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quarta-feira, 3 de julho de 2024

Battlefield 4 segue o padrão esperado de seu antecessor

julho 03, 2024

Na minha análise de Battlefield 3, eu falei de como conheci a franquia e expliquei o sistema de jogo e o quanto ele tem de pessoas jogando até hoje. O que se manteve nessa continuação, cujo apesar de ser um game mais moderno, ele permaneceu com tudo o que tinha no jogo anterior - em questões de jogabilidade.


Talvez a grande diferença entre BF3 e BF4 tirando os gráficos, são a dublagem e a tradução nativa para o nosso idioma. Fazendo uma enorme diferença além de uma campanha solo que nos permite destravar novas armas e equipamentos (o mesmo acontecia com seu antecessor). Porém, não existe mais missões cooperativas e agora, tanto a campanha, quanto o multiplayer em si são selecionados dentro do próprio jogo, e não mais em um site.


Inicialmente, por estar acostumado com o BF3, assumo que me embolei com os comandos (no caso, selecionar a arma e os equipamentos dos personagens). Que como já dito, segue o mesma mecânica do jogo anterior, com a diferença de estar traduzido. Uma adição interessante a esta versão do jogo seriam pacotes em que o jogador ganha ao avançar de nível no multiplayer e esta oferece equipamentos e até skins a serem utilizadas nas armas.

Apesar de comprar a versão Premium na Steam (através de uma promoção muito em conta), percebi que realmente eu não sou tão bom assim e as vantagens "multiplayer" com contas standard não são como eu imaginava. Hoje eu estou com um pc melhor do que em 2022 (na data em que fiz a análise de BF3 e graças a isso, me tornei um jogador bem melhor). Descartando as tais vantagens "multiplayer" que imaginava em BF3. (Apesar delas ainda existirem!)


O jogo apresentava vários mapas novos e ainda mantém os antigos (o antigo mapa do Metrô, que eu gosto bastante, tive a oportunidade de jogar). Além disso, assim como no jogo anterior, você tem acesso a servidores brasileiros e gringos que rodam tranquilamente (eu mesmo, consegui matar gringo na faca e ainda receber uma invertida do mesmo na mesma partida). Uma adição interessante foi que se você levar uma facada de frente, pode revidar e impedir de ser esfaqueado - o que não acontecia no BF3, cujo era o jogo de FPS mais fácil para matar alguém na faca na minha opinião... agora, vir de frente pode causar problemas.

Ele há mais conteúdo que BF3, dublado, com skins que você pode ganhar de caixas e tudo aquilo que se espera em um jogo da franquia. Eu recomendo, principalmente porque ele é mais fácil de convidar os amigos para jogarem junto em um servidor... mas aviso, que morrer para tanques de guerra continua sendo ridículo. 


A nossa análise é da versão Steam e assim como nos jogos dessa franquia, você terá que ter conta na plataforma da EA games.


Compre agora pelo link abaixo (R$199,00) ou coloque na lista de desejo para promoções:


https://store.steampowered.com/app/1238860/Battlefield_4/

sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

Análise de Rogue Legacy, um interessante jogo parecido com um "RPG medieval"

dezembro 22, 2023

Rogue Legacy é um jogo de exploração, estilo rogue-like, lançado pela Cellar Door Games em 2013. O jogo é totalmente baseado num castelo medieval, onde o Personagem principal vai atrás de itens mágicos e dinheiro. No entanto, a cada morte, o filho do Personagem principal vai assumir seu lugar para conseguir desvendar os segredos desse castelo. Basicamente a premissa de Rogue Legacy é essa: os herdeiros e descendentes do herói principal vão passar todas as gerações possíveis para descobrir o que tem nesse castelo mágico.

A grande sacada em Rogue Legacy é que os mapas são totalmente construídos automaticamente, mas você pode ter a opção de manter o mesmo mapa ao falar com um NPC engenheiro. A cada morte, você joga com um Personagem novo, que é filho do personagem que acabou de morrer no castelo. Você acumula dinheiro dos monstros para comprar upgrades e também itens mágicos criados pelo Ferreiro, e runas da feiticeira. Além do dinheiro necessário, materiais para construção de armas, luvas, peitorais, etc e runas mágicas são encontrados no castelo e, depois de encontrados, se tornam itens que podem ser comprados por uma certa quantia. Há uma diferença aqui: enquanto os equipamentos aumentam o ataque, defesa, etc as runas são apenas efeitos mágicos colocados no equipamento, que permitem efeitos adicionais, como voar, vampirismo (roubar PVs dos monstros), etc, embora alguns equipamentos também já oferecem efeitos, o que pode ser potencializado com runas.

Upgrades para seu Personagem

Cada Personagem pode encontrar itens bons ou itens amaldiçoados durante o jogo, como a Maldição do Ouriço, que te faz ser um Sonic que solta moedas a cada dano. Mas tudo aqui é na base da aleatoriedade! Em muitos casos, você só vai querer brincar de farmar, até poder ir mais longe. O Castelo mágico tem quatro áreas: a primeira é a área inicial do castelo; a a parte do norte é a Torre, com monstros mais poderosos; no fim do castelo está a Floresta; e no subsolo está a Masmorra! Cada parte do castelo tem seus monstros, sendo os monstros mais poderosos na Masmorra e na Torre. Cada área tem um guardião, que precisa ser derrotado. Ao derrotar os quatro guardiões, você realmente encontra o chefe final, com a qual garanto que vai surpreender todos vocês.

O jogo é muito bem caprichado, sendo que existem diversos tipos de Personagens diferentes, com habilidades e defeitos diferentes, muito bem originais! Cada Personagem tem uma classe, com habilidades próprias, e também uma magia aleatória, geralmente magias são usadas aqui para atacar os inimigos, enquanto as habilidades podem ser para esquivar ou evitar ataques. Caso você passe de um guardião de uma área, você não poderá enfrentá-lo mais, mesmo que perca mais vidas. O jogo também conta com um sistema de auto-save generoso, que PARA AUTOMATICAMENTE onde você estava se fechar o jogo. Ou seja, se você tiver numa área de floresta e fechar o jogo, quando abri-lo novamente, vai encontrar o Personagem no mesmo lugar.



Os monstros não dão respawn quando você sai e volta de uma área, a não ser se você morre e vai com o filho do Personagem morto, então os monstros voltam (a não ser os quatro Guardiões). É um jogo bem legal de jogar e se divertir. Demorei quase 20 horas para poder zerar o jogo. Vale muito a pena conhecê-lo. Outra coisa interessante é que, quando o Personagem morre, aparece a foto de todos os monstros que ele enfrentou. Existem itens que dão uma segunda chance ao Personagem de evitar a morte.

Rogue Legacy está sendo vendido em diversos lugares. A minha versão é da Epic Games, com a qual deixarei com link de compra abaixo. Compre agora ou guarde na sua lista de desejos.

Rogue Legacy (R$28,99 na Epic Games)

quarta-feira, 30 de agosto de 2023

Análise honesta de The Incredible Adventures of Van Helsing

agosto 30, 2023
The Incredible Adventures of Van Helsing é um jogo de ação-RPG onde você controla Van Helsing, o filho do Van Helsing original. Esse jogo foi lançado em 2013 e mantém mecânicas de outros jogos, como Diablo III, Torchlight II e Titanquest

Esse é um jogo de "puro farm": isso quer dizer que você passará a maior parte do tempo matando monstros, conseguindo XP, e coletando itens poderosos. O jogo é praticamente uma "cópia de Diablo 3" em uma outra roupagem. O sistema de build de habilidades é semelhante ao de Titanquest, e você tem um "mascote" (um fantasma) que é basicamente o mesmo que vemos em Torchlight.



O interessante nesse jogo é que os inimigos, por incrível que pareçam, NÃO SÃO vampiros! Você tem a opção de usar armas de fogo ou espadas (apertando R),  e também árvores de habilidades que reforçam essas habilidades. E assim como em Diablo 3, toda hora seu Personagem morre ao ser cercado por diversos monstros, fazendo o mesmo perder muito HP em poucos segundos. Nem mesmo seu "mascote" consegue aguentar os combates por muito tempo.

O cenário, diferente dos RPGs que citei aqui (inspiração ou cópia eu não sei), em  The Incredible Adventures of Van Helsing temos um cenário fora do estilo isométrico. Pela primeira vez vemos um cenário totalmente dinâmico (algo já experimentado em Diablo Immortal), em relevo. Existem estruturas que "passam na sua frente". Embora isso possa dar uma característica a mais no jogo, ele atrapalha demais, porque em alguns momentos o seu Personagem fica "preso sem querer".


Vou te falar: o jogo é bonito. Existe a questão de fúria, onde você pode ativá-la e conseguir alguns novos recursos. Embora isso seja interessante, essa ideia nao pegou para mim. As builds também sou poucas e não há muitas opções de builds. Na história do jogo você precisa destruir algumas máquinas, derrotando um chefe gigante, da mesma maneira que acontece em Torchlight.

Mas afinal de contas, The Incredible Adventures of Van Helsing é um jogo ruim?! Acredito que não, mas eu NÃO GOSTEI muito desse jogo. Acho que existem jogos mais completos. 

Mas, se você quer arriscar jogá-lo, ele está na Steam por R$46,99

domingo, 3 de julho de 2022

Conheça EVOLAND, o jogo de aventura RPG que evolui junto com você!

julho 03, 2022
Parte do jogo com sistema de FF7.

Você está a procura de um jogo simples, dinâmico e original?!

Então estamos aqui para falar sobre Evoland, um jogo lançado em 2013 pela empresa Shiro Games. O jogo tem duas versões: a Evoland original (que, inclusive, tem em português) e a Evoland Evoland Legendary Edition, que tem duas campanhas a mais.

Inclusive, a versão de Evoland Legendary Edition tem uma tradução PT-BR para português aqui no blog. Nesse jogo, você controla um guerreiro sem nome que está num mundo totalmente genérico, com diversas referências aos mais variados RPGs.

Você começa num mundo de 8 bits (estilo Gameboy) e para num jogo com gráficos HD com temática do Final Fantasy 7. O jogo é simples e fácil de jogar. Quem é amante de RPG, vai entender as referências do jogo. Ele também não procura ser muito longo (zerei em cerca de 4 horas), mas vou dizer: é muito divertido.

O jogo começa com esses gráficos, e vai evoluindo na campanha...

O sistema de combate varia no decorrer da campanha, passando do clássico Zelda para Torchlight e Final Fantasy 7. As quests são poucas e dificilmente você ficará parado por muito tempo na campanha. É um jogo muito original e altamente recomendado por nós. Abaixo veja uma pequena gameplay minha deste clássico:


Só entenda uma coisa: não espere muita profundidade muito grande histórica neste jogo, como avançar muitos níveis ou ter inúmeros itens mágicos. Esse jogo celebra a história dos RPGs eletrônicos, pura e simplesmente. Vale ter em sua coleção.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Uma análise honesta de Outlast, o jogo do terror e dos sustos

dezembro 08, 2021

Acho que este foi o primeiro jogo que terminei em live na Twitch.

Seja como for, vou tentar ser breve possível na minha análise. Outlast é um jogo de terror que foi publicado pela Red Barrels em 2013. No jogo você controla um repórter investigativo de nome Miles Upshur que entra num hospital psiquiátrico abandonado. Ele tem uma mecânica muito parecida com a do Resident Evil 7, com a qual achei que este jogo foi a inspiração pro pessoal da Capcom para a produção das novas versões do game para a franquia. Isso deixa claro por conta de algumas mecânicas (ou referências?) que existem em Outlast e foram também colocadas em Resident Evil.



Uma das grandes referências que eu vejo aqui é que o personagem tem dedos cortados nas mãos (de forma semelhante ao Ethan em RE), fora também que existem alguns lugares onde você pode se esgueirar (como buracos da parede, etc). Outro ponto que achei inspiração em Outlast no Resident Evil 7 é que você deve fugir várias vezes dos inimigos, (sendo mais fortes que você) como Ethan faz para escapar de membros da família Baker. No entanto, embora enfrentar membros da família diretamente seja um perigo, pelo menos no Resident Evil você tem acesso a armas, coisa que em Outlast você não tem nenhuma.

Alguns dos Meus sustos na live (jogando Outlast)





Praticamente você precisará se esconder dos inimigos sempre quando necessário. Você aqui não tem nenhuma arma para se defender, podendo no máximo se esconder dentro de armários ou em lugares escuros. O jogo tem todo aquele ambiente de horror e, vou te falar, levei diversos sustos jogando o game: o clima que eles colocaram pro terror ficou ótimo. Ponto positivo no game é que você não consegue ficar muito tempo perdido pois, assim que passa de uma área, as áreas anteriores se fecham e você tem apenas a área atual para conseguir os itens que precisa para passar.


Em determinados momentos você precisará encontrar chaves, ligar válvulas ou coisas desse tipo. Você tem uma câmera que é usada para gravar, e também (principalmente) para usar a luz dela para iluminar ambientes escuros. Deixar a câmera ligada gasta bateria, onde você deve encontrar diversas delas na medida que avança no jogo. Por isso é sempre importante economizar bateria. Outra coisa que você encontra são arquivos em pastas, mas nada que ajuda no jogo, só colecionável mesmo.

O jogo tem diversos modos de dificuldade, e uma DLC chamada Whistleblower, que provavelmente podemos fazer uma análise assim que terminamos a mesma. A minha análise do jogo é extremamente positiva, embora achei o final bem bizarro. Demorei cerca de 7h para zerá-lo no modo "Normal".

No fim, recomendo bastante o game. Ele está na Steam por um preço camarada. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

Outlast (Steam por R$18,59)

terça-feira, 2 de novembro de 2021

DMC: Um reboot interessante e com uma jogabilidade mais justa

novembro 02, 2021

Antes de começar minha análise sobre o jogo, venho declarar a mesma coisa que disse nas postagens sobre Resident Evil 5 e Resident Evil 6: SE VOCÊ É UM FAN BOY DA SÉRIE e acha que esse jogo é horrível, não precisa continuar lendo, porque aviso desde já que darei boas recomendações aqui. Mas para aqueles que ainda não jogaram e querem saber se vale a pena a comprar, prestem atenção.


Devil May Cry é uma franquia de jogos da Capcom, na qual, conheci na era do Playstation 2. Me lembro até hoje ter ficado empolgado quando vi um cara jogando o DMC 2 numa locadora perto de casa e até pensei em se tratar de um RPG de ação (santa ignorância!) mas a partir daí, pude conhecer através de um programa sobre games (que passava na TV aberta naquele tempo) sobre o que era o jogo. Assim, quando um amigo meu deixou o console dele em casa, pude arrumar uma versão "não comercial" de DMC 3, onde o protagonista era mais novo e daí pude entender melhor seu ambiente.

Gosto muito de jogos estilo hack n' slash, talvez esteja entre os meus gêneros preferidos. E alguns games desse estilo já estão resenhados aqui! Mas, com Devil May Cry 3 - não encontrei nenhum motivo para gostar dele. Primeiro porque a jogabilidade do mesmo é ridícula, os monstros tiram muito dano e você quase não acerta o alvo (foi a primeira surpresa que tive). Você vê nas cenas o seu personagem tirando onda e fazendo cada bizarrice como se fosse habilidoso o bastante, mas você mal chega perto disso na gameplay. Como gosto de jogar jogos difíceis, fiz questão de zerar o game!


O personagem Dante original não me agradou nenhum pouco. Gostei muito mais do seu irmão gêmeo, Vergil. Achei o protagonista um cara bem infantil e bobo e somado aos eventos do jogo - vou te dizer que não voltaria a jogar nenhum game dessa franquia. Porém, quando saiu o novo DMC em 2013, com um novo Dante - senti vontade de conhecer o game, mas não tinha um console ou pc bom para rodá-lo; Os anos passaram e agora tive a oportunidade de comprar uma cópia digital na Steam para experimentá-lo.

Ao pesquisar na internet sobre o jogo, descobri que ele foi feito para ser voltado para o público ocidental. Apresentando uma visão mais deste lado do mundo sobre céu e inferno e em vez de lutarmos contra os demônios no mundo físico. Aqui encaramos os mesmos no Limbo - uma espécie de plano espectral (parecido com o que vimos em Legacy of Kain: Soul Reaver, cujo também já resenhei aqui). O legal é que as coisas desse "mundo espiritual" influenciam no mundo físico e isso foi na minha opinião, foi uma boa escolha.


Não irei entrar em detalhes profundos sobre a história. Mas comparando com o que eu vi no DMC 3 de Play 2, não há muita diferença. Na verdade, sempre achei o Dante o babaca! Um cara que se gabava por ser filho do demônio, mas aqui, temos uma versão um pouco diferente dele. Acredito que seja uma nova roupagem, mas da para ver que pelo jeito que a história foi feita - ela já tinha sido construída para ser um spin-off. A jogabilidade não é ridícula, na verdade, é semelhante a de jogos como Blades of Times (que resenhei faz pouco tempo). 

DMC é um jogo justo. Há muitas maneiras de criar combos e diferentes armas! Como joguei em um controle de xbox 360, segurando LT+X ou Y, usava armas celestiais; enquanto se fosse RT+ X ou Y, usava armas infernais. Isso foi uma adição genial! O jogo nos oferece aquele tipo de ação que queremos ver, mas que é de forma justa. Além disso, há uma transformação que permite que seu personagem regenere - mas não é se transformar em demônio como no DMC 3 (cujo joguei tem muito tempo!). Já o sistema de itens, continua o mesmo.


Com diferentes tipos de armas e uma boa variação de inimigos, o jogo tenta ser inovador a todo momento. Para quem nunca jogou algum game da série, será como uma porta de entrada para os demais jogos. Seus chefes não chegam a ser uma dor de cabeça e se você falhar em algum ponto da fase, pode recomeçar a partir do último checkpoint. Além disso, ele está totalmente traduzido para o nosso idioma (mas ative as legendas antes de iniciar a campanha para entender tudo desde o início). Você pode destravar mais dificuldades e outros "trajes" de Dante após finalizar o jogo, algo comum a games do gênero.

Em comparação com o único jogo da série que tinha jogado até hoje (DMC 3 de play 2), DMC 2013 é bem tranquilo. Sendo um hack 'n slash padrão sem muita dor de cabeça, com muitos monstros com habilidades variadas e uma história bem interessante. O jeito com o que ele apresenta as batalhas e a estrutura dos combates e até a dinâmica das fases, estão bastante agradáveis - na verdade, ficava até empolgado em certas cenas. Foi por isso que o jogo vendeu bem, apesar de alguns fan boys alegarem que foi "o que menos vendeu" (sem fonte alguma)... Na verdade, foi o segundo mais vendido da franquia segundo o site gamepoint (abaixo você confere o link da matéria).


https://www.gamerpoint.com.br/noticias/esse-e-o-devil-may-cry-mais-vendido-da-historia/

Essa análise foi feita através da versão vendida na Steam, compre agora por R$60,00 no link abaixo:


https://store.steampowered.com/app/223792/DmC_Devil_May_Cry_Weapon_Bundle/

domingo, 27 de junho de 2021

Análise de Pac-Man Championship Edition DX+

junho 27, 2021

Você conhece Pac Man?!

Pac Man (ou como é mais conhecido no Brasil, Come-Come) é um clássico jogo da Namco que ganhou uma nova versão em 2013, chamada de  Pac-Man Championship Edition DX+. Como todas análises que fizemos aqui no blog, aqui vamos falar o que achamos sobre esta obra. De acordo com essa análise, você pode escolher se vai ou não comprar esse game.

Meu desejo de ter esse jogo...

Pac-Man Championship Edition DX+ é uma versão moderna do clássico Pac Man e que, há muito tempo eu queria jogar. Acho que em 2013, quando o jogo foi lançado para Playstation 3, joguei o mesmo na casa de um dos meus grandes amigos. Achei muito legal toda a mecânica do jogo (vou explicar neste post) e, depois de MUITOS anos, encontro o jogo na Steam para comprar.

Pac-Man Championship Edition DX+ tem tudo o que o Pac Man tradicional tem (cara, jogo o Pac Man desde a época do Atari), mas tem uma coisa nele que faz toda a diferença: a AÇÃO! Sim, meus amigos! Pac-Man Championship Edition DX+ é um jogo muito rápido e sua proposta é ser um jogo rápido, de ação intensa. Enquanto no Pac Man que todos conhecem, pegamos todas as pastilhas e fugimos dos fantasmas, aqui existem novas mecânicas originais que fizeram toda a diferença.

Você tem um ranking global ativo de resultados! Uau!


As Mecânicas originais de Pac-Man Championship Edition DX+

O grande primeiro detalhe é que os fantasmas aqui não correm em uma direção aleatória, mas seguem você em fila indiana. Aliás, eles estão dormindo e acordam quando você passa do lado deles. Depois de comer uma pilha de pastilhas na fase, você ganha o power up do poder, e pode comer os fantasmas, para realizar combos! A grande sacada aqui é ter o máximo de fantasmas de seguindo para, quando conseguir o power up, fazer muitos combos ao comer eles. Cara, isso é genial.

Outra coisa interessante é que, em hora ou outra, você vai acabar sendo encurralado pelos fantasmas. Quando isso acontece, há uma espécie de zoom e o jogo mais lento, mas que você consiga sair do aperto mesmo quando é muito improvável. Essas duas novas mecânicas trouxeram um colorido todo especial ao consagrado jogo, que modernizou muito bem com essa versão. Além disso, você pode matar os fantasmas sem o power-up, usando uma BOMBA que mata boa parte deles. As bombas podem ser ilimitadas ou limitadas, dependendo do tipo de jogo.

Outra questão importante a pontuar aqui é a questão da velocidade. Você, ao ganhar pontos, vai aumentando a sua velocidade naturalmente ou mais rapidamente quando faz combos matando fantasmas. Ao usar a bomba, no entanto, você manda os fantasmas para sua casa, mas em compensação, perde pouco da velocidade. A velocidade é dividido em níveis.

Sinceramente, recomendo esse jogo para caramba. É aquele tipo de jogo que qualquer um pode jogar.

Pac Man também tem uma série de expansões (3 com novos modos de jogo e outras 2 Skins). Ele está custando na Steam algo em torno de R$16,98, mas pode ser ter um preço mais em conta nas promoções.

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

O crashado e sem final DuckTales: Remastered

dezembro 29, 2020

ANTES DE COMPRAR SAIBA, O JOGO TRAVA NO ÚLTIMO CHEFE. IMPEDINDO QUE VOCÊ CONSIGA ZERAR O GAME...

DuckTales - os caçadores de aventura era uma série muito legal da Disney que acompanhava quando criança, até recomendo que assistam. Seja como for, em 1989, a Nintendo lançou o jogo da série para o antigo Nintendo 8 Bits. Da mesma maneira que foi com o clássico Wonder BoyDuckTales: Remastered é o mesmo jogo original, porém, com gráficos melhorados e sprites desenhados a mão.

Mesmo sendo um fã assíduo da série quando criança, nunca coloquei as mãos no jogo original do Nintendo (nem mesmo por emuladores), mas quando fiquei sabendo que o jogo teria uma nova versão, coloquei em meu coração colocar as mãos nele um dia. Graças a Steam, pude adquirir o jogo e, para minha própria decepção, por um bug deles, não consegui zerar o game. Aqui na Rei dos Games geralmente jogamos um game até zerá-lo para, enfim, fazer uma resenha honesta sobre ele. Só pela questão do jogo crashar quando chega no último boss (vi várias pessoas reclamando na internet sobre isso), fiquei realmente decepcionado.


Minhas impressões sobre DuckTales: Remastered

O jogo também tem problemas de compatibilidade com alguns controles de PC. Por conta disso, tive que jogar no teclado (ao invés do controle) por causa desse problema. Os botões do game são os mesmos usados na versão do NES, sem nenhuma adição. Além dos direcionais, você usa um botão para pular e outro botão para ação. Como os clássicos de plataforma, você mata os inimigos pulando em cima deles, mas em DuckTales: Remastered você precisa usar a bengala para isso, inclinando o botão de ação para Tio Patinhas bater com a bengala no ar, apontando pra baixo. O botão de ação também serve para bater em pedras que batem nos inimigos, como bater em outras coisas do cenário.

O jogo apresenta muitos personagens da série em desenho animado (não me lembro se apresenta todos os Personagens da série por muito tempo que eu não assisto), mas você joga APENAS com o Tio Patinhas durante todo o game. As fases, apesar de poucas, são enormes. Você precisa fazer certos objetivos nas fases para conseguir passar. No fim delas, há um chefe. Inicialmente, você tem uma fase onde os irmãos metralha estão invadindo seu prédio-cofre. Depois disso, você escolhe outras cinco fases, em busca de tesouros sagrados.



Durante seu percurso, você vai adquirindo pedras preciosas, que lhe dão dinheiro. Esse dinheiro servirá para comprar coisas extras no jogo (como concept arts, personagens, etc). O dinheiro coletado serve para destravar extras, e não nada que possa lhe ajudar na sua aventura. Os chefes levam muito dano para morrer, mas você aprende a passá-los de primeira ou de segunda. Aqui também é fácil morrer, devido a grande quantidade de buracos mortais que atravessam seu caminho.


Mas o PIOR DEFEITO do jogo é que ele crasha (trava tudo) quando chega no último chefe. Até hoje a CAPCOM não deu uma atualização que conserte o problema. Ao que tudo indica, esse problema só acontece com PCs com placa de vídeo da NVIDIA. Foi quase o mesmo problema de Chroma Squad, com a qual não consegui terminá-lo por conta de um bug.

O jogo custa R$29,90 na Steam

domingo, 13 de dezembro de 2020

Análise completa de Resident Evil - Revelations

dezembro 13, 2020

Resident Evil - Revelations é um jogo da famosa franquia Resident Evil, lançada originalmente para Nintendo 3DS em 2012. Por conta do seu sucesso no videogame da Nintendo, a Capcom tratou então de criar uma versão para diversas plataformas, incluindo PC. A versão que vou resenhar aqui é para PCs (Steam). O jogo tem uma jogabilidade TOTALMENTE DIFERENTE de outras versões de Resident Evil, continue lendo.



Enquanto, por exemplo, Resident Evil 1 se passava dentro de uma mansão, em Resident Evil - Revelations o jogo é praticamente centrado num cruzeiro abandonado de nome Queen Zenobia. O jogo é dividido em capítulos, e tem sistema automático de saves. Você não precisa passar um capítulo para poder salvar e continuar depois, já que o sistema do jogo salva automaticamente cada checkpoint que você passar na fase. Entre as primeiras diferenças que posso citar aqui é que você não vai comprar armas, gastar pontos para melhorias delas ou menos fazer a clássica combinação de ervas para aumentar seu life.  Sobre as armas, você coloca melhorias nela, que são caixas especiais encontradas em diversos pontos do Queen Zenobia. Essas caixas especiais de melhorias são encaixados nas armas, onde cada uma tem um número limitado de slots (espaços) para serem alocados.



A história do jogo se passa entre os enredos de Resident Evil 4 e Resident Evil 5. A BSAA (grupo criado para combater o terrorismo, onde os personagens de RE fazem parte) estão lutando contra um grupo terrorista chamado Veltro, ou pelo menos, acreditava que era assim. Em uma dessas missões, Jill Valentine e Parker são enviados até um cruzeiro para poder encontrar Chris Redfield e sua parceira Jessica. Conforme eu falei anteriormente, o jogo se passa quase que inteiramente nesse Queen Zenobia, o que achei bem interessante e único para o game. Você controla três grupos de Personagens, em três partes diferentes da mesma história: as duplas Jill Valentine e Parker; Chris e Jessica; e Quint Cetcham e Keith Lumley. Ambos tem sua importância na História, o que não devo me aprofundar aqui. Só sei que rumos da história mudam surpreendentemente.



Entre as novas mecânicas no jogo, temos um aparelho especial que escaneia DNA dos monstros e também encontra itens especiais no cenário, o que é de grande ajuda. A maioria dos monstros derrotados oferecem uma porcentagem, e você ganha 1 erva verde após chegar em 100% no scanner. Sobre os monstros, vemos muitos novos aqui, mas também clássicos como os Hunters. Cada Personagem pode carregar apenas três armas, mas eles podem modificar suas armas ou equipar outras novas (sempre com limite de três armas carregadas) ao encontrar baús especiais (de forma semelhante ao Resident Evil 1) para fazer as trocas.

Além de todas essas mudanças, o sistema de combate é um pouco mais frenético, com os monstros muito mais ágeis e difíceis de abater. No começo, você pode conseguir alguma dificuldade ao lidar com isso, mas depois de um tempo aprende a jogar. Não temos aqui o Quick Time Event, que são eventos especiais que começou no episódio 4 da Série RE, e também você pode esquivar os ataques dos monstros e chefes apertando para frente.



Dá para jogar Resident Evil - Revelations online?!

Não (e sim!). Vou explicar.

A campanha original do jogo você só joga sozinho, e isso é um porre! A inteligência artificial dos seus parceiros é MUITO fraca: eles praticamente não te ajudam a derrotar os monstros, dando tiros no vazio. Outrora, em alguns momentos você também deverá passar algumas partes sozinho. Então, saiba: ainda que tenhas um parceiro (a máquina) te ajudando, é a mesma coisa que nada! A única coisa que você pode aproveitar deles, é equipar suas armas, usando os baús.

Agora, a única forma de jogar Resident Evil - Revelations online em cooperativo é no chamado Modo Raide, que possui diversas fases pro jogador passar. Em um sistema parecido com evoluções de RPG, você ganha EXP (pontos de experiência) a cada desafio concluído, o que faz você avançar alguns níveis. Aqui os inimigos lhe dão pontos ao serem derrotados, bem como atirar em alguns símbolos para poder ganhar outros pontos. Como nos RE mais recentes, esses pontos podem ser usados para a compra de melhoria de armas e armas, mas APENAS para o Modo Raide.

Jogando no Modo Raide...

Só para lembrar: a única forma de jogar Resident Evil - Revelations de modo online cooperativo é usando o Modo Raide. Não se esqueça!

É verdade que Resident Evil - Revelations é o melhor RE já feito?!

Fiquei sabendo que muitas pessoas (ou apenas pessoas!) comentarem que este seria o melhor, ou na pior das hipóteses, um dos melhores jogos da franquia. Discordo totalmente. A história é legal, o jogo é maneiro (parece uma série de TV, mostrando a prévia de cada episódio antes do jogador jogar, isso achei muito legal) mas ele está DE LONGE como melhor jogo da franquia.

Além da falta do modo coop-multiplayer na campanha, o jogo não permite a evolução dos Personagens (na campanha original), como vemos em outros jogos mais recentes da série. Isto é, os monstros não lhe oferecem pontos para evoluir armas, comprar novos equipamentos, e coisas desse tipo. 

Acho que eles tentaram resgatar parte da série original (Resident Evil 1 ao 3) com elementos da nova geração (4 ao 6). Alguns chefes são muito escrotos, ou em algumas partes que você precisa economizar bastante balas, mas não é nada excepcional. Por mais que o jogo seja ótimo, na minha visão, ele é BEM MAIS FÁCIL de fechar do que outros recentes da franquia que resenhamos aqui no blog (veja nossa resenha completa de games aqui). Um ponto positivo é que o jogo é TOTALMENTE explicativo, longe de puzzles complicados e te mostra sempre onde pode ir: muito dificilmente ficarás perdido ao jogá-lo. Outro grande atrativo é que o jogo está traduzido 100% para português, em tradução oficial da CAPCOM. Isso ajuda muito.

Só achei o último chefe um pouco escroto, mas nada tão difícil assim. Tradicionalmente, você pode zerar o jogo em novas dificuldades.

Resident Evil - Revelations está custando R$59,99 na Steam

segunda-feira, 6 de julho de 2020

The King of Fighters XIII Steam Edition

julho 06, 2020
Foto: Reprodução Steam
Aqui no blog já resenhamos sobre o KOF 2002 UM, e também sobre o KOF 98 UE. Desta vez, vamos falar sobre outra versão de KOF bem conhecida pelos jogadores: o atípico KOF 13. Originalmente lançado para PCs e videogames (e não nos arcades como seus antecessores), esse jogo reformulou a franquia, mudando sua jogabilidade e até mesmo os traços.

Em KOF13 temos o fim do arco da história de Ash. Porém, nesse jogo vamos fazer a resenha do jogo em si, e não sobre a história do mesmo. Para quem joga KOF há mais de 18 anos, minhas impressões sobre o jogo são boas: os combos são mais fáceis de serem executados, o jogo é muito mais fluído, não precisando de "precisão cirúrgica" como em outros KOFs, para os combos pegarem certinho. Além disso, o jogo utiliza além das barras especiais uma barra verde, dividida em duas camadas, que podem ser usadas para cancelar um golpe em andamento (nos KOFs antigos eram gastos barras de especiais para isso) e também para "estourar" o personagem, quando ambas as barras estiverem cheias.

Foto: Reprodução
Como em todos os outros jogos da franquia, em KOF13 temos combos para iniciantes, intermediários e experts. Mesmo que você nunca jogou, há um tutorial de ensinando como começar. Além disso, o próprio jogo te ensina os combos dos personagens, através das missões. O único defeito do jogo em si é o seu modo online, que pode travar (deixar seu controle pesado) em partidas online. Além disso, o esquema de rankeado é uma porcaria, mas pelo menos tanto no rankeado como em partidas normais, há uma ficha com suas vitórias e suas derrotas. Outra coisa interessante no rankeado é que você pode ficar JOGANDO enquanto alguém aparece pra jogar com você. Em partidas normais online, você pode usar o pratique até alguém chamar você para um contra.

Apesar do traço cartunesco (vejam como ficaram Takuma, Terry, Ralf, Daimon e Clark) e suas mecânicas um pouco diferente do habitual, ainda acho KOF13 um dos melhores jogos da franquia. O jogo é muito caprichado, apesar que senti falta das provocações antes da luta: no modo arcade, aparece um texto, enquanto no online não há nenhuma alteração.

Compre na Steam (R$36,99 mas as vezes tem promoção para R$9,24)

domingo, 7 de junho de 2020

Jogue RPG de mesa também no PC com Knights of Pen and Paper +1 Edition

junho 07, 2020

Knights of Pen and Paper +1 Edition (Cavaleiros de Caneta e Papel) é um jogo de RPG no estilo pixel art que representa muito mais que personagens avançando de nível ao bater em monstros. Neste jogo, produzido por brasileiros, você assume o papel de um grupo tradicional de RPG de mesa, onde cada jogador vai entrando na aventura com um personagem, inspirado principalmente nas classes tradicionais de RPG, com suas próprias habilidades. Para quem joga RPG de mesa tradicional (principalmente D&D) o jogo é uma releitura do RPG em si, de forma bem divertida, o que trarão para esses jogadores ótima diversão através do computador.

O jogo foi lançado em 2013 pela Behold Studios, e pode ser adquirido na versão Padrão (a que estou resenhando) ou na Edição Deluxe, que acompanha a expansão Haunted Fall, trazendo novas quests, monstros e 1 classe nova. Ambas as versões possuem o mesmo sistema de jogo: você vai controlar os personagens dos jogadores que vão entrar na partida. Não é possível controlar o GM (Mestre) porque ele vai propor desafios, com as cenas dos monstros e NPCs aparecendo atrás dele. A única coisa que você pode fazer é trocar o GM, porque cada GM traz benefícios para o grupo.



Além disso, na sala onde você está jogando com seus amigos, tudo pode ser personalizado, o que geram efeitos diferentes no mundo de jogo. Há itens como dado viciado (que aumenta em +1 as rolagens para fuga ou não ter encontro aleatório). Cada personagem pode escolher apenas uma classe, e vai avançando a medida que ganha XP por quests e por matar monstros. Caso um Personagem morra, em uma quantia de Ouro ele é ressuscitado com 1 PV. Além disso, a medida que quests vão sendo realizadas, novas classes de Personagem vão surgindo, bem como novos jogadores que podem ir na mesa. A troca de jogadores pode fazer na taverna das cidades.



Existe também um mundo próprio onde os Personagens devem explorar, com cidades, florestas, navio, cavernas, com seus próprios monstros. Em alguns lugares há dungeons (masmorras) lotadas de monstros, armadilhas, tesouros, etc. A cada viagem executada, os jogadores do grupo perdem dinheiro. A forma de ganhar dinheiro (ouro) é matando monstros ou realizando quests, e isso  Knights of Pen and Paper +1 Edition tem de sobra!



Tipo assim, achei esse jogo um dos jogos mais originais sobre RPG que já lançaram no mercado, e orgulho saber que isso foi produzido aqui no Brasil. Quem é fã de RPG de mesa (principalmente D&D) esse jogo é indispensável. Além dos monstros, quests, há também jargões usados pelos próprios RPGistas no meio das mesas.

Matar monstros lhe dão itens (mágicos) que podem ser equipados (cada Personagem só pode ter até quatro itens mágicos). Não se pode equipar armas e armaduras, sendo que cada personagem pode aumentar a sua com ouro e um teste de Sorte, através do Ferreiro, que também aumenta de nível quando ganha XP por aumentar o poder das suas armas. Aumentar de nível com o Ferreiro (que é um NPC) faz ele ter poder de criar armas melhores.



Vale muito a pena jogar  Knights of Pen and Paper +1 Edition. Fiquei praticamente viciado nesse jogo. Se você viu por aqui essa resenha para conhecer melhor o jogo, peço que, por favor, curta nossa página no Facebook, e não deixe de visitar nosso site.

Compre o jogo pela GOG

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Volgarr The Viking: jogo apenas para os mais hardcores

janeiro 11, 2019

Sou bem suspeito para falar, afinal, tenho mais de 69 horas desse jogo realmente desafiador. E ele não é para todo mundo. Se você está na internet a procura de um jogo desafiador, principalmente se você for da velha guarda (na geração que não tinha medo de encarar Final Fight, Contra, Ghost N' Ghost e outros), é melhor logo você conhecer Volgarr, o Viking. 


Baseado na mitologia nórdica, você encara o protagonista que possui o nome do jogo. Não sei muito a respeito sobre sua história, mas pela cena inicial Odin aparece e o ressuscita. Assim, o jogador deverá passar por seis fases realmente difíceis. Cada fase é dividida em um único checkpoint, ou seja, tome cuidado! O número de vidas é infinito, sempre trazendo nosso guerreiro de volta ao início da fase ou em sua metade (caso consiga essa façanha). É lógico que existem vidas, mas essas eu falarei adiante.



O jogo foi baseado em velhos conhecidos dos anos 90, como o bárbaro Rastan (onde encontra-se um easter egg ainda na primeira fase, mostrando o herói dos jogos da Taito morto, como visto na imagem acima) e um sistema inspirado no Ghouls n Ghost (como do personagem perder sua armadura quando é atingido por um inimigo). Mas, diferente do clássico da Capcom, o personagem não perde só a armadura (na verdade, ele nem usa uma por ser um bárbaro). Eu seu lugar temos um escudo (que pode absorver dois projeteis antes de quebra); o escudo de Odin (que é mágico e pode absorver qualquer ataque a longa distância sem o risco de quebrá-lo); O elmo (que é mais uma proteção pro personagem) e a espada mágica (uma espada de fogo que só aparece quando você está com o elmo e com o escudo de Odin).


Além disso, possui todos os equipamentos permite ao jogador colher tesouros (que são a pontuação deste jogo) e caso consiga passar boa parte das fases você pegará o que eu chamou de espírito de Odin, que são as vidas deste jogo. Como assim? Você não disse que o game tem vidas infinitas - sempre voltando ao checkpoint ou no início da fase? Sim, disse. Mas em Volggar, você tem dois caminhos. O normal, encontra-se as seis fases - sendo que a primeira nunca muda. A partir do segundo estágio, o jogador pode continuar com os próximos mapas ou simplesmente usar os espíritos de Odin que colheu, enfrentando o caminho das Valkyrias.


O caminho das Valkyrias são versões ainda mais difíceis das fases normais, mas apresentam os mesmos chefões. Recomendados apenas depois que o jogador superou os estágios comuns do game.Caso o cidadão seja ninja e supere os níveis normais e aprenda a enfrentar o caminho das Valkyrias (que se suas vidas se esgotarem, você será levado pela fase "normal" daquele mundo) se for bom o suficiente e conseguir chegar até o castelo final, notará uma fase bem menor e menos desafiante como o castelo das fases comuns (você vai entender já já)


O chefão é o mesmo, mas vencê-lo no caminhos das Valkyrias não será o fim do jogo. Você até pode, mas ficará perplexo ao descobrir que o game apresenta uma sétima fase - destinada aos melhores. Essa fase é realmente desafiadora e eu custei a aprendê-la a passar (principalmente quando suas vidas se esgotarem, você terá o final do jogo!). O game apresenta 3 finais: o mais fraco, quando o player supera os seis níveis normais e vence o jogo; o médio: quando o jogador consegue passar as fases hardcores no caminho das Valkyrias mas morre no mundo secreto e por fim, o final verdadeiro: aquele que o game te chama de super jogador. O mestre é um dragão mil vezes maior do que aquele que você enfrenta.


O personagem pode saltar, abaixar, rolar, atacar com espada, atacar com a espada saltando, defender com o escudo e também utilizar lanças. Ao apertar o S, você dispara uma lança que perfura o inimigo e alcança a parede, permitindo ser usada como plataforma. É um recurso que você será obrigado a utilizar constantemente. Se você estiver equipado com o escudo de Odin, pode segurá-lo por um tempo arremessando com toda força que empalará todos os inimigos a frente que vão ser prensados na parede.

Você pode comprá-lo na steam a partir desse link:

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