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terça-feira, 4 de março de 2025

O incrível e desafiador Tormented Souls

março 04, 2025
Vi esse jogo numa promoção da GOG, uma plataforma de jogos como a Steam.

Torment Souls é um jogo de horror, totalmente inspirado em Resident Evil. Neste jogo, você controla uma moça chamada Caroline Walker, que recebe uma carta, e vai até uma mansão investigar o desaparecimento de duas meninas. Aqui, enredo muito parecido com o clássico Resident Evil 7.


Ela então se encontra dentro do banheiro, sem um olho. A partir daqui, Caroline começará sua jornada para sair da mansão, como também encontrar respostas. O jogo tem um visual muito bem parecido com Resident Evil, e também de fácil memória fotográfica. Embora o jogador possa conseguir mapas durante sua partida, muitas vezes ele já gravará os lugares de cabeça. A história do jogo é bem interessante, bem como todo clima de horror, embora só levei susto uma única vez, confesso.

No entanto, Tormented Souls é um jogo repleto de problemas. Por copiar demais Resident Evil, ele só vai agradar quem é fã dos jogos "clássicos" da franquia, que usam a câmera em pontos do mapa (não seguindo o jogador), e também fitas para salvar o progresso. Um dos grandes problemas de Tormented Souls são o BAIXO RECURSO que o jogador recebe no progresso. Os saves sempre estão longe, e você quase não recebe filmes para salvar.


Outro ponto muito desanimador são os puzzles do jogo. Mal explicados e detalhados demais, isso frusta o jogador. Perdi quantas vezes eu precisei ir no Youtube ver como passo de alguma quest, e isso não é legal. Fora isso, o chefe final você não tem PRATICAMENTE RECURSO para enfrentá-lo, a não ser que você jogue várias vezes, decorando o caminho, para poder passar.

Cheguei no fim do jogo sem RECURSO ALGUM praticamente, e fui obrigado a usar o cheat do jogo para conseguir zerar. No entanto, se esses erros forem consertados, teríamos um jogo perfeito. Demorei pelo menos 16 horas para zerar esse game!

Um aviso: se você não gosta do estilo "Resident Evil clássico", FIQUE LONGE de Tormented Souls, porque ele é "um jogo de nicho", e não vale a pena conhecê-lo se você não gosta desse tipo de game.

Torment Souls (GOG) R$37,99

Como ter munição infinita, god mode e outras trapaças em Tormented Souls

março 04, 2025
Caso você tenha poucos recursos em Tormented Souls, aqui vai o cheat code para você poder continuar no game. Antes de tudo, esse cheat só funciona em PCs.

Quando estiver no meio da partida, PAUSE o jogo (apertando ESC), para aparecer a seguinte tela:


Na tela de pause, digite zefcklzefckl

Você vai escutar um som de pássaro ou algo parecido para saber que o cheat foi bem aceito. Depois disso, esse cheat aparecerá em uma tela dentro do jogo, quando você apertar a tecla END (do teclado). Apertando END, você decide se vai aparecer ou desaparecer a tela de cheat.



Assim sendo, você pode fazer várias coisas, como ganhar munição, itens e também deixar no God Mode, entre outros. Qualquer dúvida, deixe nos comentários abaixo.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

Rise Eterna é bom, mas é curto!

dezembro 25, 2024

Rise Eterna foi um game que comprei na Gog tem uns dois anos. Tanto meu irmão, como eu, geralmente temos o costume de comprar vários jogos e deixá-los em nossas contas para jogar depois. O que me chamou a atenção nesse game, foi o visual anime e um RPG tático cujo é um estilo de jogo que não jogava a muito tempo.


Para quem gostaria de experimentar esse tipo de jogo, Rise Eterna é perfeito para você. Já que ele apresenta um sistema simples e intuitivo. Diferente de outros jogos do gênero, onde seus personagens ganham pontos de experiência a avançam de nível, aqui não existe tal mecânica. Aqui, cada personagem possui uma árvore de habilidades bem simples, que são preenchidas a cada missão bem-sucedida. 


O jogo comporta muitos heróis e heroínas bonitíssimas (uma mais linda do que a outra), com uma arte espetacular. Mas durante a campanha, você será obrigado a ter dois personagens fixos na sua equipe! Por ter vários heróis, você deve escolher aquele (ou aquela) em que mais lhe agrada, na qual, cada um tem suas vantagens únicas no campo de batalha.


Para quem nunca jogou jogos do gênero, vale um resumo: cada personagem tem sua vez de jogar (como num rpg de mesa). O jogador escolhe com qual personagem irá controlar primeiro, para após, ser a vez dos inimigos. Cada personagem anda em quadrados seu deslocamento e pode realizar um ataque. Alguns personagens, como um arqueiro, pode ter um alcance maior.


Os personagens não possuem magias especiais, apenas seus ataques básicos. Cujo o jogo mostra o mesmo atacando ou recebendo ataques inimigos em pixel art (comum em jogos do gênero). As missões possuem requisitos para serem concluídas, mas a maioria não obriga que o jogador elimine todos os adversários. Mesmo não tendo habilidades ou magias, cada herói tem um inventário próprio, podendo levar até seis itens. Esses itens, podem ser poções de cura, kunais (para causar sangramento), bombas de veneno, etc.


Durante o campo de batallha, além de atacar e usar itens, você pode abrir baús espalhados pelo cenário (alguns, exigindo chaves para serem abertos) e locais para craftar itens, como madeira, água, etc. Esse inovador sistema de craft, permite que o jogador crie itens. Porém, ao repetir as missões, apenas os baús são renovados.


Além das habilidades que o jogador escolhe para cada herói na medida em que ele realize missões, há gemas de atributos que podem ser encaixadas em cada herói. Elas são encontradas nos baús nas missões, que após concluídas, podem ser jogadas mais vezes - já que todos os baús são renovados! As gemas podem ser trocadas e removidas sem nenhuma dificuldade, podendo ser até trocadas de um herói para outro.



Apesar de o jogo estar em português e apresentar diversos heróis, por causa dessas mecânicas, entende-se que o game é curto - o que explica o seu preço. Ele apresenta uma história bem interessante e que me chamou atenção no final! Seu único problema, é que ele é curto em relação a outros jogos - não que seja ruim, afinal, como já dito, há uma boa arte e uma história bem divertida...


E recomendo!


A versão dessa análise é da loja da Gog, você pode comprar o game por R$38,00 a partir do link abaixo:


https://www.gog.com/en/game/rise_eterna

sábado, 13 de julho de 2024

Análise sincera de Ghosts 'n Goblins Resurrection

julho 13, 2024



Somos muito fã dessa franquia, que marcou muito a nossa infância e adolescência!

Pois bem, em 2021, a CAPCOM lançou um remake do jogo, chamado de Ghosts 'n Goblins Resurrection, que é um jogo totalmente novo, mostrando conceitos de todas as versões do jogo, tanto como Ghosts 'n Goblins como Ghouls'n Ghost.

O jogo possui o mesmo conceito dos jogo Ghosts 'n Goblins, que é conhecido pela sua dificuldade. O jogo é bem difícil e desafiador: existem partes que, ao pular um buraco por exemplo, um monstro aparece justamente para esbarrar em você, para que caia no buraco. Ele tem o mesmo estilo de pulo estranho, e também exige que você seja "mais cirúrgico" em suas ações.



Na história, o cavaleiro Arthur precisa enfrentar demônios para salvar a princesa. O jogo é muito bonito, por sinal, parecendo que foi desenhado a mão (mas nada se comparado a Cup Head ou GRIS). Parece que os personagens foram pintados a mão. O visual é bem bonito, por sinal.

Durante a partida, encontramos baús (que oferecem armas). Existem algumas dificuldades. No jogo "normal", você pode levar mais dano! A cada dano que o Personagem recebe, a armadura dele vai quebrando, perdendo alguns pedaços. Ao encontrarem estátuas de armaduras, existe uma chance de Arthur recuperar parte da armadura.

Existem algumas armas novas, como um arco, uma bola de espinhos, etc. Diferente de outros jogos, você não precisa zerar duas vezes para chegar no chefe final. Temos apenas cinco fases, mas todas únicas, e bem difíceis.  No entanto, por incrível que pareça, as fases são bem divertidas. Demorei cerca de quase 6h para finalizar esse jogo.

Ghosts 'n Goblins Resurrection é um jogo lindo e bem planejado. Quando você zera, pode aumentar a velocidade do jogo. Também para jogar com duas pessoas, mas eu não joguei esse modo de duas pessoas. Ele está na Steam por R$89,99 mas fica muito mais barato com promoções.

 Ghosts 'n Goblins Resurrection (Steam)

terça-feira, 9 de julho de 2024

Análise de Mortal Shell (o primeiro souls like que eu joguei)

julho 09, 2024

Eu adoro games "hardcore". Gosto de jogos que são desafiadores a ponto de subir a pressão e adicionar estresse. Já que lembra e muito, games antigos que jogava quando criança e adolescente - que diferente da "facilidade" de hoje, retiram e muito o fator de conquista que tinha-se antes. Aqui no blog eu já resenhei alguns jogos difíceis como Castle in Darkness e o Volgar The Viking - além de falar sobre como é empolgante jogar Doom 3 no modo Pesadelo. Porém, eu ainda não havia experimentado um souls like.


Jogos como Dark Souls e variantes chamaram-me a atenção. Não comprei Dark Souls porque eles aumentaram do nada, muito o preço do jogo (propositalmente). Assim, se tiver UMA PROMOÇÃO EM CONTA, aí eu compro o jogo. Enquanto isso, posso ir atrás de outros jogos no mesmo estilo. E um deles, ao procurar na loja estava com uma promoção muito em conta em um dia e o comprei: que você já sabe qual é pelo título da postagem.


Em Mortal Shell você é uma espécie de fantasma (espectro, sei lá) que assume corpos de alguns guerreiros que você encontra no caminho. Achei o início do jogo muito parecido com Blasphemous, mas logo entendi como os souls like trabalham. O jogo é um RPG, mas lembra muito games como Zelda. Só que com uma dificuldade bastante elevada. A diferença desse jogo com outros do gênero, é que você não cria personagens ou tem classes. Aqui o seu personagem (que é um "fantasma"), cujo precisa possuir um corpo de um guerreiro já morto e este, que se torna o personagem.

O corpo possuído pode ser evoluído (como em RPGs) ao gastar recursos que você ganha ao detonar os monstros no caminho (no caso, seria como as tais "souls"). Se você morrer, tem seu corpo verdadeiro sai do corpo possuído e ainda tem uma chance de voltar ao corpo em que estava... se receber dano em sua forma de espectro, você morre e volta para o checkpoint. Há quatro corpos no jogo, cada um conta-se como uma classe... o jogador poderá evoluí-los com pontos ganhos ao deter monstros e até trocá-los se achar melhor.


Os personagens (ou conchas) possuem maneiras diferentes de jogar. Aqui você precisa do fôlego para atacar ou se esquivar e é obrigatório que durante as batalhas, você precise racionar para poder se defender de um ataque. Uma novidade aqui é que o jogador pode fazer seu personagem virar pedra, recebendo o ataque diretamente e não tomando dano (essa tática é tão importante quanto a esquiva e acredito ser o diferencial desse jogo em comparação aos outros encontrados no mercado). Há um personagem que é mais resistente e tem bem menos fôlego. Enquanto há outro que possui bem menos vida, mais pode através do fôlego, realizar mais ataques... assim, o jogador pode decidir quem é mais interessante para sua gameplay. Particularmente, eu preferi o primeiro que comecei o jogo mesmo... para mim, era equilibrado o bastante.

Assim como bom RPG, você encontra itens de cura e outros. Inicialmente, o jogo te obriga a você utilizar mais vezes aquele item para você realmente entender como ele funciona. Também, temos apenas quatro armas no jogo, que assim como os corpos dos personagens que possuímos, são encontrados durante a exploração do cenário. Eu mesmo sendo amante de desafios, morri muitas vezes e como não tinha jogado, era um pouco frustrante no começo. Só que mesmo sem habilidades evoluídas ou itens, já tinha habilidade para vencer os monstros e isso me forçava a ir mais além. (Porque é um tipo de jogo que não é para todos, apenas para os que almejam desafios!)


Li algumas resenhas na Steam na página do game e grande ponto negativo que encontrei foi que o jogo é bastante curto (talvez em comparação a outros do gênero). Mas, mesmo sendo meu primeiro souls like, entendo que com toda a certeza, o mapa é muito curto. Sobre a história, eu praticamente não entendi nada... só queria saber de tentar prosseguir e quando não adiantava passar por uma região, eu tentava ir por outra e logo encontrava um item para melhorar tal arma e foi assim... me divertia enquanto "sofria". Se você acha que está preparado para o desafio ou quer conhecer um souls like sem precisar gastar uma fortuna com Dark Souls e variantes, Mortal Shell é uma boa para iniciar nesses jogos. Principalmente, porque ele costuma custar 5 reais em promoções.

Compre agora na Steam através do link abaixo (R$57,00):


https://store.steampowered.com/app/1110910/Mortal_Shell/

sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Análise de Alex Kidd in Miracle World DX, um remake de respeito

novembro 24, 2023

Alex Kidd in Miracle World DX é o remake do clássico Alex Kidd in Miracle World (Master System), um dos jogos que mais joguei quando criança. O jogo é muito mais do que uma repaginada com novos gráficos, e vou explicar em detalhes abaixo.

Em primeiro lugar, o jogo está 100% em português, e é muito lindo. Os gráficos seguem o padrão pixel art, mas muito bem trabalhados. Além disso, ao apertar o RT do controle, você ainda pode alternar o jogo para a versão do gráfico do Master System ou dos gráficos novos, algo semelhante já visto em outro jogo da SEGA, o Wonder Boy: The Dragon's Trap e algo também visto no Diablo II: Resurrected, ambos jogos também já resenhados aqui.

Mas não pense que Alex Kidd in Miracle World DX é apenas o mesmo jogo do Master System com gráficos bonitos. Nada disso! Algumas fases sofreram alterações severas, deixando algumas fases maiores e também temos mais fases novas no jogo. Para ter noção da coisa, é preciso pelo menos 50 minutos à 1 hora, ou talvez mais, para chegar da primeira fase ao chefe final. Há também uma mudança muito grande nos chefes, que ficaram um pouco mais difícil de enfrentar. Perdi muitas vidas e algumas horas até conseguir zerar o jogo. E conhecendo o Alex Kidd in Miracle World do Master System, demorei cerca de 6 à 7 horas para poder chegar no final.

Fase nova no jogo. Os gráficos são lindos demais

Além disso, o jogo tem alguns recursos bem interessantes. Além do recurso de troca de gráfico (entre o jogo e o visual do Master System), há também o save do seu progresso quando dá um game over. Acho isso desnecessário porque, na minha visão, é necessário de itens especiais (como a bengala e a caixa que deixa imortal por segundos) no castelo do chefe final. Ao pegar um jogo salvo depois de um game over, você simplesmente começa sem dinheiro e com 3 vidas.

Existem novas fases, que deixaram o jogo maior. Além disso, há também novos inimigos, como um dragão dourado, pequenos furacões, slimes, etc. Você também tem pessoas petrificadas no meio do caminho, e há também colecionáveis para serem buscados no meio das fases. Esses colecionáveis não aumentam em nada no jogo, mas é só uma coisa para você conseguir conquistas na Steam.

Fase do Avião só existe no remake, e ficou muito bom!

Ao zerar o game, você tem (pasmem!) o jogo original do Alex Kidd do Master System, o mesmo que joguei muito durante a infância. E essa versão de Master System também está em português. O jogo é tão caprichado que na hora do JOKENPÔ, há animações especiais de disputa dos personagens, e diferentes desenhos para a versão do Master System quanto a versão DX. Foi um jogo muito bem caprichado. Vale muito a pena conferir.

Além disso, há um modo de desafio de chefes. 

Ele custa R$64,99 mas fica bem mais barato com promoções recorrentes na Steam. Compre agora ou guarde na sua lista de desejos.

quarta-feira, 7 de junho de 2023

Análise de Diablo II: Resurrected e suas diferenças com Diablo II (2000)

junho 07, 2023

Cheguei a escrever uma resenha sobre o clássico Diablo II (2000) e hoje gostaria de falar um pouco sobre o remake do jogo, o Diablo II: Resurrected, e suas diferenças (será que elas existem?). 

Diablo II: Resurrected é um remake do clássico Diablo 2, e somente através dele você consegue jogar com amigos ou desconhecidos online, pela Battle.net, já que o serviço online foi cancelado para jogadores da antiga versão de 2000, mesmo original (como eu tenho).

Um ponto positivo é que o jogo está não apenas legendado, mas TOTALMENTE DUBLADO em português (como acontece em Diablo III). Ver um jogo totalmente dublado no nosso idioma dá uma outra impressão, e nos transporta com mais facilidade ao ambiente do game. Jogando as duas versões, existem algumas diferenças: nas ambas campanhas que joguei, a versão de Resurrected você dropa muito mais itens, como também tem o Ato V (da expansão Lord of Destruction) junto no pacote, também totalmente dublada em nosso idioma.

Apenas mudanças gráficas em Diablo II: Resurrected?!

Uma coisa muito legal que vi nessa versão é que você pode, ao apertar a tecla G, mudar graficamente os gráficos do jogo antigo pro jogo atual. No entanto, eu tenho as duas versões e (veja abaixo) dá pra facilmente perceber que a versão original de Diablo II (2000) tem os gráficos melhorados em comparação a "versão antiga" do mesmo no Ressurrected, mas existe uma diferença enorme de gráficos, porque a resolução usada no remake (pra versão antiga) é maior, então dá a impressão de "gráfico piorado" porque a tela está mais esticada.

Gráfico do Diablo 2 (2000)

Gráfico da "versão antiga" do  Diablo 2: Resurrected

Gráfico original do  Diablo II: Resurrected

Existe algo novo em Diablo II: Resurrected?!

Embora seja um remake, Diablo II: Resurrected trouxe alguns novos recursos e mecânicas que ajudariam muito.

1. Possibilidade de ressuscitar aliados contratados: No Diablo II original não era possível pagar uma quantia para reviver um aliado (NPC) morto.

2. Personalizar e curar aliado contratado: Assim como você pode, ao pagar uma quantia, ressuscitar um aliado (NPC) morto, você pode também equipá-lo e também dar poções de cura pra ele. Acho que essa mecânica eles pegaram do Diablo III.

3. Capacidade de resetar atributos e Habilidades: Se não estiver enganado, isso é possível apenas uma única vez por Dificuldade. Fiquei sabendo que existem outras formas de droparem itens especiais para conseguir isso, mas não é nada fácil. Assim que tiver informações, faço uma matéria sobre isso.

4. Aumento do espaço dos Baús de cidade: veja a comparação dos Baús de Cidade (este que você guarda itens e dinheiro) do Diablo 2 (2000) para o Diablo 2: Resurrected. Além do aumento de espaço nos baús, existem também abas para que itens possam ser compartilhados com outros Personagens da sua conta (mas itens de baús de jogos offline não podem ser compartilhados com Personagens de temporada, online).

Espaço de baús no Diablo 2 (2000)

Espaços de Baús no Diablo 2: Resurrected

5. Modo temporada: Assim como em Diablo III, existe também o Modo Temporada. No entanto, aqui não existe o modo aventura, mas existem os Personagens de temporada, que usam as mesmas mecânicas, mas você pode definir se quer jogar o jogo com quatro atos (original) ou a campanha estendida com o ato 5. Os jogadores são recompensados a jogarem na temporada.

6. Jogo sempre atualizado: Enquanto o Diablo II (2000) não recebe atualizações desde 2016, a versão Resurrected tem atualizações recentes, sempre trazendo algo novo.


Personagens na Nuvens para sempre

Enquanto no Diablo III era sempre online, em Diablo II: Resurrected, você pode escolher o modo temporada (Online) ou o modo sem temporada (Offline). Contudo, ao acessar o game, ele acessará sua conta na Battle.net, onde estão seus Personagens na Nuvem. Não testei o jogo quando estava sem internet, mas acredito que ele precisa de conexão para acessar os Personagens, mesmo para jogar o modo offline (mas isso ainda não foi testado).

O que achei do jogo e o que poderia ser melhorado

A Blizzard fez um ótimo trabalho neste game!

Esses gráficos novos, aliados a dublagem em português, dão uma nova roupagem ao jogo, o que achei sensacional. Os vídeos também foram recriados, e estão dignos de filmes de Holywood! Além disso, você pode criar salas ou entrar em salas para jogar com outras pessoas ao redor do mundo.

Duas coisas senti falta nesse game (e acho que poderia ter sido incluído): Conquistas (como em Diablo III) e aparições dos Goblins do Tesouro, que já aparecem nas novas versões da franquia, o que se tornou uma nova tendência.

Mesmo assim, achei que Diablo II: Resurrected é um dos melhores jogos, se não o MELHOR, da franquia Diablo. O jogo está sendo vendido na Blizzard por R$179,90 mas o preço cai bastante com promoções recorrentes.


sábado, 31 de dezembro de 2022

Análise de Resident Evil 8, uma verdadeira obra prima da Capcom

dezembro 31, 2022

Em Junho de 2021 cheguei a escrever uma matéria sobre Resident Evil 7 que, até então, foi o melhor jogo da franquia que tive as mãos. Naquele mesmo ano (até antes da minha resenha), a Capcom tinha lançado a continuação do jogo, Resident Evil 8, mantendo as mesmas bases geniais do jogo anterior.

Como meu PC atualmente não é "top de linha", não me arrisquei a comprar o jogo na época, até também por conta do preço (beirando os R$200). No entanto, a coisa mudou quando eu vi uma promoção na Steam (deixando o jogo por R$70). Baixei primeiramente a demo do game para saber se roda no meu PC, e por incrível que pareça, o jogo rodou perfeitamente nele, já que usa a mesma engine de Resident Evil 7. E, antes que o ano de 2022 acabe, vou trazer essa resenha (análise) do jogo que terminei de zerar. Será que ele superou Resident Evil 7?!

A continuação genial da série...

Ehtan Winters passou por muitos apuros para salvar sua esposa Mia da família Barker. Eles passam a morar na Europa, e tem uma filha chamada Rosemary. No entanto, eles recebem uma visita inesperada de Chris Redfield, em eventos que fazem Ethan ficar sozinho, sem sua filha e sem sua esposa, em um vilarejo em algum lugar da Europa. Vale lembrar que eles mesmos decidiram morar na Europa depois dos eventos que aconteceram em Resident Evil 7.


Embora o jogo tenha toda a base de Resident Evil 7, existem inspirações de outros jogos da série. Acredito que todo o ambiente do jogo tenha forte inspiração no clássico Resident Evil 4, onde você enfrenta uma espécie de seita maldita. Além disso, como em RE4, você agora pode comprar e vender itens (e munição) bem como mantém o mecanismo de criação de munição e remédio de Resident Evil 7. Você também pode atirar em algumas pedras para conseguir alguns tesouros.

Você também pode fazer upgrade das armas, como em Resident Evil 4.

Enquanto em Resident Evil 7 o jogo privilegiava o horror, no 8 o jogo tem apenas uma pitada disso, focando mais em ação. Como em demais jogos da série, os tradicionais puzzles não podem deixar faltar, onde você precisa encaixar uma bola em um buraco (para pegar itens extras) e alguns outros, necessários para poder avançar no jogo.

Muitos pontos positivos sobre o jogo...

Esse foi o primeiro jogo da série Resident Evil dublado em bom português, e as coisas mudam muito!

Quero dar meus parabéns para a Capcom pelo ótimo jogo que fizeram. Em relação do 7, existe uma variedade maior de inimigos para enfrentar. Além disso, existe um AMBIENTE IMENSO a ser explorado, um sistema de craft (criação de comida para aumentar os Pontos de Vida e redução de dano na defesa).



E... sobre ele ser o melhor Resident Evil... minha opinião?!

SIM!!! É O MELHOR RESIDENT EVIL QUE JÁ JOGUEI NA MINHA VIDA!!!!

O desenrolar da história é lindo de se ver. Aqui eles amarraram todas as pontas soltas e colocaram uma origem sobre a Umbrella. Além do mais, parece que pode vir continuação em um futuro...

RECOMENDO BASTANTE!!!!!

No entanto, recomendo que antes de jogar o 8, compre o Resident Evil 7.

E para quem acompanha minhas resenhas, demorei cerca de 16 horas para finalizar o game. Ele tem um sistema parecido com o Resident Evil 6 de Pontos de Conquista, que é liberado assim que zerar o jogo pela primeira vez. Você compra alguns outros modos de jogo e muito mais conteúdo com esses pontos.

Ele está na Steam por R$139,90, mas pode custar menos com promoções. Compre agora ou guarde na sua lista de desejos!

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Análise sincera de Guns n' Runs

outubro 03, 2022

Para os que acompanham nosso blog, puderam notar que tem muitos jogos hardcore aqui resenhados, como Castle in the Darkness ou Volgarr The Viking - que são exemplos de jogos dificílimos que já analisamos aqui. E por esse amor a jogos desse tipo (aqueles que são difíceis pra caramba) decidi comprar para minha coleção o saudoso Guns n' Runs, o jogo estreante da Statera Studio, empresa criada pelo antigo youtuber Jonathan do canal Jon Satella.


Sou inscrito do canal dele desde que o conheci na época que fazia reviews de trailer dos lutadores de KOF 14 (para ver o tempo) e nesse momento pude acompanhar o desejo dele de criar seu próprio jogo de luta. Iniciando na divulgação de outro jogo brasileiro, o tal de Trajes Fatais e passando a criar sua própria empresa e assim, criar seu próprio jogo de luta, um tal de Pocket Bravery.


Enquanto o principal jogo da empresa estava em produção, do nada, eles lançaram o primeiro produto do mercado: o jogo desta resenha. Nos mostrando uma gameplay muito rápida e dinâmica, com pixel art e ilustrações muito bem feitas - incluindo dublagem. Aqui temos um jogo frenético com referências a Mega Man, Metal Slug, Contra e outros jogos.


Mas o que o game tem de bonito e bem feito, tem de desafiador. 


Mesmo acostumado a zerar games difíceis, aqui eles resolveram deixar as coisas a bera do impossível, forçando a você passar o seu tempo para ao morrer diversas vezes, realizar proezas milagrosas em estágios cujo você não acreditava que um ser humano iria passar. Resumidamente, você tem 5 barras de vida e perde uma toda vez que toma dano. Caso você morra, você renasce na primeira sala e ao atravessar a porta, volta para onde parou. Não existem contagem de vidas, aqui é infinito!


A maioria das salas exigirá que você mate todos os monstros para liberar passagem. Que se não o fizer, a porta que libera para a próxima sala não será aberta. O legal é que cada fase possui um tema diferente, com armadilhas próprias, inclusive. O problema é que nos estágios maiores, você vai passar mais de uma hora para vencer o desafio, uma vez que o jogo só salva o progresso se você passou de fase. Voltar ao mapa depois de estar muito avançado na fase não resolve nada, fazendo você voltar para o começo.

Como eu já tinha dito, o desafio aqui é demais. Chega a ser cansativo as vezes (e olha que zerei jogando no controle de Xbox 360). Assim como Metal Slug, você pode se equipar com armas, mas não durarão muito tempo porque é muito fácil você morrer - principalmente nas fases mais avançadas, onde cair na lava, ácido ou ventilador - é morte automática.


Os chefes são legais e até bem feitos. Mas muitos são irritantes por não ter um padrão! Ou seja, ele vai realizar poderes aleatórios sem prévio aviso e com isso, você pode morrer. Isso me lembra na fase do ácido, onde o Adrian (vilão do jogo que é um espécie de robotinik) entrava com sua nave debaixo do ácido e aparecia em cima do jogador (cujo o espaço dele era do tamanho da plataforma) e não havia nenhum sprite ou algo parecido embaixo para me indicar que ele sairia de lá - você aprende as coisas na marra e na própria dedução.


O jogo é tão difícil que as vezes você se sente um mito após superar desafios que ao seus olhos, eram impossíveis. Mas, com uma jogabilidade tão boa, bem que poderiam torná-lo mais fácil ou até mesmo, criar um modo cooperativo - isso atrairia mais gente. Com a jogabilidade frenética e estágios difíceis a beça, afasta muitos de tentarem prosseguir - o que é uma pena. Se você pensa em zerar esse game como eu, saiba que você ficará irritado - principalmente com as trolagens que o jogo coloca e após você perder dezenas de vidas, que vai finalmente entender como se passa - já que NÃO É INTUITIVO.

Há quatro personagens para escolher, cada um com uma historia diferente. Ainda há mais quatro personagens extras que você também pode destravar jogando (e se irritando). Só que, passar 1h30 ou mais numa única fase - pode não ser o que a maioria quer, então, se quer sofrer e se divertir - esse jogo é para você... mas saiba que foram os designs de fases mais FPD que já vi na vida. Talvez, seja um dos jogos mais difíceis que já joguei na vida.


Talvez, se ele fosse mais fácil - atrairia muito mais pessoas. Pois a jogabilidade é interessante, os gráficos são bem charmosos e os personagens, bastante carismáticos. Não conheci todos ainda porque eu apenas zerei uma vez para escrever essa postagem! Mas eu devo tentar me sacrificar novamente para zerar com outros (tinha fases que eu cansava de ouvir a Yumi gritar após morrer mais uma vez). Se você gosta de desafios acima do permitido, compre o jogo na Steam pelo link abaixo:


https://store.steampowered.com/app/1545700/Guns_N_Runs/

sábado, 9 de julho de 2022

Conheça o DIVERTIDO Stumble Guys, um jogo GRATUITO e grátis para celular e PC

julho 09, 2022

Conheci esse jogo através da minha sobrinha, que estava jogando ele pelo celular. Na ocasião, baixei o jogo no celular e joguei junto com ela na casa da minha noiva. Depois, descobri que o jogo tem uma versão na Steam (também gratuitamente) e ainda por cima tem ambiente multiplataforma, ou seja, podemos jogar junto de pessoas com celular e outras no PC.

Stumble Guys é um jogo online competitivo totalmente inspirado no sucesso de FallGuys, que recentemente acabou assinando com exclusividade para a plataforma da Epic Games. De acordo com as especificações de ambos os jogos, Stumble Guys é bem mais leve. O jogo roda suave no PC, e acredito que você não precisa ter um computador da NASA para rodar ele.



Seja como for, o jogo consiste em diversas provas competitivas (escolhidas por sorteio) para definir o campeão, por um sistema de eliminação. As fases são divertidas e tentam sempre inovar, apesar de poucas as fases. Você pode customizar seu avatar com skins e pacotes. A primeira vista, parece não ter muita coisa a fazer em Stumble Guys, mas vou te garantir: é um jogo MUITO DIVERTIDO e acho que qualquer um pode jogar!

Stumble Guys está disponível GRATUITAMENTE para PC (Steam) e para Android. Confira abaixo os links para baixar o jogo.

Para Android (Google Play)

Para PC (Steam)

quarta-feira, 6 de julho de 2022

Análise de Frincess&Cnight. Vale a pena comprar?!

julho 06, 2022
Frincess&Cnight é um jogo indie de puzzle cooperativo, publicado pela Singlecore Games em Setembro de 2021. O jogo tem o mesmo visual retrô de clássicos como Downwell, Minit, Gatto Robotto e outros. Um visual, aliás, que chama muito a atenção.


Neste jogo você controla um Sapo e um Gato, que precisam descobrir a saída das fases, resolvendo enigmas, cada um com sua própria habilidade: enquanto o Gato tem poder de quebrar algumas pedras, ver no escuro e pular, o sapo pode grudar nas paredes, pegar chaves e engolir/cuspir o próprio gato, para transporte, ou algo similar. Além das habilidades, cada Personagem também pode não andar por certos terrenos. O gato pode andar pelas linhas verdes, mas não pode cair na água. O sapo não anda pelas linhas verdes, mas pode ficar na água.

O jogo tem um total de 54 fases, com um chefe no fim. Demorei cerca de quase 7 horas para poder chegar no fim dele. No entanto, embora o jogo possa ser bonitinho e a construção das fases ser legal, EU NÃO RECOMENDO o mesmo. A dificuldade do jogo é de matar! Tem vezes que você vai passar MUITA raiva gratuita, e não há sinalização do que fazer. Principalmente as fases escuras do jogo. Na minha opinião, muitas pessoas desistirão de jogar esse game. Embora tive que recorrer a um DETONADO para passar pelo menos 2 ou 3 (das 54 fases), eles ainda por cima criaram um chefe MUITO NADA A VER.

O último chefe do jogo.

Frincess&Cnight tem uma idéia muito boa, mas o fato do jogo ser BEM DIFÍCIL acho que atrapalharia novos jogadores. Por conta disso, não recomendo esse jogo. 

Detonado de Frincess&Cnight


No entanto, quem quiser ignorar meu aviso, pode comprá-lo na Steam, por R$8,69, mas que fica mais barato com promoções recorrentes da Steam. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos!


Frincess&Cnight (R$8,69 na Steam)

quinta-feira, 9 de junho de 2022

Análise de Capcom Arcade Stadium: STREET FIGHTER II - The World Warrior

junho 09, 2022

Dispensa comentários falar sobre Street Fighter, um dos melhores jogos de luta de todos os tempos e que abriu as portas para o gênero dos jogos de luta e outras inspirações. Como ganhei da Steam gratuitamente a versão de The World Warrior, gostaria de falar um pouco dele aqui, até também um pouco sobre o Capcom Arcade Stadium.

Capcom Arcade Stadium é um jogo na Steam produzido pela RE Engine, o mesmo motor gráfico que deu a luz ao Resident Evil 7. O jogo, no entanto, apresenta ports de diversos jogos, como o SNK 40th Anniversary Collection já tinha feito. No entanto, aqui os jogos são separados por DLCs (cada jogo é uma DLC). STREET FIGHTER II - The World Warrior está lá. Joguei por aproximadamente 1h para poder chegar ao fim do game. O interessante nisso é que o jogo mostra diversas máquinas de fliperama, onde você escolhe uma (a do jogo que tem) e joga. Jogando no controle de XBOX, ao usar o segundo analógico do controle, você consegue olhar para várias direções além da máquina, o que achei bem legal.



Falando sobre STREET FIGHTER II - The World Warrior, ele é um jogo com apenas oito personagens (Ken, Ryu, Chun Li, Guile, Blanka, Zangief, Dalsim e Honda) que você pode escolher, mais três chefes (Vega, Sagat e Bison). Joguei muito outras versões mais completas e acho que foi a primeira vez que encarei a The World Warrior. O jogo é um pouco travado (não era de se esperar da primeira versão de SF), e não tem o bônus do muro. Dá para se divertir legal. O jogo também conta com conquistas na Steam.


STREET FIGHTER II - The World Warrior te dá a possibilidade de salvar seu progresso, e pausar o jogo durante a partida. No entanto, não há modo online para jogar. É mais uma "emulação de luxo". Sinceramente, até pela falta de modo online, não é recomendável ter essa DLC ou até mesmo jogar o Capcom Arcade Stadium. Mas... quem quiser comprar, ele estará na Steam por R$0,00 com cada DLC custando um preço, ou em pacotes de DLCS (pacote de jogos).

 Capcom Arcade Stadium (de GRAÇA na Steam + DLCs/cada jogo custando um preço)

domingo, 8 de maio de 2022

Minit Fun Racer, a continuação do ótimo Minit

maio 08, 2022

Alguns dias atrás fiz uma resenha no blog sobre o RPG Minit, que vem de uma safra de jogos da Devolver Digital estilo retrô bem atraente. Aquele universo do Personagem que morre em poucos segundos ganhou uma continuação, não sendo mais um RPG, mas um jogo de corrida único.

Em Minit - Fun Racer tu controla o mesmo personagem, que tem um limite de 10 segundos iniciais para poder chegar no final da pista, de maneira semelhante à Excitebike. Durante a viagem, você pode bater em latas de lixo para pegar impulso e também pegar moedas. As moedas aumentam seu tempo limite e também são usadas para a compra de upgrades para seu Personagem: desde mais tempo, novos comandos e outros que poderão aumentar seu percurso na pista.

Um jogo legal, mas curto demais...

O jogo só tem uma única pista, onde você precisa escapar dos obstáculos e chegar antes do tempo limite. Ao chegar lá, consegue zerar o game. Eu demorei cerca de 30 minutos de gameplay para conseguir esse feito. No entanto, caso passe da primeira pista, o jogo funcionará com uma espécie de loop: voltando para a pista até morrer.


Outro ponto negativo para o game (minha opinião) é que, diferente do Minit original, o jogo não está em português BR, apesar disso não incomodar muito. Infelizmente é um jogo que não vai prender muito o seu tempo, como Minit e também Downwell, no entanto, se você gostou do Minit original acho que vai querer ter esse também na sua coleção. Apesar de tudo, ele é bem baratinho.

Minit Fun Racer está na Steam por R$6,49.

quinta-feira, 5 de maio de 2022

O divertido Dininho Space Adventure!

maio 05, 2022


Algum tempo atrás falamos sobre Dininho, um jogo de plataforma criado pelo streamer  Erick Coelho, que também trabalhou na produção do ótimo Jujubos Puzzle. Depois da produção de Dininho, Erick criou uma "continuação" chamada Dininho Space Adventure, lançado inicialmente para celulares.

Eu até cheguei a comprar a versão para celular, joguei um pouco e deixei de lado. Isso acontece porque não estou muito acostumado a mexer com touch do celular, e o jogo você precisa estar pressionado com o dedo na tela tanto para atirar como para se movimentar. Não me adaptei ao game, e deixei de lado. O game está sendo vendido na playstore da Google por um preço bem camarada.

Então conheci a versão Steam, esta que resenho para vocês!

Enquanto o jogo foi lançado originalmente para celulares em 2020, Erick Coelho fez um port para computadores em 2021, pela Steam. O jogo é mesmo que o original para celulares (tenho ambas as versões e posso confirmar). Claro que, por ser um jogo de PC, o cenário do jogo seria maior. No entanto, como foi um jogo criado originalmente para celular e convertido para computadores, existem duas barras laterais na versão de PC que limitam o seu espaço, e simulam uma tela para celular. Confira abaixo a diferença de ambas as versões:

Versão para celular - Playstore

Versão para PC - Steam


Da mesma forma que Jujubos, você tem uma série de fases que vão sendo desbloqueadas a medida que você vai passando os níveis. Existe um total de 33 fases, com três chefes, divididos em três mundos diferentes, com dezenas de inimigos.

No decorrer da sua aventura, você vai juntando moedas, que são usadas para comprar melhorias para a sua nave, desde a melhora do chassi da mesma (o que aumenta seu dano e aumenta seus pontos de vida), passando pelo número de fadas (naves pequenas que te ajudam) e velocidade do ataque das suas fadas. O jogo também tem um contador de pontos e um sistema de estrelas, que é totalmente INÚTIL nesta versão. Fazer um determinado número de pontos (+ de 200) lhe oferece a 3 estrelas, o máximo dado por cada fase completada.


Durante as fases, você pode recolher outros powerups que compraria com moedas, como aumentar seu chassi, mais fadas, mais vida, etc, mas esses powerups só funcionam na fase que você encontrou e desaparecem quando você perde todas as vidas ou passa de fase. Sobre os controles, você usa tanto as teclas direcionais do teclado para se movimentar (quanto A, S, W, D) e o botão ESPAÇO para atirar, ou então pode jogar o jogo pelo mouse, como se estivesse jogando pelo celular. Seus controles são bem fluídos, por sinal.

Eu consegui zerar o jogo em 5h e não precisei pegar todos os powerups para conseguir matar o boss final (embora farei isso para platinar o jogo, claro). De todos os jogos lançados até agora pelo Dininho (Erick Coelho), achei esse o mais fácil, embora não fosse tão fácil assim  zerar este game.


O jogo é divertido e agradável, e o fator de conseguir as moedas para tentar ter todos os upgrades para as conquistas é algo a mais depois que se termina o game. Dininho Space Adventure está disponível na Steam por R$4,49. Compre agora ou coloque na sua lista de desejos!

Dininho Space Adventure (Steam R$4,99)

Editor deste blog faz lives ao vivo jogando games - https://www.twitch.tv/clodo_rei_da_negev

segunda-feira, 25 de abril de 2022

O divertido e original Jujubos Puzzle

abril 25, 2022

Algum tempo atrás cheguei a fazer uma resenha sobre Dininho Adventures, um jogo de plataforma criado pelo streamer Erick Coelho. Seja como for, depois do jogo de plataforma, o mesmo começou a criar outros jogos diferentes na Steam. Depois de Dininho Space Adventures, que é um jogo de shooter, o mesmo trouxe (até aqui seu último jogo na data que escrevo isto) o interessante Jujubos Puzzle.

Eu já tinha visto o vídeo de apresentação do game (veja abaixo para maiores detalhes), e acabei depois comprando o jogo em alguma promoção da Steam (foi baratinho, deve ter custado pouco mais de R$2), e gostei muito do resultado do game.


Basicamente, você deve colocar ferramentas no caminho das jujubas para que elas possam chegar na saída. Existem quatro tipos de ferramentas: a pá (para cavar), a picadeira (para quebrar paredes), a escada (para subir blocos) e o guarda-chuva (para planar no ar). Ao usar a picadeira ou a pá, tenha em mente que blocos de terra são utilizados uma ferramenta, enquanto blocos de pedra são usados três.

O jogo vai forçar um pouco sua mente (como em Colofur Colore, mas aqui você vai pensar mais!) para que você possa encontrar os problemas e levar os Jujubos até a saída, que são os canos verdes. Além do mais, em muitas fases os próprios Jujubos estarão separados, e muitas vezes você vai ter que juntá-los ou uma parte do grupo deve abrir caminho para que a parte restante possa encontrar a saída. Sinceramente, talvez esse seja (na minha opinião) o melhor jogo do Dininho.

Você usa A e D do teclado para escolher as ferramentas que deve usar e aponta e clica com o mouse onde você achar necessário. Só achei mancada do desenvolvedor que ele poderia colocar também as teclas ←→ do teclado, algo que facilitaria muito. Talvez ele pode fazer isso em alguma atualização ou algo do tipo.


O jogo é muito, mas MUITO divertido. Passei até mesmo ontem jogando isso de madrugada. Ele tem 60 níveis e conquistas na Steam. Demorei mais de 7h para conseguir zerar o jogo. Mesmo assim, ele é tão divertido que posso até voltar a jogar novamente.

Para finalizar, o jogo ainda conta com um EDITOR DE LEVEIS! Isso quer dizer que você PODE CRIAR SUAS PRÓPRIAS FASES e mandar para seus amigos, que tem a cópia do jogo.

Editor de levels do Jujubos Puzzle

Um dos jogos mais divertidos e originais que conheci. Vale muito a pena ter em sua biblioteca Steam. Ele custa menos de R$5, mas pode ficar ainda mais barato com as promoções. Compre agora ou guarde na sua lista de desejos.

Jujubos Puzzle (R$4,49)

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sábado, 25 de dezembro de 2021

Análise de Super Chicken Jumper

dezembro 25, 2021
Foto: Reprodução

Super Chicken Jumper é um jogo de ação criado por um youtuber brasileiro conhecido como Gemaplys. Para mais detalhes do jogo, vou deixar um vídeo abaixo do mesmo explicando em detalhes.


Agora como a minha visão de jogador, Super Chicken Jumper é um jogo osso duro de zerar, mas não é nada impossível. Basicamente você pula sobre obstáculos, da mesma forma que o jogo do Google Chrome, mas aqui você pode bater nos monstros e destruir obstáculos. O jogo exige perfeição do jogador, já que o mesmo não pode ser atingido durante seu percurso. O jogo tem algumas mecânicas do meu primeiro jogo simples feito no GameMaker.

Aqui você precisa de duas coisas: sorte (para que o sistema da fase seja mais justo com você) e também talento, porque não é qualquer um que zera esse game. Embora o desafio seja difícil, você pode conseguir chegar no fim com muitas (digo MUITAS) tentativas. A cada chefe derrotado, você ganha novos itens que poderão ajudá-lo nas fases, lutando contra monstros e chefes. Além disso, o jogo também permite que você jogue com outros personagens além da galinha preta que você controla no jogo.


O visual é bem caprichado, e as músicas digo o mesmo. O jogo tem diversas fases, mas é curto. Eu demorei pelo menos 4h para zerar o game, além de MUITAS vidas perdidas. Além disso, o jogo também conta com um modo desafio. Se você procura um jogo só pra RELAXAR, então esqueça Super Chicken Jump, mas se quer um DESAFIO GAMER, o jogo está recomendado. Outra coisa: o jogo pode ser jogado também por duas pessoas (não online).



Super Chicken Jumper está na Steam por R$10,89 mas você pode comprar por mais barato com promoções. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

Super Chicken Jumper na Steam por R$10,89

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