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terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Sonic CD é o Sonic que não te fará gostar dele de primeira

dezembro 31, 2024
Foi aqui que também tivemos a estreia de Amy

Como fã do ouriço, é lógico que um dia ou outro experimentaria este game. 


Sonic CD originalmente foi lançado em 1993, tanto para o Sega CD, como também para os pcs. Como o jogo utilizava-se CD-rom, ele apresentou músicas com uma qualidade muito superior (algumas das faixas, até receberam vozes) e isso é uma das coisas mais legais do jogo até então. Apresentando apenas músicas inéditas, que apesar de serem muito boas - na minha opinião, não tiveram o mesmo carisma das trilhas dos jogos anteriores (pelo menos, para mim).

A versão da Steam (a que estou usando nesta análise), vem com algumas melhorias. Uma delas é poder jogar com Tails (desde que você conclua o jogo primeiro). Mecanicamente, ele é um Sonic 1 com uma trilha sonora espetacular. A grande novidade em relação aos outros jogos do porco-espinho, é que agora nosso herói pode visitar tanto o passado quanto o futuro do mesmo estágio. Tendo mudanças na estrutura da fase (incluindo a música tema).


Na primeira vez que jogamos, não entendemos direito para o que serve isso. O que precisa de tempo para nos acostumarmos com a ideia e seu objetivo. Apesar de termos uma trilha sonora boa e as mesmas mecânicas do primeiro jogo do Sonic, ele é o jogo que não conquista fãs e jogadores de primeira. Para começar, suas fases possuem um design muito abaixo do que se espera de um jogo do ouriço. As mudanças de tempo para o passado e o futuro são ativadas ao passar por placas características - tendo um certo tempo para correr e pegar embalo e assim, viajar no tempo.

Pegar embalo e correr é algo que você não vai conseguir fazer com facilidade. Como já dito, o design das fases o fazem você esquecer que está jogando em um Sonic de Mega Drive, rápido e dinâmico, moldando mais para um Sonic de Master System (que apesar de rápido, seu foco está na exploração da fase em vez de sair correndo em disparada). O que para os fãs do jogo mais frenético, estranharão de cara! Sem falar que certas vezes, o design da fase vai te colocar de cara com um robô ou espinho quase que propositalmente, para você perder seus anéis.

Para atingir o final verdadeiro do jogo, você precisa colher as sete pedras do tempo. As mesmas são dadas após o jogador capturar os seis UFOs nas fases de bônus, que surgem logo após a conclusão de uma fase (desde que tenha 50 anéis ou mais). Que de forma similar ao Sonic 1, surgirá um anel gigante cujo devemos pular nele. Sobre esse bônus e como pegar as pedras do tempo, escrevemos uma postagem a respeito. 


Não há Super-Sonic ou proteções como vimos em Sonic Mania ou Sonic 3. A apenas a 'bolha' comum e apenas o que vimos no primeiro jogo do ouriço. Porém, temos cenários, músicas e inimigos exclusivos - alguns encontros com robotinic fazem menção a Sonic 1. De quebra, é um bom jogo - mas você deverá se acostumar com ele. Principalmente, ao entender o sistema de voltar ao passado ou ir ao futuro.

Quando o Sonic vai ao passado, ele deve encontrar hologramas do Metal Sonic e destruí-los, além de certas máquinas cujo eu não sei para que serve. Caso seja destruídas, ao ir para o futuro, o cenário será mudado. Ou seja, você muda o futuro alterando o passado e isso, eu achei uma boa novidade quando entendi como era o game. É claro que se você ignorar isso e for só atrás das pedras do tempo, você salvará o futuro de todas as fases - sem precisar alterar o passado.


O jogo conta com 3 atos por zona, sendo que o 3ª sempre será no futuro. Caso o jogador tenha mudado o passado (dado a 'um futuro bom'), o cenário da fase será com um lugar mais agradável - já que você impediu o caos que seria tal lugar. Infelizmente, na data em que este artigo foi escrito - o jogo não está mais a venda na Steam. 

domingo, 5 de maio de 2024

TOP GEAR 2, um jogo que marcou gerações

maio 05, 2024



O que posso falar de Top Gear, a não ser um dos melhores jogos de corrida que já foram lançados. Acredito que a primeira vez que conheci esse jogo foi na casa de um amigo do meu primo, que me mostrou essa obra-prima. Depois, com meus primeiros computadores, pude experimentar essa preciosidade também nos emuladores, bem como joguei também na casa de outro primo meu.

Top Gear trouxe uma jogabilidade e estilo de jogo únicos, trazendo conceitos que seriam explorados em demais jogos de corrida. Por exemplo, no jogo há questão de quebrar peças do carro durante a corrida, e também a questão de combustível. E por quê digo isto?! A cada partida conquistada, o Jogador ganha uma quantia em dinheiro, que será usada para a compra de peças.



É um jogo bem divertido. Ao bater num carro, você perde velocidade. Você também tem o conceito dos Nitro, que é um foguete que aumenta a velocidade. Acho que foi o primeiro jogo de corrida que eu vi que usou o conceito de Nitro. Joguei muito esse jogo durante minha infância, adolescência e começo de juventude.

Vale muito a pena conhecer essa preciosidade. O jogo também permite você trocar a cor do seu carro, além de comprar as peças, o que é um jogo além do seu tempo. 

terça-feira, 3 de maio de 2022

Esse jogo é bom demais: Deep Duck Trouble Starring Donald Duck

maio 03, 2022

Como todos sabem pelas diversas análises de jogos de Master System aqui no blog (ou não). Ganhamos nosso querido console no Natal de 1996 e a partir deles aumentamos nosso carinho pela Sega e por este que nos proporcionou muita diversão em nossa juventude.


Em 1997, o Master (apesar de ser bem popular) já era considerado um console ultrapassado. O que para nós foi um pouco difícil encontrar pessoas para trocar fitas e até comprar nas lojas (ainda existiam cartuchos sendo comercializados, como eu já mencionei que comprei com meu padrinho o Golden Axe). Mas ainda me lembro muito bem de um colega de classe na época (em minha 4ªsérie)  mencionar sobre o Mortal Kombat 2 do Master, que segundo mesmo, era inferior ao do Mega Drive por não ter Kung Lao e Rayden. (Lembro-me até hoje ele perguntando: "Tem personagem X no Master? Tem personagem Y no Master?" (Lembrando que eu também já escrevi uma análise desse querido MK no nosso blog).

Sprites mostrando que Donald está com calor

E devido a inferioridade do console em relação aos 16 bits dos amigos, meu irmão e eu começamos prestar mais atenção nos jogos de Master, para ver quais eram os mais caprichados. Mesmo sendo crianças, entendíamos que não dá pra fazer milagre em console de 8 bits, mas dá para deixar uma experiência muito agradável. Entendíamos que ainda dava pra produzir bons jogos no Master - por isso, que ficamos empolgados com este game estrelado pelo meu personagem favorito da Disney, o pato Donald.


O que esse jogo tem de especial para nós? Sua jogabilidade e seu "capricho". Aqui vemos o personagem ser muito bem representado com fases bem coloridas e que pegam a essência da proposta que querem passar e ainda nos oferecem sprites extras mostrando uma situação cômica que passamos no jogo. Como por exemplo, se cair no buraco, Donald vai ficar no ar por um instante tentando "nadar" no nada para não cair. Ou de chutarmos um bloco que se volta para o nosso pé, a sprite dele vai mostrar que o mesmo se machucou. Até levar dano somos comtemplados com Donald dando o seu famoso chilique!

Para quem jogou o Castle of Illusion de Master, vai entender que a proposta aqui é muito parecida. Donald mata os inimigos pulando em cima dos mesmos ou chutando blocos nos inimigos. Aqui você tem 3 "pontos de vida", perdendo um a cada vez que é atingido por um inimigo ou caindo em espinho, lava, etc. Você pode recuperar 1 ponto se pegar o sorvete (que está em baús que você abre chutando), ou recuperar todos os pontos pegando frango assado (???). Não importa se você tenha 2 pontos, o máximo permitido pelo jogo serão 3. Você pode pegar também diamantes e sacos de dinheiro (para aumentar a pontuação) além da pimenta, que faz o Donald correr e quebrar blocos automaticamente (além de matar todos os inimigos que encostar, como o famoso power up do "brilho" em Sonic).


No início, você escolhe as fases que você quer acessar (que nem o jogo Castle of Illusion) e todas elas possuem dois atos. O legal é que cada uma delas possui suas próprias características, o que o torna um jogo muito divertido. Os estágios em si, não chegam a ser muito difíceis (o que pode parecer a princípio, mas jogando você logo pega o jeito!). Mas após concluir as quatro primeiras fases, a última é bem desafiadora. Acredito que os que ainda não jogaram, vão ficar um bom tempo por lá - principalmente por uma certa parte em que você precisa ser bem "cirúrgico" no salto.

Por possuir cenários caprichados e sprites detalhadas, as vezes, o jogo terá um pouco de lentidão por causa dos conceitos gráficos na tela, mas essa "queda de fps" não chega a atrapalhar o jogador. E um game que eu recomendo muito, principalmente para jogar com seu filho(a). Já o chefe final é um pouco desafiador, mas com o tempo - você o vence. O game apresenta continues infinitos e em certas partes (mais complicadas) oferecem sempre a chance de encontrar uma vida, que poderá ser pega no mesmo local novamente caso o jogador morra - tudo isso, para ajudá-lo a não encontrar o Game Over.


Se você não teve a oportunidade de jogá-lo no console, aproveite agora e se divirta. Esse é um dos bons motivos para se divertir com a incrível biblioteca que para mim, é o melhor console de 8 bits que já pus as mãos. 


Eu também aproveitei e o finalizei em live, veja o gameplay completo abaixo. 


Eu tenho um canal na twitch que quase não uso, se quiser conhecer, acesse:


https://www.twitch.tv/rodrigo86


domingo, 20 de março de 2022

Análise de Robocop 3 (Master System)

março 20, 2022

Quem viveu nos anos 80-2000, viveu a época das locadoras de VHS, DVDs e fitas de videogame. Algum tempo atrás escrevi sobre a Programes, que foi uma das grandes franquias de locadoras de videogames. Me lembro até hoje numa locadora perto de casa, antes do Carnaval, onde meu pai alugou alguns filmes e jogos de Master System para gente, quando éramos crianças (meu irmão Rodrigo e eu). Acho que um dos jogos foram Ultima IV e Robocop 3, que é uma adaptação do filme de Holywood para o console de 8 bits da Sega.

Como tinha apenas o Carnaval para jogar (antes de devolver as fitas para a locadora), não conseguimos chegar muito longe no game (apenas na terceira fase). Esse jogo ficou marcado em nossa infância pela dificuldade, e porque não tivemos tempo para zerá-lo, por mais que tínhamos bastante tempo para jogar! Depois de adulto, através de uma live, finalmente consegui zerar o game. Deixo aqui abaixo meu gameplay zerando ao vivo, pela primeira vez.



Sobre o Robocop 3 - Master System

Bem, Robocop 3 era um dos grandes sucessos de Holywood quando esse jogo foi lançado, também para aproveitar a hype do filme. No game, você joga com Robocop, que possui um arsenal de armas variado (desde pistolas comuns, passando por tiros "lazer", tiros de fogo e mísseis). Essas armas são encontradas na fase e, depois de encontradas, podem ser trocadas apertando ↓ + botão 2. 

Tudo que você encontra no jogo pode te matar, acabando com seu HP (vida) facinho. Veja que até uma PEDRA PARADA me matou no jogo.


Todas as fases do jogo possuem um CHEFE, que você precisa derrotar. Existem duas fases especiais que você está voando nos céus, e precisa se defender atirando nos inimigos ou então esquivando-se deles e de seus tiros.

Vou te falar: mais que joguinho DÍFICIL este! Demorei cerca de 2h para tentar jogar o jogo, depois de mais de 20 ou 30 anos. Mesmo assim, você vai pegando a manha aos poucos. Só achei a última fase a MAIS FÁCIL de todas. Robocop foi lançado para Master System em 1993.

É um jogo bonito e até divertido, porém é um jogo bem difícil.

sábado, 8 de agosto de 2020

Megaman X é aquele jogo que surpreende

agosto 08, 2020

Meu primeiro contato com a série Megaman não foi nos games, e sim por aquele desenho animado que era exibido nas manhãs de domingo no SBT, e como criança, curti muito a ideia. Hoje, continuo fã de tudo o tipo de histórias que envolvem robôs e tecnologia, o que me fazem amar Cortex Command e até cenários de RPG de mesa que nem são futuristas, mas há autômatos, como o Reinos de Ferro RPG, como já resenhei aqui no blog.


Mesmo sendo um "seguista", eu gosto de jogos. Acredito que a guerra de consoles deve ser necessária para que as empresas busquem sempre o melhor, por isso que tivemos jogos incríveis nos anos 90 e mesmo não tendo um videogame da Nintendo, dou meus parabéns a ela por nos ter dado tesouros incríveis em sua plataforma. É lógico que reconheço o Super Nes como o melhor console (mesmo preferindo o Mega Drive). Foi lá que conheci Donkey Kong Country e os jogos do robô azul - além de outros. Sempre com o "capricho" de que muitas vezes não via no Mega.

Me lembro que estava na casa de um amigo, não me lembro se foi em 95 ou 96, mas algum colega do irmão mais velho dele tinha emprestado o cartucho do megaman e o que fiz foi apenas observar. Como todos nós só conhecíamos o desenho e nunca ouvimos falar do robô azul do nintendinho, é lógico que acreditamos ser o mesmo universo da série televisiva. Tanto que a aparição de Zero, foi chamado pela gente de Roll (afinal, o cara era louro e tinha cabelos compridos...)


Mais tarde fomos entender que se tratava de um outro jogo, uma série criada para o Super Nintendo. Li em algum lugar que a ideia inicial era trazer a série para a nova plataforma da Nintendo. Porém, como a série foi toda desenhada para se rodar no nintendinho, acharam melhor fazer como se fosse uma outra história, apresentando melhorias e em vez do robô que estamos acostumados, incluindo uma luta contra outro vilão: Sigma.

Não vou dar detalhes da história porque são coisas que todo mundo conhece. Só quero registrar aqui minha experiência com este jogo - cujo hoje pode ser encontrado facilmente na internet através de roms. Ou uma versão original para computador através da Steam! (Lembrando que nós não incentivamos a pirataria, mas se tratando de uma rom de um console antigo - você pode não ter a mesma experiência que teria em um Super Nintendo, por exemplo. Por isso que indico as roms para uma experiência mais próxima (a menos que você tenha um cartucho original e o console!).


No antigo megaman, você escolhia dentre oito chefes e após vencê-los - ganhava a habilidade dele. Podendo usar o tiro comum (que é de munição infinita) ou dos tiros usados pelas armas dos chefes. O legal é que sempre alguém vai ter a fraqueza a algum outro golpe - e isso foi mantido na série X. Além disso, o jogo tem diversas áreas aonde apenas com certos tipos de armas ou equipamentos podem ser acessadas, fazendo o jogador voltar uma fase que passou para apenas colher o item que aumenta sua vida ou alguma parte de sua armadura.

O recomendável é que você comece pela fase do gelo, lá você vai ganhar as botas (ganhando habilidade de dash) e vai enfrentar o chefe mais fácil então. Quando você sabe a fraqueza de cada vilão, tudo fica mais fácil. Eu mesmo aprendi depois de tanto jogar, tais fraquezas... só que quando eu era mais novo, chorei muitas vezes... acho que o chefe mais difícil para se vencer, na minha opinião, foi o Sting Chameleon.


O recomendado é que você passe pelas oito fases e colete toda a sua armadura. Assim, você vai ficar forte o suficiente para vencer qualquer coisa. Também há um segredo em que você faz o X (protagonista do jogo) mandar um hadowken. Eu mesmo já fiz e é até legal! Procure na internet como é que se faz porque é um pouco complicado. 


Quando criança, cheguei na última fase mas por não ter o console, nunca pude concluí-lo. O que só aconteceu depois que tive um computador com emulador, mas não pense que será fácil. Após vencer os desafios dos três estágios antes do chefão final, pude perceber que Sigma não é flor que se cheire. Vou te falar: o que eu perdi de vidas e continues aqui... é lógico que o jogo possui continues infinitos, após você perder todas as suas vidas, o jogo só reinicia e te oferece o password caso você queira tentar outra hora. Existem quatro bolsas que pode carregar vida extra e usa-las quando você usar - elas são resetadas toda vez que você dá um game over e são cheias de toda a energia que você pega ao estar 100% de vida.

Após descobrir que o cachorro de Sigma é fraco ao tiro de gelo, fui muito inocente ao lutar contra o vilão, que portando um sabre de luz, vem em zig e zag pronto pra te fatiar... perdi muitas vidas nele na época, mas, após vence-lo pela primeira vez, aconteceu uma das maiores revoltas em minha história como jogador de videogame...


Me lembro ter comemorado bastante achando que zerei o jogo para descobrir que existia ainda mais uma forma do vilão... e bem mais desafiadora. Vou te contar, eu fechei o jogo e passei o maior tempão para voltar a encara-lo, mas hoje, venço facilmente... pois zerei algumas vezes novamente e não era tão "assustador" quanto da primeira vez. Após terminar o jogo, pude partir para o 2, mas isso foi a alguns anos depois quando um amigo meu deixou o playstation 2 aqui comigo e tinha dentre os jogos, um cd de emuladores... tanto, que como comecei a jogar alguns games de Atari (porque foi meu primeiro console) descobri depois de velho que existia jogo pornográfico do mesmo, algo que eu nunca tinha visto falar e que vou escrever a respeito disso no blog.


A partir daí joguei o 3... que zerei tanto jogando no ps2 quanto no pc. Não sei porque, após zerar o primeiro jogo, fui atrás do terceiro e este sim, se tornou o meu favorito da série. E lógico que joguei outros, como uma série do DS e o primeiro que focava no Zero, cujo eu devo falar sobre ele no blog qualquer dia desses. Mas na minha opinião, os jogos da série X não são tão bons quanto aqueles que vimos no Super Nintendo. O 4 (lançado para PS1) até parece promissor, mas cheguei no final sem a armadura e não curti muito... já o 5 e o 6 eu dispenso, não tem aquele lance de exploração como nos que eu joguei...


Além da série X de Super Nintendo, conheci e zerei os jogos da série Extreme, que são praticamente um Mega Man X para Game Boy Color, cujo eu recomendo! As fases são praticamente as mesmas, mas o desafio apresenta algumas inovações. Talvez eu fale sobre os dois jogos numa mesma postagem!

Mas Mega Man X está entre os melhores jogos do console de 16 bits do Super Nintendo (na minha opinião). Ele tem gráficos bastante bonitos e uma ótima física. Só tem alguns macetes como por exemplo, ficar matando alguns morcegos que renascem em certos pontos do mapa e que dropam vida... podendo encher facilmente suas mochilas.


Então, se quer conhecer um jogo de ação que vai te entreter por horas... conheça Mega Man X, mas não use save state... quem faz isso, não zera o jogo de verdade!

terça-feira, 4 de agosto de 2020

O desafiador AD&D Dungeon Hack

agosto 04, 2020
Foto: Reprodução
Cara, sou apaixonado por Dungeons & Dragons. Acho que a minha paixão insistiu para terminar Dungeon Hack, um dos jogos de RPG mais desafiadores que eu já joguei. Tipo, ele não se resume a intermináveis e complexas quests; pelo contrário, traz uma proposta bem simples: seu Personagem foi contratado por uma feiticeira maligna para recuperar um item de grande poder, que estava dentro de uma masmorra antiga.

A tal masmorra, bem como todo ambiente do jogo, é ambientado no mundo de Forgotten Realms, o mesmo de Baldur Gate, que já resenhamos aqui. O legal dele é que você nunca repetirá o mesmo jogo, já que essa masmorra é criada ALEATORIAMENTE antes de começar sua campanha. O jogo tem a engine do Eye of the Beholder 3, com a diferença que aqui você controla um Personagem apenas (em Eye of the Beholder você controla um grupo de 4 à 6 Personagens). Nesta masmorra antiga deve encontrar chaves, portais, portas secretas, itens mágicos, poções, pergaminhos e tesouros, até chegar no último nível (a dificuldade define quantos níveis terá a masmorra). Os monstros são os mesmos dos mundos de Forgotten Realms, assim como do D&D tradicional.

Diferente da franquia Eye of the Beholder, outro grande sucesso do AD&D, aqui o jogador pode acompanhar seu trajeto através de um mapa, que pode ser visto tanto no lado do desenho do Personagem, como em tela cheia. O mapa mostra pontos vermelhos (onde estão os monstros), pontos azuis (itens), pontos amarelos (portais), pontos roxos (portas e passagens secretas), etc.



Por ser publicado em 1993 pela antiga TSR, o jogo tem as regras do Advanced Dungeons & Dragons, também conhecido como AD&D. No jogo, você pode criar seu Personagem, usando as Raças e Classes do jogo (não vi o Druida e Bárbaro aqui), bem como fazer a rolagem de atributos. O defeito na rolagem é que você pode customizar os atributos básicos, podendo deixar tudo em 18 ou 19 (dependendo da raça) se quiser. Isso achei ruim. Você também não é obrigado a criar um Personagem, e pode usar outros prontos que o jogo tem disponível.

Cara, vocês não sabem os rages que eu tive jogando esse RPG! Fiz diversas campanhas, e descobri alguns defeitos no próprio game. Um dos grandes defeitos no jogo é que você precisa administrar comida, que é gasto quando você descansa. No início, isso fica sendo um problema. Porém, criei um Clérigo (que cria comida) e resolvi o problema mais escroto do jogo.

Alguns defeitos que encontrei em Dungeon Hack

Controlar os recursos de comida é um problema, mas você pode pelo menos contornar isso criando um Clérigo ou um Clérigo/Guerreiro. Um dos grandes problemas do jogo é, quando você cria uma masmorra aleatória, tem que contar com a sorte: algumas masmorras geradas não tem saída, ou pedem chave que não tem. Esse problema pode ser contornado criando uma campanha em Custom para que você não precise pegar chaves ou portas secretas e outros desafios enquanto ainda é iniciante no game. Por conta desse pequeno defeito de geração de masmorras aleatórias, tive que reiniciar o jogo várias vezes, sempre criando um novo personagem, assim sendo, uma nova campanha.

Na hora de escolher sua Dificuldade (Fácil, Médio ou Difícil) você pode escolher em Custom
Outra coisa chata é que  as vezes o jogo buga também deixando os monstros acertando TODOS OS ATAQUES não importando o tamanho da sua CA. Mesmo com todos os defeitos, ele até que é divertido porque vai ao ponto: desce na masmorra, mata o monstro, ganha XP, itens mágicos e tesouros. O problema todo é isso: você precisa contar com a sorte por causa da masmorra que sistema do jogo, torcendo sempre para que ela não "bugue" (feche as saídas por causa do erro de engenharia do sistema do jogo) até o fim, ou, para jogar sem problemas, crie uma masmorra mais simples em Custom. Outra coisa que achei ridículo no jogo são as poções: uma variedade de poções que não ajudam em absolutamente nada, e as poções de cura são raras.

Aqui você customiza sua masmorra. Repare no código, que pode ser copiado para outros jogarem em outros PCs.
Também não descrição de itens e armas mágicas. As armaduras você sabe porque aumenta a CA, e mais nada. Muitos monstros, como no D&D tradicional, só são acertados por armas mágicas. Em muitos casos você tem que colocar uma arma de menos dano só porque ela acerta o monstro.

Um dos monstros mais escrotos desse jogo...

Meu rage foi nas alturas quando, na minha primeira campanha neste jogo, encontrei essa aberração no meio do caminho. Eu nem conhecia esse mostro, mas tive o desprazer de conhecê-lo da pior forma no jogo. Uma bolota de tentáculos, que fica invisível e te dá uma média entre 30 à 40 de dano, mas pode provocar dano menor. O nome dessa aberração é Greater Feyrs, e ele (claro que fui pesquisar sobre ele) é exclusivo do cenário de Forgotten Realms.

Monstro ridículo - Reprodução
Segundo minhas pesquisas, esse monstro tem Nível Desafio 14 em D&D 3.5, e ele só está em um suplemento de Forgotten Realms. Quem quiser ver a ficha dele, em inglês, clique aqui.

Monstro original do livro de D&D. Foto: Reprodução Wizard of the Coast

Dungeon Hack é um jogo ruim?!

É um bom jogo, mas eu não recomendo se você não curte D&D. Claro que não posso exigir muito de um jogo criado em 1993 (jogos antigos são repletos de escrotices e bugs), mas se você pode suportar os defeitos que citei, ele é até bem divertido. Caso você queria jogar sem dor de cabeça, pode customizar a masmorra (clicando em Custom, na Dificuldade).

Dungeon Hack faz parte do pacote Forgotten Realms: The Archives - Collection Three, vendido na Gog por R$11,99.

segunda-feira, 20 de julho de 2020

A história do Master System

julho 20, 2020
Foto: Divulgação
O Master System foi o melhor videogame que eu tive na minha vida. Ganhei ele de presente de Natal de 1996. Ele foi o nosso segundo videogame (antes tínhamos um Dactar, versão brasileira do Atari, graças a lei de reserva de mercado). Por isso, nada mais justo que escrever sobre ele aqui no blog, visto que tenho um carinho todo especial por ele...

O Master System teve um sucesso gigantesco no Brasil, e até hoje é vendido em lojas, em "novas versões" lançadas pela Tectoy. Porém, eu não quero falar sobre essas versões novas criadas pela Tectoy, mas sim sobre quando ele estava "mais ativo" aqui no Brasil. Vamos entender um pouco sobre a história de seu lançamento.

O "crash" de 83



O crash de 1983 trouxe uma nova perspectiva no mercado e produção de jogos eletrônicos. Antes disso acontecer, o mercado de games estava na mão da Atari. A tecnologia do console de 4bits geravam jogos simples. Até aí nenhum problema. Para se ter noção da coisa, muitos jogos eram produzidos por apenas um único programador, mas também haviam máquinas de fliperamas na época, como máquinas de pinball. Aproveitando da simplicidade e tecnologia da época, muitos jogos eram feitos nas coxas, ou seja, sem se preocupar com a qualidade do produto. Com isso, muitos jogos eram criados, mas a maioria deles era uma tremenda porcaria...



Mas o basta para a má qualidade  viria com o filme E.T, de Steven Spielberg, que foi um sucesso sem precedentes nos cinemas! Aproveitando o sucesso do mesmo, um jogo de videogame baseado naquela obra seria lançado para o saudoso Atari. O jogo foi uma porcaria! O problema não foi só o jogo ser uma porcaria, mas devido a popularidade do filme, o pessoal se revoltou de vez porque a popularidade do filme foi importante para atrair as pessoas para o jogo, mas as pessoas se sentiram lesadas por gastar seus preciosos dólares em um lixo eletrônico como este!

Numa época que tínhamos jogos ruins, produzidos por poucas pessoas, as pessoas começaram a perder interesse nos jogos. Vale lembrar que a baixa popularidade nos videogames não aconteceu apenas pelo jogo porcaria do E.T, ele foi só o estopim do público para o "crash", já que as pessoas geraram a expectativa de ter um jogo pelo menos decente sobre o filme, num cenário de inúmeros jogos ruins.

O "crash" não foi todo ruim. As empresas que viriam depois, com uma tecnologia superior a do Atari (como o Master System) já entenderiam que, para agradar o público, teriam que apostar em qualidade e originalidade. A partir de 83, jogos eram criados por uma equipe, e não mais por um programador, tanto pela tecnologia nova disponível, bem como a tendência que se criou após o crash.

O primeiro Master System

SG-1000, o protótipo do Master Sytem. Foto: Divulgação

O primeiro Master System foi lançado pela SEGA no dia 15 de Setembro de 1983, no Japão, sob o nome de SG-1000. A SEGA já produzia jogos para fliperamas, sendo o SG-1000 o primeiro console da companhia. A propósito, ele foi lançado no mesmo dia que o Famicon (versão japonesa do Nintendo 8Bits, também conhecido como NES ou Nintendinho). Por conta da força da Nintendo, o SG-1000 não conseguiu bater de frente com seu concorrente.

O SG-1000 tinha um controle parecido com o do Atari, embutido no aparelho. Não era possível acoplar outro controle. Os jogos eram totalmente simples lançados entre 1983-1984, mantendo ainda a simplicidade dos jogos do Atari, mas com gráficos melhores e jogos mais originais. E falando em Atari, algumas das franquias mais famosas do Atari também aportaram aqui, com gráficos e jogabilidade mais atraentes. Um ano depois, depois do fracasso do SG-1000, a SEGA então lançaria o SG-1000II, mudando o design da primeira versão. O controle mudou, ficando com o parecido do Master System. 

SG-1000II - Divulgação
O SG-1000 e SG-1000II tiveram uma biblioteca de pelo menos 86 jogos lançados (veja a lista abaixo), com jogos de esportes e alguns relançamentos de franquias conhecidos no antigo Atari, usando a nova tecnologia deste novo console. Confira a lista abaixo:

TODOS JOGOS DO SG-1000 e SG-1000 2

1. 007 James Bond
2. Bak Panic
3. Black Onyx
4. Bomb Jack
5. Bomberman Special
6. Bordeline
7. C_So!
8. Castle
9. Chack'n Pop
10. Challenge Derby
11. Champion Baseball
12. Champion Billiards
13. Champion Boxing
14. Champion Golf
15. Champion Ice Hockey
16. Champion Hockey
17. Champion Kendou
18. Champion Pro Westrling
19. Champion Soccer
20. Champion Tennis
21. Chapionship Lode Runner
22. Choplifter
23. Congo Bongo
24. Dokidoki Penguin Land
25. Dragon Wang
26. Drol
27. Elevator Action
28. Exerion
29. Flicky
30. Flipper
31. Galaga
32. Girl's Garden
33. Golgo 13
34. GP World
35. Gulkave
36. Guzzler
37. H.E.R.O
38. Hang On II
39. Home Mahjong
40. Hustle Chumy
41. Hyper Sports
42. Knightmare
43. Legend of Kage
44. Lode Runner
45. Magical Kid Wiz
46. Mahjong
47. Monaco GP
48. Nina Princess
49. N-Sub
50. Okamoto Ayako no Match Play Golf
51. Orguss
52. Othello
53. Pacar
54. Pachinko 
55. Pachinko II
56. Pitfal II - The Lost Caverns
57. Pop Flamer
58. Q-Bert
59. Rally X
60. Road Fighter
61. Rock n' Bolt
62. Safari Hunting
63. Safari Race
64. San-nin Mahjong
65. Sega Flipper
66. Sega Galaga
67. Serizawa Hachidan no Tsumeshougi
68. Shinnyushain Toouru Kun
69. Sindbad Mystery
70. Soukoban
71. Space Armor
72. Space Invaders
73. Space Mountain
74. Space Slalom
75. Star Force
76. Star Jacker
77. Super Tank
78. Tank Batalion
79. Terebi Oekaki
80. Twinbee
81. Wonder Boy
82. Yamato
83. Yie Ar Kung Fu II
84. Zaxxon
85. Zippy Race
86. Zoom 909

Sega Mark III, o tradicional Master System


Depois do SG-1000 (lançado em 1983) e SG-1000II (lançado em 1984), a SEGA continuou apostando no seu console e, no dia 20 de Outubro de 1985, lançou o SEGA MARK III. Este console era muito superior aos seus concorrentes. Em 1987, o Sega Mark III foi rebatizado como Master System. Apesar de ser um novo lançamento, o Master System era praticamente o Sega Mark III com um novo design. No Japão não emplacou, mas ele acabou sendo bem recepcionado no Brasil, e em outros lugares.



Para ter noção da coisa, o console produziu jogos entre 1985 á 1998, tendo uma vida útil de 13 anos de lançamentos, sendo boa parte deles vindos do Brasil, criados pela Tectoy: alguns são hacks de jogos clássicos, outros são conversões de jogos que viera do Game Gaear (videogame portátil da Sega) mas outros são de própria autoria da produtora, como o clássico Street Fighter II e o horroroso Mortal Kombat III. Ao todo, o Master System teve uma biblioteca de 334 jogos lançados.

Algumas versões da Tectoy (Clássicas)

A Tectoy era uma empresa de brinquedos que fabricou o Master System para o Brasil. Além de alguns jogos e conversões trazidos ao console, a empresa também modificou o aparelho. Basicamente, durante a "era de ouro do Master System no Brasil", a empresa publicou três versões do console. Confira abaixo:

1989 (Master System): veio com dois jogos do SG-1000 na memória (Hang On e Safari Hunter), e dois controles na caixa.
1991 (Master System II): veio com Alex Kid in Miracle World na memória, e 1 controle.

1992 (Master System III Compact): versão melhorada do Master System, menor e com uma tampa protetora de cartucho. Haviam várias variações de jogos na memória, mas a grande sacada da empresa foi oferecer a versão com o jogo Sonic the Hegdehog na memória.

Pessoal, aqui foi um resumo da história de um dos videogames mais fantásticos que já conheci, que marcou minha infância.

sábado, 4 de julho de 2020

Ultimate Soccer do Master System me trazem boas recordações

julho 04, 2020

Nunca cheguei a jogar a versão do jogo para o Mega Drive, mas prometo que vou tentar algum dia desses. Já a versão de Master System, me lembro como conheci até hoje!

Lá pelos idos de 1999, tinha uma prima cujo também tinha o console e 8 bits da Sega e cujo era comum visitá-la para jogar videogame. Foi na casa dela que joguei pela primeira vez o Mortal Kombat 1 de Master System, por exemplo.Mas teve um dia que ao chegar na casa dela, a mesma tinha comprado (ou ganhado do pai) um jogo de futebol. Ele era mais ou menos do mesmo estilo de Super Futebol, mas tinha um estilo voltado para o World Cup 90.

Com gráficos voltados para atrair crianças, não preciso nem dizer que ele foi responsável por horas agradáveis. Não existia estratégia ou nome de jogadores como vemos em Fifa 97 de Mega Drive (como já analisamos no blog) - era a mesma pegada de jogos mais antigos, onde todos do time portavam a mesma sprite.


Não há clubes de futebol, apenas seleções. 

Mas há opções de criar seu próprio campeonato para jogar contra a CPU ou reunir o amigos. Como o jogo leva uma pegada mais infantil, é legal pra caramba você ver o jogador que fez o gol comemorando enquanto o goleiro ficar chorando por ter vacilado. Algumas vezes, o atacante vai dançar na frente do goleiro e pode aparecer um zagueiro e o goleiro chorando... isso era algo que nenhum outro jogo do Master tinha até então!


Como jogo de futebol, também há disputa por pênaltis, que é feito de modo que crianças gostem. Diferente de Super Futebol, que há um estilo mais infantil em campo, mas possui personagens um pouco mais realistas em disputa de pênaltis.

E por falar em tais cobranças, nenhum jogador chuta para fora, sempre acertando o gol - deixando a responsabilidade sempre nas mãos do goleiro - cujo se tiver noção de onde seu adversário vai chutar, a defesa já está garantida.

Me lembro de tantas partidas ao lado do meu irmão e da minha prima e até quando eu e meu irmão fizemos confrontos contra todos os times do jogo para ver se destravaria alguma coisa (a imaginação de criança não há limites). Acredito que um estilo de jogo como este dificilmente será apreciado pela nova geração, porque há games modernos com estatísticas, estratégias e gráficos melhores. Mas não se engane, aqui temos faltas, cartões vermelhos e amarelos!


Há opções de criar ligas e torneios para jogar com amigos, podendo reunir um grande número de jogadores e fazer aquele campeonato. Mas se você gosta de jogos antigos (principalmente 8 bits) experimente este, de preferência com alguém, acho que você vai se divertir muito.

 Outra coisa boa é que há um radar no jogo (que pode ser habilitado/desabilitado), mas não chega a ser algo tão útil ao meu ver!

Veja como o jogo funciona no vídeo abaixo:

quarta-feira, 29 de abril de 2020

O Sangrento Ultimate Doom continua bom da maneira original

abril 29, 2020

Hoje (através da pirataria), qualquer um pode conhecer sem dificuldades um dos jogos maiores jogos de todos os tempos. Aquele em que chegou a ser mais popular que o Windows! Com um homem que vai até o inferno, dar um chute no Satanás e ainda volta para descer o cacete nos monstros que invadiram a Terra.

Como fã de Doom de longa a data, não só passei por boa parte da minha juventude indo ao inferno e trocando tiros com Pain Elemental's, como também, tenho todos os jogos originais da franquia (em formato digital via, Steam, mas tenho). Porque é minha obrigação como fã do jogo e espero ter condições de comprar os mais recentes (Doom 2016 e Doom Eternal, que saiu no ano em que essa postagem foi escrita).

Minha primeira postagem sobre os Doom's clássicos aqui no blog, foi sobre o Final Doom. Dizendo que ele é o melhor jogo da franquia para se comprar. Caso queira entender os motivos, leia minha matéria a respeito.


Mas todo grande herói tem um começo. E Ultimate Doom, é o primeiro grande sucesso! Foi através dele que se tornou a franquia como conhecemos e foi responsável pela popularidade dos jogos no pc. Antigamente, os computadores não eram tão vistos para jogos - ainda mais aqueles que focavam mais para o adultos, como era o próprio Doom.

Unir demônios com aliens, num ambiente de morte e de que fazia o jogador ficar em estado de alerta - foi o que fizeram do personagem e de sua história atingirem o patamar que conquistaram e ser um jogo que é jogado até hoje.

Como eu falei, você pode conseguir o arquivo .wad para jogar uma versão pirata do mesmo em HD sem nenhum problema. Afinal, dá pra jogar online de boas usando esses novos recursos! Principalmente quando se usa mods como Brutal Doom, que deixam as coisas mais interessantes. Porém, o original tem muito o seu charme.


Essa postagem como as demais deste blog, focam nas pessoas terem o desejo de adquirir os games que estamos falando. Pois assim como eu comprei (mesmo já tendo zerado um milhão de vezes quando era mais novo) quero que você experimente. Caso não queira desembolsar 9 reais na Steam pelo jogo - recomendo que espere numa promoção que sairá por menos do que isso. 

Do que se trata o jogo resumidamente: você é um fuzileiro espacial que foi mandado para uma colônia em Marte após atirar em seu superior cujo tinha mandado você fuzilar civis desarmados. Como você é um cara durão, foi todo emburrado para a base e num passe de mágica, acabou se tornando o único sobrevivente de um massacre realizado por demônios que a invadiram.



Sabe, os cientistas daquele lugar estavam trabalhando secretamente com tele-transporte e isso fez com que demônios atravessassem tais portais que vieram a partir desse "acidente". As colônias Phobos e Deimos usavam esse meio para transportar as coisas, até que Deimos desapareceu do mapa. Como você já estava puto, desceu o cacete em todo mundo que estava em Phobos, chegando a matar dois demônios conhecidos como Barões do Inferno e se dirigiu a segunda colônia.

Chegando em Deimos, todo mundo ja estava morto e a história se repetiu. O soldado desceu o cacete em todo mundo e ate em um demônio conhecido como CyberDemon... só que após mandá-lo para o inferno, você descobre que a lua de Marte em que você está, está flutuando no inferno... o que fazer? Não seja maluco ao ponto de des...


Sim, o cara desce. Entra no inferno e enche todo mundo de bala, inclusive uma aranha gigantesca fortemente armada conhecida como Spider Mastermind. Assim, o cara volta para a Terra, vê que a mesma foi dominada pelos mesmos diabos e enche todo mundo de bala até descobrir que o mundo todo foi conquistado pelos demônios (o que nos leva ao Doom 2, cujo vou falar em outra postagem).

Esse sujeito é tão cabeça que nem nome ele tem. É apenas conhecido como Doomguy.

No jogo, você possui 7 armas diferentes (selecionando cada uma apertando um botão no teclado).


O jogo original foi criado para ser jogado no teclado (e como joguei assim na minha juventude!), ma a versão da Steam tem a opção de usar o Mouse, o que foi uma benção!

Caso você tenha o desejo de saber mais sobre o jogo e como ele foi feito, veja esse documentário produzido pelo canal do videogame... eu já vi e revi este vídeo várias vezes, vale muito a pena para você que não conhece ou não sabe como doom foi feito.


A versão original (que é comercializada na Steam e na Gog), é emulada no Dosbox. (Um famoso programa que emula jogos feito em DOS). Basta apenas clicar que o jogo irá abrir que nem na época de seu lançamento. Na versão da Steam, o jogo pode ficar meio esticado em monitores white screen, mas não se preocupe - caso esse seja seu problema, veja este vídeo que eu fiz explicando o problema:


Caso um jogo ou outro fique um "pouco torto pro lado", mude a resolução para hq2x. (Não coloquei esse detalhe no vídeo porque foi algo que aprendi depois). E funciona para todos os jogos do Doom, menos Wolfestein 3d. Mas esse problema não acontece com a versão da Gog, que já vem configurada para monitores modernos!

Com o jogo original, você tem acesso a nuvem. Assim, não vai perder aquele save maroto.

A versão da Gog é bem mais cara, por isso que eu não recomendo. Mas eles afirmam possuir a opção de multi-jogador (o que pode ser em conta, mas 30 reais num jogo de 93 para mim já está bem salgado!) Talvez, se eu tiver disposto (com dinheiro sobrando), faço uma análise dessa versão da Gog, mas enquanto isso, prefiro a versão da Steam mesmo.

Compre o jogo pela Steam:
https://store.steampowered.com/app/2280/Ultimate_Doom/?l=portuguese

Compre o jogo pela Gog:
https://www.gog.com/game/the_ultimate_doom

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