sexta-feira, 11 de abril de 2025
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
Binary Domain foi um dos melhores jogos que já joguei na vida
Recebi uma cópia gratuita do jogo a alguns anos. Mesmo parecendo promissor, não tinha um pc decente na época para jogá-lo e deixei para quando ficasse tempo sem poder comprar outros jogos. Publicado pela Sega, o jogo (apesar de antigo) lida com temas que estão na moda hoje, como robótica e inteligência artificial.
Na verdade, oferece um exemplo do que pode acontecer em nosso futuro devido aos avanços. Quando o peguei para jogar (numa tarde de domingo), me fizeram jogar sem parar durante tarde e noite devido a sua história (que és muito interessante) e sua jogabilidade. Não entrarei em detalhes sobre a trama em si, cujo me envolveu do início ao fim. Principalmente, por conter personagens carismáticos e com personalidade própria!
O game é em terceira pessoa, onde controlamos um soldado do governo e enfrentamos robôs de vários tipos. O legal é que na medida que detonamos nossos inimigos, pedaços deles caem e isso pode lhe dar certas vantagens. Ou seja, os inimigos possuem pontos destrutivos (principalmente os chefes), que geralmente são robôs grandes com armaduras pesadas, onde precisamos destruir parte delas para expor pontos fracos e assim, destruí-los.
O jogo contra com uma espécie de aprimoramentos de RPG, onde ao acessar a loja (que pode ser encontrado ao longo das fases), permitem comprar chips que se esquipados, oferecem vantagens ao seu personagem e de sua equipe. Aprimoramentos que melhoram a regeneração, defesa e até, permitem levar mais kits médicos. Que são essenciais para salvá-lo da morte! Se seu personagem perder toda a sua vida não haver mais kits médicos, alguém da sua equipe pode chegar e gastar um kit próprio dele para te salvar. Algo semelhante ao que acontece em Resident Evil 5.
Outra adição seria o fato de poder usar seu microfone para dar ordens e responder algumas coisas a sua equipe. Já que suas ações no jogo são aprovadas ou desaprovadas pelos demais personagens. (Claro que você deve dar as respostas em inglês e eu até conseguir dizer algumas coisas), mas por causa de um mic ruim e não saber inglês (que mesmo que tenha instalado tradução feita por fãs no game, as respostas devem ser no idioma original do jogo). Decidi desabilitar essa opção!
Apesar de ser um jogo frenético em 3ª pessoa, ele sempre te coloca em algo novo. Não há nada repetitivo e sempre apresenta elementos novos, como atirar rapidamente para salvar a vida de um companheiro ou ter sorte em um quick time event para poder saltar da ponte que está ficando em ruínas. Eu pude ver um carinho especial com esse jogo, principalmente, pelos personagens apresentados. O mesmo apresenta um plot que seria a introdução de uma continuação, mas que por ter baixas vendas no mercado americano, é algo que nunca mais veremos.
Portanto, eu quero recomendar esse jogo. Que apesar de estar em inglês, sua tradução para o nosso idioma é facilmente encontrado na internet. Acredito que se ele tivesse um modo cooperativo, seria ainda mais incrível!
A versão do jogo desta análise é da Steam.
Compre por R$28,00 a partir do link abaixo:
https://store.steampowered.com/app/203750/Binary_Domain/?l=portuguese
domingo, 21 de abril de 2024
Hotline Miami não foi o que esperava
Pode ser que muitas pessoas gostem desse jogo, mas eu, vou dar minha opinião honesta sobre o mesmo. Meu primeiro interesse no jogo veio graças a influencia de um youtuber que o recomendava e até dizia que era um dos seus jogos favoritos. Porém, assumo que ele é bem desafiador e possui uma jogabilidade original.
Controlando um personagem que se move pelos cenários com a câmera vista de cima, ele deve eliminar inimigos com diferentes armas e abusar de estratégias em cada cenário. A história do jogo, eu não entendi muito bem - parecia bastante louca por sinal, mas, em questão de gameplay, é até satisfatória. Comprei esse jogo anos atrás e só recentemente, decidi jogá-lo a sério. Com gráficos retrô e com uma trilha sonora bem frenética, ele é divertido (ou será pelo menos, para a maioria).
Pessoalmente, eu me frustrei com esse jogo. Logo eu, que adoro jogar games difíceis e desafiadores. Mas, por certas questões de gameplay, decidi deixá-lo de lado - mesmo em sua "batalha final". Pode ser que muitos o adorem, e o considere com uma maravilha... não foi isso o que eu achei. No jogo, você deve eliminar todos os inimigos das fases, para isso, você poderá usar facas, bastões, tacos de sinuca e armas de fogo. As armas brancas, matam e não fazem barulho, enquanto as armas de fogo, chamam muito a atenção.
De acordo com a pontuação que o jogador faz nas fases, ele pode destravar novas armas (que aparecem aleatoriamente no cenário), como também, máscaras. Isso é algo que eu achei muito legal! Cada máscara, oferece uma habilidade passiva ao jogador. Como não ser agredido pelos cachorros ou matar inimigos abrindo a porta em cima deles, por exemplo. Por mais que seja um jogo retrô, ele é bem violento, com diversas formas de matar os inimigos e seus confrontos, são desafiadores. Talvez, se não fosse certas coisas - teria gostado mais dele.
Além do mais, o jogo é curto. Acredito que em cinco horas de gameplay, você o conclui. Mas creio eu que a tendência, é você jogá-lo várias vezes para destravar mais armas e máscaras. Com a câmera ser vista de cima, você deve usar o mouse como a mira das armas e também, demonstra o lado que está olhando.
Meu desgosto por ele, veio justamente, em seu chefe final - aonde temos que ir sem armas ao vilão (que nem me importa mais quem é) e pegar um troféu e matar duas panteras (que nem é fácil), para depois arremessar contra uma mulher que usa uma espada, matá-la, para depois de um diálogo, pegar uma faca no chão (que a capanga deixa depois de morrer) e atirar em cima do cara, para aí, dá dano nele...
Isso não é jogo difícil, isso para mim, é me fazer de otário. Já que se você morre, tem toda a cena do cara indo pro confronto final e tudo de de novo, e de novo, e de novo... o que se torna cansativo e ao meu ver, é uma forma de ficar mantendo o jogador nele. Você pode até gostar dele, MAS EU NÃO RECOMENDO. (e NEM VOU citar a fase do cara fugindo do hospital... que coisa medonha).
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
Análise de Far Cry 3: jogo bom demais!
Nunca tinha jogado qualquer jogo da franquia até então. Por isso, antes de comprar meu primeiro Far Cry, decidi assistir um vídeo no youtube explicando resumidamente cada um e por causa dele (do vídeo), escolhi o 3. A princípio, me irritei com o tutorial por causa de uma parte ainda no início do jogo, mas que de forma até surpreendente, foi me cativando.
Far Cry 3 é um jogo de tiro em primeira pessoa em um campo aberto, com um personagem principal que jamais havia pego em uma arma de fogo. Alguém que ao passar férias com amigos e em um salto filmado de paraquedismo, caiu numa ilha dominada por piratas. Estes, os tornam reféns e nosso game começa por aí. O irmão mais velho do protagonista mata um dos terroristas e com isso, vocês conseguem fugir - mas Vaas - o vilão principal do jogo assassina cruelmente seu irmão e o coloca para correr pela selva a noite para ser caçado pelos seus soldados.
O personagem sobrevive e ganha uma tatuagem e daí, com as pessoas que o ajudam no caminho a trama faz de um jovem incapaz de causar mal a alguém a um destemido combatente e isso, me pegou de surpresa. Na verdade, me senti na pele do personagem e até sentir o prazer de queimar a plantação de maconha do pirata como vingança em uma das missões! Far Cry 3 trata disso: VINGANÇA. Os amigos do protagonista que sobreviveram, iam sendo resgatados por ele, na qual, vai mudando a personalidade - sendo até percebido por sua namorada, uma das pessoas que ele resgatou.
A história da ilha e com a tribo que conhece e outros NPCs interessantíssimos tornaram numa história épica, com reviravoltas interessantes e com um vilão louco no estilo coringa; Vaas é um mal a ser vencido tão bom que ao jogar, eu queria matá-lo de qualquer forma. Meus maiores elogios são a trama apresentada pela Ubisoft, uma grande história, iniciando com um bom vilão e amarrado com ótimos personagens a sua volta.
A jogabilidade é ótima, como jogo de tiro, dispensa explicações. A única diferença para os demais jogos do gênero, é que aqui temos uma enorme ilha cheia de animais de vários tipos (alguns selvagens) que ao serem mortos pelo jogador, podem ter suas peles que serão usadas para a criação de seringas (que são divididos em efeitos de cura, de melhorar habilidades de caça ou de melhora de habilidades de combate). Além disso, é de suma importância caçar certos animais para com sua pele, melhorar sua mochila, expandido também o número de coisas que você pode carregar, dinheiro (através da carteira) e até número de armas que se pode carregar ao mesmo tempo.
Na ilha, temos espalhados diversos baús com itens para serem vendidos, além de missões secundárias que vão desde levar mantimentos a um local, até mesmo quem mata mais inimigos. Todas essas missões são remuneradas e excelente para ganhar dinheiro! Há também locais onde você pode jogar pôquer e ganhar dinheiro com apostas.
Para saber que tipo de animal habita cada região, o jogador precisará encontrar e subir as torres de rádio, em um sistema semelhante ao de sincronizar dos jogos da franquia Assassins Creed. Além de dominar locais que são dominados por terroristas, que se obter sucesso, ele será mais um ponto para o jogador usar o "teleporte rápido", evitando perder tempo andando pela ilha para chegar em um determinado lugar. Há também diversos tipos de veículos terrestres e lanchas para explorar o local e chegar a certos pontos mais rápido!
Mesmo sendo um jogo de FPS, ele oferece um sistema de stealth - onde os inimigos podem ser mortos de modo muito similar ao Assassins Creed. Cada terrorista morto rende pontos de experiência, que se atingir certo requisito, rende pontos de habilidade que são usados pelo jogador destravar/melhorar suas habilidades, como aumentar sua saúde ou após um nocaute (matar inimigos usando steath), atirar a faca no mais próximo e matá-lo também. O jogo não está em português do Brasil, mas você encontra a tradução dele facilmente em vários sites na internet.
Se você deseja comprá-lo na Steam, um aviso: assim como o Assassins Creed Unity (cujo já escrevi resenha aqui no blog), você precisará de uma conta na Ubisoft Connect. Na Steam, o jogo está a R$60,00
Compre agora pelo link abaixo (R$60,00):
- Ubisoft Connect: https://www.ubisoft.com/pt-br/game/far-cry/far-cry-3
quinta-feira, 29 de dezembro de 2022
Batman: Arkham city me surpreendeu demais
A última vez que tinha visto um jogo mais moderno do Homem-Morcego, foi justamente, o incrível Batman Begins de Playstation 2, uma joia descoberta por meu irmão gêmeo e que se mostrou, um jogo genial. (Indo contra o que a gente achava dele na época!). Me lembro muito bem, que ao jogar os primeiros minutos do game, meu irmão e eu debochávamos do mesmo. E a princípio, jogá-lo seria apenas para ser uma piada. (Quem esperaria algo de jogo baseado em filme?)
Porém, o jogo se mostrou que era bom demais - tanto, que eu mesmo quis jogar também. Afinal, o "brincar de Batman" era outro nível, muito além de jogos mais antigos, como Batman Forever, por exemplo. Ao imaginar um jogo mais surpreendente que o do PS2 já citado, comprei o Batman AC e me surpreendi logo de começo, mas a falta de um controle e estresses de minha vida pessoal, me fizeram o colocar na geladeira de minha conta na Gog até que eu pudesse estar mais calmo para desfrutá-lo.
Dois anos depois, decidi zerá-lo no fim de ano de 2022.
FOI A MELHOR EXPERIÊNCIA QUE EU TIVE EM UM JOGO DE BATMAN em toda a minha vida!!!
A jogabilidade possui um sistema excelente, onde com um botão, Batman agride os oponentes enquanto outro, pode ser usado para ser usado contra-ataques. E de acordo com a direção dos golpes, há um movimento próprio, o que fica bonito de se ver, quando vemos o homem-morcego lutando contra quatro ou cinco oponentes diferentes! Achei tão incrível esse sistema, que me arriscaria em afirmar que um jogo como Street of Rage, Final Fight, etc. poderia adotá-lo em prováveis continuações com roupagem em 3D.
O game está em português, e nos apresenta ação do início ao fim. O jogo também segue a fórmula de mundo aberto, fazendo Batman pular pelos prédios da cidade (ou se pendurar neles usando a bat-garra) para poder chegar mais rápido ao objetivo. Diferente do esperado (para mim), o jogo não é repetitivo, sempre colocando algo a mais, seja na jogabilidade, seja na própria trama - que se desenrolou de tal forma que me fez ficar muito empolgado. Temos que investigar, perseguir, hacker sistemas de segurança, etc. Coisas que o herói faz em sua rotina de trabalho!!
O jogo nos apresenta a ficha dos personagens da série, trazendo um resumo sobre personagem/vilão e até nos revela a revista em quadrinhos que o mesmo apareceu pela primeira vez. Apesar de gostar do Batman e por um bom tempo na minha infância, ler gibis dele, descobri a partir desse jogo que seu universo é muito vasto. Alguns personagens do jogo eu nunca ouvi falar (e sempre existiram). A história que os envolve foi muito além do que eu imaginava, o que me deixaram empolgado e jogando o dia todo para saber como seria o final do jogo.
Além do Batman, você também pode jogar com a Mulher-Gato e até a Arlequina (numa campanha especial, que mostra o outro lado da trama). Não irei entrar com detalhes sobre o que está rolando, mas, foi a melhor história do Homem-Morcego que eu tinha visto num game, até então. Mas... é claro que fiquei estacionado várias vezes e perdi a cabeça com certas coisas no jogo. Algumas que por ser iniciante, não entendia (como correr e dar rasteira), por exemplo. E outras, eu tive que ver no youtube alguém jogando porque já estava bastante perdido.
Achava que seria fácil só porque era um jogo do Batman, mas teve horas que me senti que "só sendo o Batman de verdade para poder passar". Imaginava que a trama seria uma história parecida com o que vemos em filmes, mas foi uma trama muito além - e que me encheu os olhos e ainda, me fizeram ficar lendo as fichas dos personagens para poder entender melhor esse universo.
O game está todo em português, mas não está dublado. Se tem desejo de comprá-lo, eu recomendo bastante! Principalmente, porque ele roda em pcs com placa de vídeo mais humilde (como o meu). E não precisa ter um computador muito poderoso para desfrutá-lo!
A versão que usei para fazer essa análise foi da Gog, compre pelo link abaixo:
terça-feira, 16 de agosto de 2022
O dia que ficamos a TARDE TODA na lanhouse por causa de GrandChase
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| Foto: Pixabay |
sexta-feira, 8 de julho de 2022
Diablo 3 é um game que dá pra jogar quase que eternamente
Os tempos eram outros... os recursos que a gente sonhava em ter (como por exemplo, jogar Age of Empires online ou em rede, já eram realidade!) E faltava algo para um fã de Diablo (que zerou os dois primeiros games) conhecer o terceiro jogo da franquia.
Se você tem desejo de comprar Diablo 3 e por isso caiu nesse site, preste atenção.
Pontos negativos
Para quem é desavisado, vai estranhar o jogo no começo. A jogabilidade é fácil demais e pode até enjoar! A culpa disso é da Blizzard, que não sei porque, colocou os modos "normal" e "difícil" como "very easy" e "easy". Sendo que o game de verdade é a partir da dificuldade Perito! (Por que não me avisaram isso? Na minha primeira vez, passei o Ato 1 Inteiro tancando todos os monstros que não conseguiam me arranhar.) Mas quando fui pesquisar na internet a experiência de outros usuários, descobri que a jogabilidade normal do jogo é nível Perito e daí, me viciei.
Comece o game no nível Perito - porque nem o "modo difícil" é como ele diz ser.
Na medida em que você vai jogando, fica comum você aumentar a dificuldade do jogo. Sempre enfrentando desafios maiores mesmo ao desfrutar de novos personagens e isso vicia demais! Principalmente quando você entende que está mais forte e quer mais desafios - pois o game oferece bônus de XP para mais dificuldade, e MAIS RECOMPENSAS VALIOSAS!
Diferente de games anteriores, Diablo 3 você não compra mais poções. Você acessa apertando Q e deve esperar carregá-la novamente. Para se curar sem este recurso, você precisa coletar globos de sangue que caem de alguns monstros ou mesmo, sobreviver a batalha. (Pois você se regenera na medida que está lutando). A princípio, tinha odiado essa opção e estava até chateado com o jogo (por causa da dificuldade pífia dos modos "normal" e "difícil") Mas depois fui entender que é interessante e até viável, pois diferente de Diablo 2, as hordas de monstros vem e um número muito maior.
Nele há itens como qualquer outro do gênero, incluindo opção de gemas e equipamentos mágicos, comuns e lendários. Temos coisas que os jogos anteriores entregam!
Pontos positivos
A dublagem é a primeira coisa a se notar. Cada classe (seja homem ou mulher) tem um dublador próprio e cada personagem narra a sua história. O sistema de combate é uma evolução do anterior, na qual, não existe barra de stamina e o personagem vive "correndo". Os combates envolvem hordas de monstros que permitem que os personagens se desloquem rapidamente de um lado para o outro e usufruem de diversas habilidades contras as hordas infernais, lutando contra dezenas de demônios na tela. Deu para entender que o jogo foi feito para combates em grupo e muitas das vezes, você terá que correr para esperar seus pontos de vida recuperarem.
O personagem possui companheiros, que podem ser substituídos a qualquer momento da campanha e possuem personalidade própria (incluindo muitas falas). Dependendo de quem esteja do seu lado, há um diálogo próprio e os personagens de uma hora outra ou outra, ficam conversando. (Por isso que eu entendo o valor do jogo ser o que é!) Tornando a jornada muito mais satisfatória, pois você se sente dentro daquele universo. O jogo apresenta algo conhecido como "Níveis de excelência", que são pontos de atributos/habilidades que são distribuídos a todos os seus personagens para cada personagem que você tenha no nível 60 acima (o que eu achei daora!) E levando em conta os diversos níveis de dificuldades do jogo, dá pra levar seus personagens a níveis inimagináveis.
A trama
Não entrarei em detalhes sobre a história, mas eu curti muito a mesma. A jornada em relembra personagens dos jogos anteriores (incluindo vilões) e me cativou muito! Talvez, a única "reclamação" digamos assim, seria o fato da dificuldade dos chefes - que ao meu ver, estavam um pouco mais fáceis em comparação, por exemplo, com Torchlight 2 (pode ser impressão minha também!). Já o combate contra Diablo, eu curti a beça e ele até que é bem forte em comparação com os demais - realmente, está como os demais jogos.
Novidades
Dentre a dublagem e o combate frenético devido o sistema de robustez e recuperação (que você absorve dano e um limite de cura por segundo enquanto está em batalha), essencial para lutar contra dezenas de capirotos ao mesmo tempo. Temos no meio de muitos combates, o Goblin do Tesouro, que se for derrotado - oferece muito dinheiro e itens. Além disso, cada personagem possui habilidades que podem ser trocadas fora de combate. As mesmas, são personalizadas com melhorias que se ganha assim que você avança de nível e permite que você crie o seu próprio estilo de jogo.
Jogue gratuitamente
Diablo 3 pode ser jogado gratuitamente, mas você só poderá criar personagens até o nível 20. Ela é conhecida como Starter Edition, você poderá baixá-lo agora no site da Blizzard. Caso você tenha jogado esta "versão demo" e queira exportar seu personagem para versão completa, ele irá automaticamente assim que você fizer o upgrade.
Compre Diablo 3
Tanto para jogar a versão gratuita como a completa, você necessita de uma conta no Battlenet - que é feita gratuitamente. A versão dessa análise é a Standart (que custa R$69,90)! O que permite o jogo completo, mas não tem as classes necromante e cruzado (o que eu devo fazer análise quando comprar). Um aviso: a Blizzard só trabalha com cartão de crédito ou saldo da battlenet (que pode ser adquirido com códigos de seus cards). Se você quer comprar o jogo e não tem cartão, peça alguém que tenha para comprar pra você (foi assim que eu fiz).
Compre Diablo 3 pelo site deles:
sábado, 4 de setembro de 2021
Conheça Blades of Time, um hack n slash de boa qualidade e com uma protagonista mulher
Para jogadores que gostam de jogos frenéticos e cheios de ação (estilo God of War antigos), Blades of Times é uma ótima escolha. O jogo oferece um combate rápido, ágil e que exige do jogador tomar decisões rápidas enquanto pode mesclar diferentes tipos de ataques elementais que podem ser customizados ao longo da campanha. Sob o controle de Ayumi, enfrente hordas de monstros que possuem diferentes habilidades, algumas que deixarão os jogadores mais lentos cansados.
A história do jogo é meio confusa, mas você entende contra o que está lutando. Resumindo, você estava atrás de um tesouro e derre pente, seu personagem se encontra preso em tal lugar e você precisará sair dele, tendo que cortar, perfurar e mutilar centenas de criaturas até cumprir o seu objetivo. O game apresenta um estilo de hack n slash original, onde você apenas se preocupa em quem irá bater enquanto usufruir de um poderoso dash e habilidades que permitem atingir seus inimigos com fogo e gelo. A grande novidade deste jogo, seria o poder de voltar no tempo!
A habilidade de retornar alguns segundos é de suma importância para detonar alguns vilões. Ayumi pode voltar alguns segundos no tempo enquanto isso, a permite que a Ayumi do passado ainda continue lutando, ou seja, você pode (e DEVE MUITAS VEZES) voltar no tempo diversas ocasiões para que um "time de Ayumi agrida o mesmo inimigo ao mesmo tempo"! O que torna este jogo um game único; é claro que essa habilidade também é necessária para abrir portas, cujo exigem que duas ou três Ayamis liguem seus mecanismos.
Por causa das habilidades de alguns chefes, você poderá ficar cansado. Como por exemplo, um guardião celestial que sempre se regenera quando está perto de morrer, forçando você voltar no tempo e atingi-lo com "vários de você do passado" até que ele encontre a morte - ou um monstro que cria um escudo mágico, obrigando que você volte no tempo para que vários de você quebrem essa proteção! Esse lance de criar várias "clones temporais" para aumentar o seu dano, é legal pra caramba... porém, há limitações! Existe uma barra que permite quantos segundos você pode voltar no tempo, e ela é gasta toda vez que você volta os "ponteiros do relógio" - tendo que esperar recarregá-lo por várias vezes.
Você pode fatiar seus alvos com ataques rápidos ou com ataques fortes (que levam o personagem e seu alvo para cima)... além disso, você pode aplicar uma mutilação sempre que o monstro está com pouca vida e isso não há limite! Ou seja, você está aplicando um combo em um e outro monstro está mostrando que tem pouca vida, você aperta o botão e Ayumi se dirige até o mesmo (se estiver ao alcance) e o mutila... Já monstros mais fortes, ela sobe nele e você precisa apertar um botão (mecânica já conhecida no God of War). A parte legal é que você pode aplicar combos com qualquer combinação de botões e sair mutilando três ou quatro monstros em sequência e ela aplica de forma de onde pegou seu adversário...
Mutilações oferecem pontos que aumentam uma barra que permite aplicar um golpe elemental. Esses golpes mágicos aplicam diversos efeitos no combate, que são somados a tudo o que está acontecendo, sendo um dos jogos do estilo mais dinâmicos que eu já vi! Além disso, você pode usar esse mesmo dash para passar por lugares altos, se pendurando em objetos voadores no cenário, além de atingir inimigos alados. E se você acha que é pouco, a nossa heroína ainda pode usar armas de fogo para lutar a distância!
Uma coisa que me chamou a atenção em Blades of Time foi a protagonista, cujo você pode equipá-la com roupas que são presenteadas de acordo com a fase e com armas que você acha explorando. Não existe nada complicado aqui! O jogador não precisa se preocupar com fichas, estatísticas, vantagens, habilidades, etc. Tudo o que ele aprende são apenas combinações de botões (que são simples) para executar um ataque elemental. O sistema de vida consiste de uma barra que é consumida toda vez que nossa personagem levar dano. Você pode curá-la gastando uma cura (cujo você ganha matando inimigos com o limite de 3). Caso você não tenha nenhuma cura, basta esperar um tempo que ela se regenera sozinha. (Por isso, você deverá ser inteligente em ficar fugindo de um monstro até poder ser curada).
Falando ainda sobre a protagonista, eu achei ela muito ocidental para ter o nome de Ayumi. Ela parece uma moça americana! Até pensei o seguinte: "se fosse uma loirinha japonesa, até que dava para entender..." mas ao pesquisar sobre o jogo para poder escrever essa postagem, descobri que ele é a sequência de um game lançado em 2009, chamado X-Blades, cujo Ayumi está bem oriental e o design é outro! (Talvez eu compre na Steam para poder fazer uma resenha, já que não tem esse game na Gog a venda).
Ayumi ganha habilidades novas acessando o Altar, cujo aparece uma lista de habilidades que o jogador escolhe (e todas elas são habilidades passivas) cujo estão para aumentar o dano, ou melhorar o dash, etc. Você sempre escolhe duas, mas há diversas habilidades - então, não dá pra usar todas jogando uma só vez!
Falando sobre os puzzles, eles não são complicados. Acho que houve umas duas vezes que apelei pra detonados, mas a culpa foi por minha burrice mesmo! O jogo não possui game over e se você estiver perdido, há uma bússola que te mostra o caminho. Já o chefe final é bastante desafiador (para não dizer apelão), mas de quebra - é um ótimo jogo que irá entretê-lo por horas!
Ele está em inglês, mas disponibilizamos uma tradução para o mesmo. Clique aqui para ir para a postagem que fala sobre a tradução.
O jogo ainda há outros modos de jogo e até um cooperativo (que foi excluído e não dá pra acessar), mas é um ótimo game para estar na sua biblioteca. Há também uma expansão para o mesmo, contando a história sob a visão de outro personagem, mas, quando comprar eu devo zerar e fazer uma resenha sobre o mesmo.
A versão desta análise foi da Gog, cujo você poderá comprar por R$20,00 clicando abaixo:
terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
As principais diferenças entre Doom 3 e Doom 3 BFG Edition
Como bom fã de Doom, propus em obter todos os jogos originais e resenhá-los aqui no blog - desde o primeiro lançado em 93 até o mais recente dentre os clássicos. Além disso, também já falei sobre o programa que gera mapas pro jogo e outro que a pessoa cria seu próprio mapa (pois também sei criar minhas próprias fases). Mas falando em Doom 3, eu já escrevi minha análise aqui, como também, da expansão Resurrection of the Evil, na qual, são o mesmo conteúdo da BFG Edition (mas com pequenas alterações cujo falarei mais abaixo).
Essa postagem é destinada aqueles que gostariam de saber se vale a pena comprar esta nova versão, ou as demais separadamente. Então, se você ainda está em dúvida em pagar 40 reais por este jogo, continue lendo!
Para começar, Doom 3 BFG Edition vem junto todos os jogos anteriores considerados clássicos da franquia (não temos o conteúdo de Final Doom, mas temos uma campanha exclusiva ao selecionar o Doom 2). Só o fato de ter os primeiros 3 jogos da franquia e um deles com conteúdo novo, já vale muito a pena - o que daria garantidos, 30 horas de diversão, pelo menos (tirando o multiplayer do Doom 3, que não existe coop naturalmente e diferente do anterior, você convida seus amigos da Steam para jogar - com suporte a microfone, como em jogos como Left 4 Dead (na qual, também já escrevemos uma análise!)
Os gráficos foram melhorados. A lanterna agora fica na arma do personagem (finalmente!) e até que possui uma boa duração, mas recarrega muito rapidamente quando a bateria se esgota (o que é útil, já que Doom 3 possui ambientes muito escuros!). Uma adição interessante foi na parte das configurações, quem jogou o jogo original lembra que toda vez que mexia nos gráficos, o mesmo mandava reiniciar o jogo. O que era um pé no saco, aqui o sistema continua, mas o jogo tem a opção de reiniciar sem precisar fechá-lo.
Diferente do Doom 3, você não mexe mais no seu nome no PDA - ficando com o nome do seu perfil da Steam. E como não acontece no jogo original, agora temos conquistas! (Mas não sei se é do jogo ou meu pc, porque algumas vezes, aparecia a mensagem que eu "tinha sido desconectado e não contabilizaria as conquistas" - sendo que eu estava online!). Tirando isso, você tem o mesmo conteúdo do jogo além de uma expansão nova, chamada Lost Mission, cujo eu já fechei e escrevi minha opinião sobre ela no blog.
O jogo também não vem traduzido, o que não é problema nenhum - pois temos traduções em português de fácil acesso na internet. A reclamação que eu faço é em relação as cenas, que diferente do jogo original, não posso cortá-las - tendo que assistir tudo (e sem legenda CC). Aqueles que jogaram no passado e gostaria de relembrar as velhas aventuras em gráficos melhorados, vão gostar - eu não senti tanta diferença porque o game original já é bonito por natureza.
O design dos textos do PDA também estão melhores para se ler. Além disso, parecido com Dragon Age Origin, em certos pontos da fase o jogo cria um save automático - já protegendo o jogador de possíveis ameaças futuras que frustrem sua campanha ou o force a ter que andar um bom pedaço por não ter salvo o jogo . No game original, o salvamento automático só ocorre quando se passa de um estágio a outro!
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| Não entendi porque os itens de cura não tem o símbolo da cruz vermelha aqui... |
Como já mencionado, o jogo acompanha o Doom e o Doom 2 (que vem com uma expansão inédita). O Interessante é que se você traduzir para o nosso idioma, terá o jogo clássico em português, mas os textos entre os episódios de Doom vão continuar em inglês (traduzindo apenas o Menu, o que já é alguma coisa). Outra coisa que eu gostaria de dizer é que a "emulação" dos dois primeiros jogos clássicos da franquia não possuem a mesma velocidade do original, estão em HD, mas não sei se é o meu pc (já que tenho uma placa de vídeo mais humilde) ou o jogo roda daquela forma mesmo. O engraçado é que tenho os mesmos jogos originais na Steam e eles rodam bem mais rápido do que esses.
Não me entenda mal, Doom e Doom 2 não rodam lento - mas parece estar mais devagar do que o original (pelo menos no meu pc!). O legal é que eles também possuem conquistas e para pessoas que gostam de ir atrás delas, é um prato cheio.
Sobre o conteúdo da expansão Resurrection of the evil na BFG Edition
Não foi apenas conteúdo adicional que veio nesta versão, mas sim, uma atualização muito mais agradável. A expansão de Doom 3 tem duas coisas bastante irritantes que foram removidas na versão BFG. A primeira, é aquela parte chata em que você tem que ficar colhendo tubos de oxigênio em um local cheio de gás (quem jogou logo vai se lembrar). Na nova versão, você não precisa usar o artefato para sair correndo e sim, lutar tranquilamente com os monstros e avançando no seu próprio ritmo.
A grande segunda mudança foi na batalha contra o chefe dela, onde você o enfrenta agora sozinho - sem aquelas almas perdidas chatas que deixavam aquilo tudo muito difícil e frustrante. Foram através dessas mudanças que passei a gostar mais dessa expansão!
Por essa e pelo seu conteúdo, o jogo custa 40 reais na loja da Steam, eu comprei e recomendo:
https://store.steampowered.com/app/208200/Doom_3_BFG_Edition/
domingo, 21 de fevereiro de 2021
Lost Mission é uma expansão cheia de ação para Doom 3 BFG Edition
Eu sou muito fã de Doom, tanto que fiz questão de comprar os jogos e resenhá-los cada um aqui no blog, inclusive o Doom 3 e a expansão Resurrection of The Evil. Porém, de todos os games clássicos lançados pela ID Software até então, só faltava ter do D3 BFG Edition, que no meu caso - não seria um bom negócio (afinal, eu tenho todos os jogos que vem no pacote) mas um dos motivos que me motivaram a dar mais dinheiro para a produtora, foi a tal expansão Lost Mission.
E o que se trata disso?
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| Este é o cientista que ajuda o personagem em Lost Mission, porém, parece que trocaram seu nome ou estão apenas usando seu modelo. Ele é um dos primeiros personagens que aparecem na campanha de Doom 3 |
Segundo um wikia gringo sobre o jogo, diz que a expansão conta a história de um último sobrevivente da equipe Bravo, mas que recebe a ajuda de um cientista chamado Richard Meyes para escapar deste inferno. Assim, temos mais uma aventura pela escuridão total contra tudo o que é tipo de demônio. Para os que já jogaram a expansão Resurrection of the Evil, vão se decepcionar - afinal, Lost Mission é muito menor que esta. Acredito que seja 50% mais curta, o que não é ruim - já que o game nos trás o jogo original, com as expansões, além de Doom e Doom 2.
Só que diferente da expansão anterior, o game se tornou mais hardcore. O jogador começa sem tempo de respirar e a todo momento será cercado por demônios em todas as direções. Me lembrou muito os jogos mais antigos, onde a adrenalina esta a flor da pele - mas sem perder os sustos e as tentativas de assustar os jogadores. Se for pra citar algumas diferenças em relação ao jogo original e a expansão, diria que temos um acréscimo de certos monstros que não foram muito aproveitados anteriormente.
Meu veredito é que eles pegaram o que daria certo em comparação a Resurrection of the evil e inseriram nas fases. Temos por exemplo, muito mais demônios (aqueles demon pink do clássico) presentes do que nas outras campanhas - além de ter um número de Arc-Vile que superou minhas expectativas (acredito que tenha encontrado na minha campanha, cerca de sete ou oito deles - o que é muito, sendo que você não encontra seis numa campanha de Doom 2, por exemplo). Falando nesses monstros que são considerados os mais FDP do jogo, parecem que eles foram nerfados, uma vez que eu enfrentava cara a cara sem medo de morrer (o que não acontecia nem no Doom 3 original).
O fato de usar lanterna na arma agora faz toda a diferença - eu devo falar melhor sobre isso quando eu analisar o jogo por completo. Alguns níveis se parecem muito com alguns locais do jogo original e ao pesquisar sobre o mesmo, é dito que parte de seu conteúdo tinha sido removido do game original. Além disso, não existe nenhuma arma ou monstro novo (nem mesmo algo como cubo das almas ou artefato - o que eu senti falta). Com certeza, foi uma expansão só para poder ter algum conteúdo.
Enquanto eu jogava eu pensava: "que falta temos em conteúdo de Doom 3". Como seria interessante explorar novas histórias nessas bases futuristas, viajando ao inferno e nos desafiando ao sobrevivermos nesse ambiente hostil. Por mais que seja totalmente diferente da franquia original, Doom 3 tem o seu sabor e é uma proposta interessante, mas não conheço material bom o suficiente que seja disponibilizado na internet como as expansões pagas.
Para terminar, o chefe final foi o mais preguiçoso e fácil que já enfrentei! Levou 7 tiros de BFG e morreu, simplesmente! Mas, se você quer conhecer o jogo, vai ter que comprar o game Doom 3 BFG edition, já que é uma expansão exclusiva deste jogo. Compre na Steam abaixo:
https://store.steampowered.com/app/208200/Doom_3_BFG_Edition/
sexta-feira, 27 de novembro de 2020
Clash of Clans: o jogo de celular que arrecadou mais de 700 milhões
Eu pessoalmente não tenho assim tanta empolgação com games para celular, mas, mesmo assim, passei alguns anos jogando este que foi o primeiro "grande jogo" que baixei assim que ganhei meu humilde J1 da Sansung. Então, se você gostaria de se divertir de modo gratuito e inclusive, participar de guerras de clãs contra outros jogadores e não tem um celular top de linha, Clash of Clans é uma boa opção para você.
Ele faz parte do mesmo sucesso de Clash Royalle, com a diferença de que dependendo o jogador - gastará muito menos seu suado dinheirinho em relação ao seu irmão mais novo. Minha postagem se baseia nos anos em que joguei, mas diferente de muitos jogadores - não cheguei a gastar um centavo e minha conta está atualmente (além de parada) no CV 9 (Centro de Vila). Mas caso você queira conhecer melhor este jogo antes de baixar, leia esta humilde análise.
Em Clash of Clans, você administra sua própria vila. Escolhendo melhor aonde irá por suas construções! Cada uma oferece algo novo a você, que pode ser uma tropa, uma mina de ouro para dar dinheiro e laboratórios para fazer pesquisas e aumentar o nível das suas tropas. Todas as vilas são separadas em níveis, como já citei, Centro de Vila. Você inicia no CV1 e a partir da campanha do jogo, aprenderá seu conceitos e "farmará" muito ouro e elixir (que é o combustível para criar tropas). Além disso, o próprio jogo é autoexplicativo e tudo ali é formado por níveis. E como a produtora lucra com eles? Com gemas!
As gemas permitem que pesquisas ou construções sejam feito e muito menos tempo, então, o jogador deverá saber quanto gastá-las. Cada coisa que você for por na sua vila (exceto muros), levará um pouco de tempo para ser concluída. Por isso que muita gente gasta gemas para encurtar tal tempo! No início, as construções não levam mais que algumas horas, mas mais para frente, se não quiser gastar gemas para concluir um trabalho, levará até uma semana - o que não é ruim. Afinal, Clash of Clans é uma vila que não precisa ficar o dia todo observando, sempre sendo acessada a qualquer momento em seu tempo livre. Você pode estar na escola e aproveitar para administrar sua vila na hora do recreio ou no meio de uma aula sem ninguém perceber, por exemplo.
Para mudar o seu CV, você precisa construir todas as construções da Vila para poder com um certo custo em ouro e elixir, fazer a transferência. Leva-se dias dependendo da transição de um CV pro outro, que além de destravar novas construções, aumenta os níveis máximos das anteriores (inclusive os muros). Ao chegar no CV 4, você ganha uma nova vila - que na verdade é conhecida com a Vila do Construtor, cujo apresenta um reino totalmente diferente e focado no PVP!
Enquanto você está na vila, pode além da campanha, invadir a vila de outros jogadores com um custo bem agradável em ouro, dando-lhe a chance de saquear as vilas dos outros. O objetivo é ganhar uma das três estrelas para vencer. A primeira é dada quando você destrói 50% da aldeia do adversário. A outra é dada toda vez que o Centro da Vila é destruído e a última, vem quando toda a sociedade do inimigo desaba, chegando ao 100% de vila destruída. Por isso que é importante melhorar o níveis dos muros, das defesas e souber por armadilhas, que são construções escondidas e que podem surpreender os outros jogadores.
Ao chegar no CV 7 (ou 8, não me lembro bem), você recebe seu primeiro herói - que é o rei bárbaro. Os heróis são personagens que não são contabilizados como tropas e estarão presentes para defender sua vila quando outro jogador está invadindo-a. As tropas que você cria também podem demorar aparecer, sendo aceleradas com o gasto de gemas. Além disso, você pode gastar seu precioso cash para comprar poções que encurtam o tempo de construção, melhoram por 24 horas a colheita de ouro, elixir e elixir negro (algo que aparece mais para frente) dentre outros buff's. O jogo também oferece a opção de farmar gemas gratuitamente quando aparece uma caixinha de gemas ou uma mina especial para o mesmo que aparece na vila do construtor. E falando nos heróis, a vila do construtor não existe isso, mas sim o próprio construtor usando um traje de batalha, ganhando uma skill quando chega ao nível 5.
Cada tropa possui suas habilidades e por ter tantas, não vou falar sobre elas detalhadamente. Mas temos arqueiros, guerreiros, Gigantes, Magos, dragões, corredores (que são guerreiros montados em porcos e que pulam muros) e uma variedade de combatentes e feiticeiros que deverão enfrentar torres de arqueiros, torres elétricas, bombas voadoras, balistas que atiram flechas muito rapidamente, etc. E o jogo vai se renovando sempre com novas atualizações e um novo CV que aumenta o nível das coisas. Quem pode conferir os jogadores PRO vai ver que é uma comunidade muito forte, mesmo sendo um jogo de celular lançado em 2012.
Mesmo resumindo minha experiência nele, não disse o que é mai legal: as guerras de clã.
Vejam um exemplo de batalha no jogo. Créditos ao canal Gelli Clash
Aqui você pode fazer parte de um clã e participar de guerras. Doando tropas para seus aliados cujo ao terem sua vila invadida, deverão enfrentá-los além de suas defesas naturais. Por isso que é um jogo muito especial para mim, que mesmo não tendo a mesma paixão por jogos de celular como outros jogos, se manteve muito tempo jogando e atualizando sua vila. São mais de quatro anos para se ter uma ideia e o nível de diversão que me proporcionou foi muito. Tentei o clash royale mas ele exige que você compre gemas para continuar jogando com outros adversários e isso não acontece com o Clash of Clans, cujo tem canais no youtube focados só naquele universo - procure e você verá até lives na twitchTV.
Então, se estar querendo conhecer o jogo - baixe agora na Google Play e divirta-se.
Eu recomendo muito!
Conheça toda a história por trás de Golden Axed: A Cancelled Prototypes (Golden Axe Reborn)
segunda-feira, 28 de setembro de 2020
As principais diferenças entre CS GO e CS Source
Analisar um jogo tão popular como a versão Global Offense no blog se torna dispensável uma vez que o game pode ser visto gratuitamente em lives da twitchTV e vídeos do Youtube. Com competições transmitidas na internet e algumas vezes, em canais fechados de TV, que mostram na prática todo o funcionamento do jogo. Mas como comprei todos e analisei cada um, acho que chegou a hora de falar um pouco sobre o que achei da versão que veio após o Source.
CS Go foi lançado em 2012, contendo versões para consoles Xbox 360 e PS3! Recebendo várias atualizações até hoje e manteve a força que a comunidade de Counter Strike já tinha. Com um sistema melhorado, gráficos superiores e novas implementações (como skins, sistema de níveis e experiência, etc.) o fizeram mais popular do que nunca. Chegando a ser o jogo de videogame mais vendido do Brasil em 2015, vendendo 205 mil cópias entre Abril e Dezembro daquele ano, superando o próprio GTA 5 (um dos jogo mais populares de todos os tempos!)
Segundo o Wikipedia, a versão GO na verdade, era um port para Xbox 360 (feito pela empresa Hidden Path Entertainment), mas a Valve decidiu transformar esta adaptação em um jogo completo, começando seu desenvolvimento em 2010. Eu sei que teve muito chão pela frente e o jogo teve várias melhorias e adições! Vou falar apenas da versão que eu tenho em mãos, a de 2020 (quando escrevi esta postagem) e suas diferenças entre o título anterior: o Counter Strike Source (cujo já fiz uma análise no blog).
Quem jogou o antecessor, vai perceber que o jogo parece o mesmo (tirando as melhorias gráficas, é claro). Temos tudo o que o CS tem de melhor! As pessoas que desejam migrar do Source para o Global Offense praticamente vão se sentir em casa. Pois o jogo manteve a movimentação e seus mapas; Assim como o jogo lançado no final de 2004, os adversários são mais humanos e morrem com mais facilidade, e a mira parece não fazer curva como acontece nos jogos mais antigos. Ou seja, se você mirou na cabeça do infeliz, é certo que a bala vá parar lá e não acertá-lo em outra parte do corpo, como acontece no 1.6 e no Condition Zero.
O sistema de compra agora aboliu o clássico sistema de se adquirir as coisas pelo teclado. Antigamente você apertava B-4-3 e comprava uma M4a1 se tivesse jogando de Contra-terrorista. Existe um círculo onde você seleciona com o mouse as armas e os equipamentos que você quer para aquele round. Tudo é feito de forma que você compra em instantes e já pode partir para ação. Eliminando os segundos que eram determinados para você comprar as coisas!
Temos todas as armas do Source, incluindo novas. O bloco destinado as escopetas se tornou para armas pesadas, contendo armas novas. Já falando em granadas, temos a adição do coquetel molotov (que dispensa apresentações) e uma bomba similar para os Contra-terroristas e uma bomba que engana o inimigo (fazendo barulho para que aparece no radar). Continuamos sem o Escudo dos CTs e temos uma arma de choque para eletrocutar os inimigos. Os jogos casuais são disputados em melhor de 15 rodadas, sendo quem fazer 8 pontos primeiro é o vencedor, recebendo uma pontuação em XP e as vezes, alguns prêmios.
Jogadores que jogam a versão gratuita não jogam com quem tem a versão paga. Eu já escrevi uma matéria explicando as diferenças de ambos, clique aqui se você deseja conferi-la agora.
Quem jogou muito a versão 1.6 pode estranhar a princípio, principalmente pela facilidade dos personagens em morrer diante das armas de fogo. Por exemplo, é comum muita gente sair rushando atrás de kill para ficar em primeiro na tabela, porém, morrer estar mais fácil e por isso, você é forçado a jogar o jogo como ele é. Como no caso, Contra-terrorista tem que proteger a área da bomba e Terrorista tem que avançar - ou, os bandidos devem proteger seus reféns e os policiais devem tomá-los. Ainda falando sobre reféns, os mapas deste tipo de jogo estão separados em sua própria categoria e diferente das versões anteriores, temos apenas 2. O mapa Italy recebeu uma modificação na parte da Adega, cujo ali fica um dos reféns.
Você não tem mais contato com refém burro que as vezes se enrola e faz você perder o jogo porque ele não te seguiu. Eles resolveram o problema fazendo que o policial o carregue pelas costas (o que eu achei muito bem-vindo). Nisto, o jogo realmente se tornou o que era para ser: um confronto de equipe da swat contra bandidos. Fazendo o jogador usufruir e MUITO do shift para não aparecer no radar e ser surpreendido. O jogo manteve a mecânica do Source e agora o próprio radar mostra quem é amigo ou inimigo.
Como já mencionado antes, o jogo possui skins. Onde você gasta dinheiro na Steam comprando-as no mercado dentro da própria loja da produtora, podendo revender caixas e itens que você ganhou no jogo cujo valores vão para a sua carteira Steam - que pode ser usada a qualquer momento para você gastar como quiser. Todas as skins vão pro seu inventário e você pode até comprar novas ou troca-las com outro jogadores ou mesmo, comprar em alguns sites do ramo.
Os mapas são divididos em categorias, sendo que todos os mapas de reféns estão em uma só. (Dust 2 fica numa categoria única onde só tem ele de mapa!). Após terminar uma partida, o jogo vai mostrar quanto xp você ganhou e quem recebeu um prêmio (que pode ser caixas, skins, spray, etc) e cada jogador do time vai receber um apelido de acordo com o seu rendimento na partida e o porque. (Isso eu achei muito legal!) Após isso, os jogadores na sala decidirão por votação qual será o próximo mapa e por aí vai. Diferente dos anteriores, que você precisava de um Admin no servidor para kikar aquele cara xarope ou xiter da sala, aqui você pode criar uma votação para que o servidor o tire da partida - algo bastante necessário em um jogo como o Counter Strike.
Além das opções de jogo como Mata-Mata, Braço de Ferro (onde jogam apenas duplas) e modo competitivo, existe também algo chamado Zona de Perigo - que é um battle royale original do próprio CS, cujo não tenho muito interesse mas devo aprender a jogar e quem sabe, fazer uma análise dele por aqui.
Temos finalmente o sistema de assistência no jogo e o de estrelas iniciado no Source, permanece. De acordo com as kills e assistências, no próprio placar vai aparecer quantos pontos de experiência você receberá no final da partida - algo que não tinha na franquia até então! Nas partidas casuais, você não precisa gastar dinheiro com colete e com defuse e assim como o jogo anterior, não existe compra de munição, sempre sendo renovada a cada rodada.
Como não era deixar de ser, aqui continuamos com o sistema de consoles - os famosos códigos que mudam as coisas no jogo e/ou adicionam ou removem coisas em servidores. E falando neles, você pode também ter o seu próprio servidor privado para jogar com amigos, eu já escrevi uma matéria falando como você faz isso! Do contrário, você vai jogar nos servidores da Valve - cujo vão colocá-lo numa sala aleatória que tenha gente jogando. Mas é possível convidar amigos para jogar na mesma sala que você (desde que ambos tenham a mesma versão: gratuita ou paga).
Os famosos sprays são comprados com dinheiro real no mercado, assim como skin de tudo o que é tipo e jeito. São tantas que isso já virou um comércio a parte e acredito que seja um dos motivos para a empresa não ter feito um CS após este.
E para terminar, eu não disse que ciclos de mapas são separados em categoria? Cada um deles possui modelos diferentes de personagens. Você sabe quem são os mocinhos e bandidos, mas todos eles estão "vestidos mais adequadamente" ao cenário. Nota 10 para a Valve! Então, se você pensa em migrar do Source para o GO, pode ir em frente - o jogo está muito além do que você já conhece. Está 100% em português e a maioria do jogadores será brasileiro (pois vão aparecer alguns argentinos, infelizmente!)

















































