quarta-feira, 25 de outubro de 2023
quinta-feira, 9 de junho de 2022
Análise de Capcom Arcade Stadium: STREET FIGHTER II - The World Warrior
quarta-feira, 9 de março de 2022
Todos os ULTRA COMBOS de (Ultra) Street Fighter 4
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022
O Street Fighter Brasileiro...
| Foto: Reprodução |
domingo, 29 de novembro de 2020
Ultra Street Fighter IV é um dos melhores da franquia
A franquia Street Figther dispensa apresentações. Seu auge com certeza foram os anos 90, onde o sucesso das versões de SF II ultrapassaram as barreiras gerando lucro para a Capcom e uma infinidade de produtos, como bonecos, desenhos, jogos (incluindo um RPG oficial da White Wolf cujo temos a versão brasileira e já resenhamos no blog) e até um filme no cinema estrelado por Jean-Claud Van Damme (que estava também no auge do sucesso!). Uma sequência de um jogo totalmente desconhecido a se tornar praticamente o pai dos jogos de luta e criar uma fórmula que foi adotada até pelos seus concorrentes.
E como uma criança que aproveitou de tudo o que era bom nos anos 90, Street Fighter logo levou o crédito de não só, me dar a oportunidade de me apresentar um dos heróis de minha juventude (Ryu), como foi também um dos jogos que mais amei na minha vida, principalmente após o anime ser transmitido no SBT. Gostava tanto deste jogo que vi os filmes animados quanto o filme do Van Damme (mesmo sendo péssimo) - me diverti muitas vezes jogando as versões crossovers contra Marvel ou X-Men e é claro, tenho o RPG de mesa oficial em casa (que infelizmente, joguei pouco até o momento).
Assim como no início dos anos 90 o jogo fez tão parte da minha vida, cujo era citado toda manhã quando meu pai ia trabalhar e dizia: "vou a luta!" e meu irmão e eu respondiam: "vai lutar no street fighter ou no mortal kombat?" para ser totalmente esquecido no final da década. Street Figther III? Isso existe? Foi o que ficou na nossa mente muito tempo depois após saber que iríamos ter uma quarta versão.
As versões de SF III acredito eu, tiveram o mesmo efeito em que KOF 2003 teve pra franquia The King of Fighters. Se me perguntar a história, não faço ideia e por mais que esteja no coração de muitos - a princípio o jogo não foi atrativo. Baixei a rom da versão de arcade (afinal, só saiu pros fliperamas mesmo) e levei uma surra da máquina e desisti de tentar aprender a jogar aquilo. Talvez as novas mecânicas afastaram grande parte dos jogadores sendo que gostamos de SF porque ele é simples.
Esqueci toda a existência da franquia com o The King of Fighters, um jogo bem mais complexo - forçando a aprender combos e manhas não só pra vencer a partida, mas para ser uma espécie de "rei do fliperama". Afinal, que fazia o combo da Vanessa no KOF 2002 ou infinito em qualquer versão já era quase que um mestre nas mãos dos "noob's". O único SF que ficava aparecendo bem no seu cantinho era o SF II.
Aqui já resenhamos vários The King of Fighters e tenho jogado este jogo de luta com amigos desde então. Por mais que o famoso jogo da Capcom seja bem conhecido, não ligamos muito para Ryu e sua turma por vários anos. Quando o jogo saiu para computador, ele chamou muito a atenção - talvez revivendo a franquia que já estava sendo meio que esquecida (eu mesmo não curtia a ideia de Ryu fazendo Kame-Hame-Ha nestes games de crossovers). Meu amigo tinha o jogo e cheguei a bater uns contras contra ele naquela época e só isso.
Cheguei a jogar uma vez ou outra em anos, uma quando estava numa festa entre os alunos de curso de desenho que fazia na época, e como gosto de videogames, joguei de boa no Xbox 360. Mas, ainda não tinha resolvido dar uma chance até agora. Como tenho um pc modesto, que rodaria de boas este jogo- comprei na Steam e sinceramente, eu recomendo demais.
O Street Fighter IV é um jogo que além de bons gráficos possui um capricho que nunca tinha visto na série KOF, tem personagens equilibrados e um modo de jogo simples. Em vez de você pegar um personagem e fazer inúmeras sequências gastando barras com especiais com um ou dois socos, por exemplo, aqui você troca porradas como se fosse numa briga. Vence aquele que souber enganar seu oponente e defender mais. A versão Ultra lhe permite jogar com os mesmo personagens de versões anteriores! (Ele está 100% em português!)
O jogo prioriza a defesa e mesmo tendo seis botões, este servem para dar ataques diferentes para enganar o oponente. Não há uma barra de especial ou esquiva como no KOF, mas há uma simplicidade que qualquer pessoa que esteja observando vai querer tentar. Aqui em casa, coloquei o jogo para zerar enquanto a gente iria jogar uma sessão de D&D 5 Edição (uma aventura conhecida como Maldição de Strahd, cujo também já demos análise deste livro) mas meus amigos perderam um tempo jogando contras comigo e aquilo consumiu muito mais tempo do que a gente achava. Por que? Porque o jogo é bom... tá certo que tive que olhar na internet como se fazer um especial chamado de Ultra Combo, mas foi só isso mesmo!
E o conteúdo online? Dá pra jogar de boas.
Temos rankeadas mas a parte boa é que você jogando o modo arcade, pode aparecer um desafiante (que nem nos fliperamas) mas não importa se você ganhar ou perder, já que vai continuar na mesma fase após a luta. A versão Ultra contem todos os personagens já lançados e algumas skins de versões anteriores (podendo comprar outras - mas só o básico tem o suficiente!) e há dezenas de lutadores para você surrar seu adversário. O jogo é tão nostálgico, que chegaram a colocar as fases bônus do carro e daqueles barris que ficavam caindo - o que foi genial. O modo arcade se inicia com desenhos do personagem falando de sua história e se encerra com uma animação muito bem feita. E você pode provocar o inimigo apertando o socos e o chute forte junto.
Eu me senti muito satisfeito com o jogo. Pude ver o quanto a Capcom caprichou no game! Ouvi dizer em uma fonte que a decisão de se criar o Mortal Kombat 9 veio após o lançamento deste jogo - então, se o próprio Ed Boon se empolgou e quis fazer um MK com base no que viu em SF IV, significa que o "trem é bom"!. Lembrando que também fizemos uma análise de Mortal Kombat 9!
A única coisa que eu poderia reclamar, talvez, seria o chefe do jogo. Acho que eles nunca fariam um vilão tão bom quanto M.Bison, mas que ele tem algo haver com o chefe deste jogo. No modo arcade, você enfrenta alguns adversários e antes do duelo final com o chefão, enfrentará o seu rival (alguém que o personagem que escolheu quer vencer, por exemplo, Sagat tem Ryu; Ryu tem Ken e assim por diante).
O jogo pode ser comprado a R$60,00 na Steam a partir do link abaixo:
quarta-feira, 15 de abril de 2020
Street Fighter - O Jogo de RPG
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| Capa do jogo original. |
O "Estilo" seria qual arte marcial seu personagem aprendeu a usar. Cada Arte Marcial citada no livro dá acesso a Manobras diferentes. Os estilos são: Capoeira, Kabbadi, Boxe, Kung Fu, Luta Livre Nativo Americana, Sanbo, Karatê Shotokan, Treinamento das Forças Especiais, Sumô, Kickboxer Ocidental e Wu Shu.
Street Fighter - The Storytelling Game foi desenvolvido para trazer novos consumidores para os produtos da White Wolf, e é um ótimo jogo. No fim do livro, existe uma aventura pronta chamada "Alto Risco", com as regras do Estilo Boxe, além da ficha do chefe Balrog. Além disso, existem fichas de NPCs a serem usados como oponente do jogo e na aventura do livro. Outra coisa interessante em Street Fighter - O Jogo de RPG utiliza também a mecânica de usar cartas para utilizar as manobras do jogo, coisa inédita nos produtos da White Wolf.
Eu sempre quis jogar esse RPG e ter ele nas minhas mãos. A versão que eu tenho comprei encadernada com as três revistas em um grupo de compra/venda RPG na internet, num pacote que veio junto o Tormenta Daemon e Anime RPG, ainda em 2014. Se você é fã da franquia e gostaria de jogar um RPG oficial dele, o livro básico ainda é vendido em sebos, Estante Virtual e em muitos grupos de RPG.
Oficialmente, só foi lançado o livro básico no Brasil. Contudo, a White Wolf lançou alguns suplementos oficiais para o jogo nos EUA, que foram traduzidos pelo site Super Street Fighter RPG Brasil, que traduziram alguns desses suplementos para o português, e podem ser baixados de graça. O link para baixar os suplementos (apenas os suplementos) aparecem em http://www.sfrpg.com.br/livros-oficiais
Nota do Rei dos Games: Nós, do "Rei dos Games", somos totalmente contra a pirataria. Por essa razão, sempre divulgamos canais oficiais para jogos eletrônicos/físicos, bem como mostramos em foto nossa própria coleção de livros de RPG. Contudo, como a White Wolf não trabalha mais com a linha de Street Fighter - O Jogo de RPG, vale muito a pena conferir o trabalho dos livros traduzidos pelo pessoal do site lá, já que tem um bom material que pode acrescentar em muito suas campanhas.
O pessoal do site citado também é contra pirataria. Por essa razão, eles não disponibilizam o livro básico do livro para download (o mesmo que estamos resenhando aqui). Vale muito a pena conferir o material deles.














