domingo, 28 de maio de 2023
terça-feira, 19 de julho de 2022
Análise de AGGELOS, um Metroidvania bem desafiador, mas divertido...
domingo, 4 de abril de 2021
Monster Boy levou a franquia Wonder Boy a outro nível (análise GOG)
Sou fã da franquia desde que a conheci pela primeira vez a partir do port feito para o Master System, que em vez de trazer o enredo original, nos presenteou com um incrível jogo Mônica no Castelo do Dragão, cujo eu já falei a respeito aqui no blog, contando inclusive sua origem e até trazendo vídeo da versão original em arcade. Também falamos sobre o remake do jogo Wonder Boy the dragons trap, na qual, trouxe o mesmo game de Master System, incluindo novos gráficos.
A fórmula de sucesso trazida pela produtora, que apresentou uma direção de arte impecável e por animações muito bem trabalhadas do que um modelo 3D, lhe deu carta branca para que pudessem criar um jogo totalmente novo para a velha franquia. Uma vez que a Sega não teria planos para continuações de Wonder Boy, deixá-los nas mãos de uma equipe que se mostrou tão competente, foi uma grande decisão. Não sei ao certo e nem pesquisei na internet como foi o acordo, só sei que quando comprei minha versão na Gog, acreditava que o game seria do mesmo tamanho do anterior.
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| O templo apresenta uma referência com cada herói da franquia Wonder Boy |
Eu passei muito tempo jogando Mônica no Castelo do Dragão e Turma da Mônica em O Resgate, tanto como suas versões originais. Um jogo que leva o conceito de castlevânia parecido com mundo aberto, com a possibilidade de melhorar suas armas que nem um RPG e onde não há níveis de experiência, cujo você mata para sobreviver como nos melhores jogos plataforma.
Seria impossível as pessoas não gostarem de um jogo assim!
E a mecânica apresentada em Wonder Boy 3, onde o protagonista se tornava diferentes monstros, foi aprimorada nesta continuação, que recebeu o nome de Monster Boy: The Cursed Kingdom.
Não vou entrar em detalhes da história, pois quando você comprar a sua cópia - vai recebê-la 100% traduzida para o português. Aqui você controla Jim, um personagem novo que devido a problemas criados por seu tio, se transformou em um porco. Mas não foi apenas o nosso herói que foi acometido de tal maldição, mas sim, a cidade inteira recebeu tal "dádiva". Cabendo a você aproveitar suas habilidades "suínas" para tentar fazer todo mundo voltar ao normal.
Imaginava que fecharia este jogo em seis ou sete horas - mas para a minha surpresa, já passei das vinte dele!
O game é gigantesco e vale muito a pena. Assim como nos jogos da franquia, você só vai acessar certas áreas se tiver a transformação certa. Aqui o personagem possui seis formas: porco, cobra, sapo, leão, dragão e humana. E a diferença para o game anterior, é que os desafios mesclam suas transformações. O que significa que toda hora você vai ter que mudar de forma para passar alguma situação.
Os criadores foram tão geniais aqui, que nos apresentaram um jogo de fácil entendimento e que não se torna repetitivo em nenhum momento. Só o que eu não gostei, foi o fato de que se eu estiver morrendo muito em um chefe, aparecerá meu irmão menor trazendo corações para apelar e me ajudar a vencer o desafio.
Também houveram algumas partes que eu fiquei confuso, mas não é pelo desafio em si - mas por falta de atenção mesmo. Me lembro que na parte do vulcão, eu fiquei a tarde toda de domingo para passar e mesmo assim, não passei tudo - só fui concluir no dia seguinte. O jogo apresenta a mesma jogabilidade já conhecida, mas com alguns comandos trocados se você está experiente em Wonder Boy the dragons trap. Com o Z, você salta e ataca com o X! O A e o D servem para você selecionar as magias enquanto o D as dispara!
Assim como nos jogos da série, você equipa vários tipos de armas e armaduras, cujo as encontra em lojas que estão ao redor do mundo. Porém, não há muita diferença entre elas e as mesmas na grande parte das vezes vão oferecer habilidades extras, como andar na lava, ou congelar a água para não afundar, etc. O mesmo inclui as armas, podendo congelar a água para criar plataformas e coisas do tipo. Cada transformação tem sua vantagem e seu poder próprio, mas não vou falar em detalhes sobre elas porque isso estragará sua diversão - você irá descobrindo na maneira como joga.
As transformações do porco e da cobra não usam armaduras e nem armas... no lugar delas, o porco pode usar seu olfato, seu peso e as magias (sim, só a forma de porco usa as magias!) E todas elas são compradas nas lojas cujo cada uma tem um limite. Você aumenta esse limite quando encontra Trufas especiais que estão escondidas ao redor do mundo. Além disso, existem gemas especiais que você encontra explorando o reino e com elas, na loja do ferreiro, pode oferecer habilidades especiais a suas botas, anéis mágicos, armas ou armaduras!
Os gráficos do jogo são bem mais caprichados que o anterior e temos uma jogabilidade em estilo plataforma que vive mudando constantemente na medida em que exploramos uma masmorra nova. E como um bom fã da franquia, recomendo demais este jogo - que está em nosso idioma e que vai proporcionar dezenas de horas de diversão e uma aventura surpreendente.
Há desafios extras, mas não vou explicar aqui - quero que você conheça jogando-o.
A versão que eu fiz minha análise é na Gog, cujo está custando R$65,00! (Ele vem com conquistas!)
domingo, 2 de agosto de 2020
O lendário Wonder Boy Monster Land do Master System
Está certo que nossa primeira vez no game, não era necessariamente sobre um garoto usando uma espada, e sim, sobre a turma da Mônica. Se você jogou ou teve um Master System nos anos 90, já deve ter alugado ou pegado emprestado um famoso jogo conhecido como Mônica no Castelo do Dragão, um baita de um jogão em que muitos anos mais tarde, fomos descobrir que se tratava na verdade, de uma "hack rom" com personagens brasileiros.
Eu cheguei a gravar um gameplay mostrando todo o caminho do castelo (é um gameplay de Mônica no Castelo do Dragão)... Caso alguém tenha dúvida de como passar ou não acredita que dominei este jogo, está aí a prova!
Mas voltando a falar do jogo. Ele é um game de plataforma com elementos de RPG. Na medida que você vai ganhando pontos, sua vida vai aumentando (mas não há nenhuma regra de nível ou de pontos de experiência). Apertando o pause, você poderá ver o que você está equipado. Nas lojas que você encontrará pelo caminho, há diversos modelos de escudos, botas e armaduras que vão garantir sua velocidade ou sua capacidade de bloquear projéteis e de resistir a golpes. Já as espadas caem de certos monstros.
O legal da versão brasileira (da Mônica) é que tudo está em português e fica mais fácil. Como por exemplo, usar a flauta para poder abrir um certo local ou saber entre escolher o sino ou a pedra mágica quando for entrar no castelo. Porém, terminar o jogo é uma tarefa para poucos, pois por mais que você mate monstros e descubras áreas que lhe dão dinheiro (como pular no ar e fazer cair um saquinho de dinheiro ou moedas caírem das paredes), você nunca vai conseguir o máximo de todos os equipamentos (a não ser das espadas, que são adquiridas matando chefes).
Além disso, você pode comprar magias como um tornado ou pequenas bolas de fogo para agredir inimigos a longa distância, mas deverá ser rápido porque o tempo é seu pior inimigo - porque uma vez quando ele acaba, você perde um pouco da sua vida e por ser complicado algumas vezes (a não ser que você ache uma ampulheta no caminho).
Esse foi um dos jogos que mais joguei no Master e recomendo bastante. Hoje ele é facilmente encontrado em sites de rom, já que não existe mais uma versão comercializada dele.
domingo, 22 de dezembro de 2019
Remake de respeito: Wonder Boy: The Dragon's Trap
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| Foto: Reprodução |

















