quarta-feira, 24 de janeiro de 2024
quinta-feira, 23 de novembro de 2023
Análise de Alex Kidd in Miracle World (Master System)
sábado, 14 de outubro de 2023
Super Futebol (Great Soccer/World Soccer) do Master System diverte na simplicidade
Agradeço ao meu pai por ter comprado para meu irmão e eu o Master System. E aproveitamos o máximo o presente de natal de 1996 para jogar muitos bons jogos divididos em diferentes temas. Tudo porque, como amantes de jogos, gostamos de experimentar de tudo (não somos "gamers que excluem jogos de esporte"). Afinal, se está numa tela de TV ou Monitor de Computador, a gente só quer se divertir.
Já falei aqui da nossa experiência com Ultimate Soccer, mas não foi apenas com ele que "jogamos o futebol do Master". Tivemos outras experiências agradáveis em contras, inesquecíveis! (Que espero compartilhar em outras análises!). Enquanto hoje se procura o realismo no game para reproduzir uma partida de futebol na tela, antigamente, as pessoas já ficavam felizes se o game pudesse ser divertido. Me lembro até hoje quando a gente jogava o futebol do Atari (cujo Pelé fez até comercial, se não falhe a memória). Que apesar de ser uma "inovação", este jogo não era nada divertido.
Já em Super Futebol (ou World Soccer, mas que na tela aparece o nome de outro jogo - Great Soccer [???]), apresentava em gráficos simples uma partida bem divertida. Diferente dos jogos de futebol da época, a tela possuía uma abordagem diferente e o jogo era bem simples. Para pegar a bola do oponente você só precisa fazer um encontrão, enquanto um botão dá chute e o outro toca. É um jogo muito simples e que qualquer um (principalmente que nunca jogou videogame) consegue aprender em poucos minutos.
Sua simplicidade é que o torna divertido. Joguei muito contra meu irmão e me lembro de alguns confrontos épicos (principalmente em disputa de pênaltis!) na casa de uma prima minha. O jogo só dispõe o modo de partida e o modo de disputa de pênaltis. Seja qual modo escolher, você tem oito seleções para escolher e a grande novidade aqui, é que após escolher seu país, você ouve em versão 8 bit do hino nacional daquela nação. (Um trecho apenas!)
No fim da partida, encontramos como tela final um jogador do time vencedor com a taça da Copa do Mundo na mão enquanto um jogador do time perdedor, aperta a sua mão (o que é uma baita mensagem, principalmente para as crianças!). Para encerrar, este jogo por mais que seja divertido e simples - as disputas de pênalti são as piores dentre todos os jogos de futebol do master que eu joguei. Principalmente pela velocidade do chute, já que quem estiver controlando o goleiro, pode ver a direção da bola e defender facilmente a cobrança.
Me lembro de disputas longuíssimas de pênalti justamente por isso, o jogador que atuava como goleiro prestava atenção aonde a bola iria passar. Não era uma defesa garantida, mas uma "quase garantida", o que fazia uma simples disputa de pênaltis durar uma eternidade (principalmente, porque tinha gente aguardando para jogar também.)
Jogo simples e que recomendamos. Mas que possui o título de outro jogo e que a Tectoy o lançou como Super Futebol (ou Super Futebol 2, não sei). Caso queiram procurar a respeito, ignorem esse nome e procurem por World Soccer.
quarta-feira, 4 de outubro de 2023
Gangster Town: o mais hardcore dos jogos de pistola do Master System
Quando era adolescente com idade de por ir sozinho na casa de nossos primos, era comum ir na casa tanto de um, quanto de outro para jogar Master System. Apesar de possuir o mesmo console, cada parente tinha jogos diferentes!
A história de como conhecemos Gangster Town é marcada por dois primos nossos (um garoto e uma garota, que apesar de ser da minha família, eles não eram parentes!). Enquanto o rapaz tinha um Master que não tinha Sonic na memória, mas sim, uma coletânea de três jogos e a pistola Ligth Phaser - já a garota, conseguiu não sei da onde, o jogo de gangster dessa postagem.
Então, sabemos que um tinha um jogo que exigia pistola e o outro, tinha a pistola (cujo nunca tinha sido usado para outra coisa a não ser jogar o jogo da memória). Unimos o útil ao agradável, ou pelo menos, não tão agradável assim. A curiosidade de jogar um game de pistola do Master cujo não sabíamos se seria uma ótima ideia, acabou no fim, não sendo - e vou explicar o porque.
Apesar de podermos rejogar esses games através de emuladores (como eu fiz para poder escrever essa postagem e relembrar esta pérola de game), usei um mouse. Mesmo aparentando ser mais preciso e rápido que a Light Phaser, não cheguei muito longe. Já que o jogo é muito difícil, beirando o impossível! Na infância, perdemos uma tarde inteira tentando chegar longe e o máximo que conseguimos, foi a terceira fase...
Jogos antigos forçam muito o tentativa e erro e isso, é legal. Mas frustrante quando você vê um monte de coisa na tela e não sabe qual vai atirar. Jogando no emulador, temos a mira de nosso mouse, mas na época que joguei numa TV de tubo com uma pistola original, a coisa não se provou tão fácil. Me lembro de colocar a mira da pistola em cima da televisão para poder atingir, já que pelas minhas lembranças, a mira da pistola não era muito boa.
E como funciona o jogo?
Você começa escrevendo seu nome e inicia um treinamento. Porém, a primeira fase você até passa tranquilo! Você está perseguindo um carro e dele sai pela janela alguns gangsters que vão tentar atirar em você. Passando até um avião para te jogar bombas cujo você precisa tirar nelas rápidas para não levar dano. O jogador possui um número de corações de vida, que caso faça uma boa pontuação, aumentará sua energia - o que não adianta muita coisa. Cada inimigo morto faz ele "ir pro céu" de anjinho, mas você pode atirar nos mesmos que caem (no inferno?) - o que rende pontos extras.
São inúmeros caras na tela, onde você deverá jogar muitas vezes para poder aprender quem matar primeiro. Minha reclamação deste game é que não possui um sistema de vidas! Você possui apenas seus corações e se morrer, já era. VOLTE TUDO DESDE O COMEÇO!
Ao conseguir passar da segunda fase na base da raça, descobri que tem um bônus de ter que atirar numa parede e achar uma chave. Ao procurar suas fases na internet, encontrei um vídeo de um cidadão viciado que o detonou em oito minutos (veja abaixo), mas mesmo assim, você pode encontrar esse jogo facilmente na internet para jogar.
sábado, 8 de julho de 2023
Kung Fu Kid do Master System tem AÇÃO & ADRENALINA!
Iniciando com um título de um famoso meme da internet, inicio essa postagem falando de um jogo que quando criança, não consegui zerar. Tendo feito só depois de adulto, graças a emuladores! Não recordo ao certo como foi meu primeiro com ele. Só o que tenho na lembrança de ter jogado várias vezes.
A memória mais "forte" que tenho dele foi na 4ª série, em 1997. Quando uma colega de classe nos emprestou uma coletânea de jogos de luta do Master, que vinha no mesmo cartucho os jogos: Shinobi, The Ninja e Kung Fu Kid. O legal é que (apesar de não conseguir fechar o KFK), a menina que nos emprestou o jogo tinha caixa e manual, cujo explicava melhor o enredo e tudo mais. O game possui uma mecânica bem simples e intuitiva, parecendo ser complicado no começo, mas basta apenas alguns minutos para se acostumar.
| A caixa do jogo de série de lutas que mencionei |
Com o botão 1 você salta, enquanto com o 2 você chuta os oponentes. Apertando o botão 2 enquanto esta no ar, você também agride seus adversários. Além disso, usar o botão 2 abaixado concede ao seu personagem aplicar uma rasteira. Ao detonar vários inimigos sem ser atingido, você pode pegar talismãs mágicos que em posse deles, ao apertar cima e o botão 2, aniquilará todos que estiveram a frente do seu personagem. O que aconselho usar com sabedoria, principalmente, deixá-las para a fase 5 - a que eu considero mais difícil e que foi meu pesadelo de criança.
Recomendo que você reúna ao longo da sua partida, quantas talismãs puder. Afinal, eles não só são úteis para destruir os adversários a frente, como também, é a única forma de destruir os zumbis - que são a única espécie de monstro no jogo que não morre com os ataques de seu protagonista. Apesar do talismã ser bom, ele é inútil contra os chefes. Principalmente na fase 6, onde você terá que vencer cinco chefes novos seguidos (sim, deve aprender o macete de cada um - pois de morrer, vai ter que enfrentar desde o primeiro chefe).
Aqui no Brasil, tivemos uma versão modificada conhecida como Sapo Xulé: O Mestre do Kung Fu. Que na real, só muda as sprites do Wang (personagem principal). Apesar de curto, é um jogo muito divertido!
sábado, 28 de maio de 2022
O lendário jogo do Mickey Mouse no Master System (Castle of Illusion)
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| Foto: Reprodução |
terça-feira, 24 de maio de 2022
Análise do livro Old Gamer - Coleção Consoles volume 1 - Master System
sábado, 21 de maio de 2022
O clássico Vigilante, do Master System
sexta-feira, 20 de maio de 2022
O Castelo Rá Tim Bum do Master System
quinta-feira, 19 de maio de 2022
Sonic 1 foi o primeiro jogo que zerei na minha vida. Um clássico!
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| Foto: Reprodução |
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| Caixa do videogame. Nostalgia pura! Foto: enjoei - Divulgação |
terça-feira, 3 de maio de 2022
Esse jogo é bom demais: Deep Duck Trouble Starring Donald Duck
Como todos sabem pelas diversas análises de jogos de Master System aqui no blog (ou não). Ganhamos nosso querido console no Natal de 1996 e a partir deles aumentamos nosso carinho pela Sega e por este que nos proporcionou muita diversão em nossa juventude.
Em 1997, o Master (apesar de ser bem popular) já era considerado um console ultrapassado. O que para nós foi um pouco difícil encontrar pessoas para trocar fitas e até comprar nas lojas (ainda existiam cartuchos sendo comercializados, como eu já mencionei que comprei com meu padrinho o Golden Axe). Mas ainda me lembro muito bem de um colega de classe na época (em minha 4ªsérie) mencionar sobre o Mortal Kombat 2 do Master, que segundo mesmo, era inferior ao do Mega Drive por não ter Kung Lao e Rayden. (Lembro-me até hoje ele perguntando: "Tem personagem X no Master? Tem personagem Y no Master?" (Lembrando que eu também já escrevi uma análise desse querido MK no nosso blog).
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| Sprites mostrando que Donald está com calor |
E devido a inferioridade do console em relação aos 16 bits dos amigos, meu irmão e eu começamos prestar mais atenção nos jogos de Master, para ver quais eram os mais caprichados. Mesmo sendo crianças, entendíamos que não dá pra fazer milagre em console de 8 bits, mas dá para deixar uma experiência muito agradável. Entendíamos que ainda dava pra produzir bons jogos no Master - por isso, que ficamos empolgados com este game estrelado pelo meu personagem favorito da Disney, o pato Donald.
O que esse jogo tem de especial para nós? Sua jogabilidade e seu "capricho". Aqui vemos o personagem ser muito bem representado com fases bem coloridas e que pegam a essência da proposta que querem passar e ainda nos oferecem sprites extras mostrando uma situação cômica que passamos no jogo. Como por exemplo, se cair no buraco, Donald vai ficar no ar por um instante tentando "nadar" no nada para não cair. Ou de chutarmos um bloco que se volta para o nosso pé, a sprite dele vai mostrar que o mesmo se machucou. Até levar dano somos comtemplados com Donald dando o seu famoso chilique!
Para quem jogou o Castle of Illusion de Master, vai entender que a proposta aqui é muito parecida. Donald mata os inimigos pulando em cima dos mesmos ou chutando blocos nos inimigos. Aqui você tem 3 "pontos de vida", perdendo um a cada vez que é atingido por um inimigo ou caindo em espinho, lava, etc. Você pode recuperar 1 ponto se pegar o sorvete (que está em baús que você abre chutando), ou recuperar todos os pontos pegando frango assado (???). Não importa se você tenha 2 pontos, o máximo permitido pelo jogo serão 3. Você pode pegar também diamantes e sacos de dinheiro (para aumentar a pontuação) além da pimenta, que faz o Donald correr e quebrar blocos automaticamente (além de matar todos os inimigos que encostar, como o famoso power up do "brilho" em Sonic).
No início, você escolhe as fases que você quer acessar (que nem o jogo Castle of Illusion) e todas elas possuem dois atos. O legal é que cada uma delas possui suas próprias características, o que o torna um jogo muito divertido. Os estágios em si, não chegam a ser muito difíceis (o que pode parecer a princípio, mas jogando você logo pega o jeito!). Mas após concluir as quatro primeiras fases, a última é bem desafiadora. Acredito que os que ainda não jogaram, vão ficar um bom tempo por lá - principalmente por uma certa parte em que você precisa ser bem "cirúrgico" no salto.
Por possuir cenários caprichados e sprites detalhadas, as vezes, o jogo terá um pouco de lentidão por causa dos conceitos gráficos na tela, mas essa "queda de fps" não chega a atrapalhar o jogador. E um game que eu recomendo muito, principalmente para jogar com seu filho(a). Já o chefe final é um pouco desafiador, mas com o tempo - você o vence. O game apresenta continues infinitos e em certas partes (mais complicadas) oferecem sempre a chance de encontrar uma vida, que poderá ser pega no mesmo local novamente caso o jogador morra - tudo isso, para ajudá-lo a não encontrar o Game Over.
Se você não teve a oportunidade de jogá-lo no console, aproveite agora e se divirta. Esse é um dos bons motivos para se divertir com a incrível biblioteca que para mim, é o melhor console de 8 bits que já pus as mãos.
Eu também aproveitei e o finalizei em live, veja o gameplay completo abaixo.
Eu tenho um canal na twitch que quase não uso, se quiser conhecer, acesse:
https://www.twitch.tv/rodrigo86
domingo, 27 de março de 2022
O clássico Alex Kidd in Shinobi World
quarta-feira, 23 de março de 2022
Conheça Golden Axe Warrior, o RPG de Master System que é "clone" de Zelda
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| Versão original de Golden Axe no Master System, no mesmo mundo de Golden Axe Warrior |
domingo, 20 de março de 2022
Análise de Robocop 3 (Master System)
segunda-feira, 17 de maio de 2021
O Golden Axe que recebi de aniversário me fez ter boas experiências
Foi a minha única experiência de ter ido a loja de jogos para comprar um jogo para o meu Master. Afinal, da última vez tinha sido meu irmão, que compraria o Ecco: The Tides of Time (cujo é um jogão e já resenhei aqui no blog) e um tal de James Pond 2: Codename Robocod. Além disso, naquele ano o videogame de 8 bits mais querido do Brasil já não tinha muita força, sendo uma das últimas oportunidades de encontrar seus jogos a venda. Tanto, que ao escolher um cartucho, não tinha tantas opções!
Dentre as poucas caixas a se escolher, a única que eu achei que valia a pena - era o Golden Axe. Eu o conheci pela primeira vez na casa de um amigo que tinha Mega Drive, e uma versão de Master daquele belíssimo jogo valeria muito a pena. Ao testar na loja, já me admirei com o tamanho dos sprites e estava louco para jogar.
Diferente da versão original, não temos três personagens a escolha - apenas o Ax Batlle (que segundo o manual do game, era chamado de Tarik). Realmente, eu acho Tarik um nome muito mais convincente do que o que foi dado na versão original. E como há apenas um personagem, a escolha das magias são definidas pelo jogador no início do game.
Quem sabe como funciona o jogo, saiba que na versão de Master - tudo ocorre da mesma maneira. As fases são as mesmas e tudo foi bem adaptado. Principalmente por possuir sprites grandes, deixando o jogo "um pouco lento" (o que muitos podem dizer), mas em nenhum momento isso atrapalhou minha diversão. Na verdade, eu achava o máximo. Lembro que tinha conhecido o cartucho de Rastan, que era um bárbaro com sprites bem pequenas e ao ver o Golden Axe, achava bem superior devido os detalhes.
O jogo conta com as mesmas montarias e mapa do original, a única coisa que não temos - é a fase seguinte após Deather Adder ser derrotado (no Master, só há um encontro com o chefe). O que o torna curto, mas com fator replay bem alto. Golden Axe de Master nos apresentou um jogo briga de rua com espada e magia - cujo você gasta sua mana ao apertar os dois botões. O sistema de pegar potes de mana é o mesmo!
Só que há um bug que eu sempre fazia. Quando você passa um estágio e os anões (no manual ele são descritos dessa forma) vem roubar seus potes. Se você usar a magia, a noite se torna dia! É algo bem diferente.
Caso você queira conhecer, vou deixar o link onde você pode baixar a rom. Ela funciona em qualquer emulador de Master.
https://coolrom.com.au/roms/mastersystem/7179/Golden_Axe.php
Mais detalhes como fotos da caixa, cartucho e até download do manual
https://www.sega-brasil.com.br/Tectoy/Golden_Axe_(Master_System)
domingo, 9 de maio de 2021
Shinobi é uma grande pérola do Master System
A maior prova disso é que antes de iniciar um Ato numa fase, aparece uma "ficha" contendo a foto do vilão e um pequeno mapa para mostrar aonde você está. Tanto, que após concluir uma fase - a folha é carimbada para simbolizar que você completou a sua missão, indo para a próxima fase. Os estágios são divididos em atos, que vão de 3 a 5. Durante a sua jornada, você pode coletar upgrades para as armas a longa distância e a curta, para isso, basta encontrar nos reféns (salvando-os) que você recebe desde a cura de sua energia e aumento do HP, como também, aumenta o dano de sua arma a longa distância.
Joe Musashi atinge os inimigos com shurikens apertando o botão 1. Os mesmos evoluem para faca, depois, para granada - terminando em um revólver. Caso o jogador aperte o botão 1 próximo ao inimigo, ele fará um ataque a curta distância, que pode ser com soco, nunchaku, corrente ou katana (que diferente dos ataques a longa distância, aqui nenhuma delas muda o dano). Por isso, se estiver com a corrente, não pegue os reféns que possam dar "upgrades" de armas a curta distância, uma vez que não há evoluções com esse tipo de arma, só trocas. O que vai pedir o conhecimento um pouco do jogo sobre o que cada refém oferece.
O lado bom de melhorar sua energia máxima e armas é que você cada vez fica mais imbatível, o problema, é que quando você morre - vai iniciar com tudo no zero. Tendo que evoluir tudo novamente! O que não é problema...
O jogo tem muitas variações de inimigos e se passa em diferentes tipos de ambiente. Por exemplo, na primeira fase - parece que o shinobi está fazendo sua missão de tardinha, enquanto na segunda, já é noite. A terceira se passa "no dia seguinte" e por ai vai! Cada novo estágio apresenta inimigos novos, e seu desafio é mediano... não é um jogo difícil, como também não é muito fácil - ou seja, qualquer pessoa que não sabe jogar direito, ao entender as mecânicas, pode ir longe.
O ninja salta apertando o botão 2, além de poder atirar durante o salto ou mesmo abaixado. Você também pode dar um super pulo para ir na tela de cima (quando há). Por exemplo, útil para pular no telhado do cenário e salvar alguns reféns (atém de algumas fases ter que exigir este tipo de ação). Para fazer este salto, basta ficar abaixado e depois usar o botão de pulo.
Se você pegar um certo refém na fase, poderá ir no fim de cada ato, ir para o bônus. Onde você fica diante de várias mesas para atirar nos ninjas que vão passando. Se nenhum deles te pegar, você ganha um Jutsu (que pode ser, paralisar todos os inimigos, voar, etc.). Caso mate o ninja azul nesse bônus, você ganha 2! Me lembro que para passar de uma certo ato na fase quatro, eu tinha que pegar o Jutsu da levitação e foi assim até os tempos de hoje, quando vi que dava pra saltar sem jutsu nenhum no youtube. Para ativar um justsu, é preciso matar dez inimigos primeiro para depois executá-lo - segurando os dois botões e se não me engano, ir pra cima e soltá-lo.
Mesmo assim, é um jogo muito divertido e que recomendo.
domingo, 13 de setembro de 2020
O Sonic de Master System supera o original de Mega Drive
A história sobre a criação de Sonic, todos nós sabemos. Mas, para muitos, a versão clássica lançada para o Master System supera o jogo original. Será que estão certos?
Na postagem sobre o Mario Bros 3, eu falei sobre o carinho que eu tenho com Sonic do Master System assim como muitos tem com Super Mario World na infância. São jogos que acompanharam o console e que nos entreteve tanto e hoje faz parte de nossas vidas. No meu caso, no natal de 96 para 97, meu irmão e eu estávamos felizes por receber um Super Nintendo. Ele era o videogame da vez e o conhecíamos muito bem, principalmente por jogar horas e mais horas numa locadora do bairro. Como era escolha nossa decidir qual presente queríamos para o Natal, Snes foi a o que desejamos para aquele ano.
Só que meu pai sempre trabalhou de autônomo e na véspera de Natal de 96, o videogame estava caro demais para que ele pudesse comprar. Mesmo assim, decidiu comprar um Master System porque era um console mais em conta do que poderia pagar. Me lembro muito bem ele me pedindo perdão por ter que comprar este aparelho em vez do outro. Como se a gente tivesse ficado frustado com isso... nós amamos o presente! Temos inclusive um primo nosso que escolheu ganhar um Snes e recebeu conosco e nem ligamos... afinal, tínhamos um videogame só nosso, que mesmo sendo 8 bits, era muito mais moderno que o Atari que tínhamos obtido anteriormente.
O jogo que vinha em sua memória já era conhecido: Sonic The Hedgehog.
O primo que ganhou o Super Nintendo naquele natal já tinha o tal console e dali que conheci o porco-espinho pela primeira vez. O nosso amor pelo Mario e pelo Sonic era praticamente o mesmo, pois vivíamos uma época que o que realmente queríamos era nos divertir. A guerra de consoles existia apenas para as empresas, pois o que a garotada queria ter boas opções nas prateleiras. E naquele Natal, receber Sonic na memória e mais duas fitas emprestadas do meu tio (que era Ghouls n' Ghost, cujo também já escrevemos uma análise no blog, e Sonic 2) fizeram o meu ano de 97 ser muito promissor em relação a jogos.
Logo, uma prima minha também ganhou um Master e era comum tentarmos zerar o game na casa dela. Você sabe como criança muita das vezes é burra! A gente, conseguia a princípio, chegar até a terceira zona, que é da floresta - sempre dando game over naquele chefe que joga umas bombas no chão. Ou seja, a zona do Labirinto era algo novo para a gente, mesmo sabendo que ele seria a próxima. Teve uma vez que esgotamos todos os continues e não conseguíamos passar... até que...foi um passo para o final do jogo, mas não tínhamos zerado ainda... ficamos muito tempo...
Um ano depois, já conhecíamos tudo do jogo: a posição das esmeraldas, glitchs e secretos, mas não conseguíamos passar pelo chefe final. A gente jogava aquilo todo dia e não conseguia, até que um dia, ouvindo as dicas de um primo meu que também tinha um Master, consegui passar e me lembro da emoção de ter zerado o jogo. Meu irmão apareceu na sala e viu o que tinha acontecido... aí disse o que eu fiz pra passar e ele pediu pra jogar... assim ele começou o jogo todo do zero e zerou - o que era uma obrigação, afinal, já tínhamos zerado Sonic 2 e o primeiro, nada.
O Sonic para Master System não é tão veloz quanto a versão de Mega, e nem mesmo tem essa intenção. Acredito que ele seja melhor, pelo fato de ser nostálgico e de ser um dos jogos do Master System mais bonitos e bem caprichados. A trilha sonora é única e o fator replay é grande! Para começar, as esmeraldas estão espalhadas em locais secretos (geralmente nas segundas fases das zonas) e não aquele bônus doido do Mega. Também temos um mapa da ilha de Sonic mostrando a trajetória da fase, o que deixa tudo mais interessante. Em vez deles criarem um port para o Master, decidiram fazer uma versão própria do jogo para ele, assim, temos dois jogos incríveis!
Diferente da versão original, quando você passa de fase, as placas vão apresentar a figura do Robotinik (na maioria das vezes); a figura de um anel (oferecendo 10 anéis adicionais); do Sonic (dando uma vida extra, mas ela aparece geralmente quando o jogador morre muito na fase) ou um sinal de exclamação (que o leva para a fase bônus). Nesse tipo de estágio, você apenas pode colher um monitor de continue e tem acesso a muitos anéis para aumentar seu marcador de vida, que vai até nove, mesmo ultrapassando este número.
Toda vez que Sonic se esbarra em algum inimigo ou tem contato com espinhos, ele perde todos os seus anéis. Diferente da versão de 16 bits, onde ele pode recuperar alguns. Por se tratar de um jogo menos veloz, você é livre para explorar o cenário! Sempre encontrando o Robotinik no terceiro ato das zonas cujo você deverá derrotá-lo sem anéis. A única coisa possível se você estiver usando uma proteção, cujo a gente chamava de "bolha" uma esfera que cobre o personagem e permanece com ele até o final do jogo se Sonic não tomar dano.
Já os power ups, temos além da proteção, os sapatinhos, que fazem o Sonic correr bem rápido por um tempo e estrelas que o deixam imune a qualquer coisa por um tempo. Há também um monitor com a seta pra baixo e que se estoura-lo, o transforma em checkpoint e a vida, que são monitores com a cara do Sonic. Para se ter o final verdadeiro, são necessários 6 esmeraldas!
Por ser um jogo de 8 bits, você não vê nenhum animalzinho saindo do robô destruído. Os amigos do porco-espinho só são vistos quando são libertos após passar uma zona para a outra. O final é legal e chega a ser tão bom quanto o do mega. (Apesar que da versão 16 bits é muito mais evidente que Sonic venceu o vilão).
Para você que não jogou, vale a pena dar uma conferida! Recomendo muito.









































