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terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Binary Domain foi um dos melhores jogos que já joguei na vida

fevereiro 04, 2025

Recebi uma cópia gratuita do jogo a alguns anos. Mesmo parecendo promissor, não tinha um pc decente na época para jogá-lo e deixei para quando ficasse tempo sem poder comprar outros jogos. Publicado pela Sega, o jogo (apesar de antigo) lida com temas que estão na moda hoje, como robótica e inteligência artificial.


Na verdade, oferece um exemplo do que pode acontecer em nosso futuro devido aos avanços. Quando o peguei para jogar (numa tarde de domingo), me fizeram jogar sem parar durante tarde e noite devido a sua história (que és muito interessante) e sua jogabilidade. Não entrarei em detalhes sobre a trama em si, cujo me envolveu do início ao fim. Principalmente, por conter personagens carismáticos e com personalidade própria!

O game é em terceira pessoa, onde controlamos um soldado do governo e enfrentamos robôs de vários tipos. O legal é que na medida que detonamos nossos inimigos, pedaços deles caem e isso pode lhe dar certas vantagens. Ou seja, os inimigos possuem pontos destrutivos (principalmente os chefes), que geralmente são robôs grandes com armaduras pesadas, onde precisamos destruir parte delas para expor pontos fracos e assim, destruí-los.


O jogo contra com uma espécie de aprimoramentos de RPG, onde ao acessar a loja (que pode ser encontrado ao longo das fases), permitem comprar chips que se esquipados, oferecem vantagens ao seu personagem e de sua equipe. Aprimoramentos que melhoram a regeneração, defesa e até, permitem levar mais kits médicos. Que são essenciais para salvá-lo da morte! Se seu personagem perder toda a sua vida não haver mais kits médicos, alguém da sua equipe pode chegar e gastar um kit próprio dele para te salvar. Algo semelhante ao que acontece em Resident Evil 5.


Outra adição seria o fato de poder usar seu microfone para dar ordens e responder algumas coisas a sua equipe. Já que suas ações no jogo são aprovadas ou desaprovadas pelos demais personagens. (Claro que você deve dar as respostas em inglês e eu até conseguir dizer algumas coisas), mas por causa de um mic ruim e não saber inglês (que mesmo que tenha instalado tradução feita por fãs no game, as respostas devem ser no idioma original do jogo). Decidi desabilitar essa opção!

Apesar de ser um jogo frenético em 3ª pessoa, ele sempre te coloca em algo novo. Não há nada repetitivo e sempre apresenta elementos novos, como atirar rapidamente para salvar a vida de um companheiro ou ter sorte em um quick time event para poder saltar da ponte que está ficando em ruínas. Eu pude ver um carinho especial com esse jogo, principalmente, pelos personagens apresentados. O mesmo apresenta um plot que seria a introdução de uma continuação, mas que por ter baixas vendas no mercado americano, é algo que nunca mais veremos.


Portanto, eu quero recomendar esse jogo. Que apesar de estar em inglês, sua tradução para o nosso idioma é facilmente encontrado na internet. Acredito que se ele tivesse um modo cooperativo, seria ainda mais incrível!

A versão do jogo desta análise é da Steam.


Compre por R$28,00 a partir do link abaixo:


https://store.steampowered.com/app/203750/Binary_Domain/?l=portuguese

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

O Tomb Raider 1 é um clássico que deve ser mantido

agosto 02, 2024

Tomb Raider é uma das minhas franquias preferidas dos games. A personagem Lara Croft (pelo menos, nos jogos clássicos e em alguns jogos posteriores), é uma mulher bonita, forte e de presença. Apesar de amar do Tomb Raider 2013 e suas continuações, eu entendo que aquela *Lara (*a dos jogos atuais) não costuma ser a mesma de Tomb Raider Legend, por exemplo. Jogos que zerei e já resenhei aqui no blog.


Eu gosto tanto da Lara, que até parte de seu design foi uma inspiração para uma personagem minha chamada Camila Katsura (dos quadrinhos de Yoshiro, cujo eu sou o autor). Mas falando sobre a protagonista de Tomb Raider, Lara é uma mulher inteligente e carismática. Forte, sexy e poderosa (sem ser forçado ainda por cima!)


Apesar de amar a franquia, meu início com ela foi conturbado. Meu primeiro contato com Tomb Raider foi na escola, onde tinha um amigo que possuía um Playstation 1 (que era o que havia de mais potente na época) e lembro desse nome Tomb Raider quando vi a imagem desse jogo na caixa do console. 

Eu não tive Ps1, muito menos um computador nesta época. Me divertia apenas com meu amado Master System com meu irmão gêmeo e as vezes, Super Nintendo na casa de um primo nosso. Minha primeira tentativa com esse jogo, foi uma versão "alternativa" que experimentei para pc e que inicialmente, achei muito complicado. Logo, chamei o jogo de "muito difícil" e deixei para lá... mas... eu não tinha desistido de jogar algo que pudesse me apresentar as aventuras da Lara.


Ao ganhar um pc, cheguei a experimentar outra versão "alternativa" do Tomb Raider Legend. Mas nem cheguei a jogar muito! Comecei a jogar pra valer mesmo, foi quando comprei o jogo na Steam e era aquilo o que eu queria: um jogo divertido, com gráficos bonitos (e que nem necessitava de placa de vídeo). Logo, fui comprando e zerando outros jogos e até resenhando-os aqui. E depois de jogar muitos TR mais recentes, chegou a hora de experimentar o clássico...


OBS: Na Steam, você compra o Tomb Raider clássico por R$29,00. Mas na Gog, você compra um kit com os 3 primeiros jogos por R$30,00. (O que recomendamos, afinal, é o mesmo jogo por um preço mais acessível!)


Se você experimentou o Tomb Raider: Anniversary (cujo também já fiz resenha), entenderá que o jogo é o mesmo (apenas com downgrade e com uma diferença aqui e outra ali). Assumo que foi graças a alguns conhecimentos de TR: Anniversay, que eu me saí muito bem e nem tive como apelar para detonados em certas partes.

Mas falando do jogo em si, a versão de pc apresenta comandos que inicialmente, achei bizarro mas que já me acostumei. Apertando Ctrl, Lara pode se pendurar em coisas ou subir uma plataforma. Já com o Alt, ela salta e a barra de espaço, permite que ela use uma arma que ela deixou equipada. Todas as armas precisam de munição para serem utilizadas, menos as pistolas clássicas da Lara, cujo possuem munição infinita. Apesar de toda a limitação da época, o jogo surpreende com puzzles interessantes e pode entreter o jogador por horas. Eu mesmo me lembro de uma tarde e início de noite num domingo inteiro só jogando uma fase de Tomb Raider 1.


Os gráficos são da época e existe até uma versão Remaster dos 3 primeiros jogos - cujo eu não vou comprar e até que acho desperdício, Já que se trata do mesmo jogo praticamente! Como já falei, com 30 reais você já compra os três jogos clássicos na Gog e se diverte! Caso dê um problema no seu pc por causa do Windows e que deixa o Tomb Raider impossível de jogar, aqui no blog já falamos como resolver essa situação.

Além de armas, a Lara pode pegar kits médicos e alguns itens para realizar certos puzzles. Você precisa acessar um menu para usá-los, o que era comum na época e até dá um certo charme pro jogo. Como dito, a sua história é a mesma do Anniversary (já que aquele era um remake deste game). E como fã da Lara, é claro que eu recomendo. Inicialmente, ele parece ser travado, mas quando você o começa a jogar de verdade, entende o porque este se tornou na época, o início de uma das franquias mais populares no fim dos anos 90.


Não há satisfação maior quando você resolve um puzzle aqui! Jogo recomendadíssimo! 


Também vale aqui citar o outro modo de jogo que o game apresenta. Além da campanha que levará nossa heroína a explorar tumbas, podemos também explorar um pouco da mansão da Lara. Ela nesse modo, usa até uma roupa mais "comum" e o jogador é induzido apenas a aprender o que a personagem pode fazer... resumindo: é um tutorial do jogo, que é importante e pode passar desapercebido por muitos jogadores.


Compre na Gog a coletânea que vem os três primeiros jogos (lá é mais barato, mas infelizmente - o jogo não conta com sistema de nuvem). O jogo custa R$30,00 a partir do link abaixo:


https://www.gog.com/game/tomb_raider_123

domingo, 20 de agosto de 2023

O jogo que faz você brincar de Mike Baguncinha: Door Kickers: Action Squad (Análise)

agosto 20, 2023

Se você é fã do agente brasileiro ou mesmo, da famosa polícia americana: este jogo é para você. Sendo uma sequência de um game chamado Door Kickers, este incrível jogo em estilo retrô, coloca o jogador na pele de diversos soldados da Swat em diferentes missões, mas todas elas envolvem resgatar reféns e confrontar bandidos.


Cada episódio conta com diversos estágios que possuem pequenos desafios, completando todos eles e sendo bem-sucedido, você recebe 3 estrelas. Dependendo da sua performance, você receberá entre uma a três delas! As tais servem para você comprar diferentes armas e/ou equipamentos para os seus agentes. A cada missão, o jogador pode escolher um dos personagens envolvidos, cujo cada um com suas próprias características e ferramentas - o que pode tornar a missão mais fácil ou difícil dependendo do agente.


 Toda vez que você fracassa em uma missão, você recebe pontos de experiência que ao avançar de nível, liberam pontos para serem gastas em habilidades passivas (e você pode trocá-las se quiser toda vez que iniciar uma missão). Além disso, se você fez duas estrelas ou menos, pode refazer a missão novamente para ver se alcança ganhar todas as 3!

Apesar de ser todo em pixel art e em visual retrô, o jogo oferece bastante ação e exige inteligência por parte do jogador. Principalmente em relação aos reféns! Ao atirar nos inimigos, se o agente atirar abaixado, pode acabar matando a refém e concluir a missão dessa forma não lhe renderá 3 estrelas, por causa que uma pessoa morreu em seu turno. 


Por isso, deve se criar uma estratégia com o personagem, utilizar as diversas armas e equipamentos em mãos (que são únicos e conhecidos da swat, como bombas de atordoamento, ou de fumaça, granadas, etc.). A missão em sua maioria, só termina quando todos os bandidos forem eliminados e todos os reféns (vivos) salvos. Algumas ainda oferecem tempo para conclusão até que uma bomba no cenário seja desarmada.


Por ser em pixel art, o jogo já é auto intuitivo. Qualquer pessoa que conheça pouco sobre videogame, entenderá rapidamente como ele funciona! Basta saber entrar com inteligência na área, procurar uma cobertura, saber quando atirar e como usar seus equipamentos. Há um sistema bem interessante aqui: no início de cada missão, o jogador ao escolher seu personagem, escolherá uma habilidade específica. Esta habilidade será ativa e para isso, você precisará encher uma barra branca que você aumenta ao detonar um inimigo e/ou salvar um refém. 

Caso você não queira utilizar essa barra, pode-se usufruir de outros equipamentos menores que são invocados com parte dessa barra, como um colete novo (caso tenha gasto), um pacote com munição (que no caso, não são das armas - elas são infinitas, mas os equipamentos como granada, bomba de fumaça, etc.), kit médico para ser curar, ressuscitar um aliado (explicarei a seguir), ou aumentar a vida máxima.


Sim, o jogo há um modo multiplayer para dois jogadores. Onde os dois jogam juntos todas as missões disponíveis e discutem entre si a melhor estratégia. Mas, infelizmente, o modo coop não apresenta uma tela dividida, assim, não temos certa exatidão quanto o que estamos vendo. Há também um modo online, mas este eu não testei porque acredito que seja assim como outros jogos da Gog, seja ligado ao servidor deles. O que não me permite falar muito a respeito sobre!

O jogo é bastante divertido e ainda nos apresenta a opção de reseta-lo completamente, para que possamos jogá-lo novamente com os personagens desde o princípio. Nossa análise se trata da versão Gog do jogo, caso você queira comprá-la, faça através do link abaixo:


Compre Door Kickers: Action Squad na Gog agora (R$27,89):


https://www.gog.com/en/game/door_kickers_action_squad


sábado, 8 de julho de 2023

Kung Fu Kid do Master System tem AÇÃO & ADRENALINA!

julho 08, 2023

Iniciando com um título de um famoso meme da internet, inicio essa postagem falando de um jogo que quando criança, não consegui zerar. Tendo feito só depois de adulto, graças a emuladores! Não recordo ao certo como foi meu primeiro com ele. Só o que tenho na lembrança de ter jogado várias vezes. 


A memória mais "forte" que tenho dele foi na 4ª série, em 1997. Quando uma colega de classe nos emprestou uma coletânea de jogos de luta do Master, que vinha no mesmo cartucho os jogos: Shinobi, The Ninja e Kung Fu Kid. O legal é que (apesar de não conseguir fechar o KFK), a menina que nos emprestou o jogo tinha caixa e manual, cujo explicava melhor o enredo e tudo mais. O game possui uma mecânica bem simples e intuitiva, parecendo ser complicado no começo, mas basta apenas alguns minutos para se acostumar.

A caixa do jogo de série de lutas que mencionei

O jogo segue o mesmo padrão do que vimos em My Hero (cujo também já escrevemos uma análise). O jogador vai para a frente detonando inimigos que aparecem de todos os lados, mas diferente do game que o rapaz briga para salvar a namorada, aqui você tem um medidor de vida semelhante aos dos jogos de luta. Não há como você restaurar vida numa fase, o que significa que você deve vencer o desafio e os chefes com a energia que lhe resta. Os chefes (que são encontrados no fim da cada estágio), também possuem uma barra de vida semelhante, mas não chegam a ser difíceis.

Com o botão 1 você salta, enquanto com o 2 você chuta os oponentes. Apertando o botão 2 enquanto esta no ar, você também agride seus adversários. Além disso, usar o botão 2 abaixado concede ao seu personagem aplicar uma rasteira. Ao detonar vários inimigos sem ser atingido, você pode pegar talismãs mágicos que em posse deles, ao apertar cima e o botão 2, aniquilará todos que estiveram a frente do seu personagem. O que aconselho usar com sabedoria, principalmente, deixá-las para a fase 5 - a que eu considero mais difícil e que foi meu pesadelo de criança.

Recomendo que você reúna ao longo da sua partida, quantas talismãs puder. Afinal, eles não só são úteis para destruir os adversários a frente, como também, é a única forma de destruir os zumbis - que são a única espécie de monstro no jogo que não morre com os ataques de seu protagonista. Apesar do talismã ser bom, ele é inútil contra os chefes. Principalmente na fase 6, onde você terá que vencer cinco chefes novos seguidos (sim, deve aprender o macete de cada um - pois de morrer, vai ter que enfrentar desde o primeiro chefe).

Aqui no Brasil, tivemos uma versão modificada conhecida como Sapo Xulé: O Mestre do Kung Fu. Que na real, só muda as sprites do Wang (personagem principal). Apesar de curto, é um jogo muito divertido!

quinta-feira, 23 de março de 2023

Enclave é um jogo desafiador de ação e com elementos de RPG (análise)

março 23, 2023

Um bom jogo de ação que na minha opinião, não é um RPG. (Como vi dizerem por aí). Se trata apenas de um jogo de combate e exploração, com alguns elementos de jogos de estratégia; Lançado em 2002 pela Starbreeze Studios, o game apresenta duas campanhas: A da Luz e das Trevas... trazendo personagens únicos para cada lado. O game consiste em escolher um personagem, equipá-lo com armas e armaduras e desvendar um determinado estágio.


Toda fase possui um número máximo de ouro que é apresentado ao jogador. Cabendo ao mesmo, enfrentar inimigos, realizar pequenos puzzles e por fim, chegar ao final com o maior tesouro possível. As fases podem ser jogadas novamente a qualquer momento, mas só será contabilizado o ouro que não foi coletado na tentativa anterior.


O dinheiro aqui é coletado através de moedas de ouro, joias e demais peças preciosas. Que ficam em locais fixos nas fases, mas algumas vem através de locais secretos ou de certos monstros derrotados. Ao concluir uma fase, você libera algo novo na sua equipe, como um novo personagem ou uma nova arma. Cada personagem tem sua lista de equipamentos e você deve com o seu ouro obtido nas fases, "comprar" os equipamentos que achar melhor.

As armas e armaduras estão disponíveis para todos os personagens (até mesmo a druida ou mago, que são usuários de magia - podem usar armaduras pesadas!) Isso é claro, se tiverem dinheiro. Eu vejo a questão do gold nesse jogo mais como "pontos" do que mesmo dinheiro de verdade. Pois ao escolher a missão e o personagem, você definirá quais as melhores armas para passar a determinada fase. Todos os itens possuem um valor em ouro, que é devolvido quando você não quer mais aquele item. O que significa que se quero abandonar minha armadura pesada pro meu mago de 4000 gold para poder comprar uma um cajado com uma magia melhor de 3000, o dinheiro é devolvido.


Funciona da seguinte forma: as armas de cada personagem tem um preço. Você vai decidindo qual é mais apropriada para aquela missão selecionando a mais cara até a mais barata. Isso também acontece com escudos e armaduras... caso você queira decidir usar uma arma mais fraca para ter uma armadura mais forte, basta reduzir o custo de ouro gasto na arma e aumentar na armadura. O dinheiro aqui nunca é perdido, você o usa para definir se terá a arma mais forte ou não. Caso você queira ir sem armadura por exemplo, o dinheiro que gastaria será devolvido... ou seja, isso não é um RPG de fato, mas sim, um jogo que usou 'pontos' para equilibrar o que você quer para o seu personagem naquele momento.


Há muitos personagens com armas aqui, e a graça é jogar com todos eles para saber qual se adequa mais ao seu estilo de jogo. O valor em gold total é o mesmo para todos os personagens, então, se você gastou tudo no seu guerreiro, não se preocupe, a druida terá o mesmo valor nas armas dela. Mas há outra funcionalidade para o dinheiro além de "escolher equipamentos".


Você pode também comprar poções de cura!. Quanto mais dinheiro você quiser investir, mais poções você terá ao iniciar as fases. Elas são muito importantes para restaurar a vida do seu herói, mas, em combate, o personagem deverá que se desarmar para tomá-las, então tome muito cuidado! E por fim, além de comprar equipamentos e poções, você pode ressuscitar seu personagem em serviço!


Ressuscitar o personagem, como assim? Algumas fases, aquelas mais longas - possuem checkpoints que são plataformas cujo uma vez ativadas, toda vez que seu personagem morrer, aparecerá novinho no ponto marcado - só que para isso, deverá gastar AUTOMATICAMENTE 10 de gold. Isso vai impedir do jogador coletar todo o ouro da fase, mas oferece a chance de passar dela!... Se você não tiver dinheiro e morrer, é game over! (mas não se preocupe, o jogo salva e você pode iniciar a fase novamente).

O combate é bem divertido, onde podemos atacar a longa distância com arco ou besta ou partir para um combate mano a mano com diferentes armas (comuns ou mágicas) que compramos antes de iniciar a missão. Os magos compram cajados, que lançam uma determinada magia (de acordo o mesmo escolhido na loja), que em contrapartida, não usam escudos. Que são excelentes para bloquear ataques corpo a corpo e evitar ser ferido por flechas inimigas.


Não entendo porque o jogo tão divertido desse não teve uma opção multiplayer. Seria muito legal explorar as fases matando diversos tipos de monstros usando os diversos personagens disponíveis. Que massa seria jogar com um mago e o outro como guerreiro e vê-los em ação juntos. Acho que em 2002, algo assim já era capaz com a tecnologia da época. Mas não pense que ele é fácil... cheguei a morrer e passar horas para tentar descobrir quais equipamentos e personagem seriam melhores para tal missão e é isso que acredito aumentar o fator replay aqui: a diversidade de personagens!


Se você procura um jogo retrô divertido e desafiador, este aqui é para você. Recomendo!


Compre na Gog agora por R$10,00:


https://www.gog.com/en/game/enclave

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Conheça GUN DEVIL, um jogo divertido e GRÁTIS na Steam (roda em qualquer PC)

setembro 29, 2022

Aqui no blog já fizemos um post com 50 jogos originais grátis para PCs fracos! Acho que nessa lista podemos colocar GUN DEVIL, um jogo indie que está totalmente grátis na Steam.

Ele é um jogo run & gun, de mesmo modo frenético como Cup Head. Aqui você controla um demônio branco que deve salvar algumas succubus de algumas criaturas sinistras. O jogo tem uma ação frenética, e não é tão difícil. Seu visual lembra muito jogos lançados para o antigo Nintendo 8 Bits, com músicas e estilo no nostálgico 8 bits.

O jogo tem cerca de 8 fases, e nelas você pode coletar moedas e tesouros, que são usados para comprar novas armas e upgrades no jogo. Ele também conta com cerca de dois chefes. Vou te dizer: é um jogo até que bem divertido, e existem diversas manobras que o jogador pode fazer, como usar dash, planar no ar, usar machados, etc. Demorei cerca de 74 minutos para chegar ao fim dele, mas isso depende do jogador que for jogar, embora eu não fiz 100% quando zerei o mesmo.

Se você procura por algum jogo novo na sua biblioteca Steam, recomendamos este.

GUN DEVIL (DE GRAÇA na Steam)

sábado, 6 de agosto de 2022

O excelente God of War - Chains of Olympus

agosto 06, 2022

Recentemente tive a oportunidade de jogar o ótimo God of War - Chains of Olympus, um jogo da franquia God of War lançado originalmente para o PSP (videogame portátil da Sony) em 2008. A versão que eu tenho foi no Playstation 3, lançada em uma coletânea da Sony.

Vou falar as impressões que eu tive desse jogo, após terminá-lo. Ele tem a mesma estrutura de outros jogos da franquia (como o God of War ou 2), com um diferencial: a mudança no comando para pegar os baús, e também para executar as magias. Para abrir os baús aqui, você precisa apertar O e para lançar as magias, precisa apertar R1 + algum botão de comando (como Quadrado, O ou Triângulo). Nesse jogo você também adquire uma arma nova, como a Manopla de Zeus, que pode quebrar certas estruturas. Para alternar entra as armas (Lâminas do Caos ou Manopla de Zeus), você precisa apertar ↓.


Demorei cerca de pelo menos 6 horas para terminar esse jogo. Aqui Kratos vai até o Inferno (mais uma vez?! Quase todo jogo de God of War ele vai para lá) para negociar com a esposa de Hades (Perséfone) para ver sua filha, mas nesse caso, abre mão de seu próprio poder. Os chefes não são tão difíceis, assim como todo o jogo (isso se comparado as versões antigas do Playstation 2).

E vou te falar: se você tiver a oportunidade de jogar God of War - Chains of Olympus, não perca essa chance! A versão que joguei (de Playstation 3) conta com alguns vídeos. As fases são muito bem construídas, mantendo a ação característica da Série (antes de 2018). Infelizmente, não existe uma versão PC de God of War - Chains of Olympus, então você precisa jogar ele no Playstation 3 ou PSP. Não sei se existe uma versão do jogo para Play4 ou 5 no momento que escrevo isto.

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

O lendário God of War

agosto 03, 2022

Aqui no blog sempre procuramos falar de diversos jogos, tanto desconhecidos como famosos. Hoje gostaria de começar a falar sobre (provavelmente) a minha franquia preferida, que se trata de God of War. A primeira vez que vi Kratos em ação acho que foi em 2005 ou 2006, quando eu estava olhando um garoto jogar esse game naquelas antigas locadoras de videogames, onde as pessoas pagavam para jogar videogame.

A primeira cena que eu vi foi Kratos em God of War 1, no seu combate contra a Hidra. Alguns anos depois, um amigo meu me emprestou um Playstation 2 onde conhecemos diversos jogos clássicos, como este. No entanto, por incrível que possa parecer, conhecemos God of War 2 primeiro do que o God of War 1, com a qual falaremos neste post.

Você precisa conhecer God of War 1

Em God of War você controla pela primeira vez o lutador/bárbaro Kratos, também conhecido como "Fantasma de Esparta". Ele meio que foi enganado por Ares, que o fez matar sua esposa e filhas por engano. Para então se vingar de Ares, Kratos então recebe a informação de que precisa encontrar a Caixa de Pandora para poder ter poder suficiente para derrotar um deus do Olimpo.

Essa Caixa de Pandora se encontra em um templo cheio de armadilhas encontrado num deserto, onde está nas costas do Titã Chronos (pai de Zeus), que vaga por ali. O jogo inteiramente se baseia em encontrar essa Caixa de Pandora para conseguir derrotar Ares, e eu acho que ele deve lhe oferecer pelo menos entre 10 à 15 horas de jogo, dependendo da pessoa que estiver jogando.

Embora o enredo de God of War 2 possa ser mais empolgante, God of War 1 tem seu próprio charme. Ele é praticamente um jogo Hack n' Slash, onde você ganha pontos por combos realizados, que são utilizados para a compra de aprimoramentos de poderes, armas e magias que Kratos acumula no decorrer da sua jornada, melhorando seu progresso.

Pelo que eu saiba, o jogo (apesar de inicialmente) ser lançado para Playstation 2, seu sucesso lhe trouxe port para outras plataformas da Sony, como PSP e Playstation 3. Não sei atualmente se tem algum port para Playstation 4 ou mesmo Playstation 5, mas vou lhe dizer: é um jogaço, que vale a pena ser conhecido até hoje!

Você não conhece God of War?! Então peço muito que conheça! Infelizmente, você precisará ter um videogame para jogá-lo, porque não existe versão para PC ou celular dele (a não ser o God of War 2018, que é o jogo mais recente da franquia no momento que escrevo isto).

domingo, 31 de julho de 2022

Análise de BioZone (Konami)

julho 31, 2022

Importante! Essa resenha completa nossa 300ª resenha sobre jogos aqui no blog, mas sem delongas, vamos ao que interessa!

Biozone é um jogo de ação desenvolvido para celulares pela empresa japonesa Konami, em 2009. O jogo inicialmente foi criado em Java Script, mas acabou tendo uma versão para PC em 2010, um ano depois de sua versão original mobile. O jogo lembra muito o clássico Doom Troopers (Super Nintendo), onde você entra numa floresta atirando em inimigos, que começam com soldados comuns até passar por uma espécie de seres aliens e também seres robóticos.

Por ter sido um jogo criado em 2010, ele é repleto de bugs e também não é otimizado para controles Xbox/Steam. Você é obrigado a jogar com os direcionais, com o CTRL para atirar, ALT para lançar as bombas e Z para trocar de armas. Além disso, possui manobras especiais, como apertar diagonal para baixo para fazer rolamentos, e também voar inclinando o botão de pulo (nesse caso, precisa estar com o Jetpack). 


Durante a partida você, além de atirar nos inimigos, você precisa apertar botões (com ESPAÇO) para abrir portas ou liberar plataformas, e também procurar antídotos para dar para aliados no meio do caminho (também apertando ESPAÇO). Você também pode encontrar novas armas, armadura (para reduzir o dano), granadas e kit médico (para recuperar HP perdido no decorrer da aventura).

O jogo também é curto. Ele tem cerca de 15 fases, e demorei cerca de 3h4 horas para poder chegar no fim dele. Outra coisa interessante é a física do jogo, principalmente nos pulos e nas caixas que você deve levar durante o caminho. Os chefes são bem fáceis de passar, a não ser o último, que deu um pouco de trabalho. Vou te dizer: embora veja avaliações negativas sobre esse jogo na Steam, eu discordo. Gostei bastante do jogo. Comprei numa promoção por R$3 mas acho que o preço atual (R$16,99) o mesmo não valia esse investimento.

Biozone está na Steam e você pode comprar agora (se estiver disposto a pagar caro por ele) ou então esperar uma promoção, deixando o mesmo na lista de desejos.

Biozone (Steam por R$16,99)

domingo, 9 de maio de 2021

Shinobi é uma grande pérola do Master System

maio 09, 2021

Há certos jogos que você conhece em sua infância e/ou adolescência da qual, nunca esquece. Lá por volta de 1997, quando tinha recém ganhado meu Master System - tive a oportunidade de alugar e mais tarde, pegar emprestado, este incrível jogo de plataforma e ação. E o que se trata este game? Você controla Joe Musashi, cuja missão é capturar cinco chefes de uma organização criminosa chamada Zeed (A página do Wikipedia do jogo diz que os mesmos membros estavam raptando os alunos do seu herói, mas tenho certeza que no manual dizia que você era contratado para capturar tais bandidos).

 

A maior prova disso é que antes de iniciar um Ato numa fase, aparece uma "ficha" contendo a foto do vilão e um pequeno mapa para mostrar aonde você está. Tanto, que após concluir uma fase - a folha é carimbada para simbolizar que você completou a sua missão, indo para a próxima fase. Os estágios são divididos em atos, que vão de 3 a 5. Durante a sua jornada, você pode coletar upgrades para as armas a longa distância e a curta, para isso, basta encontrar nos reféns (salvando-os) que você recebe desde a cura de sua energia e aumento do HP, como também, aumenta o dano de sua arma a longa distância.

 

Joe Musashi atinge os inimigos com shurikens apertando o botão 1. Os mesmos evoluem para faca, depois, para granada - terminando em um revólver. Caso o jogador aperte o botão 1 próximo ao inimigo, ele fará um ataque a curta distância, que pode ser com soco, nunchaku, corrente ou katana (que diferente dos ataques a longa distância, aqui nenhuma delas muda o dano). Por isso, se estiver com a corrente, não pegue os reféns que possam dar "upgrades" de armas a curta distância, uma vez que não há evoluções com esse tipo de arma, só trocas. O que vai pedir o conhecimento um pouco do jogo sobre o que cada refém oferece.

O lado bom de melhorar sua energia máxima e armas é que você cada vez fica mais imbatível, o problema, é que quando você morre - vai iniciar com tudo no zero. Tendo que evoluir tudo novamente! O que não é problema... 

 

O jogo tem muitas variações de inimigos e se passa em diferentes tipos de ambiente. Por exemplo, na primeira fase - parece que o shinobi está fazendo sua missão de tardinha, enquanto na segunda, já é noite. A terceira se passa "no dia seguinte" e por ai vai! Cada novo estágio apresenta inimigos novos, e seu desafio é mediano... não é um jogo difícil, como também não é muito fácil - ou seja, qualquer pessoa que não sabe jogar direito, ao entender as mecânicas, pode ir longe.

O ninja salta apertando o botão 2, além de poder atirar durante o salto ou mesmo abaixado. Você também pode dar um super pulo para ir na tela de cima (quando há). Por exemplo, útil para pular no telhado do cenário e salvar alguns reféns (atém de algumas fases ter que exigir este tipo de ação). Para fazer este salto, basta ficar abaixado e depois usar o botão de pulo.

 

Se você pegar um certo refém na fase, poderá ir no fim de cada ato, ir para o bônus. Onde você fica diante de várias mesas para atirar nos ninjas que vão passando. Se nenhum deles te pegar, você ganha um Jutsu (que pode ser, paralisar todos os inimigos, voar, etc.). Caso mate o ninja azul nesse bônus, você ganha 2! Me lembro que para passar de uma certo ato na fase quatro, eu tinha que pegar o Jutsu da levitação e foi assim até os tempos de hoje, quando vi que dava pra saltar sem jutsu nenhum no youtube. Para ativar um justsu, é preciso matar dez inimigos primeiro para depois executá-lo - segurando os dois botões e se não me engano, ir pra cima e soltá-lo.

Como joguei muito isso no meu Master, é lógico que passei tardes jogando e tentando superá-lo. Tivemos até a surpresa de um boato da escolha de fases se tornar um cheat verdadeiro! Mas, tanto meu irmão, como eu - conseguimos zerar o jogo sem perder nenhuma vida. É algo difícil, mas quando você consegue tantos upgrades, o mestre final é moleza. O problema é que mesmo tendo tantas fases, variações de inimigos, armas, fases bônus e etc. O game não apresenta um final, terminando o jogo com a mensagem GAME OVER.

 

Mesmo assim, é um jogo muito divertido e que recomendo.

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Resident Evil - Revelations 2 é um dos MELHORES jogos da franquia já lançados

abril 16, 2021

Algum tempo atrás fiz a análise de Resident Evil - Revelations, que inicialmente, começou como um jogo da franquia RE para Nintendo DS, que teve tanto sucesso que praticamente obrigou a Capcom criar um port para outros consoles e para PC. Alguns anos depois, no entanto, a empresa publicou no mercado Resident Evil Revelations 2, que não apenas era uma continuação original dessa história bem como melhora MUITO a jogabilidade do jogo anterior. Leia para entender.

Um jogo baseado em Capítulos...

Assim como no seu antecessor, Resident Evil - R2 é mostrado a todos nós como uma série de TV, com capítulos. Inclusive, sempre quando você joga o game faz um breve sinopse de tudo que você passou até aquele momento, como uma série mesmo de TV. Enquanto em RER1 tínhamos cerca de 13 capítulos, neste nós temos apenas quatro capítulos. Mas não pense que só porque tem quatro capítulos o jogo é pequeno... Nada disso! Demorei cerca de 14h para fechar o game...

Esse foi o único RE dividido em DLCs. Isso quer dizer que, quando você compra o jogo, você só tem o Capítulo 1 disponível (acho que dá pelo menos umas 3h de jogos) e o Modo de Raide. Quando você termina um episódio da campanha, o sistema dá uma sinopse do próximo episódio e o jogo termina até você ter essa DLC. Em promoções na Steam, as DLCs podem ficar super baratas. Quanto a isso não se preocupe. Acho que em promoção, o Capítulo 1 custa R$1 e pouco.




Essa análise faz um compilado dos quatro capítulos juntos (jogo completo). As duas DLCs (capítulos extras) vamos falar em separado aqui no blog.

Essa cena foi épica demais!



Diferenças entre ambas versões!

Existem diferenças significativas por aqui. Acho que o pessoal da Capcom revisou todo o jogo e trouxe um produto bem melhorado na segunda versão. Infelizmente (sem o Modo de Raide), o jogo só está disponível para um jogador. Mesmo assim, você controla dois personagens (Clarie e Moira e Barry e Natalia) - apertando TAB você alterna entre eles!

Em RER1 você só trocava de Personagens no fim do jogo, quando Chris e Jill estão juntos. Aqui você pode trocar a todo momento, e em muitos momentos você precisa trocar de personagens para acessar algumas áreas ou usar as habilidades especiais dos personagens. Agora o NPC que está contigo não é mais inútil e te ajuda nas lutas. Eles tiraram aquela máquina que escaneia as coisas (em RER1) e substituíram esse sistema pela lanterna de Moira e pelos poderes sobrenaturais de Natalia, que podem ser usados para encontrar itens valiosos.

Os NPCs que estão com você pode atacar e te curar também. Além disso, caso eles sejam atingidos por um inimigo, você não precisa gastar ervas para poder curá-los, já que eles são curados automaticamente. E mais: os monstros costumam atacar mais quem você está controlando. Essas diferenças melhoraram MUITO a gameplay.

Outra coisa interessante importante a citar aqui é você SEMPRE avança no jogo. Enquanto na versão anterior, você cansava de se perder no Queen Zenobia, em RER2 você passa por áreas que não pode voltar mais, avançando o jogo e sem se perder. Dificilmente você se perde nesse game. Vai jogando liso até o final. E mesmo que se perca, você está numa área muito pequena e não volta mais para a área anterior, avançando assim no jogo.

Os monstros sempre tem um ponto fraco, como o Wesker em RE5

Seria este o melhor Resident Evil de todos?!

Pode até não ser, mas está quase lá... É com certeza um dos melhores!

Engraçado que citei na postagem de RER1 como muitas pessoas se referiam a ele como o melhor Resident Evil de todos. Mero engano. Acho que as pessoas estavam pensando neste game. Gente: o jogo é super detalhado, a história é uma das melhores que já vi. Enquanto no 1 existe uma reviravolta no fim da história, aqui a parada é suprema... Voltou a me surpreender!

Vou te falar: por mais que o jogo seja focado na divisão de DLCs por capítulos, ele vale cada centavo! Os puzzles são bem construídos. O único defeito que encontrei (além da falta de um cooperativo na campanha) são os monstros bem repetitivos (não existe muita variação deles) bem como os chefes são MUITO fáceis de passar. Sofri muito no chefe do Resident Evil Revelation 1 e este foi mamão com açúcar. No entanto, depois que zera, existem modos de dificuldade maiores.

Outra coisa: cada DLC é como se fosse um jogo próprio, onde você pode pegar medalhas (como em Resident Evil 5) que aqui podem ser medalhas da torre, ou desenhos pintados pela Natalia. Vou te dizer: se você está aqui porque quer uma resenha honesta sobre esse jogo, digo sem medo de errar: é um jogaço! Pode comprar sem medo!

Resident Evil - Revelations 2 está na Steam por R$12,99 (ou R$1,68 na promoção)

DLC - Capítulo 2

DLC - Capítulo 3

DLC - Capítulo 4

DLC com as expansões: Separei aqui no blog uma análise para cada uma das duas DLCs com capítulos especiais.

DLC Especial 1 - The Struggle (O Conflito): aqui você descobre que Moira não morreu e tem que tentar sair dessa ilha maldita. O final é de surpreender.

DLC Especial 2 - Little Miss (Mocinha): aqui você controla Natália antes dela encontrar Barry, no começo da campanha original do Capítulo 1.

sábado, 5 de dezembro de 2020

Resident Evil 4: O jogo que REVOLUCIONOU a franquia Resident Evil

dezembro 05, 2020


Resident Evil é uma franquia de jogos de Survival Horror, lançada em 1996 pela Capcom para o console Playstation, além de outras plataformas. Talvez o jogo pararia por ali, se não fosse a total reformulação do jogo que veio no episódio 4.

Resident Evil 4 trouxe grandes mudanças na franquia, e talvez sem ele, ela não teria a força que ganhou com os novos jogos. Além de uma nova jogabilidade, o jogo mudou de um Survival Horror para um jogo de ação com horror, mantendo também seus aspectos principais das primeiras versões. Uma nova legião de fãs então surgiu a partir do Episódio 4. No nosso caso, tivemos primeiro contato com Resident Evil 4 - Zeebo Edition, que foi o jogo que compramos na época do nosso antigo videogame Zeebo. Eu já tinha zerado Resident Evil 3 do Playstation 1 e jogado um pouco de Code Veronica, mas a mudança que vimos em RE4 foi de grande importância para se interessar mais pela série.

Recentemente aqui no blog zeramos Resident Evil 5 Resident Evil 6, onde meu irmão trouxe ótimas resenhas sobre esses jogos. Usando esses games como parâmetro, gostaria um pouco de não apenas comparar a versão mais recente de Resident Evil 4 lançada (a versão HD, disponível na Steam, onde deixaremos o link no fim da matéria) mas também apontar as bases que encontrei que foram usadas em Resident Evil não apenas para moldar os jogos canônicos que viriam, mas outros da franquia, que existem diversos. Quem sabe não resenhamos todos eles por aqui?

Se você já tem o Resident Evil 5 (ou 6, ou ambos), fique atento porque a base da minha resenha será baseada primeiro na experiência que tive com a versão 4 na Steam, caso você queira comprá-lo. Eu joguei muito Resident Evil 4 no Zeebo e no Playstation 2, mas nunca tinha visto a versão de PC, até conseguir ela na Steam para, em seguida, trazer essa matéria para vocês. Se por acaso, conforme dito, você já tem outras versões de RE mais recente, vou usá-las como base para comparar com a versão de Resident Evil 4 HD Edition, da Steam.

Existem mudanças de jogabilidade em Resident Evil 4 x 5/6?!


Se você não jogou o Resident Evil 4, mas já jogou outros Resident Evil que estão na Steam (como 5 e 6, que uso como base aqui), vou listar as mudanças de jogabilidade entre as versões mais recentes com a de Resident Evil 4.

  • 1. A jogabilidade é meio travada: Em comparação com as versões 5 e 6, em Resident Evil 4 temos uma jogabilidade mais travada. No começo (para quem está acostumado com as demais versões) vai perceber que a câmera não centraliza como nos outros jogos, como em alguns casos Leon ficar parado ou andar em posição meio bugada. Esse é o problema que quem já jogou as demais versões tem quando pegar este jogo. Com o tempo, você se acostuma, mas é um problema que terás que enfrentar.
  • 2. A quantidade de inimigos é bem menor: Mesmo em ataques em massa, a quantidade de inimigos ao mesmo tempo é bem menor em RE4 do que nas demais versões. Vale lembrar que em RE5 e 6 temos um jogo cooperativo, e lançado com uma tecnologia mais avançada, o que permitia ter um jogo melhor.
  • 3. Quantidade máxima de Primeiros Socorros: Enquanto nas demais versões, você pode ter quantos sprays de Primeiros Socorros quiser, em Resident Evil 4 você só pode comprar dois deles, não importa o dinheiro que tenhas. Enquanto em RE5 o valor é de 1.000 pontos; em RE4, o valor desse spray é de 5.000 pontos.
  • 4. Máquina de Escrever para salvar processo: Isso é uma herança das versões antigas de Resident Evil. Aqui no blog já resenhei o Resident Evil 1, e explico sobre isso lá. Porém, diferente das outras versões antigas, o save é infinito. Em Resident Evil 5 e 6, porém, o jogo é salvo automaticamente em cada progresso.
Aqui você usa uma maleta para carregar os itens...

A História básica de Resident Evil 4

A premissa básica em Resident Evil 4 é a missão especial que o agente Leon (que já apareceu em Resident Evil 2) recebeu: salvar a filha do presidente dos Estados Unidos da América, vítima de um sequestro terrorista. Seu nome é  Ashley Graham. Seu paradeiro inicial é uma vila de área rural da Espanha. No meio da jornada, descobre-se que ela está dentro de uma igreja. 

Leon então chega ao local, e é atacado pelos moradores da vila. Além disso, tem um encontro nada agradável com Bitores Mendes, então o prefeito da aldeia. Então sequestrado, Bitores injeta em Leon um novo tipo de vírus, o La Plagas. Os moradores da vila e membros dessa seita também estão infectados com esse novo tipo de vírus. Leon, em seu cativeiro, conhece Luis Serra, um ex-pesquisador da seita. Ele explica sobre o La Plagas, e que também Ashley foi infectada. Depois de conseguir sair do cativeiro, Luis se separa de Leon, encontrando tempos depois. Sua intenção é trazer o antídoto para que ele e Ashley antes que o vírus se desenvolva por completo. Ele até consegue, mais tarde, encontrar o antídoto, mas é morto por Saddler, o líder de uma seita que raptou a filha do presidente justamente para espalhar o vírus pelo mundo. Vasculhando os arquivos de Luis Serra, Leon descobre como se livrar do vírus maldito.

A religião de Saddler, que vive em um castelo medieval luxuoso, é uma seita chamada Los Illuminados. Os membros dessa seita maligna são os inimigos de Leon durante toda sua jornada no game. Ali descobre-se um objetivo muito maior do que salvar apenas a filha do presidente, mas salvar o mundo inteiro!


As mecânicas que Resident Evil 4 apresentou para melhorar a franquia

  • 1. Comando para sair de agarrão de zumbis: Nos antigos, você precisa apertar o botão de ação repetidamente para sair quando um zumbi te agarrava, e mesmo assim, levava dano. A partir de RE4, criaram um sistema onde você pode até evitar o dano apertando os botões mostrados na tela.
  • 2. Quick Time Event: Em algumas situações, você deve apertar uma sequência de botões mostrados na tela em uma fração de segundo para evitar um mal maior. Essa mecânica deu tão certo, que foi adotado nos jogos posteriores.
  • 3. Maior número de munições e mudança na tela do inventário: Enquanto a proposta de Resident 1 ao 3 seria economizar munição, a partir do Resident 4 as coisas mudam de figura. Existe um número muito maior de munição. A tela de inventário também agora pode carregar muitos mais itens, não ficando limitado a usar caixas para guardarem os itens durante sua jornada.
  • 4. A busca por pedaços secretos: Em Resident Evil 4, você atirava em alvos azuis para poder ganhar uma pistola nova grátis. Esse sistema se solidificou em Resident Evil 5 e 6. Assim sendo, em várias partes do jogo você precisará atirar nesses alvos secretos para poder destravar coisas novas no jogo, ou cumprir desafios.
  • 5. Modo Multiplayer: Embora em Resident Evil 4 seja para apenas um jogador, ele mostra um modo multiplayer, já que você controlará duas pessoas em boa parte da jornada (Leon e Ashley). Em algumas poucas partes do jogo, você vai controlar em separado ambos Personagens. Além disso, é possível dar comandos para Ashley para fazer certas coisas.
  • 6. Lugares acessados por Personagens diferentes: Em Resident Evil 4, Ashley deve subir em muros ou plataformas altas graças a ajuda de Leon, para acessar lugares que só ela poderia acessar. Esse sistema continuou em Resident Evil 5 e 6, entre outros jogos.
  • 7. Portas que só abrem quando cada jogador aperta uma alavanca diferente: Durante o Capítulo 5, Leon e Ashley entram em uma porta onde cada um deveria puxar uma alavanca para que pudesse ser aberta. Isso então se tornaria tendência nos próximos jogos cooperativos da franquia.
  • 8. Esconder-se em Caçambas: Isso acontece muito em Resident Evil 6. Em Resident Evil 4, Leon pede várias vezes para Ahsley se esconder dentro de caçambas para não ser atacado pelos inimigos.
  • 9. Mudanças da barra de energia: Enquanto em Resident 1 ao 3 você tinha um sistema cardíaco que muda de cor, a partir do Resident 4 temos realmente uma barra de energia que esvazia quando se toma dano. 
  • 10. Upgrade das armas: Enquanto você só encontra armas nos Resident 1 ao 3, no 4 existe a possibilidade de COMPRA e também upgrade das armas, que vem quando você explora lugares (quebrando caixotes, barris, abrindo baús etc) ou quando mata inimigos, que deixam cair coisas. 
  • 11. Inimigos deixam coisas no chão: Os inimigos, a partir de Resident Evil 4, podem deixar coisas ao morrer, como munição, ou pontos (para compra de novos itens e upgrade das armas).
  • 12. Mudança da câmera: Resident Evil do 1 ao 3 tem mecânica de câmera semelhante ao clássico Alone in the dark. Porém, em RE4 o jogo mudou para uma perspectiva de terceira pessoa, o que acabou sendo um sucesso.


Conclusões finais...

Resident Evil 4 é um jogo que não dá para enjoar, e é capaz de entretê-lo durante muitas horas. Usando a versão Steam, demorei cerca de 17 horas para conseguir zerá-lo. E olha que já cansei de jogar o mesmo pela versão do Playstation 2. Com toda certeza, é um dos grandes nomes da franquia. Mesmo assim, acho que ele não supera o Resident Evil 5.

Se por acaso você pensa em comprar o jogo na Steam, compre! O jogo é sensacional e não envelheceu. A versão HD trouxe melhorias gráficas, além do modo de jogar com mouse. Além disso, depois de zerar a campanha normal, abre-se o The Mercenaries (mini game) e mais dois novos modos campanhas (menores da campanha de Leon), que são: 

Assignment Ada: Você joga com Ada Wong, e precisa encontrar cinco amostras do La Plagas na ilha final da campanha de Leon.

Separate Ways: Mini campanha que você joga com Ada, oferecendo seu lado da história na campanha de Leon. Isso serviu talvez de base para a expansão de Resident Evil 5, bem como o próprio Resident Evil 6, onde existe uma história com diversos lados.

Ou seja, Resident Evil oferece MUITAS horas de diversão a sua disposição. Este é um dos jogos mais clássicos de todos os tempos, e você precisa tê-lo em sua biblioteca Steam. Atualmente, Resident Evil 4 custa R$39,90.

sábado, 8 de agosto de 2020

Megaman X é aquele jogo que surpreende

agosto 08, 2020

Meu primeiro contato com a série Megaman não foi nos games, e sim por aquele desenho animado que era exibido nas manhãs de domingo no SBT, e como criança, curti muito a ideia. Hoje, continuo fã de tudo o tipo de histórias que envolvem robôs e tecnologia, o que me fazem amar Cortex Command e até cenários de RPG de mesa que nem são futuristas, mas há autômatos, como o Reinos de Ferro RPG, como já resenhei aqui no blog.


Mesmo sendo um "seguista", eu gosto de jogos. Acredito que a guerra de consoles deve ser necessária para que as empresas busquem sempre o melhor, por isso que tivemos jogos incríveis nos anos 90 e mesmo não tendo um videogame da Nintendo, dou meus parabéns a ela por nos ter dado tesouros incríveis em sua plataforma. É lógico que reconheço o Super Nes como o melhor console (mesmo preferindo o Mega Drive). Foi lá que conheci Donkey Kong Country e os jogos do robô azul - além de outros. Sempre com o "capricho" de que muitas vezes não via no Mega.

Me lembro que estava na casa de um amigo, não me lembro se foi em 95 ou 96, mas algum colega do irmão mais velho dele tinha emprestado o cartucho do megaman e o que fiz foi apenas observar. Como todos nós só conhecíamos o desenho e nunca ouvimos falar do robô azul do nintendinho, é lógico que acreditamos ser o mesmo universo da série televisiva. Tanto que a aparição de Zero, foi chamado pela gente de Roll (afinal, o cara era louro e tinha cabelos compridos...)


Mais tarde fomos entender que se tratava de um outro jogo, uma série criada para o Super Nintendo. Li em algum lugar que a ideia inicial era trazer a série para a nova plataforma da Nintendo. Porém, como a série foi toda desenhada para se rodar no nintendinho, acharam melhor fazer como se fosse uma outra história, apresentando melhorias e em vez do robô que estamos acostumados, incluindo uma luta contra outro vilão: Sigma.

Não vou dar detalhes da história porque são coisas que todo mundo conhece. Só quero registrar aqui minha experiência com este jogo - cujo hoje pode ser encontrado facilmente na internet através de roms. Ou uma versão original para computador através da Steam! (Lembrando que nós não incentivamos a pirataria, mas se tratando de uma rom de um console antigo - você pode não ter a mesma experiência que teria em um Super Nintendo, por exemplo. Por isso que indico as roms para uma experiência mais próxima (a menos que você tenha um cartucho original e o console!).


No antigo megaman, você escolhia dentre oito chefes e após vencê-los - ganhava a habilidade dele. Podendo usar o tiro comum (que é de munição infinita) ou dos tiros usados pelas armas dos chefes. O legal é que sempre alguém vai ter a fraqueza a algum outro golpe - e isso foi mantido na série X. Além disso, o jogo tem diversas áreas aonde apenas com certos tipos de armas ou equipamentos podem ser acessadas, fazendo o jogador voltar uma fase que passou para apenas colher o item que aumenta sua vida ou alguma parte de sua armadura.

O recomendável é que você comece pela fase do gelo, lá você vai ganhar as botas (ganhando habilidade de dash) e vai enfrentar o chefe mais fácil então. Quando você sabe a fraqueza de cada vilão, tudo fica mais fácil. Eu mesmo aprendi depois de tanto jogar, tais fraquezas... só que quando eu era mais novo, chorei muitas vezes... acho que o chefe mais difícil para se vencer, na minha opinião, foi o Sting Chameleon.


O recomendado é que você passe pelas oito fases e colete toda a sua armadura. Assim, você vai ficar forte o suficiente para vencer qualquer coisa. Também há um segredo em que você faz o X (protagonista do jogo) mandar um hadowken. Eu mesmo já fiz e é até legal! Procure na internet como é que se faz porque é um pouco complicado. 


Quando criança, cheguei na última fase mas por não ter o console, nunca pude concluí-lo. O que só aconteceu depois que tive um computador com emulador, mas não pense que será fácil. Após vencer os desafios dos três estágios antes do chefão final, pude perceber que Sigma não é flor que se cheire. Vou te falar: o que eu perdi de vidas e continues aqui... é lógico que o jogo possui continues infinitos, após você perder todas as suas vidas, o jogo só reinicia e te oferece o password caso você queira tentar outra hora. Existem quatro bolsas que pode carregar vida extra e usa-las quando você usar - elas são resetadas toda vez que você dá um game over e são cheias de toda a energia que você pega ao estar 100% de vida.

Após descobrir que o cachorro de Sigma é fraco ao tiro de gelo, fui muito inocente ao lutar contra o vilão, que portando um sabre de luz, vem em zig e zag pronto pra te fatiar... perdi muitas vidas nele na época, mas, após vence-lo pela primeira vez, aconteceu uma das maiores revoltas em minha história como jogador de videogame...


Me lembro ter comemorado bastante achando que zerei o jogo para descobrir que existia ainda mais uma forma do vilão... e bem mais desafiadora. Vou te contar, eu fechei o jogo e passei o maior tempão para voltar a encara-lo, mas hoje, venço facilmente... pois zerei algumas vezes novamente e não era tão "assustador" quanto da primeira vez. Após terminar o jogo, pude partir para o 2, mas isso foi a alguns anos depois quando um amigo meu deixou o playstation 2 aqui comigo e tinha dentre os jogos, um cd de emuladores... tanto, que como comecei a jogar alguns games de Atari (porque foi meu primeiro console) descobri depois de velho que existia jogo pornográfico do mesmo, algo que eu nunca tinha visto falar e que vou escrever a respeito disso no blog.


A partir daí joguei o 3... que zerei tanto jogando no ps2 quanto no pc. Não sei porque, após zerar o primeiro jogo, fui atrás do terceiro e este sim, se tornou o meu favorito da série. E lógico que joguei outros, como uma série do DS e o primeiro que focava no Zero, cujo eu devo falar sobre ele no blog qualquer dia desses. Mas na minha opinião, os jogos da série X não são tão bons quanto aqueles que vimos no Super Nintendo. O 4 (lançado para PS1) até parece promissor, mas cheguei no final sem a armadura e não curti muito... já o 5 e o 6 eu dispenso, não tem aquele lance de exploração como nos que eu joguei...


Além da série X de Super Nintendo, conheci e zerei os jogos da série Extreme, que são praticamente um Mega Man X para Game Boy Color, cujo eu recomendo! As fases são praticamente as mesmas, mas o desafio apresenta algumas inovações. Talvez eu fale sobre os dois jogos numa mesma postagem!

Mas Mega Man X está entre os melhores jogos do console de 16 bits do Super Nintendo (na minha opinião). Ele tem gráficos bastante bonitos e uma ótima física. Só tem alguns macetes como por exemplo, ficar matando alguns morcegos que renascem em certos pontos do mapa e que dropam vida... podendo encher facilmente suas mochilas.


Então, se quer conhecer um jogo de ação que vai te entreter por horas... conheça Mega Man X, mas não use save state... quem faz isso, não zera o jogo de verdade!

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