sexta-feira, 16 de maio de 2025
terça-feira, 25 de junho de 2024
O Guilty Gear Xrd - SIGN - é de agradar aos olhos
Na minha análise sobre Guilty Gear X2 Reload, falei sobre meu primeiro contato com a franquia e também, sobre como funciona o sistema de combate (o que não vou repetir nessa postagem pois já expliquei na já citada). Mas resumidamente, é um Samurai Shodown com vários acréscimos.
Falando como alguém que pouco conhece da franquia e que sua única experiência com o jogo, foi confrontos contra a CPU. Realmente, o game está impressionante. Não só na parte gráfica, mas como as coisas são apresentadas. Abusando do uso do 3D para criar situações dinâmicas e ângulos de perspectiva que não existia no jogo mais antigo que joguei (o que rendeu novas mecânicas).
Não há mais sprites aqui, todos são em 3D agora. Dando show nas introduções de cada personagem e abusando de ângulos de câmera para tornar épico uma vitória (ou derrota) na partida, dando foco e um dinamismo no golpe do lutador vencedor. De quebra, o jogo está muito melhor do o mais antigo que joguei. Infelizmente, ele está em inglês e não encontrei uma tradução na internet para o mesmo - o que é uma pena, já que ele seria essencial para entendermos o modo história, que aqui, são pequenas animações com diálogos (muitas vezes, lembrando um anime) para que o jogador entenda toda a trama.
O jogo conta com alguns personagens novos, mas, removeu vários personagens do X2 Reload (um exemplo é a Baiken, a primeira que eu senti falta). Alguns que também apareceram no game anterior tiveram algumas mudanças de design... alguns eu gostei, outros eu não fui com a cara (acho que só o Potemkin mesmo!). Por se tratar de um jogo mais moderno, agora você pode configurar os controles dentro dos menus do game - o que não acontecia no outro jogo já mencionando, que tinha que usar um aplicativo que você escolhe ao entrar no jogo.
Diferente de X2 Reaload, aqui você pode jogar online e criar até uma sala para jogar. Há também ranqueadas, mas eu nem cheguei a experimentar porque sei que com certeza, o jogo mais recente da série que é onde estão os jogadores (e que também eu NÃO QUERO SER SURRADO por alguém que sabe jogar). E falando sobre o chefe do jogo, ele foi até que fácil (em comparação a I-No do outro... cujo eu disse na postagem que ela teria sido o CHEFE MAIS DIFÍCIL que encarei em um jogo de luta!).
Um ponto negativo ao comparar com o X2 Reload seria o fato do número de lutadores. Guilty Gear Xrd possui apenas 14 personagens, podendo chegar a 17 se o jogador com pontos que ganha no jogo, usá-los para destravá-los. De quebra, é um excelente jogo - menos com personagens de falta como Baiken e Anji.
Nossa análise foi feita com a versão da Steam (R$56,00) cujo você pode comprar através do link abaixo:
https://store.steampowered.com/app/376300/GUILTY_GEAR_Xrd_SIGN/
segunda-feira, 20 de maio de 2024
O Garou: Mark of The Wolfes da Gog
Como fã da SNK de longa data, joguei quase tudo que pude nesses tantos anos desde minha adolescência e juventude. As possibilidades ainda cresceram através de emulações, que me permitiram ter incríveis contras com amigos em minha própria casa, seja de KOF ou outros jogos de luta; Garou: Mark of The Wolfes, que recentemente (no ano em que escrevi essa postagem, 2024) recebeu um grande hype por volta de sua continuação confirmada pela empresa. Com isso, encorajei-me a jogá-lo ou até me dedicar um pouco mais com ele.
Porém, ir atrás de uma versão oficial de jogos da SNK nem sempre pode ser fácil. Aqui eu já escrevi a postagem KOF 2000 e outros títulos da SNK na Gog são de péssima qualidade, na qual, alertei sobre o próprio Kof 2000 e outros jogos da empresa que são vendidas porcamente na plataforma. O que NÃO ACONTECE COM GAROU. Diferente dos outros games, ele possui sistema multiplayer (podendo convidar outro amigo que tem um jogo para bater contras online), desafios, treino, sobrevivência e até galeria.
Realmente, se você deseja adquirir este jogo na plataforma. Recomendamos, já que ele apresenta bastante conteúdo acerca do mesmo e custa 10 reais (ou até menos, em promoções).
O jogo se passa dez anos após os eventos de Fatal Fury. Focando em uma nova geração, contando com os filhos do Kim Kaphwan, por exemplo. Em uma cidade conhecida como Second Southtown, o cunhado de Geese Howard (que está morto) organiza um novo torneio King of Fighters; Apesar de contar apenas com a nova geração, temos apenas o lendário Terry Bogard como personagem jogável.
Mesmo sendo uma continuação direta de Fatal Fury, Garou possui um sistema próprio de combate. Não há dois cenários como é característico na série, porém, foi implementado o TOP (Tactical Offense Position), que é uma barra na energia do personagem que se alcançada, permitirá o mesmo aplicar mais dano. Além de um sistema que recompensa aos jogadores que conseguirem realizar uma defesa perfeita (bloqueando no momento certo a receber um ataque).
Um ótimo jogo e uma pena, que títulos como Kof 2000 e o próprio Fatal Fury, não tiveram esse tratamento.
Compre agora na Gog pelo link abaixo (R$10,00):
domingo, 3 de março de 2024
Análise de Guilty Gear X2 Reload (nunca tinha jogado nada da franquia)
Como fã de jogos de luta, sempre tive o interesse de conhecer a franquia Guilty Gear, principalmente, porque o mesmo apresenta um sistema de luta bem diferente do que estava acostumado, como The King of Fighters ou Street Fighter. O game é mais voltado para o anime, possuindo um modo de jogo semelhante ao que conhecemos, mas voltado mais para Samurai Shodown, do que os jogos de luta que conhecemos.
Os comandos básicos são os seguintes: Soco (conhecido como P - punch), Chute (Kick, abreviado como K), Slash (abreviado como S, que são movimentos de corte com a arma, já que geralmente, cada personagem possui uma arma), e por fim, HS que é conhecido como Hard Slash, uma versão mais forte e lenta do Slash. Assim como já mencionado, o jogo nos apresenta um sistema de jogo que tem seus combos e técnicas, mas que são feitos de forma mais estratégica. Priorizando counterar as ações dos inimigos ou surpreendê-lo.
Inicialmente, ele é fácil de pegar para iniciantes. Contando com diversos personagens, os jogadores passarão horas e mais horas para descobrir as possibilidades de cada um. Apesar dos combatentes usarem armas e priorizar um combate mais estratégico, aqui são implementadas coisas como, pulo duplo e dash no ar, aumentando as possibilidades de surpreender ou... ser surpreendido. O jogo também acompanha um modo história para cada personagem e nos apresenta o que esperamos de um jogo de luta: arcade, treino, mission (que são os desafios de outros jogos), etc. Com certeza, é uma ótima opção para conhecer a franquia.
O traço dos desenhos e as animações dos sprites são bem bonitos, ainda mais para a época. A versão da Steam (aquela que está sendo analisada nesta postagem) aparenta ser um port de uma possível versão de Playstation 2 do jogo. Já que os menus e até os comandos dos botões, demonstram isso! Você pode configurar os botões através de um aplicativo próprio que você escolhe assim que vai entrar no jogo, mas por ser um game velho, ele pode requer que você manualmente, defina um botão para ser o Start. (Sim, comecei a jogar sem start no meu arcade por causa disso - de não ser "mapeado" pelo jogo).
Outro problema (e que até foi engraçado) foi o chefe final do modo arcade. Alguém que considerei o mestre de jogo de luta mais difícil da minha vida, até então. A personagem parecia um "speller" (mandando especiais assim do nada) e aniquilando facilmente meus continues. Da primeira vez que tive esse empasse, fechei o jogo e até o desinstalei - ficando meses sem jogar. Hoje (na data em que escrevo essa postagem), decidi dar uma chance e como conhecia um pouco mais do game, passei mais de uma hora, perdendo e entendendo a mecânica.
Por fim, através de muita insistência (e aos gritos), consegui vencer o chefe na raça. Algo que enquanto jogava, entendia que minha grande dificuldade seria pelo fato, de não conhecer direito os combos e os funcionamentos do jogo. O que me ajudou muito na medida que ia perdendo, na qual, entendia qual botão apertar e como counterar a personagem. Após este episódio, vi uma gameplay desse mesmo jogo e vi como alguém que sabe jogar, sabia outras artimanhas para evitar ser atingido pelos especiais da chefe... além de saber aplicar combos e golpes que são obrigatórios para vencer.
Aqui eu faço uma reflexão: por exemplo, o Rugal. Ele é forte e temido. Apesar de arrancar mais sangue através de seus golpes básicos, na maioria das vezes, Rugal não fica usando especial a toda hora. Ou mesmo, aplicando combos! (pelo menos, não na versão normal do jogo). Eu estava no modo normal e até combo eu tomava da personagem... mas graças a Deus, eu venci na raça.
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| Aprender a escapar disso que foi o bicho... |
Infelizmente, o jogo não possui tradução para o nosso idioma (o que fica difícil de entender a história). Mas de quebra, é uma ótima opção, com personagens carismáticos e bizarros que vão rapidamente, atender o gosto dos seus jogadores. Também, por ser um jogo de 2004, não há um modo online. Deixando a diversão apenas pra você e seus amigos, o que não é de todo ruim. Recomendamos, mas aviso que estudem o chefe antes de enfrentá-la, porque ele é danada.
Compre agora na Steam por R$20.00 através do link abaixo:
https://store.steampowered.com/app/314030/Guilty_Gear_X2_Reload/
quarta-feira, 25 de outubro de 2023
Street Fighter V é bom?! Joguei bastante para fazer uma análise honesta...
domingo, 8 de outubro de 2023
Pocket Bravery é muito além de um jogo de luta indie
Na minha análise de Guns' n Runs, eu falei sobre seu criador Jon Satella e como o conheci no Youtube. Citando inclusive, o Pocket Bravery, que pra mim, está entre OS MELHORES JOGOS DE LUTA que tive o prazer de jogar. Se você tem alguma dúvida ou gostaria de uma opinião de terceiros se vale a pena comprá-lo, preste atenção.
O game (apesar de ser indie), está acima do seu tempo. Primeiramente, por usar tão bem aquilo que nunca esperamos em um jogo do ramo: história; Nós que jogamos jogos de luta, sempre queremos saber informações sobre tal personagem, como coisas sobre o que ele gosta, rivalidades, etc. E as empresas de jogos (apesar de nos fornecer algumas dessas informações), nunca nos mostram do jeito que deveriam. Mesmo a franquia Mortal Kombat sendo aquela que nos últimos anos tem apresentado uma saga mais robusta, no final, só temos diálogos para se levar a uma desculpa para ter lutas idiotas (afinal, é um jogo de luta!).
Idaí que a Sonya Blade vença o Bi-Han no início do Mortal Kombat 9? (O que na real, nunca aconteceria). "Põe aí pro jogador lutar e pronto!" E por muito tempo, foi assim. Não entrarei em detalhes sobre a luta que foi lançar este jogo, você encontrará muita informação até sobre sua produção na internet. Só o que sabemos é que, realizar esse tipo de coisa no Brasil, é muito difícil - e mesmo assim, mais difícil ainda ser algo de qualidade. Posso ir além e dizer que apesar de indie, PB tem se comportado melhor que muito jogo grande do ramo.
Uma coisa bastante interessante sobre o mesmo é que, sendo um jogo de luta - NÃO HÁ UM TORNEIO. Os personagens não são competidores de um "torneio de artes marciais". Não há uma busca pelo guerreiro mais forte, o que impressiona, já que esse tipo de coisa é marca obrigatória nos games de luta. Aqui encontramos um enredo fortemente apresentado em um modo historia, que apesar de nos mostrar pequenas animações e imagens muito bonitas, vai além e fez o que nenhum jogo fez até então.
Eles inovaram o modo história de jogo de luta. Temos diálogos, animações e batalhas que mudam o jeito padrão de jogar para aprofundar o jogador na própria trama. Outras batalhas podem acontecer durante uma que está acontecendo, e isso, é muito surpreendente! Uma base que parece nos colocar dentro de um anime shounen e que, apresenta com maestria todos os personagens - não de modo forçado. A grande sacada além de nos fazer pensar que estamos em um desenho japonês, usa e abusa de "mini-jogos" para nos ensinar a jogar.
100% dublado em português, somos apresentados a doze personagens cativantes. Em um sistema de luta similar a KOF, mas com sua própria personalidade. Cada personagem também possui características únicas, como um ser mais rápido que o outro, mas todos são equilibrados. Por exemplo, Ndidi é bem forte, mas em compensação, é o mais lento dos lutadores. Todos tem suas características distribuídas de acordo com suas habilidades - enquanto um é mais rápido, oferece menos dano, etc. Isso é genial! Me lembrei de KOF, por exemplo, onde temos um Chang que é super lento e APLICA O MESMO dano que os demais (o que acaba por se tornar uma desvantagem!).
Temos duas barras de especiais e uma barra elemental (me lembrei dos Ultra Combos do Ultra Street Fighter IV). A primeira, como o nome já diz, serve para aplicar golpes especiais! Já a segunda, é dividida em duas porcentagens: 50% e 100%. Com metade da barra, ao apertar os botões fortes (soco e chute), o personagem afasta um adversário ao defender um ataque. Já com a barra completa, ele causa um Breaker, afastando o adversário que estava batendo no personagem (que nem nos MKs antigos).
Se você tiver com 100% da barra e 30% ou menos de vida, pode aplicar um super ataque no inimigo - bem similar aos KOFs da vida. Porém, temos um botão de agarrar (apertando os dois fracos juntos, que também serve para soltar de uma tentativa de agarrão); Não há esquiva como nos jogos da SNK, mas alguns personagens possuem golpes especiais que o jogo ensina para você se safar de um ataque sem precisar defender. Também temos o sistema de "cair esquivando". Ao cair, basta apertar para baixo e qualquer um dos quatro botões que o lutador cai e se levanta rapidamente.
Como eu já disse, a história segue uma trama estilo anime e que vai apresentando uma jornada muito empolgante a cerca do protagonista, Nuno. Durante o modo historia, você pode escolher qual trama vai seguir com outro personagem e ver o que vai acontecer com o mesmo na trama. Ou seja, temos um modo história, que apesar de ter um final único, acompanha de outros finais destinados a outros personagens - que se aliam ao principal (genial isso!).
Além do jogo em si, o game apresenta modos extras, como um Magic Plus 2 da vida conhecida como Versão Rodoviária, onde os personagens tem golpes alterados e só serve para jogar com os amigos ou um arcade para se divertir (ele é um pouco diferente do arcade normal, mas permite uma opção versus e até um treino) O legal deste modo é que ele lembra muito a interface do KOF 2002 clássico; Você sempre ganha moedas do jogo para destravar esses modos ou comprar conteúdos extras, como cenários, cores para personagens (que pode ter muito mais do que 10 tipos) e até personagens extras, como o Jorge. Um personagem soldado que é bem carismático e possui golpes fazendo referência a alguns personagens de KOF.
Além disso, ainda temos modo treino, modo desafio, versus, arcade, e muita coisa. Imagino aqui se o jogo não fosse indie e eles tivessem mais recursos...o que não tirou seu brilho, afinal, acredito que ele esteja entre os melhores jogos indie do ano! Espero que venda muito e que faça muito sucesso! A muitos anos acompanho os desenvolvedores e fiz questão de comprar minha cópia na Steam para ajudá-los!
GOSTEI DEMAIS.... RECOMENDO DEMAIS... O MELHOR MODO HISTÓRIA QUE VI EM UM JOGO!!!!
Se você tem desejo de comprar, o jogo está sendo vendido na Steam por $R60,00. Clique no link abaixo para comprar:
sábado, 11 de março de 2023
Como o World Heroes 2 do Super Nintendo só me deu boas lembranças
Na minha análise sobre Fatal Fury 2 de Mega Drive, revelei que conheci este e outros jogos em uma locadora perto da minha casa, na qual, era focada em jogos de luta. E dentre os seus títulos, World Heroes 2 foi um dos que eu mais joguei, tanto, que meu irmão e eu, amávamos seus personagens da mesma maneira em que nos outros jogos mais conhecidos, como Mortal Kombat, Street Fighter, etc.
Não sei se você sabe, mas as pessoas que escrevem este blog são irmãos gêmeos. Gêmeos cujo sempre se "identificava" com um personagem rival do outro. O pior é que não era nada combinado! Por exemplo, ao jogar o primeiro MK, logo assumi ser o Sub-Zero e meu irmão, o Scorpion... já no SF2, assumi o Ryu e meu irmão, o Ken. (Acho que a única vez que isso não ocorreu em um jogo de luta foi no Fatal Fury, mas nos demais, sempre foi assim!). E isso parece envolver até personagens femininos, como minha preferência por Kitana e meu mano, por Mileena.
E dentre tais rivalidades, em World Heroes 2 temos dois ninjas que são na prática, um Ryu e Ken daquele jogo. Ninjas que possuem os mesmos golpes, mas que são personagens a parte. Que são Hanzo e Fuuma, cujo me assumi como Hanzo e meu irmão, com o outro, é claro. Além disso, Fuuma também foi uma das grandes inspirações que tive para criar Nakan, personagem da minha HQ que possui um site próprio e um RPG de mesa publicado, cujo escrevi uma análise um pouco suspeita sobre ele aqui.
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| Créditos ao artista, cujo clicando na imagem, você será direcionado ao perfil do mesmo |
Apesar de gostarmos dos rivais, a gente jogou muito com os outros personagens. O engraçado é que quando conheci Charlotte do Samurai Shodown 2 no fliperama que ficava na rua onde morava minhas tias, cujo mencionei na análise de Samurai Shodown 2, acreditava ser a Janne do World Heroes 2. Mas voltando a falar dessa locadora, uma curiosidade engraçada é que o tio que era o dono do mesmo, do nada, só colocava esse jogo para jogar se a gente dissesse que queria o "Mundo dos Heróis". Me lembro como se fosse ontem, lá pelos meus 8 anos de idade ser obrigado a falar: "Põe o Mundo dos Heróis" e ouvir o cara me dizer: "aí sim, você está falando certo" (e eu naquele pensamento de criança: que diferença faz falar isso?).
COMO O JOGO FUNCIONA?
Semelhante a qualquer outro jogo de luta de seu tempo. Porém, em vez de termos quatro botões para Fatal Fury ou seis para Super Street Fighter 2, aqui tínhamos apenas soco e chute. Poderíamos configurar um terceiro botão que seria a provocação (o que seria um charme a mais para The King of Fighters nos anos seguinte). Os comandos são simples, mas... há um diferencial: se você bloquear um ataque a longa distância no momento em que irá recebê-lo, você o devolve para quem o lançou (o que é bem da hora!)
Há dois modos de jogo: o normal, que é aquele que conhecemos e que tem todo jogo do ramo. E o modo de sobrevivência, que como o próprio nome diz, você deve sobreviver. Existe apenas uma barra de energia e os participantes devem se agredir evitar as armadilhas para que o seu lado da barra fique maior que do outro. Mesmo que a barra do oponente se esgote, ele ficará tonto! Quem tiver menos barra no final da contagem, perde. Apesar de ser original, não é muito atrativo (eu mesmo, passava longe quanto criança).
MINHA MÃE FICOU PREOCUPADA COM A GENTE POR CAUSA DE WORLD HEROES 2
Na rua da locadora onde a gente jogava, também vendia litros de leite. Assim, era comum a gente ter que ir na pessoa que vendia e dá uma passadinha na locadora para ver se alguém estava jogando. Como nesse estabelecimento as pessoas sempre iam com amigo para jogar contra, era muito raro, alguém pagar para jogar modo arcade sozinho. Isso era raríssimo por lá. Mas houve um dia, em que a gente com a garrafa de leite na mão, encontramos um sujeito jogando o modo arcade e pelo visto, já estava longe.
A gente nem tinha dez anos na época. Só me lembro de ter pensando em assistir duas lutas e depois ir embora. O problema, é que o garoto que estava jogando tinha chegado no final do jogo e então, ficamos para ver ele zerar. O interessante, é que no estágio da Itália, tinha uma estátua que após vencer o último lutador (que é uma estátua de gesso e assim como Shang Tsung fazia nos primeiros MK, assumia a forma e os golpes de qualquer outro lutador), o estádio ficou todo destruído, incluindo a estátua. Na minha imaginação de criança, o Boss final estava dentro daquela estátua...
Assim, o garoto zerou ... só que estava de noite. Tinha passado muito mais tempo e a gente deixou nossa mãe preocupada para caramba com a gente. Tanto que ela apareceu lá na locadora!
ESSE JOGO TEM UMA HISTÓRIA?
World Heroes 2 é uma adaptação para o Snes de um jogo de Arcade de SNK. Segundo o blog Nintendo Blast, um cientista chamado Dr.Brown, trouxe pessoas de diferentes eras da história para competir em um torneio. Caso você queira conhecer melhor a versão de arcade, incluindo até sua versão para a Nintendo Switch, recomendo que leia o artigo deles World Heroes 2 é um jogo de luta inovador.
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| Essa é a estátua do estágio da Itália. |
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| Estágio da Itália quando surge o chefão final, Dio. |
quarta-feira, 8 de março de 2023
Fatal Fury 2 de Mega Drive foi o que mais me dediquei
Nos anos 90, era comum ir junto com o meu irmão a uma locadora que ficava no meu bairro para não só, alugar filmes em fitas cassete, como também, é claro! Jogar videogame. Eram tempos que você pagava para jogar! Foi nessa locadora, que conhecemos praticamente todos os principais títulos de jogos de luta, incluindo Mortal Kombat e Super Street Fighter 2. Além disso, o estabelecimento que íamos com frequência era muito focado em jogos de luta, tanto que quando o tempo acabava, a senhora da locadora dizia: "oh!, é a última luta!".
E dentre os títulos disponíveis no lugar, Fatal Fury Special do Super Nintendo foi a nossa porta de entrada para o universo da SNK. Tanto, que até víamos como rival de Street Fighter (por ser muito parecido) e também, por disponibilizar animações da série (como acontecia com SF naquele tempo). O que explica alugarmos na mesma locadora, a animação dublada do Fatal Fury 1.
Fatal Fury Special tinha nossa atenção dividida com os demais e a gente não teria tanto tempo para desenvolver "nosso gameplay" jogando 20 minutos uma vez ou outra em algum dia da semana. E jogar na casa de um primo que morava na mesma rua da locadora e que tinha um Super Nintendo, também não nos faria compreender melhor 'como se jogava', digamos assim. Só que, anos mais tarde - ao ganharmos nosso primeiro computador (com Win 95, para você ver a época) que começamos a jogar Fatal Fury de verdade!
Os nossos primeiros computadores (sim, ganhamos mais de um na mesma época). Eram bastante antigos, tanto, que apenas funcionava corretamente um emulador de Mega Drive. (O de Super Nintendo era pesado demais para ele); Graças a um cd que meu outro primo ganhou com roms de Sega Genesis, o mesmo levou o drive de CD dele para poder instalar as roms, que não poderiam ser todas - senão nosso poderoso HD de 1GB não iria suportar. Assim, tínhamos que passar poucos jogos e Fatal Fury 2, foi um deles.
O jogo apresenta doze personagens (mas apenas 8 são disponíveis no modo arcade). Com um dos melhores sistemas de jogos de luta que já vi, mas, que exige tempo para entendê-lo. Não era como Mortal Kombat ou Street Fighter. Aqui temos dois pisos na maior parte dos cenários! (onde os lutadores poderiam alternar entre si). Os competidores também podem dar dash para trás ou andar abaixado - além de possuir um Ataque Especial, um poderoso ataque que pode ser executado sem limite quando o lutador está com a vida baixa (bem parecido com os modos dos primeiros KOFs, só que não existia barra de especial).
Além disso, o jogo também apresentava um sistema de counter. Onde indo para trás e apertando o botão de soco, você aplicava um ataque cujo tinha a intenção de contra-atacar (de forma muito mais eficaz que afastar alguém com golpe de corpo enquanto usa defesa no KOF). E entender isso, é grande parte do jogo. Fatal Fury 2 é um jogo de luta estratégico e dinâmico e jogando com meu irmão por muito tempo, cujo foi o único Fatal Fury que realmente tinha tempo e dedicação para o próprio - me proporcionou grandes combates. Principalmente, porque ao jogar com meu irmão, muita das vezes, a gente com energia baixa, procurava "counterar" o adversário... assim, um tentando aplicar contra-ataque no outro.
Isso é uma mecânica que só jogando para entender. Mas, permite você estudar o oponente e esperá-lo fazer um certo movimento, algo que os outros jogos de luta da época não tinham. Não sei se a série Real Bout se aplica a mesma regra, mas vou tentar jogá-la (e conhecê-la) para ver se possui a mesma mecânica, pois, digo com muitas horas de jogo que, Fatal Fury 2, é um dos melhores jogos de luta do meguinha...
segunda-feira, 23 de janeiro de 2023
O Mortal Kombat Trilogy da Gog
Felizmente para a alegria dos fãs, a Gog lançou em seu catálogo em 2022 o saudoso Mortal Kombat Trilogy, jogo de luta onde temos os personagens dos três primeiros jogos da franquia em um só, todos adaptados para o sistema de UMK3 e com uma novidade: o Aggressor, que aumenta a velocidade dos ataques e dano do jogador por um curto período de tempo.
Aqui no blog, já analisamos os três primeiros jogos (também vendido na Gog), além do Mortal Kombat 4. No entanto, faltava fazer uma análise do último dos games clássicos. Se você tem desejo de comprar e gostaria de saber como é ou se vale a pena, continue lendo.
Comprei o jogo numa promoção por 28 reais, sendo que seu preço é R$40,00. O conteúdo do game é o mesmo daquele lançado em 1996, mas, diferente da trilogia clássica, este não é em DOS. Há um programa próprio para ele, onde só podemos configurar o jogo apertando ESC para por em modo janela. A forma antiga (do MK Trilogy) de configurar os controles foi removida para por essa nova opção. Você pode configurar o Directx e outras coisas, se achar necessário.
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| Usando gamepad, você aperta os botões e marca o que ele será no jogo |
Há também um modo de se jogar em rede via LAN, tanto que olhando nos arquivos de jogo, parece que há um programa que permite jogar pela internet - mas eu não experimentei e nem sei do que se trata. Acredito que se eles fizessem de maneira em que usuários da Gog achassem partidas assim como usuários da Steam encontram em The King of Fighters 2002 UM, aumentaria e muito as vendas.
Além disso, você pode inserir qualquer controle USB para jogar com amigos. Eu mesmo, testei meu arcade aqui e funcionou muito bem. Então, se você deseja relembrar os velhos tempos, pode comprar sem medo, pois essa versão roda perfeitamente o clássico em pcs de hoje em dia!
Compre agora na Gog por R$40,00 pelo link abaixo:
quarta-feira, 1 de junho de 2022
Já experimentou Brawlhalla? Um divertido game gratuito e estilo Super Smash Bross
Vou te falar a verdade: nunca fiquei empolgado com o Super Smash Bros da Nintendo, que deu as caras pela primeira vez no saudoso Nintendo 64 e que hoje, dispensa apresentações. Nos concedendo uma nova maneira de se jogar games de luta, com os personagens da Big-N se enfrentando em arenas de até quatro jogadores e indo na contramão dos jogos do gênero na época, que exigiam comandos complexos e o aprendizado de combos para vencer.
Dentre muitos jogos que vieram usando a fórmula criada pela empresa japonesa, conheci Brawhalla lá pelos idos de 2016 - que foi um dos meus primeiros games da Steam. Ainda era novo na plataforma e apelando para os jogos grátis, o quis conhecer justamente por ser um "clone de Smash" - também na certeza que me agradaria em dar uma chance ao gênero. Foi ali também que adicionei meu primeiro amigo na Steam e foi onde passei algumas horas até conhecer outros jogos legais e em fim, me tornar cliente.
Nessa época, a Ubisoft ainda não tinha adquirido os direitos do jogo. Na qual, mudou muito após sua aquisição - o que me fez quase cinco anos depois, ver como o jogo estava. (Uau! Muitos personagens novos e muitos licenciados de outros jogos, como personagens do Street Fighter!) Para quem não sabe, Brawhalla apesar de ser um jogo gratuito, possui uma comunidade bem ativa. Você nem vai precisar esperar muito para combater alguém nos seus diferentes modos de jogo (que pode ser combate 1 vs 1, ou por equipes e até um "deathmatcht"!). Contando com partidas casuais e rankeadas que funcionam como os demais jogos - além disso, você pode destravar novos personagens com dinheiro ganho no próprio game, ou utilizar a loja com dinheiro real para destravá-los, além de outros itens e skins!
Se você está começando agora, não se preocupe. Há personagens gratuitos que vivem sendo trocados com o tempo para serem "testados" (como acontecer no Lol, por exemplo). Cada personagem possui duas armas e o controle dos comandos que você faz com elas na hora da batalha que fará toda a diferença! Esqueça combos complexos e mecânicas avançadas de outros jogos de luta, aqui você precisa apenas ficar de olho no seu inimigo e usar a melhor estratégia com as arma que está em mãos, ou usar o cenário a seu favor.
Todos os personagens vão levando dano até que quando ficam com a energia em vermelho, basta acertá-lo com um só golpe que ele será chutado da arena. (Mas você pode fazê-lo cair do cenário também!). Além disso, assim como no lolzinho, cada personagem possui uma espécie de "maestria" - que você o recebe assim que encerra a partida - que aqui é chamado de nível (que serve para destravar novas cores para o personagem também). Além disso, o jogo pode ser jogado tanto online quanto offline com seus amigos se tiver joysticks a disposição, e por falar neles, que diferença! (além de ter modo pratique e um tutorial para você aprender a jogar!)
Ah! Mas se eu tô com meu irmão(a), amigo(a), namorada(o), etc e quero jogar online? Sem problemas, você pode jogar junto com um amigo contra os demais jogadores com apenas uma conta na Steam, basta ter um joystick e deixar o teclado para o outro - a menos que tenha mais de um controle.
Quando jogava, usava muito o teclado - usando o botão Z para esquivar, enquanto o X e o C representavam o ataque forte e fraco, além do D, que servia para arremessar minha arma no oponente ou algum 'objeto' deixado pelo cenário ou armadilha a ser usada contra os outros jogadores. Mas ao escrever essa postagem, resolvi testá-lo num controle de Xbox 360 e daí percebi que ele foi feito para se jogar em controles! Comandos muito mais fáceis e intuitivos - bem gostoso de jogar! Por isso, recomendo que use controles para jogar sozinho ou com seus amigos, é muito mais divertido!
Principalmente porque com apenas algumas partidas você já entende como funciona a coisa toda, talvez exigindo um pouco mais de tempo para entender os simples comandos dos inúmeros personagens deste jogo, que evoluiu muito desde 2016, quando o joguei pela primeira vez.
O que está esperando? Baixe ele na Steam agora... é DE GRAÇA, PARCEIRO!
quarta-feira, 9 de março de 2022
Análise de Mortal Kombat X
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022
O Street Fighter Brasileiro...
| Foto: Reprodução |








































