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quarta-feira, 2 de julho de 2025

Análise sincera de RATUZ, jogo brasileiro

julho 02, 2025

Eu descobri esse jogo por causa de um vídeo. O vídeo resume basicamente toda essa resenha, mas foi por ele que eu comprei esse jogo. Confiram.


A história do jogo é bem interessante, e ele tem uma mecânica parecida com o clássico Prince of Persia, onde o Personagem deve pular, saltar e apertar botões para abrir portas. Subitamente, você controla uma espécie de prisioneiro, de algum experimento. Basicamente você deve encontrar uma forma de fugir, mas um dos prisioneiros se tornou uma espécie de rato monstro gigante que quer matar todo mundo, e você precisa fugir dele.

O jogo é uma espécie de Prince of Persia antigo como um Metroidvania (mas ele NÃO é um Metroidvania), e é um jogo de pura sobrevivência: você não consegue matar inimigos (a não ser soldados, pelas costas), e deve encontrar formas de fugir de situações. O jogo tem uma história, com alguns NPCs com diálogos, e suas escolhas determinam o final do jogo. Ao que parece, o jogo tem nada mais nada menos que oito finais diferentes.


Porém, o jogo é MUITO curto! Jogando do zero, sem saber de nada (assim que comprei o jogo), demorei quase três horas para zerar, e achei isso decepcionante. Claro que temos os finais alternativos, mas mesmo assim você percebe que o jogo é curto, e frustrante.

Bem, se você quiser comprar o jogo, ele custa R$20,49 na Steam, mas vale mais a pena você comprar por alguma promoção recorrente por lá.

Ratuz (R$20,49 na Steam)

terça-feira, 18 de junho de 2024

Análise de Mariachis And Dwarfs (celular)

junho 18, 2024

Mariachis And Dwarfs é um jogo de celular brasileiro, publicado pela produtora DrakkarTi, que já produziu alguns aplicativos bem interessantes, como um rolador de dados virtuais, o que ajuda bastante numa mesa de RPG.

Nesse jogo você joga com uma comunidade de Anões (os clássicos anões de RPG), que trabalham numa mina subterrânea. É um jogo de gerenciamento de recursos! 

Cada Anão ali tem uma função específica, onde você precisa ficar ligado para que ele faça o trabalho certinho. Por exemplo, existe um Anão que recolhe os recursos da mina e sobe num elevador com eles, enquanto outros pegam esse recurso e levam para o estoque, enquanto outros recolhem próprios o recurso. Quanto mais recurso você vai coletando, mais dinheiro você ganha. Esse dinheiro servirá para upgrades. Assim como num RPG você avança de Nível quando conquista uma quantidade de XP, aqui acontece o mesmo. Mais níveis aumentam o poder do serviço do Anão, podendo recolher mais recursos de uma vez, etc.



Você ainda pode gastar dinheiro para ter uma vantagem, ou pode jogar normalmente, com o dinheiro que conquista jogando normalmente. A mágica acontece quando sua comunidade de Anões está bem maior. Existe uma variedade de tipos de Anões diferentes, cada um com sua função, o que deixa o jogo bem estratégico. O visual do jogo também é bem agradável, e eu te garanto que ele vai te prender por horas, porque a medida que você vai jogando, vendo sua comunidade de Anões aumentando (você compra novos anões com dinheiro dos recursos que você recolheu), você vai se animando ainda mais ao jogar.




Embora o conceito pareça simples, há muita coisa que você pode fazer aqui, como a conquista do Reino. Além disso, os desenvolvedores do jogo estão trazendo novidades e novos recursos regularmente, o que aumenta suas opções de gameplay. O jogo também é leve e acredito que rodará no seu celular sem problemas. Embora possa ter anúncios, eles quase não aparecem, como nos outros jogos de celular que você já deve ter experimentado. Aqui sua experiência de jogo vale muito a pena.

Mariachis And Dwarfs é totalmente gratuito. Por enquanto, ele só existe no celular. Será que um dia teremos uma versão em PC?! Se isso acontecer, vamos falar por aqui.

terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Análise sincera de KALINUR, metroidvania brasileiro

janeiro 17, 2023

KALINUR é um jogo metroidvania de fantasia medieval brasileiro, criado por Ronan Santos, e distribuído na Steam pela distribuídora/produtora Pixel and Pixel.

O jogo se baseia inteiramente em um castelo, com gráficos pixelados totalmente minimalistas, embora isso não signifique que não exista capricho no visual do jogo. Tanto o gráfico minimalista do game, bem como sua música, parece que o jogo foi um game criado no antigo videogame Master System.

Você basicamente controla um guerreiro com uma espada gigante dentro de um castelo. No começo, as coisas podem parecer confusas, mas a medida que você derrota o primeiro chefe, recebe um MAPA com todas as salas do jogo. Diferente de outros Metroidvanias, aqui não existe salas secretas. Você também não ganha XP por derrotar os monstros, mas eles podem soltar moedas, que são usadas basicamente para dois upgrades: + Pontos de Vida e + Pontos de Ataque. Você tem a opção de compra de upgrade em OFERTA, na hora de salvar o jogo.



Além das moedas que os monstros soltam ao serem derrotados, você também pode achar moedas gigantes de mesmo tipo, em determinadas partes do castelo.

Um pequeno spoiler, mas vai lá...

Quando joguei KALINUR pela primeira vez, derrotei o terceiro chefe e zerei o jogo. Ainda pensei que o jogo era curto (acho que foi 2h ou menos que zerei), mas o jogo tem dois finais. O primeiro final você derrota o rei (transformado em monstro). No segundo final, você arruma um pingente mágico que transforma o monstro em rei novamente. No segundo final, você luta contra o mago maligno que está controlando o castelo, ou seja, o próprio KALINUR.

Minhas impressões sobre o jogo?!

Ele é BEM GOSTOSO de jogar, embora seja razoavelmente curto (demorei cerca de 3,4 horas para chegar no fim dele). Só achei que a maioria dos chefes são MUITO FÁCEIS. O próprio mago KALINUR derrotei de primeira.



Bem, KALINUR está sendo vendido na Steam por R$4,49 mas esse preço pode diminuir com promoções recorrentes na Steam. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos!

KALINUR (na Steam, por R$4,49)


quinta-feira, 24 de novembro de 2022

O incrível metroidvania brasileiro, Metamorfose S

novembro 24, 2022


Metamorfose S é um jogo metroidvania brasileiro, criado por André Monteiro, e publicado na Steam pela SA Industry.

Na história do jogo você controla uma espécie de androide chamado Sebastian, que tem como missão destruir outras criaturas do mesmo tipo, todos criados por um tal de doutor Gerry. O jogo basicamente tem um visual meio estranho, com personagens desenhados no paint. No entanto, os gráficos do jogo (texturas, ambientes, etc) são até bem bonitos.

O jogo parece ter sido inspirado no clássico Castlevania - Sinfonia da Noite. Por aqui, você mata monstros para ganhar experiência (e avançar de nível) e também para farmar itens. Esses itens são usados para a fabricação de armas, armaduras, colares e no equipamento do personagem. Existe uma lista de evolução de espadas, mas você não precisa chegar na última para zerar o jogo.

Ele é bom, mas não é perfeito...

Embora o jogo seja bom (e ele é!), isso não significa que ele não tenha problemas. Listarei alguns abaixo:

* O jogo NÃO EXPLICA como usar as habilidades que ganha com o Personagem. Você é obrigado a desvendar isso sozinho.

* Ao matar um chefe, você não recupera HP e as vezes precisa VOLTAR POR UM LONGO CAMINHO EXTENSO e morrer, e aí enfrentar o chefe de novo.

* Gasta se muito MP para utilização das habilidades/magias, e quando você pega os itens de recuperar MP, eles só dão 5 de MP.

Outra coisa que eu achei também é que alguns chefes são FÁCEIS DEMAIS. O "último chefe" venci facilmente.




No mais, Metamorfose S é um baita de um jogo. A questão de criação de itens, bem como todo o ambiente gerado, deixou o jogo com seu próprio estilo. Demorei cerca de 12 horas para chegar no fim dele. 

O youtuber Gemaplys chegou a fazer um vídeo sobre este jogo. Confira abaixo:


Metamorfose S está na Steam por um preço bem camarada. Compre agora, ou deixe na sua lista de desejos.

Metamorfose S (R$10,89).

sexta-feira, 20 de maio de 2022

O Castelo Rá Tim Bum do Master System

maio 20, 2022

Quando era criança, Castelo Ra Tim Bum era uma série muito conhecida aqui no Brasil, que a gente, inclusive, gostava muito e não perdia. Em 1997, a Tectoy (a mesma que produziu Street Fighter) também apostou na produção de um jogo de plataforma da franquia.

Me lembro como se fosse hoje: quando fui comprar uns cartuchos pro Master System com meu pai (me lembro de ter comprado Ecco: the tides of time e James Pond 2 Codiname Robocod), vi numa loja vendendo essa fita do castelo Rá tim Bum por R$45 na época. Vale lembrar que o salário mínimo na época era de pelo menos R$120. Ou seja, a fita custava quase meio salário mínimo.

Fiquei com curiosidade de saber sobre esse jogo, o que descobri depois (em live).

Ele é um jogo bom?! Valeu realmente a fortuna que era vendido na época?!

Eu digo para vocês: NÃO!!!

Para maiores detalhes, veja meu primeiro gameplay desse jogo, onde acho que vocês terão uma noção da experiência de jogo desse cartucho. Além disso, também vou deixar um vídeo de um canal no Youtube de uma menina que fez o detonado dele.


Mas posso afirmar de antemão que:

1) O jogo tem uma física MUITO ruim.

2) Seus gráficos parecem que foram desenhados no Paint do Windows 95.

3)A história do jogo é fraca, assim como as fases que não possuem sequer sinalização.

Deixe seu comentário abaixo!

quinta-feira, 5 de maio de 2022

O divertido Dininho Space Adventure!

maio 05, 2022


Algum tempo atrás falamos sobre Dininho, um jogo de plataforma criado pelo streamer  Erick Coelho, que também trabalhou na produção do ótimo Jujubos Puzzle. Depois da produção de Dininho, Erick criou uma "continuação" chamada Dininho Space Adventure, lançado inicialmente para celulares.

Eu até cheguei a comprar a versão para celular, joguei um pouco e deixei de lado. Isso acontece porque não estou muito acostumado a mexer com touch do celular, e o jogo você precisa estar pressionado com o dedo na tela tanto para atirar como para se movimentar. Não me adaptei ao game, e deixei de lado. O game está sendo vendido na playstore da Google por um preço bem camarada.

Então conheci a versão Steam, esta que resenho para vocês!

Enquanto o jogo foi lançado originalmente para celulares em 2020, Erick Coelho fez um port para computadores em 2021, pela Steam. O jogo é mesmo que o original para celulares (tenho ambas as versões e posso confirmar). Claro que, por ser um jogo de PC, o cenário do jogo seria maior. No entanto, como foi um jogo criado originalmente para celular e convertido para computadores, existem duas barras laterais na versão de PC que limitam o seu espaço, e simulam uma tela para celular. Confira abaixo a diferença de ambas as versões:

Versão para celular - Playstore

Versão para PC - Steam


Da mesma forma que Jujubos, você tem uma série de fases que vão sendo desbloqueadas a medida que você vai passando os níveis. Existe um total de 33 fases, com três chefes, divididos em três mundos diferentes, com dezenas de inimigos.

No decorrer da sua aventura, você vai juntando moedas, que são usadas para comprar melhorias para a sua nave, desde a melhora do chassi da mesma (o que aumenta seu dano e aumenta seus pontos de vida), passando pelo número de fadas (naves pequenas que te ajudam) e velocidade do ataque das suas fadas. O jogo também tem um contador de pontos e um sistema de estrelas, que é totalmente INÚTIL nesta versão. Fazer um determinado número de pontos (+ de 200) lhe oferece a 3 estrelas, o máximo dado por cada fase completada.


Durante as fases, você pode recolher outros powerups que compraria com moedas, como aumentar seu chassi, mais fadas, mais vida, etc, mas esses powerups só funcionam na fase que você encontrou e desaparecem quando você perde todas as vidas ou passa de fase. Sobre os controles, você usa tanto as teclas direcionais do teclado para se movimentar (quanto A, S, W, D) e o botão ESPAÇO para atirar, ou então pode jogar o jogo pelo mouse, como se estivesse jogando pelo celular. Seus controles são bem fluídos, por sinal.

Eu consegui zerar o jogo em 5h e não precisei pegar todos os powerups para conseguir matar o boss final (embora farei isso para platinar o jogo, claro). De todos os jogos lançados até agora pelo Dininho (Erick Coelho), achei esse o mais fácil, embora não fosse tão fácil assim  zerar este game.


O jogo é divertido e agradável, e o fator de conseguir as moedas para tentar ter todos os upgrades para as conquistas é algo a mais depois que se termina o game. Dininho Space Adventure está disponível na Steam por R$4,49. Compre agora ou coloque na sua lista de desejos!

Dininho Space Adventure (Steam R$4,99)

Editor deste blog faz lives ao vivo jogando games - https://www.twitch.tv/clodo_rei_da_negev

segunda-feira, 25 de abril de 2022

O divertido e original Jujubos Puzzle

abril 25, 2022

Algum tempo atrás cheguei a fazer uma resenha sobre Dininho Adventures, um jogo de plataforma criado pelo streamer Erick Coelho. Seja como for, depois do jogo de plataforma, o mesmo começou a criar outros jogos diferentes na Steam. Depois de Dininho Space Adventures, que é um jogo de shooter, o mesmo trouxe (até aqui seu último jogo na data que escrevo isto) o interessante Jujubos Puzzle.

Eu já tinha visto o vídeo de apresentação do game (veja abaixo para maiores detalhes), e acabei depois comprando o jogo em alguma promoção da Steam (foi baratinho, deve ter custado pouco mais de R$2), e gostei muito do resultado do game.


Basicamente, você deve colocar ferramentas no caminho das jujubas para que elas possam chegar na saída. Existem quatro tipos de ferramentas: a pá (para cavar), a picadeira (para quebrar paredes), a escada (para subir blocos) e o guarda-chuva (para planar no ar). Ao usar a picadeira ou a pá, tenha em mente que blocos de terra são utilizados uma ferramenta, enquanto blocos de pedra são usados três.

O jogo vai forçar um pouco sua mente (como em Colofur Colore, mas aqui você vai pensar mais!) para que você possa encontrar os problemas e levar os Jujubos até a saída, que são os canos verdes. Além do mais, em muitas fases os próprios Jujubos estarão separados, e muitas vezes você vai ter que juntá-los ou uma parte do grupo deve abrir caminho para que a parte restante possa encontrar a saída. Sinceramente, talvez esse seja (na minha opinião) o melhor jogo do Dininho.

Você usa A e D do teclado para escolher as ferramentas que deve usar e aponta e clica com o mouse onde você achar necessário. Só achei mancada do desenvolvedor que ele poderia colocar também as teclas ←→ do teclado, algo que facilitaria muito. Talvez ele pode fazer isso em alguma atualização ou algo do tipo.


O jogo é muito, mas MUITO divertido. Passei até mesmo ontem jogando isso de madrugada. Ele tem 60 níveis e conquistas na Steam. Demorei mais de 7h para conseguir zerar o jogo. Mesmo assim, ele é tão divertido que posso até voltar a jogar novamente.

Para finalizar, o jogo ainda conta com um EDITOR DE LEVEIS! Isso quer dizer que você PODE CRIAR SUAS PRÓPRIAS FASES e mandar para seus amigos, que tem a cópia do jogo.

Editor de levels do Jujubos Puzzle

Um dos jogos mais divertidos e originais que conheci. Vale muito a pena ter em sua biblioteca Steam. Ele custa menos de R$5, mas pode ficar ainda mais barato com as promoções. Compre agora ou guarde na sua lista de desejos.

Jujubos Puzzle (R$4,49)

Editor deste blog faz lives ao vivo jogando games - https://www.twitch.tv/clodo_rei_da_negev

terça-feira, 15 de março de 2022

O escroto e MAL FEITO Gemini...

março 15, 2022


A gente tenta aqui comprar diversos jogos de desenvolvedores brasileiros, mas não adianta... sempre tem alguns que decepcionam a gente! Gemini não foge a regra!

Criado pelo mesmo autor de Colorful Colore, Gemini é um jogo repetitivo, onde você precisa defender um cristal de ataques dos inimigos, que geram moedas e novas armas. No entanto, o jogo parece que foi feito para ATRASAR o máximo o jogador para que o mesmo não termine o jogo rápido, já que o mesmo tem MUITAS poucas fases.

Mas o pior de tudo é que, no fim de cada estágio, tem um chefe. Nas fases de chefes, você PRIMEIRO PRECISA enfrentar todos os inimigos para depois enfrentar o chefe, que aqui é o grande problema. Eles TEM MUITOS PONTOS DE VIDA e dão MUITO DANO. Ou seja, tu vai ter que morrer MUITAS vezes para conseguir saber os "macetes" do chefe.

Você bate e bate no chefe, depois de matar cem inimigos, e ele não morre, mas duas ou três patadas dele deixam seu HP baleado. Outra coisa escrota nesse jogo é que, se você morrer nos chefes, você PRECISA JOGAR A FASE DESDE O COMEÇO. Não custaria um checkpoint?!

Tava jogando de boas o jogo para fazer a análise e custei muito a passar uma FASE INTEIRA e depois chegar no chefe. Quando finalmente matei o desgraçado, o autor desse jogo teve a brilhante ideia de colocar UM SEGUNDO ESTÁGIO no chefe, com a qual terei que jogar tudo de novo!

E vou te falar: o jogo é tão escroto nos chefes, que nem poção ou algo para curar te dão. Parece que esses caras criam um jogo para ter TESÃO de saber que só uma "elite" consegue zerar, ao invés de tentar criar um jogo divertido, algo que isso não é.

Vendo as conquistas globais do jogo, apenas 3% chegaram no último estágio. Para você ver como esse jogo é escroto.

Jogar o cacete! Não ponho mais a mão nisso...

O objetivo do GEMINI é simplesmente atrasar o jogador para que não termine o jogo rápido. O jogo já não tem muita coisa para fazer, onde você precisa proteger a gema e nada mais que isso.

Infelizmente, muitos desenvolvedores brasileiros tem a MANIA de colocar jogos difíceis de propósito (nem sei porque). Embora Gemini não seja difícil, ele é ESCROTO!!! ES-CRO-TO! 

Se quiser comprar isso, nem coloco o link disso aqui.

O jogo mais escroto que já vi na minha vida, ou faz parte da lista.

terça-feira, 8 de março de 2022

Análise de Tower of 100 Floors

março 08, 2022

"Tower of 100 Floors" é um jogo de exploração de masmorras do Youtuber Gemaplys (abaixo veja o vídeo do mesmo falando sobre esse vídeo), que também é autor de Super Chiken Jump. O jogo foi produzido no Game Maker Studio 2 e fez parte do pacote de jogos Spooky Station.

O objetivo do jogo é simples: subir uma torre de 100 andares, enfrentando inimigos e armadilhas. No meio do caminho, você também encontra chefes diversos, e power-ups, que podem ser dropados pelos monstros, ou comprados por moedas, que podem ser dropadas dos monstros ou em baús. O jogo também conta com uma boa seleção de armas, onde você pode deixá-las mais fortes pegando armas do mesmo tipo, o que aumenta o dano nos inimigos, como também economiza menos balas.


Como foi um jogo produzido em apenas um único mês, é bem possível encontrar alguns bugs. Em alguns momentos, minha jogatina foi interrompida por causa de algum bug que fazia o jogo ("crashar") fechar, entre outros detalhes. Achei legal a idéia por trás de "Tower of 100 Floors", só achei que em algumas fases, o autor trollou o jogo. No fim do jogo há um buraco muito difícil de pular. Os chefes também tem MUITOS pontos de vida, mas não posso reclamar muito de um jogo desenvolvido em apenas um único mês.

Para quem quiser saber mais, assista o vídeo abaixo.



Detalhe importante: "Tower of 100 Floors" não é um produto único. Para ter acesso a ele, você precisará comprar o jogo Spooky Station, que é uma coletânea de diversos jogos brasileiros, feito com temática para horror/dia das bruxas. Ele custa R$9,99, mas pode diminuir o preço com promoções. Compre agora, ou deixe na sua lista de desejos.

Tower of 100 Floors (coletânea Spooky Station), por R$9,99 na Steam

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

O clássico indie Saint Seiya - Asgard Chapter

fevereiro 14, 2022
Foto: Reprodução

Eu acho que não disse isso para vocês, mas Cavaleiros do Zodíaco é um dos melhores animes para mim, e uma das obras que marcou não apenas a minha infância, como também minha própria história. Algum tempo atrás já tinha falado do meu primeiro PC (um Pentium 75). Um dos primeiros jogos que eu tive acesso a ele foi um jogo produzido no RPG Maker 2000, sobre Cavaleiros do Zodíaco.

Eu gostaria de falar aqui sobre Saint Seiya - Asgard Chapter, um jogo de RPG ambientado na Saga de Hilda nos Cavaleiros do Zodíaco. Se não estou enganado, o jogo acabou não apenas sendo distribuído na internet, como também foi lançado gratuitamente em diversas coletâneas de CDs de informática, que vinham de brinde em revistas do gênero nas bancas.

Como um jogo indie feito no RPGMaker 2000 (a versão de Don Miguel, já que ainda não havia uma versão original do programa disponível ainda no Brasil), esse jogo foi criado por um cara chamado Lord-Dracon (entre 2000 e 2003), usando os recursos que tinha na época. Apesar do charset (sprite) do Seiya está lá (muito parecendo o charset do Saint Seiya Paradise, de Gameboy), há diversos charsets e monstros do próprio RPGMaker 2000.



Um pouco sobre Saint Seiya - Asgard Chapter

Como um RPG, você vai fazendo quests, enfrentando monstros para poder avançar de nível, e ganhar novos poderes. A história é toda ambientada no mundo de Asgard de Cavaleiros do Zodíaco, tendo os Guerreiros Deuses como chefes, até enfrentar Hilda.  

Como um jogo indie, o mesmo usava elementos de jogos comerciais, como charsets e músicas de Phantasy Star - Master System, entre outros jogos clássicos antigos. Como um jogo que foi criado em 2000, ele roda praticamente em qualquer computador. 

Requisitos mínimos do sistema:
Pentium 166 MHz ou melhor (quer dizer, qualquer computador fabricado depois de 1998)
32 MB RAM
Placa de vídeo Super VGA com 16-bit color
10 MB de espaço livre no HD
Windows 98 SE ou superior (também funciona no XP/Vista/7/8/8.1)*
DirectX End-User Runtime
Algum navegador para visualizar o manual do jogo

Ele ainda roda em computadores atuais?!

Tentei rodar a versão clássica (feito no RPGMaker 2000 do Don Miguel) e também uma versão remake, criada por outros fãs, e ambas não abriram. Por muitos motivos, não deixarei aqui os links para downloads, especialmente porque ambos os jogos sequer abrem em PCs novos.

Foto do remake do jogo - chamado de Saint Seiya Asgard Chapter 3.0 - Reprodução

Só gostaria de deixar registrado aqui um dos jogos indie mais famosos no início dos anos 2000. Quem tinha um PC naquela, com toda certeza já experimentou ou zerou este game.

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

O lendário jogo brasileiro Outlive, que não deve ser esquecido...

fevereiro 03, 2022
Foto: Reprodução

Existem jogos lendários que não podem ser esquecidos pelo público! Um desses casos é Outlive, um dos primeiros jogos brasileiros a serem produzidos por aqui. O jogo foi idealizado em 1997, por Rafael Dolzan, Daniel Dolzan, Henry Baggio, Alexandre Vrubel e Rodrigo Dal'Asta, que recentemente tinham concluído o curso de Ciências da Computação da Universidade Federal do Paraná.

Juntos, amigos que estavam juntos desde a faculdade, criaram a Continuum Entertainment, talvez a primeira empresa brasileira para criação de jogos de computador. Em 2001, eles criaram uma obra-prima conhecida como Outlive, que é um jogo de estratégia futurista (como Starcraft), com uma qualidade tão grande que seria até MELHOR que muitos jogos lá fora. Outlive é um jogo de estratégia futurista, com idéias próprias. Nem sei porque o jogo não é vendido pela Steam.

Continuum Entertainment, a primeira empresa brasileira de jogos de PC


Jogo é bom, mas faltou melhor sorte...

Por mais que o jogo seja bom (e é mesmo!, joguei ele muito aqui em casa, pelo menos a versão demo), ele foi um fracasso de vendas nos EUA e Europa, onde o jogo brasileiro tentava seu espaço. Foram um total de 40 mil cópias vendidas, sem uma nova tiragem.

Acho que o problema todo foi "competir" com Starcfrat, da gigante Blizzard. Mesmo assim, a Continuum Entertainment continuou criando outros jogos, até encerrar suas atividades no dia 10/09/2009. Eles ainda tem um site oficial, que não é atualizado desde 2011. Ao que parece, depois do pioneirismo de tentar criar jogos brasileiros de qualidade, o pessoal da equipe da empresa trabalha com outras coisas.



Existe uma DEMO para jogar na internet...

Como é para PCs 32Bits, eu não consegui rodar essa demo. Na internet existem diversos sites que disponibilizam uma demo do jogo para jogar. Acho que não joguei o jogo original (só a Demo), mas gastei MUITAS HORAS me divertindo com esse jogo, que é uma guerra entre humanos x robôs (Matrix?!).

Infelizmente não vou dar maiores detalhes sobre esse jogo, porque não consegui rodar a demo dele aqui no PC, mas existem muitos vídeos. Como jogador posso lhe garantir que o jogo é MUITO BOM. Meu grande apelo aqui é que o pessoal que trabalhou na Continuum Entertainment possa refazer uma versão para PCs novos, e lançar o jogo na Steam ou na GOG.

Acho que é um clássico que não deve ser esquecido...

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

O Street Fighter Brasileiro...

fevereiro 02, 2022
Foto: Reprodução

Uma coisa é certa: Street Fighter II é um dos maiores jogos de todos os tempos, sendo um jogo que revolucionou (e revoluciona até os dias atuais) os jogos de luta. O sucesso dos fliperamas no fim dos anos 80 (e começo dos 90) fez o jogo ser portado para os videogames mais potentes da época, como MegaDrive e Super Nintendo, além de versões para outros videogames não tão conhecidos, como o 3DO.

Representante da SEGA no Brasil, a Tectoy não apenas vendeu consoles, cartuchos e acessórios por aqui, bem como fez a tradução para Português BR de Phantasy Star. Creio eu que este seria um dos primeiros (se não o primeiro) jogo traduzido para o português de maneira oficial por aqui.

Mas não parou por aí: além das vendas dos produtos, marketing para eles, a Tectoy também desenvolveu alguns jogos (em breve poderemos resenhar algum deles por aqui), mas acho o que chamou mais a atenção da própria Tectoy foi uma versão OFICIAL de Street Fighter II para o antigo Master System.

Master System e jogos de luta

Não era novidade que alguns jogos de sucesso fossem também portados para o Master System, como no caso de Mortal Kombat II. A Tectoy também chegou a criar uma péssima versão de Mortal Kombat 3 para o mesmo console.

Enquanto a versão de Mortal Kombat II (e outros portes) eram criados nos EUA e trazidos para aqui, não havia uma versão de SFII para o console, porque ele já tinha praticamente morrido quando a febre de Street Fighter atingia escala global. Assim sendo, a única maneira de fazer um port para o Master System era criar um jogo realmente do ZERO.




Segundo informações, a Tectoy chegou a negociar com a Capcom e produziu um protótipo do jogo, que seria mostrado aos executivos da empresa. No entanto, a grande sacada de mestre dos caras da Tectoy foi afirmar que o jogo era um port para o Mega Drive. Na reunião para os executivos da empresa verem o jogo, o Master System estava escondido, e tinham colocado controles de MegaDrive para dar a ilusão que o jogo estava sendo rodado no MegaDrive.

Inacreditavelmente, os caras da Capcom ainda chegaram a gostar um pouco do jogo. No entanto, a aprovação veio quando foram revelados depois que aquele jogo mostrado não era de um Mega Drive, e sim de um Master System. Isso animou os executivos da empresa pelo ótimo trabalho mostrado pela Tectoy, e com isso a empresa brasileira teve aval para lançar o jogo.

Como é o Street Fighter II de Master System?!

Joguei MUITO esse jogo quando criança!

Por conta do hardware do Master System, muitas mudanças foram feitas no jogo em relação ao original, mesmo sendo um "port".


A tela de lutadores é bem simples, trazendo apenas 8 Personagens: Ryu, Ken, Chunli, Guile, M. Bison, Sagat, Balrog e Blanka. Outra grande mudança no jogo é que, como o Master System tem apenas 2 botões (1 e 2), temos apenas o SOCO FORTE e CHUTE FORTE (no SF original tanto soco como chute tem uma versão FRACA, MÉDIA e FORTE!). O sistema de hadouken também é totalmente diferente do Street Fighter original: quase não dá para ver o hadouken na tela.

Obviamente também não existe aqui o Stun (Atordoar), quando um Personagem recebe muitos golpes em sequência.


O jogo também fala o nome dos lutadores quando são escolhidos. Passei bastante tardes jogando esse clássico do Master System que veio a luz graças a Tectoy. Título TOTALMENTE RARO pelos colecionadores de jogos, podendo custar quase R$2 mil um cartucho dele no Mercado Livre.

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Conheçam o simples e divertido I, Zombie

janeiro 19, 2022


I, Zombie é um jogo brasileiro, publicado na steam pela Asewome Game Studio (a mesma de Yet Another Zombie Defense HD). Diferente de outros jogos de zumbis no mercado, aqui você não controla um caçador de zumbis que precisa lutar pela sobrevivência, mas sim VOCÊ É o próprio Zumbi.

Como Zumbi, é notório que os humanos vão lhe atacar, mas você precisa acabar com eles primeiro! Um humano derrotado se transforma num zumbi e, quanto mais humanos você derrotar, maior será sua horda zumbi para derrotar os outros humanos restantes. Os controles são o mouse ou os direcionais do teclado. Para atacar seus inimigos, basta encostar neles. 

Menu de comando para controlar os zumbis

Já a horda de zumbis que você controla, você precisará clicar com o lado direito do mouse, onde aparecerá um menu (ou pode usar as teclas A, S, D) de comando: zumbis atacam, zumbis ficam parados ou zumbis seguem o jogador. O jogo tem um total de 30 níveis. Eu demorei cerca de 2h para completar todo o jogo.

O jogo, por mais simples que seja, exigirá um pouco de estratégia do jogador! Você não pode colocar a cara assim contra alguns humanos (armados) senão morre. Além disso, existe também fases que você só precisa fugir de humanos armados para matar apenas um cientista. O zumbi pode levar dano, mas ele recupera seu HP em alguns segundos, assim como a horda.



Passar as fases com poucas baixas oferecem mais estrelas. Essas estrelas não tem nenhum diferencial no jogo, a não ser conquistas Steam. Eu gostei desse jogo. I, Zombie está na Steam por um preço bem camarada. Compre agora ou coloque na sua lista de desejos.

I, Zombie na Steam (R$4,29)

sábado, 25 de dezembro de 2021

Análise de Super Chicken Jumper

dezembro 25, 2021
Foto: Reprodução

Super Chicken Jumper é um jogo de ação criado por um youtuber brasileiro conhecido como Gemaplys. Para mais detalhes do jogo, vou deixar um vídeo abaixo do mesmo explicando em detalhes.


Agora como a minha visão de jogador, Super Chicken Jumper é um jogo osso duro de zerar, mas não é nada impossível. Basicamente você pula sobre obstáculos, da mesma forma que o jogo do Google Chrome, mas aqui você pode bater nos monstros e destruir obstáculos. O jogo exige perfeição do jogador, já que o mesmo não pode ser atingido durante seu percurso. O jogo tem algumas mecânicas do meu primeiro jogo simples feito no GameMaker.

Aqui você precisa de duas coisas: sorte (para que o sistema da fase seja mais justo com você) e também talento, porque não é qualquer um que zera esse game. Embora o desafio seja difícil, você pode conseguir chegar no fim com muitas (digo MUITAS) tentativas. A cada chefe derrotado, você ganha novos itens que poderão ajudá-lo nas fases, lutando contra monstros e chefes. Além disso, o jogo também permite que você jogue com outros personagens além da galinha preta que você controla no jogo.


O visual é bem caprichado, e as músicas digo o mesmo. O jogo tem diversas fases, mas é curto. Eu demorei pelo menos 4h para zerar o game, além de MUITAS vidas perdidas. Além disso, o jogo também conta com um modo desafio. Se você procura um jogo só pra RELAXAR, então esqueça Super Chicken Jump, mas se quer um DESAFIO GAMER, o jogo está recomendado. Outra coisa: o jogo pode ser jogado também por duas pessoas (não online).



Super Chicken Jumper está na Steam por R$10,89 mas você pode comprar por mais barato com promoções. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

Super Chicken Jumper na Steam por R$10,89

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Spooky Chase, um dos PIORES JOGOS que já joguei na vida

novembro 18, 2021
Foto: Divulgação

Aqui no blog sempre resenhamos jogos indies brasileiros, como diversos outros jogos. No entanto, embora quisesse ajudar na divulgação (quem nem precisa de divulgação) de um jogo brasileiro chamado Spooky Chase. O jogo é até bonitinho, com gráficos em pixel art bem caprichados. No entanto, tive uma experiência bastante desagradável ao jogar esse game. Pra ter noção, nem tive paciência para vencer o boss final.

Seja como for, não entendo porque alguns desenvolvedores brasileiros querem criar jogos indies difíceis. Spooky Chase não foge a regra. O jogo é bem difícil não só pelo desafio em si, mas também pelos erros da máscara de colisão e movimentação que você encontra no jogo. Cada fase existem 10 bandeiras que precisam ser resgatadas, sendo que estas bandeiras são a chave para outras fases. Você não precisa recolher todas, mas recolhendo você pode pegar balões, que são fases especiais onde você upa upgrades, que não fazem tanta diferença assim no jogo.




Jogo TOTALMENTE DESINSTERANTE! Isto é, se você chegar numa fase e pegar 9 bandeiras e morrer, você é OBRIGADO jogar TUDO DE NOVO para poder (tentar) pegar a bandeira 10. Eles poderiam pelo menos fazer igual o Zuma's Revenges ao pegar cinco bandeiras, fazendo uma espécie de checkpoint. Não. Se você morre, é obrigado a VOLTAR TUDO DE NOVO. E para pegar os balões, tu tem que ser épico o bastante ainda para pegar o balão e a bandeira 10 no fim da fase.

Como se não bastasse o desafio desinteressante, o sistema de movimentação é de doer. O chão parece que é feito de gelo e seu personagem não consegue ficar ao menos parado, escorregando para um lado e para o outro. Esse fator também estraga TOTALMENTE a experiência do jogador. Fora isso, o sistema da máscara de colisão é ridículo: várias vezes você morre mesmo pulando em cima do inimigo. E para ferrar de vez, você ainda tem TEMPO para passar as fases!

Posso afirmar que este é um DOS PIORES JOGOS que já joguei na vida. A ideia era legal, e até poderia mudar se o dev do game pudesse fazer uma atualização que deixasse o jogo mais agradável. Eu não recomendo este jogo.

Spooky Chase na Steam (R$9,99)

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Zueirama 2077, a expansão de Zueirama

agosto 09, 2021

Aqui no blog já falamos sobre Zueirama, o jogo indie brasileiro muito zueiro. No último dia 6 de Agosto, o jogo recebeu uma expansão gratuita, denominada "Zueirama 2077", fazendo alusão ao Cyberpunk 2077, jogo ótimo que foi lançado alguns meses atrás.

Vale lembrar que você que tem uma cópia de Zueirama na Steam, não precisará gastar nenhum centavo a mais porque a expansão vai aparecer quando o jogo for atualizado no seu PC. Sobre o jogo em si, ele mantém as mesmas características do Zueirama original, contudo ele tem visual totalmente futurista. Isso acontece porque Zoinho é levado ao ano de 2077 para resolver alguns problemas por lá.

O meme do Caixão aparece aqui! HAHAHAHA Hilário!

Diferente dos coxinhas e mortadelas de Zueirama, aqui os inimigos são os pastéis. O jogo tem poucas fases de plataforma (acho que apenas 2), com poucos memefones e se baseando em fases de shooter e batalhas contra chefes, sendo o caneta azul, o peixe bola-gato e o Queixola, o neto do mestre de Zueirama, o Sádipo. A expansão, por sinal, é bem curtinha. Acho que o jogo tem um total de 8 fases, sendo três dessas lutas com chefes e mais duas de shooter, duas fases comuns e uma dentro do trem (que tem que escapar dos inimigos).

Parabéns ao pessoal do Zueirama, que brindou os compradores do jogo e também deu um atrativo maior para aqueles que ainda não possuem uma cópia original da obra. Zueirama 2077 faz parte de Zueirama e o jogo está na Steam por R$14,99 mas pode ter preço menores em promoções recorrentes. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

Zueirama 2077 + Zueirama original na Steam (R$14,99)

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Análise: o lindo e bem feito Blazing Chrome

agosto 02, 2021
Blazing Chrome é um jogo de ação/tiro publicado pela JoyMasher, produtora brasileira que também foi responsável pela criação dos jogos Oniken e Odallus, com a qual já resenhamos aqui no blog. Vivendo em um mundo pós-apocalíptico, você controla personagens que fazem parte de uma resistência contra aliens e robôs, com enredo semelhante ao da série Contra.

Quem jogou contra Hard Corps já sabe a referência que isso indica...


Aliás, Blazing Chrome é totalmente parecido com Contra - Hard Corps, que foi lançado para o MegaDrive. Além do jogo ser totalmente parecido (claro que foi uma singela homenagem a esse clássico do jogo lançado para os 16 bits da Sega), ele também é repleto de referências. Além disso, ele também propõe ser difícil. Como já zerei os dois, ainda acho que o Contra Hard Corps é muito mais difícil que Blazing Chrome.

Outra referência ao Contra Hard Corps


A diferença aqui é que Blazing Chrome também tem elementos de Metal Slug, onde você pode bater nos inimigos quando eles chegam perto de você (ao invés de atirar) como também você pode entrar em máquinas (robôs) para combater seus inimigos. O jogo é curto (tem apenas 5 fases), mas o fator replay existe aqui, tanto para aumentar a dificuldade e novos personagens como novas mecânicas (que são desbloqueados após zerar o game).

A alta qualidade do visual do jogo impressiona bastante...

E vou te falar: é um jogo MUITO bonito e bem feito. A ação (assim como Contra Hard Corps) é frenética aqui, com veículos explodindo, tiros rápidos e monstros vindo de tudo quanto é lugar. As artes do jogo são de admirar, pois mantém a alta qualidade do visual dos produtos JoyMasher. O jogo pode ser tanto utilizado no controle de Xbox quanto no teclado.

Ele custa R$32 na Steam, mas o preço baixa muito quanto tem as promoções. Guarde na sua lista de desejos ou tenha agora na sua coleção! Altamente recomendado!

Blazing Chrome na Steam (R$32 na Steam)

terça-feira, 20 de julho de 2021

Análise de Colorful Colore, o joguinho colorido

julho 20, 2021

Colorful Colore é um jogo indie brasileiro no formato de puzzle, até bem parecido com a proposta de Hepta Beats: você precisa chegar de um ponto ao outro para passar de fase. O diferencial de Colorful Colore é que você só pode bater em paredes que tenham a mesma cor do seu personagem. No decorrer da partida, você vai mudando de cores, e precisa escolher com sabedoria seu caminho.

Ao passar das fases, elas vão ficando mais complexas. O jogo não é muito difícil (é bem divertido) e vai fazer você queimar alguns neurônios, mas nada que lhe obrigue a usar os 10% do cérebro que você não usa. Em algumas fases há adicionais como tele-transportes e chaves, que você precisa pegar para abrir novos locais nas fases, abrindo caminhos.

O jogo tem cerca de 70 níveis (demorei quase 3h para finalizá-los) bem engenhosos por sinal. A maioria deles você vai morrer várias vezes até descobrir o que tem para fazer. A música do jogo, embora seja uma única música, é bem agradável e combina bem com o ambiente do game. Além disso, o jogo é sumariamente caprichado, com efeitos e tudo. Além de tudo, o jogo é bem baratinho. Ele está na Steam por R$3,49 e pode abaixar de preço mais ainda com as promoções.

Compre Colorful Colore na Steam

sábado, 8 de maio de 2021

Minha análise sobre Hepta Beats

maio 08, 2021

Hepta Beats ("batidas hepta") é um jogo indie de plataforma, lançado na Steam em 2021 por um brasileiro chamado Matheus Bigatão. Foi inclusive, sua primeira produção. Conheci esse jogo pelo autor, no grupo de desenvolvedores de jogos da NoneClass (ainda vou falar sobre esse curso). Ele é um pouco parecido com Ball laB, mas com uma proposta um pouco diferente.

Embora demorei pouco mais de 50 minutos para zerar o jogo, vou dar minhas impressões sobre o mesmo: o jogo é simples, original e muito divertido. Muito provavelmente o autor do jogo deve atualizar o game com novas fases, o que seria de grande valia. Neste jogo, você controla um polígono de sete lados e tem que passar por 9 fases (na versão que eu joguei recém-lançada tinha 9 fases), todas muito criativas.


O conceito do jogo são blocos de liga-desliga, ou seja, eles podem aparecer e desaparecer e, quando desaparecem, eles voltam a surgir em um curto período de tempo. O problema nisso tudo é que você tem grandes chances de cair num buraco quando a plataforma some ou morre quando fica preso dentro de uma plataforma que desapareceu e voltou a aparecer. Então o jogo basicamente se resume a sair de um ponto ao final de cada fase e entender o tempo certo de como pular ou agir naquele momento. Apesar do jogo ser puramente simples, a ideia criada por ele aqui foi única. 

Outro ponto interessante que achei no game é a questão dos checkpoints. Você morre e continua de um lugar muito perto de onde morreu. O jogo é bem caprichado. O desenho das fases também é bem trabalhado, e não é tão difícil a ponto de dar rage no jogador. Esse é aquele tipo de jogo que remonta games dos anos 80-90 no conceito de tentativa-erro: você vai morrer algumas vezes, mas vai aprendendo a passar de um progresso depois de algumas mortes. Não muitas. As fases também não são repetitivas, e o autor teve grande capricho ao tentar sempre inovar desafios novos em cada nível.

Embora o jogo seja uma maravilha (gostei mesmo de verdade), dois defeitos encontro aqui:

1) Poderia fazer o jogo para o Português PT-BR, já que o jogo foi feito por um brasileiro. Embora isso não seja necessário (já que o game é totalmente visual), é de suma importância para que as pessoas saibam o que diz no fim do jogo. Outra também para que as pessoas saibam que o jogo foi criado por um brasileiro.

2) Mais fases. O jogo é curto, mas tente fazer mais fases legais. Se o jogo tivesse pelo menos umas 30 fases eu ficaria feliz.

Quem quiser adquirir o jogo, ele está na Steam por um preço bem acessível e pode diminuir ainda mais com as promoções. Compre agora ou guarde na sua lista de desejos!

Hepta Beats está na Steam por R$6,49

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Rei dos Games


Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


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