Mostrando postagens com marcador PC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PC. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Drakesang Online na Steam, qual suas diferenças para a versão original?

janeiro 23, 2026


Drakesang Online é um RPG online no estilo diablo que é baseado em um RPG de mesa chamado Dark Eye. Na minha análise sobre esse jogo, eu explico mais sobre isso. 

Eu passei algumas horas na versão steam do jogo e apesar de termos o mesmo jogo e mesmo servidores (onde você pode jogar com amigos que jogam o game fora da Steam), existem alguns pró e contras que eu gostaria de compartilhar.

Os prós são basicamente a facilidade de jogar o game sem a necessidade de criar uma conta. Você já loga com sua conta steam e tá tudo certo. Outra facilidade também nessa versão é a compra dos itens dentro do jogo (no caso, gastando dinheiro real). Que nos oferece a possibilidade de comprar itens usando o saldo da sua steam.

Agora vem a parte negativa: o idioma.

Na versão do jogo fora da Steam, ele já está marcado como em português. Na Steam não, sempre em inglês e tendo que trocar sempre antes de jogar. Eu iria jogar com um amigo que fez um personagem em um servidor diferente, e mesmo trocando para o português - o jogo entrava em inglês. O que me fez negativar o jogo na Steam e preferir a original. (Eu desinstalei o jogo e no outro dia, eu instalei e tentei entrar nesse servidor pra ver se dava pra criar meu personagem e não ter esse bug de estar em inglês mesmo colocando em português, e também, o que me fez escrever essa curta resenha).

Será que eles não poderiam salvar o idioma escolhido? Sim, ele tá em português de Portugal, mas deveria salvar pro idioma escolhido. (Podem ser que eles mudem).

terça-feira, 22 de novembro de 2022

Análise de METAL SLUG XX

novembro 22, 2022

Aqui no blog já fizemos algumas análises de Metal Slug, o clássico jogo de tiro-plataforma da SNK. Seja como for, gostaria de falar um pouco sobre a versão XX do jogo. Originalmente ela foi lançada em 2010, mas recebeu um port para algumas plataformas, incluindo a Steam (PC, com a qual estou fazendo a análise).

Diferente de outras versões para PC, a impressão que tive é que Metal Slug XX parece mais uma emulação. O jogo as vezes tem travamentos, e também achei a tela bem pequena. Como os demais jogos da franquia, você deve atirar em tudo que estiver pelo caminho. Existem veículos e armas a serem coletados no jogo. Além dos tradicionais Personagens, aqui você pode jogar com Clark, Ralf e Leona, de The King of Fighters. Achei maneiro que, ao jogar com a Leona, ela atira brincos ao invés de bombas.



O jogo é um pouco mais difícil que outros jogos da franquia. Diferente de outros jogos, aqui você pode guardar as armas que consegue, trocando até mesmo quais delas usar. Quando você morre, você NÃO PERDE essas armas, a não ser se usar um continue. Existem outros modos de jogo, mas ele se baseia inteiramente numa campanha. O jogo não é ruim. Para quem é fã da série, você precisa ter o mesmo em sua coleção. Metal Slug XX está na Steam por R$37,99 mas pode ficar mais barato com promoções recorrentes. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

Metal Slug XX (na Steam, por R$37,99)

domingo, 25 de setembro de 2022

Análise completa de Diablo 2 (2000) - Blizzard

setembro 25, 2022

Diablo II foi um dos jogos que mais joguei no meu antigo PC perante minha adolescência/começo da juventude, nos anos entre 2003-2008. O jogo, originalmente lançado pela Blizzard North em 2000, ainda é vendido comercialmente na internet, com uma versão atualizada em 2016.

Atualmente existe também um remake do próprio jogo, chamado Diablo 2 - Resurrected, que traz uma nova visão do jogo, trazendo alguns modos (de temporada) como em Diablo 3. No entanto, embora haja uma versão mais atualizada do game, estarei aqui apenas falando da versão original de 2000, que neste momento, acabei de zerar.

Ainda vale a pena comprar a versão de Diablo 2 (2000)?! O que ela lhe oferece?!

Ao comprar o jogo no site da Blizzard (deixarei o link no fim da matéria), você receberá uma chave única para ativação do jogo, bem como link de download do setup dele. Além disso, a própria chave fica disponível para sempre em sua conta no Battle.net. No entanto, devido a versão de Diablo II - Resurrected, o serviço do Battle.net não está mais disponível para essa versão do ano 2000.

Ou seja, se você comprar essa versão, deve ser para jogar apenas offline, ou então jogar em rede com algum amigo. O jogo está em inglês, mas aqui já disponibilizamos uma tradução para pt-br para ele. Ele mantém o mesmo jogo original de 2000, com os mesmos gráficos e jogabilidade. Assim como em toda franquia Diablo, você precisa acumular níveis e itens mágicos com os monstros que matam.

Com a versão original, você tem acesso as músicas do jogo, o que dão um ambiente bem legal. O jogo também vai oferecer horas de diversão. 

As Mecânicas que foram introduzidas em outros RPGs

Diablo II (2000) ofereceu uma série de mecânicas que permaneceram não apenas na franquia Diablo, mas também em Torchlight e até em outros jogos de Action RPG. Listaremos algumas abaixo.

1° - Baús que compartilha itens: você tem um baú onde pode colocar itens que serão compartilhados por outros personagens da sua conta.

2° - Inclusão de gemas: gemas que aumentam o poder do item foram colocadas aqui e são marca registrada de muitos novos RPGs que surgiram.



3° - Aumento da Dificuldade: ao zerar o game, seu Personagem ganha o nome de Sir e você pode escolher entre Dificuldade Normal, Pesadelo e Inferno.

4º - Árvore de Habilidades: algo muito comum nos RPGs atuais que começou com Diablo 2, um conceito que seria aceito pela maioria dos actions RPGs atualmente.

5º - Checkpoints de Portal: lugares onde você pode salvar para se teleportar para áreas específicas de um mapa.

6º - Transmutações de gemas: as gemas são dividas por categorias, e existe um sistema de transmutação que começou com eles, neste jogo, no ano 2000.

Veja como o jogo trouxe diversas mecânicas que seriam adotadas em diversos RPGs lançados mais a frente.

Um pouco sobre a jogabilidade de Diablo 2

Como um jogo lançado em 2000, algumas coisas em Diablo 2 deixam um pouco a desejar. Uma delas é o POUCO ESPAÇO para guardar itens, algo que seria melhorado em jogos futuramente.


O jogo também oferece um total de seis classes básicas: Amazona, Necromante, Bárbaro, Feiticeira e Paladino. Diferente do primeiro jogo da franquia, aqui temos um mundo aberto para explorar. O jogo é dividido em 4 Atos, onde cada parte fala um pouco da história. No fim de cada Ato existe um chefe supremo, onde o Personagem precisa enfrentar.

Sobre a História em si, acho que nem é preciso muito segredo, porque todos já devem conhecer. Vale lembrar que esse jogo se passa num mundo de fantasia chamado Santuário, numa guerra entre anjos x demônios.

Para quem quiser comprar o jogo original, ele está na Blizzard por R$29,90. Existe também uma expansão chamada Lord of Destruction, que oferece um Ato a mais e mais classes. Quem sabe não falaremos sobre ele mais pra frente?!

Comprar Diablo II (2000) no site da Blizzard (R$29,90)

Comprar a expansão Lord of Destruction (R$29,90)

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Análise da expansão 'Reaper of Souls' - de Diablo 3

agosto 29, 2022
Aqui no blog já fizemos uma matéria completa sobre Diablo III, jogo de RPG online da Blizzard, que continuou com a franquia Diablo. Esse jogo originalmente foi lançado em 2012, e em 2014, foi lançada a expansão a expansão "Reaper of Souls" (Ceifador das Almas).

O que essa expansão pode oferecer para quem tem apenas a versão comum de Diablo III?!

Se a pessoa comprar o Diablo III original na Blizzard, isto é, sem a expansão do jogo, basicamente seus Personagens vão até o nível 60. Em Reaper of Souls, os personagens podem avançar até o nível 70. Em termos de mecânica, personagens com níveis mais altos podem pegar equipamentos mais fortes (nível 61 ao nível 70), o que dá para aproveitar mais o jogo. 

Além disso, o jogo conta com uma nova campanha (Ato 5), que mostra a continuação do jogo. Na história, o anjo da morte Maltael captura a pedra das almas em seu plano de exterminar a raça humana. Assim sendo, seu Personagem precisa impedir isso, atravessando alguns lugares novos, até o fim da batalha em Pandemonium.


Há também dois novos modos, como o Modo Aventura e o Modo de Fendas, algo que já aparece em Diablo Immortal. No Modo Aventura você precisará cumprir missões durante todo o mundo de Santuário, podendo viajar entre os mapas em qualquer ordem, algo que não dava para fazer em modo campanha. Além disso, você também ganha uma nova loja, novos itens e novos inimigos, como diversos tipos novos de goblin do tesouro.

O mais legal disso é que o modo aventura oferece itens únicos por TEMPORADA, sendo itens comuns ou itens cosméticos (de visualização) como de novos mascotes, etc. Outra coisa interessante em Reaper of Souls é que você ganha + 2 espaços para personagens, +1 espaço para itens do baú (aba) e também a nova classe, Cruzado, que é um Paladino(a) que tem poderes de cura, buff e alto poder de combate.

Por fim, há uma nova missão, onde você conseguirá o Cubo de Kanai, uma versão mais poderosa do Cubo Horádrico de Diablo II.

Caso você tenha a versão gratuita de Diablo III, ao comprar a versão com a expansão (Battle Chess) você já tem a Reaper of Souls e o Diablo 3 juntos num só pacote.

domingo, 31 de julho de 2022

Tutorial: como jogar ROBLOX no computador

julho 31, 2022
Roblox é um jogo que fez muito sucesso nos celulares mas, muitos não sabem, ele também tem uma versão oficial para computadores (PC). Siga esse tutorial que explicaremos como você baixar o ROBLOX PARA PC e se divertir com seus amigos.

Antes de tudo, duas coisas: a primeira é que pedimos que curta a nossa página no Facebook porque aqui no blog estamos produzindo conteúdos diários sobre games, RPG, jogos de tabuleiro, desenvolvimento de jogos, livros, etc. A segunda e talvez mais importante é que, caso você baixe o Roblox para PC ele não tem os mesmos servidores na versão de celular. Isso quer dizer que, não tem como você jogar no PC junto com um amigo jogando no celular. Já testei isso. Para jogar junto com seus amigos, TODOS devem ter a versão de PC.

Como Instalar ROBLOX no seu computador

Crie sua conta gratuitamente no site oficial deles


2. Ali, você vai criar uma conta gratuitamente.

3. Com a conta criada (e logada), você vai clicar em qualquer joguinho disponível no site.

Escolha o joguinho para abrir o aplicativo no PC (se já estiver instalado)

4. Ao clicar no joguinho, o site do Roblox irá falar que falta o aplicativo para o Roblox no PC, e lhe darão o link (no site deles) para poder baixar o Roblox.

Observação: sempre que entrar no Roblox para PC, você deve entrar no site e escolher o joguinho. Com o Roblox uma vez instalado, ele abrirá automaticamente após você entrar em cada jogo. Aqui você entra no site, escolhe o jogo e quando entrar, o aplicativo Roblox para PC sempre vai abrir.

Qualquer dúvida, deixe nos comentários abaixo.

segunda-feira, 25 de julho de 2022

Análise de Fall Guys, muito mais que um 'jogo de criança'...

julho 25, 2022

Lançado pela empresa Mediatonic, em Agosto de 2020, Fall Guys é um jogo único e grande sucesso dos últimos tempos. Nesse jogo, você controla um bonequinho que deve disputar provas eliminatórias contra outros adversários, da mesma forma que acontece em Stumble Guys. Você pode jogar tanto o game no teclado como num controle de Xbox normalmente.

São mais de 60 competidores no início das provas, e a medida que as rodadas vão passando, apenas um (ou uma equipe) conseguem chegar no final. Fall Guys tem um sistema completo de conquistas e upgrades, o que te "forçará" a disputar mais provas ainda. Conheci esse jogo para fazer uma resenha dele aqui no blog e, vou te falar: gostei muito! Não pense que é um "jogo de criança", pois em Fall Guys você sempre disputará com outros jogadores as provas, que existem as montes e são escolhidas por sorteio.

Leia aqui também uma matéria comparativa entre Stumble Guys e Fall Guys. Vale lembrar que ele está totalmente de GRAÇA na Epic Games, com a qual deixo o link abaixo:

Fall Guys (de GRAÇA na Epic Games)

sábado, 9 de julho de 2022

Conheça o DIVERTIDO Stumble Guys, um jogo GRATUITO e grátis para celular e PC

julho 09, 2022

Conheci esse jogo através da minha sobrinha, que estava jogando ele pelo celular. Na ocasião, baixei o jogo no celular e joguei junto com ela na casa da minha noiva. Depois, descobri que o jogo tem uma versão na Steam (também gratuitamente) e ainda por cima tem ambiente multiplataforma, ou seja, podemos jogar junto de pessoas com celular e outras no PC.

Stumble Guys é um jogo online competitivo totalmente inspirado no sucesso de FallGuys, que recentemente acabou assinando com exclusividade para a plataforma da Epic Games. De acordo com as especificações de ambos os jogos, Stumble Guys é bem mais leve. O jogo roda suave no PC, e acredito que você não precisa ter um computador da NASA para rodar ele.



Seja como for, o jogo consiste em diversas provas competitivas (escolhidas por sorteio) para definir o campeão, por um sistema de eliminação. As fases são divertidas e tentam sempre inovar, apesar de poucas as fases. Você pode customizar seu avatar com skins e pacotes. A primeira vista, parece não ter muita coisa a fazer em Stumble Guys, mas vou te garantir: é um jogo MUITO DIVERTIDO e acho que qualquer um pode jogar!

Stumble Guys está disponível GRATUITAMENTE para PC (Steam) e para Android. Confira abaixo os links para baixar o jogo.

Para Android (Google Play)

Para PC (Steam)

sexta-feira, 8 de julho de 2022

Diablo 3 é um game que dá pra jogar quase que eternamente

julho 08, 2022


Diablo 1 foi um dos primeiros jogos originais que tínhamos na nossa adolescência. Graças a um amigo que nos doou e era o máximo, ter um jogo que exigia CD para rodar. O interessante, é que nesse tempo, um vizinho também começou a jogar o game (também original) e ficávamos debatendo sobre o jogo por muito tempo. Mas o tempo passou!

Os tempos eram outros... os recursos que a gente sonhava em ter (como por exemplo, jogar Age of Empires online ou em rede, já eram realidade!) E faltava algo para um fã de Diablo (que zerou os dois primeiros games) conhecer o terceiro jogo da franquia. 


Se você tem desejo de comprar Diablo 3 e por isso caiu nesse site, preste atenção.

Pontos negativos

Para quem é desavisado, vai estranhar o jogo no começo. A jogabilidade é fácil demais e pode até enjoar! A culpa disso é da Blizzard, que não sei porque, colocou os modos "normal" e "difícil" como "very easy" e "easy". Sendo que o game de verdade é a partir da dificuldade Perito! (Por que não me avisaram isso? Na minha primeira vez, passei o Ato 1 Inteiro tancando todos os monstros que não conseguiam me arranhar.) Mas quando fui pesquisar na internet a experiência de outros usuários, descobri que a jogabilidade normal do jogo é nível Perito e daí, me viciei.

Comece o game no nível Perito - porque nem o "modo difícil" é como ele diz ser. 

Na medida em que você vai jogando, fica comum você aumentar a dificuldade do jogo. Sempre enfrentando desafios maiores mesmo ao desfrutar de novos personagens e isso vicia demais! Principalmente quando você entende que está mais forte e quer mais desafios - pois o game oferece bônus de XP para mais dificuldade, e MAIS RECOMPENSAS VALIOSAS!


Diferente de games anteriores, Diablo 3 você não compra mais poções. Você acessa apertando Q e deve esperar carregá-la novamente. Para se curar sem este recurso, você precisa coletar globos de sangue que caem de alguns monstros ou mesmo, sobreviver a batalha. (Pois você se regenera na medida que está lutando). A princípio, tinha odiado essa opção e estava até chateado com o jogo (por causa da dificuldade pífia dos modos "normal" e "difícil") Mas depois fui entender que é interessante e até viável, pois diferente de Diablo 2, as hordas de monstros vem e um número muito maior.


Nele há itens como qualquer outro do gênero, incluindo opção de gemas e equipamentos mágicos, comuns e lendários. Temos coisas que os jogos anteriores entregam!

Pontos positivos

A dublagem é a primeira coisa a se notar. Cada classe (seja homem ou mulher) tem um dublador próprio e cada personagem narra a sua história. O sistema de combate é uma evolução do anterior, na qual, não existe barra de stamina e o personagem vive "correndo". Os combates envolvem hordas de monstros que permitem que os personagens se desloquem rapidamente de um lado para o outro e usufruem de diversas habilidades contras as hordas infernais, lutando contra dezenas de demônios na tela. Deu para entender que o jogo foi feito para combates em grupo e muitas das vezes, você terá que correr para esperar seus pontos de vida recuperarem.


O personagem possui companheiros, que podem ser substituídos a qualquer momento da campanha e possuem personalidade própria (incluindo muitas falas). Dependendo de quem esteja do seu lado, há um diálogo próprio e os personagens de uma hora outra ou outra, ficam conversando. (Por isso que eu entendo o valor do jogo ser o que é!) Tornando a jornada muito mais satisfatória, pois você se sente dentro daquele universo. O jogo apresenta algo conhecido como "Níveis de excelência", que são pontos de atributos/habilidades que são distribuídos a todos os seus personagens para cada personagem que você tenha no nível 60 acima (o que eu achei daora!) E levando em conta os diversos níveis de dificuldades do jogo, dá pra levar seus personagens a níveis inimagináveis.

A trama

Não entrarei em detalhes sobre a história, mas eu curti muito a mesma. A jornada em relembra personagens dos jogos anteriores (incluindo vilões) e me cativou muito! Talvez, a única "reclamação" digamos assim, seria o fato da dificuldade dos chefes - que ao meu ver, estavam um pouco mais fáceis em comparação, por exemplo, com Torchlight 2 (pode ser impressão minha também!). Já o combate contra Diablo, eu curti a beça e ele até que é bem forte em comparação com os demais - realmente, está como os demais jogos.


Novidades

Dentre a dublagem e o combate frenético devido o sistema de robustez e recuperação (que você absorve dano e um limite de cura por segundo enquanto está em batalha), essencial para lutar contra dezenas de capirotos ao mesmo tempo. Temos no meio de muitos combates, o Goblin do Tesouro, que se for derrotado - oferece muito dinheiro e itens. Além disso, cada personagem possui habilidades que podem ser trocadas fora de combate. As mesmas, são personalizadas com melhorias que se ganha assim que você avança de nível e permite que você crie o seu próprio estilo de jogo.

Jogue gratuitamente

Diablo 3 pode ser jogado gratuitamente, mas você só poderá criar personagens até o nível 20. Ela é conhecida como Starter Edition, você poderá baixá-lo agora no site da Blizzard. Caso você tenha jogado esta "versão demo" e queira exportar seu personagem para versão completa, ele irá automaticamente assim que você fizer o upgrade.


Compre Diablo 3

Tanto para jogar a versão gratuita como a completa, você necessita de uma conta no Battlenet - que é feita gratuitamente. A versão dessa análise é a Standart (que custa R$69,90)! O que permite o jogo completo, mas não tem as classes necromante e cruzado (o que eu devo fazer análise quando comprar). Um aviso: a Blizzard só trabalha com cartão de crédito ou saldo da battlenet (que pode ser adquirido com códigos de seus cards). Se você quer comprar o jogo e não tem cartão, peça alguém que tenha para comprar pra você (foi assim que eu fiz).


Compre Diablo 3 pelo site deles:


https://us.diablo3.blizzard.com/pt-br/purchase

domingo, 29 de maio de 2022

Como resolver "Recursos de memória insuficientes para concluir a operação" em Just Cause 2 (Windows 10)

maio 29, 2022
Aqui no blog já oferecemos uma tradução PT-BR de Just Cause 2. No entanto, muitos jogadores (que compraram o jogo na Steam) não conseguem abrir o jogo porque você precisa ter instalado o  Windows Games Explorer. Como isso sequer nem existe mais, vamos trazer uma solução para que possa jogar seu game. Vamos lá?!

Antes de tudo, baixe um dll neste site

Ou se quiser, CLIQUE AQUI PARA BAIXAR (ainda vou colocar)

Por incrível que pareça, ao fazer isso o jogo vai rodar

Ao fazer isso, extraia a dll gameux.dll em:

C:\Windows\System32

Se possível, tente colocar essa dll em

 
C:\Windows\SysWOW64

Obviamente o sistema Windows 10 NÃO VAI DEIXAR você substituir a dll, mas isso vai fazer (por incrível que pareça!) o jogo rodar no seu sistema operacional. Após tentar colocar a dll em ambas as pastas que citei aqui, você abre o jogo e ele vai abrir normalmente. Confira.

Veja como o jogo rodou aqui pra mim ao fazer isso

Então jogue normalmente.

Caso você volte a jogar o game, e ele não consegue abrir por causa da mensagem que falta recursos de memória, só repetir o processo que te falamos, na tentativa de colocar as dll.

Fique tranquilo que você não vai substituir nenhuma dll até porque o Windows não vai deixar, mas isso deu certo pra mim. Se deu certo para você, deixe nos comentários abaixo.

sexta-feira, 27 de maio de 2022

Análise de Portal, um jogo incrível e inovador

maio 27, 2022


Portal é um jogo de puzzle, publicado pela Valve (a mesma empresa dona da Steam) em 2007. Nesse jogo, você controla uma moça que tenta sair de algum laboratório futurista, usando uma arma que dispara portais e também pode segurar coisas. Basicamente o jogo se resume a usar portais para resolver diversos puzzles para avançar de área. Também temos alguns inimigos (robôs que atiram) e alguns obstáculos que podem te matar por esmagamento.

Cheguei a zerar o jogo nas minhas lives na Twitch, com a qual deixarei alguns vídeos abaixo.


Portal é um ótimo jogo. Ele é bonito, suas fases são bem desenvolvidas. Ao que parece, há um total de 19 níveis, mas que vão fazer você rachar a cuca para descobrir como passar. No começo do jogo, fiquei com alguns "bug no cérebro" até conseguir entender o conceito dele. No começo as coisas parecem meio estranha, mas no final das contas, você consegue jogar ele de boas. Esse jogo me deu a impressão de ser muito parecido com Half Life, tanto nos sons, ambientação e até o motor gráfico usado para a produção do jogo. Quem já jogou Half Life, verá como Portal é muito parecido com ele.

Basicamente você usa a arma para criar portais, e aperta a tecla E para segurar coisas, que podem ser usadas para ativar portas, usar como plataformas, destruir robôs inimigos, etc. Uma coisa que reparei nesse jogo é que você não leva dano por quedas.

A única coisa que tenho que reclamar dele, por assim dizer, é o último chefe. Você tem cerca de cinco minutos aproximados para destruir o chefe, e chorei para zerar (confira abaixo o chefe final). Só acho que era pra tirar esse tempo de destruir o chefe.


No mais, Portal é um jogo muito legal. Ele está na Steam custando R$20,69 mas pode baixar em promoções recorrentes. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos!

Portal (R$20,69)

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Como traduzir jogos de computador (não precisa saber de programação)

maio 18, 2022
Foto: Pixabay

Aqui no blog disponibilizamos gratuitamente uma série de diversos arquivos de tradução de diversos jogos. No entanto, a pergunta que não quer calar é esta: como faço para EU MESMO traduzir meus jogos de computador?!

Muitas pessoas querem começar a traduzir seus próprios jogos, mesmo num mercado que possibilita as empresas investirem mais em jogos no nosso idioma. Necessariamente, você não precisa saber programar para traduzir seus próprios jogos. Vou deixar um vídeo abaixo que explica detalhadamente sobre tudo o que você precisa saber para traduzir jogos de computador.


Esperamos tê-lo ajudado. Qualquer coisa, deixa nos comentários abaixo o que achou e também, se possível, dizer quais jogos já traduziu.

quinta-feira, 21 de abril de 2022

O divertido e nostálgico Hércules - Action Game

abril 21, 2022
Foto: Capa original - Divulgação Disney

Hércules - Action Game é um jogo de plataforma lançado em 1997 tanto para PC (computadores) quanto no saudoso Playstation 1. Eu conheci esse jogo através de uma live no Facebook e fui procurar mais sobre ele. Para minha surpresa, o jogo está sendo vendido na GOG, onde adquiri minha cópia. Depois de algumas horas de jogatina, consegui chegar no fim do game e aqui estou para fazer uma análise honesta dele.

Mas antes de continuar, peço um favor: se possível, siga nossa página no Facebook. Atualmente temos cerca de 217 seguidores e caso você veio por aqui, dá uma moral para gente. Essa é a forma de conhecermos nosso público e também saber quem está curtindo nossos posts.

Hércules: Um jogo MUITO a frente do seu tempo...

Não sei os jogos de agora, mas os jogos em sua maioria (na década de 90) produzidos pela Disney eram de arrasar! Hércules não foge a regra, com mecânicas bem legais. No jogo, que é baseado em um filme da série, você controla o filho de Zeus por algumas fases. Como em CupHead, os Personagens deste jogo são desenhados a mão, com uma mescla dos cenários 3D dentro do game. Aliás, a mistura de elementos do 3D com um jogo de plataforma 2D caem muito bem por aqui. 

O jogo é dividido em três tipos de fases: chefes, fases de plataforma e fases de corrida. As fases de plataforma, apesar de serem maiores, existem poucas no jogo. Em todos os tipos de fases, você precisa coletar letras (da mesma forma de Donkey Kong) que formam o nome de Hércules, e também vasos gregos, onde cada fase tem quatro. Em caso de você juntar essas letras, você garante 1 continue. Em caso de você conseguir os 4 vasos por fase, você ganha um password.



Sim meus amigos! Passwords! O jogo é de 1997 e a Disney até poderia ter criado um sistema de saves. No entanto, preferiu manter o sistema de passwords. Neste caso, a questão dos passwords faz o jogador jogar com mais cautela as fases, para descobrir todos os seus segredos. Em geral, em Hércules você pode bater nos inimigos com socos, espadas, pular, dá um super soco. No entanto, nas fases de correr, você só pode se desviar dos inimigos.

Nas fases de plataforma existem momentos que você pode escolher por diversos caminhos, o que achei genial. O formato das fases também me agradou. Na primeira fase do jogo (que é de plataforma) você encontra um tutorial com todos comandos que você precisa aprender durante todo o game. Nas fases de plataforma Hércules também pode quebrar o chão para poder encontrar áreas secretas. A única coisa que me confundiu um pouco foi o sistema de usar armas. Nas fases você pode encontrar uma espada de fogo, uma espada de raio e uma espada mágica. Ao invés deles colocarem um botão para usar a arma, você precisa ativar um botão para depois usar o botão que bate com a espada para poder usar esse item. Fiquei um pouco confuso no começo e demorei muito a aprender a usar esse comando.

Visual de Hércules e outras coisinhas...

Como falei acima, o jogo foi desenhado a mão. Por ter sido baseado em um filme, o jogo tem diversas cenas do filme entre as fases do jogo. Isso é legal para caramba. Porém, o jogo é de 1997 e feito para computadores da época: por conta disso, a qualidade do vídeo é RUIM PARA CACETE. Aliás, até mesmo o jogo (visualmente) é muito pixelado, por conta da dificuldade técnica dos PCs na época. Pelo visto, a versão de Playstation 1 é bem mais agradável visualmente.


Na versão da GOG, você pode alternar o jogo em tela cheia (320 x 240) e em outras resoluções menores. Além disso, em caso de GAME OVER, você pode escolher uma fase que já tinha sido aberta na sua campanha. Isso por si só (ao meu ver) já dispensa a questão dos continues, que são herdados da versão de Playstation 1, onde provavelmente o jogo recebeu um port para PCs.

Embora o jogo também tenha uma opção de passwords, você pode zerá-lo desde o começo, sem usar senhas. Quando zerei aqui, demorei pouco mais de uma hora para zerá-lo de uma vez (ou quase duas, sei lá...). Ele tem alguns modos de dificuldade e você também (na versão GOG) pode escolher com quantas vidas você começa. Só achei o mestre final (como todos os chefes) bem fáceis de matar. Ao que parece, o jogo foi feito mais para crianças.

Claro que, como jogo em si, Hércules não é um mamão com açúcar. Você vai demorar um pouquinho para poder entender como se passa das fases. Eu demorei cerca de quase 6h (5h56 min) para poder zerar o jogo, e trazer essa resenha para vocês. Minha opinião sobre o jogo é extremamente positiva: Hércules é um jogo inteiramente divertido, e muito agradável para quem é fã do desenho da Disney.

Meus passwords em Hércules

Eu não consegui todos, mas abaixo segue alguns dos passwords que consegui no jogo.








Considerações finais

Hércules é um jogo divertido, as fases são bem construídas e com toda certeza foi um clássico a frente do seu tempo. Ele está disponível na loja da GOG por um preço bem camarada. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

ATUALIZAÇÃO: enquanto estava finalizando essa matéria, descobri que existe uma versão do game também disponível na Steam. Então deixo também o link da Steam.

Hércules (na GOG e na Steam por R$12,39)

Editor deste blog faz lives ao vivo jogando games - https://www.twitch.tv/clodo_rei_da_negev

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

A série de jogos Yu-Gi-Oh! Power of Chaos continua forte até hoje!

janeiro 25, 2022

A primeira adaptação do famoso jogo de cartas para um game de PC, veio trazendo novidades. Por mais que seja baseadas nas regras das primeiras edições de Yu-Gi-Oh! O game trouxe uma estrutura de duelo que pode ser apreciada até os dias de hoje. 


A premissa do jogo é a seguinte: o jogador deve enfrentar um famoso duelista (aquele que dá nome ao título do jogo: Yugi, Kaiba ou Joey) e em duelos melhor de 1 ou de 3, decidir quem será o vencedor.


Mesmo com cartas em inglês, qualquer um que conhece a franquia conseguirá jogar. Todas as cartas são claramente vistas na tela e possuem as mesmas descrições das cartas originais e toda a estrutura do duelo é a mesma do jogo. Ou seja, temos as fases de batalha (Phases Batlle) e também para invocar monstros acima de 4 estrelas, devemos sacrificar um monstro ou mais para colocá-lo no campo.

A grande sacada deste jogo é que lutamos com um duelista fixo, que sempre há expressões para jogadas que façamos - fazendo o jogador se sentir como se estivesse dentro do próprio anime. As vezes, a CPU rouba (porque já aconteceu comigo) - principalmente quando me lembro que a máquina tirou um exódia da bunda e me venceu num jogo que já estava toda perdida para ela. Então, nesses casos ouvir a zoeira do duelista que está te vencendo assim, não é algo muito bom não!


E o que ganhamos com as vitórias? Cartas.


Na medida em que você for ganhando, novas cartas são liberadas - mas é preciso jogar muito para destravar todas elas. O jogo do Yugi, o primeiro a ser lançado dessa trilogia, é o que tem menos cartas. O lado bom é que se você tem outro jogo da série no mesmo pc, na versão mais recente - você pode usar as cartas do jogo anterior (ou seja, se tenho muitas cartas no jogo do Yugi, posso usa-las também no jogo do Kaiba). Cada jogo possui uma mesa e efeitos relacionados ao personagem e você só joga contra o mesmo. Não há opção para jogar com outro personagem ou algo parecido como uma campanha - aqui é apenas o duelo um contra um mesmo!

Porém, no jogo do Joey (Joey the Passion) - além de ser o mais atual (e podermos jogar com as cartas de Kaiba e Yugi), há opção para se jogar em rede contra um amigo. Mas não se preocupe, usando o programa gamerranger, você poderá jogar pela internet sem nenhum problema e muita gente faz isso!


Por mais que sejam três jogos, acredito que seja um game só. E muito bom! Pena que não se encontra a venda em lojas como Steam ou GOG - mas ainda dá pra jogar usando "meios alternativos".

domingo, 8 de agosto de 2021

Daikatana realmente me surpreendeu

agosto 08, 2021

Apesar do título da postagem parecer ser um click bait, não é. 


Definitivamente, eu fiquei surpreso com Daikatana e hoje eu até entendo que o jogo poderia sim, ser promissor se não tivesse acontecido várias coisas que "ferraram" com a carreira do co-criador de Doom.(Assista o vídeo abaixo que explica o que eu estou falando!) E como fã da franquia Doom (afinal, tenho todos os jogos clássicos originais e resenhados aqui no blog, além de saber criar mapas e trazer muito conteúdo da franquia neste site, incluindo, outros jogos de Romero). É lógico que compraria Daikatana para experimentar.


Como eu sou um tiozão que começou a jogar games ainda no Atari, me lembro do anúncio do jogo - mas não pude saber o que aconteceu com ele e como o Jonh Romero desapareceu da Terra até a chegada da internet. O game foi um desastre comercial tão grande que praticamente apagou tudo de bom sobre o programador que nos trouxe Doom, Wolfenstein e outros.


Mas será que Daikatana é assim tão horrível como vi em vídeos, sites e diversas análises?


Vou te contar a minha experiência e você pode entender melhor sobre a proposta do jogo, ok? Não é um game perfeito, muito menos para ser comparado com Doom, por exemplo. Mas quando você o conhece - ele é divertido sim, principalmente quando se joga em rede com amigos (no blog já ensinei como você cria uma rede lan virtual para jogar doom 3 coop, use o mesmo sistema em Daikatana!) 


Você acreditaria que eu fiquei tardes inteiras na frente do pc jogando Daikatana sozinho? (E não foi para escrever resenha aqui no blog, foi porque eu ESTAVA ME DIVERTIDO DEMAIS!) Por isso, entendi alguns itens do porque ele não conseguiu ser agradável para os fãs de Doom, e vou explicar baseado na minha experiência.

O primeiro grande problema do Daikatana é que ele coloca o jogador no mais alto desafio assim de cara. Ambiente escuro, inimigos muito rápidos e irritantes e a grande cereja do bolo: um mouse todo desregulado. Você tem a sensibilidade do mouse já calibrada de forma que você dá um toque pro lado e já dá quase um 360... mexa nisso e o jogo já vai mudar pra caramba. Quando eu configurei para ser a mesma sensibilidade que tenho para jogar CS GO, o jogo já deu uma melhorada. Além de uma escuridão terrível, na qual, a única forma de enxergar seria atirando com o rifle inicial, que não pode ser usado na água pois o personagem recebe dano! (Entendo que quer fazer o jogo difícil, mas deixá-lo broxante nos cinco primeiros minutos afasta o interesse de sua própria fan base.)


Por exemplo, no Doom. Você já começa numa base com poucos inimigos apenas para se acostumar com os comandos. A fase é curta e induz aos novatos quererem matar os monstros! Só na segunda fase que começamos a entender que devemos procurar chaves para abrir portas e a dificuldade vai aumentando gradativamente. Em Daikatana, não! Você é jogado no escuro sem nenhuma iluminação e deverá se virar com monstros aquáticos sendo que você não pode atirar com sua única arma para não levar dano... além disso, você aprende que algumas máquinas não são destruídas e deverá sair correndo...

Enquanto na primeira fase de Doom temos soldados bizonhos que matam uns aos outros por nada, e Imps que morrem facilmente com alguns tiros. Em Daikatana você luta contra sapos e vespas robôs que somados a escuridão e a vantagem de estarem em seu ambiente... tiram todo o seu brilho. (Mas, felizmente, após mais de 24 horas de jogo - percebi que poderia ficar tudo claro mexendo nas opções... mas fica registrado minha audácia de ter passado naquela escuridão toda!)


O game apresenta coisas novas que a princípio, não são explicadas nem no manual e se o jogador soubesse assim de cara, evitaria muitos problemas. Coisas como frutas que ao clicar com o botão direito, curam o personagem em 10% é uma delas! Outra coisa muito bem-vinda, foram os cristais de salvamento, onde você não pode salvar o jogo até ter um desses cristais. Isso evita a fórmula no Doom e "um passo, um save" e força o jogador a ser mais cuidadoso que ao mesmo tempo, refina sua habilidade. A princípio, essa implementação é horrível, mas você logo se acostuma. Também passar de um mapa para o outro salva o jogo sem nenhum custo. Só que veja bem, caso você ache esse sistema muito chato, você pode habilitar os salvamentos infinitos nas opções e poderá salvar a hora que quiser, invalidando tais cristais de salvamento. Por isso, se você estiver jogando de forma a exigir esses cristais - tente voltar num mapa a outro para racioná-los - assim, você pode optar em salvar o game em um ponto consideravelmente desafiador. Mas são resetados assim que o personagem passa de fase! Como o estágio é dividido em vários mapas, aproveite para voltar uma área ou outra para economizar cristais de salvamento.

Daikatana nos apresenta um sistema de níveis (como no RPG) que não é mencionado os botões para usá-lo no manual (que safadeza!). Quando se avança de nível, o jogador pode optar qual ponto irá preencher alguns atributos, que podem ser ataque, vitalidade, armadura, etc. Use as teclas "k" e "l" para mover para cima e para baixo, enquanto o "ç" você usa para confirmar. E ao entender isso e morrer muitas vezes (porque o jogo é desafiador), você começa a perceber que os inimigos iniciais não são tão terríveis assim, e o jogo vai ficando mais fácil na medida em que se ganha novas armas. As mesmas teclas são usadas para dar comandos aos outros personagens... que pelo amor de Deus, você tem que saber contornar os bugs para não perder seu progresso. Afinal, você precisa de todos os seus aliados vivos para passar de uma área do mapa - só que as vezes, eles ficam presos em algum local - exigindo que você volte, ou fique perto deles e coloca o comando para segui-lo.


Falando ainda em aliados, não sei se realmente eles levam munição. Mas você pode mandar que os mesmos peguem os itens para si. Há uma cabine chamada Hosportal, que permite a cura do seu personagem por inteiro - que felizmente, você pode mandar comandos para que seus aliados também usem e se regenerem. Por isso, não tenha vergonha de voltar meia fase para usar o Hosportal, pois sem isso, ninguém conseguiria zerar Daikatana. Por isso que itens de cura não são muito relevantes! Como os aliados recebem comandos, você pode mandá-los ficar parados - mas em companhia com os mesmos é divertido. Principalmente quando você entra numa sala cheia de inimigos e sabe que teria certo trabalho se estivesse sozinho. Por sorte, haverão momentos em que você deverá ir sozinho e abrir passagem para seus aliados passarem... eles mesmo avisam quando chega nessas partes.

Tirando os ambientes escuros que chegam a ser irritantes no começo, o jogo possui um design de fases muito melhor que em jogos como Unreal e Quake (cujo já resenhamos aqui no blog ambos) - e ter NPCs que jogam contigo, você se sente que está jogando online com alguém; Se o jogo não começasse da forma que inicia, com certeza, mais pessoas jogariam.


Minha primeira experiência com esse jogo foi jogando cooperativo com meu irmão, na intenção de zoa-lo mesmo. Eu com a versão da Steam e ele com a versão da Gog (na qual, comprou para fazer a resenha aqui, mas eu queria tanto jogar que aproveitei a promoção aqui da Steam e por isso, jogamos em rede!) Mesmo numa gameplay de quase 3 horas rindo e zoando, podemos perceber que não era algo tão zoado. O que me motivou a jogar sozinho, pois quando se joga multiplayer, não há GAME OVER se você morrer - você volta pro início do mapa e tudo fica resolvido.

Os combates são legais. As armas são interessantes e a grande coisa que irrita por boa parte do jogo, são os ambientes escuros. O que significa que se você odiou a escuridão de Doom 3, sinta-se aliviado lá porque pelo menos o doomguy está equipado com uma lanterna. E por se tratar de um jogo feito pelo produtor de Quake, algumas coisas são similares. Há secretos e estágios ligados um ao outro, com a diferença que temos uma história aqui. Como não sei inglês, pouco me importei para ela - o que eu queria mesmo é o desafio. Alguns monstros tendem a aparecer terríveis, mas são fracos, enquanto outros que parecem serem frágeis, são terríveis.


Outra coisa que temos aqui é o uso de arma branca. Minha primeira impressão sobre o uso da espada são as piores possíveis. Logo eu, que zerei SEM DETONADO o Hexen (cujo já resenhei aqui no blog) e até o momento, joguei um pouco do Hexen 2 o suficiente para escrachar que lá o uso de armas brancas dá 10x 0 aqui (sendo que usa a mesma engine de Quake 2, quem diria). No começo, você tem ambientes escuros e vai se adaptando... Após conseguir a espada no primeiro ato, voltei no tempo. O que era para ser comemorado, virou uma tormenta - pois estava com somente 20% da minha vida e ao ser jogado na próxima fase, o jogo não fez nem o trabalho de restaurar minha saúde (o que era para ser o mínimo, já que tinha perdido todas as armas e ficado com a espada)

Na boa... entendo que eu tenha voltado no tempo após pegar a espada... mas porque tirar minhas armas e me obrigar a lutar com um monte de soldados esqueletos com uma mecânica tão mal feita? (Adaptação, meu amigo... para sobreviver, você tem que ter adaptação!). Jogos difíceis exigem isso, e confirmo que Daikatana é difícil. Mas, ele pelo menos consegue ser mais justo como pérolas  que presenciei em Tomb Raider: The Angels of Darkness, que não consegui zerar porque o PERSONAGEM SECUNDÁRIO não tinha munição e o jogo não deu... (sempre vou me lembrar dessa bosta!)


Como eu disse no título dessa postagem: o jogo me surpreendeu. Está certo que é meio estranho usar a espada, mas com o tempo - consegui lidar com ela de boa. Só que o Jonh Romero fez questão de além de presentear com essa "não muito útil arma branca" , nos deu um disco. Cujo funciona como um bumerangue e insere o modelo de FPS mesmo você tendo apenas uma espada, ou seja, você não é obrigado a usá-la se não quiser (a menos que erre um alvo com um disco e não vá buscá-lo!).

Enquanto Doom nos deu nove armas, aqui você pode coletar seis - mas aí vem a grande sacada. As armas mudam de acordo com a linha do tempo que o herói está. (E que são totalmente diferente uma das outras!) O negócio é tão legal, que o Hosportal assumiu uma outra forma e os kits médicos que encontramos nessas fases são feitos com outro modelo - parecia que eu estava jogando Hexen 2 em alguns momentos! Teve uma hora que eu vi que um dos inimigos era um Grifo... Uau! Nunca vi um grifo como adversário em jogo de FPS... por isso, é uma pena que o projeto tenha tido tantos problemas...


Ele seguiu o mesmo "pecado" de Duke Nuken Forever (cujo já resenhei no blog) e gostei demais. Entendendo que ele não é ruim, apenas ultrapassado para a época em que foi lançado. Assim como este, Daikatana poderia ser muito mais promissor. Seu maior problema, foi o de querer torná-lo o jogo perfeito, a obra máxima de Jonh Romero - em vez de fazer algo divertido para as pessoas, assim como foi Doom e outros. Infelizmente, o mesmo aprendeu com seu próprio ego.

O jogo é dividido em quatro "linhas do tempo", onde o personagem recebe em cada uma delas - um arsenal de seis armas novas - lutando contra criaturas próprias e resolvendo alguns puzzles para abrir caminho (não é mais aquele negócio simples de pegar chave certa para entrar). No "capítulo 2", que se passa na Grécia, existe uma arma que é uma granada - e ao segura-la, por se tratar de algo que está pegando fogo - você poderá usá-la para se tornar uma lanterna (o que para época, era interessante demais).


Daikatana pode ser jogado cooperativo em rede (mesmo que tire a diversão de avançar de nível quando seu personagem morre), mas é bastante legal esse conceito. Você vai matando inimigos, ganhando xp, avançando de nível e escolhendo qual "habilidade" inserir, que pode ser aumentar sua munição, sua velocidade, sua precisão ou mesmo, seu próprio HP! Realmente, fui um cara que gostou desse jogo. Comprei pela zoeira, mas... ao dar uma chance a ele - percebi que ele seria realmente um jogaço se John Romero não fosse minimalista e não estivesse com seu ego acima de tudo e de todos.


Se tem algo que eu acredito que Daikatana supera Quake e seus concorrentes, seria o design das fases - mas infelizmente, não é só uma boa construção de fases que fazem um bom jogo. Recomendo que você mexa nas opções e tire aquela escuridão desnecessária que afasta muitos de tentarem conhecer o game melhor.


Minha análise é da versão Steam, mas, a versão da Gog é a mesma e que dá pra jogar com ambas em rede (já que a do meu irmão é uma versão diferente da minha). Compre pelo link abaixo, ou espere uma promoção caso você só queira jogar o original sem gastar muito:


https://store.steampowered.com/app/242980/Daikatana/

sábado, 13 de março de 2021

Dragon Age Origins é muito mais que apenas um RPG para computador!

março 13, 2021

Minha análise do jogo é baseada em mais de 75 horas de jogo, na qual, achava que seria parecido com Dungeon Siege 2 (cujo também já escrevi uma análise no blog), na qual, nos apresenta uma equipe para administrar.  Mas para a minha surpresa, o game não é muito dungeon crawler como eu imaginava, sendo mais uma evolução de Baldur Gate (outro jogo que eu joguei muito e comprei apesar de não ser tão fã de D&D como meu irmão). 

 

Quem jogou o famoso jogo do RPG mais popular do mundo, vai entender de cara como funciona! 

 

Você constrói seu próprio personagem, lhe dando suas próprias características, como formato dos olhos e cabelo. No Baldur Gate, por exemplo, há algo assim, mas apenas modificamos a nossa cor através de paletas.

Devemos também escolher nosso histórico, que tipo de personagem seremos no início do jogo. Não importa a sua escolha, o jogo será o mesmo para todos em certo ponto - mas toda a trama pode ser gerada de uma forma toda diferente através dos caminhos em que você decidiu percorrer. O game lhe apresenta a mesma liberdade de BG: faça o que você quiser! Mas isso é limitado a suas próprias habilidades e também o reconhecimento com o pessoal do grupo. Alguns vão gostar de suas atitudes, enquanto outros irão detestar. Teve um momento na campanha, que eu fiz uma decisão que eu achei certa, por exemplo - não vou contar o que é para não gerar spoilers, mas no acampamento após a missão, teve um personagem que foi discutir minha decisão.

 

Quem jogou Baldur Gate sabe que dependendo da interação com um personagem ou outro, eles podem sair do grupo. Aqui temos uma barra para indicar a moral de cada personagem com você e o jogador tem total controle sobre quem vai sair para a aventura com ele. Diferente do que eu acreditava, Dragon Age não é jogado com a câmera isométrica e sim, em terceira pessoa - controlando o jogador pelo próprio teclado em vez de ficar clicando aonde ele vai. O sistema de jogo apresentado neste RPG é mais voltado para um RPG de mesa, não contando com muitos níveis e habilidades e forçando mais a criação das histórias. O jogador tem a liberdade de viajar e enfrentar novos desafios, podendo até ser vítima de encontros aleatórios "a la Baldur Gate".

Meu interesse pela franquia veio primeiramente pelo RPG de mesa lançado pela Jambô. Tanto, que eu comprei o livro primeiro para depois comprar o jogo na Steam, e eu também vou escrever uma postagem separada falando do livro - que segue o mesmo sistema apresentado no jogo, com algumas pequenas modificações para que o game flua bem na mesa.

 

O jogo só apresenta três classes: guerreiro, ladino e mago. E o jogador precisa escolher um histórico que lhe permite usar uma determinada classe. Por exemplo, anões não podem ser magos! A ambientação é em estilo de fantasia sombria (ou seja, não espere coisas fantasiosas como em Baldur Gate!) Os magos são vigiados pelos templários e a magia não é tão benéfica como em outras ambientações. O jogador vai se sentir dentro de um RPG de mesa, passando horas e mais horas cumprindo desafios e moldando sua história. É até legal aqui em casa a gente discutir o que aconteceu na campanha de cada um (com os amigos que tem o jogo) e ver como cada um tomou uma direção diferente.

Os personagens tem uma barra de moral cujo se estiver muito alta, pode rolar romances entre os personagens! Levando aquilo que gostamos em Baldur Gate em um nível muito maior. Teve um dia que no país dos elfos, encontrei um cara que estava apaixonado por uma elfa e eu decidi que ia tentar "chegar na mina" pra ele - e acabei fazendo ela desistir dele. Tanto, que uma NPC elfa que apareceu não sei da onde, veio brigar comigo por eu ter "se metido na vida deles"... isso foi legal! Só teve dois momentos em que eu não curti muito, a primeira foi um desafio onde eu tinha que posicionar os personagens para abrir um caminho (cujo tive ajuda de um primo que passou jogando na casa dele) e o reino dos anões.

 

Não que seja chato ou algo assim, é até legal porque há um torneio de lutas e tudo mais. Só não curti muito essa parte porque eu pessoalmente, não sou muito fã da cultura dos anões (em RPG de mesa, eu não gosto de jogar com eles e sempre tive uma "rixa" com os próprios). Então, no reino dos caras havia um problema político que eu não quis nem saber. 

Para quem está nessa postagem para ver se vale a pena comprar ou não o game, eu lhe digo: VALE MUITO!

 

A versão da Steam acompanha apenas o jogo original, podendo ser comprada a DLC Origin Awaken (que aumenta as possibilidades do seu jogo). Eu o recomendo não só pela história (cujo você poderá joga-la várias vezes), mas as possibilidades que o game oferece. Geralmente, RPGs de computador costumam ter muitos itens para equipar, magias e níveis de personagem. Aqui acontece como já dito, algo mais voltado para um sistema de RPG de mesa. Os personagens quase não ultrapassam o nível 20 e a história a ser criada passa a ser mais interessante que o xp adquirido.

 

Os personagens poderão aprender habilidades em sua campanha (dependendo da classe) e tais conhecimentos poderão levar a outras coisas. Ao avançar de nível, você pode aumentar seus atributos mentais (como Astúcia) e com isso, melhorar as opções de diálogo com os NPCs. Você pode aprender a criar armadilhas, criar venenos e também suas próprias poções. Para isso, você terá que comprar ou colher certos materiais e usá-los para combina-los em diversos outros itens. O jogo possui centenas de itens para se carregar, com coisas para fabricar. E para os fãs de jogos de estratégia ou RPG, vão valer muito a pena.

O game também é bem grande, com uma história que é diferente no início para o histórico escolhido, mas mesmo seguindo o mesmo roteiro para a trama mais para frente, você cria a sua história. Toma as decisões que quer e vê o que acontece. Você pode conversar com seus colegas de grupo e isso pode fazê-los aumentar ou diminuir sua moral entre eles. Já o combate funciona de forma similar a Baldur gate, você pode pausar para criar sua estratégia e depois ver a luta acontecendo em tempo real. Só que diferente do famoso jogo de D&D. Se um ou mais personagens caírem - eles acordam no fim do combate se o jogador for o vitorioso (ou seja, nada de carregar os itens de um personagem caído enquanto estão indo para a igreja ressuscita-lo).

 

A interação dos personagens é bem construída. O legal é que dependendo do personagem, ambos conversam entre si enquanto você está caminhando. Teve uma vez que a ladina (que é a religiosa do grupo) estava discutindo religião com a maga e isso aconteceu assim do nada. Outro dia, o anão foi questionar a maga porque ela não iria ter um marido e ela começou a falar de relacionamento com ele até que chegou a dar um fora...

 


É um tipo de jogo de interpretação que tem mais interpretação do que mecânicas...

 

É um prato cheio para amantes de fantasia e até literatura. Pois há um ambiente muito agradável onde você cria a sua história. Os personagens são bem construídos e oferecem diversas possibilidades, tanto que alguns vão gostar mais de suas atitudes, enquanto outros não... o jogo possui até um prostíbulo, onde você pode gastar dinheiro e dormir com alguém que você quer... (não era necessário ao meu ver colocar algo assim no game, mas já que está...)

 

As habilidades dos personagens podem ser programadas através de janelas de táticas, onde você pode configura por exemplo, que a maga sempre fique a distância e use magias de cura quando algum aliado estiver com 30% ou menos de vida... isso evita toda hora você ter que dar pause para realizar a mesma ação. Mas é certo que dependendo do time que esteja usando e do adversário, que você pause o jogo e crie uma estratégia. Algumas vezes, eu colocava apenas para controlar um personagem e este atraía os outros monstros para aonde estava o grupo - criando uma tocaia... é uma tática muito bem vinda...

 

Os ladinos também tem opções de furtar baús e desarmar armadilhas! Enquanto você pode criar venenos para equipar nas suas armas, criar armadilhas, poções, etc. São coisas que fazem você lidar com seu lado mais "econômico" para comprar os materiais para cada tipo de item que você quer fazer. 

 

O jogo também apresenta um sistema de lesões... 

 

Você pode estar com o HP cheio, mas pode estar com algum osso quebrado ou ferimento profundo. Para isso, você precisa gastar estojos de cura para lhe curar desses efeitos - que são redutores cumulativos a suas habilidades dependendo da lesão. No jogo, você ao acessar o mapa, pode ir montar um acampamento e lá você restaura automaticamente todas as lesões - além de comprar alguns itens, por runas mágicas em seus equipamentos e conversar com cada personagem do grupo separadamente. É por essas razões que eu recomendo muito que você também compre. Afinal, há histórias e gameplays para centenas de horas!

Como qualquer outro jogo do gênero, você pode equipar runas em certos equipamentos do seu personagem, oferecendo novas habilidades. E por se tratar de um jogo com uma campanha gigantesca, você poderá jogar várias vezes usando personagens diferentes e tomando outras direções. Mas, infelizmente, o jogo não está em nosso idioma - mas há tradução para ele e suas expansões em 100% pt-br e necessário para jogá-lo. 

 

Se você deseja um RPG que é mais focado na narrativa, cujo possui um sistema de combate equilibrado e de costume, permite você criar sua própria história (desenhando inclusive o seu personagem) - posso lhe recomendar Dragon Age como um dos melhores RPGs eletrônicos que eu já joguei.Ele custa 56 reais na Steam e foi desta versão que eu escrevi essa análise! 

 

Compre agora na Steam:

 

https://store.steampowered.com/app/17450/Dragon_Age_Origins/

Sobre Nós

Rei dos Games


Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


Rei dos Games é o único blog dedicado a três tipos de jogos diferentes (eletrônicos, de tabuleiro e RPGs). Se você quer conhecer bons jogos para brincar, este é o lugar certo.


Postamos recentemente

recentposts

Aleatório

randomposts