor cada personagem, o que está acontecendo na história e o como será a próxima missão. Sendo parecido com um RPG offline, mas que você joga online!


Eu afirmo que fiquei viciado neste jogo (jogando muito mais que o próprio GC). Sua jogabilidade é muito mais frenética e nos permite escolher até as técnicas que podemos usar. Uma vez que em vez de três, temos mais de 8! Todas sendo ligadas apertando um botão do teclado (A,S,D,Q,W...) e podendo ser melhoradas de acordo com o jogador. Além disso, o player pode customizar muita coisa, como as técnicas que irá usar, a foto de fundo que aparece quando aplica uma técnica, etc.

Então espere um combate muito mais espetacular que o de Grand Chase, com técnicas sendo lançadas e um show visual na tela dentre vários números de dano. E além de ter muito mais opções, cada personagem pode encher uma barra que lhe permite usar uma transformação, ficando mais apelão e enchendo a Mana mais rápido! 


As missões são acessadas em um menu especial (que nem CG) e o jogo procura um grupo (pois não existe mais negócio de criar salas) e após alguns segundos, você recebe uma mensagem de quantos irão ir para a missão. Caso queira ver se o jogo encontra mais uma pessoa, é só por a opção de aguardar que o jogo vai dar mais tempo para achar mais um para jogar com você a missão.


No jogo existe muitos itens e sistema de forja, mascotes, etc. Coisas que só aprendemos ao jogar! Algo bem interessante nele, é que boa parte dos NPC tem a opção de troca, ou seja, você encontra certos itens raros que devem ser trocados nesses NPCs. Sendo um jogo muito parecido com Dofus, com inúmeros itens que dá pra forjar certas coisas (temos até uma profissão pro seu personagem, escolhido pelo jogador, é claro!)

As missões são parecidas com Grande Chase, mas de forma muito mais moderna. Com fases maiores e o uso muito bem do ambiente 3D, mudando a câmera em certas ocasiões e usando até armadilhas, como cair escombros ou jatos de fogo. O que para mim, torna muito mais interessante que o primeiro jogo da franquia!


As únicas coisa que eu tenho que reclamar, são: a primeira, é a falta de um servidor no Brasil. Por mais que tenham brasileiros jogando, há alguns atrasos devido a nossa região (você aplica uma técnica e após um segundo, ela aparece em jogo - o que também acontece com o Grand Chase da Steam!). E a segunda é a criação do Pin.


Pin é um número que você cria para segurança da sua conta. Se você cria um, você recebe um item todo o dia para trocar com um NPC chamada Stella. Porém, na versão da Steam, você não consegue criar isso. Ao fazê-lo, você cria na conta do próprio Elsword e não há nenhuma maneira de vincular sua conta na Steam) - ou seja, ou você baixa o jogo no site dele e cria uma conta e joga, ou usa a versão da Steam que não vai poder ganhar esses itens extras.

Na época que o jogo era administrado pela LevelUP! Ele foi inteiramente dublado, o que para mim foi até triste. Pois os personagens são legaizinhos e acompanhar a história ouvindo os diálogos em nosso idioma, seria o máximo. Há vídeos no youtube mostrando e tem até pessoas que pedem pela volta do conteúdo dublado, o que eu acho que não vai acontecer.


Para encerrar, o game na Steam é de 2014 e a vantagem dessa versão - é que podemos inserir CASH através de créditos Steam. Porém, assim como acontece em CG, o negócio é em dólar e para nós brasileiros, sai muito da conta. Mas, muitos itens deste jogo (inclusive de visual) podem ser comprados com ED (dinheiro do jogo) e basta jogar muito para comprar os itens que você quer.

Um jogo online que existe desde 2014 e ainda em 2022 (ano em que essa postagem foi escrita) ainda trazer conteúdo novo, é porque realmente é bom. Eu gostei mais dele do que o Grand Chase.


Recomendação: se for para jogar para conhecer a história, jogue sozinho para poder ler os diálogos e saber o que acontece. Crie um personagem só para isso, vai por mim, você vai entender muito sobre a lore do game e de todos os seus personagens!


Jogue a versão Steam (gratuitamente) no link abaixo:


https://store.steampowered.com/app/237310/Elsword/

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Conheçam o simples e divertido I, Zombie

janeiro 19, 2022


I, Zombie é um jogo brasileiro, publicado na steam pela Asewome Game Studio (a mesma de Yet Another Zombie Defense HD). Diferente de outros jogos de zumbis no mercado, aqui você não controla um caçador de zumbis que precisa lutar pela sobrevivência, mas sim VOCÊ É o próprio Zumbi.

Como Zumbi, é notório que os humanos vão lhe atacar, mas você precisa acabar com eles primeiro! Um humano derrotado se transforma num zumbi e, quanto mais humanos você derrotar, maior será sua horda zumbi para derrotar os outros humanos restantes. Os controles são o mouse ou os direcionais do teclado. Para atacar seus inimigos, basta encostar neles. 

Menu de comando para controlar os zumbis

Já a horda de zumbis que você controla, você precisará clicar com o lado direito do mouse, onde aparecerá um menu (ou pode usar as teclas A, S, D) de comando: zumbis atacam, zumbis ficam parados ou zumbis seguem o jogador. O jogo tem um total de 30 níveis. Eu demorei cerca de 2h para completar todo o jogo.

O jogo, por mais simples que seja, exigirá um pouco de estratégia do jogador! Você não pode colocar a cara assim contra alguns humanos (armados) senão morre. Além disso, existe também fases que você só precisa fugir de humanos armados para matar apenas um cientista. O zumbi pode levar dano, mas ele recupera seu HP em alguns segundos, assim como a horda.



Passar as fases com poucas baixas oferecem mais estrelas. Essas estrelas não tem nenhum diferencial no jogo, a não ser conquistas Steam. Eu gostei desse jogo. I, Zombie está na Steam por um preço bem camarada. Compre agora ou coloque na sua lista de desejos.

I, Zombie na Steam (R$4,29)

sábado, 18 de dezembro de 2021

Análise honesta de Last Inua

dezembro 18, 2021

Last Inua é um jogo indie, desenvolvido pela Glowforth em 2014. O jogo tem como pontos positivos ter uma ótima trilha sonora, um visual agradável e também a capacidade de rodar em QUALQUER PC fraco atualmente (ele roda até no Windows XP). Outro diferencial é que o jogo está 100% em português.

Seguindo conceitos de Gris, Limbo e Inside, Last Inua também é um jogo de plataforma que não exige tanta habilidade do jogador. O jogo é totalmente ambientado num universo ártico. Você controla o pai do garoto e esse garotinho com dom especial, apertando apenas um botão (no caso X ou Y) para alternar entre os personagens, que tem habilidades diferentes: enquanto o pai pode dar pulos e empurrar/quebrar coisas, o garotinho pode usar teleportes e criar pontes mágicas. Ele não pode usar o pulo. O pai, mesmo com poder de quebrar coisas e também escalar paredes (ou teto) de gelo, não pode bater nos inimigos, que aqui são poucos.


O jogo consiste em enfrentar um demônio e conseguir ajuda de três espíritos mágicos. As fases são até que bem construídas, forçando um pouco a cabeça do jogador. No entanto, não pense que o jogo terá puzzles complexos como no Gris ou outros jogos similares. Achei também o jogo relativamente curto e com um final que eu não gostei. 

Quem quiser comprar o jogo, ele está na Steam por R$15,99 mas pode ficar ainda menor com as promoções do jogo. Guarde na sua lista de desejos ou compre agora.

Last Inua na Steam (R$15,99)

terça-feira, 29 de junho de 2021

Gunman Clive é um jogo simples, bonito e divertido

junho 29, 2021
A luta contra um dos chefes (1º chefe).

Está com pouca grana e gostaria de conhecer jogos legais? Pois bem, gostaria de apresentar Gunman Clive, um jogo de plataforma de tiro estilo faroeste muito bem feito.

Em Gunman Clive você entra no papel de um atirador que parte em busca de salvar sua princesa (no estilo velho oeste), enfrentando cowboys, morcegos, robôs a vapor, patos (?) e coelhos (?). Você tem uma barra de vida vermelha que fica na lateral esquerda da tela e, a medida que leva dano, ela vai diminuindo de tamanho. Quando a barra esvazia, você morre. Os chefes também possuem uma barra de vida igual, só que no canto direito da tela.

Basicamente você deve pular plataformas, matar inimigos com tiro (que vem de todos os lados possíveis) até o final da fase, até encontrar um chefe no fim de cada uma. Gunman Clive é um jogo bem simples, e com VIDAS INFINITAS! Sempre que você morre (quando a barra esvazia, cai num buraco ou encosta num espinho (?)) você sempre volta de onde parou. O jogo também não conta com uma pontuação, e sim uma barra de tempo.

Mecânicas de Gunman Clive

É como um Metal Slug: atire em tudo que puder e tudo pode ter matar!

O visual e as músicas neste game são únicas.

No entanto, em Gunman Clive você NÃO PODE atirar nem para cima e nem para baixo. Você pode pegar uma variedade de armas dos inimigos mas, caso LEVE DANO, você perde o upgrade da arma. Existe um bolo que você pode pegar que recupera vida. Nada mais que isso.

Algumas fases são desafiadoras, mas nada tão dramático, passando depois de (no máximo) cinco ou seis vidas perdidas. Esse é aquele tipo de jogo que você pode jogar ou mostrar para alguém casual em games. O jogo demora cerca de 50-1h para chegar ao seu final. O chefe final achei MUITO fácil, um dos mais fáceis de todos os games que já joguei na vida.

Algumas fases possuem mecânicas interessantes...

Assim que você termina o jogo, pode jogar com a princesa (agora para salvar o cowboy) e também com um pato. O jogo está disponível na Steam por um preço baixo. Há também uma sequência do jogo, que poderemos fazer uma resenha sobre ela algum dia.

Gunman Clive ESTÁ DISPONÍVEL na Steam por R$4,29

domingo, 6 de junho de 2021

Quer uma experiência realista em um Fps? Conheça Insurgency

junho 06, 2021

FPS é um dos meus tipos de jogos preferidos, tanto que grande parte das franquias que eu mais gosto, são de tiro em primeira pessoa. Aqui no blog eu já resenhamos todos os Counter Strike's e os jogos clássicos da série Doom, por exemplo - além de fazer mapas e tudo. Temos Half Life e seus derivados, além de Quake, Hexen, Heretic e muitos outros. Porém, por mais que sejam divertidos - eles seriam considerados jogos "arcade". Uma vez que tais jogos não simulam um combate real, mas se é o que procura, Insurgency é a melhor opção.
 

Aqui não só a movimentação é realista, mas sim, as armas, granadas e diversos equipamentos. O game não apresenta uma história, pois assim como Counter Strike, é focado no multiplayer (mas você pode jogar com bots se quiser). É um dos jogos da Steam que possui o VAC - mas para minha alegria, não consegui encontrar nenhum xiter aqui (talvez porque se houvesse, seria logo desmascarado e até quitado da sala pelos outros jogadores).


O jogo funciona da seguinte maneira: existem pontos a serem conquistados no mapa - mesmo com a mudança nos modos de jogo, a base é sempre esta. Ponto A, ponto B, ponto C, etc. Os jogadores devem conquistar aquele ponto permanecendo nele por um tempo até que o game avise que foi dominado. Assim, passando para o próximo. Cada jogador só tem uma vida e caso morra, deverá observar a tela de outros jogadores de seu time até que eles cheguem em um determinado ponto (permitindo que o jogador morto retorne) ou que todos recomecem a missão do primeiro ponto.
 

Em comparação ao CS GO, você que é novato fica até com medo de invadir um local, sentindo-se como um verdadeiro soldado. Afinal, os mapas são gigantescos e como uma ação policial, seu inimigo pode estar no segundo andar de uma casa ou escondido em um compartimento que você nem imagina onde esteja - fazendo a comunicação ser sua melhor amiga aqui. Principalmente porque você morre facilmente com dois tiros de pistola (mesmo usando colete). 

As armas possuem um recuo muito grande. Qualquer um vai entender logo de cara que sair atirando não é uma coisa boa. Outra grande dificuldade para os novatos, é que seus aliados podem ser parecidos com os inimigos (sendo diferenciados pelo nome de seu perfil na Steam, enquanto os adversários não terão). E como o jogo simula guerras, pode esperar qualquer tipo de situação, com granadas que parecem que vão estraçalhar seu corpo até bombas de fumaça que cobrirão todo o local. Além disso, suas armas não terão mira na tela como em jogos de FPS, obrigando o jogador a mirar e usar a mira da própria arma - como um soldado de verdade. Vou deixar um gameplay abaixo que mostra como o jogo é:


Cada jogador escolhe uma classe com armas específicas, além de equipamentos fixos como granadas, granadas incendiárias, etc. Podendo personaliza-las através de pontos que permite por mira laser, lanterna, ou colocar um tipo de munição que atravessa melhor os coletes, etc. Você pode personalizar as pistolas e escolher um colete mais resistente também.

 

Como o jogo trabalha com domínio de pontos, a equipe tem um tempo de 15 minutos para dominar todos os pontos. Caso todos morram, todos voltam e a equipe perde uma onda. As ondas são definidas na partida e o time que perder todas, é automaticamente derrotado. Por isso que é bom dominar um local para que os que morreram, voltem. Por ser um jogo de guerra, você pode fazer um strafe apertando Q ou E (ficando curvado para uma direção), se abaixar ou ficar deitado.

Não existe nenhuma indicação de vida, afinal, se você morre muito facilmente - porque teria, não é mesmo? Só sei que eu curti muito esse jogo. Principalmente quando jogamos um modo que tinha que dominar uma área antes do outro time, sendo que ficar num local protegendo enquanto as paredes em nossa volta recebiam chumbo, me senti como policial acuado em alguma missão numa favela do Rio. Uma vez que as armas são realistas e as granadas fazem um estrago realmente disso (o que não acontece no CS, por exemplo).

 

O jogo custa 29 reais e eu recomendo demais. Principalmente para jogar com amigos, uma vez que ele está em português do Brasil e tem suporte a microfone. Compre agora pelo link abaixo:

https://store.steampowered.com/app/222880/Insurgency/

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Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


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