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sábado, 4 de maio de 2024

Gauntlet Slayer Edition lhe trás uma experiência promissora (análise)

maio 04, 2024

Nunca tinha experimentado outro jogo da franquia até então, apesar de ser bem famosa. Aí, outro dia fuçando jogos na Gog, aproveitei de uma promoção e vendo do que se tratava o jogo, comprei uma cópia e uma adicional para meu irmão. Basicamente, o jogo consiste em cada jogador (no máximo 4) assumir o papel de um herói e explorar uma masmorra cheia de monstros, tesouros e armadilhas (pessoas que amam D&D, vão adorar).


Se você adora a série ou mesmo quer uma experiência em um jogo Dungeon Crawler com amigos, Gauntlet Slayer Edition é o jogo para você. Com gráficos bonitos e dublagem em português do Brasil, você poderá explorar masmorras utilizando um herói como já dito, que pode ser até quatro jogadores no mesmo pc (que não será em tela dividida) ou online - caso os seus amigos tenham o jogo na mesma plataforma. Se o seu desejo é jogar online, compre o jogo na mesma loja que a dos seus amigos que tenham o game. 

Cada herói possui habilidades e vantagens próprias. O guerreiro suporta mais dano; o elfo é mais rápido, mas pode atacar mais rápido e a longa distância, etc. Além disso, o jogador com o ouro coletado, pode comprar "skins" para o seu herói ou outras habilidades, ou até mesmo, evoluir uma skill já adquirida. Por ser um dungeon crawler, espere por hordas de monstros com diferentes habilidades para aniquilar os jogadores. 


Na medida em que os mobs são eliminados, uma barra de "moeda de vida" é aumentada, se completa, ela oferece uma moeda que permite a um jogador morto, ser ressuscitado. E esta é a grande sacada do Gauntlet, você luta muita das vezes, para ganhar vidas extras - já que é praticamente impossível, alguém passar dos estádios sem perder uma vida pelo menos.


Os heróis coletam ouro e comida, que restaura sua vida. O engraçado é que você pode destruir sua comida através de um ataque ou habilidade. Acho que o único lado ruim do jogo, seja a câmera. Já que todos dividem a mesma visão e por conta disso, se um jogador se afastar muito do outro, o mesmo não poderá ter acesso a um certo local, já que a visão é geral e é gerada pelo posicionamento dos jogadores - isso inclui nas partidas online, assim, pode gerar alguns problemas, como você confundir onde está o seu herói naquele mar de gente, tendo que se concentrar muito para saber quem é você além disso tudo.


Mesmo assim, o jogo é divertidíssimo. Principalmente ao jogar com amigos, já que ele foi feito pensando no cooperativo. Ao pesquisar sobre as versões mais antigas do jogo, como uma versão do Nintendo 64 e até do Nintendinho, percebi que Gauntlet Slayer Edition segue o mesmo padrão da franquia, cuja campanha é desafiadora, mas contém um modo de masmorra infinita, que as masmorras são geradas aleatoriamente - caso, você e seus camaradas desejem um jogo sem fim.


Compre agora na Gog através do link abaixo (R$37,00):

https://www.gog.com/en/game/gauntlet_slayer_edition

domingo, 24 de dezembro de 2023

Como Dying Light se tornou um dos jogos mais incríveis que joguei com amigos no ano

dezembro 24, 2023

Estou realmente empolgado com a qualidade da história.


Uma cidade dominada por zumbis (com um clima bem diferente de Left for Dead - voltado para a exploração), fizeram de Dying Light um dos jogos mais incríveis que tive a oportunidade de jogar com amigos. Aqui o jogador tem uma cidade inteira para explorar, usando habilidades de parkour para subir prédios ou dar saltos extravagantes para fugir dos mortos-vivos.


O jogo apresenta elementos de RPG, na qual, depende do estilo do jogador. Se o personagem agredir mais os mortos vivos com ataques corpo a corpo, ele ganha pontos em força, por exemplo. Além disso, os jogadores podem explorar entrando nas casas e abrindo geladeiras, revirando as lixeiras e tentando abrir porta-malas de veículos usando gazua em busca de valiosos itens. Diferente dos outros jogos do ramo, onde você só precisa lutar para sobreviver com risco zero de ser infectado. Aqui você já está amaldiçoado - tendo que usufruir de um remédio chamado Antizina para não virar zumbi por completo.

Esta responsabilidade somada a obrigação de sobreviver além do real motivo do seu personagem está onde está, o tornaram na minha opinião, como um dos jogos mais surpreendentes que fechei. Senti que estava participando de um filme ao mesmo tempo que jogava, pois, apesar da história envolver um único personagem, todos os jogadores controlam um avatar dele. Para dois o mais do mesmo protagonista com a mesma aparência, o jogador pode escolher um traje diferente, e são vários tipos. Assim, podemos encontrar até quatro "protagonistas" vestidos com seu próprio estilo.


O jogo nos permite "craftar" novos equipamentos a partir dos itens que encontramos. Também há um sistema de durabilidade das armas, que se não forem concertadas a tempo, perde seu uso. O que é de uma importância ir atrás de qualquer coisa que possa ajudá-lo, já que mesmo os zumbis serem lentos, há mais risco do que aparenta. Principalmente a noite, onde temos criaturas tão perigosas, que eu reclamei delas várias vezes quando jogava. De quebra, entendo que os mesmos são poderosos e que nosso personagem é apenas um humano.


E as armas de fogo? Estão lá. Mas por boa parte do jogo, você deverá se virar com facas, bastões, foices ou mesmo com os seus pés. Cujo podemos agredi-los com chutes e pisões (e até com voadoras, se você comprar essa habilidade ao avançar um nível de Força). Mas tenha consciência de que os sobreviventes também colocaram armadilhas por toda a cidade e na falta de uma arma ou fôlego para atacá-los, use-as com maestria. Ao sobreviver, basta ir numa loja mais próxima para vender a tralha que você não quer e adquirir novos equipamentos e itens.

Por se tratar da história contada por um herói na visão de dois ou mais jogadores, toda vez que a história inicia uma cena, todos assistirão a mesma coisa. E se um jogador encontrar o caminho para iniciar a cena, o jogo avisa aos demais para apertarem um botão e assim, teleportando todos para o mesmo local. O que nos fizeram fazer parte de uma série ou mesmo um filme, cujo assistíamos, comentávamos e ainda, fazíamos parte daquilo - que experiência dinâmica!


Você pode jogar sozinho se quiser também!


Só que a experiência em grupo o torna tudo especial. Cujo você pode fazer a partir de uma conexão Lan ou a partir de servidores da plataforma que você está jogando. No meu caso, meu irmão e um amigo jogaram comigo através da plataforma da Epic Games!


Recomendamos demais e com certeza, foi um dos melhores jogos que joguei em 2023!


Compre agora na Epic Games (R$75,00) através do link:

https://store.epicgames.com/pt-BR/p/dying-light

terça-feira, 22 de novembro de 2022

Análise de METAL SLUG XX

novembro 22, 2022

Aqui no blog já fizemos algumas análises de Metal Slug, o clássico jogo de tiro-plataforma da SNK. Seja como for, gostaria de falar um pouco sobre a versão XX do jogo. Originalmente ela foi lançada em 2010, mas recebeu um port para algumas plataformas, incluindo a Steam (PC, com a qual estou fazendo a análise).

Diferente de outras versões para PC, a impressão que tive é que Metal Slug XX parece mais uma emulação. O jogo as vezes tem travamentos, e também achei a tela bem pequena. Como os demais jogos da franquia, você deve atirar em tudo que estiver pelo caminho. Existem veículos e armas a serem coletados no jogo. Além dos tradicionais Personagens, aqui você pode jogar com Clark, Ralf e Leona, de The King of Fighters. Achei maneiro que, ao jogar com a Leona, ela atira brincos ao invés de bombas.



O jogo é um pouco mais difícil que outros jogos da franquia. Diferente de outros jogos, aqui você pode guardar as armas que consegue, trocando até mesmo quais delas usar. Quando você morre, você NÃO PERDE essas armas, a não ser se usar um continue. Existem outros modos de jogo, mas ele se baseia inteiramente numa campanha. O jogo não é ruim. Para quem é fã da série, você precisa ter o mesmo em sua coleção. Metal Slug XX está na Steam por R$37,99 mas pode ficar mais barato com promoções recorrentes. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

Metal Slug XX (na Steam, por R$37,99)

domingo, 7 de novembro de 2021

Análise de Goat of Duty (Steam)

novembro 07, 2021

Goat of Duty é um jogo online de tiro em terceira pessoa onde todos jogadores são cabras. É um jogo simples, onde você precisa matar outro jogador, ou conquistar uma área para ganhar pontos. É praticamente um jogo bem zueira, mas não pense que os seus desenvolvedores não foram caprichados na hora de desenvolver este produto.

Uma coisa boa é que SEMPRE TEM GENTE para brincar com o game, de várias partes do mundo. Embora meu ping bateu 200 nos servidores, meu gameplay não foi atrapalhado de nenhuma forma, como também não houve reclamações dos jogadores que estiveram comigo na sala. Goat of Duty parece muito com Quake 3 - Arena, onde você está numa sala para pegar armas e outros upgrades. Vitórias nos modos de batalha podem gerar pontos, que são o sistema rankeado do jogo.

Você pode personalizar sua cabra...

Sim, pode parecer estranho para um jogo de zueira, mas aqui também existe um sistema de rankeamento, que é baseado por pontos. Os pontos recebidos que você ganha no fim das partidas não farão comprar novas coisas, mas sim determinar o tipo de oponente que vai te pegar. Por conta disso, muito provavelmente você só vai jogar com pessoas do seu nível. Além disso, além de pontos, você também ganha customizáveis do seu personagem, e tem diversos sendo desbloqueados a medida que vai brincando no game.



Em Goat of Duty você usa os mesmos direcionais do teclado para se movimentar (A, S, D, W) e também usa o mouse para atirar, exatamente como nos jogos de tiro. Porém, como é um jogo de cabras, existem algumas mudanças no gameplay do jogo. Aqui se você apertar SHIFT, você irá correr para dar uma chifrada, que pode matar seu oponente. Essa "investida" também pode ser usada como dash no ar. Além disso, se apertar R (geralmente nestes jogos se recarregam as armas), você FINGE DE MORTO, que pode ser uma grande arma para pegar inimigos no camping!

Diferente do próprio Quake 3, em Goat of Duty sempre tem gente trocando tiro nas partidas. É um jogo simples e bem divertido por sinal. Mesmo com sistema de rankeamento, não acredito que esse é o tipo de jogo que vai te prender por muito tempo, sendo mais por zueira. Goat of Duty está custando R$41,99 mas pode diminuir de preço com diversas promoções na Steam. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos!

Goat of Duty (na Steam) R$41,99

sábado, 6 de novembro de 2021

O viciante e simples Yet Another Zombie Defense HD

novembro 06, 2021

Yet Another Zombie Defense HD é um jogo de tiro isométrico que pode ser jogado por até quatro pessoas em modo cooperativo. O jogo foi publicado pela Awesome Games Studio em Agosto de 2017 e custa bem baratinho na Steam, ficando ainda mais com as promoções recorrentes. O jogo é um feijão-com-arroz onde você só precisa derrotar todos os monstros que aparecem na tela, sendo a maioria zumbis, mas também aparecem vampiros, carniçais, entre outros.

De tema semelhante ao Left for Dead, aqui você precisa lutar pela sua própria sobrevivência. Há alguns modos de jogo, mas eles se assemelham muito. Monstros derrotados podem gerar dinheiro, que servem como investimentos para criação de armadilhas contra monstros, e também para comprar munição e armas novas. Você usa basicamente os comandos A, S, D, W do teclado para se mover, e o mouse para mirar nos monstros e atirar com cliques. Para trocar de armas, você precisa girar a rodinha do mouse para isso.

Modo online é muito legal...

Existe um bom arsenal de armas, como armas de choque, arma lazer, lança-míssil, espingarda, etc. Achei muito apelão a moto-serra. Também joguei algumas partidas online pela Steam, sem problemas algum. Sinceramente, se você quer um jogo apenas para se divertir,  Yet Another Zombie Defense HD pode ser seu jogo. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

Yet Another Zombie Defense HD na Steam (por R$8,39)

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

KINGDOM TWO CROWNS: administre seu reinado com um amigo

novembro 01, 2021

Aqui no blog eu já falei o quanto eu gosto da série Kingdom. Se nunca ouviu falar, leia nossa resenha sobre o primeiro jogo da série que está gratuito na Steam permanentemente. Mas resumindo seu incrível modo de jogo, podemos dizer que é uma espécie de Stronghold em 2D.


Demorei muito para poder trazer uma resenha desde jogo aqui no blog porque a série costuma ter games longos e eu precisava conhecê-lo ainda mais. Comprei o game há quatro meses atrás e só agora pude trazer uma resenha, baseado na experiência de mais de 30 horas de jogo e jogando com amigos. (Sim! Esta é a maior novidade deste jogo!). E por mais que a franquia seja fora da série, o lançamento de Two Crowns praticamente enterrou os jogos anteriores. (No sentido de jogabilidade!)


O game não há só melhorias em relação ao game anterior, mas sim, há muito conteúdo a se explorar. Se os jogos da série costumam ser sempre atrativos, criando mapas únicos para cada jogo (estilo Diablo) e oferecendo sempre uma experiência nova mesmo já conhecendo sua base, aqui os produtores foram além e nos trouxeram 3 campanhas para se jogar com um amigo e cada uma delas relacionada a um tema diferente.

O jogador pode gerar até três arquivos de save e tem a opção de jogar com um amigo (em tela dividida) ou sozinho (podendo habilitar e desabilitar a qualquer hora). Só recomendo que se for jogar com alguém, que usem controles, pois a configuração pelo teclado é uma porcaria para quem for o segundo jogador (e não dá para configurar - mas se alguém souber, comente aí explicando como fazer!). Além das campanhas já propostas, o jogo aparece com novas na qual, só podem ser jogada por dois jogadores. Os jogadores experientes em Kingdom vão amar!


A mecânica está muito mais fácil. Ao construir o barco, você não precisa esperar o mesmo ir até o final da ilha para depois zarpar (agora ele fica no meio e você tem a opção de levar parte da população ao seu gosto ao tocar um sino). Com um amigo, vocês podem explorar mapas muito maiores e decidirem como vão administrar seu reinado (é muito divertido e viciante). Lembro que um primo meu chegou aqui em casa e eu o convidei para jogar comigo - o mesmo nunca tinha ouvido falar e na ocasião, foi minha primeira vez que jogava com alguém. O resultado foram 4 horas de gameplay seguidas e interrompidas quando roubaram nossa coroa.

Quando se joga com dois monarcas, se roubarem a coroa de um - o jogo não termina. O Rei continua no campo e até pode colher moedas, mas sem a coroa, ninguém obedecerá suas ordens! (Isso aconteceu quando esse meu primo ficou sem a coroa). O legal é que ao chegar perto do monarca sem coroa, aquele que ainda tem o trono pode gastar algumas moedas e criar uma coroa nova. Como era de se esperar, temos mapas muito maiores que os jogos anteriores e uma novidade: uma nova moeda de troca. 


Essa moeda são diamantes que você pode pegar em baús especiais em algumas ilhas. Com ele, podemos destravar as coisas, como os eremitas! Diferente do game anterior, agora podemos voltar nas ilhas que passamos (que continuam de pé como se nada tivesse acontecido) simplesmente para gastar com esses diamantes as melhorias. Os upgrades de fazenda, de arco e de muros são todos destravados com essa nova moeda de troca. Para guarda-las, existe um baú especial que fica sempre ao lado da embarcação, na qual, para abrir o mesmo e pegar o seu diamante, são necessários uma moeda de ouro em troca. Um NPC estará ao lado do baú enquanto houver algo lá, assim, o jogador não ficará confuso.


Sobre as campanhas, temos ambientes totalmente diferentes. Além da campanha que já conhecemos (vou chama-la de "padrão"). Temos uma que nos leva ao japão feudal, com ninjas e rounins - onde é bastante diferente do que já estamos acostumados. A grande maioria das coisas já conhecemos, mas é um gameplay um pouco diferente apesar de usar a mesma base; a terceira campanha é voltada para mortos vivos, na qual, temos até montarias que mais parecem ter saído de um filme de terror. A grande novidade além do tema ser voltado para os mortos vivos, podemos trocar de monarca (na medida que o libertamos) e cada um tem habilidades novas. Ou seja, você pode usar as habilidades especiais da montaria e do monarca morto-vivo que você está controlando.

Assim, teremos dezenas de horas fáceis. Com bastante conteúdo e sendo um jogo que sempre estaremos nos divertindo, porque sempre teremos mapas novos criados a cada partida e ainda temos a opção de jogar com um amigo. OBS: a versão da Steam permite que você e um amigo que tenha o jogo, possam jogar online! Já a versão que eu comprei e escrevi essa resenha, não.


Você pode criar uma conta para jogar com a pessoa em outra plataforma (steam, ps4, etc.)mas essa função ainda não vou finalizada pelo o que eu vejo, já que mesmo vinculando sua conta, não existe nenhuma opção de procurar uma sala ou ser o host de uma partida. O que não tira o brilho deste game, já que comprei pela Gog e estou muito satisfeito com ele - mas aviso que se você tem desejo de jogar com um amigo distante pela internet, que compre a versão da Steam. Mas se você tem um amigo do seu lado, é muito melhor jogar com ele, e com esse game, já posso dizer que passei tardes e mais tardes brincando de ser monarca.

Compre o jogo na Gog agora mesmo pelo link abaixo (R$38,00)

https://www.gog.com/game/kingdom_two_crowns

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

TEM PC FRACO?! Então conheça GrandChase, um clássico que voltou para Steam

outubro 20, 2021


Antes da Steam aparecer (no começo da década de 2000-10), o mercado de games era mais voltado para jogos online. Nesta época ainda não haviam (pelo menos de conhecimento público) jogos comercializados em plataformas como Steam, GOG, etc. Então a maioria dos jogos offline que você encontrava na internet era fruto de pirataria. Trazendo uma redução nos preços para jogos de computador, as plataformas como Steam e outras diminuíram MUITO a pirataria de jogos na internet.




A maneira que as empresas estavam começando a apostar neste período eram os jogos em rede (como Counter Strike) e também, principalmente, jogos online. A pioneira no Brasil neste sentido foi a Levelup!, empresa que primeiro trouxe Ragnarok (meu primeiro jogo online que joguei na vida) e, a partir desse sucesso, trouxe outros títulos para a sua grade. Eles faziam de forma parecida com a Steam: você criava uma conta lá, e depois colocava créditos (CASH) nas plataformas dos jogos que você ia jogando. Alguns jogos, no entanto, precisavam de uma licença mensal. Seja como for, a Levelup! foi pioneira em trazer esse tipo de tecnologia ao nosso mercado.

Como eu conheci GrandChase...

Lembro-me que na lanhouse, por volta de 2007 ou 2006, conheci GrandChase pelo meu irmão Rodrigo "Yoshiro" Jeferson, que é também sócio neste blog aqui. Naquela época não tínhamos internet em casa e tínhamos que ir até a lanhouse pagar para jogar. Jogamos desde o GrandChase 1, lembro da grande mudança para o Season 2, etc, etc... Nossos amigos todos jogavam conosco! Bons tempos! Só sei que GrandChase se tornou o grande nome da Levelup! na época, mas que ele foi descontinuado devido a KOG (empresa coreana que é dona do jogo) querer investir suas fichas em um novo jogo, que não deu tanto sucesso como se esperava.


Eu já esperava escrever uma matéria sobre o saudoso GrandChase, até saber que ele foi lançado pela própria KOG na Steam. Existem algumas diferenças dessa versão do que para a que joguei ainda na época da Levelup: aqui você NÃO PRECISA gastar cash para comprar os Personagens, ou ao menos realizar missões para conseguir eles. No mais, ele traz tudo que o GrandChase original nos dá. Se você pretende jogar ele, um bom sinal é que ele CONTINUA sendo de graça, e é 200% em português, já que também conta com uma dublagem nacional, a mesma usada na época que eu jogava o game.

Embora não tenha muito experimentado o sistema de PVP nesta nova versão, o jogo tem MUITA coisa a se fazer, e aqui você também ganha CASH ao realizar missões e desbloquear personagens, que são totalmente de graça. Como é um jogo de 2003, ele roda em QUALQUER COMPUTADOR, com QUALQUER INTERNET. Vai por mim, é um jogo super leve.

Vou deixar aqui para vocês conhecerem ele na Steam.

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Análise de Among Us - vale a pena jogar?!

junho 21, 2021


Among Us ("Entre Nós") é um jogo indie de cooperação e sobrevivência, publicado pela empresa Innersloth em 2018. O jogo foi primeiramente lançado para celular, no dia 16 de Junho e, devido ao seu sucesso, foi lançado para a Steam no dia 16 de Novembro de 2018. Além disso, o jogo também foi portado para a plataforma da Epic Games, em 2020.

É um jogo simples, muito divertido se (principalmente) você estiver jogando com seus amigos. Jogamos aqui com cinco pessoas (meu irmão e nossos amigos) e nos divertimos por horas. As partidas de Among Us se resumem a isso: o sistema vai sortear um Impostor, sendo que os demais devem descobrir quem é o Impostor. Todos estão a bordo de uma nave espacial, e cada um tem suas tarefas a fazer. Enquanto isso, o Impostor pode acessar pequenos atalhos, e também pode matar outros jogadores (mas ele tem um tempo limite para usar esse poder depois de usá-lo uma vez). 


Quando um dos demais jogadores acham um corpo de outro jogador morto (pelo Impostor), é convocada uma reunião para descobrir quem é o Impostor. Quem morreu, não pode votar (e também não pode falar quem matou) mas pode visitar a nave como um fantasma. As tarefas da nave são bem simples, embora algumas seja desfazer o que o Impostor fez (o Impostor deve sabotar a nave para ganhar o jogo ou então matar quase todos os tripulantes da nave). O jogo é um jogo de pura malandragem, onde você precisa ser bem sutil nas suas ações.

Quando joguei pela primeira vez, foram muitas partidas que se transformaram em horas. É aquele jogo que você dá boas risadas, principalmente quando sabe quem é o Impostor (e não pode falar) e vêem que estão acusando alguém inocente, com a qual é banido da nave. 

Among Us está 100% em português e, como jogo online, você usa salas (públicas ou privadas) para chamar seus amigos para as partidas. Em caso de partidas só para amigos, existe um código criado pelo host da sala, que é uma espécie de senha para entrar na sua sala. O jogo é super leve, e cada jogador pode customizar o seu Personagem com várias opções. Acho que ele roda em qualquer PC.

Among Us está na Steam, Playstore e também na Epic Games.

Among Us (para celular) - GRÁTIS (com compras no jogo)

Among Us (Steam) - R$10,89

Among Us (Epic Games) - R$9,99

OBSERVAÇÃO: Sempre tem gente para jogar esse game, no entanto, ele fica MUITO MAIS DIVERTIDO quando você brinca ele com seus amigos ou conhecidos.

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Vale a pena a expansão de Resident Evil 5?

novembro 20, 2020

Se você está pensando em comprar a expansão do famoso jogo da Capcom e transformá-lo na versão Gold, pense melhor no que você quer. Se você é fã da franquia e gostaria de conteúdo adicional ao seu jogo, como mais modelos de roupas e mais conteúdo para jogos extras como mercenários, pode comprar com certeza, mas se você quer exclusivamente pelas campanhas (no caso, duas novas histórias) - terá que decidir.

 

A expansão de RE5 apresenta duas novas campanhas que complementam a história original. Acredito que sejam um prato cheio para aqueles que querem se divertir em modo cooperativo - pois não vejo muitos benefícios em jogá-lo de forma solo. Eu joguei as duas campanhas com meu irmão e vou falar um pouco das diferenças de cada uma sem apresentar spoilers, é claro!

As campanhas da expansão são apenas jogos curtos, que não há conteúdos para se continuar outro dia, ou seja, ou você vence tudo de uma vez, ou tenta jogar tudo na próxima vez do zero. Isso é ruim? Depende. Na primeira campanha (aquela que fala da história onde Chris e Jill invadem a mansão) deu para terminar de boa, mas a segunda, lá perto do final tivemos que deixar pra outro dia. A vantagem dessas missões extras, como já disse, apresentam outros pontos de vista da mesma história - o que pode ter sido inspiração para as tramas de Resident Evil 6, cujo também já analisamos no blog.

 

As campanhas podem ser zeradas em menos de duas horas, mas podem ser "estendidas pela dificuldade" escolhida. A primeira, apresentou um zumbi novo e bem mais perigoso, cujo todo o jogo abandonou as mecânicas de ação e pôs seu foco mais em terror - e foi louvável. Ao jogar novamente o querido RE 5, na cena em que Wesker fala sobre os eventos da mansão, tivemos muito mais profundidade dos fatos. Já a segunda campanha, na qual, Jill e Josh devem fugir "desesperadamente", nos apresenta a boa mecânica do jogo da franquia mais vendido até então. Há muita ação e tiroteio, chegando a ser bem difícil por causa da pouca munição e das armas iniciais dos personagens.

Também há um novo modo de jogo chamado Versus, que é uma espécie de modo Mercenário cooperativo que pode ser jogado contra outro jogador ou equipe, com a opção de enfrentar diretamente os oponentes em vez do zumbi, de modo similar ao Tomb Raider 2013, cujo também já falamos dele aqui o blog.


Sobre as roupas, eu curti uma nova da Sheva, que parece estar vestida de chapeuzinho vermelho. Mas eu não gosto muito desses lances de "skin" pra Resident Evil!! Somando só o conteúdo das campanhas novas, você terá em média, +5 horas de aventuras - lembrando que deverá supera-las assim que jogá-las, não tendo nenhuma forma de salvar o seu jogo. 

 

Você pode comprar a expansão por R$30,00 na Steam pelo link abaixo:

https://store.steampowered.com/app/352000/Resident_Evil_5__UNTOLD_STORIES_BUNDLE/

 

Leia análise de Resident Evil 5

 

Saiba como inserir Dublagem no RE 5

 

Saiba como traduzir RE 5

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

A melhor versão de Duken Nuken 3d permite coop online e conteúdo extra

agosto 26, 2020

Sou um jogador da velha guarda, por isso que posso dizer com bastante orgulho, de ter visto "a era de ouro" das grandes franquias de jogos. Com certeza, o que me motivou a participar de um blog para falar das nossas experiências além de trazer uma análise sobre o que achamos dos games. 


Como grande fã de Doom (cujo tenho todos os jogos clássicos originais e já resenhei todos aqui no blog), seu grande rival (pelo menos como a gente via na época) Dukenuken 3d nunca chegou as minhas mãos. Não sei se você se lembra daquelas revistas de informática que traziam demos de jogos. Me lembro na adolescência com um computador com processador Pentiun I e a gente colocando CDs de jogos em buscas dessas demonstrações. A partir delas conhecemos Doom, Rise of The Triad (que eu espero comprar um dia, zerar e trazer pro blog), Shadow warrior e até Carmageddon! Mas nosso querido Duke, infelizmente, não pude por as mãos.


O que é até estranho, pois joguei muito Shadow Warrior e cheguei até fechar o jogo, mas ainda não fiz uma resenha no blog porque eu quero zerar a versão paga um dia para poder dizer quais são as diferenças entre esta versão e a versão gratuita. Mas falando sobre Duke Nuken 3D, meu primeiro encontro só aconteceu, quando instalei uma versão pirata anos atrás. Mas não cheguei a finaliza-lo, chegando no capítulo 2 apenas (afinal, era pirata! Não jogamos jogos piratas e incentivamos aqui no blog a comprar sempre os jogos). Pois tirando os de consoles antigos, temos todo os jogos de pc ou rpg de mesa e boardgames. E como falei, peguei apenas para experimentar... 


Duke Nuken 20 Anniversary é uma versão comemorativa de 20 anos do caçador de aliens mais durão que a gente conhece. E diferente das versões anteriores, ele apresenta todo o seu conteúdo em português, além de nos permitir jogar online com amigos! (Imagina só aquela campanha marota aniquilando monstros com os amigos, não tem sensação melhor!) E além disso, existem mapas na oficina da Steam que você pode baixar e aumentar sua diversão com novos desafios. Mas não disponibilizaram o editor de mapas (que pode ser encontrado na internet). Mesmo assim, na pasta do jogo há um aplicativo próprio para enviar os mapas para a oficina!

O jogo apresenta uma tecnologia 3d melhorada, mas se sua placa de vídeo é uma bem humilde (como a minha) e ficar um pouco legado, você pode por nas opções a tecnologia padrão e o jogo vai rodar que nem o antigo. Mudando apenas alguns efeitos de iluminação e piorando alguns monumentos em 3d. Nada que estrague a sua diversão! Como sou viciado em Doom e zerei Shadow Warrior clássico, minha análise foi baseada nos 3 primeiros capítulos dos cinco apresentados (uma vez que este é do jogo original). 


Já os dois seguintes, são desta versão (a mesma coisa aconteceu com Heretic, cujo também já resenhamos no blog). Mas, tenho que reconhecer que a engine usada pelos produtores supera de longe aquelas utilizadas em Doom, Heretic e até Hexen! (cujo também tem análise no blog). 

Foi o game que nos permitiu usarmos melhor o mouse. Tornando a jogabilidade muito mais dinâmica. Duke é um tremendo de um personagem e que chega a debochar até mesmo do Doom Guy. Com a jogabilidade idêntica ao shadow warrior, percebi que este game possui um charme todo especial. A começar por ser o único que você tem uma arma que encolhe os adversários e depois os esmaga com suas botas. Também é implementado um ataque desarmado na qual você marca com a sola do sapato os monstros, mas não chega a ser tão útil como você usar o soco inglês no Doom.


O cenário possui diversas interatividades que para época, eram bem avançadas. Você pode ligar/desligar a luz, por exemplo. Algumas portas você precisa apertar algum botão e existem câmeras de segurança que você poderá usá-las para ver a posição dos inimigos. Como joguei numa dificuldade alta, tenho que reconhecer que o jogo é bastante desafiador - não sei como ele é no modo normal, mas tive horas que ficava sem munição e tinha que improvisar. Apenas uma fase do terceiro capítulo que eu reiniciei 3 vezes... na primeira, faltava recursos para matar os monstros no final.. já na segunda, faltava explosivos...

Uma mecânica que se tem no shadow warrior e aqui no caso, são paredes que possuem uma rachadura. Então algumas armas, como a bomba de detonação ou a bazuca, são necessárias para destruir tais paredes e passar pelo caminho. O problema é quando você torra tudo sem conhecer a fase e ela não te proporciona mais nenhuma... também, diferente de Doom, as fases poderão te deixar perdido algumas vezes. Sempre terá uma passagem que você não vai ver e terá que ficar dando voltas e mais voltas até encontrar e passar.


Outra coisa bizarra (talvez seja porque estava jogando no modo difícil) é que os monstros dropavam munição, mas não a arma. Já cheguei a ficar com bastante balas (chegando até completar o máximo da metralhadora pesada) mas não tinha a metralhadora pesada! A gente acaba de matar um monstro que estava atirando na gente e apenas tiramos a munição da arma dele? Apenas alguns davam uma arma... 


Ainda falando sobre as fases, há elementos como viagem de trem, locais que se explodem sozinhos (abrindo a passagem), elevadores, secretos que ficam em locais coberto por paredes e muitas mulheres...

Duke Nuken é um jogo para homens. Ele foi feito para homens! Você pode dar uma grana para as stripers mostrarem "suas tetas" e em vários cenários, vemos mulheres seminuas dançando eroticamente. E eu gostei disso! Não me lembro ter visto esse tipo de coisa em outros jogos! Em shadow warrior, por exemplo, o máximo que a gente vê disso são meninas de mangás em alguns pontos secretos.


Quem jogou Heretic, vai reconhecer que há um sistema de itens. Movendo e ativando as coisas da mesma maneira. Aqui temos a famosa mochila a jato, que é um dos itens mais importantes do jogo. Na qual, permite que você voe para aonde quiser; temos o kit médico, que são 100% de vida que pode ser transferida quando o jogador escolher usá-lo; um holograma com a imagem do Duke para enganar os inimigos; esteroides, que deixam seu personagem super-rápido; binóculo para enxergar no escuro; mochila de oxigênio (esta é ativada automaticamente) que permite você nadar sem se afogar e uma bota que não faz você tomar dano em locais como ácido corrosivo.

Os monstros possuem a mesma inteligência de Doom, com a diferença de que não brigam entre si. Os cenários são bem complexos e as fases são enormes. Para mim, o melhor motivo para você comprar o jogo seria o modo cooperativo. Jogue online a campanha com amigos da Steam! Você não precisa de um computador muito potente. Segundo a página da Steam, o capítulo 5 foi criado pelos produtores originais - trazendo os velhos fãs para o jogo novamente. Talvez eu faça uma postagem falando sobre este capítulo quando eu zerar - afinal, esta análise é baseada apenas nos três primeiros capítulos!


E as armas? Eu nem falei sobre elas, não é mesmo? Duke pode chutar os oponentes apertando Q. Além disso, pode usar uma arma que encolhe os inimigos, ou uma bazuca, além de metralhadoras, pistolas, escopetas, granadas, explosivos que se colocam na parede (o mesmo item aparece em Half Life), uma arma que congela os inimigos, e luvas pesadas de metal que disparam munição o suficiente para derrubar um helicóptero. 

Se não conhece a franquia, este jogo é perfeito para você começar. Ele está a venda na Steam por 37 reais.


https://store.steampowered.com/app/434050/Duke_Nukem_3D_20th_Anniversary_World_Tour/

 Leia nossa análise do capítulo 4 do jogo!

quarta-feira, 1 de abril de 2020

A incrível experiência cooperativa de Resident Evil 5

abril 01, 2020

Nossa análise de um dos mais polêmicos jogos da série será baseada no principal aspecto que o jogo apresenta: modo cooperativo. Aviso desde já que se você é um daqueles fãs da velha guarda que torce o nariz para as mudanças da série que vieram a partir do 4 para cima, nem leia esta postagem. Afinal, RE 5 se tornou um dos meus jogos preferidos da série (gostei até mais do que o quarto game) e neste espaço vou explicar o porque.

Também devemos dar uma boa análise sobre o Resident Evil 6, cujo compramos aqui em casa para jogar e estamos nos divertindo bastante. Não queremos saber se a série teria que ser de um jeito ou de outro, só queremos jogar. Tenho que dar esse aviso para o fã que gosta tanto dos jogos clássicos, que chega a exagerar e achar "uma blasfêmia" os jogos mais novos. Não somos fãs do RE clássico (pelo menos, no dia em que escrevi essa postagem - mas posso mudar meus conceitos e tentar jogar os primeiros jogos no futuro, afinal, ninguém sabe o dia de amanhã).


Como disse na análise da versão Zeebo de Resident Evil 4, nunca tinha achado graças na série até conhecê-lo no console brasileiro. O que me levou mais tarde, me divertir bastante com a versão de PS2 e anos mais tarde, ter a agradável experiência de jogar a continuação, o incrível Resident Evil 5. Para isso, compramos cada um uma cópia original na Steam e jogando via online com os computadores um do lado do outro. Não sei se tem algum sistema de se comunicar por voz ou mensagem aqui, uma vez que jogamos um do lado do outro, nem averiguamos.

Nossa expectativa era a seguinte: será que os perigos enfrentados por Leon (o que achamos lendário no jogo anterior) seriam amenizados na campanha de Chris e Sheva? E durante a campanha, ficamos entusiasmados de tal forma a concluir o jogo no fim de semana (quase 20 horas, se não me engano). Como era período de quarentena, a oportunidade de esquecer as responsabilidades para nos divertir era demais e com isso, terminamos o jogo tão empolgados, que no dia seguinte compramos cada um, o Resident Evil 6.

Como gosto de ação, tais jogos nos agradaram demais. E se você nunca experimentou o mesmo em cooperativo, digo que tente. Talvez jogando sozinho, você não sinta a mesma coisa que sentimos aqui em casa, onde trocávamos itens e os estágios eram passados quando os dois colaboravam. As vezes, tínhamos que elaborar algumas estratégias e como os inimigos possuíam uma versão mais evoluída dos Ganados de Resident Evil 4, se alguém vacilasse, tudo iria a perder. Enquanto jogava a campanha, por várias vezes eu dizia: "este é um cooperativo que não dá para um puxar o outro". Ou seja, não dá para um jogador levar o outro nas costas - ambos devem superar os desafios como uma equipe.


Quando compramos o jogo na Steam, ele a princípio não funcionou por causa de uma .dll. Então, se você encontrou esse problema, veja nossa postagem explicando como resolver.

Os desafios exigem bastante nível de atenção e se você achou que Leon tinha chego no auge ao enfrentar aqueles inimigos, saiba que não será nada em comparação ao que Chris enfrenta por aqui com sua parceira. Não vou dar spoilers do jogo para não estragar sua diversão! 

O jogo é praticamente uma evolução do seu antecessor. Possui um sistema melhorado, permitindo que ambos personagens troque de itens ou que um ou outro peça um certo item de sua mochila. Além disso, diferente daquela mochila de RE4, aqui temos apenas um pequeno espaço com 9 slots. Sendo que cada um, você insere uma arma, munição, granada ou erva. O sistema de combinar se limita apenas as ervas e as munições e suas armas. Como possui nove espaços, você organiza os itens sem precisar abrir o inventário para usá-los, como por exemplo, coloco a escopeta no 1, a erva verde no 2 e assim por diante. Assim, se aparecer um adversário, bastava apertar 1 que o personagem já se equipa com a shotgun.


As armas apresentadas nos jogos anteriores também retornam e o sistema de evolução é praticamente o mesmo. Quando um dos personagens morre, os jogadores renascem nos checkpoint's, mas podem vender itens e upar suas armas sem precisar encontrar um vendedor como jogo game anterior. Os tesouros também retornam, mas não podem ser combinados. Além disso, possui certos pontos que você precisa atirar para destravar funções extras para as armas.

Tirando o fator dos gráficos que estão bem melhores, a adaptação para um ambiente africano é surpreendente. Acreditava que iria enfrentar apenas pessoas de pele escura, mas eles souberam diversificar. É a Africa, mas não é 100% tomada por negros. A ambientação leva os jogadores literalmente para o continente. Em alguns pontos, o gameplay exige que um personagem vá para um lado e o outro siga em uma direção diferente. O que não pode acontecer caso você esteja jogando solo. Por isso que o próprio game incentiva você jogar com um amigo ou entrar na partida de outra pessoa. A versão da Steam, infelizmente, (diferente do RE6) não possui a vantagem de criar uma partida privada e convidar pelo aplicativo, um amigo. O que achei bem mais útil.

Eu nunca tinha jogado com o Chris, e até que gostei dele para caramba!

Sua parceira também e legal e tem um design bem feito. Diferente da saga de Leon em salvar a filha do presidente, aqui o segundo personagem é bastante útil. O legal em jogar cooperativo, que vai sempre ter uma hora em que você vai precisar da ajuda do seu parceiro, seja para te salvar da morte ou  te ajudar a passar um certo ponto. O jogo foi feito para ser dessa forma!


Cheguei ver um vídeo do youtuber Velberan jogando e elogiando o fator cooperativo deste game. O que, como já disse antes, me fez comprar assim que terminamos, o RE6; Para mim não importa se alguns fãs ficam falando "se é de verdade ou não". Segundo os dados de venda, RE5 é o mais vendido, ficando RE6 como o segundo e por fim, o RE4 na data em que essa postagem foi escrita. Não digo isso para fortalecer uma tese de que este é o melhor jogo e todos devem aceitar, pelo contrário, e sim, que eu gostei do game e ele foi bom para as vendas. (Quer dizer, foi o que mais vendeu diante de todo esse mimimi).

Por isso, se você gostaria de jogar com um amigo - recomendo que compre-o e se divirta por horas. Assim como me divertir e aleguei que gostei mais dele, do que o 4. Principalmente a batalha final! 

Talvez a grande reclamação que eu dou para este jogo, é que ele não tem tradução em português. No computador do meu irmão, ele chegou a instalar uma tradução, mas eu não consegui. Assim, tinha que toda hora olhar para a tela dele para entender as falas (porque ele jogava com o jogo traduzido), tanto que houve um momento, que acertei um quick-time-event olhando a tela dele. Algo que acontece muitas vezes, onde pode ser para os dois personagens ou para um específico. Quando isso acontece, na tela do jogador não envolvido, aparece o nome do companheiro. Por exemplo, estava jogando de Chris e apareceu Sheva, assim, dependia dele para acertar e prosseguir com a história.


As fases não ficam apenas no andar, matar e sobreviver. Eles souberam fazer uma história interessante e eventos que não deixam o jogo repetitivo. Tanto, que zeramos ele num fim de semana todo - sendo que era nossa primeira experiência com o game. Você também pode re-jogar os capítulos a qualquer hora. O mapa na tela mostra o objetivo e a localização do seu parceiro. 

Mas se você é daqueles fãs que gosta de jogos de horror e daqueles primeiros da série e que torce o nariz dizendo besteiras que isso é ou aquilo não é da série. Fique longe! Afinal, se você não gosta - tem muita gente que vai jogar... e eu me tornei fã deste jogo, que até o momento, foi o que eu mais gostei. Mesmo se fosse o que menos vendesse, não mudaria minha opinião - pois RE 5 é o máximo! Só quem zerou cooperativo, sabe o quão bom ele é.

Leia nossa análise da expansão de Resident Evil 5!

Compre o jogo na Steam pelo link abaixo:

terça-feira, 24 de março de 2020

Como adicionar a campanha da expansão de Doom 3 em coop

março 24, 2020

Se você possui os dois jogos da série Doom 3 (game+expansão) com certeza, já passou por sua cabeça a pergunta: e se tivesse uma versão cooperativa da campanha?

Os produtores não desenvolveram o game pensando nisso, apenas alguns joguinhos sem graça de atirar um no outro. (bem parecido como o que vimos em jogos anteriores da produtora, como Quake, por exemplo). Mas tudo isso mudou, graças aos fãs que desenvolveram mods para "consertar" algumas coisas em que não agradou os jogadores. Além da famosa modificação que adiciona uma lanterna a arma, temos a bem-vinda adição ao modo para até quatro jogadores.

Em Open Coop 2.0 Alpha, você pode criar uma campanha com amigos (via LAN... mas leia nosso artigo que ensina como jogar Doom cooperativo online!) e se aventurar na intensa luta contra os demônios do inferno.

Se você acessou esta postagem, com certeza, comprou a expansão do jogo com mais um amigo via lan e não consegue adicioná-la ao mod de coop. Para fazer isso, você deve entrar na pasta do jogo, depois ir na pasta do open coop, editar o arquivo client.bat e substituir o que está escrito lá pelo o que está escrito abaixo:

@echo off
cd ..
doom3.exe +set fs_game_base d3xp +set fs_game opencoop



Após isso, abra o arquivo client.bat e o mod vai abrir com a possibilidade de jogar com os mapas da expansão Ressurrection of Evil.

OBS: caso volte a jogar no próximo dia e o arquivo client.bat não abrir, basta edita-lo novamente (mas sem mexer em nada que está escrito, apenas salvando) e fazer o mesmo procedimento que pega normalmente.

terça-feira, 25 de junho de 2019

Dofus: o MMO tático e um dos maiores RPGs da história

junho 25, 2019

Para quem gosta do gênero e curtiu jogos como Ragnarok, Perfect World, Grand Chase, Lineage e outros MMORPGs que fizeram bastante sucesso no início deste século, talvez tenham passado despercebido acerca do jogo Dofus: um entre outros RPGs por assinatura que continua vivo até hoje e possui uma comunidade fiel ao redor do mundo. 

O título dessa matéria vem apresentar não só o jogo em si, como também, falar a cerca do seu universo e algumas de minhas experiências. Lembrando que por se tratar de um jogo de assinatura, ele permite que você jogue grátis para conhecê-lo e isso pode levar bastante tempo até que você queira ou não, 'pagar para jogar.' (isso eu vou falar mais para frente, então preste atenção).


O meu interesse por Dofus veio na época das lan-houses, naquele tempo, não tinha um computador e minha alegria era nos fins de semana para passar minhas tardes jogando Ragnarok e Grand Chase. Mas, ainda no início da "era dos RPGs online" ouvi falar de um jogo por assinatura que me chamou atenção: Dofus. Mas como era vagabundo, nem cheguei a me arriscar e tentar saber o que era. Lembro que a LevelUp! naquele tempo era realmente 'poderosa' e tinha trazido o jogo para o Brasil assim como Ragnarok e outros que eu curti, mas que por falta de espaço para o mesmo, os deixou na mão da própria produtora. Cujo administra o jogo até hoje!


Diferente dos outros MMO, em Dofus o combate é tático. Já jogou Final Fantasy Tatitcs, Shining Force ou Disgaea? Se já, tudo vai ser familiar. Aqui o jogador clica no monstro desejado (que acima mostra seu nível e quantos estão com ele) que logo o personagem será transportado para uma arena correspondente ao mapa, iniciando a trégua. Cada um tem um número de pontos de movimento e pontos de ação (feito para atacar ou realizar feitiços) - o que é mais próximo de um RPG de mesa e que na minha opinião, se tornou o meu RPG online preferido entre todos. O mesmo acontece quando o jogador está em grupo, cada um tem sua ação e é isso que torna as coisas interessantes - pois parece que está num combate de D&D online.

As classes possuem nomes estranhos e fogem do costumeiro mago, guerreiro, ladino, etc. Aqui temos coisas como Eliatrop ou Zobal. Cada uma com poderes próprios que são ganhos na medida em que avança de nível com experiência. São inúmeros feitiços e eles também são melhorados na medida em que o personagem fica mais poderoso, mas a sua variedade e o estilo de combate tiram a mesmice dos rpgs online convencionais (que é usa poção, clica na magia ou na habilidade e pronto!) O jogador deve pensar (principalmente se estiver em grupo) para não ferrar com a estratégia e as vezes, por uma ação errada, deixar tudo a perder.


As classes também representam as raças, sendo que cada uma já tem o seu deus e seu templo. (O jogo oferece missões e os jogadores podem ler livros sobre a história do 'Mundo dos Doze' - como é conhecido o mundo de Dofus). Aliás, história é que não falta aqui! Mesmo aqueles que joguem sem gastar nada, limitando-se a uma região do mundo - vão encontrar muita coisa para fazer. Existem missões detalhadas que levam um personagem a um ponto para conversar com NPC e outras até que são preciso apertar certos mecanismos secretos para se acessar alguns locais. (Por sorte, existe um Wikia na internet que revela as missões em que você poderá ficar perdido).

Diferente de um rpg online convencional, em Dofus tudo é meramente detalhado. As história contidas em livros, possuem páginas e são bem escritas (o que poderia render um bom rpg de mesa) e neste mundo como vem atualizado desde 2004, vamos imaginar que ele está imensuravelmente enorme, o que explica uma assinatura (vou falar mais delas adiante!). O jogador é livre para explorar o mundo da sua maneira, assim como um aventureiro viajante em um mundo medieval, colhendo itens preciosos para fazer sua 'vida online'.

Vida online? Sim. Aqui você não é só um aventureiro atrás de xp! Você tem total liberdade de explorar o mundo e criar seus próprios objetivos. Você pode inclusive, comprar sua própria casa! (para isso, deverá ser assinante, nem tudo é perfeito). Mas, você pode colher recursos como madeira, ferro, pescar, etc. Esses são administrados por perícias específicas que todo personagem do jogo já começa: as profissões.

Na área inicial, você aprende tudo isso. Chegando numa árvore, você precisa apenas clicar com o mouse para o personagem colher madeira, a mesma coisa com ferro, trigo e diversos itens a serem colhidos. Cada vez que você faz algo sobre determinada profissão (como por exemplo, colher ferro) isso dará xp para a mesma, o que permite colher itens que exijam mais níveis naquela profissão. Cada item mostra o nível de profissão exigido para ser colhido... e a fusão deles serve para construir amuletos, armaduras e até poções de cura.


Pensa num jogo com muitos itens... sim, Dofus é um dos RPGs com mais variedade de itens. Eles são divididos em itens de recursos (como trigo, ferro...), equipamentos, itens de missões e consumíveis (que são poções, pães, etc.). As profissões possuem locais específicos para a construção desses itens, que são vendidos para outros jogadores quando você cria sua loja. AQUI VAI OUTRA NOVIDADE: em Dofus, quando você cria sua loja: você o faz NÃO ESTÃO ONLINE. Bem diferente dos outros jogos do gênero, em que você precisa deixar o pc ligado com o jogo aberto só para vender os itens. No jogo, você clica com o botão direito e seleciona a opção de personalizar sua loja,assim que está tudo certo, clique em modo Armazém que o jogo irá fechar sua conta, deixando seu avatar no servidor vendendo os itens, o que é genial.



Assim como nos RPGs online, há eventos que surgem locais novos no mundo e algumas novidades. 

Para você que quer apenas jogar de graça e acha que tem pouco conteúdo. Não. Quando comecei a jogar no 'modo observador' (é assim que o jogo se refere ao não-assinante), fiquei mais de 30 horas até voltar a jogar nesse ano (em 2016 não tinha dinheiro e estava conhecendo o game) só parei porque queria conhecer o mundo e por não assinar, os locais novos não me dariam itens e xp. (Sim, você pode acessar as áreas para os assinantes, mas sem lutar com ninguém ou colher itens, só vai andar e explorar sem aproveitar nada).

Para baixar o jogo, acesse: https://www.dofus.com/pt

Lá você poderá baixar e também assinar. Mas não se sinta pressionado a gastar seu dinheiro no início, comece jogando até ficar um pouco forte e poder explorar os locais para assinantes. Creio que você vai ficar horas e horas entretido até chegar no conteúdo vip. Também aqui não temos aquele negócio que alguns jogos online tem, em mostrar que está usando VIP e quem está jogando de graça. O máximo que vai encontrar, seria o nome do título do personagem acima do seu nome (um equipamento poderoso). Lembrando que o jogo também oferece uma moeda online para comprar itens exclusivos (mas não são aquelas coisas pay-to-win... fica bem longe disso)...


Ainda há coisas como coliseu e pvps entre jogadores. Isso eu não posso explicar porque tem uns quinze dias que comecei a jogar pra fazer e me tornar assinante. Mas como tinha mais de 30 horas jogando no conteúdo grátis e mais todo o tempo pro meu personagem novo, consegui dar o resumo das coisas para quem quiser jogar. Mas a matéria não para por aí, porque Dofus é um jogo incrivelmente grande e detalhado, mas não parou por aí.

Para aqueles que curtiram o anime do Ragnarok, mal sabem que Dofus tem séries animadas além de ter dado um filme no cinema (eu não consegui achar para assistir e nem para comprar), a relação dos nomes eu vou colocar abaixo. Como se todo esse universo fosse pouco, ainda existe uma continuação, um outro jogo ambientado 1000 anos depois chamado Wakfu: que possui as mesmas classes e jogabilidade parecida, mas que não te obriga a ser assinante. Pelo que eu entendi, os que assinam ganham benefícios de itens ou algo do tipo - mas todos podem jogar sem gastar nenhum centavo. Em Wakfu, o mundo está um pouco diferente do que encontramos em Dofus e seu sistema de combate possui leves modificações. Enquanto aqui passamos de mapa em mapa, na continuação do game a câmera o segue livremente.


Wakfu é um jogo do mesmo tamanho que o Dofus, então, prepare-se para a mesma complexidade do primeiro. Apesar de algumas coisas serem diferentes, é claro!

Wakfu possui uma série animada que já chegou na terceira temporada (no dia em que essa postagem foi escrita) e pode ser assistida na NetFlix. Ela conta a história do jogo e mostra de forma carismática, os personagens, monstros e classes. Eu mesmo por não ter jogado Wakfu, apenas em Dofus (mas peguei as informações de vídeo do  youtube e de pessoas que jogaram o game) vi que era o mesmo mundo do meu amado jogo. Incluindo os mesmos monstros e se quer conhecer esse universo e possui assinatura na NetFlix, bora lá assistir.


A arte de ambos os jogos são incríveis e o mais legal de tudo é que Dofus roda em qualquer pc. Se você tem aquele computador velho que só roda emulação de Mega Drive, pode instalar que ele rodará sem problemas! Eu mesmo em 2016 tinha um pc que não rodava nada, só Meguinha mesmo e rodava esse RPG online de boas - o que é ideal para aqueles que não tem um bom pc desfrutar de um ótimo RPG. Mas um aviso aos iniciantes: escolham a princípio, uma classe fácil. Pois existem classes com poderes complexos que podem deixar o iniciante a ver navios e com isso morrer...

O que me lembra dizer que quando seu personagem morre: ele volta para o Zaap (que são portais de tele-transporte que se encontram em vários lugares do mundo) cujo o jogador paga uma quantia em Kamas (moeda do jogo) para não ter que ficar andando no vasto Mundo dos Doze. O personagem tem uma quantidade de energia, que vai se gastando na medida que você morre. Se você morrer ao ponto de esgotá-la, virará um fantasma e deverá encontrar uma estátua de Fênix para poder ressuscita-lo (o que não é difícil, o ruim é você encontrar uma dessas estátuas bem longe de onde você quer ir e ter que anda um bocado por causa da sua "queda").


Existem vários planos de assinatura (até mesmo de 1 semana!) e o mais comum é o de 1 mês (que custa no dia em que essa postagem foi escrita: R$17,00), mas para os iniciantes, é recomendável comprar a assinatura do Kit do Iniciante (que custa R$15,00) oferecendo não só, um mês de assinatura, como também, um companheiro (NPCs que podem ser comprados com o cash do jogo e que aparecem junto do personagem como aliado de combate) o que me ajudou muito. Pois o companheiro dado pelo kit, chama-se Lupino e tem poderes de cura (já que em Dofus, NÃO SE PODE USAR POÇÕES EM COMBATE!)

É claro que assinando os pacotes de meses mais longos (como 3 meses de uma vez ou até um ano direto!) sai bem mais barato. Aqui eu comecei assinando por dois meses, pagando via boleto (que caiu em menos de 24 horas pelo internet baking) um kit do iniciante e uma assinatura mensal. (O que me permitiu ter dois meses com meu companheiro do kit do iniciante!) Então, a assinatura não é cara e vale muito a pena!


Dentre outras mídias que o jogo oferece, existe também um mangá (que não vou falar aqui porque não tenho informações, mas espere algo também grandioso da parte deles) e um jogo de tabuleiro chamado Krosmaster Arena, que é bastante viciante e que também escrevemos uma análise no blog!

Antigamente existia também uma versão pc online com integração com aqueles que jogam no tabuleiro. (o que significava que se eu comprasse um personagem separado para minha jogatina no tabuleiro, existia um código que o mesmo personagem vai para minha conta online). Mas essa opção foi descontinuada.


O Kromaster Arena 2.0 é traduzido em português e trazido para o Brasil pela Galápagos Jogos.

Se sentiu a vontade de conhecer esse universo, o que está esperando? Ah! Você quer que eu lhe explique porque o nome Dofus? Se eu fizer isso, vai estragar a sua aventura!!!!

Abaixo eu vou colocar algumas das mídias sobre o universo Dofus
  • Dofus, MMO 
  • Wakfu, continuação direta de Dofus
  • Kromaster Arena, jogo de tabuleiro baseado em Dofus/Wakfu
  • Wakfu série animada
  • Dofus: os tesouros de Kerubim (série protagonizada por um dos mais famosos NPCs do jogo)
  • Dofus Touch (uma versão do jogo para celular)
  • Dofus: Livro 1 Julieth (filme pro cinema)
Há também uma relação de livros e de HQs, mas acho que está bom para conhecer... :D 

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Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


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