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segunda-feira, 8 de abril de 2024

Por que nunca consegui zerar Chakan: The Forever Man?

abril 08, 2024
OBS: Todos os prints dessa postagem são do canal NintendoComplete

Apesar de não ter concluído o jogo na data em que essa postagem foi escrita (porque, vai que eu consiga no futuro...), Chakan é um jogo que joguei muito. O conheci através de emuladores a muitos anos atrás, e seu conceito me chamou muito a atenção. Particularmente, gosto de jogos difíceis e muitos deles, já resenhei aqui e talvez por isso, eu goste desse jogo - apesar de não ter zerado e vou explicar o porque.


Chakan é um game que explica a história do personagem que dá nome ao título. Um guerreiro que desafiou a Morte, mas foi abatido ao mesmo tempo que ela em seu confronto. Com isso, recebeu uma segunda chance: deverá eliminar todos os males sobrenaturais. O desafio anterior, dizia que se Chakan vencesse, teria a vida eterna - mas se falhasse, seria um escravo da Morte por toda a eternidade. Por isso, neste novo desafio, recebeu uma imortalidade temporária para poder enfrentar seus inimigos.


O jogo foi baseado em uma HQ de Robert A. Kraus e produzida por Ed Annunziata (que também participou na produção do jogo Ecco: The Dolphin). Lançado para o Mega Drive em Junho de 1992, ele não foi um sucesso de vendas, mas se tornou um jogo muito admirado nos anos seguintes. Alguns até afirmam que seria uma espécie de "dark souls" da era 16 bits.

Apesar de no início ser estranho para o jogador novato, o jogo costuma ter seu charme. Chakan, como o título do jogo já diz, é imortal, então, não precisa se preocupar com vidas ou continues. Ao portar de duas espadas, nosso herói pode além de realizar ataques corpo a corpo, poderá realizar um salto duplo, se pendurar, rolar rapidamente para uma direção, utilizar uma arma chamada de Grapnel, para se pendurar em certos lugares a fim de atingir níveis mais altos, etc.  Ele pode equipar outras armas também e utilizar poções alquímicas, que são as magias usadas neste jogo.


Os chefes podem ser mais frágeis a certas combinações de poções, por isso, que é bom sempre tentar ver qual a que dá mais vantagem para Chakan. Quando eu jogava esse game (que foi um dos que mais joguei no Mega - mesmo que por emulação), já sabia qual poção utilizar e quais eram os melhores caminhos para chegar mais rápido. Já que como o jogo é muito difícil, o jogador é obrigado a saber como se locomover mais rápido e também, decorar seu trajeto. No início, é necessário ir atrás de outras armas, para poder liberar novas áreas.


O fator que me fez até hoje não conseguir zerar o jogo, foi pelo fato de que, Chakan, não possui um sistema de salvamentos. O que significa, que o jogador tem que zerar tudo de uma vez, e esse "tudo", tende a ser muito mais até que se aprenda todas as manhas. Para fazer essa resenha, fiquei chocado com um cidadão na internet fazer uma longplay dele em 1h36, sendo que eu levava mais disso, PRA CHEGAR NA METADE DO JOGO. Assim, já ficava cansado para fazer ainda mais difíceis e como eu tinha que zerar de uma vez só, acaba sempre desanimando...

Inventário de armas e poções de alquimia

Nas próximas tentativas sempre eram assim... ficava mais de duas horas para chegar na METADE do jogo e depois se frustrava... (mesmo que tenha chegado mais longe, para concluir, deveria começar TUDO DE NOVO OUTRO DIA). Aí você me pergunta: se não era no emulador, por que não usou Save State? Aí que está o dilema... EU NÃO USO SAVE STATE em emulador. Já que eu quero ter uma experiência mais parecida que no console... e utilizar esses recursos, para mim, seria o mesmo que trapacear.


É um jogo interessante... mas cansativo se você não ter ideia do que fazer ou o chefe que enfrentar.

quarta-feira, 8 de março de 2023

Fatal Fury 2 de Mega Drive foi o que mais me dediquei

março 08, 2023

Nos anos 90, era comum ir junto com o meu irmão a uma locadora que ficava no meu bairro para não só, alugar filmes em fitas cassete, como também, é claro! Jogar videogame. Eram tempos que você pagava para jogar! Foi nessa locadora, que conhecemos praticamente todos os principais títulos de jogos de luta, incluindo Mortal Kombat e Super Street Fighter 2. Além disso, o estabelecimento que íamos com frequência era muito focado em jogos de luta, tanto que quando o tempo acabava, a senhora da locadora dizia: "oh!, é a última luta!".


E dentre os títulos disponíveis no lugar, Fatal Fury Special do Super Nintendo foi a nossa porta de entrada para o universo da SNK. Tanto, que até víamos como rival de Street Fighter (por ser muito parecido) e também, por disponibilizar animações da série (como acontecia com SF naquele tempo). O que explica alugarmos na mesma locadora, a animação dublada do Fatal Fury 1.


Fatal Fury Special tinha nossa atenção dividida com os demais e a gente não teria tanto tempo para desenvolver "nosso gameplay" jogando 20 minutos uma vez ou outra em algum dia da semana. E jogar na casa de um primo que morava na mesma rua da locadora e que tinha um Super Nintendo, também não nos faria compreender melhor 'como se jogava', digamos assim. Só que, anos mais tarde - ao ganharmos nosso primeiro computador (com Win 95, para você ver a época) que começamos a jogar Fatal Fury de verdade!


Os nossos primeiros computadores (sim, ganhamos mais de um na mesma época). Eram bastante antigos, tanto, que apenas funcionava corretamente um emulador de Mega Drive. (O de Super Nintendo era pesado demais para ele); Graças a um cd que meu outro primo ganhou com roms de Sega Genesis, o mesmo levou o drive de CD dele para poder instalar as roms, que não poderiam ser todas - senão nosso poderoso HD de 1GB não iria suportar. Assim, tínhamos que passar poucos jogos e Fatal Fury 2, foi um deles.


O jogo apresenta doze personagens (mas apenas 8 são disponíveis no modo arcade). Com um dos melhores sistemas de jogos de luta que já vi, mas, que exige tempo para entendê-lo. Não era como Mortal Kombat ou Street Fighter. Aqui temos dois pisos na maior parte dos cenários! (onde os lutadores poderiam alternar entre si). Os competidores também podem dar dash para trás ou andar abaixado - além de possuir um Ataque Especial, um poderoso ataque que pode ser executado sem limite quando o lutador está com a vida baixa (bem parecido com os modos dos primeiros KOFs, só que não existia barra de especial).

Além disso, o jogo também apresentava um sistema de counter. Onde indo para trás e apertando o botão de soco, você aplicava um ataque cujo tinha a intenção de contra-atacar (de forma muito mais eficaz que afastar alguém com golpe de corpo enquanto usa defesa no KOF). E entender isso, é grande parte do jogo. Fatal Fury 2 é um jogo de luta estratégico e dinâmico e jogando com meu irmão por muito tempo, cujo foi o único Fatal Fury que realmente tinha tempo e dedicação para o próprio - me proporcionou grandes combates. Principalmente, porque ao jogar com meu irmão, muita das vezes, a gente com energia baixa, procurava "counterar" o adversário... assim, um tentando aplicar contra-ataque no outro.


Isso é uma mecânica que só jogando para entender. Mas, permite você estudar o oponente e esperá-lo fazer um certo movimento, algo que os outros jogos de luta da época não tinham. Não sei se a série Real Bout se aplica a mesma regra, mas vou tentar jogá-la (e conhecê-la) para ver se possui a mesma mecânica, pois, digo com muitas horas de jogo que, Fatal Fury 2, é um dos melhores jogos de luta do meguinha...

sábado, 31 de outubro de 2020

Spear of Destiny, a continuação do clássico Wolfenstein 3D

outubro 31, 2020



Spear of Destiny é a continuação do clássico Wolfenstein 3D, jogo de tiro em primeira pessoa que deu origem ao clássico Doom, e demais FPS que conhecemos. Spear of Destiny foi lançado originalmente para computadores no dia 18 de Setembro de 1992. Diferente do original Woll3D, o jogo está bem mais fluído, e agora você pode coletar também munição separadamente nas fases. O jogo adiciona alguns poucos efeitos, e ele não é mais dividido em episódios. Sem contar as fases secretas, existe um total de 18 fases.

De acordo com informações, a história do jogo se passa antes da história do Wolfenstein 3D original. Hitler teria em mãos a lendária Lança do Destino, que seria uma suposta lança que foi usada para matar o Senhor Jesus na Cruz (já fiz um estudo sobre isso no meu blog cristão). A missão de BJ Blazkowick é então recuperar essa lança (veja a foto da lança).


O pior de tudo é quando se recupera a lança. Quando joguei, falei até para meu irmão Rodrigo que parecia que estava jogando Doom (Doom original estava sendo produzido ao mesmo tempo que esse jogo). O mestre final é um demônio conhecido como Anjo da Morte. Segundo algumas informações, a última fase de Spear of Destiny acontece no Inferno. Talvez os produtores do game estavam preparando o público para o lançamento de Doom, que realmente tem essa proposta.

Depois de pegar a lança, a luta final contra o anjo da morte. Foto: Reprodução

Além do jogo original, o pacote de Spear of Destiny na Steam ainda tem outras duas expansões extra-oficiais, não criadas diretamente pelo pessoal da ID Software. O jogo é até legalzinho, mas digo que gostei MUITO MAIS do Wolfenstein 3D original. Demorei cerca de quase 8h para zerar esse game. E vou te falar: as últimas fases foram de doer!

Talvez resenhe as expansões do pacote Spear of Destiny (Steam) em outra ocasião, assim que jogá-los para valer.

Spear of Destiny está na Steam (R$7,99)

segunda-feira, 20 de julho de 2020

A história do Master System

julho 20, 2020
Foto: Divulgação
O Master System foi o melhor videogame que eu tive na minha vida. Ganhei ele de presente de Natal de 1996. Ele foi o nosso segundo videogame (antes tínhamos um Dactar, versão brasileira do Atari, graças a lei de reserva de mercado). Por isso, nada mais justo que escrever sobre ele aqui no blog, visto que tenho um carinho todo especial por ele...

O Master System teve um sucesso gigantesco no Brasil, e até hoje é vendido em lojas, em "novas versões" lançadas pela Tectoy. Porém, eu não quero falar sobre essas versões novas criadas pela Tectoy, mas sim sobre quando ele estava "mais ativo" aqui no Brasil. Vamos entender um pouco sobre a história de seu lançamento.

O "crash" de 83



O crash de 1983 trouxe uma nova perspectiva no mercado e produção de jogos eletrônicos. Antes disso acontecer, o mercado de games estava na mão da Atari. A tecnologia do console de 4bits geravam jogos simples. Até aí nenhum problema. Para se ter noção da coisa, muitos jogos eram produzidos por apenas um único programador, mas também haviam máquinas de fliperamas na época, como máquinas de pinball. Aproveitando da simplicidade e tecnologia da época, muitos jogos eram feitos nas coxas, ou seja, sem se preocupar com a qualidade do produto. Com isso, muitos jogos eram criados, mas a maioria deles era uma tremenda porcaria...



Mas o basta para a má qualidade  viria com o filme E.T, de Steven Spielberg, que foi um sucesso sem precedentes nos cinemas! Aproveitando o sucesso do mesmo, um jogo de videogame baseado naquela obra seria lançado para o saudoso Atari. O jogo foi uma porcaria! O problema não foi só o jogo ser uma porcaria, mas devido a popularidade do filme, o pessoal se revoltou de vez porque a popularidade do filme foi importante para atrair as pessoas para o jogo, mas as pessoas se sentiram lesadas por gastar seus preciosos dólares em um lixo eletrônico como este!

Numa época que tínhamos jogos ruins, produzidos por poucas pessoas, as pessoas começaram a perder interesse nos jogos. Vale lembrar que a baixa popularidade nos videogames não aconteceu apenas pelo jogo porcaria do E.T, ele foi só o estopim do público para o "crash", já que as pessoas geraram a expectativa de ter um jogo pelo menos decente sobre o filme, num cenário de inúmeros jogos ruins.

O "crash" não foi todo ruim. As empresas que viriam depois, com uma tecnologia superior a do Atari (como o Master System) já entenderiam que, para agradar o público, teriam que apostar em qualidade e originalidade. A partir de 83, jogos eram criados por uma equipe, e não mais por um programador, tanto pela tecnologia nova disponível, bem como a tendência que se criou após o crash.

O primeiro Master System

SG-1000, o protótipo do Master Sytem. Foto: Divulgação

O primeiro Master System foi lançado pela SEGA no dia 15 de Setembro de 1983, no Japão, sob o nome de SG-1000. A SEGA já produzia jogos para fliperamas, sendo o SG-1000 o primeiro console da companhia. A propósito, ele foi lançado no mesmo dia que o Famicon (versão japonesa do Nintendo 8Bits, também conhecido como NES ou Nintendinho). Por conta da força da Nintendo, o SG-1000 não conseguiu bater de frente com seu concorrente.

O SG-1000 tinha um controle parecido com o do Atari, embutido no aparelho. Não era possível acoplar outro controle. Os jogos eram totalmente simples lançados entre 1983-1984, mantendo ainda a simplicidade dos jogos do Atari, mas com gráficos melhores e jogos mais originais. E falando em Atari, algumas das franquias mais famosas do Atari também aportaram aqui, com gráficos e jogabilidade mais atraentes. Um ano depois, depois do fracasso do SG-1000, a SEGA então lançaria o SG-1000II, mudando o design da primeira versão. O controle mudou, ficando com o parecido do Master System. 

SG-1000II - Divulgação
O SG-1000 e SG-1000II tiveram uma biblioteca de pelo menos 86 jogos lançados (veja a lista abaixo), com jogos de esportes e alguns relançamentos de franquias conhecidos no antigo Atari, usando a nova tecnologia deste novo console. Confira a lista abaixo:

TODOS JOGOS DO SG-1000 e SG-1000 2

1. 007 James Bond
2. Bak Panic
3. Black Onyx
4. Bomb Jack
5. Bomberman Special
6. Bordeline
7. C_So!
8. Castle
9. Chack'n Pop
10. Challenge Derby
11. Champion Baseball
12. Champion Billiards
13. Champion Boxing
14. Champion Golf
15. Champion Ice Hockey
16. Champion Hockey
17. Champion Kendou
18. Champion Pro Westrling
19. Champion Soccer
20. Champion Tennis
21. Chapionship Lode Runner
22. Choplifter
23. Congo Bongo
24. Dokidoki Penguin Land
25. Dragon Wang
26. Drol
27. Elevator Action
28. Exerion
29. Flicky
30. Flipper
31. Galaga
32. Girl's Garden
33. Golgo 13
34. GP World
35. Gulkave
36. Guzzler
37. H.E.R.O
38. Hang On II
39. Home Mahjong
40. Hustle Chumy
41. Hyper Sports
42. Knightmare
43. Legend of Kage
44. Lode Runner
45. Magical Kid Wiz
46. Mahjong
47. Monaco GP
48. Nina Princess
49. N-Sub
50. Okamoto Ayako no Match Play Golf
51. Orguss
52. Othello
53. Pacar
54. Pachinko 
55. Pachinko II
56. Pitfal II - The Lost Caverns
57. Pop Flamer
58. Q-Bert
59. Rally X
60. Road Fighter
61. Rock n' Bolt
62. Safari Hunting
63. Safari Race
64. San-nin Mahjong
65. Sega Flipper
66. Sega Galaga
67. Serizawa Hachidan no Tsumeshougi
68. Shinnyushain Toouru Kun
69. Sindbad Mystery
70. Soukoban
71. Space Armor
72. Space Invaders
73. Space Mountain
74. Space Slalom
75. Star Force
76. Star Jacker
77. Super Tank
78. Tank Batalion
79. Terebi Oekaki
80. Twinbee
81. Wonder Boy
82. Yamato
83. Yie Ar Kung Fu II
84. Zaxxon
85. Zippy Race
86. Zoom 909

Sega Mark III, o tradicional Master System


Depois do SG-1000 (lançado em 1983) e SG-1000II (lançado em 1984), a SEGA continuou apostando no seu console e, no dia 20 de Outubro de 1985, lançou o SEGA MARK III. Este console era muito superior aos seus concorrentes. Em 1987, o Sega Mark III foi rebatizado como Master System. Apesar de ser um novo lançamento, o Master System era praticamente o Sega Mark III com um novo design. No Japão não emplacou, mas ele acabou sendo bem recepcionado no Brasil, e em outros lugares.



Para ter noção da coisa, o console produziu jogos entre 1985 á 1998, tendo uma vida útil de 13 anos de lançamentos, sendo boa parte deles vindos do Brasil, criados pela Tectoy: alguns são hacks de jogos clássicos, outros são conversões de jogos que viera do Game Gaear (videogame portátil da Sega) mas outros são de própria autoria da produtora, como o clássico Street Fighter II e o horroroso Mortal Kombat III. Ao todo, o Master System teve uma biblioteca de 334 jogos lançados.

Algumas versões da Tectoy (Clássicas)

A Tectoy era uma empresa de brinquedos que fabricou o Master System para o Brasil. Além de alguns jogos e conversões trazidos ao console, a empresa também modificou o aparelho. Basicamente, durante a "era de ouro do Master System no Brasil", a empresa publicou três versões do console. Confira abaixo:

1989 (Master System): veio com dois jogos do SG-1000 na memória (Hang On e Safari Hunter), e dois controles na caixa.
1991 (Master System II): veio com Alex Kid in Miracle World na memória, e 1 controle.

1992 (Master System III Compact): versão melhorada do Master System, menor e com uma tampa protetora de cartucho. Haviam várias variações de jogos na memória, mas a grande sacada da empresa foi oferecer a versão com o jogo Sonic the Hegdehog na memória.

Pessoal, aqui foi um resumo da história de um dos videogames mais fantásticos que já conheci, que marcou minha infância.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Jill Saves the Prince

maio 07, 2020
Jill Saves the Prince é o terceiro e último jogo da Trilogia Jill the Jungle. Ele não apresenta mecânicas novas como nos jogos anteriores, tão menos novos inimigos ou power-ups. O jogo também tem menos fases que os demais jogos da franquia, tendo um total de 14 fases para terminar o jogo. O único diferencial deste para os demais jogos estão nas fases um pouco maiores e também que o personagem (Jill) pode andar em um mapa aberto para escolher as fases, como num jogo de RPG eletrônico.

O Jogador pode andar por um mundo aberto para escolher quais fases deseja ir primeiro
Jill encontra o Príncipe. No fim, casa com ele.
No fim das contas, ela precisa salvar um príncipe em um Castelo, que é a última fase do jogo. Apesar de ter menos fases, em Jill Saves the Prince levei mais tempo para zerar o game do que os outros anteriores, gastando um total de 1h21 minutos para terminar o game. Vale lembrar que os três jogos da trilogia estão gratuitamente (não é pirataria) na Gog.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

Jill Goes Underground

maio 06, 2020
Ontem chegamos a falar sobre a Trilogia Jill the Jungle, um jogo DOS gratuito (não é pirataria). Pois bem, hoje gostaria de falar um pouco sobre a sequência de Jill the Jungle, chamada de Jill Goes Underground, que apresentou um jogo maior e com novas mecânicas e inimigos. De resto, o jogo continua igual: você precisa buscar cristais e chaves para ter acesso as novas fases. Em alguns, casos você precisará transformar em animal também.

Em Jill Goes Underground, Jill poderá se transformar em pássaro de fogo ou em um peixe, sendo que na versão anterior ela poderia até mesmo se transformar em Sapo. Além disso, a sequência traz novos inimigos (como demônios e morcegos gigantes) e também a habilidade nova de super pulo, onde você poderá pular a diversas alturas.

Foto: Reprodução
O jogo continua muito bom. Ele é curto, mas é maior que o jogo anterior. Jogando aqui em casa pela primeira vez, zerei o game em 1 hora e 7 minutos (enquanto Jill the Jungle demorei 49 minutos para finalizar). Vale lembrar que você pode baixar o jogo gratuitamente (não é pirataria) pela Gog. Dá para passar um tempo legal.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Jill the Jungle, um jogo antigo e GRÁTIS

maio 05, 2020
Foto: Reprodução Gog
Aqui na "Rei dos Games" somos o maior blog sobre videogames, boardgames, RPG e jogos em geral na internet. Desta vez, gostaríamos de falar do bom Jill The Jungle, o primeiro jogo de uma trilogia de três jogos (continuados com Jill Goes Underground e Jill Saves the Prince). Ambos os jogos podem ser adquiridos gratuitamente (não estamos falando em pirataria, mas sim jogo original grátis) através de uma coletânia chamada Jill of the Jungle: The Complete Trilogy.

Mas vamos ao Jill the Jungle, primeiro jogo a resenhar por aqui. O jogo é um jogo de plataforma 2D, onde controlamos uma amazona gostosa chamada Jill, que resolverá puzzles em 15 níveis diferentes. Durante a partida, Jill vai se transformar em Pássaro, Peixe e Sapo. O jogo é muito bem feito para a época. Para acessar alguns níveis, será necessário coletar também cristais e chaves. A medida que recebe dano (não há dano por queda aqui), Jill pode recuperar sua energia pegando maçãs.

Foto: Reprodução
Posso falar: me diverti bastante jogando Jill the Jungle, apesar de zerar o jogo em 49 minutos. Isso não é ruim, porque os jogos de plataforma criados nessa época (em 1992) tinham a tendência de serem curtos, para serem finalizados em pouco tempo de jogatina. Em breve falarei aqui no blog sobre a sequência dessa franquia: Jill Goes Underground e Jill Saves the Prince.

Jill of the Jungle: The Complete Trilogy: original e grátis!

No momento, a GOG vem disponibilizando o jogo de graça. Digo e repito: jogo original. Nós da "Rei dos Games" não compactuamos com a pirataria de jogo nenhum. Por conta disso, vamos disponibilizar o link de download direto na GoG da trilogia Jill of the Jungle: The Complete Trilogy. Clique aqui e baixe agora mesmo.

Os gráficos não são grande coisa se comparada aos jogos lançados atualmente, mas garanto que quem é da velha guarda (tem mais de 30 anos pelo menos) vai se divertir bastante. Bem, aí está. Comente abaixo e deixe sua opinião sobre este jogo.

Sobre Nós

Rei dos Games


Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


Rei dos Games é o único blog dedicado a três tipos de jogos diferentes (eletrônicos, de tabuleiro e RPGs). Se você quer conhecer bons jogos para brincar, este é o lugar certo.


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