terça-feira, 31 de agosto de 2021

Tradução de Deus Ex: Human Revolution Director Cut (sem vírus e sem propaganda)

agosto 31, 2021

Para instalar a tradução, baixe o tradutor direto pelo mediafire. Aqui a gente não vai mandar você instalar um monte de programa estranho e dar dor de cabeça. Pegue o arquivo, instale-o e divirta-se!


A putaria com a versão da Gog


Minha versão é da Gog e para minha infelicidade, a tradução não funciona justamente porque toda vez que eu inicio o jogo, ele alerta que os mods estão desabilitados (já que a tradução também é um mod!). Tentei rodar a internet em busca de uma solução (afinal, comprei o jogo e quero jogar ele em PT-BR!) e para a minha alegria, descobri a solução.

Existe um arquivo chamado DFEngine.dll que impede que você insira a tradução e mods. Para poder instalar a tradução, deixei o arquivo de mesmo nome para você baixá-lo e substituí-lo por aquele que veio no jogo (esta dll permite a tradução). E agradeça ao modder russo que fez esse trampo, já que ele deu a luz a uma pessoa que tinha o jogo na gog e que não estava conseguir instalar o mod dele. (esse cara é um herói)


Baixe a DFEngine.dll clicando aqui (apenas para clientes gog, ok?)


BAIXE O INSTALADOR AQUI!

sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Meu primeiro jogo feito no GameMaker Studio 2

agosto 27, 2021


Olá pessoal. Acho que ninguém que me acompanha aqui sabe, mas atualmente tenho dedicado parte do meu tempo para aprender sobre programação de jogos. Desde os primeiros anos da década de 2000 eu conheci o GameMaker, mas como não tinha internet em casa (para pesquisar tutoriais etc), nunca consegui aprender como a mexer. Cheguei a entender bastante o conceito do RPGMaker, que foi meu companheiro por muito tempo e até me levou para entrevistas na TV quando adolescente.

Depois de adulto, cheguei a comprar a licença do programa na Steam e também atualmente tenho feito o curso da NoneClass (atualmente estou no Módulo 8). Seja como for, de acordo com os conceitos que tenho aprendido no curso, tentei fazer um clone de Moon  Patrol, um clássico jogo do Atari, com a qual joguei bastante quando criança.

Para quem não conhece Moon Patrol, veja abaixo um vídeo sobre o jogo.



Iniciando o projeto

A ideia geral começou pensando nos conceitos que tenho aprendido no curso. No curso em si já fazemos alguns clones (como de Pong e Flappy Plane). No entanto, achei que dava para fazer um clone desse Moon Patrol. Aliás, isso foi um desafio para mim. Até por causa disso atrasei muito mais no curso (deixando de fazer as aulas) mas creio que isso foi importante até para meu desenvolvimento. Utilizei as mesmas sprites do módulo 8 do curso, que foram criadas também pelo criador do Dininho Adventures.

Primeiro de tudo eu fiz um protótipo de todo o sistema do jogo. Por me embolar um pouco com os códigos, acabei criando um OUTRO projeto e importando alguns códigos do projeto antigo. Segundo o GameMaker, demorei mais de 10h nesse projeto, o que me consumiu muitos dias na frente do PC. Ali pude ter a certeza que, mesmo um jogo curto e simples como este, é necessário bastante paciência, energia e vontade de continuar fazendo.

A única dificuldade que eu tive foi o sistema de gravidade. Embora existam diversos tutoriais sobre isso na internet, espero chegar na parte do curso que ensina sobre isso. Como não entendo muito dessa parte, simulei um sistema de gravidade onde quando você aperta o botão de pulo ficaria impedido de pular novamente por um período (para evitar repetidos pulos) e, durante esse tempo, você fica caindo. O chão eu fiz uma forma de parede para evitar que o player fique repetidamente caindo.

As sprites foram retiradas do curso. No entanto, os sons e outros peguei da internet. Como não vou ganhar dinheiro com ele (afinal de contas, esse jogo foi usado apenas como objeto de estudo) acho que não tem problema. Achei também um site maneiro onde se baixa diversos sons grátis.

Uma ótima (primeira) experiência na programação (sozinho).

Foi muito legal a primeira experiência que tive como programador de jogos (iniciante). Deu para entender os diversos desafios de quem é do ramo lida. Perdi bastante tempo para criar toda a mecânica, além de outra parte essencial na programação de jogos: bugs! E vieram bastante! E ele veem também quando você não sabe lidar muito bem como programou.

E sobre a programação (linguagem GML) usada no GameMaker Studio 2, acho que a única coisa que tive que consultar no curso foi sobre o place_meeting, para que os monstros não aparecem dois colados no outro quando são gerados. No mais, todos os outros códigos foram usados sem consulta alguma. Belo trabalho do curso da NoneClass.

Para quem quiser conhecer meu primeiro game, clique ao lado em DOWNLOAD.

domingo, 22 de agosto de 2021

Tradução de Wolfenstein: The Old Blood para PT-BR (SEM PROPAGANDA!)

agosto 22, 2021
Foto: Divulgação - Id Software.

Wolfenstein: The Old Blood é um jogo de FPS lançado pela Id Software e outras empresas, em meados de 2015. O jogo está em inglês, mas pode ser baixado uma tradução com menus e 90% das legendas do jogo inteiramente em português.

Após ter seu jogo no computador (de preferência uma compra na Steam), baixe a tradução no link abaixo. Essa tradução tem um instalador próprio, onde você precisa encontrar no jogo a pasta e o arquivo executável de onde o jogo está. Fazendo isso, o jogo ficará totalmente em português.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Como recuperar uma CONTA ROUBADA na Steam

agosto 16, 2021
Foto: Reprodução Steam - Divulgação

Infelizmente tornou-se muito comum o roubo de contas na Steam, principalmente por scripts e outros métodos que os roubadores de conta criam para ter acesso a elas. No entanto, é totalmente possível você recuperar a sua conta Steam mesmo que o hack lixo troque e-mail e senha da sua conta original. Siga esse passo-a-passo que, fazendo tudo certinho, sua conta poderá ser recuperada sem problemas.

Antes de tudo, saiba de uma coisa: tente ter o Steam Guard no seu celular, que é uma verificação de duas etapas e IMPEDE praticamente de qualquer um que não seja você que consiga invadir sua conta. Mesmo que alguém consiga sua senha na Steam, ela precisaria de um código automático fornecido pelo Steam Guard que está no seu celular. Por essa razão, é praticamente NECESSÁRIO ter um Steam Guard para poder ter uma proteção maior na sua conta. Para saber mais sobre o Steam Guard, clique aqui.

Mas vamos ao que interessa: siga esses passos abaixo para recuperar sua conta roubada. Em caso de dúvidas, existe um vídeo que explica praticamente a MESMA COISA que o texto abaixo.

1° Passo, use a página de recuperação de conta

Neste, você clica em:
1) A minha conta Steam foi roubada e preciso de ajuda para recuperá-la 
2) Forneça um OUTRO E-MAIL  (NÃO USE SEU E-MAIL STEAM) para continuar com acesso
3) O sistema vai pedir um captcha, geralmente clicar em algumas figuras para continuar o acesso
4) Como você usou um OUTRO E-MAIL, a Steam não vai achar e então vai pedir seu NOME DE USUÁRIO na Steam. Você então escreve seu nome de usuário que usava quando perdeu a conta.
5) Colocando o nome do usuário que você usava, clique em Não tenho mais acesso a esse e-mail.
6) Ali, preencha as informações para provar que a conta é sua.

2º Passo, anexe o máximo de provas possíveis para recuperação de conta
7) Preencha os dados e o máximo de informações possíveis para provar que a conta é sua.
8) Se tiver jogos comprados, skins e outras coisas no seu e-mail tem o comprovante. Tente fazer na busca do seu e-mail "Steam" ou "Atendimento Boa Compra" e você achará esses comprovantes. Tire fotos (prints) de tudo e anexe para o formulário. Quanto mais comprovantes você tiver melhor.

Geralmente demora de algumas horas até cinco dias para a Steam devolver seu acesso na conta. Skins e caso o hacker faça VAC-Ban não há como a Steam fazer nada. Jogos perdidos podem ser recuperados. Para quem tem alguma dúvida, assista esse tutorial em vídeo.


Esperamos ter ajudado. Em caso de recuperar sua conta, digite nos comentários abaixo para ajudar outras pessoas.

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Como ajudar Odo em The Wicther 1 (principalmente se você estiver preso no jogo)

agosto 12, 2021

Em The Witcher: Enchanced Edition, há uma missão que tem dado muita dor de cabeça a muita gente - que é como liberar a missão de Odo, uma das três pessoas que você precisa ganhar confiança em Vizima. É comum em algumas ocasiões que ao se encontrar com o personagem em sua casa, ele apenas mande você procurar o Reverendo ou caso você diga que não tenha o encontrado, ele te expulsa e não diz mais nada; O primeiro grande segredo é que personagens que ganham falas "fixas" durante uma decisão sua, podem "resetar" após um dia. Então, caso tenha sido expulso - basta apenas meditar que você poderá falar com o personagem novamente.


Quando geralmente fazemos as missões dos outros dois personagens, Odo pode pedir pra você falar com o Reverendo (mesmo que você tenha ido e falado com o mesmo diversas vezes). Parece até que o jogo bugou e que não fará ele dizer outra coisa a não ser que "o reverendo diz coisas estranhas". Há também uma opção de beber em vez de mostrar o anel do religioso em questão, mas acredito que se ele pede para você ir falar com o reverendo sempre, é que você ganhou o anel dele (reverendo) e o vendeu.


Isso é a maior mancada, um item tão importante na história para ser vendido assim. Segundo o que eu li num fórum da Steam entre jogadores que estavam presos nessa parte, é que você pode recomprar itens que você vendeu - o problema é saber aonde que você vendeu! Teve gente que chegou a cogitar e começar o jogo do zero e eu até por um momento, entendi que se tratava de um bug... mas ao pensar direito (e ao pesquisar na internet), existe uma opção para você ganhar o anel e com ele, equipa-lo na sua mão e mostrar ao Odo (que vai lhe dar a missão).




Para isso, você precisa encontrar uma velha que seu nome está escrito "Mendigo" (não tem nem como errar) e ao falar com ela, você precisa dar uma White Gull e assim, ela lhe dará o anel que roubou do religioso e com ele, você está livre para prosseguir (não precisa iniciar o jogo do zero, basta apenas fazer isso!). Se guie pelas imagens acima, já que eu mostro a poções e onde você encontrar a tal velhinha!


Abaixo tem uma foto do item (que com certeza, você deve ter vendido por engano)

Só não esqueça!

  • Caso você recuse a missão, volte no dia seguinte que aparecerá a mesma opção.
  • Equipe o anel que recebeu dela e fale com Odo, assim, ele vai te reconhecer que você falou com o reverendo e agora estará livre para seguir.

Mas, como fazer a White Gull? 

No jogo você tem acesso as fórmulas das poções que precisar. E para fazer a white gull, você precisa de dois itens que lhe dão ácido sulfúrico e um de rebis. Lembrando que além desses itens, você precisa de qualquer bebida alcoólica e ao meditar (numa fogueira ou na casa de Abigail) clicar no ícone de poção, por para misturar e meditar.  

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Serious Sam: The First Encounter é frénetico, divertido e permite coop com tela dividida

agosto 10, 2021

Há muitos bons jogos cujo eu só pude conhecer quando mais velho, através de plataformas como a Steam e a Gog. E Serious Sam foi um deles! Lia muito sobre o mesmo em revistas, mas não tinha um "pc poderoso" para rodá-lo - o que não é problemas nos dias de hoje! 


O jogo é um FPS estilo Doom, Quake, entre outros. Mas com diferencial na ação! 


A todo momento você ficará sem fôlego, tendo que se preocupar com hordas e mais hordas de inimigos com diferentes habilidades - optando qual você aniquila primeiro enquanto desvia dos ataques dos demais. O game nos proporciona campos bem abertos feitos justamente para que os jogadores tenham liberdade para se mover e evitar ser atingido pelas dezenas de inimigos.


Enquanto Doom, Quake, Dukenuken e jogos do mercado possuíam mapas complexos cuja novas salas eram acessadas através de alavancas ou chaves - aqui temos um desafio bem simples de matar ou morrer! Não espere encontrar chaves ou puzzles para acessar algum local, tudo se resume a escapar dos inimigos esquivando-se de seus golpes e mandando-os pro inferno com um vasto arsenal de armas. Matando todos os canalhas a sua vista abrem o caminho para uma nova sala ou área e o legal é que quando você a acessa, o jogo não permite que você volte. 

Não há muita exploração, há chacina! Por isso, nunca deixe de usufruir do f6 (que é o quick save), na qual, o jogo já carrega assim que você morre (o que vai acontecer milhares de vezes) - mas nunca se esqueça de salvar o seu progresso, ok? Existe a opção para você dividir a diversão com um ou mais amigos, seja em em rede ou online (não sei se funciona ao certo, porque não testei) - mas, caso tenha alguém na sua casa, pode jogar com ele através da tela dividida (desde que alguém use um controle ou vocês conectem um segundo mouse).


Para multiplayer ou mesmo jogar em terceira pessoa, você não precisa jogar com Sam. Há diversos personagens (alguns bizarros) que você pode desfrutar sua aventura! O que é um prato cheio para campanhas multi-jogador.


Sobre os monstros, há de diversos tamanhos e alguns bem cômicos e originais. Como um cara sem cabeça que vem correndo segurando duas bombas (e vem gritando ainda por cima! Mas como faz isso sem cabeça?) O jogo apresenta um menu que mostra os detalhes de todas as armas e histórico dos monstros. Algumas vezes, você será encurralado no melhor estilo Doom e terá que se virar em alguns ambientes apertados - fazendo o jogo bem difícil, o que o torna bastante interessante.

É um jogo que carrega a mesma essência de games mestres como Doom, Quake, Duke Nuken 3D e outros e aplica numa jogabilidade totalmente nova. Aqui você deverá se especializar em derrotar hordas de monstros e são muitos mesmo! 


Assim como Quake, Unreal e jogos que vieram no fim de 99 e início dos anos 2000, você não tem um mapa para se guiar - o que não é problema! Pois os estágios são grandes, simples e divididos em partes. Você precisará passar por alguma tarefa (que é exterminar todos os monstros na maioria das vezes) para passar. Não há puzzles complexos, no máximo, juntar X itens no cenário e você estará pronto para a próxima sala.

O game também apresenta a opção de jogá-lo em terceira pessoa (para isso, aperte o H), mas acho bem interessante o modo tela dividida para jogar com um amigo. Sobre os gráficos, eles são bem legais para a época e você tem a opção de usar gráficos mais simples (caso não tenha placa de vídeo). Enquanto em Daikatana (cujo já analisamos no blog), Jonh Romero queria um game complexo com viagens no tempo e uma variação sem igual de monstros e armas, aqui em Serious Sam eles se preocuparam apenas em criar um jogo divertido.


E Serious Sam é... apelão demais as vezes... mas é!


Mais frenético ainda jogando multiplayer, acredito.


Compre agora pelo link abaixo na Gog (R$12,00)


https://www.gog.com/game/serious_sam_the_first_encounter


segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Zueirama 2077, a expansão de Zueirama

agosto 09, 2021

Aqui no blog já falamos sobre Zueirama, o jogo indie brasileiro muito zueiro. No último dia 6 de Agosto, o jogo recebeu uma expansão gratuita, denominada "Zueirama 2077", fazendo alusão ao Cyberpunk 2077, jogo ótimo que foi lançado alguns meses atrás.

Vale lembrar que você que tem uma cópia de Zueirama na Steam, não precisará gastar nenhum centavo a mais porque a expansão vai aparecer quando o jogo for atualizado no seu PC. Sobre o jogo em si, ele mantém as mesmas características do Zueirama original, contudo ele tem visual totalmente futurista. Isso acontece porque Zoinho é levado ao ano de 2077 para resolver alguns problemas por lá.

O meme do Caixão aparece aqui! HAHAHAHA Hilário!

Diferente dos coxinhas e mortadelas de Zueirama, aqui os inimigos são os pastéis. O jogo tem poucas fases de plataforma (acho que apenas 2), com poucos memefones e se baseando em fases de shooter e batalhas contra chefes, sendo o caneta azul, o peixe bola-gato e o Queixola, o neto do mestre de Zueirama, o Sádipo. A expansão, por sinal, é bem curtinha. Acho que o jogo tem um total de 8 fases, sendo três dessas lutas com chefes e mais duas de shooter, duas fases comuns e uma dentro do trem (que tem que escapar dos inimigos).

Parabéns ao pessoal do Zueirama, que brindou os compradores do jogo e também deu um atrativo maior para aqueles que ainda não possuem uma cópia original da obra. Zueirama 2077 faz parte de Zueirama e o jogo está na Steam por R$14,99 mas pode ter preço menores em promoções recorrentes. Compre agora ou deixe na sua lista de desejos.

Zueirama 2077 + Zueirama original na Steam (R$14,99)

domingo, 8 de agosto de 2021

Daikatana realmente me surpreendeu

agosto 08, 2021

Apesar do título da postagem parecer ser um click bait, não é. 


Definitivamente, eu fiquei surpreso com Daikatana e hoje eu até entendo que o jogo poderia sim, ser promissor se não tivesse acontecido várias coisas que "ferraram" com a carreira do co-criador de Doom.(Assista o vídeo abaixo que explica o que eu estou falando!) E como fã da franquia Doom (afinal, tenho todos os jogos clássicos originais e resenhados aqui no blog, além de saber criar mapas e trazer muito conteúdo da franquia neste site, incluindo, outros jogos de Romero). É lógico que compraria Daikatana para experimentar.


Como eu sou um tiozão que começou a jogar games ainda no Atari, me lembro do anúncio do jogo - mas não pude saber o que aconteceu com ele e como o Jonh Romero desapareceu da Terra até a chegada da internet. O game foi um desastre comercial tão grande que praticamente apagou tudo de bom sobre o programador que nos trouxe Doom, Wolfenstein e outros.


Mas será que Daikatana é assim tão horrível como vi em vídeos, sites e diversas análises?


Vou te contar a minha experiência e você pode entender melhor sobre a proposta do jogo, ok? Não é um game perfeito, muito menos para ser comparado com Doom, por exemplo. Mas quando você o conhece - ele é divertido sim, principalmente quando se joga em rede com amigos (no blog já ensinei como você cria uma rede lan virtual para jogar doom 3 coop, use o mesmo sistema em Daikatana!) 


Você acreditaria que eu fiquei tardes inteiras na frente do pc jogando Daikatana sozinho? (E não foi para escrever resenha aqui no blog, foi porque eu ESTAVA ME DIVERTIDO DEMAIS!) Por isso, entendi alguns itens do porque ele não conseguiu ser agradável para os fãs de Doom, e vou explicar baseado na minha experiência.

O primeiro grande problema do Daikatana é que ele coloca o jogador no mais alto desafio assim de cara. Ambiente escuro, inimigos muito rápidos e irritantes e a grande cereja do bolo: um mouse todo desregulado. Você tem a sensibilidade do mouse já calibrada de forma que você dá um toque pro lado e já dá quase um 360... mexa nisso e o jogo já vai mudar pra caramba. Quando eu configurei para ser a mesma sensibilidade que tenho para jogar CS GO, o jogo já deu uma melhorada. Além de uma escuridão terrível, na qual, a única forma de enxergar seria atirando com o rifle inicial, que não pode ser usado na água pois o personagem recebe dano! (Entendo que quer fazer o jogo difícil, mas deixá-lo broxante nos cinco primeiros minutos afasta o interesse de sua própria fan base.)


Por exemplo, no Doom. Você já começa numa base com poucos inimigos apenas para se acostumar com os comandos. A fase é curta e induz aos novatos quererem matar os monstros! Só na segunda fase que começamos a entender que devemos procurar chaves para abrir portas e a dificuldade vai aumentando gradativamente. Em Daikatana, não! Você é jogado no escuro sem nenhuma iluminação e deverá se virar com monstros aquáticos sendo que você não pode atirar com sua única arma para não levar dano... além disso, você aprende que algumas máquinas não são destruídas e deverá sair correndo...

Enquanto na primeira fase de Doom temos soldados bizonhos que matam uns aos outros por nada, e Imps que morrem facilmente com alguns tiros. Em Daikatana você luta contra sapos e vespas robôs que somados a escuridão e a vantagem de estarem em seu ambiente... tiram todo o seu brilho. (Mas, felizmente, após mais de 24 horas de jogo - percebi que poderia ficar tudo claro mexendo nas opções... mas fica registrado minha audácia de ter passado naquela escuridão toda!)


O game apresenta coisas novas que a princípio, não são explicadas nem no manual e se o jogador soubesse assim de cara, evitaria muitos problemas. Coisas como frutas que ao clicar com o botão direito, curam o personagem em 10% é uma delas! Outra coisa muito bem-vinda, foram os cristais de salvamento, onde você não pode salvar o jogo até ter um desses cristais. Isso evita a fórmula no Doom e "um passo, um save" e força o jogador a ser mais cuidadoso que ao mesmo tempo, refina sua habilidade. A princípio, essa implementação é horrível, mas você logo se acostuma. Também passar de um mapa para o outro salva o jogo sem nenhum custo. Só que veja bem, caso você ache esse sistema muito chato, você pode habilitar os salvamentos infinitos nas opções e poderá salvar a hora que quiser, invalidando tais cristais de salvamento. Por isso, se você estiver jogando de forma a exigir esses cristais - tente voltar num mapa a outro para racioná-los - assim, você pode optar em salvar o game em um ponto consideravelmente desafiador. Mas são resetados assim que o personagem passa de fase! Como o estágio é dividido em vários mapas, aproveite para voltar uma área ou outra para economizar cristais de salvamento.

Daikatana nos apresenta um sistema de níveis (como no RPG) que não é mencionado os botões para usá-lo no manual (que safadeza!). Quando se avança de nível, o jogador pode optar qual ponto irá preencher alguns atributos, que podem ser ataque, vitalidade, armadura, etc. Use as teclas "k" e "l" para mover para cima e para baixo, enquanto o "ç" você usa para confirmar. E ao entender isso e morrer muitas vezes (porque o jogo é desafiador), você começa a perceber que os inimigos iniciais não são tão terríveis assim, e o jogo vai ficando mais fácil na medida em que se ganha novas armas. As mesmas teclas são usadas para dar comandos aos outros personagens... que pelo amor de Deus, você tem que saber contornar os bugs para não perder seu progresso. Afinal, você precisa de todos os seus aliados vivos para passar de uma área do mapa - só que as vezes, eles ficam presos em algum local - exigindo que você volte, ou fique perto deles e coloca o comando para segui-lo.


Falando ainda em aliados, não sei se realmente eles levam munição. Mas você pode mandar que os mesmos peguem os itens para si. Há uma cabine chamada Hosportal, que permite a cura do seu personagem por inteiro - que felizmente, você pode mandar comandos para que seus aliados também usem e se regenerem. Por isso, não tenha vergonha de voltar meia fase para usar o Hosportal, pois sem isso, ninguém conseguiria zerar Daikatana. Por isso que itens de cura não são muito relevantes! Como os aliados recebem comandos, você pode mandá-los ficar parados - mas em companhia com os mesmos é divertido. Principalmente quando você entra numa sala cheia de inimigos e sabe que teria certo trabalho se estivesse sozinho. Por sorte, haverão momentos em que você deverá ir sozinho e abrir passagem para seus aliados passarem... eles mesmo avisam quando chega nessas partes.

Tirando os ambientes escuros que chegam a ser irritantes no começo, o jogo possui um design de fases muito melhor que em jogos como Unreal e Quake (cujo já resenhamos aqui no blog ambos) - e ter NPCs que jogam contigo, você se sente que está jogando online com alguém; Se o jogo não começasse da forma que inicia, com certeza, mais pessoas jogariam.


Minha primeira experiência com esse jogo foi jogando cooperativo com meu irmão, na intenção de zoa-lo mesmo. Eu com a versão da Steam e ele com a versão da Gog (na qual, comprou para fazer a resenha aqui, mas eu queria tanto jogar que aproveitei a promoção aqui da Steam e por isso, jogamos em rede!) Mesmo numa gameplay de quase 3 horas rindo e zoando, podemos perceber que não era algo tão zoado. O que me motivou a jogar sozinho, pois quando se joga multiplayer, não há GAME OVER se você morrer - você volta pro início do mapa e tudo fica resolvido.

Os combates são legais. As armas são interessantes e a grande coisa que irrita por boa parte do jogo, são os ambientes escuros. O que significa que se você odiou a escuridão de Doom 3, sinta-se aliviado lá porque pelo menos o doomguy está equipado com uma lanterna. E por se tratar de um jogo feito pelo produtor de Quake, algumas coisas são similares. Há secretos e estágios ligados um ao outro, com a diferença que temos uma história aqui. Como não sei inglês, pouco me importei para ela - o que eu queria mesmo é o desafio. Alguns monstros tendem a aparecer terríveis, mas são fracos, enquanto outros que parecem serem frágeis, são terríveis.


Outra coisa que temos aqui é o uso de arma branca. Minha primeira impressão sobre o uso da espada são as piores possíveis. Logo eu, que zerei SEM DETONADO o Hexen (cujo já resenhei aqui no blog) e até o momento, joguei um pouco do Hexen 2 o suficiente para escrachar que lá o uso de armas brancas dá 10x 0 aqui (sendo que usa a mesma engine de Quake 2, quem diria). No começo, você tem ambientes escuros e vai se adaptando... Após conseguir a espada no primeiro ato, voltei no tempo. O que era para ser comemorado, virou uma tormenta - pois estava com somente 20% da minha vida e ao ser jogado na próxima fase, o jogo não fez nem o trabalho de restaurar minha saúde (o que era para ser o mínimo, já que tinha perdido todas as armas e ficado com a espada)

Na boa... entendo que eu tenha voltado no tempo após pegar a espada... mas porque tirar minhas armas e me obrigar a lutar com um monte de soldados esqueletos com uma mecânica tão mal feita? (Adaptação, meu amigo... para sobreviver, você tem que ter adaptação!). Jogos difíceis exigem isso, e confirmo que Daikatana é difícil. Mas, ele pelo menos consegue ser mais justo como pérolas  que presenciei em Tomb Raider: The Angels of Darkness, que não consegui zerar porque o PERSONAGEM SECUNDÁRIO não tinha munição e o jogo não deu... (sempre vou me lembrar dessa bosta!)


Como eu disse no título dessa postagem: o jogo me surpreendeu. Está certo que é meio estranho usar a espada, mas com o tempo - consegui lidar com ela de boa. Só que o Jonh Romero fez questão de além de presentear com essa "não muito útil arma branca" , nos deu um disco. Cujo funciona como um bumerangue e insere o modelo de FPS mesmo você tendo apenas uma espada, ou seja, você não é obrigado a usá-la se não quiser (a menos que erre um alvo com um disco e não vá buscá-lo!).

Enquanto Doom nos deu nove armas, aqui você pode coletar seis - mas aí vem a grande sacada. As armas mudam de acordo com a linha do tempo que o herói está. (E que são totalmente diferente uma das outras!) O negócio é tão legal, que o Hosportal assumiu uma outra forma e os kits médicos que encontramos nessas fases são feitos com outro modelo - parecia que eu estava jogando Hexen 2 em alguns momentos! Teve uma hora que eu vi que um dos inimigos era um Grifo... Uau! Nunca vi um grifo como adversário em jogo de FPS... por isso, é uma pena que o projeto tenha tido tantos problemas...


Ele seguiu o mesmo "pecado" de Duke Nuken Forever (cujo já resenhei no blog) e gostei demais. Entendendo que ele não é ruim, apenas ultrapassado para a época em que foi lançado. Assim como este, Daikatana poderia ser muito mais promissor. Seu maior problema, foi o de querer torná-lo o jogo perfeito, a obra máxima de Jonh Romero - em vez de fazer algo divertido para as pessoas, assim como foi Doom e outros. Infelizmente, o mesmo aprendeu com seu próprio ego.

O jogo é dividido em quatro "linhas do tempo", onde o personagem recebe em cada uma delas - um arsenal de seis armas novas - lutando contra criaturas próprias e resolvendo alguns puzzles para abrir caminho (não é mais aquele negócio simples de pegar chave certa para entrar). No "capítulo 2", que se passa na Grécia, existe uma arma que é uma granada - e ao segura-la, por se tratar de algo que está pegando fogo - você poderá usá-la para se tornar uma lanterna (o que para época, era interessante demais).


Daikatana pode ser jogado cooperativo em rede (mesmo que tire a diversão de avançar de nível quando seu personagem morre), mas é bastante legal esse conceito. Você vai matando inimigos, ganhando xp, avançando de nível e escolhendo qual "habilidade" inserir, que pode ser aumentar sua munição, sua velocidade, sua precisão ou mesmo, seu próprio HP! Realmente, fui um cara que gostou desse jogo. Comprei pela zoeira, mas... ao dar uma chance a ele - percebi que ele seria realmente um jogaço se John Romero não fosse minimalista e não estivesse com seu ego acima de tudo e de todos.


Se tem algo que eu acredito que Daikatana supera Quake e seus concorrentes, seria o design das fases - mas infelizmente, não é só uma boa construção de fases que fazem um bom jogo. Recomendo que você mexa nas opções e tire aquela escuridão desnecessária que afasta muitos de tentarem conhecer o game melhor.


Minha análise é da versão Steam, mas, a versão da Gog é a mesma e que dá pra jogar com ambas em rede (já que a do meu irmão é uma versão diferente da minha). Compre pelo link abaixo, ou espere uma promoção caso você só queira jogar o original sem gastar muito:


https://store.steampowered.com/app/242980/Daikatana/

Como Dragon Age 2 superou o primeiro game em interação

agosto 08, 2021

Antes de iniciar minha análise de Dragon Age 2 aqui no blog, quero primeiro ressaltar seus pontos ruins e que precisam ser avisados com antecedência para que a pessoa que for comprar o jogo na Steam, não possa ter nenhuma surpresa. 


A primeira sem dúvida, é a falta de uma tradução em português para o jogo. Mesmo que na página da loja  da Steam esteja dito que está em o game está em nosso idioma, não encontrei nenhuma opção para muda-la e- tive que baixar uma tradução para poder jogar.


Caso queira baixar a tradução, clique nessa postagem que fizemos a respeito.


O segundo ponto (e que é o mais irritante do que a falta de uma opção em português) seria a obrigatoriedade de criarmos uma conta na Origin, que seria uma espécie de "Steam da EA games". Sem uma conta Origin, você não joga Dragon Age 2 na Steam! A grande sacanagem, é que você precisa criar uma conta lá, e ao instalar o jogo, você É OBRIGADO A INSTALAR O ORIGIN, que vai ficar sempre desabilitado no computador, mas... toda vez que você entrar no game, ele irá abrir para reconhecer que é você que está jogando.

É certo que ao criar a sua conta e vincula-la na Origin, toda vez que abrir o Dragon Age 2 - você não terá nenhum outro problema. O jogo abrirá como sempre e você irá se divertir! Mas... tenho que adverti-lo que esse tipo de coisa costuma ser injusto quando no caso, você estiver sem internet. Sem conexão na rede, o jogo não abre (afinal, você precisa se conectar a Origin para jogar) - o que de cara, já torna Dragon Age Origin como um jogo melhor, afinal, você pode jogá-lo até mesmo quando não tiver internet.


Mas... defendendo o uso do Origin, você poderá jogá-lo pelo aplicativo deles. Cujo em sua conta mostrará o jogo com o ícone da Steam. Sendo que no aplicativo da Valve, o game não possui nuvem - mas ao ter que formatar o meu computador (quando foi levado para a assistência técnica) descobri que meu jogo salvo permaneceu intacto. Então, não chega a ser algo tão ruim! (já que a Origin oferece serviço de nuvem)


Após alguns avisos, do que se trata Dragon Age 2?


Como fã da série e encantado após zerar o primeiro jogo, comprei na Steam essa continuação. A primeira grande surpresa (além das que já mencionei) é que aqui você não escolhe um histórico, e sim, tem um personagem fixo (como The Witcher, por exemplo). Isso acontece para que o jogador tenha mais escolhas durante a aventura, que diferente do primeiro game - abriu muito mais possibilidades. A grande vantagem de Dragon Age 2 sob o primeiro é justamente as interações sociais dos personagens e como são muitos, você pode conhecê-los melhor na medida em que sua amizade aumenta. OBS: após passar o prólogo, você poderá editar o seu personagem assim como Dragon Age Origin!


Esqueça o "medidor de confiança" do game anterior. Agora, suas decisões não removem ou atrapalham suas interações com membros do grupo (cujo pode até de deixar, mas é por alguma coisa da própria história ou por decisões que levaram a sua saída). Não existe mais a possibilidade de você perder um membro de um grupo por que fez algo que ele foi contra. Em seu lugar, foi posto um sistema de amizade e rivalidade. Quando seu personagem faz algo que o seu companheiro concorda, você ganha pontos (da mesma forma que acontecia quando você presenteava alguém). Quando mais pontos ele ganha, mais amigo se torna do personagem e quando mais coisas que você faz que o desagrada, mais ele se torna seu rival (e na árvore de habilidades deles, existe uma que adiciona vantagens ao companheiro diferentes para o mesmo, se for amigo ou rival).

Enquanto você precisava ser muito amigo de um personagem para que o mesmo te concedesse uma missão. Aqui, as amizades vão gerando várias e daí podem vir os romances! Como cada personagem do grupo tem sua própria casa, você as vezes terá que visitá-los para conversar sobre uma missão ou o que aconteceu na última aventura. O que pra mim, se tornou um sistema muito superior o que tinha visto em Dragon Age Origin.


Algo muito legal neste game é que você usa o arquivo de seu antigo personagem (aquele que terminou o Dragon Age Origin, se houver) tornando o mundo muito mais dinâmico - mas quem pensa que você irá reencontrar personagens como Morrigan, por exemplo, pode ir tirando o cavalo da chuva. Este jogo não é focado nos flagelos e/ou cria das trevas como imaginamos, e sim, numa tensão política na cidade de Kirkwall. Assim, conhecemos outros personagens e criamos uma história através de decisões que nos fazem querer entender melhor um personagem ou outro e assim, brincar no pc de "RPG de mesa" como o primeiro jogo.


Na medida que você vai ganhando confiança de seus companheiros de grupo, podem surgir situações que levam a novas missões só para aquele companheiro e esse é o forte desse jogo - conhecer os seus colegas de grupo. As opções para suas decisões são bem mais elaboradas que o Origin, contando com o detalhe de aparecer opções extras para um personagem do grupo em específico (se ele estiver na equipe), tipo perguntando: "fulano, qual é a sua opinião?". De quebra, o que acontece no Dragon Age Origin, também ocorre aqui - os personagens conversam sozinhos e tudo mais. Há muita coisa para você fazer, e isso me deixou bastante animado.

Porém, para ter toda essa interação - a parte de RPG de mesa (digo, o "sistema de regras") teve que ser sacrificado. Nada de aprender a criar poções, armadilhas ou evoluir o personagem para ter tal habilidade. Nada de ir nas lojas para comprar componentes químicos para criar novos itens! Aqui você sempre recebe os itens que precisa e não se preocupa com "detalhes mais complicados de jogos de RPG". Até mesmo o combate está simplificado, ficando rápido e retirando coisas como fogo amigo e colocando opções de uso de poções com apenas um clique.


O que eu senti falta no Dragon Age 2 foram as masmorras. Aqui sempre temos que ir para um canto e outro, e muitas vezes, teremos que passar pelos mesmos mapas! Tudo foi feito para ter um combate rápido e simplificado, forçando o jogador a interagir com outros personagens e criar sua história e não ganhando pontos de experiência ao explorar masmorras. Tal simplificação é vista na própria equipe! Apenas o jogador que poderá usar armaduras, luvas e botas (os demais tem trajes fixos) - sobrando aos demais armas, anéis mágicos e amuletos.

Temos os antigos personagens Bodah e Sandall (aquele que fala "encantamento") cujo nos apresenta um modo simples de implantar runas. Então, enquanto Dragon Age Origin era um "mini RPG de mesa" para pc, Dragon Age 2 é mais um jogo de PC com elementos de RPG. O que não é de todo ruim, afinal, curti demais esse jogo cujo nos envolve pela história que está sendo contada - mesmo que algumas missões sejam mais "vá para aquele lugar e fale com fulano de tal". Não temos personagens como do primeiro jogo, mas cada um tem sua própria história (cujo não vou contar aqui porque estragaria a sua surpresa) mas, quem sofreu para ter romances em Origin, sabe que aqui é muito mais fácil - eu mesmo, dormi com duas mulheres do grupo no mesmo dia e nem esperava. A primeira não quis namorar com meu personagem, então acabei tendo relacionamento sério com a segunda - que veio morar na minha casa...


Por mais que seja diferente do primeiro jogo, Dragon Age 2 leva as mesmas magias e itens - levando os jogadores a conhecerem melhor o mundo de templários e magos cujo não pode ser elaborado no primeiro game. Temos inclusive, mais detalhes sobre os Qunari, magos de sangue, elfos, etc. Então, como fã de Dragon Age, recomendo demais. Vale muito a pena e você passará horas e mais horas tentando desvendar os segredos de seus companheiros e criando uma história ao se tornar o campeão de Kirkwall - lembrando que se você pretende jogar Dragon Age Inquisition , este jogo é o seu prólogo.


Compre agora na Steam (R$59,00)


https://store.steampowered.com/app/1238040/Dragon_Age_II/


Leias novas outras postagens sobre Dragon Age

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Tradução de Dragon Age 2 (sem propaganda)

agosto 02, 2021

Para traduzir o Dragon Age 2, basta apenas baixar o instalador abaixo e nele, indicar onde estará a página do jogo instalado que em poucos minutos,  traduzirá o jogo. O instalador funcionou perfeitamente com a versão Steam do jogo!

Leia nossa análise sobre o jogo clicando aqui!

Leia também nossa análise de Dragon Age Origin.

 

Leia também sobre o livro de RPG de mesa de Dragon Age lançado pela editora Jambô.

 

Baixe a tradução de Dragon Age 2 aqui

Análise: o lindo e bem feito Blazing Chrome

agosto 02, 2021
Blazing Chrome é um jogo de ação/tiro publicado pela JoyMasher, produtora brasileira que também foi responsável pela criação dos jogos Oniken e Odallus, com a qual já resenhamos aqui no blog. Vivendo em um mundo pós-apocalíptico, você controla personagens que fazem parte de uma resistência contra aliens e robôs, com enredo semelhante ao da série Contra.

Quem jogou contra Hard Corps já sabe a referência que isso indica...


Aliás, Blazing Chrome é totalmente parecido com Contra - Hard Corps, que foi lançado para o MegaDrive. Além do jogo ser totalmente parecido (claro que foi uma singela homenagem a esse clássico do jogo lançado para os 16 bits da Sega), ele também é repleto de referências. Além disso, ele também propõe ser difícil. Como já zerei os dois, ainda acho que o Contra Hard Corps é muito mais difícil que Blazing Chrome.

Outra referência ao Contra Hard Corps


A diferença aqui é que Blazing Chrome também tem elementos de Metal Slug, onde você pode bater nos inimigos quando eles chegam perto de você (ao invés de atirar) como também você pode entrar em máquinas (robôs) para combater seus inimigos. O jogo é curto (tem apenas 5 fases), mas o fator replay existe aqui, tanto para aumentar a dificuldade e novos personagens como novas mecânicas (que são desbloqueados após zerar o game).

A alta qualidade do visual do jogo impressiona bastante...

E vou te falar: é um jogo MUITO bonito e bem feito. A ação (assim como Contra Hard Corps) é frenética aqui, com veículos explodindo, tiros rápidos e monstros vindo de tudo quanto é lugar. As artes do jogo são de admirar, pois mantém a alta qualidade do visual dos produtos JoyMasher. O jogo pode ser tanto utilizado no controle de Xbox quanto no teclado.

Ele custa R$32 na Steam, mas o preço baixa muito quanto tem as promoções. Guarde na sua lista de desejos ou tenha agora na sua coleção! Altamente recomendado!

Blazing Chrome na Steam (R$32 na Steam)

Sobre Nós

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Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


Rei dos Games é o único blog dedicado a três tipos de jogos diferentes (eletrônicos, de tabuleiro e RPGs). Se você quer conhecer bons jogos para brincar, este é o lugar certo.


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