Mostrando postagens com marcador 1995. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1995. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de junho de 2022

Conheça Hugo, o jogo que deu origem a um grande programa de TV

junho 15, 2022


Quando eu era criança (idos dos anos 90) conheci um dos melhores programas de TV que já foram produzidos na TV brasileira. Infelizmente até por se passar numa rede menos conhecida (a CNT ou Gazeta), o programa passou desapercebido por alguns. No entanto, quem tinha veia gamer não tenho dúvidas que procurava não perder um único programa.

Hugo funcionava com participação de pessoas, que ligavam para a emissora e tinham a oportunidade de jogar, apertando as teclas do telefone mesmo, uma fase do jogo. Em Hugo, a sua família foi raptada por uma bruxa chamada Maldícia. Assim sendo, ao participar do programa, o jogador controlaria Hugo e teria que passar numa fase, como um jogo de plataforma. No fim da fase, Hugo chegava no Castelo dessa bruxa e escolheria um número, sendo que um deles poderia fazer Hugo ser derrotado e outro a Bruxa ser derrotada. O jogo também tinha um esquema de pontos, e eles eram usados num ranking de cada programa. Salvar a família de Hugo também lhe rendia prêmios dados pelo programa.

Durante a década de 90, o mesmo jogo foi portado para o Playstation 1, onde joguei bastante. Infelizmente, eu não sei a data do lançamento deste jogo, mas posso lhe garantir que ele possuía grande semelhança com as fases que eu via na TV. Um grande atrativo na versão de Hugo que parou na TV é que ele era TOTALMENTE DUBLADO, o que era muito legal de assistir.

Infelizmente parece que o programa não foi a frente, e parou de ser exibido do nada (pelo menos eu me lembro que acabou assim). Também não achei versões deste jogo para compra, pela Steam ou GOG, etc, o que é uma pena. Vou deixar abaixo um vídeo que vi na internet, que explica melhor sobre o que foi este jogo.



Curta nossa página no Facebook, comente abaixo. Seu comentário é muito importante. Quem aí assistiu ou conhecia o programa/jogo?!

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Arkanun 1ª Edição

maio 04, 2022

Antes de fundar a Daemon Editora (em 1998), Marcelo Del Debbio atuou como colaborador da antiga revista Dragão Brasil, que chegou a publicar alguns dos seus primeiros títulos. Seja como for, a primeira obra publicada pela revista de Marcelo Cassaro foi um RPG de horror chamado Arkanun, que depois deu origem a uma série de suplementos como a própria Editora Daemon.

Eu já cheguei a resenhar sobre Arkanun, sobre a 3ª Edição que também tenho em mãos. Mesmo assim, sempre tive curiosidade em conhecer a clássica 1ª edição do jogo, que também apresentou o Sistema Daemon pela primeira vez como livro comercial, que joguei muito durante a minha adolescência (e voltei a jogar a pouco tempo numa campanha de Arkanun que estou mestrando atualmente, na época que escrevo isto). Caso tenha curiosidade em conhecer melhor o cenário, leia a outra resenha que linkei acima, pois acho que será mais útil. A minha análise será pelo livro (raro) que estou anunciando nesta postagem.

Arkanun 1ª Edição foi lançado em 1995, ainda pela Dragão Brasil, em formato livro. Como livro montado em 1995, claro que a diagramação é um pouco estranha aos nossos olhos, mas isso não atrapalha, é até rústico! O livro tem 80 páginas e funciona como um módulo básico completo. Embora ele tenha a proposta de ser um jogo de terror na Idade Média, ele parece ser muito parecido com AD&D da época, tanto em alguns desenhos, até mesmo no sistema.

A primeira publicação do Sistema Daemon

Claro que existem muitas regras bem diferentes do Sistema Daemon que conhecemos. A começar na própria criação de Personagens, onde os pontos de perícia são decididos pela sua idade, cumprindo uma tabela que determina seus pontos de Perícia (bem parecido com Guerra dos Tronos RPG). Além disso, aqui as armas usam d8 (Besta e Espada Longa) e d4 (Dardo, Estilingue e Chicote). Todos sabem que o Sistema Daemon atualmente utiliza apenas d10 e d6 para seus jogos.

Falando sobre o livro em si, apesar das 80 páginas, ele apresenta bastante conteúdo. É um jogo completo. O livro começa a explicar o que seria o RPG (para novatos), e depois tenta explicar a história de Arkanun (em apenas 1 página). Depois disso, utiliza-se os Conceitos Básicos (algo visto em outros livros que seriam lançados pela Daemon), Atributos Básicos, Criação de Personagens e Perícias. 

Sobre as Perícias, preciso lhe dizer: parecem MUITO com as Perícias de AD&D! Temos aqui 32 perícias, com uma descrição muito parecida como num livro de AD&D. Claro que depois, nos livros que viriam a seguir, a questão das Perícias e nomenclaturas seria aprimorada. Depois dessas Perícias, existe uma Perícia de Armas (em 1 página), que depois seriam conhecidas nos livros da Daemon como Manobras de Combate. A seguir, o livro reserva UMA página para armas e equipamentos.




No capítulo seguinte, Marcelo Del Debbio começa a explicar sobre o sistema de Magia de Arkanun, explicando sobre as Formas e Caminhos. Depois do Capítulo de Magias, então o livro mostra os Aprimoramentos,  e tens uns bem apelões por aqui (acho que não foram mais vistos em outros livros da Daemon): Filho de Anjo/Demônio com uma Humana, Guerreiro Druida, Vida Eterna, Criatura Guarda-Costas, Artefato. O livro também apresenta uma característica que eu nunca vi  em outros livros da Daemon, que são as questões das Runas, algo que só tinha visto em League of Legends.

Depois disso, o livro explica as regras de combate.

Interessante é que existe uma regra aqui que o Personagem vai tendo redutores nos testes quanto está machucado, da mesma forma que fiz em RPG Bíblico - Livro de Regras. Depois das regras, há um capítulo sobre evolução de Personagens. Aqui é o Mestre QUE DECIDE quando os Personagens podem avançar de Nível (e é isso que tô fazendo na minha campanha de Arkanun). Diferente do Arkanun "tradicional", aqui só temos 10 níveis.


Por fim, o livro explica a História dos Mundos e também mais regras de Magia. No entanto, agora ele oferece uma série de rituais (algo que FICOU EM FALTA na 3ª Edição de Arkanun, para talvez obrigarem os jogadores a comprarem o Grimório RPG). Além disso, o livro também tem um bestiário, bem parecido com o formato de descrição dos monstros de AD&D. O interessante aqui é que Marcelo Del Debbio catalogou os demônios da mesma forma que Gary Gygax fez no D&D, por tipos. Quando Gary Gygax criou as primeiras versões de D&D, os demônios eram conhecidos como Tipo 1, Tipo 2, etc... algo também copiado por Del Debbio aqui.

O livro ainda explica algumas Escolas de Magia e Idéias para Aventuras, terminando com uma ficha (para os jogadores tirarem xerox). Tudo isso em oitenta páginas!

Eu sempre quis ter esse clássico nas minhas mãos, na minha coleção. 

Se você encontrar em algum Sebo (ou loja virtual de livros usados) aproveite a oportunidade, pois esse livro é um dos mais raros que existe. De acordo com o Wiki da Daemon Editora, foram impressas apenas 2 mil unidades desse livro e, como ele é de 1995, é bem possível que boa parte desses livros devem ter se degastado. Então se aparecer um na tua frente, compre pra sua coleção.

Eu já tenho o meu aqui. Heheheheh!

Arkanun 1ª edição em pdf... é o que você procura?! Desculpa, mas não achará!

Editor deste blog faz lives ao vivo jogando games - https://www.twitch.tv/clodo_rei_da_negev

segunda-feira, 20 de julho de 2020

A história do Master System

julho 20, 2020
Foto: Divulgação
O Master System foi o melhor videogame que eu tive na minha vida. Ganhei ele de presente de Natal de 1996. Ele foi o nosso segundo videogame (antes tínhamos um Dactar, versão brasileira do Atari, graças a lei de reserva de mercado). Por isso, nada mais justo que escrever sobre ele aqui no blog, visto que tenho um carinho todo especial por ele...

O Master System teve um sucesso gigantesco no Brasil, e até hoje é vendido em lojas, em "novas versões" lançadas pela Tectoy. Porém, eu não quero falar sobre essas versões novas criadas pela Tectoy, mas sim sobre quando ele estava "mais ativo" aqui no Brasil. Vamos entender um pouco sobre a história de seu lançamento.

O "crash" de 83



O crash de 1983 trouxe uma nova perspectiva no mercado e produção de jogos eletrônicos. Antes disso acontecer, o mercado de games estava na mão da Atari. A tecnologia do console de 4bits geravam jogos simples. Até aí nenhum problema. Para se ter noção da coisa, muitos jogos eram produzidos por apenas um único programador, mas também haviam máquinas de fliperamas na época, como máquinas de pinball. Aproveitando da simplicidade e tecnologia da época, muitos jogos eram feitos nas coxas, ou seja, sem se preocupar com a qualidade do produto. Com isso, muitos jogos eram criados, mas a maioria deles era uma tremenda porcaria...



Mas o basta para a má qualidade  viria com o filme E.T, de Steven Spielberg, que foi um sucesso sem precedentes nos cinemas! Aproveitando o sucesso do mesmo, um jogo de videogame baseado naquela obra seria lançado para o saudoso Atari. O jogo foi uma porcaria! O problema não foi só o jogo ser uma porcaria, mas devido a popularidade do filme, o pessoal se revoltou de vez porque a popularidade do filme foi importante para atrair as pessoas para o jogo, mas as pessoas se sentiram lesadas por gastar seus preciosos dólares em um lixo eletrônico como este!

Numa época que tínhamos jogos ruins, produzidos por poucas pessoas, as pessoas começaram a perder interesse nos jogos. Vale lembrar que a baixa popularidade nos videogames não aconteceu apenas pelo jogo porcaria do E.T, ele foi só o estopim do público para o "crash", já que as pessoas geraram a expectativa de ter um jogo pelo menos decente sobre o filme, num cenário de inúmeros jogos ruins.

O "crash" não foi todo ruim. As empresas que viriam depois, com uma tecnologia superior a do Atari (como o Master System) já entenderiam que, para agradar o público, teriam que apostar em qualidade e originalidade. A partir de 83, jogos eram criados por uma equipe, e não mais por um programador, tanto pela tecnologia nova disponível, bem como a tendência que se criou após o crash.

O primeiro Master System

SG-1000, o protótipo do Master Sytem. Foto: Divulgação

O primeiro Master System foi lançado pela SEGA no dia 15 de Setembro de 1983, no Japão, sob o nome de SG-1000. A SEGA já produzia jogos para fliperamas, sendo o SG-1000 o primeiro console da companhia. A propósito, ele foi lançado no mesmo dia que o Famicon (versão japonesa do Nintendo 8Bits, também conhecido como NES ou Nintendinho). Por conta da força da Nintendo, o SG-1000 não conseguiu bater de frente com seu concorrente.

O SG-1000 tinha um controle parecido com o do Atari, embutido no aparelho. Não era possível acoplar outro controle. Os jogos eram totalmente simples lançados entre 1983-1984, mantendo ainda a simplicidade dos jogos do Atari, mas com gráficos melhores e jogos mais originais. E falando em Atari, algumas das franquias mais famosas do Atari também aportaram aqui, com gráficos e jogabilidade mais atraentes. Um ano depois, depois do fracasso do SG-1000, a SEGA então lançaria o SG-1000II, mudando o design da primeira versão. O controle mudou, ficando com o parecido do Master System. 

SG-1000II - Divulgação
O SG-1000 e SG-1000II tiveram uma biblioteca de pelo menos 86 jogos lançados (veja a lista abaixo), com jogos de esportes e alguns relançamentos de franquias conhecidos no antigo Atari, usando a nova tecnologia deste novo console. Confira a lista abaixo:

TODOS JOGOS DO SG-1000 e SG-1000 2

1. 007 James Bond
2. Bak Panic
3. Black Onyx
4. Bomb Jack
5. Bomberman Special
6. Bordeline
7. C_So!
8. Castle
9. Chack'n Pop
10. Challenge Derby
11. Champion Baseball
12. Champion Billiards
13. Champion Boxing
14. Champion Golf
15. Champion Ice Hockey
16. Champion Hockey
17. Champion Kendou
18. Champion Pro Westrling
19. Champion Soccer
20. Champion Tennis
21. Chapionship Lode Runner
22. Choplifter
23. Congo Bongo
24. Dokidoki Penguin Land
25. Dragon Wang
26. Drol
27. Elevator Action
28. Exerion
29. Flicky
30. Flipper
31. Galaga
32. Girl's Garden
33. Golgo 13
34. GP World
35. Gulkave
36. Guzzler
37. H.E.R.O
38. Hang On II
39. Home Mahjong
40. Hustle Chumy
41. Hyper Sports
42. Knightmare
43. Legend of Kage
44. Lode Runner
45. Magical Kid Wiz
46. Mahjong
47. Monaco GP
48. Nina Princess
49. N-Sub
50. Okamoto Ayako no Match Play Golf
51. Orguss
52. Othello
53. Pacar
54. Pachinko 
55. Pachinko II
56. Pitfal II - The Lost Caverns
57. Pop Flamer
58. Q-Bert
59. Rally X
60. Road Fighter
61. Rock n' Bolt
62. Safari Hunting
63. Safari Race
64. San-nin Mahjong
65. Sega Flipper
66. Sega Galaga
67. Serizawa Hachidan no Tsumeshougi
68. Shinnyushain Toouru Kun
69. Sindbad Mystery
70. Soukoban
71. Space Armor
72. Space Invaders
73. Space Mountain
74. Space Slalom
75. Star Force
76. Star Jacker
77. Super Tank
78. Tank Batalion
79. Terebi Oekaki
80. Twinbee
81. Wonder Boy
82. Yamato
83. Yie Ar Kung Fu II
84. Zaxxon
85. Zippy Race
86. Zoom 909

Sega Mark III, o tradicional Master System


Depois do SG-1000 (lançado em 1983) e SG-1000II (lançado em 1984), a SEGA continuou apostando no seu console e, no dia 20 de Outubro de 1985, lançou o SEGA MARK III. Este console era muito superior aos seus concorrentes. Em 1987, o Sega Mark III foi rebatizado como Master System. Apesar de ser um novo lançamento, o Master System era praticamente o Sega Mark III com um novo design. No Japão não emplacou, mas ele acabou sendo bem recepcionado no Brasil, e em outros lugares.



Para ter noção da coisa, o console produziu jogos entre 1985 á 1998, tendo uma vida útil de 13 anos de lançamentos, sendo boa parte deles vindos do Brasil, criados pela Tectoy: alguns são hacks de jogos clássicos, outros são conversões de jogos que viera do Game Gaear (videogame portátil da Sega) mas outros são de própria autoria da produtora, como o clássico Street Fighter II e o horroroso Mortal Kombat III. Ao todo, o Master System teve uma biblioteca de 334 jogos lançados.

Algumas versões da Tectoy (Clássicas)

A Tectoy era uma empresa de brinquedos que fabricou o Master System para o Brasil. Além de alguns jogos e conversões trazidos ao console, a empresa também modificou o aparelho. Basicamente, durante a "era de ouro do Master System no Brasil", a empresa publicou três versões do console. Confira abaixo:

1989 (Master System): veio com dois jogos do SG-1000 na memória (Hang On e Safari Hunter), e dois controles na caixa.
1991 (Master System II): veio com Alex Kid in Miracle World na memória, e 1 controle.

1992 (Master System III Compact): versão melhorada do Master System, menor e com uma tampa protetora de cartucho. Haviam várias variações de jogos na memória, mas a grande sacada da empresa foi oferecer a versão com o jogo Sonic the Hegdehog na memória.

Pessoal, aqui foi um resumo da história de um dos videogames mais fantásticos que já conheci, que marcou minha infância.

domingo, 14 de junho de 2020

O desafiador Rayman 1 (Rayman Forever)

junho 14, 2020

Rayman é um jogo de plataforma que deu origem a franquia de mesmo nome. O primeiro jogo da série foi lançado pela Ubi Soft, em 1995. Atualmente existe uma versão pela Gog denominada "Rayman Forever", que é uma edição de 1998 do jogo original. Não há diferença do Rayman Forever para o Rayman original porque este Rayman vendido pela Gog é um pacote especial, contendo além do Rayman Original, um editor de fases, e algumas fases criadas por fãs.

A versão da Gog de Rayman é a resenhada aqui. Mas o jogo também foi lançado para o Playstation 1, bem como outras plataformas.

Tela inicial de Rayman

Vou te falar: Rayman não é tão difícil como CupHead, mas é deveras ponto desafiador. A geração gamer Nutella de hoje jamais zeraria esse jogo. Originalmente, o jogo roda através do DOS-BOX, que é um emulador do clássico sistema operacional MS-DOS (quem tem ou teve computadores mais antigos conhecem muito bem esse sistema).


Durante a partida, Rayman encara desafios em terras encantadas, a fim de salvar criaturas mágicas conhecidas como Electoons, e receber poderes de uma fada chamada Betilla: poderes que incluem agarrar em argolas rosas, correr e também planar. O jogo tem uma estrutura parecida com os antigos Donkey Kong, com o personagem principal dentro de um mapa onde pode escolher as fases. Além disso, com os novos poderes adquiridos, Rayman pode livremente acessar outras áreas das fases que já passou, e assim coletar objetos e salvar outra leva de Electoons. Ao todo, cada fase do game tem cerca de 6 jaulas de Electoons para salvar.

Diferente de outros jogos de plataforma, em Rayman você não matar inimigos pulando em cima deles: precisa socar os monstros na cara. Sobre isso, existe power-ups que aumentam o poder e alcance do seu soco, que são luvas especiais. Além disso, o personagem tem uma barra de energia que varia de 3 à 5 bolinhas, e pode morrer quando cai num campo de espinhos, num buraco, ná água ou então quando perde todas essas bolinhas ao levar dano. Acho escroto você perder todas as bolinhas azuis (espécie de moedas que lhe dão vidas quando chegar à 100) quando morre. No mais, você também ganha vidas fazendo bônus especiais pagando 10 moedas. Esses bônus são chatos para raio!



Digo e repito: o jogo é bastante desafiador. Em algumas partes, até escroto! Procurei informações na internet para complementar minha resenha e acabei descobrindo que o jogo sequer teve playtest! A parte mais escrota do game (na minha opinião) são os chefes do game, onde você vai morrer diversas vezes até DESCOBRIR como causar dano neles. Além disso, para chegar no chefe final, você precisa nada mais nada menos que descobrir e salvar TODOS os Electoons do jogo.

Mesmo com o jogo cometendo diversas escrotices, como os chefes, e também plataformas e inimigos colocados de sacanagem para te matar, empurrando num buraco, ainda sim recomendo esse jogo. Achei as fases muito bem feitas e construídas por sinal, apesar das fases de chefe serem ENORMES, o que desanima um pouco. Abaixo vou deixar o link do jogo pela Gog.

Compre o jogo pela Gog (R$11,99)

Sobre Nós

Rei dos Games


Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


Rei dos Games é o único blog dedicado a três tipos de jogos diferentes (eletrônicos, de tabuleiro e RPGs). Se você quer conhecer bons jogos para brincar, este é o lugar certo.


Postamos recentemente

recentposts

Aleatório

randomposts