Mostrando postagens com marcador hack n slash. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador hack n slash. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Experimentei o primeiro Devil May Cry e gostei

julho 09, 2026


Na minha análise de DMC, eu expliquei como conhecia a franquia e fiz algumas reclamações das poucas lembranças que tive ao jogar o Devil May Cry 3. O game, que apresentava uma nova roupagem de Dante, como seu universo - se tornou tão querido para mim que me fez gostar da franquia. E toda aquela reclamação que eu tive pela primeira vez que joguei o terceiro jogo da franquia (sendo dificil demais ao meu ver), foi mudada.


Eu sempre gostei de jogos difíceis. Mas quando jovem ao experimentar um Dante que fazia várias peripécias nas cenas e na gameplay ser muito difícil executar, me fizeram deixar de lado a franquia. Porém, como DMC se tornou um dos meus games preferidos e cujo jogo nas dificuldades mais altas, resolvi experimentar os demais games e além da coletânia dos três primeiros games (Devil May Cry HD Collection), além do próprio Devil May Cry 4.


Devil May Cry 1 é um game que eu após ter zerado o 3 ainda no PS2, tentei conhecer. Mas tive pouco tempo para experimentar. O jogo, apesar de ser bem simples em relação aos demais - apresenta muito de suas bases. Uma coisa que eu estranhei foi segurar RB e X para atirar (R1 + quadrado) e Dante não faz muitos combos ou não tem tantas coisas mirabolantes como esperamos em um jogo desse tipo. Mas aqui vale elogiar uma fase que você joga com o personagem em primeira pessoa (fase de água). 


Apesar de que nessa fase eu tenha ficado um pouco perdido, é impressionante para a época. Trazendo ao jogador uma imersão incrível. Com a tradução em português disponível por fãs, podemos entender de fato a história e um pouco do universo desse personagem meio demônio. A jogabilidade é bem atrás de qualquer um dos jogos, bem travada, mas... sua história, personagens e aventura explicam o porque ele é um game tão querido pelos fãs da série.


Essa é uma análise baseada na coletância Devil May Cry HD Collection da Steam.

sábado, 11 de outubro de 2025

Slain back from Hell é um jogo muito difícil e nada animador

outubro 11, 2025

Eu gosto de jogar jogos difíceis. 


É minha praia e aqui no blog, eu ja resenhei vários. Mas o jogo de hoje, não é só difícil, ele é absurdamente traumatizante e que não recompensa o jogador que se esforçou para vencer os desafios. Na primeira vez que comecei a jogar o game, fui até um pouco longe, mas chegou em um ponto em que você precisa ser o "mago do Slaim back from Hell" pra passar. Mas por que?


Porque o nível de dificuldade do jogo apresenta uma enxurrada de inimigos que você tem que aprender a entender seus padrões para poder passar. Até aí, tudo bem. Porém, o número de mobs colocados contra o jogador é absurdo, o prendendo em tal parte do jogo. Na primeira jogatina, é comum você após passar um grande desafio com pouca vida, estar pensando: "pronto, passei dessa parte", até se deparar que o jogo te colocar mini-bosses pra te bater e te frustar. Ou seja, você precisa primeiro: aprender a sequência dos monstros da fase, para depois, lutar racionando recursos (vida) para enfrentar os últimos de uma possível horda.

Isso sem falar nas pegadinhas e armadilhas. Bom, falando das coisas boas do jogo - está nos seus gráficos em pixel art bem bonitos. O jogo é um pouco curto em questão de fases, mas os desafios o deixam um pouco mais longo. Aqui, você controla um personagem que foi revivido e precisa se não me engano, salvar seis reinos. Não me dei conta com a história porque o jogo é em inglês e não há tradução.


Não existe upgrades, apenas áreas secretas. O personagem continuará com a mesma vida do começo e o progresso é salvo automaticamente quando se chega em um dos checkpoints ou passe de fase. Falando dos checkpoints, eles são muito longos e o jogador deve passar um bom pedaço enfrentando Deus e o mundo e se conseguir sobreviver, ter seu jogo salvo - do contrário, vai ter que sofrer para passar tudo de novo. 


Para lutar contra os monstros, o personagem pode atacar com sua espada, usar um "dash para trás" (que se torna realmente útil no final do jogo e contra os chefes dele), usar um disparo mágico (que gasta mana e o jogador pode segurar o botão para gastar mais e dar mais dano) e pode canalizar o poder de sua arma e em seguida, causar um poderoso golpe (mas que precisa segurar até o limite e depois soltar o botão e ir para frente?)


Aqui vai uma "grande inovação do jogo": o personagem tem 3 armas: uma espada de prata (acho que é de prata, eu não sei inglês), uma espada de fogo e uma espécie de espada-machado de gelo. Que na prática, muda apenas o gráfico dos ataques com a espada e a cor da magia disparada. O problema é que, cada arma, oferece um dano a mais nos inimigos e você precisa descobrir testando qual arma dá mais dano em quem, ja que você não tem acesso a uma barra de vida dos mobs.

Quando comprei esse jogo e cheguei longe, após passar por uma parte impossível - fui trolado com dois mini chefes que deveria enfrentar sem magia e vida. Assim, deixei o jogo na geladeira da Gog por 4 anos e daí, tive vontade de jogar do zero e conseguir zerar. É como eu falei, o desafio é extremo e você NÃO TEM NENHUMA RECOMPENSA. Não ganha magias novas, não aumenta a energia, não ganha novas habilidades e quem parece pior são os chefes. É claro que cada fase é única e tem suas mecânicas e os combates com os chefes por mais que difíceis, não são complicados.


Eu não sei se recomendo esse jogo - acho que fico no meio termo. A pessoa precisa jogar e ter sua própria opinião. Eu jogaria de novo (afinal, eu comprei o jogo) mas não sei se, ele é pra todo mundo. Possui um ambiente heavy metal bem legal para quem gosta do tema, mas a sua dificuldade chega a pleno ridículo, enchendo com hordas de monstros que te obrigam a morrer pra decorar qual será os últimos da horda e você jogar racionando recursos.

Há uma mecânica de parry, que se você apertar o botão de defesa na hora certa que vai levar um golpe, pode aplicar um contra-golpe poderoso que recuperará um pouco de sua mana. É bem útil, mas... é um recurso muito básico pela dificuldade que o jogo apresenta.


Minha análise é da versão Gog (R$26,00), compre agora pelo link abaixo:


Slain: Back From Hell on GOG.com

quinta-feira, 10 de abril de 2025

Meu total desinteresse com The Firts Templar

abril 10, 2025

Pra começar, eu não quero tecer críticas ao jogo. Eu realmente me diverti com ele e eu achei muito legal sua proposta. Porém, há coisas que alguns desenvolvedores colocam em seus jogos que me fazem perder totalmente o interesse - e The First Templar, foi um deles.


Ele é um jogo onde como o próprio nome diz, você joga com um cavaleiro templário que participa na época das Cruzadas. Tendo elementos de hack'n slash e também um pouco de steath as vezes. Apesar de acontecer várias coisas na história, seu principal objetivo e é encontrar o Santo Graal e para isso, você passará por vários lugares.


Apesar de ser fantasioso, ele presume a contar um pouco mais sobre os templários e até aborda em uma das fases, o fim deles. No jogo, você sempre terá um outro personagem auxiliar, que pode também ser controlado pelo jogador. Não é só cada inimigo derrotado rende pontos de experiência, sim baús encontrados nas fases e certos puzzles. Seu sistema de combate é bem funcional, contando com inimigos com escudos que devem ser destruídos antes e artimanhas que você deve aprender para derrotá-los.

Todo xp ganho é dado aos dois personagens que o jogador controla, com ele, você compra melhorias para seus heróis: aumentando sua vida, sua fé (que seria uma espécie de mana para realizar certas habilidades especiais) e dando um upgrade a seus ataques e destravando novos combos. Se um dos personagens cair, você pode assim como em Resident Evil 5, revivê-lo, desde que tenha uma esfera de fé.


O jogo possui um pequeno mapa indicando os objetivos principais e os secundários, perfeito para quem quer só zerar ou para aqueles que também querem alcançar os 100%. Você não compra armas ou armaduras, apenas destrava habilidades ou skins, que são pedaços de uma roupa que podem estar em baús durante as fases - obrigando o jogar a explorá-la para ir atrás desses fragmentos. Uma vez que colher todos, você ganha uma skin para o personagem - cujo pode trocar a hora que quiser.

Mesmo levando para o lado do hack'n slash, ele possui equilibrar as coisas. Permitindo exploração e também a aniquilação de inimigos pelo stelth. A minha grande crítica a ele (tirando o que me fez desinstalá-lo e desisti-lo) é não ter um modo para dois jogadores. Você controla dois personagens ao mesmo tempo, mas não pode jogar com um amigo por exemplo. Muitas coisas aqui foram feitas praticamente pro cooperativo, principalmente em locais onde um fica segundando uma alavanca para o outro passar e ativar a passagem lá do outro lado.


Por fim, perto de zerar o jogo eu tinha que ficar numa posição para "uma visão" me mostrar onde que era a alavanca certa. Isso eu achei muito escroto! Se eu cheguei na porta, eu era pra ter a visão e não ficar em um ponto específico cujo você só perde tempo. Isso foi o que me fez desistir... fazê o que? O jogo é antigo...

A minha análise foi feita na versão da Gog. Caso queira adquirir o jogo, o link estará abaixo:


https://www.gog.com/en/game/the_first_templar

sexta-feira, 14 de junho de 2024

Bayonetta é o Hack and Slash que você precisa jogar e vamos dizer o porque

junho 14, 2024

Como fã de todo tipo de jogo de ação, é lógico que gosto de jogos de hack and slash. Games muito populares na geração ps3/xbox 360, na qual, não tive como acompanhar. O que não foi de tão ruim assim, já que pude conhecer através das plataformas Steam, Gog e outras, maravilhosos jogos que fizeram época! E um deles que sempre quis conhecer foi Bayonetta, da saudosa Sega.


O jogo conta a história de uma bruxa que luta contra seres celestiais. A história a princípio (pelo menos para mim) ficou meio confusa, mas foi feita desta maneira. A protagonista estava adormecida e ao despertar, precisa recuperar suas memórias - além de outras coisas que não preciso dar ênfase aqui. O que eu quero apenas é explicar sobre o jogo e o porque, na minha opinião, ele foi o melhor jogo hack and slash que joguei até então!

A protagonista é muito carismática. Bem decidida e forte (e o melhor, ela é FEMININA). As vezes dá uma tristeza que fazem hoje com os jogos ao colocarem mulheres protagonistas nos jogos e tiram o que elas tem de melhor: sua feminidade. (São mulheres, ora!). Até mesmo a Lara Croft (cujo é uma personagem que amo demais e comprei quase todos os seus jogos) - retiraram um pouco disso nos games mais recentes. Não sei o que esse pessoal tem de achar que a mulher para ser protagonista, tem que se parecer com um homem, SENDO QUE ELA NÃO É UM HOMEM. No fim, entenda-se que a mulher (que é mais frágil que os homens) tem o que eles não tem: graciosidade e afinidade.

Podemos nos identificar com os protagonistas homens, mas nunca admirá-los. Já com as mulheres, isso pode acontecer. Bayonetta é tão bonita e sexy que é um show aos nossos olhos (é certo que há certos lances de câmera meio maldosos, mas são ângulos de uma mulher bonita). Vemos que ela é mais forte do que aparenta e a história em si, mostra o quanto ela é decidida, ágil e poderosa (SEM FORÇAR A BARRA!). Outra coisa que me chamou a atenção e que me fez gostar muito dela, é que além de ressaltar o feminino da protagonista, mostrou como ela é uma boa mãe.


Gente... isso eu achei muito legal. Ela é bonita, forte, sexy, decidida e uma boa mãe... exaltando todas as qualidades femininas que podemos encontrar em uma mulher. (Como queria que fizessem mais personagens assim). Mas parece que os caras que trabalham com jogos hoje, vivem para implantar outras coisas além de bons jogos. Eu achei tão bonitinha a menininha (que ela encontra no jogo e não vou dar detalhes pois quero que você o conheça o game também) imitando a Bayonetta - ou seja, almejando ser uma heroína assim como sua mãe.

Sobre a jogabilidade, ela é bem incrível. Mas, não jogue no teclado! (Eu realmente tentei, mas atrapalha muito). Prefira o joystick! Já que você dependerá de reflexos para se esquivar dos ataques e para realizar várias façanhas. Resumindo o sistema do jogo, podemos dizer que Bayonetta pode usar duas armas ao mesmo tempo e trocá-las por mais um par que o jogador configura no inventário. Além disso, alguns monstros dropam armas também e estas tem um limite de uso. Há muitas variações de combos e todas são fáceis de usar (você pode apertar qualquer botão que ela irá emendar as coisas).


Além das armas, você pode atirar com as pistolas tanto com as mãos, quanto com os sapatos dela (sim, são duas opções de tiro e ela usa salto alto com armas). O jogo permite que quanto a mágica estiver cheia, fazer Bayonetta aplicar uma tortura em algum inimigo, invocando um objeto de tortura e fazendo o monstro sofrer. Ela também pode usar itens de cura, ou que aumentam seu ataque, dão armadura, etc. Cujo você consegue criando através de materiais que você encontra pela fase ou por matar monstros, ou você compra na loja.

Abater monstros dropam auréolas, cujo é a moeda do jogo. Com ela você compra itens e até destrava novas técnicas. O game permite um mini-jogo após cada fase que consiste em um jogo de tiro, onde você tem tantas tentativas para acertar os alvos e suas pontuações rendem mais itens. Outra tática genial é em combate, ao se esquivar no momento que receberá o ataque "parar o tempo", ganhando poucos segundos para atingir o inimigo com a guarda baixa - o que também pode ser útil para escapar.


O jogo está em inglês, mas você encontra facilmente a tradução para o nosso idioma muito facilmente na internet. Mas sendo sincero com você, eu realmente não esperava que o jogo fosse superar todas as minhas expectativas. Pois, além de ter um combate frenético, Bayonetta enfrenta muitos inimigos gigantescos e com batalhas incríveis, sendo dinâmico e fugindo do repetitivo. Foi difícil não ficar empolgado com a criatividade de como ela deve vencer os colossais monstros sozinha. Meus elogios são para a trama da personagem, que na medida que vão acontecendo as coisas - você vai conhecendo melhor a protagonistas, quanto das situações propostas... (até uma fase de moto com ela tem!).

Bonita, sexy, com combates épicos contra seres colossais, com sistema de batalha desafiador e com inúmeras rotas de combo e diversidade e poderes ganhos ao longo da campanha - colocaram Bayonetta como um dos melhores games que já joguei, e o melhor do gênero Hack and Slash. E por isso, eu recomendo demais!


A versão desta análise é a da Steam... você pode comprar por R$89,50 ou colocar na lista de desejos para aproveitar promoções. O link está abaixo:


https://store.steampowered.com/app/460790/Bayonetta/ 

sábado, 6 de agosto de 2022

O excelente God of War - Chains of Olympus

agosto 06, 2022

Recentemente tive a oportunidade de jogar o ótimo God of War - Chains of Olympus, um jogo da franquia God of War lançado originalmente para o PSP (videogame portátil da Sony) em 2008. A versão que eu tenho foi no Playstation 3, lançada em uma coletânea da Sony.

Vou falar as impressões que eu tive desse jogo, após terminá-lo. Ele tem a mesma estrutura de outros jogos da franquia (como o God of War ou 2), com um diferencial: a mudança no comando para pegar os baús, e também para executar as magias. Para abrir os baús aqui, você precisa apertar O e para lançar as magias, precisa apertar R1 + algum botão de comando (como Quadrado, O ou Triângulo). Nesse jogo você também adquire uma arma nova, como a Manopla de Zeus, que pode quebrar certas estruturas. Para alternar entra as armas (Lâminas do Caos ou Manopla de Zeus), você precisa apertar ↓.


Demorei cerca de pelo menos 6 horas para terminar esse jogo. Aqui Kratos vai até o Inferno (mais uma vez?! Quase todo jogo de God of War ele vai para lá) para negociar com a esposa de Hades (Perséfone) para ver sua filha, mas nesse caso, abre mão de seu próprio poder. Os chefes não são tão difíceis, assim como todo o jogo (isso se comparado as versões antigas do Playstation 2).

E vou te falar: se você tiver a oportunidade de jogar God of War - Chains of Olympus, não perca essa chance! A versão que joguei (de Playstation 3) conta com alguns vídeos. As fases são muito bem construídas, mantendo a ação característica da Série (antes de 2018). Infelizmente, não existe uma versão PC de God of War - Chains of Olympus, então você precisa jogar ele no Playstation 3 ou PSP. Não sei se existe uma versão do jogo para Play4 ou 5 no momento que escrevo isto.

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

O lendário God of War

agosto 03, 2022

Aqui no blog sempre procuramos falar de diversos jogos, tanto desconhecidos como famosos. Hoje gostaria de começar a falar sobre (provavelmente) a minha franquia preferida, que se trata de God of War. A primeira vez que vi Kratos em ação acho que foi em 2005 ou 2006, quando eu estava olhando um garoto jogar esse game naquelas antigas locadoras de videogames, onde as pessoas pagavam para jogar videogame.

A primeira cena que eu vi foi Kratos em God of War 1, no seu combate contra a Hidra. Alguns anos depois, um amigo meu me emprestou um Playstation 2 onde conhecemos diversos jogos clássicos, como este. No entanto, por incrível que possa parecer, conhecemos God of War 2 primeiro do que o God of War 1, com a qual falaremos neste post.

Você precisa conhecer God of War 1

Em God of War você controla pela primeira vez o lutador/bárbaro Kratos, também conhecido como "Fantasma de Esparta". Ele meio que foi enganado por Ares, que o fez matar sua esposa e filhas por engano. Para então se vingar de Ares, Kratos então recebe a informação de que precisa encontrar a Caixa de Pandora para poder ter poder suficiente para derrotar um deus do Olimpo.

Essa Caixa de Pandora se encontra em um templo cheio de armadilhas encontrado num deserto, onde está nas costas do Titã Chronos (pai de Zeus), que vaga por ali. O jogo inteiramente se baseia em encontrar essa Caixa de Pandora para conseguir derrotar Ares, e eu acho que ele deve lhe oferecer pelo menos entre 10 à 15 horas de jogo, dependendo da pessoa que estiver jogando.

Embora o enredo de God of War 2 possa ser mais empolgante, God of War 1 tem seu próprio charme. Ele é praticamente um jogo Hack n' Slash, onde você ganha pontos por combos realizados, que são utilizados para a compra de aprimoramentos de poderes, armas e magias que Kratos acumula no decorrer da sua jornada, melhorando seu progresso.

Pelo que eu saiba, o jogo (apesar de inicialmente) ser lançado para Playstation 2, seu sucesso lhe trouxe port para outras plataformas da Sony, como PSP e Playstation 3. Não sei atualmente se tem algum port para Playstation 4 ou mesmo Playstation 5, mas vou lhe dizer: é um jogaço, que vale a pena ser conhecido até hoje!

Você não conhece God of War?! Então peço muito que conheça! Infelizmente, você precisará ter um videogame para jogá-lo, porque não existe versão para PC ou celular dele (a não ser o God of War 2018, que é o jogo mais recente da franquia no momento que escrevo isto).

quinta-feira, 21 de julho de 2022

O Hack 'n Slash de Shinobi no Playstation 2

julho 21, 2022


Desde pequeno, sou fã da Sega. Suas franquias me marcaram até hoje, tanto, que uma hora ou outra, ainda compramos na Steam e outras plataformas, seus jogos. Mas, minha análise de hoje vem de um game que joguei muito tempo atrás na era PS2 e que, era até então, uma novidade: a volta de Shinobi.

Eu já escrevi uma resenha do Shinobi de Master System, que consequentemente, foi minha primeira experiência na franquia. Por isso, era deveras importante para mim, experimentar sua nova roupagem: um título totalmente 3D. O que me deu horas de diversão (e também, algumas dores de cabeça...)

O game foi lançado para Playstation 2 em 2002, com uma experiência hack and slash bem interessante (e cansativa algumas vezes). Lutamos contra vários demônios e tipos de criaturas em um mundo moderno, mas com aquela magia de 'japão feudal'. Temos uma história (que não vou entrar em detalhes) e a cada fase, temos uma cena explicando o que aconteceu. O jogo é bem frenético e no início, você vai matando os inimigos de boa. Mas não passará muito tempo para que você tenha uma 'espada amaldiçoada' - cujo será obrigado a ceifar inimigos todo o tempo para não morrer! 


Isso mesmo, se você não fatiar alguém... você morre.


Na medida que você mata um inimigo, se ele for de um grupo de adversários (não estando solo), seu dano será aumentado até que você complete a sequência e mate a todos (o que é difícil, pois deverá dizimar os inimigos enquanto os mortos, estarão congelados temporariamente). O que é uma boa contra chefes, pois você pode dar muito dano no mesmo ou até matá-lo.


A jogabilidade é boa, você pode andar pelas paredes e dá dash. Pode mirar nos inimigos e atirar kunais. Além de utilizar os jutsus como nos jogos antigos! As fases variam muito. Apesar de ter uma história, não é preciso conhecê-la para poder jogar, pois como um jogo retrô, você vai apenas andando e matando adversários... não existe puzzles ou algo do tipo.


Apesar de jogar muito quando tinha Playstation 2 aqui em casa, eu NUNCA CONSEGUI FECHÁ-LO. Cheguei no último chefe inclusive, mas não tive como passar dele... por que? CANSAÇO!


Como um jogo antigo, não há esquema de salvar. Você precisa passar pela fase e as últimas, além de serem difíceis para caramba, não nos dão checkpoints. Assim, ou você passa pela última fase (que é gigantesca) e vence o ultimo chefe de uma vez, ou abandona o jogo. Caso você queira enfrentar o ultimo chefe, você já estará exausto e ele viverá fugindo... se tivessem deixando um save e uma fase só para o chefe... daria para jogar outro dia, mais disposto.


Alguns chefes também são difíceis não pelo sistema em si, mas pela câmera do jogo - que atrapalha muito (principalmente em ambientes fechados), assim, tem boss que recebe vantagem contra você porque o seu ninja não consegue entendê-lo aonde o inimigo está, por exemplo. E se tratando de um hack and slash, não há upgrades como nos outros jogos e nem armas novas (temos sempre o mesmo e os jutsus, que funcionam como nos games antigos).


É legal? Sim. Mas exige muito do jogador e não há muitas recompensas.


terça-feira, 2 de novembro de 2021

DMC: Um reboot interessante e com uma jogabilidade mais justa

novembro 02, 2021

Antes de começar minha análise sobre o jogo, venho declarar a mesma coisa que disse nas postagens sobre Resident Evil 5 e Resident Evil 6: SE VOCÊ É UM FAN BOY DA SÉRIE e acha que esse jogo é horrível, não precisa continuar lendo, porque aviso desde já que darei boas recomendações aqui. Mas para aqueles que ainda não jogaram e querem saber se vale a pena a comprar, prestem atenção.


Devil May Cry é uma franquia de jogos da Capcom, na qual, conheci na era do Playstation 2. Me lembro até hoje ter ficado empolgado quando vi um cara jogando o DMC 2 numa locadora perto de casa e até pensei em se tratar de um RPG de ação (santa ignorância!) mas a partir daí, pude conhecer através de um programa sobre games (que passava na TV aberta naquele tempo) sobre o que era o jogo. Assim, quando um amigo meu deixou o console dele em casa, pude arrumar uma versão "não comercial" de DMC 3, onde o protagonista era mais novo e daí pude entender melhor seu ambiente.

Gosto muito de jogos estilo hack n' slash, talvez esteja entre os meus gêneros preferidos. E alguns games desse estilo já estão resenhados aqui! Mas, com Devil May Cry 3 - não encontrei nenhum motivo para gostar dele. Primeiro porque a jogabilidade do mesmo é ridícula, os monstros tiram muito dano e você quase não acerta o alvo (foi a primeira surpresa que tive). Você vê nas cenas o seu personagem tirando onda e fazendo cada bizarrice como se fosse habilidoso o bastante, mas você mal chega perto disso na gameplay. Como gosto de jogar jogos difíceis, fiz questão de zerar o game!


O personagem Dante original não me agradou nenhum pouco. Gostei muito mais do seu irmão gêmeo, Vergil. Achei o protagonista um cara bem infantil e bobo e somado aos eventos do jogo - vou te dizer que não voltaria a jogar nenhum game dessa franquia. Porém, quando saiu o novo DMC em 2013, com um novo Dante - senti vontade de conhecer o game, mas não tinha um console ou pc bom para rodá-lo; Os anos passaram e agora tive a oportunidade de comprar uma cópia digital na Steam para experimentá-lo.

Ao pesquisar na internet sobre o jogo, descobri que ele foi feito para ser voltado para o público ocidental. Apresentando uma visão mais deste lado do mundo sobre céu e inferno e em vez de lutarmos contra os demônios no mundo físico. Aqui encaramos os mesmos no Limbo - uma espécie de plano espectral (parecido com o que vimos em Legacy of Kain: Soul Reaver, cujo também já resenhei aqui). O legal é que as coisas desse "mundo espiritual" influenciam no mundo físico e isso foi na minha opinião, foi uma boa escolha.


Não irei entrar em detalhes profundos sobre a história. Mas comparando com o que eu vi no DMC 3 de Play 2, não há muita diferença. Na verdade, sempre achei o Dante o babaca! Um cara que se gabava por ser filho do demônio, mas aqui, temos uma versão um pouco diferente dele. Acredito que seja uma nova roupagem, mas da para ver que pelo jeito que a história foi feita - ela já tinha sido construída para ser um spin-off. A jogabilidade não é ridícula, na verdade, é semelhante a de jogos como Blades of Times (que resenhei faz pouco tempo). 

DMC é um jogo justo. Há muitas maneiras de criar combos e diferentes armas! Como joguei em um controle de xbox 360, segurando LT+X ou Y, usava armas celestiais; enquanto se fosse RT+ X ou Y, usava armas infernais. Isso foi uma adição genial! O jogo nos oferece aquele tipo de ação que queremos ver, mas que é de forma justa. Além disso, há uma transformação que permite que seu personagem regenere - mas não é se transformar em demônio como no DMC 3 (cujo joguei tem muito tempo!). Já o sistema de itens, continua o mesmo.


Com diferentes tipos de armas e uma boa variação de inimigos, o jogo tenta ser inovador a todo momento. Para quem nunca jogou algum game da série, será como uma porta de entrada para os demais jogos. Seus chefes não chegam a ser uma dor de cabeça e se você falhar em algum ponto da fase, pode recomeçar a partir do último checkpoint. Além disso, ele está totalmente traduzido para o nosso idioma (mas ative as legendas antes de iniciar a campanha para entender tudo desde o início). Você pode destravar mais dificuldades e outros "trajes" de Dante após finalizar o jogo, algo comum a games do gênero.

Em comparação com o único jogo da série que tinha jogado até hoje (DMC 3 de play 2), DMC 2013 é bem tranquilo. Sendo um hack 'n slash padrão sem muita dor de cabeça, com muitos monstros com habilidades variadas e uma história bem interessante. O jeito com o que ele apresenta as batalhas e a estrutura dos combates e até a dinâmica das fases, estão bastante agradáveis - na verdade, ficava até empolgado em certas cenas. Foi por isso que o jogo vendeu bem, apesar de alguns fan boys alegarem que foi "o que menos vendeu" (sem fonte alguma)... Na verdade, foi o segundo mais vendido da franquia segundo o site gamepoint (abaixo você confere o link da matéria).


https://www.gamerpoint.com.br/noticias/esse-e-o-devil-may-cry-mais-vendido-da-historia/

Essa análise foi feita através da versão vendida na Steam, compre agora por R$60,00 no link abaixo:


https://store.steampowered.com/app/223792/DmC_Devil_May_Cry_Weapon_Bundle/

sábado, 4 de setembro de 2021

Conheça Blades of Time, um hack n slash de boa qualidade e com uma protagonista mulher

setembro 04, 2021

Para jogadores que gostam de jogos frenéticos e cheios de ação (estilo God of War antigos), Blades of Times é uma ótima escolha. O jogo oferece um combate rápido, ágil e que exige do jogador tomar decisões rápidas enquanto pode mesclar diferentes tipos de ataques elementais que podem ser customizados ao longo da campanha. Sob o controle de Ayumi, enfrente hordas de monstros que possuem diferentes habilidades, algumas que deixarão os jogadores mais lentos cansados.


A história do jogo é meio confusa, mas você entende contra o que está lutando. Resumindo, você estava atrás de um tesouro e derre pente, seu personagem se encontra preso em tal lugar e você precisará sair dele, tendo que cortar, perfurar e mutilar centenas de criaturas até cumprir o seu objetivo. O game apresenta um estilo de hack n slash original, onde você apenas se preocupa em quem irá bater enquanto usufruir de um poderoso dash e habilidades que permitem atingir seus inimigos com fogo e gelo. A grande novidade deste jogo, seria o poder de voltar no tempo!

A habilidade de retornar alguns segundos é de suma importância para detonar alguns vilões. Ayumi pode voltar alguns segundos no tempo enquanto isso, a permite que a Ayumi do passado ainda continue lutando, ou seja, você pode (e DEVE MUITAS VEZES) voltar no tempo diversas ocasiões para que um "time de Ayumi agrida o mesmo inimigo ao mesmo tempo"! O que torna este jogo um game único; é claro que essa habilidade também é necessária para abrir portas, cujo exigem que duas ou três Ayamis liguem seus mecanismos.


Por causa das habilidades de alguns chefes, você poderá ficar cansado. Como por exemplo, um guardião celestial que sempre se regenera quando está perto de morrer, forçando você voltar no tempo e atingi-lo com "vários de você do passado" até que ele encontre a morte - ou um monstro que cria um escudo mágico, obrigando que você volte no tempo para que vários de você quebrem essa proteção! Esse lance de criar várias "clones temporais" para aumentar o seu dano, é legal pra caramba... porém, há limitações! Existe uma barra que permite quantos segundos você pode voltar no tempo, e ela é gasta toda vez que você volta os "ponteiros do relógio" - tendo que esperar recarregá-lo por várias vezes.

Você pode fatiar seus alvos com ataques rápidos ou com ataques fortes (que levam o personagem e seu alvo para cima)... além disso, você pode aplicar uma mutilação sempre que o monstro está com pouca vida e isso não há limite! Ou seja, você está aplicando um combo em um e outro monstro está mostrando que tem pouca vida, você aperta o botão e Ayumi se dirige até o mesmo (se estiver ao alcance) e o mutila... Já monstros mais fortes, ela sobe nele e você precisa apertar um botão (mecânica já conhecida no God of War). A parte legal é que você pode aplicar combos com qualquer combinação de botões e sair mutilando três ou quatro monstros em sequência e ela aplica de forma de onde pegou seu adversário...


Mutilações oferecem pontos que aumentam uma barra que permite aplicar um golpe elemental. Esses golpes mágicos aplicam diversos efeitos no combate, que são somados a tudo o que está acontecendo, sendo um dos jogos do estilo mais dinâmicos que eu já vi! Além disso, você pode usar esse mesmo dash para passar por lugares altos, se pendurando em objetos voadores no cenário, além de atingir inimigos alados. E se você acha que é pouco, a nossa heroína ainda pode usar armas de fogo para lutar a distância!

Uma coisa que me chamou a atenção em Blades of Time foi a protagonista, cujo você pode equipá-la com roupas que são presenteadas de acordo com a fase e com armas que você acha explorando. Não existe nada complicado aqui! O jogador não precisa se preocupar com fichas, estatísticas, vantagens, habilidades, etc. Tudo o que ele aprende são apenas combinações de botões (que são simples) para executar um ataque elemental. O sistema de vida consiste de uma barra que é consumida toda vez que nossa personagem levar dano. Você pode curá-la gastando uma cura (cujo você ganha matando inimigos com o limite de 3). Caso você não tenha nenhuma cura, basta esperar um tempo que ela se regenera sozinha. (Por isso, você deverá ser inteligente em ficar fugindo de um monstro até poder ser curada).


Falando ainda sobre a protagonista, eu achei ela muito ocidental para ter o nome de Ayumi. Ela parece uma moça americana! Até pensei o seguinte: "se fosse uma loirinha japonesa, até que dava para entender..." mas ao pesquisar sobre o jogo para poder escrever essa postagem, descobri que ele é a sequência de um game lançado em 2009, chamado X-Blades, cujo Ayumi está bem oriental e o design é outro! (Talvez eu compre na Steam para poder fazer uma resenha, já que não tem esse game na Gog a venda).


Ayumi ganha habilidades novas acessando o Altar, cujo aparece uma lista de habilidades que o jogador escolhe (e todas elas são habilidades passivas) cujo estão para aumentar o dano, ou melhorar o dash, etc. Você sempre escolhe duas, mas há diversas habilidades - então, não dá pra usar todas jogando uma só vez! 


Falando sobre os puzzles, eles não são complicados. Acho que houve umas duas vezes que apelei pra detonados, mas a culpa foi por minha burrice mesmo! O jogo não possui game over e se você estiver perdido, há uma bússola que te mostra o caminho. Já o chefe final é bastante desafiador (para não dizer apelão), mas de quebra - é um ótimo jogo que irá entretê-lo por horas!


Ele está em inglês, mas disponibilizamos uma tradução para o mesmo. Clique aqui para ir para a postagem que fala sobre a tradução.

O jogo ainda há outros modos de jogo e até um cooperativo (que foi excluído e não dá pra acessar), mas é um ótimo game para estar na sua biblioteca. Há também uma expansão para o mesmo, contando a história sob a visão de outro personagem, mas, quando comprar eu devo zerar e fazer uma resenha sobre o mesmo.


A versão desta análise foi da Gog, cujo você poderá comprar por R$20,00 clicando abaixo:


https://www.gog.com/game/blades_of_time

Sobre Nós

Rei dos Games


Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


Rei dos Games é o único blog dedicado a três tipos de jogos diferentes (eletrônicos, de tabuleiro e RPGs). Se você quer conhecer bons jogos para brincar, este é o lugar certo.


Postamos recentemente

recentposts

Aleatório

randomposts