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quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

Análise sincera de Astronite

dezembro 26, 2024



 Astronite é um jogo metroidvania indie, publicado pela Dune Games Studio e pela Jandusoft. O jogo foi criado no Game Maker Studio 2, com gráficos e estilo semelhante ao Gato Robotto.

É um jogo agradável, embora ele seja bem hardcore. A história do jogo é clichê, com o Personagem principal, chamado Astronite, perdido em um planeta após a queda de sua nave. Depois, ele acaba perdendo seus equipamentos, podendo encontrá-los no decorrer da história.

Os inimigos, ao serem derrotados, soltam moedas (chamado de espírito). Quando o Personagem morre, ele perde todos os seus espíritos coletados. No entanto, ele pode voltar onde morreu para recuperá-los. Os espíritos são moedas usadas para comprar upgrades para o Personagem, e também para usar o teletransporte (achei meio estranho isso).




O jogo segue a linha do hardcore, embora você possa conseguir passar de alguns lugares depois de diversas tentativas. Em determinado momento, achei os Saves um pouco longe, mas no conjunto da obra, achei um bom jogo. Finalizei o mesmo com quase 10h de jogo, pegando todos os upgrades possíveis. Acredito que fiz 100%.


Esse jogo está disponível em diversos lugares, mas você pode encontrar na Steam, onde tenho minha versão.

Astronite (por R$29,99)

domingo, 20 de agosto de 2023

O jogo que faz você brincar de Mike Baguncinha: Door Kickers: Action Squad (Análise)

agosto 20, 2023

Se você é fã do agente brasileiro ou mesmo, da famosa polícia americana: este jogo é para você. Sendo uma sequência de um game chamado Door Kickers, este incrível jogo em estilo retrô, coloca o jogador na pele de diversos soldados da Swat em diferentes missões, mas todas elas envolvem resgatar reféns e confrontar bandidos.


Cada episódio conta com diversos estágios que possuem pequenos desafios, completando todos eles e sendo bem-sucedido, você recebe 3 estrelas. Dependendo da sua performance, você receberá entre uma a três delas! As tais servem para você comprar diferentes armas e/ou equipamentos para os seus agentes. A cada missão, o jogador pode escolher um dos personagens envolvidos, cujo cada um com suas próprias características e ferramentas - o que pode tornar a missão mais fácil ou difícil dependendo do agente.


 Toda vez que você fracassa em uma missão, você recebe pontos de experiência que ao avançar de nível, liberam pontos para serem gastas em habilidades passivas (e você pode trocá-las se quiser toda vez que iniciar uma missão). Além disso, se você fez duas estrelas ou menos, pode refazer a missão novamente para ver se alcança ganhar todas as 3!

Apesar de ser todo em pixel art e em visual retrô, o jogo oferece bastante ação e exige inteligência por parte do jogador. Principalmente em relação aos reféns! Ao atirar nos inimigos, se o agente atirar abaixado, pode acabar matando a refém e concluir a missão dessa forma não lhe renderá 3 estrelas, por causa que uma pessoa morreu em seu turno. 


Por isso, deve se criar uma estratégia com o personagem, utilizar as diversas armas e equipamentos em mãos (que são únicos e conhecidos da swat, como bombas de atordoamento, ou de fumaça, granadas, etc.). A missão em sua maioria, só termina quando todos os bandidos forem eliminados e todos os reféns (vivos) salvos. Algumas ainda oferecem tempo para conclusão até que uma bomba no cenário seja desarmada.


Por ser em pixel art, o jogo já é auto intuitivo. Qualquer pessoa que conheça pouco sobre videogame, entenderá rapidamente como ele funciona! Basta saber entrar com inteligência na área, procurar uma cobertura, saber quando atirar e como usar seus equipamentos. Há um sistema bem interessante aqui: no início de cada missão, o jogador ao escolher seu personagem, escolherá uma habilidade específica. Esta habilidade será ativa e para isso, você precisará encher uma barra branca que você aumenta ao detonar um inimigo e/ou salvar um refém. 

Caso você não queira utilizar essa barra, pode-se usufruir de outros equipamentos menores que são invocados com parte dessa barra, como um colete novo (caso tenha gasto), um pacote com munição (que no caso, não são das armas - elas são infinitas, mas os equipamentos como granada, bomba de fumaça, etc.), kit médico para ser curar, ressuscitar um aliado (explicarei a seguir), ou aumentar a vida máxima.


Sim, o jogo há um modo multiplayer para dois jogadores. Onde os dois jogam juntos todas as missões disponíveis e discutem entre si a melhor estratégia. Mas, infelizmente, o modo coop não apresenta uma tela dividida, assim, não temos certa exatidão quanto o que estamos vendo. Há também um modo online, mas este eu não testei porque acredito que seja assim como outros jogos da Gog, seja ligado ao servidor deles. O que não me permite falar muito a respeito sobre!

O jogo é bastante divertido e ainda nos apresenta a opção de reseta-lo completamente, para que possamos jogá-lo novamente com os personagens desde o princípio. Nossa análise se trata da versão Gog do jogo, caso você queira comprá-la, faça através do link abaixo:


Compre Door Kickers: Action Squad na Gog agora (R$27,89):


https://www.gog.com/en/game/door_kickers_action_squad


quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Conheça GUN DEVIL, um jogo divertido e GRÁTIS na Steam (roda em qualquer PC)

setembro 29, 2022

Aqui no blog já fizemos um post com 50 jogos originais grátis para PCs fracos! Acho que nessa lista podemos colocar GUN DEVIL, um jogo indie que está totalmente grátis na Steam.

Ele é um jogo run & gun, de mesmo modo frenético como Cup Head. Aqui você controla um demônio branco que deve salvar algumas succubus de algumas criaturas sinistras. O jogo tem uma ação frenética, e não é tão difícil. Seu visual lembra muito jogos lançados para o antigo Nintendo 8 Bits, com músicas e estilo no nostálgico 8 bits.

O jogo tem cerca de 8 fases, e nelas você pode coletar moedas e tesouros, que são usados para comprar novas armas e upgrades no jogo. Ele também conta com cerca de dois chefes. Vou te dizer: é um jogo até que bem divertido, e existem diversas manobras que o jogador pode fazer, como usar dash, planar no ar, usar machados, etc. Demorei cerca de 74 minutos para chegar ao fim dele, mas isso depende do jogador que for jogar, embora eu não fiz 100% quando zerei o mesmo.

Se você procura por algum jogo novo na sua biblioteca Steam, recomendamos este.

GUN DEVIL (DE GRAÇA na Steam)

terça-feira, 10 de maio de 2022

GGPO, uma plataforma que iniciou uma geração para os jogos competitivos online

maio 10, 2022

Acho que foi nos idos de 2014 ou 2015 que, procurando na internet sobre alguma forma de jogar KOF online, encontrei uma plataforma conhecida como GGPO! Até antes de me aventurar (criar minha conta) na Steam, passei muitas horas jogando KOF2002 nesta plataforma.

De acordo com o site oficial do GGPO, esse sistema foi criado em 2009, por Tony Cannon, que inclusive também é um dos fundadores da maior feira de campeonatos mundiais, a EVO. De acordo com algumas pesquisas que eu fiz, GGPO é uma sigla para Good Game Peace Out, que significa "bom Jogo fique bem" em inglês. A plataforma era super leve para baixar, com uma série de ROMs (poucas), todas derivadas dos sistemas da SNK ou CAPCOM antigos.

Meu codinome na época era TMR.RJ, isso porque, quando jogava The King of Fighters no Fliperama (e depois migrando pro GGPO), jogava com meu irmão Rodrigo e também meu amigo Maicon. Então a sigla indicava Thiago Rodrigo Maicon. Rio de Janeiro, onde nós moramos. Abaixo tem um vídeo de uma (das muitas) jogatinhas que eu tirava no KOF 2002.


Às vezes, era eu sozinho ou meu irmão que jogava na conta, ou jogavam nós três (cada um com um Personagem no trio de KOF). Como um sistema passível de evolução, no GGPO era muitas vezes MUITO bugado, com muitas quebras de frame, mas isso nunca impediu da gente jogar muitos jogos lá. 

Funciona assim: a gente entrava por salas (cada jogo tem uma sala), que tem um chat. Nesse chat podemos conversar com outros jogadores. Os jogadores disponíveis para os contras poderiam ser clicados. Ao fazer isso, o jogador desafiado escutava uma música do Street Fighter te chamando para o combate, e ele decidia se escolheria jogar ou não. Além de jogar contras, você também poderia assistir as partidas de quem estava jogando. Havia muitas tretas lá entre jogadores, como um tal de Jean de Mauá, que acabou sendo acusado de usar macros, entre outros... Bons tempos!

No GGPO não tínhamos sistema rankeado, contador de partidas, muito lag e também uma pequena biblioteca de jogos disponíveis para rodar. Algo que seria melhorado em uma nova versão, conhecida também como Fightcade. Mesmo assim, com todos esses problemas, dava para jogar e passávamos muitas tardes (e noites também) se divertindo nessa plataforma, conhecendo muitas pessoas. Eu tenho um amigo no Facebook que conquistei graças ao GGPO!

A migração para o Fightcade

Logo do Fightcade 1 - Reprodução


Lembro-me até hoje quando o GGPO chegou ao fim!

Antes de acabar, ele tinha mandado seus jogadores a migrarem para o novo sistema, chamado de Fightcade. Foi difícil fazer a migração, mas na primeira versão já havia uma certa melhora ao GGPO original, com a mesma biblioteca de jogos.

Assim sendo, o Fightcade virou Fightcade 2 (a atual versão), onde você pode jogar diversos jogos além dos fliperamas (como Master System, Megadrive e outros), tendo um sistema rankeado (letras do D ao A, não me lembro se tem a letra S), um contador de vitórias, e um sistema bem melhorado. 

Alternativa LEGAL e GRÁTIS!




Vale lembrar que, através do Piepacker (hoje Jam.gg) você pode jogar alguns jogos antigos (de fliperama) da mesma maneira que Fightcade (online), e totalmente legal, já que esse site é licenciado pelas empresas que produziram esses jogos. Outra coisa interessante é que aqui você NÃO PRECISARÁ baixar nada, sendo seus jogos pelo seu navegador (browser).

Ele também conta com recursos incríveis, como capturar a webcam para você poder mostrar seu rosto e outras utilidades que o Fightcade não tem. Para quem quiser jogar jogos online gratuitamente sem baixar nada (da mesma forma que o GGPO/Fightcade) sem poder instalar nada e também totalmente original, já que eles tem as licenças das empresas que produziram esses games, clique aqui em:

 

Conclusão

Tudo isso iniciou com GGPO, numa época que os jogos online ainda estavam começando! Hoje em dia muitos jogos já possuem um sistema de competitivo online. Hoje em dia, graças aos jogos que tenho (Steam, Epic, GOG, Amazon Gaming... fora as partidas de Lol ou Valorant) fica difícil voltar a jogar algumas partidas em Fightcade, além do mais que já temos os jogos "originais" de Kof.

Mas... se tu quiser jogar um Kof 2002 (das antigas) com algum desconhecido (ou amigos), o Fightcade é uma ótima opção! Joguei muito e recomendo.

Editor deste blog faz lives ao vivo jogando games - https://www.twitch.tv/clodo_rei_da_negev

domingo, 8 de maio de 2022

Minit Fun Racer, a continuação do ótimo Minit

maio 08, 2022

Alguns dias atrás fiz uma resenha no blog sobre o RPG Minit, que vem de uma safra de jogos da Devolver Digital estilo retrô bem atraente. Aquele universo do Personagem que morre em poucos segundos ganhou uma continuação, não sendo mais um RPG, mas um jogo de corrida único.

Em Minit - Fun Racer tu controla o mesmo personagem, que tem um limite de 10 segundos iniciais para poder chegar no final da pista, de maneira semelhante à Excitebike. Durante a viagem, você pode bater em latas de lixo para pegar impulso e também pegar moedas. As moedas aumentam seu tempo limite e também são usadas para a compra de upgrades para seu Personagem: desde mais tempo, novos comandos e outros que poderão aumentar seu percurso na pista.

Um jogo legal, mas curto demais...

O jogo só tem uma única pista, onde você precisa escapar dos obstáculos e chegar antes do tempo limite. Ao chegar lá, consegue zerar o game. Eu demorei cerca de 30 minutos de gameplay para conseguir esse feito. No entanto, caso passe da primeira pista, o jogo funcionará com uma espécie de loop: voltando para a pista até morrer.


Outro ponto negativo para o game (minha opinião) é que, diferente do Minit original, o jogo não está em português BR, apesar disso não incomodar muito. Infelizmente é um jogo que não vai prender muito o seu tempo, como Minit e também Downwell, no entanto, se você gostou do Minit original acho que vai querer ter esse também na sua coleção. Apesar de tudo, ele é bem baratinho.

Minit Fun Racer está na Steam por R$6,49.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

George Foreman's KO Boxing é um dos melhores 2 VS do Master System

abril 29, 2020

No final dos anos 90 e início de 2000, o Master System ainda tinha um pouco de sua força numa era em que já reinavam os 32 bits. Dentre os jogos que passamos horas e mais horas diante da TV, George Formenan's KO para mim está entre um dos melhores 2 VS do console. Talvez seja até melhor que o MK2 (outro que foi um dos que mais me divertir jogando contra os amigos). 

Meu contato inicial com o game foi através de uma locadora, cujo alugamos o cartucho em um fim de semana. O jogo era até melhor do que a gente esperava, trazia um modesto "modo arcade" que não era tão fácil de superar. Pois o adversário possuía características superiores a nossa e após vence-lo, nosso "George" evoluía. Algo que não era comum de se ver em jogos do Master System!


O confronto é feito como qualquer outro jogo de luta 2D (tirando os agarrões e saltos). Os jogadores apertam os botões para desferir os golpes (um botão para cada braço) e indo para cima ou para baixo, permitia realizar um gancho ou se defender. Segurando os dois botões, você poderia aplicar um "especial" enchendo uma barra inteira e aplicando um super soco, mas poderia ser evitado caso fosse atingido pelo adversário. E como você só pode realizar 3 desses ataques durante a partida, o jogador precisa usá-lo com inteligência.

Caso seu desejo é desafiar seu amigo, o modo VS apresentada o lutador que dá nome ao título, como também, os demais adversários. Cada um com estatísticas próprias, o que deixa tudo mais interessante! Me lembro quando aluguei esse cartucho, levei para a casa de um primo meu que tinha Super Nintendo, para jogar com dois controles (porque só tinha 1 joystick). Me deixaram jogando sozinho até que o namorado de uma prima minha (que veio para jogar Snes, não entender porque o tinha deixado de lado para jogar o Master) - lembrando que nesta época, o Super Nintendo era o Xbox One/PS4 de hoje!


O cara pegou o controle 2 e passou a tarde toda jogando comigo. A batalha foi até de noite, encerrada porque o sujeito teria que ir embora. Isso é algo que nunca esqueci porque não tinha tanta intimidade com o sujeito e naquela tarde, a gente debatia as lutas e dava aquelas provocações tão comuns em jogos de luta. Talvez seja o melhor game de boxe que já joguei (e olha que jogava aquele do Atari, foi meu primeiro game do gênero) - mas sei que há outros...

Então, hoje se você tem um Master System licenciado ou até mesmo um emulador, tente encontrar esta rom na internet e jogue com um amigo. Creio que você irá se divertir muito!!!

OBS: durante as lutas, seu personagem não muda de lado. Ou seja, se você ficar no canto - pode ser pressionado e beijar a lona que nem nas lutas de boxe. Vou deixar abaixo um gameplay do jogo para você ver como ele é!

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

O satânico colorido de Cup Head

janeiro 07, 2020
Foto: Divulgação

Cup Head ("Cabeça de Copo") é um clássico jogo de plataforma lançado em 2017 pelos irmãos canadenses Chad e Jared Moldenhauer com o nome de Studio MDHR. Ambos os irmãos sempre foram apaixonados por games, e quando crianças, brincavam de desenhar seus "próprios jogos", como versões alternativas criadas por ele de Megaman (clássico game da época no NES), que existiam apenas na imaginação deles.

A ideia por trás do jogo começou em 2010, mas foi a partir de 2012 que a produção dele inicialmente começou. A princípio, o personagem principal do jogo, Cuphead, só foi criado em 2013. Com uma proposta bem interessante, Cuphead quis focar em desenhos animados dos anos 30, conhecidos pelo seu politicamente nada correto. Ainda em 2013, os irmãos mostraram sua criação em uma feira da Microsoft para jogos indie, com a qual ganhou bastante reconhecimento e atenção do público (veja vídeo abaixo). A partir de 2014, quando esse fato aconteceu, a dupla ganhou fôlego total para a continuação da produção do jogo, através do pequeno estúdio MDHR.

PRIMEIRA APARIÇÃO DO JOGO (2013)

A repercussão acabou sendo tão grande que a própria Microsoft ofereceu um espaço durante uma de suas conferências, em 2015, para que os irmãos Moldenhauer pudessem apresentar o jogo, ainda em produção. Ao que tudo indica, a produção do jogo contava com oito pessoas na produção. Para bancar os custos de produção, os dois irmãos foram atrás de empréstimos para financiar o projeto em curso. Antes do fim da produção, a equipe aumentou de tamanho, o que foi essencial para o término da obra.

Cup Head é um jogo de plataforma das antigas (jogos antigos eram conhecidos pela sua dificuldade), que representa uma luta contra o próprio diabo. Veremos um pouco mais a frente sobre isso.

A História por trás de Cup Head.

Qual o diferencial de Cup Head para os demais jogos do mercado?! Os irmãos Moldenhauer escolheram abandonar tudo para desenvolver esse jogo. A proposta do jogo era criar um game TOTALMENTE desenhado como uma animação as antigas, incluindo os cenários pintados como quadros. O estilo do jogo seguia os desenhos clássicos dos anos 30 à 50.

Foto: Reprodução
E qual a história de fundo do game?! Cup Head e Mug Man (Xicrinho e Caneco) são dois homens xícaras que vivem na Ilha do Tinteiro. Eles não obedeceram seus pais e acabaram parando longe demais, no Casino do Diabo. Por lá, estavam ganhando tanto que estavam quebrando a banca do cassino. Até que apareceu o próprio diabo, dono do lugar, oferecendo eles uma nova aposta: eles poderiam ficar com todo dinheiro do cassino caso ganhem, mas perderiam suas almas caso perdessem. Eles perdem no jogo mas pedem clemência ao diabo, que oferece uma missão para eles: que eles busquem as almas de todos outros devedores a ele na Ilha do Tinteiro antes da meia noite.

Foto: Reprodução

Assim sendo, os jogadores devem trabalhar para o diabo, recolhendo os contratos de almas que não foram pagos pelos habitantes da Ilha do tinteiro. No fim do game, existe a opção de lutar contra o próprio Diabo (ele sendo o último boss) ou então se aliar a ele.

O Satanismo colorido de Cup Head

Cup Head não é o primeiro jogo a abordar elementos de Satanismo, Demônios, Diabo, Inferno... O enredo do jogo mostra um diabo cartunizado, bobo, sendo responsável por todos os vícios do ser humano. Quem conhece a Bíblia e um pouco sobre essas questões espirituais, sabe que o diabo representado em Cup Head não tem nada a ver com o diabo real.

No começo do Século é muito comum franquias e jogos tentarem simpatizarem o diabo e o Inferno com o ser humano. O diabo não é bobo, ele não dá clemência, ele não aceita ser passado para trás. Não sei se existe alguma mensagem satânica por trás do jogo, ou mesmo os desenvolvedores usaram a ideia do diabo para polemizar e ganhar mais dinheiro.

Minha análise sobre Cup Head

Cup Head tem a mesma proposta de jogos antigos, como Metal Slug, Contra, etc. É um jogo de atirar e correr. Ele pode ser jogado sozinho ou com duas pessoas. Sozinho, você pode escolher entre Cup Head (vermelho) ou Mugman (azul). O jogo tem poucas fases, onde são usadas para pegar moedas douradas, que serão usadas para a compra de armas e equipamentos. A lista de equipamentos e armas é pequena, com seis espaços diferentes cada.

O jogo exige mais um controle, porque tem pelo menos cinco botões de ação, mas dá para jogar normalmente pelo teclado. Existem fases aéreas, onde não será possível usar as armas que comprou. O jogo, apesar da dificuldade alta, não é algo tão impossível de passar. Tipo assim, ele volta como nos jogos antigos: com tentativa e erro, você vai conseguindo aprender os macetes e passar. As fases e chefes não tem check-point, mas existe um mapinha que mostra seu progresso quando você morre num chefe ou uma fase, o que achei bem genial.

Foto: Reprodução
Algo inovador no jogo é o Parry, onde o personagem pode quicar num objeto ou tiro lançado no inimigo, o que faz pontuar sua barra de energia. Vale lembrar que apenas objetos roxos ou vermelhos brilhantes podem usar o Parry.

Cada Personagem tem uma barra de especial, que aumenta a medida que provoca dano nos inimigos. A barra completa é composta por cinco cartas de baralho. Quando elas estão cheias, você pode usar um special. No jogo, existem três especiais (que não podem ser comprados com moedas). Todos esses especiais são conquistados quando você salva uma xícara dos fantasmas nos Mausoléus. Existem apenas três Mausoléus na Ilha do Tinteiro.

Foto: Reprodução
O primeiro especial consiste em fazer os personagens derramarem leite da cabeça nos inimigos, como se fosse um Kame-hame-ha. O segundo especial deixa o Personagem invulnerável por um tempo, e o terceiro aumenta o dano dos tiros por um tempo. Nesse quesito, acho que o Special 1 é melhor que os outros dois. Minha opinião.

A expansão The Delicious Last Course


Em Junho de 2022 foi lançado a primeira expansão do jogo. Caso queira conhecer nossa análise completa sobre ela, CLIQUE AQUI

Depois que você finaliza o jogo, você pode jogar as fases no nível especialista. O jogo é uma verdadeira obra de arte. Recomendo bastante. Quem quiser comprar as versão pela Steam ou Gog, deixo abaixo os links:

Cup Head (link Steam) - Preço: R$36,99

Cup Head (link Gog) - Preço: R$36,99

Obrigado por lerem até aqui. Até o próximo post.

sábado, 28 de dezembro de 2019

Porque Heretic é um dos melhores FPS da velha guarda

dezembro 28, 2019

Para quem jogava nos PCs a muito tempo atrás, quando os FPS eram ainda conhecidos como 'Clones de Doom'. Uma versão "medieval" do famoso jogo da ID foi publicado. Em vez de controlar um soldado futurista tendo que enfrentar hordas de demônios, aqui você controla um elfo chamado Corvus, e seus adversários consistiam em várias criaturas mitológicas em um mundo de fantasia medieval. 

O jogo foi publicado pela Raven Software e distribuído pela própria Id ainda em 1994, mas mesmo que use a mesma engine de Doom, temos algumas melhorias. Para começar, foi aqui que tivemos o primeiro jogo de tiro (pelo que eu me lembre) a ter um inventário. O jogador levaria alguns itens como poções de cura, "grimórios" e outros - podendo escolher usá-los na hora em que achar mais apropriado. O mesmo sistema foi usado no jogo Unreal, cujo também já falamos dele aqui no blog.

Para fazer essa análise, vou dizer um pouco sobre minha experiência sobre o jogo e os detalhes sobre a história, vou deixar a cargo do canal do videogame.


Minha primeira experiência com Heretic foi após conhecer Doom. Naquele tempo, tinha apenas em mãos a versão shareware do jogo (na qual, tínhamos apenas o primeiro capítulo para jogar gratuitamente) e após jogar muito Doom desta forma, tivemos a sorte de baixar na internet Heretic - que a princípio, parecia ser um 'doom medieval'. 

Anos mais tarde, através de programas como Zadronum - tive a oportunidade de jogá-lo e finaliza-lo (através de uma versão pirata). Mas como desejava obter a versão original do mesmo - optei em jogar os 3 primeiros capítulos e me divertir com os dois extras assim quando tivesse a versão original do jogo. Sei que não preciso falar isso aqui, mas recomendo que você compre a versão licenciada. Pois todos os jogos que analisamos aqui no blog - compramos e zeramos para dar nosso veredito. Com a versão legal em mãos, você pode usar programas como Zadronum para jogar online com amigos...

Falo isso porque joguei tanto a versão pirata como a original na Steam. É claro que se falando de Doom ou jogos que levam a mesma engine, os mesmos são separados pela WAD - o que significa que não há diferença se você jogar pelo zadronum ou pelo jogo original (que é emulado pelo dosbox e vendido na Steam) mas para mim, o charme da versão de Dos consiste na mesma experiência que tive quando mais novo, o que não acontece quando emulo em um port mais avançado (mesmo que seja em HD).


Além disso, na versão original você tem acesso a nuvem. Ou seja, por mais que precise formatar o computador ou perca os arquivos, seu save estará lá para ser usado. O que não acontece com uma versão baixada da internet! Mas se você nunca jogou Heretic, vou te dizer em poucas palavras porque ele é tão bom!

Para começar, os monstros não são parecidos com o jogo supremo da Id. Temos sim, criaturas parecidas como demônios, mas nenhum dele é similar ou se comporta como os monstros em Doom. E alguns ainda dropam munição para as armas mágicas do personagem caso morram de uma maneira mais grave. É certo que alguns ainda caiam na porrada entre si, mas não chega ser igual aos demônios de Doom. Aqui temos golens, magos, lich's e monstros totalmente originais.


As armas também possuem seu próprio charme e diferente do carro chefe da Id na época, a arma inicial não costuma ser um peso (como a pistola em Doom). Aqui, o báculo que você usa será utilizado várias vezes durante a campanha - mas algumas armas parecem uma versão 'medieval' daquelas usadas pelo Marina... mas funcionam de forma única.

O ambiente é bem feito e o mapa que o jogador acessa para se guiar, é claro e bem mais eficiente que no jogos anteriores da empresa; Infelizmente, a versão Steam como é emulada pelo DosBox, não tem como jogar multiplayer - mas tenha a certeza que de que o jogo é ótimo sendo jogado solo. E com a versão original, você pode usar seu WAD para jogar online com amigos através do Zadronum ou outros 'emuladores de doom' que permitem essa opção.


As fases possuem o mesmo mecanismo de Doom: aqui você precisa encontrar chaves para abrir portas. Alguns lugares são abertos apertando certo mecanismos, mas vale lembrar uma curiosidade que achei engraçada. Por se tratar da engine melhorada de Doom, os desenvolvedores não modificaram as portas, ou seja, você chega nas portas de madeira e ao apertar espaço, elas sobem que nem se fosse um portão futurista - o que não faz sentido nenhum - mas você se acostuma.

Alguns pontos você chega a ser surpreendido pelos monstros, mas não tem a mesma apelação que em Doom - onde você pega um item, as paredes se abrem e aparecem vários demônios para te matar. Mas mesmo não sendo dessa forma, é um jogo matador. Uma vez que jogando na versão normal, existem fases com mais de cem adversários.

Como tenho tanto os jogos clássicos do Doom, quanto Heretic na Steam. Vale citar uma diferença: nesse jogo não tem o port para jogar com Mouse e as teclas A,W, S, D - obrigando o jogador se divertir apenas com a configuração de teclado clássica. Você pode até usar o mouse, mas usar as setas sem o A,W,S,D soa um pouco estranho. Lembrando que nos jogos de Doom, você pode optar pelo "mod do mouse" ou os controles clássicos (menos o Master Levels Doom 2 - que o uso do mouse e o A,W,S,D é obrigatório!)

Quem jogou Ultimate Doom, vai achar muito parecido o sistema de fases. Pois a cada estágio completado, o jogo mostra em um mapa a localização do personagem. Além de, é claro, o jogo ser dividido em capítulos.


A primeira versão de Heretic, era dividida em três capítulos. Só que mais tarde, uma nova versão chamada Heretic: Shadow of The Serpent Riders, incluiu mais dois capítulos - mas que não fazem parte da história. E é essa versão que está sendo vendida na Steam por 9 reais (um bom preço ao meu ver!) Mas caso você queira se interessar por uma versão que tem toda a história dos "cavaleiros da serpente" (que será explicada no vídeo abaixo), poderá comprar todos os jogos da série a 20 reais - cujo contém Heretic, Hexen, uma expansão para Hexen e Hexen 2. Todos são bons jogos e foi essa versão que eu comprei! 


Agora, se nunca ouviu falar em Heretic ou quer mais detalhes visuais do jogo, além de explicações sobre a história e monstros. Prepare-se para assistir este pequeno documentário produzido pelo canal do videogame.


segunda-feira, 18 de novembro de 2019

O Mortal Kombat 1, 2 e 3 da Gog

novembro 18, 2019

Se você é fã da famosa série de lutas Mortal Kombat e gostaria de comprar uma versão licenciada dos clássicos, saiba que os mesmos são vendidos na Gog.com - que assim como a Steam, vende jogos digitais e possui um sistema bastante similar. O que difere a Gog de serviços como Origin e Uplay, seria a imensa biblioteca de jogos clássicos (alguns um pouco salgados, eu diria, como Doom, Diablo e Warcraft) - mas entendo que deve ser dessa maneira para que o pessoal tenha lucro. Afinal, eles tem a permissão de vender os jogos.


A vantagem da Gog ao meu ver, foi a possibilidade de se comprar diretamente por Paypal (algo que a Steam não possui mais - no caso, sem um cartão de crédito) e isso foi determinante para que eu compre alguns jogos aqui. Não é só jogos antigos, mas sim, muitos bem atuais e baixando um programa chamado Gog Galaxy (a versão client Steam do site) você baixar os jogos toda vez que precisar, incluindo o serviço de nuvem e também a possibilidade de reparar jogos que pararam de funcionar (no caso, rebaixando-os e conferindo arquivos corrompidos).


É claro que se você entrou aqui, é para saber se vale a pena comprá-los, não é mesmo? Vou te contar minha experiência e um resumo de como é tal trilogia.

Com apenas 11 reais, você compra 3 jogos que não são vendidos separadamente. São versões de computador oficiais lançadas na época e emuladas pelo DosBox. Então, se você tinha no seu antigo pc alguns dos três jogos mencionados, creia que você terá a mesma experiência que teve nos anos 90. Mas se você tiver um computador mais moderno, acredito que antes de ligar seu jogo, vá na página do mesmo no Gog Galaxy, e selecione Outro e depois acesse Graphic Mode Setup... assim você vai configurar os gráficos do jogo que vão rodar sem leg no pc...


Acessando o Menu de gráficos, em Basic Settings, deixe em tela cheia com DDraw e em Advanced Settings, deixe a resolução original em hq2x se você tem um monitor mais moderno (aqui tenho um 16:9 e rodou de boa); Não adianta você colocar resoluções maiores ou afins porque vai apena deixar o jogo mais pesado e bugado. Lembre-se, ativar OpenGL ou qualquer outros recursos não vão melhorar o gráfico do jogo - porque ele são daquele jeito...



(É claro que eu tentei para ver como seria e como ficaria... tudo para escrever essa análise, por isso, siga essas instruções de gráfico que foi o melhor que achei sem bugar o jogo).

A única coisa que me deixou meio para trás ao comprar a trilogia, é que a Gog vendia o MK3 e não o UMK (jogo que curto muito). Mas, o que me forçou a aceitar e comprar foi justamente o MK2, que é o meu preferido... e meu amigo, quando liguei todo feliz, além de não saber como mexia nos comandos... me deparei com o símbolo da Probe...


Para quem não sabe, a Probe fez a versão de Mega Drive e como nunca tinha visto a versão do PC em DOS, inicialmente, fiquei chateado... depois descobri que tanto MK 2, quanto o 1, podem se mudar as configurações apertando F10 (desde que não esteja em lutas). Achava que o som era um pouco inferior a versão de arcade, tudo porque ele vinha numa configuração básica. Configurando-o, você terá toda a energia do jogo como se tivesse jogando no próprio arcade - e aqui explico como!

Já o MK1 eu tenho que aplaudir... ele, diferente de alguns sons que são um pouco diferentes do seu sucessor, é 100% original ao arcade. O MK2 só falha em alguns sons apenas, a jogabilidade de ambos é a mesma dos arcades e é agradável.


Já no MK3 as coisas continuam perfeitas, só que há um sistema próprio para configurar seus controles que é bem superior aos jogos anteriores e você não precisa descobrir que tem que apertar F10 para configurar. Além disso, ele permite que você jogue online com outra pessoa, desde que você saiba o seu IP (com o mesmo sistema que você pode jogar online no emulador Fuzion).

Não dou notas para os jogos, mas eu gostei dos 3! Todos eles me deram a satisfação de jogar o clássico na hora que eu quiser e licenciado. Ou seja, é um jogo original da franquia que está a um bom preço e que promete horas de diversão...


Pena que é o MK3... mas, é a mesma versão do Arcade.  E compensa!

Mas compensa que são bons jogos, principalmente o MK 1 e 2, que promete horas de diversão!

Ficou interessado? Compre agora mesmo!

https://www.gog.com/game/mortal_kombat_123

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Unreal Gold: o FPS quase desconhecido da Epic Games!

novembro 01, 2019

As pessoas conhecem mais a série pelos jogos Unreal Tournament. Que consiste pegar os elementos do jogo original e colocá-lo numa arena divertida para jogos multiplayer. Eu já escrevi uma análise do Unreal Tournament 99, se quiser dar uma olhada, clique no link depois de ler essa postagem.

Unreal foi um jogo desenvolvido pela Epic Games (a mesma produtora do famoso Fortnite) e lançado um ano antes de seu irmão mais famoso, o Unreal Tournament. Nele, apresentamos várias melhorias de jogos como Doom e Quake e numa forma que também seria explorada no ano seguinte por Half Life.


Eu joguei e rejoguei esse jogo para tentar apresentar a minha experiência mais natural possível. Para começar, se você está acostumado ao estilo de jogo de tiro em primeira pessoa no estilo Duke Nuken, vai notar uma grande diferença ao jogar este jogo. Em Unreal, não há tela de seleção de final de fases como nos jogos clássicos. Aqui, ao passar um estágio, você continua a história... 

O mapa carrega tão rapidamente que só dá uma pequena travada e rapidamente ele mostra o título e o nome do autor. Mas, diferente de Doom e Quake, você não tem um mapa para se guiar e muitas das vezes, você ficará perdido. (Como eu fiquei, tendo que algumas vezes apelar pro youtube me mostrar o caminho certo de um local para outro). Felizmente, o nome das fases aparece quando você salva o jogo (que em vez de você escrever alguma coisa no slot, no jogo aparecerá o nome da fase e o horário em que foi salvo).


O game também permite que você jogue uma versão mais primitiva de Unreal Tournament, disputando com bots ou outros jogadores via LAN) em partidas de mata a mata ou por equipes. Talvez seja daí que nasceu o sucesso que ocultou este incrível jogo. Além disso, ele permite que você também jogue com um amigo a campanha (desde que seja por Lan e que ele também tenha o jogo), pois diferente de UT, ele não tem nenhum servidor para ele e você não pode criar servidores dedicados, como em Unreal Tournament.

Além dos puzzles que evitam que o jogo seja repetitivo, forçando o jogador a encontrar uma alavanca ou algo parecido para abrir um caminho do outro lado e com isso, prosseguir. Encontramos monstros com inteligência artificial aprimorada. Ou seja, se em Doom você pode fazer os demônios brigarem entre si apenas abrindo e fechando a porta, os monstros de Unreal possuem inteligência para te surpreender, chegando até ficar escondido em locais escuros para não ser atingidos pelo jogador. Porém, a única reclamação que eu tenho é sobre alguns puzzles, cujo algumas passagens são em locais muito difíceis de se encontrar e a falta de um mapa, aumentou muito a dificuldade (o que explica eu ter entrado no youtube).



A versão Gold (aquela que é vendida na Steam e a que eu tenho) vem com o jogo completo além de sua expansão, que apresenta uma arma nova e algumas novidades (cujo o canal do videogame explica nos vídeos abaixo). Atualmente, ele custa 17 reais na Steam e promete horas de diversão! Principalmente se você tem um pc ligado via LAN para jogar com um amigo; Para aqueles que jogaram o Unreal Tournament, saiba que ele possui o mesmo sistema e a mesma interface!

No jogo também possui um inventário (como o clássico Heretic). Não vou explicar sobre os itens e os monstros porque o vídeos abaixo trarão todos os detalhes. Meu objetivo aqui é apenas compartilhar minha experiência com o jogo, na qual, já passei das 33 horas de jogo! Atualmente, eu estou perdido na última fase, o que fez eu demorar escrever uma postagem sobre ele aqui (geralmente, zeramos o jogo para poder dar uma análise mais detalhada da coisa), mas como comecei a jogar outros jogos, achei mais que o suficiente usar a experiência que tive somado aos vídeos do Canal do Videogame para poder recomendá-lo...

Compre o jogo agora clicando aqui

Documentário em português sobre Unreal. 

O canal do videogame fez um documentário que foi dividido em partes e que explica tudo sobre o jogo, desde como foi criado até o detalhe das fases e dos monstros. Caso queira uma explicação mais detalhada sobre o universo, recomendamos que assista.

OBS: o segundo vídeo da série foi apagado pelo autor, por isso, ele pula para o terceiro!


domingo, 21 de abril de 2019

Como seria Mortal Kombat 11 para Playstation 1

abril 21, 2019
Achei muito interessante uma foto nas redes sociais (veja abaixo), mostrando como ficaria a capa de Mortal Kombat 11 (jogo a ser lançado na época que estamos publicando isso) se o mesmo fosse lançado para Playstation 1.

O Playstation 1, ou Play 1 (como conhecemos) foi o primeiro videogame da franquia de consoles da Sony. Como a mídia de seus jogos eram os tradicionais CD-ROMs, as capas eram do mesmo formato de CDs de música naquela época. Nostalgia total. Confira abaixo como ficaria se MK11 fosse lançado para Play1 (versão europeia).


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