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quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

Conheça I Wanna Maker, um jogo desafiador e divertido (e GRÁTIS)

janeiro 03, 2024


I Wanna Be the Guy foi um jogo indie que revolucionou a maneira de jogos grátis na internet. Ele é um jogo totalmente troll e desafiador, feito para você passar raiva jogando ele.

Seja como for, essas características incomuns transformaram o game num grande sucesso! Tal sucesso gerou diversas continuações e também um jogo gratuito, conhecido como I Wanna Maker!

E como defino I Wanna Maker?! Ele é uma mistura do clássico I Wanna Be the Guy com Mario Maker. Nesse jogo, apesar de haver uma campanha principal, a grande sacada dele é criar fases e distribuir no jogo. O jogo é sempre atualizado com novas fases diariamente.




I Wanna Maker mantém parte das características das versões da franquia I Wanna be the Guy, com algumas diferenças. Aqui você só consegue salvar o jogo numa fase se estiver perto do botão de save. É um jogo feito especialmente para quem gosta de desafios e é fã da franquia.

Para um jogador casual, não aconselho muito, a não ser que decida pegar as fases mais fáceis para brincar. No mais, ele está gratuito na Steam. Vale a pena dar uma pequena conferida.

I Wanna Maker (de GRAÇA na Steam)

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Análise sincera de Guns n' Runs

outubro 03, 2022

Para os que acompanham nosso blog, puderam notar que tem muitos jogos hardcore aqui resenhados, como Castle in the Darkness ou Volgarr The Viking - que são exemplos de jogos dificílimos que já analisamos aqui. E por esse amor a jogos desse tipo (aqueles que são difíceis pra caramba) decidi comprar para minha coleção o saudoso Guns n' Runs, o jogo estreante da Statera Studio, empresa criada pelo antigo youtuber Jonathan do canal Jon Satella.


Sou inscrito do canal dele desde que o conheci na época que fazia reviews de trailer dos lutadores de KOF 14 (para ver o tempo) e nesse momento pude acompanhar o desejo dele de criar seu próprio jogo de luta. Iniciando na divulgação de outro jogo brasileiro, o tal de Trajes Fatais e passando a criar sua própria empresa e assim, criar seu próprio jogo de luta, um tal de Pocket Bravery.


Enquanto o principal jogo da empresa estava em produção, do nada, eles lançaram o primeiro produto do mercado: o jogo desta resenha. Nos mostrando uma gameplay muito rápida e dinâmica, com pixel art e ilustrações muito bem feitas - incluindo dublagem. Aqui temos um jogo frenético com referências a Mega Man, Metal Slug, Contra e outros jogos.


Mas o que o game tem de bonito e bem feito, tem de desafiador. 


Mesmo acostumado a zerar games difíceis, aqui eles resolveram deixar as coisas a bera do impossível, forçando a você passar o seu tempo para ao morrer diversas vezes, realizar proezas milagrosas em estágios cujo você não acreditava que um ser humano iria passar. Resumidamente, você tem 5 barras de vida e perde uma toda vez que toma dano. Caso você morra, você renasce na primeira sala e ao atravessar a porta, volta para onde parou. Não existem contagem de vidas, aqui é infinito!


A maioria das salas exigirá que você mate todos os monstros para liberar passagem. Que se não o fizer, a porta que libera para a próxima sala não será aberta. O legal é que cada fase possui um tema diferente, com armadilhas próprias, inclusive. O problema é que nos estágios maiores, você vai passar mais de uma hora para vencer o desafio, uma vez que o jogo só salva o progresso se você passou de fase. Voltar ao mapa depois de estar muito avançado na fase não resolve nada, fazendo você voltar para o começo.

Como eu já tinha dito, o desafio aqui é demais. Chega a ser cansativo as vezes (e olha que zerei jogando no controle de Xbox 360). Assim como Metal Slug, você pode se equipar com armas, mas não durarão muito tempo porque é muito fácil você morrer - principalmente nas fases mais avançadas, onde cair na lava, ácido ou ventilador - é morte automática.


Os chefes são legais e até bem feitos. Mas muitos são irritantes por não ter um padrão! Ou seja, ele vai realizar poderes aleatórios sem prévio aviso e com isso, você pode morrer. Isso me lembra na fase do ácido, onde o Adrian (vilão do jogo que é um espécie de robotinik) entrava com sua nave debaixo do ácido e aparecia em cima do jogador (cujo o espaço dele era do tamanho da plataforma) e não havia nenhum sprite ou algo parecido embaixo para me indicar que ele sairia de lá - você aprende as coisas na marra e na própria dedução.


O jogo é tão difícil que as vezes você se sente um mito após superar desafios que ao seus olhos, eram impossíveis. Mas, com uma jogabilidade tão boa, bem que poderiam torná-lo mais fácil ou até mesmo, criar um modo cooperativo - isso atrairia mais gente. Com a jogabilidade frenética e estágios difíceis a beça, afasta muitos de tentarem prosseguir - o que é uma pena. Se você pensa em zerar esse game como eu, saiba que você ficará irritado - principalmente com as trolagens que o jogo coloca e após você perder dezenas de vidas, que vai finalmente entender como se passa - já que NÃO É INTUITIVO.

Há quatro personagens para escolher, cada um com uma historia diferente. Ainda há mais quatro personagens extras que você também pode destravar jogando (e se irritando). Só que, passar 1h30 ou mais numa única fase - pode não ser o que a maioria quer, então, se quer sofrer e se divertir - esse jogo é para você... mas saiba que foram os designs de fases mais FPD que já vi na vida. Talvez, seja um dos jogos mais difíceis que já joguei na vida.


Talvez, se ele fosse mais fácil - atrairia muito mais pessoas. Pois a jogabilidade é interessante, os gráficos são bem charmosos e os personagens, bastante carismáticos. Não conheci todos ainda porque eu apenas zerei uma vez para escrever essa postagem! Mas eu devo tentar me sacrificar novamente para zerar com outros (tinha fases que eu cansava de ouvir a Yumi gritar após morrer mais uma vez). Se você gosta de desafios acima do permitido, compre o jogo na Steam pelo link abaixo:


https://store.steampowered.com/app/1545700/Guns_N_Runs/

quarta-feira, 6 de julho de 2022

Análise de Frincess&Cnight. Vale a pena comprar?!

julho 06, 2022
Frincess&Cnight é um jogo indie de puzzle cooperativo, publicado pela Singlecore Games em Setembro de 2021. O jogo tem o mesmo visual retrô de clássicos como Downwell, Minit, Gatto Robotto e outros. Um visual, aliás, que chama muito a atenção.


Neste jogo você controla um Sapo e um Gato, que precisam descobrir a saída das fases, resolvendo enigmas, cada um com sua própria habilidade: enquanto o Gato tem poder de quebrar algumas pedras, ver no escuro e pular, o sapo pode grudar nas paredes, pegar chaves e engolir/cuspir o próprio gato, para transporte, ou algo similar. Além das habilidades, cada Personagem também pode não andar por certos terrenos. O gato pode andar pelas linhas verdes, mas não pode cair na água. O sapo não anda pelas linhas verdes, mas pode ficar na água.

O jogo tem um total de 54 fases, com um chefe no fim. Demorei cerca de quase 7 horas para poder chegar no fim dele. No entanto, embora o jogo possa ser bonitinho e a construção das fases ser legal, EU NÃO RECOMENDO o mesmo. A dificuldade do jogo é de matar! Tem vezes que você vai passar MUITA raiva gratuita, e não há sinalização do que fazer. Principalmente as fases escuras do jogo. Na minha opinião, muitas pessoas desistirão de jogar esse game. Embora tive que recorrer a um DETONADO para passar pelo menos 2 ou 3 (das 54 fases), eles ainda por cima criaram um chefe MUITO NADA A VER.

O último chefe do jogo.

Frincess&Cnight tem uma idéia muito boa, mas o fato do jogo ser BEM DIFÍCIL acho que atrapalharia novos jogadores. Por conta disso, não recomendo esse jogo. 

Detonado de Frincess&Cnight


No entanto, quem quiser ignorar meu aviso, pode comprá-lo na Steam, por R$8,69, mas que fica mais barato com promoções recorrentes da Steam. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos!


Frincess&Cnight (R$8,69 na Steam)

sábado, 28 de maio de 2022

O PIOR Super Mario criado pela Nintendo (oficial, não estou falando de Kazio Mario)

maio 28, 2022
Foto: Reprodução

Hoje em dia é muito comum diversos jogos piratas conhecidos como "Kazio", que trazem versões realmente demoníacas de jogos modificados do Super Mario. No entanto, embora hoje seja comum este estilo de jogo, em 1986 a produtora do jogo (a Nintendo) trouxe um jogo desse mesmo nível, o que até mudaria a história da franquia.

Super Mario 2, ou Super Mario - The Lost Levels foi um jogo lançado pela Nintendo japonesa em 1986 (ano até do meu nascimento) para o Famicom (NES japonês). O jogo mantém as mesmas características de Super Mario Bros 1, que foi sucesso de vendas e realmente mudou a história da indústria de games. No entanto, aqui temos a possibilidade de escolher tanto Mario ou Luigui para jogar o game. O jogo é TOTALMENTE troll. É tão difícil que sequer foi lançado oficialmente no Ocidente na época. A Nintendo americana decidiu não publicar o jogo por aqui, trazendo uma versão de Doki Doki Panic como o Super Mario 2 oficial.

Doki Doki Panic então virou o Super Mario Bros 2 que conhecemos...

O jogo só acabou sendo publicado por aqui durante a coletânea Super Mario All Stars, que tivemos os jogos remasterizados para o Super Nintendo, com melhorias gráficas e de gameplay, como também a alternativa de poder salvar o progresso dos jogos. Foi nesta versão que eu conheci o Super Mario The Lost Levels. Eu não me lembro a data, mas foi idos de 2008 ou 2007 (se não estou enganado), que acabei zerando o jogo no meu PC, já que era um dos poucos jogos que conhecia rodar no meu computador na época.

Jogo na versão do Super Mario All Stars, do Super Nintendo (SNES)


Tentei em live (veja abaixo) jogar a versão do Famicon original, mas ela é MUITO MAIS DIFÍCIL. O jogo abusa de trolagens (como monstros que aparecem do nada) e também de posicionamento do mapa. Em alguns casos, você não pode se afastar muito de uma plataforma, porque pode ficar sem espaço para alcançar alguns lugares da fase. Foi justamente isso que me fez desistir de jogar na live, isso apenas no segundo mundo. Como eu já zerei a versão do All Stars, não preciso provar nada. Mas a versão do Famicon é de doer, embora a de SNES, embora seja o mesmo jogo, tem um gameplay mais acentuado que nos permite, pelo menos, passar a fase sem ser muito cirúrgico nos movimentos.


Tu tem coragem de jogar esse Super Mario?!

Sem dúvida, um dos jogos mais difíceis do Famicon (NES 8 bits).

Talvez foi até por ele que nasceria, mais de uma ou duas décadas depois, a geração dos Kazio Mario.

sábado, 25 de dezembro de 2021

Análise de Super Chicken Jumper

dezembro 25, 2021
Foto: Reprodução

Super Chicken Jumper é um jogo de ação criado por um youtuber brasileiro conhecido como Gemaplys. Para mais detalhes do jogo, vou deixar um vídeo abaixo do mesmo explicando em detalhes.


Agora como a minha visão de jogador, Super Chicken Jumper é um jogo osso duro de zerar, mas não é nada impossível. Basicamente você pula sobre obstáculos, da mesma forma que o jogo do Google Chrome, mas aqui você pode bater nos monstros e destruir obstáculos. O jogo exige perfeição do jogador, já que o mesmo não pode ser atingido durante seu percurso. O jogo tem algumas mecânicas do meu primeiro jogo simples feito no GameMaker.

Aqui você precisa de duas coisas: sorte (para que o sistema da fase seja mais justo com você) e também talento, porque não é qualquer um que zera esse game. Embora o desafio seja difícil, você pode conseguir chegar no fim com muitas (digo MUITAS) tentativas. A cada chefe derrotado, você ganha novos itens que poderão ajudá-lo nas fases, lutando contra monstros e chefes. Além disso, o jogo também permite que você jogue com outros personagens além da galinha preta que você controla no jogo.


O visual é bem caprichado, e as músicas digo o mesmo. O jogo tem diversas fases, mas é curto. Eu demorei pelo menos 4h para zerar o game, além de MUITAS vidas perdidas. Além disso, o jogo também conta com um modo desafio. Se você procura um jogo só pra RELAXAR, então esqueça Super Chicken Jump, mas se quer um DESAFIO GAMER, o jogo está recomendado. Outra coisa: o jogo pode ser jogado também por duas pessoas (não online).



Super Chicken Jumper está na Steam por R$10,89 mas você pode comprar por mais barato com promoções. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

Super Chicken Jumper na Steam por R$10,89

sábado, 4 de setembro de 2021

Conheça Blades of Time, um hack n slash de boa qualidade e com uma protagonista mulher

setembro 04, 2021

Para jogadores que gostam de jogos frenéticos e cheios de ação (estilo God of War antigos), Blades of Times é uma ótima escolha. O jogo oferece um combate rápido, ágil e que exige do jogador tomar decisões rápidas enquanto pode mesclar diferentes tipos de ataques elementais que podem ser customizados ao longo da campanha. Sob o controle de Ayumi, enfrente hordas de monstros que possuem diferentes habilidades, algumas que deixarão os jogadores mais lentos cansados.


A história do jogo é meio confusa, mas você entende contra o que está lutando. Resumindo, você estava atrás de um tesouro e derre pente, seu personagem se encontra preso em tal lugar e você precisará sair dele, tendo que cortar, perfurar e mutilar centenas de criaturas até cumprir o seu objetivo. O game apresenta um estilo de hack n slash original, onde você apenas se preocupa em quem irá bater enquanto usufruir de um poderoso dash e habilidades que permitem atingir seus inimigos com fogo e gelo. A grande novidade deste jogo, seria o poder de voltar no tempo!

A habilidade de retornar alguns segundos é de suma importância para detonar alguns vilões. Ayumi pode voltar alguns segundos no tempo enquanto isso, a permite que a Ayumi do passado ainda continue lutando, ou seja, você pode (e DEVE MUITAS VEZES) voltar no tempo diversas ocasiões para que um "time de Ayumi agrida o mesmo inimigo ao mesmo tempo"! O que torna este jogo um game único; é claro que essa habilidade também é necessária para abrir portas, cujo exigem que duas ou três Ayamis liguem seus mecanismos.


Por causa das habilidades de alguns chefes, você poderá ficar cansado. Como por exemplo, um guardião celestial que sempre se regenera quando está perto de morrer, forçando você voltar no tempo e atingi-lo com "vários de você do passado" até que ele encontre a morte - ou um monstro que cria um escudo mágico, obrigando que você volte no tempo para que vários de você quebrem essa proteção! Esse lance de criar várias "clones temporais" para aumentar o seu dano, é legal pra caramba... porém, há limitações! Existe uma barra que permite quantos segundos você pode voltar no tempo, e ela é gasta toda vez que você volta os "ponteiros do relógio" - tendo que esperar recarregá-lo por várias vezes.

Você pode fatiar seus alvos com ataques rápidos ou com ataques fortes (que levam o personagem e seu alvo para cima)... além disso, você pode aplicar uma mutilação sempre que o monstro está com pouca vida e isso não há limite! Ou seja, você está aplicando um combo em um e outro monstro está mostrando que tem pouca vida, você aperta o botão e Ayumi se dirige até o mesmo (se estiver ao alcance) e o mutila... Já monstros mais fortes, ela sobe nele e você precisa apertar um botão (mecânica já conhecida no God of War). A parte legal é que você pode aplicar combos com qualquer combinação de botões e sair mutilando três ou quatro monstros em sequência e ela aplica de forma de onde pegou seu adversário...


Mutilações oferecem pontos que aumentam uma barra que permite aplicar um golpe elemental. Esses golpes mágicos aplicam diversos efeitos no combate, que são somados a tudo o que está acontecendo, sendo um dos jogos do estilo mais dinâmicos que eu já vi! Além disso, você pode usar esse mesmo dash para passar por lugares altos, se pendurando em objetos voadores no cenário, além de atingir inimigos alados. E se você acha que é pouco, a nossa heroína ainda pode usar armas de fogo para lutar a distância!

Uma coisa que me chamou a atenção em Blades of Time foi a protagonista, cujo você pode equipá-la com roupas que são presenteadas de acordo com a fase e com armas que você acha explorando. Não existe nada complicado aqui! O jogador não precisa se preocupar com fichas, estatísticas, vantagens, habilidades, etc. Tudo o que ele aprende são apenas combinações de botões (que são simples) para executar um ataque elemental. O sistema de vida consiste de uma barra que é consumida toda vez que nossa personagem levar dano. Você pode curá-la gastando uma cura (cujo você ganha matando inimigos com o limite de 3). Caso você não tenha nenhuma cura, basta esperar um tempo que ela se regenera sozinha. (Por isso, você deverá ser inteligente em ficar fugindo de um monstro até poder ser curada).


Falando ainda sobre a protagonista, eu achei ela muito ocidental para ter o nome de Ayumi. Ela parece uma moça americana! Até pensei o seguinte: "se fosse uma loirinha japonesa, até que dava para entender..." mas ao pesquisar sobre o jogo para poder escrever essa postagem, descobri que ele é a sequência de um game lançado em 2009, chamado X-Blades, cujo Ayumi está bem oriental e o design é outro! (Talvez eu compre na Steam para poder fazer uma resenha, já que não tem esse game na Gog a venda).


Ayumi ganha habilidades novas acessando o Altar, cujo aparece uma lista de habilidades que o jogador escolhe (e todas elas são habilidades passivas) cujo estão para aumentar o dano, ou melhorar o dash, etc. Você sempre escolhe duas, mas há diversas habilidades - então, não dá pra usar todas jogando uma só vez! 


Falando sobre os puzzles, eles não são complicados. Acho que houve umas duas vezes que apelei pra detonados, mas a culpa foi por minha burrice mesmo! O jogo não possui game over e se você estiver perdido, há uma bússola que te mostra o caminho. Já o chefe final é bastante desafiador (para não dizer apelão), mas de quebra - é um ótimo jogo que irá entretê-lo por horas!


Ele está em inglês, mas disponibilizamos uma tradução para o mesmo. Clique aqui para ir para a postagem que fala sobre a tradução.

O jogo ainda há outros modos de jogo e até um cooperativo (que foi excluído e não dá pra acessar), mas é um ótimo game para estar na sua biblioteca. Há também uma expansão para o mesmo, contando a história sob a visão de outro personagem, mas, quando comprar eu devo zerar e fazer uma resenha sobre o mesmo.


A versão desta análise foi da Gog, cujo você poderá comprar por R$20,00 clicando abaixo:


https://www.gog.com/game/blades_of_time

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Análise sobre 10 Second Ninja

maio 31, 2021

10 Second Ninja é um jogo hardcore de plataforma, onde você precisa correr contra o tempo para matar seus inimigos. Basicamente, o jogo inteiro se passa dentro de um navio voador, onde você deve enfrentar o chefe Capitão Greatbeard.

Apesar de o jogo ter uma certa exploração dentro do navio (onde você pode buscar alguns itens), o jogo inteiro se passa em fases dentro de uma sala do navio. As fases são divididas em blocos, cada um com um determinado número de fases. Cada fase tem um tempo de limite de 10 SEGUNDOS para ser concluída, onde você precisa destruir todos os inimigos antes do tempo limite. Cada fase pode oferecer, dependendo da velocidade do jogador, entre 1 à 3 estrelas.


Colecionar estrelas aqui é MUITO importante, porque alguns blocos de fase precisam de um determinado número de estrelas para poder conseguir chegar. O chefe final, o tal capitão Greatbeard, precisa de pelo menos 116 estrelas. Você não precisa coletar todas para chegar no final e zerar o jogo, diga-se de passagem. Agora, passar todas essas fases requer muito reflexo rápido, um pouco de rage e muitas tentativas. Se você não tem um controle de PC, ENTÃO NEM PEGUE ESSE JOGO! Não dá para jogar se você tem um teclado, ou com ele, as coisas pioram muito.

O ninja tem um botão de pulo (duplo), um botão que ataca com a espada, e outro a shuriken (ataque a distância) limitado apenas 3 shurikens. É um jogo BEM DIFÍCIL, mas demorei cerca de pelo menos 3 horas para chegar no fim. Não existe batalha final contra o chefe.

O visual do game é bonitinho e competente. Só acho que o jogo, por ser bem difícil, atrapalha um pouco no gameplay. Para quem quiser comprar, o jogo está disponível  na Steam  por R$19,99, mas pode ser encontrado em promoções por R$2,99.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Gosta de passar raiva? Experimente Ball laB

dezembro 25, 2019
Foto: Reprodução
Ball laB é um jogo de plataforma/puzzle bem difícil. O jogo foi desenvolvido pela engine Unity. Nele você controla uma bola que anda por um labirinto cheio de espinhos. O jogo tem um total de 60 níveis.

Foto: Reprodução
Talvez pela sua dificuldade e gráficos simples, o jogo não agrada muito os consumidores. Algum tempo ele esteve gratuitamente pela Steam, mas atualmente tem o preço total de R$6,49. Em algumas promoções, o preço fica a menos de R$2. Basicamente você só utiliza as teclas do teclado e o botão SPACE para pular. Não dá para configurar os controles do jogo. Se você gosta de jogos hardcore, Ball laB pode ser uma boa opção.

Apesar de barato, não recomendo muito não. Abaixo veja o link do jogo na Steam:

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