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segunda-feira, 25 de novembro de 2024

Turbinaram os inimigos em Half Life 25Th Anniversary

novembro 25, 2024

Eu amo Half Life e está dentre minhas franquias preferidas. No dia em que foi escrita essa postagem, já tenho resenhado aqui no blog a maioria dos seus jogos, cujo faço questão de comprar! Porém, após alguns anos sem acessar a versão clássica do jogo (aquela lançada em 1998) - percebi que ela havia atualizado em uma tal de Half life 25Th Anniversary, cujo apresentou conteúdos novos e alguns upgrades bem interessantes, voltados mais para computadores modernos.


Como queria aproveitar pra jogar novamente usando um mod de dublagem por IA do game, estranhei a princípio algumas coisas novas. E apesar de já ser experiente no jogo, ter concluído e tudo mais - percebi que (pelo menos para mim), as coisas andavam mais difíceis. Para se ter uma ideia, um Headcrab, que é um monstro mais fraco do jogo - pulava mais alto e parecia ter o dano aumentado. A grande surpresa foi que ele não morria facilmente com tiros ou umas boas pancadas com o pé de cabra... aquele monstrinho já era imbatível e encontrar dois ou três deles, era terrível de se jogar.


Essa versão 25Th Anniversary para mim, foi uma porcaria nesse sentido. 


Já que ao olhar a configuração do jogo e compará-la com a programação do Half Life Source, pude perceber a "brincadeira". Imediatamente, instalei a versão Source para aproveitar a dublagem (que também funciona nessa versão) - desistindo da versão clássica... já que com monstros mais resistentes do que nunca e munição escassa... a coisa se torna outra e não Half Life; Sabe aqueles cientistas que são controlados pela Headcrab? Eles aguentam facilmente tiros e mais tiros de escopeta, sendo que ao jogar a versão do Source, eles poderiam morrer com um tiro bem dado na cabeça.

Não vi divulgarem que eles aumentaram a resistência de todos os inimigos, mas isso, me tirou o ânimo de jogar a versão clássica. Vou mostrar apenas um exemplo de um Headcrab em comparação com o mesma do Source (que felizmente, está como o jogo original de 1998). Além disso, no meu pc tive vários bugs estranhos - como na parte onde ligo o ventilador para subir - ele não empurrava o Gordon (me deixando eternamente ali). 


25Th Anniversary foi uma péssima experiência para mim, por ter bugs que não me deixam passar pelo próprio jogo e por encontrar monstros fortes demais sem motivo algum. (8 tiros de pistola para matar um HeadCrab... isso não existe!)


Na página de configuração, podemos ver como está a resistência dos monstros e veja:


Eu abri no bloco de notas os arquivos dos dois jogos (Half Life e Half Life:Source), no caso, foram o skill.cfg e skill2.cfg (ja que no half life Source, temos três aquivos para cada dificuldade, sendo que o 2, é o modo normal). E podemos ver que enquanto no Source, um simples Headcrab tem resistência 10, agora no 25Th Anniversary eles tem 100 (imagino que ele utilize o valor número 2, que seria a dificuldade normal). Além disso, veja como também, aumentaram o dano! (10 de dano a mais do que o mesmo monstro no modo normal na versão Source).


Tem sobre os outros monstros e podemos fazer uma comparação. Os valores podem ser alterados, no caso, se eu quisesse jogar o clássico usando os valores da versão Source. O que eu não fiz por já ter esta versão do mesmo jogo. Também não sei se ao fazer isso, poderia levar um VAC Ban da Valve, afinal, estaria mexendo diretamente no jogo deles. Mas eu gostaria de entender o porque fizeram isso... já que para mim, não valia a pena aumentar a dificuldade. (Penso nos novatos que compraram o jogo e vão ter uma experiência ruim por causa desses monstros quase imortais e por escacez severa de munição e recursos.)


O Half Life 25Th Anniversary foi tão ruim para mim, que agora só recomendo a versão Source e também, a Black Mesa - cujo comprei a bastante tempo mas meu pc ainda não roda o jogo como devia (deixando para jogá-lo futuramente). Estou realmente chateado com essa "abombalização" dos inimigos... deixando o jogo ridículo...

terça-feira, 19 de dezembro de 2023

Vale a Pena comprar Half Life Source?

dezembro 19, 2023

Como fã de Half Life, gostaria de dar minha opinião sincera a este título. Mas não irei entrar em detalhes mais profundos sobre o jogo, como a história, pois eu já fiz na minha resenha do jogo original. 


A minha intenção é te dizer o que eu acho e daí, você decidirá se valerá a pena ou não, ter esse jogo na biblioteca da Steam.


Como o título já declara, o game tem a proposta de pegar todo o jogo clássico original e portá-lo na engine do Half Life 2. Que em partes, segue sim, a mesma física e gráficos, como o formato de água, por exemplo. Alguns pontos do jogo conseguem ser muito mais bonitos que o original, enquanto em outros - aparenta ser uma espécie de mod feito por cima do clássico.

Não me entendam mal, o jogo é ótimo - afinal, é o lendário Half Life 1 com a interface e física do 2. O que pode mudar muito em certas partes da aventura - tornando até mais fácil em alguns momentos. Mas, teve certas coisas que não me agradaram, como por exemplo, o brilho das armas. Parecem que elas refletem as luzes que vem de todos os lados - enquanto a mesma arma no em HL 2 não faz isso. 


Já os NPCs, não chegam nem perto daqueles de HL2. Vou deixar uma imagem abaixo para que você entenda o que eu quero dizer.

É o MESMO JOGO com "gráficos" e mecânicas do Half Life 2. Em alguns pontos, bem bonitos - em outros, parece que foi posto um mod; Não tenho nenhum arrependimento em comprá-lo, pelo contrário, continuarei jogando este e o HL 1 clássico. Mas pela bagatela de R$33,00 (na data que essa postagem foi escrita), não vale a pena - a não ser que seja por uma promoção ou que você realmente goste da franquia. 


Acredito que se você tem o desejo de passar pela experiência de jogar Half Life 1 em um ambiente mais moderno, que prefira comprar Black Mesa do que este. Apesar de ser um pouco mais caro, (R$37,00) COMPENSA DEMAIS!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

O que eu achei bom em Half Life 2: Episódio 1?

janeiro 03, 2022

Diferente de Half Life 2: Lost Coast, os episódios (que foram lançados em 2006 e em 2007) são continuações direta da campanha do jogo original. Aqui continuamos do ponto onde parou o final do game e Gordon e Alyx precisam escapar o quanto antes da Cidade 17; O game apresenta uma campanha do mesmo tamanho em que as expansões de Half Life 1, como Opposing Force (cujo já demos nossa análise no blog).


O design das fases é agradável e interessante (o que realmente a gente espera num Half Life). Inovando em coisas que vimos no jogo original, mas sem tornar repetitivo. Com Alyx nos ajudando, podemos compreender melhor a situação das coisas - pois a presença dela nos passa a impressão que o game está sendo jogando em cooperativo. Mas diferente do que vimos em Daikatana (cujo também já demos nossa opinião), aqui nossa NPC não atrapalha o jogador e até que o segue de forma bem eficaz.

A expansão adiciona coisas a história e cria um impacto maior a ela. Quem jogou o game percebe muito bem o clima da cidade 17, tornando-a mais tensa com o final do jogo e toda a campanha em que nosso herói terá que passar para não ser morto. Muitas vezes Alyx irá se impressionar com os desafios que Gordon passa e por causa disso, haverá situações onde "ela o deixará sozinho" para que você enfrente o diabo e depois de muito sofrer, ela te dar um abraço e chamar de herói.


Segundo a página da Steam, este jogo NÃO REQUER O HALF LIFE 2 - mas recomendo que o tenha. Principalmente que esteja instalado no seu pc para que você possa jogar em português (de Portugal). Ao comprá-lo, você também ganha o Half Life 2: Deathmach, cujo já dei análise dele aqui no blog.


Com fases muito bem elaboradas, puzzles inteligentes e uma jogabilidade que parece ser cooperativa (além de toda excelente ambientação de Half Life 2) eu recomendo e MUITO ESTE JOGO. Cujo apresenta dois novos tipos de "zumbis" e uns desafios em que só jogando para saber.


Compre na Steam pelo link abaixo (R$ 16,60):


https://store.steampowered.com/app/380/HalfLife_2_Episode_One/

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Vale a pena Half Life 2 Deathmatch?

fevereiro 19, 2021

Aqui no blog já analisamos vários jogos da franquia Half Life. E como de costume, vamos dar nossa opinião sobre mais um game da série; Não vou escrever tanta coisa assim porque o jogo costuma ser mais curto que o Half Life 2: Lost Coast.
 

Half Life 2 Deathmatch é pra mim, mais um produto afim de arrancar mais dinheiro dos fãs. Afinal, essa função deveria estar no jogo original, e não ser vendida como um produto separado. Ele aproveita algumas fases do game e o transforma num jogo multiplayer, na qual, jogos como Counter Strike Source (que também tem análise no blog), já fazem. Além disso, jogos como Team Fortress Classic (que também já dei minha opinião aqui no blog) custa o mesmo é costuma ser muito mais interessante.

Assim como Team Fortress Classic, você não pode criar partidas com Bots - tendo a única opção a jogar com amigos via LAN ou pela internet (cujo existem servidores brasileiros). No jogo, você anda pelo cenário a procura de armas e tenta matar seus oponentes como qualquer outro Deathmatch - mas não há nada de atrativo como em Unreal Tournament 99, por exemplo. Você só entra numa sala, troca tiro com quem está lá, vê sua pontuação e vai jogando nesse ritmo até que a sala seja trocada. O jogo possui muitos poucos mapas em comparação a qualquer Counter Strike e na minha opinião, não vale os quase 11 reais que vale.

 

Ainda bem que ele vem junto com o Half Life 2: Episódio 1 (que ainda vou preparar uma análise quando jogar e fechá-lo), mas minha intenção aqui é que não o compre como produto separado!

Página do jogo na Steam:

 

https://store.steampowered.com/app/320/HalfLife_2_Deathmatch/

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Half Life 2: Lost Coast - uma versão demonstração

julho 29, 2020

A série Half Life está entre as minhas preferidas de hoje e sempre. Tanto, que já fiz análise de alguns jogos da franquia cujo vou deixar no fim desta postagem. Mas, se você veio por aqui por que não tem nenhuma ideia do que seria este HL 2: Lost Coast, basta que ele está mais para uma versão demo do que uma expansão.

Quando comprei o jogo, acreditei que ele traria algo a mais (uma vez que o final do game me forçou a jogar "as expansões"). Mas em Lost Coast, só o que temos é apenas um trecho de uma fase. Estágio que por sinal é difícil pra caramba e quando você termina, só deu conta que deu volta naquele mapa. Ao pesquisar na internet sobre o mesmo, ele apresenta melhorias gráficas e segundo o wikipedia, um jogador experiente pode terminar o jogo em 15 minutos! (Eu levei quase 1 hora, sendo que na parte de derrubar um tal helicóptero, me fizeram desistir de jogar por um bom tempo!).


É apenas uma fase que não apresenta nada de especial. Se você zerou o Half Life 2 e quer ter algo a mais, esqueça esta expansão - ela não serve para muita coisa. Vá atrás dos episódios 1 e 2!

Confira minha análise de Half Life 2 clicando aqui!

Ou, veja minha análise de Half Life 1 ou da expansão Opposing Force!

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Half Life 2: Nova Ordem Mundial e guerra civil

junho 19, 2020

Half Life já tinha me surpreendido, mas a pergunta que fiquei na mente é que se este jogo realmente seria tão bom quanto o primeiro. Feito em uma engine nova (a Source), o jogo foi lançado em 2004 e foi um tremendo sucesso. O mais incrível é que apesar de ser a continuação da história de Gordon Freeman, ele tem um tema totalmente diferente. 


No primeiro game, nosso personagem teve que sobreviver a alienígenas e muitos desafios (incluindo o exército americano) até se tornar um empregado de G-man. Só que, em vez de enfrentar criaturas de Xen, nosso querido herói se encontra numa cidade dominada por um tirano. Vamos entender que os conceitos de Nova Ordem Mundial são aplicados a esta sociedade, mas nosso físico favorito estava prestes a conhecer a "resistência" - pessoas que estavam contra o governo local, e que seriam caçadas conforme acontecem nesse tipo de história.


O jogo possui um clima muito forte de guerra civil, levando mais uma joia a franquia e mantendo o mesmo padrão de qualidade do primeiro apesar do mesmo ser uma missão completamente diferente. Até mesmo algumas criaturas que o personagem matou no primeiro jogo, aparecem e ainda falam na linguagem humana. Também haverá uma situação em que um robô mostrado no início de Half Life 1, aparece (já que no primeiro jogo, ele só aparece quando você está no trem).

A parte legal dessa história, é que temos outros personagens e há opção de colocar legendas para se entender tudo o que eles estão falando. Caso você não saiba como fazer, leia nossa matéria ensinando como traduzir Half Life 2.

Não vou entrar em detalhes sobre a história ou quem são os vilões aqui. Pois assim estragaria sua diversão! Mas saiba de antemão que neste jogo, há menos armas que o anterior. Porém, temos um sistema de movimentação e jogabilidade melhorados. Também dificilmente, você ficará sem munição!


O mais legal da ambientação deste sequência, é que temos muitas adições. A começar por veículos, onde nosso querido Gordon vai pilotar um barco e um "carro". Vai derrubar naves de combate e enfrentar muito inimigos humanos (ou humanóides, se você os considerar alienígenas). Enquanto em HL 1 você matava monstros e quase não tinha humanos, aqui, você mata humanos e quase não encontra monstros.

Não me lembro de ter encontrado alguma criatura enorme que não fosse uma máquina. 

Além disso, houve uma parte em que após xiar muito com o jogo, graças a alguns monstros do deserto (que eram infinitos e não havia outra forma a não ser fugir), vai haver uma parte onde Gordon aprenderá a controla-los e portanto desses insetos poderosos, invadir uma das bases do governo. É claro que não dava pra ele fazer isso sozinho se não tivesse esse enxame de amigos, mas não foi uma tarefa muito fácil. Vou te dizer que me senti um treinador de pokémons, mas achei muito legal essa adição a história...


Mas nem tudo são flores, pois tem certas coisas que eu achei apelão demais. Como um tal de headcrab "negro", que é um monstro clássico da franquia, mas que este em um ataque, o deixava com 1% não importando a armadura, pois ele te colocava algum vírus e tinha que esperar seu traje curá-lo. Só que o desgraçado, ou qualquer outro, poderia te matar no próximo golpe e como é pequeno, se aproveitava de locais escuros... vamos dizer que passei muito sufoco.

Ele ainda vinha de um zumbi que vivia arremessando essas aberrações.

Sobre as armas, apesar de um número reduzido em comparação ao primeiro jogo - cumprem bem o seu papel. A grande benção é que não temos glock como arma inicial, mas sim outra pistola que ajuda pra caramba!

Como o jogo trata um período de ditadura, por ser parte da resistência, haverá um momento de guerra civil e você terá que comandar companheiros de forma parecida dos jogos antigos de Rainbow Six. O lado bom é que se há um médico, ele pode lhe curar a todo momento. Só que eles são limitados e caso sua equipe morra, você poderá encontrar outros mais a frente. Mas, mesmo com essa ajuda - haverão momentos no game em que você deverá fazer certas coisas arriscadas ou optar em fugir ou passar do local tomando tiro em vez de ficar lá e lutar como homem.


Dentre as armas, houve uma que será essencial para a sua jornada. Que é uma arma de gravidade, cujo faz você segurar as coisas e que diferente de sua cópia na expansão de Doom 3, possui um sistema muito melhor. Por exemplo, no Doom 3, a arma teria que ficar segurando o projétil para disparar de volta. Já em Half Life, basta apenas apertar o botão direito uma vez para agarrar o que você quer e não é preciso mais apertar mais nada - o negócio ficará grudado até você decidir arremessá-lo contra alguém (apertando o botão esquerdo) ou deixando no chão (apertando o botão direito).

E vem mais uma crítica ao Doom 3. (Cujo já fiz análise no blog).

Half Life 2 foi lançado no mesmo ano, mas temos lanterna na arma. Além de que todos os monstros mortos, continuam no mapa. Incluindo nossos aliados mortos!


Como é de costuma da franquia, alguns pontos deverão ter certos puzzle resolvidos e todos as saídas levam a um caminho. Achei bem satisfatório que alguns locais tenham referência a alguma fase do primeiro jogo em questão de design.

Half Life 2 superou o primeiro? Com certeza. Em nenhum momento, ele ficou abaixo. Mesmo que tenha certos pontos que tirou minha paciência, mas o primeiro também era de igual forma. Só saiba que haverão alguns pontos onde os produtores vão lhe dar uma trolagem. Mas não se preocupe, a cada ponto novo, existe um salvamento automático. (O que também acontece se você clicar f6), o que é bem-vindo, pois houve ocasiões que tive que dar load devido a algum erro no andamento do jogo, como por exemplo, numa parte em que um aliado meu me disse para entrar no portal com ele e nem dei bola - o sujeito entrou e foi teleportado e eu fiquei. Assim, Gordon Freeman ficou preso na fase e tive que dar load... talvez seja por isso, que eles tiveram esse cuidado.


Cuidado era tanto, que ao sair do jogo, ele pergunta se você quer salvar seu jogo!

Mas é claro que mesmo sendo feito numa engine melhor e tenha uma história tão boa quanto a primeira, ele não invalida o anterior. Apenas se estende e complementa o primeiro game da série.

Compre na Steam agora por 21 reais

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Como por legendas e traduzir Half Life 2

junho 05, 2020

Para você que comprou Half Life 2 na Steam e não sabe como traduzi-lo, ou no caso, fazer a bendita das legendas funcionarem. Veio ao lugar certo! 

Assim como você, instalei a tradução do jogo, mas em nenhum momento consegui ver a bendita das legendas. Por isso, fui procurar na internet alguma solução para o meu problema e encontrei. Para começar, você precisa abrir o console do seu jogo. (Inicialmente ele estará desativado - caso for o seu caso, acesse as configurações do jogo e clique em teclado, em seguida, avançado e marque a opção Ativar console de desenvolvedor. Como na foto abaixo:


Em seguida, você vai ter que ir na pasta do jogo (C:\Program Files (x86)\Steam\steamapps\common\Half-Life 2\hl2\resource) e procurar por dois arquivos: closecaption_portuguese.datclosecaption_portuguese.txt . Copie-os e cole em seguida no mesmo lugar, renomeando ambos para closecaption_brazilian  


Segundo a postagem que li em uma página na Steam (cujo vou deixar a fonte no fim da postagem e dando todos créditos ao autor do tópico), não existe uma versão BR de fato, e sim, pegar a tradução feita para o português de Portugal e inseri-la como se fosse PT-Brasileiro. 


Como tinha traduzido o jogo e deixado para lá, acredito que esta deva ser a versão em nosso idioma (porque tinha instalado a tradução antes). Por isso que recomendo que instale a tradução do jogo para depois seguir este procedimento. Você pode baixar a tradução através do site da Game Vício clicando no link abaixo:


Após isso, abra o jogo e no console, digite: cc_lang portuguese

Em seguida digite, cc_lang brazilian e você verá as legendas e poderá jogar de boa.

Comigo, não cheguei a por cc_lang portuguese, porque as legendas não apareciam nem em inglês. (Recomendo que em configurações, ponhas as mesmas em close caption, para poder entender todas as falas). Quando digitei cc_lang english, pude entender que tinha ativado as legendas! Você pode trocar os idiomas sem precisar reiniciar o jogo. As legendas vão ser mudadas a partir das próximas falas!

Créditos ao Gus pelo Guia.
https://steamcommunity.com/sharedfiles/filedetails/?id=293351385

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Opposing Force - a primeira expansão de Half Life

fevereiro 25, 2020

Na análise que escrevi sobre Half Life (cujo vou deixar o link no fim da postagem), eu citei que o primeiro jogo da franquia recebeu algumas DLCs que contam a história da trama vista por outro ponto de vista. E aproveitando a promoção da Steam que deixava a série HL de graça por um tempo, peguei Opposing Force para começar.

Já comprei Half Life e o episódio 2, mas no dia em que eu escrevi essa postagem - ainda não zerei para poder dar uma análise. 

Opposing Force é uma DLC com uma campanha que durei 7 horas para completá-la (mas pode ser mais ou  menos para jogadores mais viciados). De quebra, a primeira coisa que eu tenho que mencionar aos marinheiros de primeira viagem, é que ele é muito difícil. Difícil mesmo! Acho que a palavra difícil nem se compara.


Serão vários desafios praticamente impossíveis onde você deverá apertar F7 para dar load e tentar novamente. Alguns pontos chegam a desanimar de tão chato que são, principalmente quando sua munição fica escassa e os monstros aparecem. Teve uma parte (que considero a mais crítica) foi quando tive que fugir de um helicóptero, saltar no telhado, entrar em outro compartimento, desligar a energia de um fio que liga outro nível a outro, para depois voltar a se esquivar do veículo aéreo e tentar entrar em outra parte...

Se o Half Life teve umas partes complicadas, o Opposing Force chegava a ser demais. Então, se você é daqueles caras que não gosta de desafio ao extremo, pode esquecer. Tanto, que teve vezes que eu desliguei o jogo e fui fazer outra coisa (e olha que zerei no modo A do Volgar The Viking e fechei o sinistro Castle in the Darkness - cujo, já fiz análise aqui no blog). Nem quero imaginar se tentar jogar isso na última dificuldade.


Nesta DLC, você é um dos militares que foram capturar Freeman- mas acaba ficando sozinho naquele lugar. Assim, deverá usar seus conhecimentos militares para sobreviver. O legal é que no lugar de um pé de cabra, você usa uma ferramenta (me desculpe, eu não sei o nome daquilo) - além de uma faca militar.

Por ser uma adição a história, imaginava que o protagonista usaria as mesmas armas, mas não. Aqui, temos um desafio e um jogo praticamente novo - colocando apenas alguns estágios cujo podemos ver o próprio Gordon Freeman em uma parte de sua própria história, já que conta os eventos de Half Life por outro ponto de vista. Como seu personagem é um militar, haverão cordas em lugares de escada para você subir e em uma parte, eu custei entender isso.


Sobre as armas novas, vale citar que perto do fim do jogo, o militar usa aquele monstro que tem uma língua comprida, como arma para subir em alguns lugares. Além de uma arma que teleporta o inimigo para a dimensão dos monstros do jogo - é claro que não vou dar detalhes mais específicos, uma vez, que quero que você veja por si mesmo.

Apertando N, você usa a visão noturna (a mesma do Counter Strike 1.6 quando você compra Nightvision) e será bastante útil, pois haverão situações onde você ficará enfrentando inimigos na escuridão. Também, existirão alguns puzlles exclusivos dessa versão, como fechar um portão para que monstros deixem de nascer infinitamente...


E se achou os monstros de HL um pouco chatos, você vai se surpreender o quanto você pode ficar nervoso e com vontade de encher alguém de porrada quando encontrar as novas criaturas, horripilantes e terríveis que nem Gordon Freeman encontrou em sua jornada. Mas não se preocupe, você tem um arsenal maior que do próprio jogo original para dar conta de todas elas...

Assim como em Half Life, o chefe final não chega a ser difícil, mas é muito desafiador chegar lá. Afinal, você deverá ser o mestre de f6 (salvar) e f7 (load) para prosseguir muitas vezes, Mas me sinto orgulhoso por terminar um jogo tão genial quanto seu carro-chefe. A única coisa ruim é que não podemos jogar o mesmo online em cooperativo (apenas vs). Mas se houver alguma forma, vou colocar aqui no blog.

Compre o jogo na Steam pelo link:

https://store.steampowered.com/app/50/HalfLife_Opposing_Force/

Mais detalhes sobre a história e como funciona o jogo, vou deixar com o vídeo abaixo:

Análise sobre Half-Life no blog:
https://www.reidosgames.com/2019/09/half-life-classico-dos-classicos.html

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Half Life: clássico dos clássicos!

setembro 23, 2019

Me lembro da época que tinha saído o Half Life mas por motivos de força maior (fato de não ter um pc decente), não tive acesso ao jogo. Anos mais tarde, conheci o famoso mod que tinha se tornado mais famoso que o game em si, Counter Strike e por muito tempo, me divertia com esse maravilhoso game sem entender como era o jogo original que lhe deu vida.

Ao comprar o jogo na Steam (que eu vou deixar o link abaixo) pude entender porque ele foi eleito entre um dos maiores jogos de todos os tempos; Resumindo a história: você assume o papel de Gordon Freeman, um físico que estava indo para mais um dia de trabalho. O jogo começa com o jogador sem armas chegando de trem ao seu emprego, um centro de pesquisa secreto e subterrâneo (espécie Area 51) na qual, estavam fazendo pesquisas sobre tele-transporte.


Assim como acontece em The Ultimate Doom, algo dá errado e você se encontra como um dos poucos sobreviventes de um ambiente de morte, cercado por alienígenas e a missão principal, é claro, sobreviver. Enquanto em jogos como Doom e Shadow Warrior, você passa as fases através de chaves por cores. Aqui, existem vários puzzles que exigem a inteligência do jogador, pois diferente dos jogos citados, em Half Life você não tem acesso a mapas.

Quem conheceu Counter Strike 1.6, vai reconhecer a mesma mecânica. Podendo até entender que seria um "cs de fase" e realmente é. Mas, assim como em Unreal Gold, não existe uma tela de transição de fase. Ao passar de um mapa a outro, o jogo carrega o próximo nível rapidamente e você já está no próximo mapa, que é feito para ser uma continuação do primeiro. E vou te dizer, os puzzles deste jogo são incríveis... como por exemplo, para ativar um painel de um ponto, você tem que ativar um mecanismo de alguma coisa e só daí terá o caminho liberado...


Também há algumas trolagens como todo jogo do tipo, mas não é apenas um jogo de atire em tudo que se mover. Gordon Freeman deverá vencer alguns inimigos pela inteligência e algumas vezes, deverá fugir para sobreviver. Mesmo tendo um vasto arsenal de armas, deverá usá-las com sabedoria e muitas das vezes, deverá usar seu famoso pé de cabra para quebrar caixa em busca de itens. Ele possui uma armadura que pode ser carregada em certos pontos, ou por itens que aumentam a armadura (algo comum em Doom, Quake e jogos do tipo). Em uma mecânica que entrete o jogador por horas, pois ele não só entra e mata os inimigos apenas... algumas vezes ele andará por corredores sozinho para resolver puzzles!


Eu mesmo, já sentei para jogar e quando fui perceber - já estava completando quase duas horas!

Alguns puzzles achei complicado, mas insistindo, consegui passar sem olhar em detonados.

Além de enfrentar alienígenas para sobreviver, Freeman enfrentará ate o exército americano. Que foi enviado para matar os cientistas e seguranças sobreviventes (além de exterminar a raça alienígena), assim, você terá que matar militares e diferente dos monstros burros de Doom, aqui são soldados que seguem a mesma regra do Counter Strike (será como se você estivesse jogando CS com bots, por isso, não basta só atirar pois eles terão inteligência para se esconder e até tacar granadas!)


Assim como no jogo Counter Strike Condition Zero Scenes Deleted, você possui mais de uma arma por numeração. Tendo várias armas em slots numerais, incluindo mochila de explosivos e uns bichinhos alienígenas que podem te atacar se você não souber usar direito!

O chefe final não chega a ser complicado, mas quando o personagem chega no final do jogo - ele receberá uma mochila a jato, na qual, o jogo não explicou como usa. É claro que originalmente, ele tinha um manual de instruções explicando como usar, mas como comprei na versão digital da Steam, tive que procurar no google pois você terá que usar em poucos momentos, então, para pular de um lugar alto a outro com essa mochila, basta apertar control antes de pular (é um comando besta, principalmente porque não é algo que eu esperava, pois imaginava ser tipo o que vemos em Duke Nuken).


Na Steam, você pode comprar DLCs que são campanhas da mesma história vista por outros personagens, incluindo militares que foram enviados para matar Freeman. Já falamos sobre ela no blog, caso tenha interesse, também veja:
Compre o jogo agora, ele custa 20 reais:

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