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sábado, 13 de agosto de 2022

O jogo de carrinhos de rolimã do Zeebo

agosto 13, 2022

Após um bom tempo, voltamos a falar sobre alguns jogos que temos no console Zeebo - lançado pela Tectoy em 2008 e cujo falei na postagem Zeebo extreme: Bóia Cross. Naquela ocasião, cheguei a religar meu videogame depois de praticamente uma década!

Recentemente, comprei dois controles novos do console no site das Lojas Americanas (cujo estão vendendo a R$45,00 a unidade) para finalmente, bater bons contras de Tekken 2 (cujo já analisei aqui no blog) e outros jogos que ainda estão rodando bem. 

A série Zeebo Extreme, tinha potencial. Mas são games muito curtos e com poucas pistas! Todos os jogos da série possuem apenas três e apesar de ser circuitos únicos e sem voltas, não havia nada que pudesse manter os jogadores mais tempo nele. Você apenas escolhe um dos quatro personagens, uma pista e pronto. Se ganhou ou perdeu, pode tentar novamente e caso seja um duelo entre dois jogadores, há a opção de uma revanche ou escolha de outro mapa.

O Zeebo Extreme: Rolimã nos apresentava uma agradável disputa dos famosos carrinhos, que eram muito populares até a década de 90. O jogador só precisa controlar seu carrinho para chegar ao ponto de chegada, não há mistério! Você pode usar um dos botões de cima do controle para poder fazer seu carrinho derrapar, para fazer curvas mais fechadas - mas ao todo, não é um recurso obrigatório.

Caso seu personagem fique preso ou algo que tire toda a sua velocidade, ele recomeçará do mesmo ponto que perdeu (algo comum em jogos de corrida). Porém, a grande sacada dessa competição é o controle do turbo. O Turbo é uma barra que cresce automaticamente na medida em que o jogador passa trajetos, ao apertar o botão 1, o jogador ganha velocidade e isso é essencial para vencer seus oponentes.

Assim como todos os jogos da série, os mapas apresentam atalhos e os jogadores mais experientes poderão encontrá-los para vencer. Abaixo, você encontra o gameplay do jogo:

terça-feira, 4 de maio de 2021

O jogo de Corrida de Crash no Zeebo era para ser um atrativo, mas...

maio 04, 2021

Já tem tempo que eu não posto nenhuma resenha sobre o jogos do Zeebo. Um console brasileiro que foi feito as pressas e que vinha com uma proposta até que interessante: a venda de jogos digitais via download numa rede 3g própria. Ou seja, você nem precisava ter internet em casa para poder acessar a loja e baixar os jogos!

 

E o primeiro jogo que eu vi no console e que me deu vontade de comprar algum dia, foi o jogo do Crash, chamado Crash Bandicoot Nitro Card 3d - sendo mais um jogo de corrida (entre tantos) que os usuários do zeebo tinham. Diferente da série Extreme, aqui realmente tínhamos campeonatos a disputar e não três fases como na série "radical" do console. O jogo é uma adaptação de mesmo nome assim como fizeram com Resident Evil 4 (sim, eu tive os dois e já resenhei a versão "Zeebo edition" da Capcom, leia mais sobre ele clicando aqui). Mas falando sobre o Crash, ele apresenta personagens desbloqueáveis e níveis até que interessantes.

Algumas vezes tinha algum delay em alguns pontos da fase, mas não chegava a estragar a diversão. Foi um dos jogos que eu mais joguei no meu console e muitas das vezes, apagava meu jogo salvo para poder destravar as pistas e os personagens (sim, há quatro personagens desbloqueáveis aqui). Já o sistema de corrida, é aquele mesmo que você conhece - estilo Mario Kart. As fases são bem legais, mas acredito que no segundo campeonato e o terceiro, deveriam por uma volta a mais (2 voltas por estágio por mais que seja grande... merecia mais uma pelo menos, em nome da diversão).

 

Mesmo com boas qualidades e bases bem desafiadoras (algumas com atalhos, inclusive!) a versão Zeebo pecou mais em uma vez em não pensar no básico: jogo de corrida é que nem jogo de luta, tem que haver multiplayer! Enquanto os jogadores tinham a série extreme que permitia disputa entre dois competidores (mas sem outros controlados pela CPU), a versão de Crash não apresenta modo multiplayer. Ou seja, você sempre vai correr para destravar as coisas tudo sozinho (e não são muitas, para falar a verdade!).

 

Quando a gente comprou este jogo aqui em casa, pensava que era multiplayer. Porque o conheci através de um vídeo publicado pelo UOL MAIS (tipo um youtube deste site) onde um funcionário da Tectoy mostrava este jogo. A única coisa que você pode disputar contra seu amigo, na verdade, é um modo que você corre tentando superar o replay dele - e isso ao MEU VER, não é nada legal. Agora, se o jogo tivesse a oportunidade para dois jogadores, seria pelo menos, um atrativo pro console, já que os seus jogos de corrida só tinham 3 fases e não havia opção de campeonato ou mesmo, ter nas corridas entre os jogadores, alguns competidores controlados pela CPU.

 

Veja abaixo um gameplay para você ver como o jogo era:

 


segunda-feira, 30 de março de 2020

A versão Tekken 2 do Zeebo

março 30, 2020

Tekken está entre minhas franquias preferidas de jogos de luta. E como tenho o Zeebo, não pensei duas vezes em comprá-lo. Diferente da versão Resident Evil 4 cujo falei anteriormente, a análise do jogo da antiga Namco, tem só elogios. Para começar, graficamente o game é superior a versão de PS1, cujo foi o primeiro jogo da série em que tive contato.

A jogabilidade, é semelhante ao clássico e não perde em nada pra versões de outros consoles. Tem até o mesmo esquema para destravar o Roger/Alex!!!

Como jogo multiplayer, rende horas e mais horas de diversão pois há uma variedade de personagens e cenários. Contendo um modo pratique e uma lista de golpes em português contendo todos os combos. O que para mim foi bastante útil, pois na época que tive esse console, não tinha internet em casa e foi através desta lista de golpes, que pude treinar combos da Nina e do Heihachi para jogar o Tekken Tag do PS2 com amigo.



Infelizmente, não posso dar uma analise mais profunda dos contras com a versão do Zeebo. Porque meu console só veio com um controle e talvez, eu atualize essa postagem se quiser comprar um no mercado livre, cujo custa um olho da cara e muitas vezes não tenho interesse em gastar tanto em algo em que devo jogar pouco.

Já um contra a esta versão, é a falta de efeitos sonoros dos personagens. Os sons de golpes saem normalmente, mas em nenhum momento há alguma dublagem gravada aqui (a não ser do narrador anunciando os rounds e quem venceu). Não sei se foi decisão da Namco ou da Tectoy, mas a voz deste narrador vem do jogo mais recente da franquia até então, que era o Tekken 5. Li em algum lugar que isso foi uma maneira de "passar que o jogo está mais atualizado".

Outra coisa que senti falta foram os vídeos que tem na versão de PS1. O que deixaria o jogo pesado demais e como a versão original não tem tais vídeos, posso afirmar sem medo que é fiel ao original do arcade. Então, se você arrumou um Zeebo que tem este jogo - vai se divertir bastante se tiver um segundo player. Também ele não possui uma cena de replay, mas isso não é um contra pois foi algo que foi descartado da franquia (porque só atrapalhava ao meu ver!)

Vou deixar um vídeo abaixo para entender como o jogo é.

domingo, 29 de março de 2020

A versão do Resident Evil para um console brasileiro

março 29, 2020

Meu primeiro contato com a série (digo, contato "sério"- já que tinha jogado sem muito interesse o terceiro jogo da franquia) foi com a incrível saga de Leon ao salvar a filha do presidente. Graças a versão do jogo para o console brasileiro Zeebo, cujo tenho guardado e funciona até hoje. Então, se gostaria da opinião série de alguém que comprou e jogou bastante este jogo, continue lendo.

Resident Evil nunca tinha me chamado atenção. Lembro que o hipe gerado pelo RE3 ainda na era PS1 não me fez mudar de opinião. O jogo é sensacional, mas não foi o tipo de jogo que chamou minha atenção. Mesmo assim, fui um daqueles que reclamaram quando saiu o quarto jogo - mesmo sem saber do que se tratava. Talvez minha visão na época, seria de que não tinha como continuar a história (pois sabia o que acontecia graças ao meu irmão que o fechou). Quem sabe um dia, eu tente experimentar este clássico.


Na época do Zeebo, os jogos apareciam no catálogo do console. E dentre eles, estava a versão do Resident Evil 4, considerado até o momento, como o jogo MAIS CARO DO CONSOLE - exigindo 25 reais do consumidor (o que era bastante alto para os fãs do Zeebo). Em média, um jogo do console nacional custava 10 e em grande parte, eram jogos curtos (ou que focava no multiplayer sem dar algo a mais, como jogos de luta como Tekken). Mas não me arrependo de ter comprado o console. Quis dar chance do mercado nacional, mesmo com a Tectoy ferrando com seus consumidores ao criar um sistema em que não se aceita controles alternativos e suas medidas "antipirataria" que no fim, forçaram a muitos não ligarem mais para o videogame.

Não me lembro quanto custou o Tekken 2, acho que foi 18 ou 19 reais e um jogo de 25, ainda mais da Capcom (o único da produtora em todo o catálogo) me fez imaginar que seria um game completo e que levaria horas e mais horas como nas versões de pc ou consoles...

Só que não!

A Zeebo Edition foi apenas um jogo caça-níquel lançado as pressas e que nem chegava perto das versões de Quake I e II lançados para o console. Só foi importante para mim e pro meu irmão no intuito de apresentar a saga de Leon, na qual, fomos conhecer mais tarde no playstation 2 (e que se tornou um dos jogos que mais joguei na vida). A princípio, o game parecia promissor, colocando as cenas dos jogos orginais em fotos e textos resumindo o que acontece (da mesma forma que foi feito o Mortal Kombat Mythologies: Sub Zero para Nintendo 64.Veja só como é a primeira fase no vídeo abaixo:


O sistema era praticamente o mesmo das versões originais, incluindo mira e botões de ação para chutar os zumbis e pegar itens. No fim de cada fase, você pode atualizar suas armas e COMPRAR MUNIÇÃO (algo que só a versão Zeebo tem!). Além disso, ele possui um modo "mercenário" onde você só re-joga algumas frases de outro ponto - o que dá pra se divertir caso você não tenha outro game a disposição. Leon também pode mandar Ashley esperar ou segui-lo e tudo aquilo em que o jogo da Capcom oferece (numa versão feita no estilo do Zeebo...) Veja a fase em que Leon encontra a filha do presidente no vídeo abaixo:


Também ele apresentava um mini-jogo chamado de COIN SHOOT, onde você tinha que acertar moedas em certos pontos. Pode ser divertido em algum momento, mas não é aquilo que chama atenção para jogando o tempo todo - talvez só sirva para aumentar de maneira preguiçosa, o tempo útil do jogo.


Não sei de onde eles tiraram a ideia de colocar todos os zumbis azuis... com certeza, essa é a primeira coisa que chama atenção! Uma coisa que não tem nas outras versões, é apresentar uma frase de Crítico quando você acerta aquela bala bem na cara do monstro. (Isso eu senti falta quando migrei dessa versão para de PS2).

Como eu disse antes, o jogo valia na loja da Zeebo 25 reais. 

Mas acredito que nem valia os 10 que pagamos por ele numa promoção.

Pois o jogo está incompleto e só possui 13 fases... (isso mesmo!)

O jogo termina quando Leon está sendo perseguido por um Verdugo (se disse o nome errado, me corrijam nos comentários, por favor) e foi através disso, que nos fez ir atrás de outras versões. Com a história que não é nem a metade do jogo original, não dá pra entender como jogo sério. Todas as fases, são apenas uma parte de algum ponto do jogo. Onde você mata todos os zumbis ou pega uma chave. Resumindo: cada loading é uma fase (tirando a 4 e a 12, eu acho, onde você só enfrenta El Gigante e acaba!)


O jogo também você combina ervas para aumentar a saúde e outras coisas que me fizeram gostar do jogo. Pois se ele fosse até o final, poderia sim, ser um dos melhores jogos do console - mas é uma versão fraca da adaptação de celular que vi por aí. Se for para criticar o console, posso afirmar que chamar RE4 de Zeebo Edition poderia sim, um nome perfeito para uma porcaria. Tudo porque não oferece nem a metade e todos aqueles que jogaram, vão ter que gastar mais dinheiro para conhecer o original, que hoje está na Steam e qualquer um com pc mais ou menos, consegue se divertir.

Ele apresenta as mesmas mecânicas básicas e dá pra se divertir se nunca jogou RE4, mas ele foi o jogo mais caro do console, sendo que não vendia o game completo. Era melhor pegar esse dinheiro e com mais um pouco, comprar a versão completa ou aproveitar alguma promoção na Steam.

Mas agradeço por ser a porta de entrada para a série (cujo hoje, terminei com meu irmão o RE5 de pc e devemos em breve, falar nossas opiniões!)

OBS: horas depois após o fechamento desta postagem, procurei saber aonde levava o RE para celular - uma vez que a versão do Zeebo nada mais era que uma versão traduzida e pouco modificada. Me levando a crer que o trabalho porco da Tectoy, era pior do que eu pensava. Pois o jogo de celular, continha 24 estágios - levando o jogo até o final. Com estágios mais avançados que rodariam perfeitamente no Zeebo. Talvez se estivesse essa versão, poderia até aceitar doar 25 reais...

As duas versões (celular e Zeebo) são praticamente a mesma coisa. Então, mais um MOTIVO PARA NÃO COMPRAR MAIS NADA DESSA TECTOY, que só foi boa nos anos 90. 

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Zeebo Sports: Vôlei

julho 01, 2019

Assim como a série Zeebo Extreme era voltada para jogos de corrida, a série Zeebo Sports era como o nome diz, voltada para esportes. Tais como tênis, vôlei, e até a brincadeira de queimada! (Mas falarei apenas do vôlei mesmo, pois é o único jogo que eu tenho!)

Diferente do Zeebo Extrema: Bóia Cross, como falei na postagem passada. Apesar de apresentar sempre o mesmo cenário (o porque não faria muito sentido mudar algo num esporte de praia), Zeebo Sports: Vôlei não é um jogo repetitivo. Aqui você faz bonito escolhendo entre oito personagens bastante carismáticos. Não existe habilidades específicas para cada um deles, mas, na medida em que você vai jogando, seus personagens ganharão experiência, evoluindo melhor sua movimentação e salto. (Achava melhor dar o nome de experiência em vez de nível, como é apresentado).

Nunca joguei com duas pessoas, mas imagino que o vencedor ganharia pontos de experiência (níveis) no modo vs. Pois jogando sozinho, você recebe pontos de níveis com os personagens escolhidos a cada vitória (ou um número muito reduzido se perder!). Ao completar 1000 níveis, seu esportista escolhido usará uma roupa de banho, mais característicos a um esporte de praia. O nível máximo em que os personagens podem atingir é de 6000 níveis, mas diferente do que acontece em mil, não recebe uma nova roupa.

No jogo, você pode escolher jogar contra um amigo ou os dois juntos contra o computador. O jogador tem um slot com seu nome para marcar os níveis de seus personagens e esse perfil pode ser confrontando um contra o outro.Como numa partida de vôlei, você pode optar em um número máximo de pontos para definir o vencedor, que vai de 3 a 21. Também a opção de jogar com nenhum perfil, entrando como convidado.

Como todo jogo do console, está em português e dublado. Para mim, é um dos melhores do Zeebo, mas que infelizmente, não tive um controle para jogar com meu irmão. Abaixo, você confere uma gameplay do jogo.




terça-feira, 25 de junho de 2019

Zeebo extreme: Bóia Cross

junho 25, 2019

Zeebo foi um videogame brasileiro lançado em 2008 pela Tectoy, mas que não fez o sucesso esperado. Diferente dos consoles anteriores, a empresa brasileira em parceira com a Qualcomm, produziram um videogame que tinha uma proposta até interessante: um console que só tinha mídia digital. O jogador tinha acesso a uma rede sem fio totalmente gratuita, que servia apenas para a compra de jogos (mais que tempo depois se vendeu em alguns planos de MSN ou alguns sites pré-selecionados).

Faço essa análise porque eu tenho um Zeebo, e estou jogando com ele até hoje. Quer dizer, recentemente, tirei o console da caixa para ver se estava funcionando e mesmo com o joystick arrebentando, o videogame funcionou e matou minha saudade. Minha mãe comprou para mim em 2009, a meu pedido; Escolher entre o novo Mega Drive a um console BR, optamos pela segunda opção, que foi bem vinda no começo.

O pessoal daqui de casa entende que pirataria só atrapalha as coisas, então, na era play2, "fomos burros" o suficiente para trocar os jogos do tio zé a 3 por R$5,00 a um jogo original do Zeebo. Vou te dizer, a proposta era boa. Mas devo falar sobre a sacanagem desse console em outra postagem.

Aqui vou começar algumas análises dos jogos que eu tenho. 

O Zeebo Extreme: Bóia Cross, foi um dos jogos que acompanhou meu Zeebo. Ele já veio instalado e tinha uma proposta até que legalzinha. Participantes competiam entre si em cachoeiras, optando por 3 fases, cada um com um nível de dificuldade. Os gráficos para mim, até que são aceitáveis em comparação a potência do console e conseguem sim, te distrair. O jogo tem além das fases, níveis de dificuldade e alguns atalhos.

Os jogadores competem entre vi sendo sábios em usar a força da correnteza e procurando por fôlego (alguns X espalhados pelo mapa, que aumentam a 'barra de energia' do competidor afim de que o mesmo nade). Também existe o energético, que lhe dá fôlego infinito por instante e o boomerangue (um joystick especial que permite arremessar para atrapalhar o oponente - a mesma coisa que o casco vermelho do Mario Kart do Super Nintendo, se você já jogou).

Nunca cheguei a jogar com um amigo porque não tenho dois controles, mas o jogo é divertido ao mesmo tempo que repetitivo. Porque você só joga a fase e acabou! Tem a marcação de recordes, mas é só isso. Se você encerrou a corrida, tem a opção de repeti-la e mesmo que seja divertido contra um amigo, jogar sozinho contra a máquina em apenas 3 fases o fazem querer mudar de jogo assim que as termina, pois não há um 'modo torneio' ou algo que te faça vencer...

É jogar e pronto.

Dentre a série Extreme, eu só não tenho o de avião e o de corrida Baja - por isso não vou poder falar sobre eles aqui. Abaixo, separei um vídeo de um gameplay para ver como o jogo é:

sábado, 26 de janeiro de 2019

O impressionante Quake dublado/legendado em português

janeiro 26, 2019
Foto: Reprodução Zeebo
Quake é uma franquia de jogos de tiro da mesma produtora de Doom que realmente revolucionou o mercado dos games, trazendo pela primeira vez um FPS realmente em 3D.

Por enquanto, não existe nenhum MOD ou tradução para as versões de Quake existentes para comprar na internet, mas há cerca de dez anos atrás (2009) as duas primeiras edições do jogo ganharam versões para o videogame brasileiro Zeebo.

O que foi o Zeebo?!

Zeebo foi um videogame brasileiro criado pela Tectoy em 2009, com tecnologia baseada em celulares da época, trazendo uma proposta inédita na época: adquirir jogos pelo próprio console via internet. A grande sacada é que você não precisava de conexão de internet para o aparelho, pois o mesmo já vinha com uma especial 3G apenas para você baixar os jogos comprados pela loja virtual do console.

Na primeira versão do console, vinham na memória os jogos FIFA 09, Need for Speed: Carbon e Treino Cerebral e a possibilidade de baixar em seguida Quake 1 e 2.

Quake 1 e 2 100% em português e dublado

A Tectoy fez um excelente trabalho com a versão de Quake 1 e 2 para Zeebo. Ambos os jogos tiveram as mesmas fases do jogo original, com melhorias gráficas e ainda por cima, legendados e dublado em português. Confira vídeo abaixo.





Infelizmente essa versão só existe para quem possui o Zeebo original. Além do mais, não se sabe o porque (mas devido alguns bugs no jogo), as versões de Quake foram retiradas da loja virtual do console, sendo relíquias apenas para os primeiros compradores do produto.

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