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sexta-feira, 11 de abril de 2025

Análise de The Witcher 2: Assassins of Kings

abril 11, 2025

The Witcher 2: Assassins of Kings é um jogo de RPG, criado pela CD Projekt, lançado em 2011. Ele é continuação direta de The Witcher.

Eu já tinha tentado jogar o The Witcher 1, mas como tinha comprado a trilogia, achei melhor começar pelo 2 (e depois o 3), para voltar a jogar a primeira versão do jogo. Como leigo, a princípio, o jogo pode ser um pouco complicado, devido as coisas que você vai pegando no jogo, as magias que vai lançar, criação de poções e as inúmeras escolhas que você faz.

Aconselho que, antes de tudo, faça o TUTORIAL do jogo. Depois disso, a história começa em um ataque a um cerco, que tem dragão e tudo. Achei muito interessante de modo que a história é contada. No começo do jogo, você está fugindo de um calabouço, e precisa contar ao carcereiro toda a dinâmica que o levou para a prisão. Geralt, o Bruxo, foi acusado injustamente de ter matado o rei Foltest. Depois de passar o cerco, para proteger o rei, Geralt chega numa câmara onde um assassino mata o rei, fugindo em seguida, deixando Geralt diante do rei morto.


Para provar sua inocência, você recebe uma nova chance, fugindo da prisão de modo a limpar seu nome. Você passará por bons bocados até encontrar o assassino, chamado de Letho. O interessante é que existe MUITA COISA para fazer, como diversas missões especiais, e a cada escolha, o jogo vai mudando. Existe, inclusive, a possibilidade de você carregar um save do jogo The Wichter 1, onde as escolhas tomadas por lá, mudam toda a dinâmica deste game.

Embora possa parecer confuso e complicado, a medida que você vai jogando, você consegue entender todo o conceito do game. Você consegue criar poções (Alquimia) com os itens que você pega, pode criar armas, armadilhas ou armaduras com os componentes que você pega dos monstros. Além disso, derrotar os monstros podem lhe render troféus, que são itens equipáveis que podem aumentar seus atributos.

As poções aqui, inclusive, funcionam de forma diferente dos RPGs convencionais. Você precisa beber essas poções antes. A minha versão é da GOG (que é da CD Projekt), e eu demorei 32 horas para zerar o jogo. Claro que posso jogá-lo novamente, porque o jogo é muito bom, e tem muita coisa que eu não consegui fazer nele.

Confesso que é um jogo muito bom. A minha versão é da GOG. Abaixo, vou deixar o link do jogo na GOG, caso você queira conferir.

quinta-feira, 10 de abril de 2025

Meu total desinteresse com The Firts Templar

abril 10, 2025

Pra começar, eu não quero tecer críticas ao jogo. Eu realmente me diverti com ele e eu achei muito legal sua proposta. Porém, há coisas que alguns desenvolvedores colocam em seus jogos que me fazem perder totalmente o interesse - e The First Templar, foi um deles.


Ele é um jogo onde como o próprio nome diz, você joga com um cavaleiro templário que participa na época das Cruzadas. Tendo elementos de hack'n slash e também um pouco de steath as vezes. Apesar de acontecer várias coisas na história, seu principal objetivo e é encontrar o Santo Graal e para isso, você passará por vários lugares.


Apesar de ser fantasioso, ele presume a contar um pouco mais sobre os templários e até aborda em uma das fases, o fim deles. No jogo, você sempre terá um outro personagem auxiliar, que pode também ser controlado pelo jogador. Não é só cada inimigo derrotado rende pontos de experiência, sim baús encontrados nas fases e certos puzzles. Seu sistema de combate é bem funcional, contando com inimigos com escudos que devem ser destruídos antes e artimanhas que você deve aprender para derrotá-los.

Todo xp ganho é dado aos dois personagens que o jogador controla, com ele, você compra melhorias para seus heróis: aumentando sua vida, sua fé (que seria uma espécie de mana para realizar certas habilidades especiais) e dando um upgrade a seus ataques e destravando novos combos. Se um dos personagens cair, você pode assim como em Resident Evil 5, revivê-lo, desde que tenha uma esfera de fé.


O jogo possui um pequeno mapa indicando os objetivos principais e os secundários, perfeito para quem quer só zerar ou para aqueles que também querem alcançar os 100%. Você não compra armas ou armaduras, apenas destrava habilidades ou skins, que são pedaços de uma roupa que podem estar em baús durante as fases - obrigando o jogar a explorá-la para ir atrás desses fragmentos. Uma vez que colher todos, você ganha uma skin para o personagem - cujo pode trocar a hora que quiser.

Mesmo levando para o lado do hack'n slash, ele possui equilibrar as coisas. Permitindo exploração e também a aniquilação de inimigos pelo stelth. A minha grande crítica a ele (tirando o que me fez desinstalá-lo e desisti-lo) é não ter um modo para dois jogadores. Você controla dois personagens ao mesmo tempo, mas não pode jogar com um amigo por exemplo. Muitas coisas aqui foram feitas praticamente pro cooperativo, principalmente em locais onde um fica segundando uma alavanca para o outro passar e ativar a passagem lá do outro lado.


Por fim, perto de zerar o jogo eu tinha que ficar numa posição para "uma visão" me mostrar onde que era a alavanca certa. Isso eu achei muito escroto! Se eu cheguei na porta, eu era pra ter a visão e não ficar em um ponto específico cujo você só perde tempo. Isso foi o que me fez desistir... fazê o que? O jogo é antigo...

A minha análise foi feita na versão da Gog. Caso queira adquirir o jogo, o link estará abaixo:


https://www.gog.com/en/game/the_first_templar

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

Os motivos porque achei Dungeon Siege 3 muito fraco diante dos anteriores

agosto 21, 2024

Aqui no blog eu já resenhei sobre os games da franquia Dungeon Siege, série na qual, a partir do 2, me fez gostar mais de jogos do gênero. Porém, ao comprar o terceiro jogo através do Dungeon Siege Collection, notei que o game por mais que leve o nome da franquia - não tem nada haver com ela. Para começar, você não cria o seu personagem e precisa escolher entre poucas opções entre alguns heróis para aí sim, criar sua jornada.


É até legal o sistema de diálogo que imita um pouco o Dragon Age, com opções de fala com um NPC importante - mas na real, nem chega perto dele. O game é praticamente todo linear e as opções e falas dos personagens não demonstram nenhuma emoção - parecem bots na tela ditando um texto. A jogabilidade é toda esquisita, porque você só se move para frente ou para trás sendo que os lados (teclas A e D) mudam a câmera.


Nos antigos Dungeon Siege era muito fácil você mudar a câmera e dificilmente você seria atrapalhado pelas mesmas. Aqui não, tem masmorras que no meio do combate, a parede te impede de ver seu personagem e todos os inimigos. Para acertar os alvos basta 'marca-los' com o mouse que os ataques serão automáticos e por mais que tenha sistema que nos permitam várias habilidades e maneiras de jogar, tudo se resume a um combate travado e com uma câmera fixa que se estiver muito perto dos personagens, aí que você não consegue enxergar nada.

Não existe poções de cura aqui. Você tem que pegar orbes de cura ou de mana pela masmorra ou quando algum monstro deixar cair. (UM RPG MEDIEVAL SEM POÇÃO DE CURA? Olha só!) E se você chegar numa loja, tome cuidado. Pois os itens são denominados pela cara do personagem ao lado - não faça como eu, que comprei um item na loja que meu personagem não usa e me frustrei demais ao descobrir. Ainda falando sobre itens, como qualquer outro RPG do tipo, quando os mobs deixam cair ouro, você simplesmente o toca e recebe. Mas por que diabos os itens eu tenho que apertar um botão? (E no caso). Não seria mais prático encostar no item também? Sei que um sistema semelhante ocorre em Diablo 3, mas isso não funciona aqui.


Sinceramente, eu queria poder jogar um pouco mais para poder escrever uma resenha. Mas é um jogo de RPG que jogou tudo fora o que os jogos anteriores fizeram e que não dão nem a liberdade de você criar o seu personagem e desenvolvê-lo. Sendo obrigado a escolher um personagem fixo que não terá a mesma imersão que os jogos anteriores tiveram. A versão da Gog ainda não permite que você jogue cooperativo, o que torna ainda pior as coisas.


O jogo é ruim e é claro que não recomendamos.

sábado, 29 de outubro de 2022

Nunca jogou Terraria? Saiba porque é tão bom e AINDA MELHOR, com amigos

outubro 29, 2022

Já imaginou um jogo onde você pode fazer de tudo? Onde diferentes tipos de jogo são entrelaçados em um, de forma a torna-lo totalmente dinâmico e não prendendo os jogadores a uma história ou quest? Sim, meus amigos! Em Terraria, você joga do seu jeito - construindo sua própria história em mundos gigantescos cheios de monstros, tesouros, masmorras e onde as histórias nunca acabam. Sempre construindo novos mundos a serem explorados e com a opção, de descobrir junto com os amigos.


Resumindo: Terraria é um RPG de exploração onde além da busca de tesouros como qualquer outro do gênero, você constrói sua própria cidade. Um mundo a ser povoado por NPCs que chegam a sua cidade e habitam as casas que você mesmo construiu (e pode ser do seu jeito!). Jogando online com amigos, as coisas ainda ficam melhores! Então, basta explorar as cavernas, aproveitar os tesouros, reunir pedra, madeira, ferro e outros materiais e comece a dar vida a sua comunidade.

Composto de vários tipos de chefes e monstros, pesquisei aqui sobre o game e descobri que ele possui mais de 3000 itens diferentes e posso dizer, sim, que há item para tudo. Alguns necessários para as construir outras coisas (como a bigorna para forjar armas). Mas mesmo jogando em um mundo pequeno, os mapas são grandes demais com uma complexidade incrível. É realmente um RPG onde em vez de você se preocupar com a história ou alguma quest, você faz o que quiser. 


Sim, há chefes e missões que os levem até ele, como por exemplo, o primeiro boss - que é o Olho de Cthulhu, cujo explicamos aqui no blog como invocá-lo. Mas, você passará centenas (sim, centenas)  de horas explorando os mais diversos biomas em mundos criados aleatoriamente que, em uma partida multiplayer, podem ainda serem exploradas com amigos. A versão utilizada nessa análise é da Gog, mas não se preocupe, você pode jogar Terraria com pessoas que tem o game em outras plataformas também (não sei se tem como jogar com o pessoal do console!). 


Sobre isso,  expliquei na postagem Como jogar multiplayer no Terraria sem precisar saber do IP do seu amigo.

Cada chefe derrotado, você ganha poderosos itens. Assim como qualquer outro jogo do gênero! Isso movimenta sua jornada, na qual, trás novos NPCs para sua cidade e afins. Dentre as diversas formas de se criar itens, você pode com as peças certas, criar itens que invocam determinado chefes, já que os mesmos sendo derrotados mais vezes podem dropar mais daquele item que você precisa para criar tal equipamento, por exemplo. Mesmo sendo um RPG, não existem pontos de experiência ou níveis aqui, você fica mais forte, encontrando ou criando equipamentos melhores (a maioria, construídos dos itens que você conquistou em sua jornada). 


Escave fundo as mais profundas cavernas e encontre platina, ferro e outros materiais lendários. Além disso, você aumenta sua vida através de corações de vida encontrados em suas escavações e sua mana, através de estrelas cadentes que caem toda a noite. O legal é que como você está em um novo mundo, temos todo o ciclo de dia/noite, sendo que quando tudo escurece - zumbis irão aparecer e a jornada noturna ficará muito mais perigosa. Não irei entrar mais em detalhes sobre os biomas, que são diferentes áreas do seu mundo, nem mesmo sobre os tais corrompidos. Acredito que a experiência de conhecê-los jogando, será melhor!


E para quem pensa que a exploração fosse o limite (contando até com armadilhas troll). Ainda acontecem eventos que podem mudar seus planos, como por exemplo, sua cidade ser invadida por goblins ou o céu cair chuva de Slime (tendo que enfrentar o Rei Slime no final desse processo). Só jogando para você conhecer melhor cada coisa!


Caso queira mais informações ou mesmo, conhecer melhor o jogo antes de comprá-lo. No youtube, há muitos canais dedicados ao game - foi assim, que aprendi muita coisa. Eu ainda estou aprendendo, tenho no momento desta análise, apenas 44 horas de jogo (o que acredito ser o suficiente para falar um pouco dele). Mas, caso você queira ver melhor a jornada do game toda resumida em 15 minutos, assista o vídeo abaixo do canal Tio Hoby.

Compre o jogo agora na Gog (R$20,00):


https://www.gog.com/game/terraria


Compre o jogo agora na Steam (R$20,00):


https://store.steampowered.com/app/105600/Terraria/?l=portuguese

terça-feira, 16 de agosto de 2022

O dia que ficamos a TARDE TODA na lanhouse por causa de GrandChase

agosto 16, 2022
Foto: Pixabay

Hoje em dia é muito comum as pessoas possuírem internet em suas casas, utilizando seus próprios Wi-fi e essas coisas. No entanto, até meados de 2013 ou 2014 a internet ainda não era tão popular na sociedade como em nossos dias, apesar de muitas pessoas já possuírem internet em casa nesta época. Quem ainda não tinha condições de ter um plano de internet de banda larga, pagava por hora para mexer na internet em uma lanhouse.

Quando ia a lanhouse (me lembro que era R$2 a hora), mexia no Facebook/Orkut, mexia num site que eu tinha na época, e também jogava. Me lembro de jogar Ragnarok online e também GrandChase, que recentemente agora tem na Steam. Meu irmão Rodrigo conheceu primeiramente o GrandChase (a primeira versão) e depois passou pro restante do grupo. Era maneiro que sempre nas manhãs de Sábado a galera se reunia para jogar GrandChase na lanhouse.

No entanto, GrandChase passou por uma grande reformulação na época (indo de GrandChase comum para GrandChase Season 2), sendo uma atualização MUITO grande. O jogo antigamente era baseado em salas com missões para mapas gigantescos com novos desafios e muitas outras coisas. Quando meu irmão e eu fomos na lanhouse jogar GrandChase, o funcionário de lá falou que estava atualizando o GrandChase nas máquinas, e perguntou se poderíamos esperar. Acho que ficamos lá por 2, 3 ou até 4 horas (não me lembro muito bem o tempo), mas enquanto estávamos lá, chegamos até mesmo ASSISTIR UM FILME INTEIRO (no canal SBT) que passava na TV da lanhouse, para as pessoas que estavam esperando a sua vez de entrar.

Como a internet daquela época era 1MB (e ainda compartilhada na lan), demorou MUITO para fazer a atualização do jogo. Meu Deus, ficamos a tarde toda esperando o jogo atualizar na lanhouse para depois sermos recompensados com a atualização do jogo. Acho que isso foi entre 2011 ou 2012.

Só gostaria de deixar isso registrado aqui. ^_^' 

domingo, 17 de julho de 2022

BattleField 3 superou minhas expectativas!

julho 17, 2022

Minha primeira experiência com BatlleField veio com BatlleField 2: Modern Combat, lançado para PS2. Aqui, contamos tudo o que a franquia tem de bom (com o uso de vários veículos de combate, além de vastos cenários). 


A campanha se apresentava como se o jogador estivesse realmente num multiplayer, com diversos soldados e veículos lutando ao mesmo tempo, permitindo ao jogador, usar um recruta que estivesse ao seu alcance (o que tinha achado genial). Assim, você poderia "trocar" o soldado que está no campo, para outro que esteja a dezenas de metros dele. Porém, era só você e a CPU!


Mais tarde, consegui uma versão "alternativa" do BF 1 para pc, que diferente do primeiro jogo que tive contato, cada soldado era um jogador. Não tinha como "trocar" como no BF2 e a luta contra bots era até que legalzinho, mas como não tinha internet na época (e também, uma versão 'original' do jogo) - o multiplayer teria que esperar.


Não cheguei a jogar na época os BFs mais recentes, estou começando agora. Principalmente porque o meu pc hoje (na data em que escrevo essa postagem, em 2022) é bem humilde. E por ser datado, tive vontade de comprar o BF3 para experimentar (afinal, curto muito esse jogo e gostaria de jogá-lo com outras pessoas). Caso você tenha interesse em adquirir o BatlleField 3, leia minha experiência sobre o jogo.

BATTLEFIELD 3 É ANTIGO, MAS POSSUI MUITOS JOGADORES ONLINE

Por mais que seja um jogo de 2011, ele ainda é bastante jogado. Com servidores brasileiros cheios! A minha emoção aqui foi tremenda, pois a jogabilidade do BF3 é bem realista, colocando o jogador no meio de uma guerra. Toda hora acontece alguma coisa e você está arriscando a sua vida a todo momento! O jogo permite que você receba pontos de experiência toda vez que termina uma partida, tais pontos permitem destravar novas armas para as classes de soldados que você esteja jogando.


Aqui vai uma diferença para quem tem a versão Standart (como eu) e as versões premium. Quem tem a versão mais básica, possuem a desvantagem de destravar os equipamentos jogando (o que pra mim não é problema), diferente da premium, que começa com um arsenal muito mais vasto e pequenas vantagens no multiplayer.


E para pessoas que estão iniciando no jogo, podem levar uma surra de jogadores mais experientes. (Como eu, que cheguei a morrer na faca de um sujeito). Mas não desanime, você não precisa obrigatoriamente matar o inimigo, conquistar uma área ou ajudar a derrubar um tanque inimigo (ou mesmo, fazer a tropa seguir você - já rendem pontos).


Além do famoso multiplayer (o principal motivo para a aquisição do jogo), temos também um modo Coop (que também destrava coisas) - na qual, você e alguns amigos podem jogar missões extras que foram feitas para se jogar em grupo.


OBS: você pode ser 'quitado' do online, saiba como resolver neste artigo: Resolvendo 'error loading pbag' de Battlefield 3

JOGABILIDADE

A jogabilidade do BF é similar a jogos do gênero. Aqui você pode correr/abaixar/deitar, usar diferentes veículos como tanques, helicópteros, aviões, carros... e usar uma arma primária, uma secundária e equipamentos da classe escolhida (como um RPG, ou kit médico, etc.) Caso você leve dano, basta se esconder que você logo se recupera (o que é útil, pois você enfrenta a morte a todo momento). 


Toda vez que você morre, deve escolher algum lugar que a sua tropa tem domínio e renascer lá. Leva alguns segundos para que você tenha autorização de surgir em tal local. Você pode começar também de sua base (o único local disponível caso sua tropa não tenha domínios).


Outra coisa que me agradou, foi o fato da estrutura ser destrutível. Quase tudo no BF desmorona, o que deixa o campo de batalha realmente como um campo da morte. Por isso, posso afirmar sem dúvida, que é um dos melhores jogos de guerra que já joguei.

A CAMPANHA

E na campanha que você destrava as fases para se jogar cooperativo. O jogo nos recompensa com uma campanha bem divertida e eletrizante com várias reviravoltas. O suficiente para você entender o clima do jogo e as situações que o mesmo oferece. Infelizmente, a versão original do game não aceita as traduções que procurei na internet (se você tem a versão da Origin que aceita a tradução, nos avise que colocaremos a disposição no site).


Não importa o modo de jogo que você escolha, toda vez que abrir o jogo, o mesmo abrirá um site com sua conta com todos os seus dados no game. É lá que você escolhe o que quer jogar (campanha, multiplayer, coop...) e após isso, o BF irá carregar para você. 


COMPRE BF3

Para jogar BF você precisará uma conta na Origin, que é a plataforma da EA. 


O jogo standart está a R$59,00 - mas pode estar mais barato em promoções.


Compre pelo link abaixo:


https://www.origin.com/bra/pt-br/store/battlefield/battlefield-3

domingo, 12 de junho de 2022

Análise de To The Moon, um RPG bem melancólico...

junho 12, 2022
To The Moon é um jogo de RPG produzido em 2011, no programa RPG Maker XP, pela desenvolvedora Freebird Games. O jogo foi lançado para PC e diversas plataformas de videogames no mercado. Diferente de alguns RPGs tradicionais, onde você precisa coletar itens, armas e armaduras e matar monstros para acumular mais experiência para ficar mais poderoso, aqui tudo é baseado em pura exploração.

A história do jogo é melancólica, onde no papel de dois cientistas, o jogador entra na mente de um velho com poucos dias de vida para realizar o desejo dele de ir para Lua. No entanto, apesar de usar uma máquina capaz de criar realidade virtual ou mesmo acessar memórias antigas, você precisa de condições para realizar certos desejos. Como o último desejo do velho era ir para Lua, era necessário viajar na mente dele para então descobrir o real motivo de querer ir para Lua. A partir daí, a dupla de cientistas que você controla durante sua jornada, passarão por diversas partes da vida desse senhor, para então descobrir coisas mais profundas. Existe uma espécie de linha do tempo, onde você começará a buscar memórias de sua vida atual, passando pela juventude e até infância.


O jogo também conta com alguns puzzles bem legais. O jogo, apesar de ser produzido no RPG Maker XP, é recheado de scripts (código Ruby), que lhe permitem mudar um pouco a jogabilidade do jogo. Aqui, você pode usar os direcionais do teclado e também o mouse para poder fazer o personagem andar. Além disso, usando o mouse também é possível clicar em alguns pontos. Demorei cerca de 4h aproximadamente para jogar o game.

Ele é ruim?! Não! Sua trilha sonora e seu visual são bem caprichados. Aliás, as sprites e tilesets lembram um pouco o clássico Chrono Trigger. Volto a citar por aqui: neste jogo é PURA EXPLORAÇÃO. Não há quests, monstros ou algo do tipo para que você avance de nível e fique mais poderoso. É como se fosse uma novela. Para falar em monstros, acho que só há um ÚNICO combate no jogo, no comecinho dele. No entanto, esse jogo não foi feito com essa mecânica.

Para finalizar, temos uma história triste. Não vou revelar os motivos aqui e nem dar spoiler. Como produto final, se você está disposto a jogar um jogo diferente, To The Moon segue como opção. Se você gosta de "RPGs padrão", nesse caso não recomendo. To The Moon está na Steam por R$16,99. Aqui no blog já mostramos como traduzir para o português.

To The Moon (R$16,99)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

O interessante, bom e desafiador Cave Story +

janeiro 28, 2022

Quando era jovem, um dos meus primeiros PCs a gente recebeu da minha tia (que ia de mudança) e algum tempo depois de uma amiga nossa da igreja. Nossos primeiros computadores eram um Pentium 75 e semelhantes. Como computador antigo, obviamente ele não rodaria jogos mais complexos. Para ter uma noção, na época que eu tinha esse PC o computador mal conseguiu rodar uma versão demo de Quake 2.

Apenas alguns jogos conseguiam rodar no computador. Cave Story era um deles. Na metade dos anos 90 (e nos anos 2000) era muito comum revistas de informática trazerem jogos e programas de computador (foi assim que, por exemplo, conhecemos o RPGMaker 2000), já que não havia uma internet tão acessível quando temos hoje. Acho que foi uma dessas revistas que conhecemos Cave Story, em uma versão demo, que rodava no nosso computador.

O quê é Cave Story?!

Cave Story foi lançado em 2004 por um japonês chamado Daisuke Amaya. Diz a lenda que ele trabalhou esse jogo no seu tempo livre, o que demorou cinco anos para ser feito. Cave Story é um jogo estilo metroidvania, onde você consegue poderes e habilidades que poderão permitir acessar novas áreas de um jogo com mundo aberto.

O criador de Cave Story nos anos 2000

O jogo fez tanto sucesso que acabou mais do que um hobby de Daisuke: ele foi portado para diversos videogames da época, além de uma versão comercial para PC. No entanto, o jogo recebeu uma atualização em 2011 (essa que temos a mão) e acabou sendo vendido para as plataformas Steam, Epic e GOG (os links para compra do jogo estão no fim da matéria!). Fico admirado como um cara SOZINHO conseguiu criar um jogo tão único e bonito como este. Continue lendo minha análise.

A mecânica única de Cave Story

Como um metroidvania, o jogo não tem fases! Você está em um mundo aberto (uma ilha) e deve acessar novos lugares a cada coisa que vai fazendo no jogo, como adquirindo chaves e itens especiais que acrescentam novas habilidades. Você tem um arsenal bem generoso de armas e outros itens que lhe ajudarão a passar mais facilmente as partes do game.



Algo genial que vejo aqui é que você ganha pontos de experiência (como num RPG) com os monstros derrotados. No entanto, quem avança de nível são suas ARMAS! Cada arma tem cerca de 3 níveis. Quando você recebe dano, você perde XP da arma que está usando. Isso eu achei totalmente genial. Armas com mais níveis ficam mais poderosas, e existe uma ligeira mudança nos tiros a cada nível da arma conquistado.

Uma coisa que achei chata no jogo é o excesso de diálogos, principalmente contra chefes. Isso chega a ser um pouco desanimador, mas não é um problema tão grande. E por falar em chefes: esse jogo tem MUITOS chefes! Existe em especial um tal de um robô chamado Balrog (parece uma TV gigante) que você vai enfrentar algumas vezes.


O jogo, no entanto, não é muito grande. Demorei cerca de 9,1 horas para zerá-lo pela primeira vez. Ele é um pouco desafiador, especialmente no último chefe. Cave Story+ está na Steam, na GOG e também na Epic Games. Confira os links abaixo. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.


Cave Story + na Steam (R$27,99)

Cave Story + na GOG (R$27,99)

Cave Story + na Epic (R$28,99)

domingo, 8 de agosto de 2021

Como Dragon Age 2 superou o primeiro game em interação

agosto 08, 2021

Antes de iniciar minha análise de Dragon Age 2 aqui no blog, quero primeiro ressaltar seus pontos ruins e que precisam ser avisados com antecedência para que a pessoa que for comprar o jogo na Steam, não possa ter nenhuma surpresa. 


A primeira sem dúvida, é a falta de uma tradução em português para o jogo. Mesmo que na página da loja  da Steam esteja dito que está em o game está em nosso idioma, não encontrei nenhuma opção para muda-la e- tive que baixar uma tradução para poder jogar.


Caso queira baixar a tradução, clique nessa postagem que fizemos a respeito.


O segundo ponto (e que é o mais irritante do que a falta de uma opção em português) seria a obrigatoriedade de criarmos uma conta na Origin, que seria uma espécie de "Steam da EA games". Sem uma conta Origin, você não joga Dragon Age 2 na Steam! A grande sacanagem, é que você precisa criar uma conta lá, e ao instalar o jogo, você É OBRIGADO A INSTALAR O ORIGIN, que vai ficar sempre desabilitado no computador, mas... toda vez que você entrar no game, ele irá abrir para reconhecer que é você que está jogando.

É certo que ao criar a sua conta e vincula-la na Origin, toda vez que abrir o Dragon Age 2 - você não terá nenhum outro problema. O jogo abrirá como sempre e você irá se divertir! Mas... tenho que adverti-lo que esse tipo de coisa costuma ser injusto quando no caso, você estiver sem internet. Sem conexão na rede, o jogo não abre (afinal, você precisa se conectar a Origin para jogar) - o que de cara, já torna Dragon Age Origin como um jogo melhor, afinal, você pode jogá-lo até mesmo quando não tiver internet.


Mas... defendendo o uso do Origin, você poderá jogá-lo pelo aplicativo deles. Cujo em sua conta mostrará o jogo com o ícone da Steam. Sendo que no aplicativo da Valve, o game não possui nuvem - mas ao ter que formatar o meu computador (quando foi levado para a assistência técnica) descobri que meu jogo salvo permaneceu intacto. Então, não chega a ser algo tão ruim! (já que a Origin oferece serviço de nuvem)


Após alguns avisos, do que se trata Dragon Age 2?


Como fã da série e encantado após zerar o primeiro jogo, comprei na Steam essa continuação. A primeira grande surpresa (além das que já mencionei) é que aqui você não escolhe um histórico, e sim, tem um personagem fixo (como The Witcher, por exemplo). Isso acontece para que o jogador tenha mais escolhas durante a aventura, que diferente do primeiro game - abriu muito mais possibilidades. A grande vantagem de Dragon Age 2 sob o primeiro é justamente as interações sociais dos personagens e como são muitos, você pode conhecê-los melhor na medida em que sua amizade aumenta. OBS: após passar o prólogo, você poderá editar o seu personagem assim como Dragon Age Origin!


Esqueça o "medidor de confiança" do game anterior. Agora, suas decisões não removem ou atrapalham suas interações com membros do grupo (cujo pode até de deixar, mas é por alguma coisa da própria história ou por decisões que levaram a sua saída). Não existe mais a possibilidade de você perder um membro de um grupo por que fez algo que ele foi contra. Em seu lugar, foi posto um sistema de amizade e rivalidade. Quando seu personagem faz algo que o seu companheiro concorda, você ganha pontos (da mesma forma que acontecia quando você presenteava alguém). Quando mais pontos ele ganha, mais amigo se torna do personagem e quando mais coisas que você faz que o desagrada, mais ele se torna seu rival (e na árvore de habilidades deles, existe uma que adiciona vantagens ao companheiro diferentes para o mesmo, se for amigo ou rival).

Enquanto você precisava ser muito amigo de um personagem para que o mesmo te concedesse uma missão. Aqui, as amizades vão gerando várias e daí podem vir os romances! Como cada personagem do grupo tem sua própria casa, você as vezes terá que visitá-los para conversar sobre uma missão ou o que aconteceu na última aventura. O que pra mim, se tornou um sistema muito superior o que tinha visto em Dragon Age Origin.


Algo muito legal neste game é que você usa o arquivo de seu antigo personagem (aquele que terminou o Dragon Age Origin, se houver) tornando o mundo muito mais dinâmico - mas quem pensa que você irá reencontrar personagens como Morrigan, por exemplo, pode ir tirando o cavalo da chuva. Este jogo não é focado nos flagelos e/ou cria das trevas como imaginamos, e sim, numa tensão política na cidade de Kirkwall. Assim, conhecemos outros personagens e criamos uma história através de decisões que nos fazem querer entender melhor um personagem ou outro e assim, brincar no pc de "RPG de mesa" como o primeiro jogo.


Na medida que você vai ganhando confiança de seus companheiros de grupo, podem surgir situações que levam a novas missões só para aquele companheiro e esse é o forte desse jogo - conhecer os seus colegas de grupo. As opções para suas decisões são bem mais elaboradas que o Origin, contando com o detalhe de aparecer opções extras para um personagem do grupo em específico (se ele estiver na equipe), tipo perguntando: "fulano, qual é a sua opinião?". De quebra, o que acontece no Dragon Age Origin, também ocorre aqui - os personagens conversam sozinhos e tudo mais. Há muita coisa para você fazer, e isso me deixou bastante animado.

Porém, para ter toda essa interação - a parte de RPG de mesa (digo, o "sistema de regras") teve que ser sacrificado. Nada de aprender a criar poções, armadilhas ou evoluir o personagem para ter tal habilidade. Nada de ir nas lojas para comprar componentes químicos para criar novos itens! Aqui você sempre recebe os itens que precisa e não se preocupa com "detalhes mais complicados de jogos de RPG". Até mesmo o combate está simplificado, ficando rápido e retirando coisas como fogo amigo e colocando opções de uso de poções com apenas um clique.


O que eu senti falta no Dragon Age 2 foram as masmorras. Aqui sempre temos que ir para um canto e outro, e muitas vezes, teremos que passar pelos mesmos mapas! Tudo foi feito para ter um combate rápido e simplificado, forçando o jogador a interagir com outros personagens e criar sua história e não ganhando pontos de experiência ao explorar masmorras. Tal simplificação é vista na própria equipe! Apenas o jogador que poderá usar armaduras, luvas e botas (os demais tem trajes fixos) - sobrando aos demais armas, anéis mágicos e amuletos.

Temos os antigos personagens Bodah e Sandall (aquele que fala "encantamento") cujo nos apresenta um modo simples de implantar runas. Então, enquanto Dragon Age Origin era um "mini RPG de mesa" para pc, Dragon Age 2 é mais um jogo de PC com elementos de RPG. O que não é de todo ruim, afinal, curti demais esse jogo cujo nos envolve pela história que está sendo contada - mesmo que algumas missões sejam mais "vá para aquele lugar e fale com fulano de tal". Não temos personagens como do primeiro jogo, mas cada um tem sua própria história (cujo não vou contar aqui porque estragaria a sua surpresa) mas, quem sofreu para ter romances em Origin, sabe que aqui é muito mais fácil - eu mesmo, dormi com duas mulheres do grupo no mesmo dia e nem esperava. A primeira não quis namorar com meu personagem, então acabei tendo relacionamento sério com a segunda - que veio morar na minha casa...


Por mais que seja diferente do primeiro jogo, Dragon Age 2 leva as mesmas magias e itens - levando os jogadores a conhecerem melhor o mundo de templários e magos cujo não pode ser elaborado no primeiro game. Temos inclusive, mais detalhes sobre os Qunari, magos de sangue, elfos, etc. Então, como fã de Dragon Age, recomendo demais. Vale muito a pena e você passará horas e mais horas tentando desvendar os segredos de seus companheiros e criando uma história ao se tornar o campeão de Kirkwall - lembrando que se você pretende jogar Dragon Age Inquisition , este jogo é o seu prólogo.


Compre agora na Steam (R$59,00)


https://store.steampowered.com/app/1238040/Dragon_Age_II/


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quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Limbo: um dos jogos mais relaxantes que já joguei na minha vida

novembro 19, 2020


Gente, mas que jogo foi esse?!

Apesar de curto (demorei cerca de pouco mais de 5h de jogo para finalizá-lo) só tenho experiências positivas em minha experiência com ele. Limbo é um jogo de plataforma, lançado em 2011 pela empresa Playdead. O jogo tem um ambiente sombrio (como Hollow Knight), mas com forma de jogar e controles muito mais simples.

Em Limbo, temos um garotinho passando por um ambiente de trevas, onde devemos usar a mente para resolver diversos puzzles no jogo. Você vai carregar caixas, ligar/desligar interruptores, mexer com a gravidade, arrancar partes de insetos, carregar armadilhas de um lado para outro, etc... O jogo tem uma física muito interessante, o que chama a atenção. Você só usa os direcionais do teclado e o botão CTRL, para puxar/empurrar/carregar coisas.

Outro fato que chamou bastante atenção é que este jogo é MUITO relaxante. Em ambiente sombrio, você só precisa encontrar soluções para passar para o próximo nível. O jogo não tem ação, mas em alguns casos você precisa realmente ser bem ágil. Mesmo assim, usando elementos do game, aliados a trilha sonora e efeitos do jogo, me fizeram relaxar bastante. Não sou médico, mas sei lá, achei bem relaxante e recomendaria esse jogo para quem quiser relaxar...

Uma das PIORES (se não pior) parte do jogo... 

Talvez o único defeito do jogo são alguns puzzles que a gente precisa rachar a cabeça para entender (ou então olhar o detonado na internet) como bem ele é um jogo curto (demorei cerca de 5h para zerá-lo).  De acordo com as poucas informações históricas sobre ele, a história se baseia no garotinho (Personagem da série) indo atrás da sua irmã. Quando zerar o jogo, você até encontra ela!

Limbo está na Steam por R$16,99

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

O divertido e simples Crazy Taxi

outubro 22, 2020


Crazy Taxi foi originalmente um jogo para o console Dreamcast, publicado pela Sega em 2000. O jogo deu origem a franquia de próprio nome, que conta com outros jogos publicados, para diversas plataformas. Ele também é um jogo eletrônico de corrida que foi, posteriormente, adaptado para a plataforma Steam, com a qual faço essa resenha.

Sei de uma coisa: Crazy Taxi já era um dos jogos mais conhecidos no antigo Dreamcast, e foi por isso que peguei para a minha biblioteca Steam. Como muitos jogos da Sega, Crazy Taxi é simples: existe apenas uma pista para pilotar. Na verdade, é uma  CIDADE INTEIRA, onde você precisa pegar os passageiros, de modo a levarem a outros lugares do mapa. O jogo é tão simples que nem tem marcador de velocidade ou marcha do carro. O estilo de jogo lembra bastante o clássico Midnight Club 2, onde você precisa decorar as rotas da cidade para poder pegar atalhos e chegar mais rápido no destino.



Crazy Taxi funciona praticamente assim: você precisa pegar clientes (que estão em diversos lugares do mapa) e levá-los ao seu destino. Cada viagem lhe rende uma grana (no modo arcade, dependendo do tempo da viagem, o jogador é recompensado com + tempo também). O jogo termina quando o tempo acaba. Existem modos do arcade clássico, onde você começa com um determinado valor em tempo, e a medida que suas viagens vão sendo rápidas, o contador aumenta; ou então um modo que o sistema já determinou o tempo, como 5 ou 10 minutos.

Você precisa fazer mais de 5 milhões zerar o game. Aqui o final...

A medida que você vai fazendo as viagens, você vai ganhando pontos ($$$). Esses pontos lhe dão um rank, que pode ser D, C, B, A ou Crazy. Para zerar o jogo, você precisa alcançar a pontuação "S", que é atingida com um placar de 5 milhões de pontos. O jogo se resume apenas a isso. Não existem campanhas, não existem outras fases, nada. É como os jogos antigos: quem faz mais pontos! Além das viagens, você pode aumentar sua pontuação fazendo manobras arriscadas, que seriam um tipo de gorjeta que os clientes te pagam por isso. Doidera!

Acho que a minha única reclamação no jogo (além dele não ter outras fases, além de um modo de desafios) é a falta de um mini-mapa no jogo, que ajudaria bastante. Tipo, existe (como no Midnight Club) uma seta que te guia no caminho, mas ela não é 100% precisa: em muitas vezes você vai perder o jogo justamente por que a seta apontou para um lado, mas que era o lado errado. Aconteceu isso diversas vezes comigo. Esse problema poderia ser resolvido com um mini-mapa, onde poderíamos ver a rota.

Apesar de ser "curto", Crazy Taxi é bastante divertido. Demorei mais de 7h para chegar no final (com ajustes, deixo bem claro aqui). 

Crazy Taxi (Steam) (R$15,99)

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Drakesang Online, gratuito, leve e divertido ao estilo diablo

agosto 06, 2020

Meu contato com a série foi a alguns anos atrás, quando passei horas e mais horas na frente do computador matando monstros e colhendo tesouros. A jogabilidade estilo diablo (ou Torchlight em relação ao inventário) encheu os meus olhos e me proporcionou muitas aventuras. Após estar parado a tanto tempo, resolvi ver se o jogo ainda estava na rede - o que me fez criar esta postagem.


Então, se você deseja jogar um MMO com amigos e de forma gratuita, creio que Drakesang pode ser do seu interesse. Inicialmente, ele começou como um RPG de navegador, mas hoje ele exige um placa de vídeo bem fraca para rodá-lo e o donwload do jogo. Como ele está em português, você pode desfrutar de todas as quests sem se enrolar e os servidores americanos não oferecem leg nem mesmo com uma internet da idade da pedra. Me lembro uma vez que conheci um amigo no jogo que morava na Florida que tinha a mesma idade do meu pai (60 anos na época)... bons tempos.

As missões são feita e forma que você saiba o que está acontecendo no mundo e há bem mais sentido do que em jogos como Ragnarok Online (cujo você faz quests apenas por xp e não influencia em nada no mundo). Mas não pensa que armar seu personagem e participar dos eventos para ficar mais poderoso são o suficiente, aqui existe modos de PVP que inclui VS por time e o conhecido Capture a Bandeira (cujo passei horas jogando tais partidas do que encarando os monstros e missões), tornando competitivo. Mas é lógico que você poderá gastar seu dinheiro real para ganhar melhorias ou aumentar o limite de seu inventário.


Explore florestas, cavernas e ruínas. O legal é que quando você entra numa masmorra, ela só vai abrir para você. Caso queira explora-la com algum amigo, você terá que chamar alguém pro seu grupo e para aí sim, se aventurarem. O jogo não é pesado e não vai passar de 2Gb de espaço! No programa do mesmo, há um limite mínimo a ser baixado para rodar, enquanto o restante vai baixando enquanto você joga. Mesmo por ser originalmente um jogo para navegador, há opções para piorar os gráficos para que rode melhor em seu computador. 


Então, o que está esperando? 


Faça a sua conta e jogue em:


https://www.drakensang.com/pt


Ele também tem uma versão na Steam, veja a suas diferenças clicando nessa postagem Drakesang Online na Steam, qual suas diferenças para a versão original? - Rei dos Games!


No jogo, você pode optar por quatro classes que possuem habilidades únicas. Além disso, você pode customizar a aparência do seu herói e sua cor de pele. Não chega a ter muitas opções, mas já é alguma coisa! Como o jogo evoluiu e ganhou várias melhorias, você já pode começar na frente gastando um dinheiro em pacotes que oferecem equipamentos de boa qualidade. Já lembrando Torchligth, você pode colocar uma skill para ser usada clicando com o botão direito do mouse!

Só que o universo de Drakesang vai muito além dos jogos online. Na verdade, o jogo desta postagem veio de um famoso RPG de mesa Alemão que é chamado The Dark Eye, criado por Ulrick Kiesow e lançado em 1984. O fato interessante é que é o RPG de mesa mais jogado do país, superando até mesmo o Dungeons & Dragons! Ao pesquisar melhor sobre o assunto, vi em alguns sites na internet que o jogo seria como o maior cenário construído no mercado europeu, o que explica tais livros, jogos de videogame, etc. (Se um dia chegar no Brasil, eu compraria para experimentar) - mas acho bastante difícil, uma vez que demorou muito para um cenário que tem mais de 30 anos chegar ao maior mercado de rpg do mundo.

Leia a postagem neste que encontrei a respeito e baixe a versão gratuita do jogo para o nosso idioma! 

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Bastion conquista o jogador do início ao fim

agosto 05, 2020

Posso dizer que sua direção de arte está entre a das mais bonitas que já vi em jogo de videogame. Mas não é apenas isso, porque o jogo apresenta uma jogabilidade única, na qual, o jogador passará por uma espécie de masmorra que vai surgindo na sua frente. Não existe cavernas, ruínas ou templos aqui - o nosso herói tem uma aventura nas nuvens, com o chão surgindo na medida em que ele vai avançando e caso caia lá de cima, o jogo o faz cair novamente na fase (perdendo um pouco de sua vida, é claro).


Conheci Bastion pela primeira vez ao procurar algum jogo na Steam. Como acontece algumas vezes, baixo a versão demo dos jogos para ver se eles rodam de boa no meu computador e após me empolgar com uma proposta original, esperei ter grana para comprar o game. Só que o tempo passou e foi daí que conheci outra plataforma: a GOG - que é especializada em jogos antigos e que uso tanto como a Steam (tanto que temos várias análises de jogos de deles).

Mas Bastion foi especial porque foi minha primeira compra...

Me lembro que estava no Facebook e apareceu um anúncio da Gog, vendendo Bastion numa promoção por 6 Reais. Não tinha dinheiro na carteira, mas sabia que tinha isso no paypal e para a minha surpresa, a plataforma aceita esta forma de pagamento (sem exigir cartão de crédito). Por isso não perdi tempo e fui jogar. Mas, após comprar outros jogos e a rotina do dia a dia me fizeram deixar o jogo de lado. Tipo assim: "vou parar aqui e daqui a pouco eu volto a jogar" - o que levou 10 meses. Já tinha zerado e analisado aqui diversos jogos e nada do Bastion. Por isso que decidi que recomeçaria do zero e assim, traria uma análise do que achei do jogo (como a gente sempre faz).


A versão da Gog não possui conquistas, então se você gostaria de ter tal tipo de conteúdo - recomendo que compre a versão da Steam, ok? (ela custa apenas 1 real mais caro). Veja o trailer disponibilizado pela própria Gog.


O jogo conta a história de uma terra que foi devastada, mas não é dito sobre o que aconteceu de fato. Seu personagem é um menino que é chamado de Kid e tentará reconstruir uma fortaleza chamada Bastion para abrigar alguns sobreviventes. Na medida em que você vai passando pelos estágios, um outro personagem vai narrando a história. O jogo se parece muito com um RPG, com níveis de personagem e pontos de experiência, mas na real, é apenas um jogo de ação cujo os caminhos vão aparecendo e outros são encontrados se o jogador for espero e sacar se uma tal brecha seria capaz de fazer abrir uma passagem.


Ao matar monstros, você consegue fragmentos azuis cujo podem comprar melhorias para suas armas e técnicas secretas (cujo grande parte são exclusivas das próprias armas e dependem estar equipados com elas para usar) além de melhora-las na Forja, uma das casas de Bastion. Além dela, você pode acessar a destilaria para escolher bebidas que oferecem alguma habilidade passiva para o seu personagem, que vão aumentar o limite do uso do Tônico de Saúde (poção de cura), ou a habilidade de se curar enquanto agride, etc. As possibilidades permitem que você jogue do seu jeito!

Além de um arsenal com diversos tipos de armas de curta e a longa distância (com direito a carabinas, morteiros e lanças) você pode melhora-las gastando fragmentos que você pegou em suas missões. Matar monstros oferecem pontos de experiência que são uma barra roxa que após estar completa, aumenta a vida do personagem e lhe permite inserir mais uma bebida da Destilaria. O nível máximo permitido é 10! Caso você queira um bônus de dinheiro e experiência, pode acessar o templo e ligar um símbolo de um deus antigo que vai oferecer uma dificuldade a mais no jogo em troca de aumentar seu xp... tornando o jogo mais difícil, mas te beneficiando.


Como o jogo possui muitas armas, existem estágios específicos que são considerados estágios de provas. Que são uma prova de técnica de própria arma, que oferece um desafio para o jogador vencer tal proposta em um tempo específico ou fazer tantos pontos. A primeira vez que você faz, ganha o terceiro prêmio automaticamente, e você pode fazer quantas vezes puder. A dica é que você melhore a tal arma na Forja que o desafio ficará muito mais fácil!

O jogo conta com fases que vão surgindo na medida que você avança em seu progresso. No começo, você decide aonde irá colocar as lojas no Bastion (Destilaria, Forja, Arsenal, etc.) Após passar por alguns desafios, o jogo vai criar uma fase especial para você enfrentar uma horda de inimigos - são 20 Ondas a serem enfrentadas de uma vez e caso você vença, você ganha os fragmentos para usar do jeito que você bem entender. Por isso que é mais uma pedida em usar os deuses do templo para aumentar as chances de ganhar bônus (mesmo que a dificuldade fique muito alta).


Novos inimigos e ambientes surgirão na campanha e haverá um certo ponto em que o jogador deverá escolher seu destino, uma vez que este jogo tem mais de um final. Não vou ficar falando muito a respeito disso, porque eu quero que você veja por si mesmo! A tela de créditos de jogo me surpreendeu, principalmente pela música (que há gente cantando, o que é raro de ser ver num jogo de videogame). Como se não fosse o bastante, após zerar o game você pode recomeça-lo numa espécie de New Game+ e também há um modo hardcore.

Não vou falar muito sobre os monstros, mas vários deles tem habilidades interessantes. Por isso, use bem o seu escudo - que é um equipamento em que o Kid usa todo momento. O jogo colocou o botão padrão dele em Shfit - o que eu recomendo a trocar. Uma vez que se você aperta rápido cinco vezes, o seu windows vai te enviar uma mensagem perguntando se desejo ativar teclas de aderência. Por isso, meu amigo, troque já no início do jogo.


Tanto a versão da Steam como da Gog, ele aparece em inglês. Mas há uma tradução feita pelo pessoal da Tribo Gamer que funcionou de boa. Ela está presente em 95% do jogo (apenas não traduzindo falas quando você upa uma arma). E por falar nelas, as armas precisam de itens especiais que você ganha fazendo as fases de provas, comprando na loja (Achados e Perdidos) ou encontrando em algumas fases. Você não é obrigado a usá-las, já que o jogo permite que você jogue do jeito que você quiser, mas haverá momentos em que isso será inevitável.

O jogo para mim parecia ser curto (achava que seria mais ou menos o mesmo tempo do Shadowgrounds), mas até que me surpreendi. Vale a pena conhecer e é um jogo com uma temática única e com uma direção de arte sem igual. Eu comprei e estou bastante satisfeito! Se estiver interessado, vou deixar o link da Steam e da Gog para você comprar o seu:

Comprar Bastion na Steam (R$28,99)

Comprar Bastion na Gog (R$27,99)

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Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


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