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quarta-feira, 13 de novembro de 2024

Porque você precisa conhecer Divine Divinity! (Análise da versão Gog)

novembro 13, 2024

Conheci este jogo ao perambular pela loja da Gog, cujo me chamou bastante atenção. Ele parecia ser uma espécie de diablo 2 desconhecido e assim que pude, comprei. Sua jogabilidade é similar ao clássico da Blizzard, mas também, é um game que superou minhas expectativas e nessa postagem, vou lhe dizer o porque.


Primeiramente, devo lhe informar o grande defeito desse jogo: não haver uma tradução para o português do Brasil. Já que diferente de Diablo, há uma história bem mais interativa e complexa - onde o jogador pode criar inimizades com alguns NPC's e afins. Exigindo alto conhecimento de inglês para poder saber o que for responder aos mesmos e até mesmo, entender o que fazer a seguir. Felizmente, aqui no blog disponibilizamos a um tempo, uma tradução em espanhol de Divine Divinity, feita pela comunidade. E foi com ela, que comecei minha aventura.


Diferente de Diablo, aqui o jogador possui mais liberdade para explorar o mundo, optando por uma enxurrada de missões secundárias que, assim como visto em Elder Scroll's IV: Oblivion, podem comprometer a aventura (principalmente, quando não se tem vasto conhecimento em inglês ou em espanhol, caso use a tradução daqui). O jogador inicia dentro de uma casa, sendo resgatado por um NPC - assim, você inicia a sua aventura como um personagem de RPG de mesa que não tem background (aqueles famosos caras que fazem personagens com amnésia para não ter que criar um passado!).

Ele apresenta uma vibe bem mais voltada para o RPG de mesa do que eletrônico, sendo praticamente, uma fusão dos sistemas de diablo com os de Baldur's Gate, sendo um RPG de ação, mas onde os personagens tem diálogos e de acordo com o que é dito ou feito, muda as coisas na história. Além de lembrar muito um jogo de interpretação convencional, ele não é tão simplificado quanto os demais rpgs de ação que conhecemos, que geralmente, temos uma janela para inventário e uma para atributos.


Aqui temos várias janelas, uma para os equipamentos, outros para a mochila (que é dividida em pergaminhos, itens gerais, armas e armaduras) e até uma para os atributos. O que pode ser complicado a princípio, mas logo se acostuma. Além disso, temos como em diablo, sistema de durabilidade das armas e armaduras, onde devemos sempre encontrar um ferreiro para consertar nossas armas. Outro ponto positivo são as variedades de itens "mais rpg" que encontramos, como carne e queijo (para curar e alimentar a nossa fome), cordas, etc.


Também encontramos inúmeros tipos de poções, estas que em sua maioria, não encontramos em rpgs de ação, como a poção de invisibilidade ( que em uma ocasião onde um NPC em companhia de soldados, ao discutir com meu personagem, mandou-os me matarem e eu a utilizei sumindo na presença deles - que me deixaram em paz em instantes). Há também um sistema de reputação, que é aumentado de acordo com as missões bem sucedidas - o que já é autoexplicativo.

No início do jogo, você cria seu personagem escolhendo uma das seis classes disponíveis (na verdade, são três classes e separadas em personagens masculinos e femininos). A escolha define os atributos iniciais do personagens e que habilidades eles começam o game. Ao avançar de nível, o jogador pode escolher as habilidades de sua classe ou de qualquer outra... criando builds bem interessantes, o que não significa que será um jogo fácil. Na verdade, você morrerá diversas vezes... principalmente em certas áreas, que você verá que não tem como vencer um certo inimigo e optando voltar lá muito tempo depois, com mais níveis e armas mágicas melhores.


Um dos jogos de RPG de ação com uma das melhores trilhas sonoras que eu já vi, cativando o jogador e colocando ele no clima... realmente, você não se sente que está jogando um rpg de ação, mas sim, um rpg de mesa... (se ele pudesse permitir uma partida cooperativa, seria bem melhor que diablo 2). Para encerrar essa postagem, vale a pena falar sobre o sistema de compra e venda - que diferente do convencional, não exige apenas peças de ouro. 

Cada item, seja arma, armadura, carne, poção, etc. possui um valor monetário e na hora de comprar um item (ou mais), você precisa criar uma troca de valor equivalente... e cada vendedor (que pode ser um NPC na rua as vezes) tem um valor mostrado na tela de quanto ouro ele tem... (o que é bem interessante... já que em rpgs eletrônicos, o menino pobre as vezes tem dinheiro para comprar todos os seus itens caros!).


Realmente, eu fiquei impressionado com ele. Boa trilha sonora, boas cenas e apresentação de NPCs e uma boa trama... um bom jogo acima de sua época, ignorado por brasileiros por não possuir uma tradução para o inglês!


Compre por R$12,00 na Gog pelo link abaixo:

https://www.gog.com/en/game/divine_divinity

sábado, 14 de outubro de 2023

Análise de Metal Slug 4 (Amazon Games)

outubro 14, 2023


Aqui no blog já fizemos as análises de Metal Slug 1, 2 e 3 (GOG) e também do Metal Slug XX (Steam). No entanto, gostaríamos de fazer uma análise sincera sobre Metal Slug 4, que só existe comercialmente pelo aplicativo da Amazon Games. Diferente de outras plataformas, na Amazon Games você precisa pagar uma assinatura mensal de R$14,99 para poder ter diversos benefícios, entre eles, os jogos. Aqui você não compra jogos.

Em Metal Slug 4, temos a mesma estrutura dos jogos do Metal Slug, onde você pode configurar os controles, etc, tudo em português. O jogo também já está ajustado para a língua portuguesa. Os créditos do jogo são infinitos, apertando SELECT para poder pegar um continue. O jogo tem cerca de seis fases, e é bem difícil. Demorei cerca de 50 minutos para zerar esse game.



O jogo não muda nada em comparação a outros jogos da franquia. As fases, embora difíceis, são mais curtas que outras fases do jogo. Eu joguei muito esse jogo quando era adolescente, através de emuladores. Hoje, graças a Amazon, tenho uma versão totalmente original, que conta com músicas muito legais, incluindo um finalzinho. Gostei.

quinta-feira, 23 de março de 2023

Enclave é um jogo desafiador de ação e com elementos de RPG (análise)

março 23, 2023

Um bom jogo de ação que na minha opinião, não é um RPG. (Como vi dizerem por aí). Se trata apenas de um jogo de combate e exploração, com alguns elementos de jogos de estratégia; Lançado em 2002 pela Starbreeze Studios, o game apresenta duas campanhas: A da Luz e das Trevas... trazendo personagens únicos para cada lado. O game consiste em escolher um personagem, equipá-lo com armas e armaduras e desvendar um determinado estágio.


Toda fase possui um número máximo de ouro que é apresentado ao jogador. Cabendo ao mesmo, enfrentar inimigos, realizar pequenos puzzles e por fim, chegar ao final com o maior tesouro possível. As fases podem ser jogadas novamente a qualquer momento, mas só será contabilizado o ouro que não foi coletado na tentativa anterior.


O dinheiro aqui é coletado através de moedas de ouro, joias e demais peças preciosas. Que ficam em locais fixos nas fases, mas algumas vem através de locais secretos ou de certos monstros derrotados. Ao concluir uma fase, você libera algo novo na sua equipe, como um novo personagem ou uma nova arma. Cada personagem tem sua lista de equipamentos e você deve com o seu ouro obtido nas fases, "comprar" os equipamentos que achar melhor.

As armas e armaduras estão disponíveis para todos os personagens (até mesmo a druida ou mago, que são usuários de magia - podem usar armaduras pesadas!) Isso é claro, se tiverem dinheiro. Eu vejo a questão do gold nesse jogo mais como "pontos" do que mesmo dinheiro de verdade. Pois ao escolher a missão e o personagem, você definirá quais as melhores armas para passar a determinada fase. Todos os itens possuem um valor em ouro, que é devolvido quando você não quer mais aquele item. O que significa que se quero abandonar minha armadura pesada pro meu mago de 4000 gold para poder comprar uma um cajado com uma magia melhor de 3000, o dinheiro é devolvido.


Funciona da seguinte forma: as armas de cada personagem tem um preço. Você vai decidindo qual é mais apropriada para aquela missão selecionando a mais cara até a mais barata. Isso também acontece com escudos e armaduras... caso você queira decidir usar uma arma mais fraca para ter uma armadura mais forte, basta reduzir o custo de ouro gasto na arma e aumentar na armadura. O dinheiro aqui nunca é perdido, você o usa para definir se terá a arma mais forte ou não. Caso você queira ir sem armadura por exemplo, o dinheiro que gastaria será devolvido... ou seja, isso não é um RPG de fato, mas sim, um jogo que usou 'pontos' para equilibrar o que você quer para o seu personagem naquele momento.


Há muitos personagens com armas aqui, e a graça é jogar com todos eles para saber qual se adequa mais ao seu estilo de jogo. O valor em gold total é o mesmo para todos os personagens, então, se você gastou tudo no seu guerreiro, não se preocupe, a druida terá o mesmo valor nas armas dela. Mas há outra funcionalidade para o dinheiro além de "escolher equipamentos".


Você pode também comprar poções de cura!. Quanto mais dinheiro você quiser investir, mais poções você terá ao iniciar as fases. Elas são muito importantes para restaurar a vida do seu herói, mas, em combate, o personagem deverá que se desarmar para tomá-las, então tome muito cuidado! E por fim, além de comprar equipamentos e poções, você pode ressuscitar seu personagem em serviço!


Ressuscitar o personagem, como assim? Algumas fases, aquelas mais longas - possuem checkpoints que são plataformas cujo uma vez ativadas, toda vez que seu personagem morrer, aparecerá novinho no ponto marcado - só que para isso, deverá gastar AUTOMATICAMENTE 10 de gold. Isso vai impedir do jogador coletar todo o ouro da fase, mas oferece a chance de passar dela!... Se você não tiver dinheiro e morrer, é game over! (mas não se preocupe, o jogo salva e você pode iniciar a fase novamente).

O combate é bem divertido, onde podemos atacar a longa distância com arco ou besta ou partir para um combate mano a mano com diferentes armas (comuns ou mágicas) que compramos antes de iniciar a missão. Os magos compram cajados, que lançam uma determinada magia (de acordo o mesmo escolhido na loja), que em contrapartida, não usam escudos. Que são excelentes para bloquear ataques corpo a corpo e evitar ser ferido por flechas inimigas.


Não entendo porque o jogo tão divertido desse não teve uma opção multiplayer. Seria muito legal explorar as fases matando diversos tipos de monstros usando os diversos personagens disponíveis. Que massa seria jogar com um mago e o outro como guerreiro e vê-los em ação juntos. Acho que em 2002, algo assim já era capaz com a tecnologia da época. Mas não pense que ele é fácil... cheguei a morrer e passar horas para tentar descobrir quais equipamentos e personagem seriam melhores para tal missão e é isso que acredito aumentar o fator replay aqui: a diversidade de personagens!


Se você procura um jogo retrô divertido e desafiador, este aqui é para você. Recomendo!


Compre na Gog agora por R$10,00:


https://www.gog.com/en/game/enclave

quinta-feira, 21 de julho de 2022

O Hack 'n Slash de Shinobi no Playstation 2

julho 21, 2022


Desde pequeno, sou fã da Sega. Suas franquias me marcaram até hoje, tanto, que uma hora ou outra, ainda compramos na Steam e outras plataformas, seus jogos. Mas, minha análise de hoje vem de um game que joguei muito tempo atrás na era PS2 e que, era até então, uma novidade: a volta de Shinobi.

Eu já escrevi uma resenha do Shinobi de Master System, que consequentemente, foi minha primeira experiência na franquia. Por isso, era deveras importante para mim, experimentar sua nova roupagem: um título totalmente 3D. O que me deu horas de diversão (e também, algumas dores de cabeça...)

O game foi lançado para Playstation 2 em 2002, com uma experiência hack and slash bem interessante (e cansativa algumas vezes). Lutamos contra vários demônios e tipos de criaturas em um mundo moderno, mas com aquela magia de 'japão feudal'. Temos uma história (que não vou entrar em detalhes) e a cada fase, temos uma cena explicando o que aconteceu. O jogo é bem frenético e no início, você vai matando os inimigos de boa. Mas não passará muito tempo para que você tenha uma 'espada amaldiçoada' - cujo será obrigado a ceifar inimigos todo o tempo para não morrer! 


Isso mesmo, se você não fatiar alguém... você morre.


Na medida que você mata um inimigo, se ele for de um grupo de adversários (não estando solo), seu dano será aumentado até que você complete a sequência e mate a todos (o que é difícil, pois deverá dizimar os inimigos enquanto os mortos, estarão congelados temporariamente). O que é uma boa contra chefes, pois você pode dar muito dano no mesmo ou até matá-lo.


A jogabilidade é boa, você pode andar pelas paredes e dá dash. Pode mirar nos inimigos e atirar kunais. Além de utilizar os jutsus como nos jogos antigos! As fases variam muito. Apesar de ter uma história, não é preciso conhecê-la para poder jogar, pois como um jogo retrô, você vai apenas andando e matando adversários... não existe puzzles ou algo do tipo.


Apesar de jogar muito quando tinha Playstation 2 aqui em casa, eu NUNCA CONSEGUI FECHÁ-LO. Cheguei no último chefe inclusive, mas não tive como passar dele... por que? CANSAÇO!


Como um jogo antigo, não há esquema de salvar. Você precisa passar pela fase e as últimas, além de serem difíceis para caramba, não nos dão checkpoints. Assim, ou você passa pela última fase (que é gigantesca) e vence o ultimo chefe de uma vez, ou abandona o jogo. Caso você queira enfrentar o ultimo chefe, você já estará exausto e ele viverá fugindo... se tivessem deixando um save e uma fase só para o chefe... daria para jogar outro dia, mais disposto.


Alguns chefes também são difíceis não pelo sistema em si, mas pela câmera do jogo - que atrapalha muito (principalmente em ambientes fechados), assim, tem boss que recebe vantagem contra você porque o seu ninja não consegue entendê-lo aonde o inimigo está, por exemplo. E se tratando de um hack and slash, não há upgrades como nos outros jogos e nem armas novas (temos sempre o mesmo e os jutsus, que funcionam como nos games antigos).


É legal? Sim. Mas exige muito do jogador e não há muitas recompensas.


terça-feira, 2 de novembro de 2021

Dungeon Siege é um bom RPG para se adquirir?

novembro 02, 2021

Sempre gostei do gênero de RPG, principalmente por ser parecido com os próprios RPGs de mesa (cujo jogo desde a adolescência e tenho uma coleção de livros cujo estão todos resenhados aqui neste blog). Mas, diferente dos jogos de ação - os jogos deste gênero mais estratégico não estavam entre meus preferidos. Talvez, o jogo desse estilo em que mais me agradou - tenha sido o velho diablo 2 da Blizzard. O que não me impediu de adquirir outros games originais em minhas coleções, como Torchligth 2, Titan Quest e o próprio Dungeon Siege 2. 


A grande apreciação por jogos do gênero veio por causa de Dungeon Siege 2. Eu cheguei a comentar isso em minha análise, pois ele mostrou tudo o que um jogo de RPG dungeon crawler deve ser. Dinâmico, com centenas de equipamentos, companheiros que são tunados junto com seu personagem e muitos lugares e monstros para se explorar. O que me deu maior hype para conhecer o primeiro jogo da franquia, cujo originalmente, era para começar por ele - mas optei em comprar o 2 primeiro.

Ainda bem que eu fiz isso, pois se conhecesse a franquia a julgar pelo primeiro jogo - talvez eu não teria tanta admiração por este. Não é que o primeiro game seja ruim, mas ele está muito abaixo de sua continuação! Para começar, não existe tradução para nosso idioma a ele (você pode tentar entender a história pelo espanhol) e diferente de sua sequência, não há níveis de personagem. Os níveis são definidos pelo tipo de combate em que seu personagem é especializado, algo que também tem em Dungeon Siege 2, mas lá isso se tornou perícias. Ou seja, em vez de meu personagem ser nível 3, ele teria combate corpo a corpo 2 e magia de natureza 1, por exemplo.


O restante segue o mesmo molde de sua continuação. Com armas que necessitam de atributos para serem usadas (os mesmos que são força, destreza e inteligência) cujo são aumentados de acordo com seus ataques (por armas e magias), por exemplo, se meu personagem usa muito arco, é natural que ele vai aumentar a destreza mais rápido. Mas você aumenta os atributos na medida que vai avançado de nível em suas habilidades de combate. Já o uso de magia e grimório, é o mesmo de DS2.

Diferente do que ocorre em sua sequência, DS não restaura todos os monstros do cenário assim que você carrega o jogo. Se eles morreram uma vez, continuarão mortos após carregar seu game! Também não temos uma história tão elaborada quanto a da continuação, mas há personagens que com ouro, você recruta para a sua equipe e como é de costume, você os personaliza da forma que quiser. O game também permite que você edite seu personagem, mas não é da mesma forma quem DS 2 - pois você só pode criar personagens humanos!


O sistema de inventário é parecido, podendo doar itens de um personagem a outro da mesma forma que DS2, porém, há limitações! O que me fez entender que a continuação melhorou todo o sistema de inventário e itens! Incluindo o mesmo com as magias e os grimórios! Uma das coisas que eu não gostei desse jogo, foram o mapa (que é uma visão de cima em 3d dos personagens) e pode atrapalhar um pouco - mas isso não tira o brilho do jogo, que é um RPG estilo diablo com personalidade própria e uma evolução em jogabilidade, podendo girar a câmera para o lado que preferir.

Com ele você passará horas e mais horas lutando contra diferentes monstros e é bastante recomendável se você conhece bem o inglês ou o espanhol (mesmo que a história não seja seu forte). Mas em contrapartida, recomendo ainda mais o Dungeon Siege 2 - cujo temos muito mais opções e os monstros sempre retornam toda vez que você começa a jogar novamente. 


Atualização na postagem (em 09/05/2023):


Agora foi disponibilizada uma tradução para o Dungeon Siege 1. Veja no nosso blog a respeito!


O jogo está a venda na Steam por R$13,00

https://store.steampowered.com/app/39190/Dungeon_Siege/

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Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


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