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sábado, 11 de outubro de 2025

Slain back from Hell é um jogo muito difícil e nada animador

outubro 11, 2025

Eu gosto de jogar jogos difíceis. 


É minha praia e aqui no blog, eu ja resenhei vários. Mas o jogo de hoje, não é só difícil, ele é absurdamente traumatizante e que não recompensa o jogador que se esforçou para vencer os desafios. Na primeira vez que comecei a jogar o game, fui até um pouco longe, mas chegou em um ponto em que você precisa ser o "mago do Slaim back from Hell" pra passar. Mas por que?


Porque o nível de dificuldade do jogo apresenta uma enxurrada de inimigos que você tem que aprender a entender seus padrões para poder passar. Até aí, tudo bem. Porém, o número de mobs colocados contra o jogador é absurdo, o prendendo em tal parte do jogo. Na primeira jogatina, é comum você após passar um grande desafio com pouca vida, estar pensando: "pronto, passei dessa parte", até se deparar que o jogo te colocar mini-bosses pra te bater e te frustar. Ou seja, você precisa primeiro: aprender a sequência dos monstros da fase, para depois, lutar racionando recursos (vida) para enfrentar os últimos de uma possível horda.

Isso sem falar nas pegadinhas e armadilhas. Bom, falando das coisas boas do jogo - está nos seus gráficos em pixel art bem bonitos. O jogo é um pouco curto em questão de fases, mas os desafios o deixam um pouco mais longo. Aqui, você controla um personagem que foi revivido e precisa se não me engano, salvar seis reinos. Não me dei conta com a história porque o jogo é em inglês e não há tradução.


Não existe upgrades, apenas áreas secretas. O personagem continuará com a mesma vida do começo e o progresso é salvo automaticamente quando se chega em um dos checkpoints ou passe de fase. Falando dos checkpoints, eles são muito longos e o jogador deve passar um bom pedaço enfrentando Deus e o mundo e se conseguir sobreviver, ter seu jogo salvo - do contrário, vai ter que sofrer para passar tudo de novo. 


Para lutar contra os monstros, o personagem pode atacar com sua espada, usar um "dash para trás" (que se torna realmente útil no final do jogo e contra os chefes dele), usar um disparo mágico (que gasta mana e o jogador pode segurar o botão para gastar mais e dar mais dano) e pode canalizar o poder de sua arma e em seguida, causar um poderoso golpe (mas que precisa segurar até o limite e depois soltar o botão e ir para frente?)


Aqui vai uma "grande inovação do jogo": o personagem tem 3 armas: uma espada de prata (acho que é de prata, eu não sei inglês), uma espada de fogo e uma espécie de espada-machado de gelo. Que na prática, muda apenas o gráfico dos ataques com a espada e a cor da magia disparada. O problema é que, cada arma, oferece um dano a mais nos inimigos e você precisa descobrir testando qual arma dá mais dano em quem, ja que você não tem acesso a uma barra de vida dos mobs.

Quando comprei esse jogo e cheguei longe, após passar por uma parte impossível - fui trolado com dois mini chefes que deveria enfrentar sem magia e vida. Assim, deixei o jogo na geladeira da Gog por 4 anos e daí, tive vontade de jogar do zero e conseguir zerar. É como eu falei, o desafio é extremo e você NÃO TEM NENHUMA RECOMPENSA. Não ganha magias novas, não aumenta a energia, não ganha novas habilidades e quem parece pior são os chefes. É claro que cada fase é única e tem suas mecânicas e os combates com os chefes por mais que difíceis, não são complicados.


Eu não sei se recomendo esse jogo - acho que fico no meio termo. A pessoa precisa jogar e ter sua própria opinião. Eu jogaria de novo (afinal, eu comprei o jogo) mas não sei se, ele é pra todo mundo. Possui um ambiente heavy metal bem legal para quem gosta do tema, mas a sua dificuldade chega a pleno ridículo, enchendo com hordas de monstros que te obrigam a morrer pra decorar qual será os últimos da horda e você jogar racionando recursos.

Há uma mecânica de parry, que se você apertar o botão de defesa na hora certa que vai levar um golpe, pode aplicar um contra-golpe poderoso que recuperará um pouco de sua mana. É bem útil, mas... é um recurso muito básico pela dificuldade que o jogo apresenta.


Minha análise é da versão Gog (R$26,00), compre agora pelo link abaixo:


Slain: Back From Hell on GOG.com

segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Análise sincera de "Overwatch 1"

dezembro 02, 2024
Foto: Reprodução Blizzard


 A Blizzard lançou recentemente uma atualização para Overwatch 2, que nos trouxe o que foi chamado de "Modo Clássico 6v6". Quem joga Overwatch 2 (pelo menos até o fechamento dessa matéria), sabe que ambos os times são formados por cinco pessoas (5v5), mas a versão anterior de Overwatch (O1), os times eram baseados em seis pessoas.

Como testes (e também pela nostalgia), a Blizzard colocou no "Modo Clássico 6v6" nada mais nada menos que o Overwatch 1 purinho. Como eu não joguei o "Overwatch 1", achei que era um boa conferir um pouco sobre esse jogo que, inclusive, eu amo.

Overwatch 1 é MUITO DESBALANCEADO!

Se tem alguém que reclama da Blizzard ter criado Overwatch 2, e que o "Overwatch 1" era melhor, essa pessoa só pode estar MALUCA!

O modo clássico de Overwatch 1 traz o mesmo jogo de 2016, com os mesmos personagens e mecânicas, o que foi essencial para comparar essa versão com a versão atual, que estou acostumado. Falando para quem já jogou (muito!) o Overwatch 2, posso afirmar que Overwatch 1 é MUITO QUEBRADO e MAL CALIBRADO.

Em primeiro lugar, Widowmaker reina aqui. Basta um disparo dela para TE MATAR! Eu cheguei e morrer com um único tiro, no pé. Tanto que era IMPOSSÍVEL não ter uma ou duas em cada time.

Bastion é outro extremamente roubado: a sua habilidade com SHIFT faz o personagem ser uma metralhadora, e sua habilidade com "E" ainda faz o mesmo curar.

E por falar em cura, os Personagens não "curam sozinhos" como no Ovwewatch 2. Simetria aqui é suporte, e achei horrível. A ultimate do Zenyatta também é horrível, que deixa ele LENTO enquanto executa. E por falar em lentidão, o disparo da Mei te congela, deixando você lento.

O modo 6v6 é bom?!

O modo clássico é praticamente o Overwatch 1, e dá para perceber que o jogo apresentado no Overwatch 1 é totalmente diferente de sua versão atual. No O2, por exemplo, a ação é mais frenética e mais fluída, enquanto no O1, o jogo parece mais lento e "parado".

Não dá! O modo 6v6, pelo menos o que foi apresentado em O1, não é bom! Ele é embolado demais, e as funções do jogo não colaboram. 

Além disso, não há limites para escolher funções, igual acontece em O2.

Como consideração final, foi MUITO BOM a Blizzard criar o Overwatch 2, porque trouxe um jogo realmente justo para os jogadores, e volto a dizer: O1 é MUITO QUEBRADO.

domingo, 30 de junho de 2024

Como Assassin's Creed Chronicles: Russia é DIFÍCIL

junho 30, 2024

Este é o último jogo de uma trilogia que envolve uma caixa em que o mestre assassino Ézio deu de presente a protagonista do primeiro game (Assassin's Creed: Chronicles: China). Sendo que a mesma de alguma forma foi parar na Índia (Assassin's Creed: Chronicles: India) e agora, por fim, na Rússia. Jogos interligados em que vemos em cada um deles, melhoria na jogabilidade e também... na dificuldade. 


Se o ACC:India eu disse que a dificuldade tinha aumentado bastante, aqui superou-se ainda mais. Na verdade, de todos os games dessa trilogia, este é o que tem mais foco no stealth. Já que temos uma barra de vida menor e o jogo não apresenta nenhum tutorial mostrando como se defender. Na verdade, toda a história e o design das fases resume-se em ser o mais furtivo possível. E parte da sua dificuldade está nisso, já que vários elementos presentes nas fases não são intuitivos e você perde a cabeça para tentar entender o que tem que fazer.

O sistema é o mesmo dos outros jogos, mas com gráficos bem melhores e adições interessantes. A primeira a se notar é que o jogo se passa no ano de 1918 em plena Guerra Civil Russa, após a Revolução Russa e com isso, é até o momento o Assassin's Creed cujo controlamos assassinos em tempos "mais modernos". Podemos fazer ligações falsas para que nossos inimigos atendam esses telefonemas e nos dê a chance de executá-los ou realizar outras tarefas. Podemos atirar neles com o nosso rifle (sim, temos um rifle aqui).


Lembra quando eu falei sobre o protagonista Arbaaz utilizar em um rifle e mudar o jogo para primeira pessoa na análise de ACC:India? Pois bem, aqui faremos isso várias vezes com o protagonista Nicolai, que é um assassino quase aposentado que no início do jogo, está apto a uma missão final. Mas diferente dos demais jogos, Nicolai não é o único personagem controlado pelo jogador - sendo trocado várias vezes com Anastasia, uma garota que ele encontra e parece despertar "poderes estranhos" vindos da caixa dada por Ézio no passado.

Assim, temos uma história mesclada com os dois personagens - cujo tem várias reviravoltas e que me agradaram demais. Principalmente por ser em um ambiente mais moderno. Nicolai possui além do rifle, as bombas de fumaça e um gancho com corda que permite dar curto em sistemas elétricos e/ou para puxar certas estruturas. Como nos demais jogos, existe também a barra hélix, mas só Anastasia que a utiliza. Porém, ela não possui outras armas e nem tem poder de combate, sabendo apenas matar os inimigos furtivamente ou usar os poderes da barra hélix (que neste jogo, está sendo melhor utilizada).


Mas para mim, o grande problema desse jogo é sobre certas coisas não serem intuitivas e atrapalhavam muito. Fora ter que jogar isso no teclado, cujo comandos tive que alterar algumas vezes. De todos os três jogos da série Chronicles, este foi de fato, o melhor em jogabilidade e gráficos - porém, é bem mais difícil. Eu recomendo, mas, de preferência, jogue os outros games anteriores primeiro, do contrário, você não irá longe.


A versão desta análise é aquela vendida ne Epic Games (R$30,00), você pode comprar utilizando o link abaixo:


https://store.epicgames.com/pt-BR/p/assassins-creed-chronicles-russia


OBS: mesmo comprando na Epic, você terá que ter conta na Ubisoft Connect também.

quarta-feira, 8 de maio de 2024

Killing Floor 2 é um aprimoramento do primeiro, mas será que vale a pena?

maio 08, 2024
Em 2021, fizemos a análise do primeiro Killing Floor. Um jogo bem legalzinho, mas que possui uma diferença enorme em comparação com sua sequência. Na real, é um jogo aprimorado, tanto em gráficos, como em jogabilidade. 

Na minha postagem sobre o primeiro KF, eu expliquei basicamente suas mecânicas e todas elas aparentam neste novo jogo, com a adição de classes, armas e outras novidades.

O jogo consiste em você sobreviver. Apenas isso! Você entrará em uma sala com outros jogadores ou o sistema vai te colocar pra jogar com outras pessoas e pronto. Tiros e mais tiros, para no fim, se sobreviver, ir até a loja para repor armadura e munição com seu dinheiro e até comprar novas armas. Apesar de ser uma ideia bem simples, onde temos uma fase aleatória com locais apenas para trocarmos tiros com hordas e mais hordas de zumbis... é divertido. Se sobreviveu, vote com a equipe para escolher o próximo mapa e aproveite os pontos de experiência ganhos para evoluir de nível na classe escolhida.

Não há um modo história ou algo assim. Você só entra numa sala, troca tiro com zumbis, compra armas no processo. Sobrevive e sobe de nível com uma classe e assim, recebendo habilidades passivas. KF2 segue todo o padrão de seu antecessor... na verdade, ele vai ainda além. 

Na minha postagem sobre o jogo anterior, mencionei sobre abrir portas de servidor ou utilizar um macete para criar uma "lan online" para jogá-lo com amigos. Isso não é necessário aqui! Como o jogo já foi feito para ser quase 100% online (você pode jogar sozinho offline também), sempre encontrará um ou dois para jogar e isso, em comparação com o primeiro jogo, é algo BASTANTE POSITIVO.

Há um capricho muito maior em comparação com o KF1. Ao reler a postagem que fiz a quase quatro anos atrás, pelas fotos, pude compreender. Apesar de usar a mesma jogabilidade mas com gráficos melhores e adições de classes e armas, eles concertaram algo que mencionei em minha análise, como a ordem dos botões para escolher as armas, sendo que para selecionar a faca era apertando 1 e não 3, por exemplo. Seguindo agora, o "padrão CS" que eu reclamei.

Diferente do primeiro KF, esse aqui há bons motivos para jogar mais com os amigos. Lembrando que ele é simples: você entra, luta contra zumbis, compra armas e sobrevive. Indo para a próxima fase e próxima, e próxima, sem fim. Se tornando até "repetitivo", mas é isso que o torna divertido. Você joga uma partida, depois outra e outra e no fim, acaba empolgado com o monstro que matou ou rindo da forma de como morreu.


Nossa análise do jogo é da versão da Epic Games, compre abaixo por através do link(R$56,00):


https://store.epicgames.com/pt-BR/p/killing-floor-2

sábado, 13 de abril de 2024

Vale a pena Assassin's Creed Chronicles India? (Análise)

abril 13, 2024

Eu gosto demais da franquia Assassin's Creed e não é atoa. Aqui no blog há várias análises de seus jogos, incluindo livros, como A Cruzada Secreta. Recentemente, fiz uma análise de Assassin's Creed Chronicles: China, que é uma série de jogos em estilo 2D.5 desse universo - e game que antecede este que estamos falando. 


Como o game segue o mesmo sistema do game anterior. Vou apenas nesta análise, contar o que esta produção tem de novo. Para começar, antes de mais nada, devo apenas advertir que mesmo que seja um game completo envolvendo outro personagem e em outra Terra, ele ainda é ligado a história de ACC:China. Na verdade, os três jogos que fazem parte da linha Chronicles - são interligados. E um dos motivos que me fizeram comprar os games seguintes, foram porque queria ver como seria o fim da trama.

Na análise do primeiro jogo, relatei sobre o pouco tempo que os jogadores teriam com todas as habilidades aprendidas durante a campanha. Já que com várias possibilidades, era necessário fases mais avançadas, o que não ocorreu. Pelo menos, ACC:India, cumpre o que ficou em falta. Já que o jogador inicia com todas as habilidades aprendidas por Shao Jun. Além de uma melhoria no sistema de combate! Posso até dizer que este jogo é o pedaço de um jogo vendido em partes, já que o design de suas fases, passam isso. (Não há nem mesmo, Tutoriais! A não ser um exclusivo pro sistema de combate, que mudou).


Agora o jogador pode saquear corpos caídos ou mesmo, utilizar técnicas de arrombamento para abrir portas ou desarmar armadilhas. Como também, roubar inimigos distraídos!


As fases desse game são bem mais complexas devido já a adição das habilidades do anterior. Tendo elementos e inimigos novos! Há mesmo, até um momento em que Arbaaz utiliza de um rifle (e mudando a visão para primeira pessoa) para aniquilar seus alvos. Mas achei o mesmo muito mais dificil que o anterior, já que algumas missões, exigiam que o jogador já dominasse o seu sistema de jogo. Temos até inimigos que se espreitam no escuro (que nem os assassinos) para te pegarem de surpresa.

Por se tratar na Índia, todo o conceito de arte visa esse estilo e combina muito bem. Na verdade, cheguei até acreditar que os gráficos desse jogo fossem superior ao antecessor por causa disso. Nós recomendamos, mas alertamos desde já - que ele é bem mais difícil! 


Vamos ver o que me espera no próximo, já que também comprei o ACC: Russia, na Epic Games. Que afinal, foi a vez que comprei lá - já que os jogos aqui, geralmente, compramos em outras plataformas. Mas comprando lá ou não, você terá que ter conta no UbisoftConnect, então, esteja avisado.


Compre agora mesmo na Epic Games (R$30,00) pelo link abaixo:


https://store.epicgames.com/pt-BR/p/assassins-creed-chronicles-india

quarta-feira, 25 de outubro de 2023

Street Fighter V é bom?! Joguei bastante para fazer uma análise honesta...

outubro 25, 2023


Street Fighter V é a sequência do aclamado Ultra Street Fighter IV, que retornou para os nossos dias a maior franquia dos jogos de luta.

Embora tenha muitos jogadores casuais, ele foi totalmente construído para ser focado no ambiente competitivo! Uma das mudanças para isso foi a saída do Ultra Combo (presente no Ultra Street Fighter IV) para dar entrada para o V-System, uma nova mecânica que trouxe mais versatilidade nas partidas. O V-System são duas barras vermelhas, que enchem no decorrer das partidas. O V-System serve, basicamente, para três coisas:


Mudanças no Gameplay ao usar o V-System: a nova mecânica em SFV

1) Usar uma V-Skill (gastando uma barra): cada Personagem tem sua própria V-Skill, ao apertar Soco Médio + Chute Médio. Uma V-Skill é uma habilidade única, que pode ser usada estrategicamente, para isso é preciso passar algum tempo estudando os Personagens do jogo!

2) Recuar (gastando uma barra): ao apertar Soco Forte + Chute Médio, o Personagem volta pra trás. Se estiver defendendo, você dá um break no Personagem, de forma ao gastar barra para afastar o inimigo enquanto estiver na defesa.

3) V-Trigger (gastando duas barras): para isso, aperte Soco Forte + Chute Forte. Funciona de forma semelhante ao "estourar a barra" do The King of Fighters 2002, com a diferença que, ao ativar o V-Trigger, cada Personagem tem uma característica especial, enquanto essa barra estiver ativada, que dura quase todo o round.

Essas mecânicas, querendo você ou não, foram um grande acerto da Capcom para o gameplay competitivo. Além disso, existe uma barra azul, chamada de "Critical Art". Essa barra funciona de forma semelhante no Street Fighter IV: ao apertar dois botões (como dois socos ou dois chutes) ao aplicar um golpe especial, como Hadouken, você provoca um ataque EX, que consome uma barra azul. Os antigos "Ultra Combos", chamados de "Critical Art" aqui, precisam de três barras para serem ativados.

Um jogo voltado para o competitivo

Mano, que rollback netcode incrível que temos aqui. O melhor rollback netcode que eu já vi na minha vida, em jogos de luta online. Joguei até com gente da Bélgica, sem nenhum travamento. O carregamento é super rápido e dificilmente encontro pessoas com uma net ruim. Essas, você pode colocar na "lista negra", para que o sistema não te coloque mais contra elas.




Diferente do Ultra Street Fighter IV, o rankeado aqui não é dividido por personagem, mas pela conta do jogador. Você ganha pontos ao vencer, e perde ao perder. O sistema de pareamento também é incrível, sempre pegando pessoas do mesmo nível que você. Existe também os elos, que determinam o nível do jogador. O jogo é tão detalhado que você tem uma ficha com toda sua carreira de lutador, suas lutas, quais golpes melhor aplica, etc.

Algo maneiro também é que você pode deixar buscando o pareamento de lutas enquanto faz outras coisas dentro do jogo, impedindo o tédio de ficar esperando por oponentes.

Coisas negativas em Street Fighter V

O grande defeito em Street Fighter é que você PRECISA JOGAR MUITO para conseguir desbloquear os Personagens. Ao realizarem as tarefas do jogo, bem como ganhar partidas competitivas, você ganha moeda de luta, que são usadas para comprar novos conteúdos no jogo, entre eles, novos Personagens e skins. Isso é claramente pra você gastar dinheiro para comprar esses Personagens.

Como opinião final, achei o Street Fighter V o melhor jogo da franquia! O Street Fighter VI ainda não joguei, mas assim que tiver as mãos nele, vou falar aqui para vocês. Ele custa R$84 na Steam, e pode ficar ainda mais barato com promoções recorrentes na Steam.


domingo, 25 de setembro de 2022

Análise completa de Diablo 2 (2000) - Blizzard

setembro 25, 2022

Diablo II foi um dos jogos que mais joguei no meu antigo PC perante minha adolescência/começo da juventude, nos anos entre 2003-2008. O jogo, originalmente lançado pela Blizzard North em 2000, ainda é vendido comercialmente na internet, com uma versão atualizada em 2016.

Atualmente existe também um remake do próprio jogo, chamado Diablo 2 - Resurrected, que traz uma nova visão do jogo, trazendo alguns modos (de temporada) como em Diablo 3. No entanto, embora haja uma versão mais atualizada do game, estarei aqui apenas falando da versão original de 2000, que neste momento, acabei de zerar.

Ainda vale a pena comprar a versão de Diablo 2 (2000)?! O que ela lhe oferece?!

Ao comprar o jogo no site da Blizzard (deixarei o link no fim da matéria), você receberá uma chave única para ativação do jogo, bem como link de download do setup dele. Além disso, a própria chave fica disponível para sempre em sua conta no Battle.net. No entanto, devido a versão de Diablo II - Resurrected, o serviço do Battle.net não está mais disponível para essa versão do ano 2000.

Ou seja, se você comprar essa versão, deve ser para jogar apenas offline, ou então jogar em rede com algum amigo. O jogo está em inglês, mas aqui já disponibilizamos uma tradução para pt-br para ele. Ele mantém o mesmo jogo original de 2000, com os mesmos gráficos e jogabilidade. Assim como em toda franquia Diablo, você precisa acumular níveis e itens mágicos com os monstros que matam.

Com a versão original, você tem acesso as músicas do jogo, o que dão um ambiente bem legal. O jogo também vai oferecer horas de diversão. 

As Mecânicas que foram introduzidas em outros RPGs

Diablo II (2000) ofereceu uma série de mecânicas que permaneceram não apenas na franquia Diablo, mas também em Torchlight e até em outros jogos de Action RPG. Listaremos algumas abaixo.

1° - Baús que compartilha itens: você tem um baú onde pode colocar itens que serão compartilhados por outros personagens da sua conta.

2° - Inclusão de gemas: gemas que aumentam o poder do item foram colocadas aqui e são marca registrada de muitos novos RPGs que surgiram.



3° - Aumento da Dificuldade: ao zerar o game, seu Personagem ganha o nome de Sir e você pode escolher entre Dificuldade Normal, Pesadelo e Inferno.

4º - Árvore de Habilidades: algo muito comum nos RPGs atuais que começou com Diablo 2, um conceito que seria aceito pela maioria dos actions RPGs atualmente.

5º - Checkpoints de Portal: lugares onde você pode salvar para se teleportar para áreas específicas de um mapa.

6º - Transmutações de gemas: as gemas são dividas por categorias, e existe um sistema de transmutação que começou com eles, neste jogo, no ano 2000.

Veja como o jogo trouxe diversas mecânicas que seriam adotadas em diversos RPGs lançados mais a frente.

Um pouco sobre a jogabilidade de Diablo 2

Como um jogo lançado em 2000, algumas coisas em Diablo 2 deixam um pouco a desejar. Uma delas é o POUCO ESPAÇO para guardar itens, algo que seria melhorado em jogos futuramente.


O jogo também oferece um total de seis classes básicas: Amazona, Necromante, Bárbaro, Feiticeira e Paladino. Diferente do primeiro jogo da franquia, aqui temos um mundo aberto para explorar. O jogo é dividido em 4 Atos, onde cada parte fala um pouco da história. No fim de cada Ato existe um chefe supremo, onde o Personagem precisa enfrentar.

Sobre a História em si, acho que nem é preciso muito segredo, porque todos já devem conhecer. Vale lembrar que esse jogo se passa num mundo de fantasia chamado Santuário, numa guerra entre anjos x demônios.

Para quem quiser comprar o jogo original, ele está na Blizzard por R$29,90. Existe também uma expansão chamada Lord of Destruction, que oferece um Ato a mais e mais classes. Quem sabe não falaremos sobre ele mais pra frente?!

Comprar Diablo II (2000) no site da Blizzard (R$29,90)

Comprar a expansão Lord of Destruction (R$29,90)

quarta-feira, 6 de abril de 2022

O interessante (e viciante) Mad Games Tycoon

abril 06, 2022
Eu nunca me surpreendo com a criatividade de vários produtores de jogos, que sempre colocam a luz diversas ideias interessantes que só agregam o próprio mercado. Mad Games Tycoon segue esse exemplo. Ele é um jogo de estratégia (administração), onde você gerencia uma publisher (produtora) de jogos. O jogo foi lançado em 2016 e também está em nosso idioma português brasileiro. Ele também conta com um modo de dificuldade para agradar a todos.

Ele pode até parecer complicado no começo, mas a medida que você vai conhecendo o game (que não é difícil de aprender) ele fica cada vez melhor. Basicamente você tem a missão de gerenciar uma empresa que produz jogos de computadores e videogames, e terá que comprar recursos para a criação de seus jogos, equipamento, contratar funcionários, criar estabelecimentos dentro do seu prédio, construir engines, comprar engines, demitir pessoas, pegar empréstimos bancários, etc. Há uma infinidade de coisas que você pode fazer durante o jogo, e seu prédio pode ser totalmente customizado. A medida que tu vai crescendo na sua empresa (e jogos que vai produzindo!) você ganha uma base de fãs, que pode ser trabalhado para ganhar mais dinheiro com novas produções.

Foto: Reprodução GOG (Não consegui pegar meus screenshots)

Você pode também decidir a época que sua empresa começará no mercado de games, indo de 1980 até os anos de 2010. O legal também é que o jogo é uma própria releitura da história dos videogames, trazendo os anos certinho dos acontecimentos e lançamentos de tecnologia e consoles. Claro, como os nomes dos videogames não foram licenciados, não faltou referências para esses nomes, com a qual todos sabem o nome daquilo que foi falado.

O jogo é EXTREMAMENTE detalhado. Existe MUITA coisa que tu pode explorar para a produção da sua empresa de games. Um dos melhores jogos de estratégia, sem dúvida, disponível no mercado. Ele está disponível na Steam e na GOG (a minha versão é da GOG), por um preço bem acessível. Compre agora, ou deixe na sua lista de desejos.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

O engraçadinho, zueiro e bonitinho MONTARO

fevereiro 24, 2022


Montaro é um jogo japonês indie desenvolvido por JCKSLAP (Shiba Saga), e publicado na Steam em Julho de 2016. No jogo, você controla um cãozinho da Shiba Inu, que recolhe Dogecoin (uma criptomoeda igual ao Bitcoin, mas com desenho de um cãozinho dessa mesma raça) e também rouba calcinhas, enquanto não é atacado por corvos ou enxame de galinhas.

O jogo foi feito para ser simples, e também ao mesmo tempo, desafiador. O jogo se passa inteiramente numa rua do Japão, e sua missão é recolher Dogecoins e chegar ao máximo que puder chegar. Não há final no jogo. A medida que pega Dogecoins, você vai desbloqueando novas skins para seu Personagem, que não trazem nenhuma mecânica nova, sendo totalmente visuais.



O jogo só funciona com clique do mouse, que funciona como pulo. Existem algumas manobras que tu pode fazer, como cair numa casca de banana de uma altura considerável, o que fará seu cãozinho pular bem alto (e até matar corvos, já que aqui tu não mata encostando neles!). Aqui você precisa ser esperto para saber a hora de pular das cascas de banana (ou usar elas para pular alguma coisa), pular dos buracos, das caixas de coisas que ficam na sua frente, dos corvos e também a fúria das galinhas!

Montaro, apesar de ser simplista, é muito bem feito. A pixelart no jogo é bem bonitinha e caprichada, tanto no Personagem quanto nos inimigos, objetos e cenários. A música também combina com o ambiente kawaii do jogo. Ele também pode TANTO RODAR EM QUALQUER COMPUTADOR como ser JOGADO POR QUALQUER PESSOA.



Além disso, o preço do jogo é uma pechincha (R$2,19) e ele ainda lhe oferece CARTAS, que podem ser vendidas para ganhar mais saldo na Steam.

Se você ainda não platinou nenhum jogo na Steam e está a procura de um jogo interessante, recomendo este, que é bonitinho, engraçado e fofinho... O autor também fez uma continuação, chamada de Montaro RE.

Montaro está na Steam (R$2,29)

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domingo, 20 de fevereiro de 2022

World of Tanks Blitz é leve, gratuito e viciante!

fevereiro 20, 2022

Para os amantes de jogos online, principalmente os competitivos. Há no mercado um ótimo jogo gratuito na Steam, chamado World of Tanks Blitz- que é uma versão mais leve do jogo World of Tanks. Aqui, escolhemos dentre diversos tanques de guerra e entramos em arenas de duelos de 7 vs 7 com outros jogadores. 


Há apenas dois objetivos para levar a vitória: detonar todos os tanques inimigos, ou dominar uma área (cujo consiste entrar em um determinado local e permanecer por um número X de tempo sem ser expulso pela equipe adversária).


O jogo está 100% dublado, o que é um atrativo a mais. E conta com diversos tipos de tanques de guerra com armamentos próprios! Cujo o jogador vai destravando ao seu gosto e usando o XP e dinheiro ganho nas partidas para melhorar os seus tanques. Os mesmos são divididos em níveis e você escolhe qual seu tanque você quer usar agora, indo para uma arena com tanques do mesmo nível. Por ser um jogo online, você pode ganhar benefícios a mais gastando dinheiro real no jogo. Há também eventos e missões que incentivam o jogador a permanecer no PC jogando atrás de prêmios. 




O combate é bem realista e dependendo de onde você acerta o tanque inimigo, gera um tipo de dano. Dependendo do tanque, você pode usar outros utilitários, como consertar alguma parte danificada ou aumentar a velocidade por algum tempo. Mas nada disso tira o tom realista dos combates aqui! Girando a rodinha do mouse, você usa o zoom da mira e pode acertar seus inimigos de uma distância muito grande. (afinal, atirar sem isso é prejudicial!). E por ser uma batalha entre tanques de guerra, após o primeiro tiro, é preciso esperar alguns segundos para que a tripulação do veículo prepare outro projétil.


Por ser uma versão mais simples, as batalhas não demoram muito. Mas não deixa de ser viciante e divertido! Porque toda luta sempre gerará XP e dinheiro para comprar munição e melhorar tanques. E mesmo tendo uns dois anos sem jogar no dia em que escrevo essa postagem, percebi que o jogo ainda continua como antes, cheio de jogadores de toda América para se divertir com você. Não há nenhum lag no servidor e nem parece que você está jogando com pessoas de outras nacionalidades também. As partidas são encontradas muito rápida e você só se diverte - não precisando se comunicar com ninguém ou se esforçar para realizar o objetivo. Afinal, tem algo que é difícil ver em um jogo cooperativo online: ser um jogo divertido sem oferecer estresse.


Recomendo e muito este game, que lhe trará horas e mais horas de diversão! Abaixo, deixo um vídeo que eu gravei quando fiz uma virada com o tanque Ha-Go. (isso a uns dois anos antes de escrever essa postagem)

Baixe esse jogo na Steam agora mesmo!


https://store.steampowered.com/app/444200/World_of_Tanks_Blitz/

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Como Ori and The Blind Forest: Definive Edition é magnífico!

novembro 16, 2021

Conheci a franquia Ori no Youtube, ainda na época de seu lançamento. Tido como jogo inovador no recém-lançado X-box One, da Microsoft. Fiquei empolgado pelos gráficos e pelo estilo de jogo, mas um pouco chateado por não ter o videogame (e condições financeiras) para jogá-lo. Mas assim como foi com o Steamworld Dig (cujo já escrevi resenha dele no blog), o tempo passou e eu pude - graças a plataforma da Gog, comprá-lo para a minha biblioteca e desfrutá-lo.


Como usei um controle de x-box 360, acredito que tive uma experiência similar a que teria se tivesse jogado sua versão para XONE; Para os que tem desejo de comprar o jogo, a primeira coisa que vocês devem saber é que ele vem 100% já traduzido para o nosso idioma, trazendo a aventura de uma criaturinha, na qual, em estilo metroidvania, você viaja por diferentes partes do mundo e enfrentando inimigos de habilidades parecidas.

A história é até bonitinha, mas vou deixar um vídeo abaixo na qual explica todo o enredo resumidamente. Uma vez que mesmo sendo feito de uma forma tão simples, ela está dividida em pedaços, na qual, você entende o que está acontecendo apenas jogando. O maior diferencial de Ori para outros jogos do gênero é que ele não existe um inventário. Seria uma espécie de jogo de plataforma misturada com o famoso metroidvania que conhecemos. Na medida em que sua exploração avança, mais poderes seu personagem recebe- passando por várias áreas. Não há chefes complexos ou algo do tipo, tudo é feito de forma a se parecer como uma animação.


Aqui registros muitos elogios a direção de arte, ela é magnifica. Ainda nem acredito que minha saudosa placa de vídeo conseguiu suportar muito bem. Em Ori, podemos escalar paredes, planar, dar pulo duplo (ou triplo), nadar, destruir pisos ou paredes, dar impulso em inimigos ou em projéteis (entrando dentre os mesmos como um espírito), etc. Cada inimigo morto ou encontrando algumas esferas, seu personagem ganha experiência que serve para lhe oferecer habilidades. A árvore de habilidades é bem simples e todas são habilidades passivas.

Diferente de outros jogos, aqui eles focaram o conceito de plataforma. O jogador não precisa entender o que está acontecendo, mas sabe o que tem que fazer. Alguns trechos eu até assumo que fiquei confuso, mas não chega a ser tão duro com o jogador (qualquer coisa, há detonado na internet para ajudá-lo!). Mas uma coisa eu tenho que elogiar o pessoal da Microsoft: seu gameplay. Apesar de ser focado em saltar, escalar e realizar pequenos puzzles - o game não é repetitivo e toda nova área oferece novos desafios. Com certos poderes você não pode pegar aquele item que aumenta sua vida ou seu espírito, fazendo o jogador ter que se teleportar numa área de teleporte para poder voltar e com sua nova habilidade, aumentar sua vida ou seu espírito.


O jogo possui apenas duas "barras", que são a de vida e a de espírito. A primeira é de fácil entendimento, se você perder todas as esferas de vida, você morre e volta para o checkpoint mais próximo. Já a barra de espírito, permite que o jogador crie feixes de luz no cenário que permitem salvar o seu jogo e transforma-lo num checkpoint (além de dar a opção de gastar seus pontos de experiência na tal árvore de habilidade já citada).

Por ser uma aventura mais voltada para o estilo plataforma do que um metroidvania em si, ele não é tão longo como Hollow Knight, por exemplo (cujo já escrevemos uma postagem sobre ele aqui) - mas é um ótimo jogo. Eu comprei e recomendo demais!  Mas para aqueles que querem saber melhor da história, vou deixar um vídeo abaixo do canal Sandman, cujo explicará todo o roteiro do jogo em poucas palavras.

Compre Ori and The Blind Forest: Definive Edition na Gog (por R$27,50) pelo link abaixo:


https://www.gog.com/game/ori_and_the_blind_forest_definitive_edition

domingo, 31 de outubro de 2021

O dia que zerei Contra (NES) sem perder vida...

outubro 31, 2021


Contra (NES) é um antigo jogo de videogame de plataforma-tiro, talvez inspiração para a criação do clássico Metal Slug. Seja como for, ele também é conhecido por ser muito difícil. Até conhecia essa fama, então tentei jogar o game e descobri que o mesmo não era tão difícil assim. Em um comentário em um grupo que fazia parte na época, cheguei a comentar que dava sim para zerar o jogo sem perder nenhuma vida.

Como o pessoal desse grupo duvidou de mim, então gravei um vídeo mostrando a minha façanha. Antes disso, fiz algumas tentativas e treinei um pouco até pegar TODAS AS MANHAS do jogo. O resultado de zerar esse jogo sem perder vidas está no vídeo abaixo, que postei no meu Facebook em 2016.


Deixe seu comentários abaixo.

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Kingdom New Lands é uma evolução do clássico

junho 30, 2021

Kingdom foi um  jogo apresentado por um amigo (que me emprestou na Steam) para que eu pudesse conhecê-lo melhor, na qual, passei muitas horas jogando até que consegui o jogo de graça na Steam (leia minha análise cujo eu deixo o link da página da loja para você pegar de graça também). Ao ver o trailer deste segundo jogo, não entendia muita coisa - para mim era apenas um monarca andando de um lado para o outro jogando moedas a novos súditos... só quer era mais do que isso!

 

Enquanto jogava o Kingdom Classic, muitas vezes dizia: "esse jogo é só isso, mas é tão divertido!" E realmente se trata de algo viciante que ao mesmo tempo, é simples. Você apenas precisa administrar seu império recrutando pessoas e dando-lhe funções ao comprar ferramentas para elas. Na medida que você vai explorando, vai construindo muros de forma que seu império irá se expandido com o tempo. Enquanto no primeiro jogo você tinha apenas um mapa... em New Lands eles evoluíram as coisas.

 

Para começar, o jogo não acaba assim que você consegue sobreviver - mas sim, oferece um objetivo novo: a conquista de novas terras. Há um navio destroçado, na qual, seu objetivo é juntar recursos para reconstruí-lo e assim, poder sair da ilha protegendo sua coroa. Apresentando um game mais intuitivo e fácil para novos jogadores. Temos as velhas mecânicas com adições muito bem vindas, que deixam a campanha muito maior que o game anterior. Quando seu personagem consegue escapar de uma ilha, recomeça em outra maior com parte dos recrutas que tinha anteriormente (incluindo cavaleiros). Assim, você quase que "reinicia" o jogo em outra área - com a vantagem de ter mais pessoas do seu lado.

 

O sistema de jogo continua o mesmo, mas algumas coisas estão diferentes. Os agricultores agora custam 4 moedas em vez de cinco e existe agora, um mercador que ao custo de uma moeda, volta no dia seguinte com os resultados de seu trabalho (por isso que é importante, não abrir as árvores onde fica a casa deste súdito - caso contrário, ele deixará seu reino). Temos adição de personagens novos e de montarias que não são apenas cavalos (acredito que deve jogar para conhecê-las). Tornando o que era bom, em algo muito mais satisfatório. Com certeza, quem curtiu o primeiro jogo da franquia irá preferir o segundo - graças ao seu fator replay altíssimo.)
 
 
O jogo também apresenta clima de neve (representando o inverno) cujo é você deverá racionar seus recursos. Além disso, em períodos de Natal, ele apresenta temas natalinos (eu pude comprovar enquanto jogava), 


Agradeço e muito o Guia escrito pelo Gi na Steam (link abaixo) cujo ele apresenta todos os detalhes do game, incluindo os inimigos, personagens, construções, etc. Eu recomendo que você leia! Pois o mesmo me ajudou a entender sobre os eremitas (que são os personagens novos desse jogo!). Eu cheguei a encontrá-lo e até recrutá-lo, porém, ele ficava na minha montaria e não fazia nada. Na primeira vez que eu o recrutei, foi no game seguinte: Kingdom Two Crows: Dead Lands (que é o melhor de todos sem sombra de dúvida). Estava jogando com meu primo em tela dividida e quando recrutei, os monstros levaram o mesmo embora e não pude descobrir o que ele usaria.
 
 
 

Mas foi graças ao Guia postado na Steam, que pude entender que este jogo o força a algum momento você construir torres. O que era bem inconveniente no Kingdom Classic devido que os arqueiros ficavam num ponto fixo e caso morresse, outro deveria tomar seu lugar - deixando muitas vezes aquele que estava ajudando atrás do muro para repor um local que nem estava sendo ameaçado. Foi quando eu deixei de construir torres que zerei o jogo clássico, mas parece que aqui eles deram um jeito de deixar as torres mais empolgantes.
 
Você turbina a torre até o nível máximo que após a contratação de um eremita, este transformará a torre de arqueiros em outra coisa, que darão benefícios interessantes (leia o guia da Steam para saber com detalhes quais são!). Acho que a única coisa que eu acho ruim neste jogo, é quando terminamos de construir nossa embarcação e devemos esperar que a mesma chegue no fim da ilha (tarefa que pode durar até mais de quatro dias dependendo do mapa). 
 
Porém, apresentou melhorias que o faz ser muito melhor que o game anterior, o que me faz recomendá-lo. Cada mapa é construído aleatoriamente, tornando o replay deste jogo mais do que obrigatório. (Bom para relaxar e jogar sozinho sem preocupações).
 
 
O jogo custa 28 reais na Epic, mas tem também em outras plataformas pelo mesmo preço. Compre pelo link abaixo: 
 
 

sábado, 26 de junho de 2021

Já ouviu falar no RPG online gratuito de Naruto? Ele roda em qualquer pc!

junho 26, 2021

Naruto é um famoso mangá de ninjas criado e desenhado por Kishimoto Masashi que dispensa apresentações. E devido ao enorme sucesso, tivemos dezenas de jogos sobre a série - e dentre games de luta e até crossovers com outras franquias, em 2016 foi lançado finalmente um RPG online que conta toda a história do anime (e gratuito por sinal).

 

Comecei a jogar este game no ano de seu nascimento aqui no Brasil e diferente do que muitos esperavam, ele não é um jogo de pc convencional. Ele é um RPG de navegador, na qual, você cria uma conta e vivencia aventuras online com outros jogadores sem precisar baixar nada. Assim, dentro de um site, você participará por aventuras no universo de Naruto, acompanhado a história do ninja do principio ao fim; Quem joga esse tipo de RPG, sabe como funciona - ele te força a você pagar para evoluir mais rápido (ou ganhar certas vantagens em relação a outros jogadores) quando você paga. Você pode jogar de graça, mas será limitado diante dos gamers chamados de VIP dentro do jogo.

Para fazer essa análise, eu tive que abrir minha conta cujo tinha uns quatro anos pelo menos que não jogava. (Para saber se o game ainda estava no ar). Como o flash foi desativado dos navegadores, você será obrigado a baixar um launcher de 37 megas para jogar! E encontrei meu personagem daquela época, podendo continuar o meu jogo de onde parei. O game funciona da seguinte forma: você cria seu personagem que possuirá elementos e justu de acordo com o tipo de ninja escolhido. Meu personagem principal era baseado no Kakashi, tendo justu de relâmpago e afins. Após a criação de seu ninja no jogo, o jogador participa por fora de todos os eventos de Naruto, desde o início.

 

O que eu acho mais surpreendente é que algumas cenas eles pegaram do anime e legendaram. (Parecendo até que eu estava assistindo a série sem som) e era algo carregado rapidamente e que nem parecia ser um jogo de navegador. Além de dezenas de itens e missões (incluindo quest diárias e coisas do tipo), você avançava na história e iria destravando os personagens. Cada um possui habilidades únicas que podem combinar com outros personagens na sua equipe. E você pode aumentar as habilidades de cada um para torna-los ainda mais fortes.

 

O combate é baseado em turnos, na qual, você precisa montar uma equipe e coloca-la no "tabuleiro" da maneira que você quiser. Você pode também levar ninjas reservas caso precise trocar antes de iniciar um combate. O jogo está dublado em japonês e todos os golpes possuem "fala" (alguns possuem até um trecho de jogos como Naruto Storm Ninja) e posso dizer que foi um dos jogos mais BEM FEITOS que já vi. Pois já joguei muitos games de navegador como Legend 2, Dragon Awaken, Legend of Angels e outros e curti muito esse jogo - sem falar que ele é OFICIAL.

Não irei entrar em mais detalhes porque justamente, o game o irá mantê-lo ocupado por dias inteiros. É como eu disse, você pode jogar de graça e se divertir sem gastar nada - mas aqueles que se tornam VIP, ganham itens e vantagens a mais (pois é assim que esse tipo de jogo se mantém). Além do mais, é divertido fazer as missões, pegar itens na roleta, participar de uma guilda, recrutar ninjas, etc. Como a franquia possui dezenas de personagens marcantes, com certeza, um dos seus objetivos é irá atrás de recrutá-los. (Achei o Sasuke muito apelão!).

 
Então se você gosta de Naruto e tem um computador, experimente esta versão oficial e online. Recomendo bastante! 


Saiba mais no site:

 

https://naruto.oasgames.com/pt/

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Análise sobre 10 Second Ninja

maio 31, 2021

10 Second Ninja é um jogo hardcore de plataforma, onde você precisa correr contra o tempo para matar seus inimigos. Basicamente, o jogo inteiro se passa dentro de um navio voador, onde você deve enfrentar o chefe Capitão Greatbeard.

Apesar de o jogo ter uma certa exploração dentro do navio (onde você pode buscar alguns itens), o jogo inteiro se passa em fases dentro de uma sala do navio. As fases são divididas em blocos, cada um com um determinado número de fases. Cada fase tem um tempo de limite de 10 SEGUNDOS para ser concluída, onde você precisa destruir todos os inimigos antes do tempo limite. Cada fase pode oferecer, dependendo da velocidade do jogador, entre 1 à 3 estrelas.


Colecionar estrelas aqui é MUITO importante, porque alguns blocos de fase precisam de um determinado número de estrelas para poder conseguir chegar. O chefe final, o tal capitão Greatbeard, precisa de pelo menos 116 estrelas. Você não precisa coletar todas para chegar no final e zerar o jogo, diga-se de passagem. Agora, passar todas essas fases requer muito reflexo rápido, um pouco de rage e muitas tentativas. Se você não tem um controle de PC, ENTÃO NEM PEGUE ESSE JOGO! Não dá para jogar se você tem um teclado, ou com ele, as coisas pioram muito.

O ninja tem um botão de pulo (duplo), um botão que ataca com a espada, e outro a shuriken (ataque a distância) limitado apenas 3 shurikens. É um jogo BEM DIFÍCIL, mas demorei cerca de pelo menos 3 horas para chegar no fim. Não existe batalha final contra o chefe.

O visual do game é bonitinho e competente. Só acho que o jogo, por ser bem difícil, atrapalha um pouco no gameplay. Para quem quiser comprar, o jogo está disponível  na Steam  por R$19,99, mas pode ser encontrado em promoções por R$2,99.

sábado, 27 de março de 2021

Inside, um jogo beeeem interessante...

março 27, 2021

Inside é o sucessor de Limbo, que rendeu bastante elogios por mim. Depois de cinco anos do primeiro jogo, a empresa PlayDead lançaria seu segundo jogo, mantendo as mesmas características de seu antecessor, mas com um produto totalmente diferente.

Inside ("Lado de Dentro") também tem a mesma proposta, porém, com algumas mecânicas novas e gráficos totalmente em 3D. Nele, você controla um garotinho sem nome que passa por alguns cenários com estilo industrial. Assim como Limbo, Inside tem um visual único e sensacional. É aquele tipo de jogo que realmente te faz relaxar. E vou te falar: seus puzzles ainda são mais fáceis que do Limbo, o que deixou o jogo, um pouco mais fácil. Eu acho que a produtora quis fazer algum tipo de protesto ou alerta. Não deu para compreender realmente o que eles quiseram te passar nesse jogo. 



E falando em jogabilidade, você tem apenas três botões: de pulo, de ação e os direcionais. De vez em quando você precisará puxar ou carregar coisas. Outra coisa interessante no jogo, é que você usa um tipo de chapéu onde pode controlar alguns manequins vivos (ou seres humanos? vai entender...) para te ajudar a passar de diversas partes. Existem alguns lugares secretos no jogo, onde você ganha conquistas na Steam (na GOG não existem conquistas neste jogo).

Outra coisa que eu preciso dizer, em comparação com Limbo: Inside é BEM MENOR. Enquanto eu demorei cerca de 5h para chegar no fim de Limbo, em Inside demorei cerca de 4,1 horas. Mesmo assim, o jogo é tão divertido que dá para jogar várias vezes. Em minha jogatina, eu não passei "raiva" em nenhuma parte, só consultando o detonado uma única vez (porque realmente não tinha entendido como passar, fazer o quê?...).

Em outras palavras, Inside é bonito, é polido, sua jogabilidade agrada, o jogo agrada... Tanto que seu Metacritic é 87. O jogo está disponível por R$36,99 na Steam e na GOG, mas geralmente fica em promoção. Então, se não quer pagar quase 40 paus neste jogo, deixe na lista de desejos de sua plataforma favorita e aproveite quando chegar a promoção.

Inside na Steam (R$36,99)

Inside na Gog (R$36,99)

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Análise do game 99Vidas

novembro 25, 2020


99Vidas é um Beat 'em up produzido pela empresa indie brasileira QUByte Interactive, além também de ser um podcast sobre os anos 90. A ideia de um jogo sobre 99Vidas veio direto da empresa QUByte, que entrou em contato com os criadores de conteúdo do podcast para elaboração do projeto. O jogo então foi financiado pela Cartase em 2015. O jogo finalizado foi publicado pela plataforma Steam 23 de Dezembro de 2016. Além da Steam, 99Vidas também pode ser encontrado nas plataformas Playstation 3, Playstation 4, Xbox One e Nintendo Switch, entre outras.

O game pode ser jogado por até quatro pessoas, e também existe a possibilidade de jogar online com seus amigos ou desconhecidos. Talvez por ser um jogo não tão relevante como Brownforce, os servidores do jogo estão sempre vazios (você não encontra ninguém para jogar com você). Assim sendo, você precisaria então ter amigos com cópias do mesmo jogo para poder rolar partidas online com eles. Se você tiver um teclado e mais dois controles de PC, pode jogar com até 4 jogadores na mesma tela, o que é ótimo.



Como qualquer Beat 'em up, o jogo é curto, podendo ser zerado em pouco mais de uma hora. Inicialmente comprei para jogar com minha noiva Juliana, e tive primeiramente uma ruim impressão do jogo. Tentando jogar novamente (agora sozinho), tive uma outra visão do game e cheguei a conclusão que ele não é feito para jogadores iniciantes. Depois de zerar, descobri (através das conquistas da Steam) que apenas 6% dos jogadores que compraram 99Vidas conseguiram passar do último chefe! Isso só significa uma coisa: esse jogo é MUITO desafiador!

Os pontos contra do jogo começa pelo exagero de botões: além dos direcionais, você tem um botão para soco, chute, pulo, super (vamos falar mais a frente) e especial, que interrompe o ataque do adversário quando você está apanhando. Além disso, cada jogador pode comprar combos na loja. No fim de cada fase, existe uma loja onde você pode comprar mais vidas e novos combos (alguns com sequência de chutes e socos) como novas habilidades especiais, como "magias", etc.



Cada Personagem tem cerca de duas barrinhas em seu painel: a tradicional barrinha de vida (vermelha), que esvazia quando você toma dano (e volta a encher quando come frangos ou frutas) e uma verde, que é dividida em duas partes. Quando você mata alguns inimigos e passa de uma parte da fase, essa barrinha verde vai enchendo. Quando você ativa o super, lança um especial que pega todos os inimigos em área. Cada personagem tem dois "especiais": um para uma barrinha cheia, outro quando as duas barrinhas estão cheias! Obviamente o especial de duas barrinhas dá muito mais dano. Vale lembrar que quando o Personagem morre, ele volta com uma barrinha já cheia.



O jogo não é tão difícil, mas é desafiador. Os inimigos provocam muito dano e batem muito, por isso a dificuldade do game. Cada chefe também tem a sua própria estratégia. Não chega a ser um absurdo. Mas a pergunta que não quer calar:

Vale a pena investir em 99Vidas?!

Se você tem um grupo para jogar em casa (e tem dois controles de PC) ou amigos que tem a cópia do jogo para a partidas online, sim vale a pena. Porém, se vai jogar sozinho (ou com mais uma outra pessoa apenas) não recomendo. O jogo não tem, na minha visão, um grande atrativo se não for o multiplayer com pelo menos 3 ou 4 pessoas. Após zerar o game, alguns Personagens vão sendo desbloqueados.

Existe uma versão demo do jogo na Steam, ou compre por R$29,99

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