terça-feira, 4 de março de 2025
Como ter munição infinita, god mode e outras trapaças em Tormented Souls
quarta-feira, 25 de dezembro de 2024
Rise Eterna é bom, mas é curto!
Rise Eterna foi um game que comprei na Gog tem uns dois anos. Tanto meu irmão, como eu, geralmente temos o costume de comprar vários jogos e deixá-los em nossas contas para jogar depois. O que me chamou a atenção nesse game, foi o visual anime e um RPG tático cujo é um estilo de jogo que não jogava a muito tempo.
Para quem gostaria de experimentar esse tipo de jogo, Rise Eterna é perfeito para você. Já que ele apresenta um sistema simples e intuitivo. Diferente de outros jogos do gênero, onde seus personagens ganham pontos de experiência a avançam de nível, aqui não existe tal mecânica. Aqui, cada personagem possui uma árvore de habilidades bem simples, que são preenchidas a cada missão bem-sucedida.
O jogo comporta muitos heróis e heroínas bonitíssimas (uma mais linda do que a outra), com uma arte espetacular. Mas durante a campanha, você será obrigado a ter dois personagens fixos na sua equipe! Por ter vários heróis, você deve escolher aquele (ou aquela) em que mais lhe agrada, na qual, cada um tem suas vantagens únicas no campo de batalha.
Para quem nunca jogou jogos do gênero, vale um resumo: cada personagem tem sua vez de jogar (como num rpg de mesa). O jogador escolhe com qual personagem irá controlar primeiro, para após, ser a vez dos inimigos. Cada personagem anda em quadrados seu deslocamento e pode realizar um ataque. Alguns personagens, como um arqueiro, pode ter um alcance maior.
Os personagens não possuem magias especiais, apenas seus ataques básicos. Cujo o jogo mostra o mesmo atacando ou recebendo ataques inimigos em pixel art (comum em jogos do gênero). As missões possuem requisitos para serem concluídas, mas a maioria não obriga que o jogador elimine todos os adversários. Mesmo não tendo habilidades ou magias, cada herói tem um inventário próprio, podendo levar até seis itens. Esses itens, podem ser poções de cura, kunais (para causar sangramento), bombas de veneno, etc.
Durante o campo de batallha, além de atacar e usar itens, você pode abrir baús espalhados pelo cenário (alguns, exigindo chaves para serem abertos) e locais para craftar itens, como madeira, água, etc. Esse inovador sistema de craft, permite que o jogador crie itens. Porém, ao repetir as missões, apenas os baús são renovados.
Além das habilidades que o jogador escolhe para cada herói na medida em que ele realize missões, há gemas de atributos que podem ser encaixadas em cada herói. Elas são encontradas nos baús nas missões, que após concluídas, podem ser jogadas mais vezes - já que todos os baús são renovados! As gemas podem ser trocadas e removidas sem nenhuma dificuldade, podendo ser até trocadas de um herói para outro.
Apesar de o jogo estar em português e apresentar diversos heróis, por causa dessas mecânicas, entende-se que o game é curto - o que explica o seu preço. Ele apresenta uma história bem interessante e que me chamou atenção no final! Seu único problema, é que ele é curto em relação a outros jogos - não que seja ruim, afinal, como já dito, há uma boa arte e uma história bem divertida...
E recomendo!
A versão dessa análise é da loja da Gog, você pode comprar o game por R$38,00 a partir do link abaixo:
sábado, 13 de julho de 2024
Análise sincera de Ghosts 'n Goblins Resurrection
terça-feira, 9 de julho de 2024
Análise de Mortal Shell (o primeiro souls like que eu joguei)
Eu adoro games "hardcore". Gosto de jogos que são desafiadores a ponto de subir a pressão e adicionar estresse. Já que lembra e muito, games antigos que jogava quando criança e adolescente - que diferente da "facilidade" de hoje, retiram e muito o fator de conquista que tinha-se antes. Aqui no blog eu já resenhei alguns jogos difíceis como Castle in Darkness e o Volgar The Viking - além de falar sobre como é empolgante jogar Doom 3 no modo Pesadelo. Porém, eu ainda não havia experimentado um souls like.
Jogos como Dark Souls e variantes chamaram-me a atenção. Não comprei Dark Souls porque eles aumentaram do nada, muito o preço do jogo (propositalmente). Assim, se tiver UMA PROMOÇÃO EM CONTA, aí eu compro o jogo. Enquanto isso, posso ir atrás de outros jogos no mesmo estilo. E um deles, ao procurar na loja estava com uma promoção muito em conta em um dia e o comprei: que você já sabe qual é pelo título da postagem.
Em Mortal Shell você é uma espécie de fantasma (espectro, sei lá) que assume corpos de alguns guerreiros que você encontra no caminho. Achei o início do jogo muito parecido com Blasphemous, mas logo entendi como os souls like trabalham. O jogo é um RPG, mas lembra muito games como Zelda. Só que com uma dificuldade bastante elevada. A diferença desse jogo com outros do gênero, é que você não cria personagens ou tem classes. Aqui o seu personagem (que é um "fantasma"), cujo precisa possuir um corpo de um guerreiro já morto e este, que se torna o personagem.
O corpo possuído pode ser evoluído (como em RPGs) ao gastar recursos que você ganha ao detonar os monstros no caminho (no caso, seria como as tais "souls"). Se você morrer, tem seu corpo verdadeiro sai do corpo possuído e ainda tem uma chance de voltar ao corpo em que estava... se receber dano em sua forma de espectro, você morre e volta para o checkpoint. Há quatro corpos no jogo, cada um conta-se como uma classe... o jogador poderá evoluí-los com pontos ganhos ao deter monstros e até trocá-los se achar melhor.
Os personagens (ou conchas) possuem maneiras diferentes de jogar. Aqui você precisa do fôlego para atacar ou se esquivar e é obrigatório que durante as batalhas, você precise racionar para poder se defender de um ataque. Uma novidade aqui é que o jogador pode fazer seu personagem virar pedra, recebendo o ataque diretamente e não tomando dano (essa tática é tão importante quanto a esquiva e acredito ser o diferencial desse jogo em comparação aos outros encontrados no mercado). Há um personagem que é mais resistente e tem bem menos fôlego. Enquanto há outro que possui bem menos vida, mais pode através do fôlego, realizar mais ataques... assim, o jogador pode decidir quem é mais interessante para sua gameplay. Particularmente, eu preferi o primeiro que comecei o jogo mesmo... para mim, era equilibrado o bastante.
Assim como bom RPG, você encontra itens de cura e outros. Inicialmente, o jogo te obriga a você utilizar mais vezes aquele item para você realmente entender como ele funciona. Também, temos apenas quatro armas no jogo, que assim como os corpos dos personagens que possuímos, são encontrados durante a exploração do cenário. Eu mesmo sendo amante de desafios, morri muitas vezes e como não tinha jogado, era um pouco frustrante no começo. Só que mesmo sem habilidades evoluídas ou itens, já tinha habilidade para vencer os monstros e isso me forçava a ir mais além. (Porque é um tipo de jogo que não é para todos, apenas para os que almejam desafios!)
Li algumas resenhas na Steam na página do game e grande ponto negativo que encontrei foi que o jogo é bastante curto (talvez em comparação a outros do gênero). Mas, mesmo sendo meu primeiro souls like, entendo que com toda a certeza, o mapa é muito curto. Sobre a história, eu praticamente não entendi nada... só queria saber de tentar prosseguir e quando não adiantava passar por uma região, eu tentava ir por outra e logo encontrava um item para melhorar tal arma e foi assim... me divertia enquanto "sofria". Se você acha que está preparado para o desafio ou quer conhecer um souls like sem precisar gastar uma fortuna com Dark Souls e variantes, Mortal Shell é uma boa para iniciar nesses jogos. Principalmente, porque ele costuma custar 5 reais em promoções.
Compre agora na Steam através do link abaixo (R$57,00):
sexta-feira, 24 de novembro de 2023
Análise de Alex Kidd in Miracle World DX, um remake de respeito
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| Fase nova no jogo. Os gráficos são lindos demais |
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| Fase do Avião só existe no remake, e ficou muito bom! |
quarta-feira, 7 de junho de 2023
Análise de Diablo II: Resurrected e suas diferenças com Diablo II (2000)
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| Gráfico do Diablo 2 (2000) |
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| Gráfico original do Diablo II: Resurrected |
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| Espaço de baús no Diablo 2 (2000) |
sábado, 31 de dezembro de 2022
Análise de Resident Evil 8, uma verdadeira obra prima da Capcom
segunda-feira, 3 de outubro de 2022
Análise sincera de Guns n' Runs
Para os que acompanham nosso blog, puderam notar que tem muitos jogos hardcore aqui resenhados, como Castle in the Darkness ou Volgarr The Viking - que são exemplos de jogos dificílimos que já analisamos aqui. E por esse amor a jogos desse tipo (aqueles que são difíceis pra caramba) decidi comprar para minha coleção o saudoso Guns n' Runs, o jogo estreante da Statera Studio, empresa criada pelo antigo youtuber Jonathan do canal Jon Satella.
Sou inscrito do canal dele desde que o conheci na época que fazia reviews de trailer dos lutadores de KOF 14 (para ver o tempo) e nesse momento pude acompanhar o desejo dele de criar seu próprio jogo de luta. Iniciando na divulgação de outro jogo brasileiro, o tal de Trajes Fatais e passando a criar sua própria empresa e assim, criar seu próprio jogo de luta, um tal de Pocket Bravery.
Enquanto o principal jogo da empresa estava em produção, do nada, eles lançaram o primeiro produto do mercado: o jogo desta resenha. Nos mostrando uma gameplay muito rápida e dinâmica, com pixel art e ilustrações muito bem feitas - incluindo dublagem. Aqui temos um jogo frenético com referências a Mega Man, Metal Slug, Contra e outros jogos.
Mas o que o game tem de bonito e bem feito, tem de desafiador.
Mesmo acostumado a zerar games difíceis, aqui eles resolveram deixar as coisas a bera do impossível, forçando a você passar o seu tempo para ao morrer diversas vezes, realizar proezas milagrosas em estágios cujo você não acreditava que um ser humano iria passar. Resumidamente, você tem 5 barras de vida e perde uma toda vez que toma dano. Caso você morra, você renasce na primeira sala e ao atravessar a porta, volta para onde parou. Não existem contagem de vidas, aqui é infinito!
A maioria das salas exigirá que você mate todos os monstros para liberar passagem. Que se não o fizer, a porta que libera para a próxima sala não será aberta. O legal é que cada fase possui um tema diferente, com armadilhas próprias, inclusive. O problema é que nos estágios maiores, você vai passar mais de uma hora para vencer o desafio, uma vez que o jogo só salva o progresso se você passou de fase. Voltar ao mapa depois de estar muito avançado na fase não resolve nada, fazendo você voltar para o começo.
Como eu já tinha dito, o desafio aqui é demais. Chega a ser cansativo as vezes (e olha que zerei jogando no controle de Xbox 360). Assim como Metal Slug, você pode se equipar com armas, mas não durarão muito tempo porque é muito fácil você morrer - principalmente nas fases mais avançadas, onde cair na lava, ácido ou ventilador - é morte automática.
Os chefes são legais e até bem feitos. Mas muitos são irritantes por não ter um padrão! Ou seja, ele vai realizar poderes aleatórios sem prévio aviso e com isso, você pode morrer. Isso me lembra na fase do ácido, onde o Adrian (vilão do jogo que é um espécie de robotinik) entrava com sua nave debaixo do ácido e aparecia em cima do jogador (cujo o espaço dele era do tamanho da plataforma) e não havia nenhum sprite ou algo parecido embaixo para me indicar que ele sairia de lá - você aprende as coisas na marra e na própria dedução.
O jogo é tão difícil que as vezes você se sente um mito após superar desafios que ao seus olhos, eram impossíveis. Mas, com uma jogabilidade tão boa, bem que poderiam torná-lo mais fácil ou até mesmo, criar um modo cooperativo - isso atrairia mais gente. Com a jogabilidade frenética e estágios difíceis a beça, afasta muitos de tentarem prosseguir - o que é uma pena. Se você pensa em zerar esse game como eu, saiba que você ficará irritado - principalmente com as trolagens que o jogo coloca e após você perder dezenas de vidas, que vai finalmente entender como se passa - já que NÃO É INTUITIVO.
Há quatro personagens para escolher, cada um com uma historia diferente. Ainda há mais quatro personagens extras que você também pode destravar jogando (e se irritando). Só que, passar 1h30 ou mais numa única fase - pode não ser o que a maioria quer, então, se quer sofrer e se divertir - esse jogo é para você... mas saiba que foram os designs de fases mais FPD que já vi na vida. Talvez, seja um dos jogos mais difíceis que já joguei na vida.
Talvez, se ele fosse mais fácil - atrairia muito mais pessoas. Pois a jogabilidade é interessante, os gráficos são bem charmosos e os personagens, bastante carismáticos. Não conheci todos ainda porque eu apenas zerei uma vez para escrever essa postagem! Mas eu devo tentar me sacrificar novamente para zerar com outros (tinha fases que eu cansava de ouvir a Yumi gritar após morrer mais uma vez). Se você gosta de desafios acima do permitido, compre o jogo na Steam pelo link abaixo:
sábado, 9 de julho de 2022
Conheça o DIVERTIDO Stumble Guys, um jogo GRATUITO e grátis para celular e PC
quarta-feira, 6 de julho de 2022
Análise de Frincess&Cnight. Vale a pena comprar?!
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| O último chefe do jogo. |
quinta-feira, 9 de junho de 2022
Análise de Capcom Arcade Stadium: STREET FIGHTER II - The World Warrior
domingo, 8 de maio de 2022
Minit Fun Racer, a continuação do ótimo Minit
quinta-feira, 5 de maio de 2022
O divertido Dininho Space Adventure!
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| Versão para celular - Playstore |
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| Versão para PC - Steam |
segunda-feira, 25 de abril de 2022
O divertido e original Jujubos Puzzle
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| Editor de levels do Jujubos Puzzle |
sábado, 25 de dezembro de 2021
Análise de Super Chicken Jumper
| Foto: Reprodução |













































